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Finalmente, hein?

Já fazia um tempo que sabíamos da existência de "365", colaboração entre Zedd e Katy Perry, e a demora para o anuncio dos artistas foi tanta que a canção até acabou chegando à rede mundial de computadores de formas ~nem um pouco oficiais. Mas, tudo bem, porque o DJ anunciou nesta quarta-feira (13) que a música estará entre nós em menos de 12 horas!

Depois de uma série de troca de mensagens (ou melhor, emojis) com Katy pelo Twitter, Zedd revelou que "365" chega nesta quinta e, todo no conceito, ainda liberou uma prévia do videoclipe da faixa:


Junto com o anúncio, temos também algumas fotos de divulgação de "365". A capa, por exemplo, será essa abaixo:



Bem futurístico, hein? E esse ar de "Black Mirror" também está presente em algumas fotos que temos do videoclipe da música, que também chega nessa quinta.




Superprodução sim!
Katy Perry tá tirando umas férias mais do que merecidas depois da era "Witness" e preparando seu retorno oficial com calma, mas arrumou um tempinho para emprestar sua voz ao novo single do Zedd. A faixa, confirmada oficialmente pela Universal Music UK nessa terça (22), se chama "365" e chegará no dia 7 de fevereiro.



Apesar de creditar os dois artistas e ser um dueto, a canção é um single do DJ, e não da cantora. Aquela tipo de parceria só pra dar um gostinho antes do comeback verdadeiro, né?

Segundo informações de quem diz já ter escutado a música, "365" soa como uma mistura de "Chantaje" da Shakira com "Gemini Feed" da BANKS em meio a um electropop, o que nos parece algo bem inusitado. Sobre a letra, foi tido que a composição é simples, mas chiclete, e a estrutura é diferente dos últimos singles do Zedd, tendo dois refrões diferentes, porém igualmente bons. 

Ao que parece, o clipe de "365" também já está gravado. Stories da equipe de Katy indicam que as filmagens da produção rolaram nessa segunda-feira (21), pra aproveitar o eclipse lunar. 

Zedd tem se mostrado um grande hitmaker e emplacado uma série de hits, como "Stay" e "The Middle". Seria "365" seu próximo sucesso?



Zedd e Liam Payne estão promovendo seu single em conjunto, "Get Low", e para dar um gás na divulgação trataram de lançar hoje, 19 de setembro, um clipe bem, digamos, acessível para a música. 

É que os dois estão passeando pelas ruas de Londres, dançando, cantando e, claro, tirando muitas selfies com fãs, na maior intimidade mesmo. Sim, o vídeo é só isso mesmo, mas até que ficou legalzinho, vai! 

Bom MESMO seria essa acessibilidade toda no Brasil. Queremos.


Para Zedd, "Get Low" sucede "Stay", seu hit em parceria com a Alessia Cara, enquanto para Liam a música segue seu primeiro single solo, "Strip That Down", que também hitou e até chegou ao #10 da Billboard. Apesar de suas antecessoras, "Get Low" não anda fazendo o mesmo barulho. Já podemos dizer que a música foi feita para dançar em praças com os fãs londrinos e não para os charts?
Quando escutamos "Stay", do Zedd com a Alessia Cara pela primeira vez, nos soou como uma mistura de tudo que tinha funcionado em 2016: electro, deep e tropical house, além do estilo bem característico do DJ. Hoje (06), assim que escutamos "Get Low", sua recém lançada parceria com Liam Payne, tivemos a mesma sensação.

Gostosinha, divertida e até um pouco sensual, a faixa é mais fácil de ser digerida do que "Stay", mas tem tanto potencial para ser hit quanto ela, ainda mais considerando que essa nova música tem o bônus de conter Liam e, como bem sabemos, qualquer coisa que um membro da One Direction toca dá certo. 


Já dizia o ditado: em time que está ganhando, não se mexe.

"Get Low" tem créditos igualitários, assim como "Stay", mas, diferente da segunda que não estará em um novo álbum da Alessia, a primeira pode estar no disco de Liam, que deve chegar ainda esse ano. O primeiro álbum solo do cantor já conta com o single "Strip That Down", colaboração com o Quavo, e terá também uma música com o Charlie Puth

Se tem um ritmo que tem se aproveitado bastante da era dos streamings (além do rap, claro) é a música eletrônica. Vejamos a hot 100: dentre as 20 primeiras músicas, 3 são eletrônicas. No UK, que sempre teve uma tendência maior para o EDM, 5 entre as 20 iniciais pertencem ao ritmo. Isso tudo sem contar as canções que possuem influência da música eletrônica em ambas as paradas. Um número considerável, né? Porém, outro dado tem impactado ainda mais: o número de estrelas do pop que tem usado a ajuda e a facilidade de produtores em lidar com o mundo da música na atualidade para crescer.

Entre as estrelas já consolidadas, tivemos esse ano Selena Gomez apostando na parceria "It Ain't Me", com o Kygo, enquanto não abria os trabalhos de seu próprio CD. Outra que também foi para esse lado foi Demi Lovato, fazendo sucesso na Europa com "No Promises", colaboração com o trio de DJs Cheat Codes.


O mais interessante de tudo isso, no entanto, é ver as estrelas da música pop em ascensão procurando se firmar com a ajuda da eletrônica. Nomes da nova geração que, você pode não estar tão familiarizado, mas que já entendem muito bem como funciona essa indústria. E vale a pena destacar: esses nomes crescem com a ajuda de outros também novos no cenário eletrônico. É aquele bom e velho ditado: uma mão lava a outra. 

O principal grupo quando falamos em dar oportunidades aos que estão chegando agora é o Clean Bandit. Misturando eletrônica e música clássica, o trio é uma sensação no Reino Unido, e não é difícil de imaginar o porquê. Lá atrás, em 2013, eles apresentaram ao mundo a Jess Glynne por meio dos hits "Rather Be" e "Real Love". Resultado: pouco tempo depois, em 2015, ela hitou MUITO no UK com seu trabalho de estreia (e o Clean Bandit também!). Agora, eles fazem o mesmo com Louisa Johnson em "Tears", Anne-Marie em "Rockabye" e, principalmente, Zara Larsson em "Symphony".

Dentre as revelações citadas acima, nenhuma tem um alcance tão grande quanto Zara, e talvez seja seguro dizer que ela é o (ou, pelo menos, um dos) nome(s) mais promissores dessa nova geração. Tendo conquistado um #2 na parada britânica com seu single "I Would Like", foi só com a parceria em "Symphony" que ela chegou ao primeiro e conseguiu, assim, dizer pra todo mundo que veio pra ficar. Essa é a importância do encontrão pop e EDM: ele ajuda a firmar artistas, principalmente aqueles que estão só no começo.


Outro nome do dance (que também é novíssimo!) é o Martin Garrix. Eleito DJ do ano de 2016 pela DJ Mag, principal revista do gênero, o cara também é um que tem procurado ajudar artistas novos no pop a crescer, enquanto se ajuda também. Primeiro, ele chamou Bebe Rexha para "In The Name Of Love" e continuou com Dua Lipa em "Scared To Be Lonely". Duas cantoras que, assim como Zara, Anne e Louisa, ainda estão se firmando, estando Dua um pouco mais a frente. 

Os números de "In The Name Of Love" ajudaram Bebe: a canção chegou ao #24 no USA e ao #9 no UK e mostrou que a então compositora de hits também tem muita capacidade de cantar um sucesso. Para Dua, foi ainda melhor: a parceria com Garrix rendeu um Top 15 no UK, ao mesmo tempo em que outras duas músicas suas, "No Lie", parceria com o Sean Paul, e "Be The One". O que falar de uma cantora estreante já com três músicas de sucesso ao mesmo tempo? Estabilidade é tudo! 



E se o encontro pop e EDM serve para estabilizar o nome de artistas que ainda nem lançaram seu primeiro disco, também pode servir para manter em alta aqueles que já revelaram seu primeiro trabalho, ou lançaram um álbum a um tempo considerável, e estão trabalhando no CD sucessor. Recentemente, Martin se uniu a Troye Sivan em "There For You", que tem esse mesmo efeito: manter o sul-africano, atualmente em estúdio trabalhando em seu novo material, em alta. Esse é o caso também de Zedd e Alessia Cara em sua "Stay", hit estável no top 10 da Billboard que chegou ao #7, além das próprias "It Ain't Me" de Selena e Kygo e "No Promises" de Demi e Cheat Codes. 

Nesse caso de "fazer uma parceria EDM até meu novo disco sair e ver no que dá", não podemos deixar de citar Halsey com o duo The Chainsmokers em "Closer". Enquanto preparava o sucessor do "Badlands", a americana participou da música que se tornou um mega hit e agora colhe os frutos: seu segundo disco, "hopeless fountain kingdom", é o primeiro álbum feminino a chegar ao topo da Hot 200 em 2017, com 115.000 de vendas/streamings. Tá bom ou quer mais?



Não é difícil imaginar o porquê do sucesso da música eletrônica se estender ou até aumentar na era dos streamings. Além de pegar carona muitas vezes nos ritmos do momento, ou fazendo algo único que se destaque da maioria, os artistas de eletrônica também se beneficiam dessa fase atual em que singles importam muito mais do que álbuns, já que sempre foi um costume para eles lançar muitas músicas e só depois pensar em um disco. Não é à toa que Calvin Harris queria apenar lançar singles esse ano, ou que esses produtores demorem tanto para revelar seus CDs, lançando várias músicas de trabalho antes do lançamento do material completo. E a possibilidade de se adaptar a essa era tão difícil e crescer enche os olhos de muito artista, principalmente os novatos. 

As parcerias entre DJs e cantores pop se tornam os novos buzz singles desses últimos: uma forma deles falarem "ei, eu to aqui!", seja pra dizer que não sumiram ou pra pedir atenção e reconhecimento. Para os artistas pop, uma forma de se adaptar ao mundo dos streamings enquanto saem de sua zona de conforto e fazem algo que provavelmente em nada terá a ver com seu novo disco, mas mantém os fãs animados e o público atento. Para os produtores, uma forma de se consolidar na indústria, ter não só seus hits, mas seus nomes conhecidos, e uma porta de entrada para o mundo do pop, o que ajuda a expandir seu público e traz a possibilidade de produzir grandes sucessos (alô, Skrillex por trás dos smashs do Justin Bieber!). Todo mundo sai ganhando, principalmente a gente.

Se enganou quem pensava que Liam Payne adiaria a carreira solo pelo nascimento de seu filho com a Cheryl. A criança mal chegou, mas Liam não está com tempo a perder e e está mais do que pronto para se juntar aos outros ex/atual membros do One Direction que lançaram materiais nesse ano. Hoje (10), ele já deixou seus fãs preparados: soltou uma prévia de seu novo single que deve chegar nas próximas semanas. 

O vídeo é bem pequeno - tem só 5 segundos! - e não mostra nada de muito concreto, além de, claro, nos confirmar o que sempre soubemos, que Liam é um homão da porra, mas já nos deixa de sobreaviso para o que está por vir. Mesmo com tão pouco tempo, já deu pra perceber que o cantor deve seguir uma linha mais pop misturado com R&B, em uma pegada sexy e dançante. 


Essa semana, Payne tocou a música em primeira mão para alguns fãs sortudos e confirmou que para seu primeiro disco trabalhou com Pharrell Williams, Zedd e Ed Sheeran. Esse último é, de acordo com rumores, responsável pela co-composição do lead single do cantor, que ainda não teve seu nome revelado. Outros rumores apontam que ele teria entrado em estúdio com Juicy J e o produtor TM88, mas nada foi confirmado. Em uma recente entrevista, Quavo, do trio Migos, revelou ter participado de uma canção do ex-1D: 

Acabei de voltar da filmagem de um vídeo hoje. Meu garoto Liam, do One Direction. Vídeo louco. Visual louco. Time louco. Cara legal... Eu não poderia nem estar falando isso aqui. Mas vai ser uma surpresa. 

Segundo outros rumores (tá tudo envolto em muito mistério, gente!), um coreógrafo que já trabalhou com Tinashe (!) e Beyoncé (!!) estaria envolvido na produção do clipe e teria confirmado que sim, Liam Payne vai dançar nessa era solo. Pode entrar, sucessor natural do Justin Timberlake! Vem, que estamos mesmo precisando de muita dança no pop!
Sabe aquela máxima "um segundo pode mudar tudo"? Foi pensando nesse conceito que Zedd e Alessia Cara se juntaram, fizeram o videoclipe para a inusitada parceria que já é um dos maiores hits da carreira dos dois, "Stay", e mostraram para a Rihanna o que é promover um single de verdade. 

No vídeo acompanhamos diversas versões de um mesmo dia na vida do DJ e da cantora onde, toda vez que eles não se encontram por segundos de distância, o tempo volta e tudo começa outra vez. Apesar de estarem destinados a ficar juntos - e mesmo quando conseguem - o tempo é implacável e mostra que, talvez, se um deles ficasse mais um minuto, como a própria música diz, tudo poderia ser diferente.  



Por esse plot twist você não esperava, né? Parece até obra da rainha Shonda Rhimes! 

Com a força do clipe, poderemos ver "Stay", que já ocupa a décima quarta posição na Billboard Hot 100, alcançar o Top 10 da parada já na semana que vem. Atualmente, ne-nhu-ma mulher se encontra entre as músicas mais tocadas nos Estados Unidos e a gente torce para que pelo menos a canadense consiga impedir essa triste situação de se transformar em uma sequência. Vem salvar o nosso Top 10, Alessia! 
No comecinho do ano Zedd e Alessia Cara confirmaram que tinham uma parceria chegando, o que nos pegou de surpresa por ser algo extremamente inusitado, já que os dois pertencem a estilos musicais muito diferentes. E agora que "Stay" foi lançada, não é que a colaboração é muito boa? 

Soando como uma mistura de electro house com R&B e um pouquinho de tropical house, a música funciona principalmente para a Alessia, que consegue sair da sua zona de conforto e experimentar algo diferente sem necessariamente deixar seu estilo, que já é tão característico, de lado. É refrescante vê-la se jogar sem medo no eletrônico, e serve também para segurarmos a ansiedade enquanto seu segundo disco não vem.



O DJ contou na descrição do vídeo que a ideia de colaborar com a canadense surgiu nos ensaios do HALO Awards, onde ambos e a cantora Daya performaram juntos. Ele disse que sempre amou as músicas dela (quem não, né?), mas só percebeu o quão talentosa ela era nos bastidores, e aí a chamou para participar da faixa. E ainda bem que chamou!

Como a canção está creditada aos dois, ainda não sabemos se ela será o carro-chefe de um possível novo álbum do Zedd ou apenas um single avulso. 



Zedd e Alessia Cara são apenas alguns desses novos artistas que tem despontado nos últimos anos, cada um a sua maneira. Enquanto o primeiro se tornou um importante nome em ascensão na cena da música eletrônica, a segunda é uma das maiores apostas na música pop e tem tudo para crescer ainda mais nesse ano. E agora, apesar de serem completamente diferentes, os dois parecem estar com uma parceria prontinha para ser lançada a qualquer momento. 

Quem revelou a novidade foi o próprio Zedd em seu Instagram. Sem dar nenhum detalhe sobre a colaboração, muito menos o nome da faixa ou uma data exata de lançamento, o DJ alemão apareceu apenas para perguntar se estamos preparados para essa canção. E olha, se tem uma coisa que nós estamos, essa coisa é preparados. 

Uma foto publicada por Zedd (@zedd) em

Por mais estranho que seja imaginar uma parceria entre os dois, temos a certeza de que essa música será, no mínimo, interessante, e que pode até nos surpreender, se tornando o hit que 2017 desde já precisa. 

Já que foi Zedd o porta-voz das notícias, podemos concluir que esse é, muito provavelmente, seu próximo single, o que deve indicar também um novo álbum para esse ano. Enquanto isso, Alessia continua trabalhando em cima do "Know-It-All", seu disco de estreia, e divulgando a faixa "Scars To Your Beautiful", que está indo muito bem e alcançou um peak de #13 na Hot 100. 


O novo single do Zedd com a Kesha, “True Colors” (leia nossa crítica), tinha lançamento marcado para essa terça-feira (10) nas rádios americanas, mas a Interscope, gravadora que distribui os trabalhos do DJ alemão, vetou a sua estreia repentinamente e sem maiores informações.

Assim que a notícia começou a circular, os fãs cogitaram a possibilidade da gravadora remarcar  a sua estreia, visto que seria estranho tentar ignorá-la agora que já está nas principais plataformas de streaming e contou até mesmo com a prévia de um clipe sendo veiculada na internet, enquanto outros veem nesse cancelamento um possível boicote, devido ao polêmico processo da Kesha contra o produtor Dr. Luke, acusado de abusá-la sexual e psicologicamente.



Em sua versão original, “True Colors” fez parte do mais recente álbum de Zedd, com o mesmo nome, e foi apresentado com a Kesha pela primeira vez durante o Coachella desse ano, ganhando mais tarde uma versão em estúdio. Kesha, que esteve impossibilitada de lançar músicas novas desde 2013, foi muito grata ao produtor, afirmando que o convite para essa nova versão da faixa foi “uma benção”.

Um vídeo publicado por Kesha (@iiswhoiis) em


Se a Interscope boicotar “True Colors”, a gente boicota a Interscope. Combinado?

O mundo é recheado com várias camadas de injustiças, não diferente do cenário musical. Seja injustiças pequenas, como aquela música que você até agora não sabe como não virou single (#JusticeForLegendaryLovers) até injustiças mais desconcertantes, como o caso Kesha X Dr. Luke. Esse post não trata da batalha judicial entre os dois, mas é importante termos em mente esse background, pois é ele que funciona como combustível para a música que analisaremos a seguir.

Enquanto Dr. Luke está cada vez mais rico produzindo os maiores artistas do planeta, como Britney Spears, Katy Perry, Marina & The Diamonds e Nicki Minaj, Kesha sem-mais-o-cifrão está na geladeira desde 2013, quando lançou a farofa folk "Timber", parceira com o rapper e dono de um Grammy (?) Pitbull, que atingiu #1 nos Estados Unidos, Reino Unido e diversos outros charts internacionalmente. Sim, em 2013. Três anos atrás. Parece que foi ontem que estávamos na balada dançando com "Timber" (pode assumir), mas lá se foram três anos.



Se foram três rápidos anos para nós, no meio dessa enxurrada de lançamentos, para Kesha esses três anos provavelmente foram longos e muito sofridos, seja batendo a cara em muros e mais muros que o processo contra o produtor ergueu contra ela, seja pela impossibilidade de lançar um novo álbum, sucessor do glorioso "Warrior", de 2012 - mais um injustiçado desse mundo.
Pois bem, nossa abstinência da hitmaker de “Dancing With The Devil” começou a acabar com “True Colors”, lançada no último 29 de abril. Não, infelizmente não se trata de um novo single do terceiro álbum da cantora, mas não estamos reclamando. “True Colors” é uma faixa do DJ Zedd, aquele mesmo que deu um Grammy pra Foxes com “Clarity” (obrigado, querido) e que produziu faixas ensandecidas com Lady Gaga, como “G.U.Y.” (obrigado mais uma vez, seu lindo).

“True Colors” é a faixa-título do segundo álbum do produtor russo-alemão, lançado em 2015. Na versão lançada originalmente, a canção trazia uma parceria não credita com Tim James, que até ganhou um clipe bem básico há quase um ano. Mas essa música estava destinada e escrita nas estrelas para acabar nas mãos de Kesha.

  

Caso você não tenha dado muita bola à versão original e está se aventurando apenas agora na produção de Zedd, “True Colors” nada contra a corrente dos atuais deejays – cof cof Calvin Harris cof – que lançam farofa atrás de farofa (o que nós adoramos, não se engane) e vem com uma pegada mais intimista ao ser uma baladinha electro midtempo, com sintetizadores discretos ditando o ritmo nos versos e batidas mais fortes no poderosíssimo refrão, cheio de pequenos sinos que dão todo um climão épico para a coisa.

O single fala sobre o ato de mostrar quem você é de verdade por dentro. Ao contrário do que se pode esperar pelo título (“cores verdadeiras”) e nosso piloto automático de faixas de auto-empoderamento do pop atual, cheias de cor e felicidade, “True Colors” vem com um lado mais obscuro da coisa, refletindo a dualidade humana de carregar partes boas e ruins. Como canta Kesha, ao revelar suas verdadeiras cores haverá “nenhum arco-íris”.

Em termos de melodia, arranjos e produção, a nova versão da canção é exatamente igual à original, porém, há um pequeno fato curioso: nos créditos da composição, Kesha aparece como co-compositora. Mas se é tudo exatamente igual, com exceção, claro, dos novos vocais da mãe dos canibais, como Kesha pode estar creditada? O que muitos não notaram foi uma sutil alteração na letra.

No último verso antes do último refrão, Tim James cantava “Algo me diz que eu sei de absolutamente nada / Nós escapamos das nossas prisões / Mas ainda temos nossos mestres / E de alguma forma é assim que eu esperava”. Na versão de Kesha, a letra é “Algo me diz que eu sei de absolutamente nada / Eu escapei da minha prisão / E tenho nenhum mestre / E de alguma forma é assim que eu esperava”.

A alteração é de suma importância para transformar não só a faixa em algo ainda mais incisivo, mas potencializar a voz de Kesha, roubando o todo para ela. Ao tirar a impessoalidade dos versos de Tim, que cantava “nós” ao invés de “eu”, Kesha explora seu âmago, suas dores e seus dilemas pessoais, que vieram a público com a briga contra Dr. Luke. Tim, mesmo fugindo de sua prisão, ainda era cercado por pessoas que o controlavam. Kesha não. Ela é livre. Sim, o processo anda favorável ao Dr. Luke, mas a liberdade da cantora é o ato de poder falar sobre o ocorrido, o que muitas e muitas mulheres ainda possuem tanto temor em fazer.

  

“True Colors” consegue ser não apenas um retorno magistral para Kesha, mas um hino que grita a todos os quatro ventos o quanto poder ainda habita dentro dela, o que torna a faixa num pequeno hino de libertação. Kesha aqui é voz para várias mulheres que foram sujeitas a seus mesmos horrores, onde suas cores foram pintadas de preto e branco. Mas, de alguma forma, ela encontra sua força exatamente nesses novos tons e consegue cantar para tantas outras que, além de não possuírem voz, não possuem cor ao serem invisíveis. E ela, doa a quem doer, não vai se desculpar pelo fogo em seus olhos.

Mais uma vez, obrigado Zedd, por estender a mão a uma artista incrível e deixar que ela fale num momento onde é silenciada. Agora Kesha, a gente aguarda um álbum onde você poderá cantar em pé com seus próprios pés.
A recém anunciada e, ainda assim, muito aguardada parceria do Zedd com a Kesha ganhou a internet mais cedo. Depois de levarem o Coachella à loucura, o produtor alemão e a cantora se uniram em estúdio, para regravar a faixa “True Colors”, do disco dele de mesmo nome, e o resultado já pode ser conferido pela rede mundial de computadores.



Esse é o primeiro lançamento de Kesha desde que perdeu a batalha judicial contra Dr. Luke, na qual acusa-o por abuso sexual e psicológico, pedindo pelo fim do contrato com a sua gravadora, Kemosabe Records. Ainda que não tenha vencido o processo, entretanto, a hitmaker de “Last Goodbye” conseguiu uma autorização para trabalhar com outros produtores e lançar músicas sem o envolvimento direto do cara, o que explica a chegada de “True Colors”.


Algo interessante e que vale mencionar é que, quando a música original do Zedd havia vazado, na época de lançamento do seu disco, muitos acreditavam que os vocais não creditados da canção eram da Kesha. Agora são de verdade.

Ouça:



Que delícia de parceria! Não é que a mulher casou perfeitamente com a canção? É quase como se tivesse sido pensada para ela e, coincidência ou não, combina com aquela proposta misteriosa dela e o “arco-íris” que foi seu cabelo pelo Instagram, se lembra?

“True Colors” será oficialmente lançada nessa sexta-feira (29) e deve ser trabalhada como o último single do produtor alemão com o disco de mesmo nome, abrindo também os trabalhos de uma nova fase para Kesha, que finalmente volta a mostrar sua voz.

Bem vinda de volta, Kesha! :D

*Postagem atualizada com o player do Spotify.
Sim, é isso mesmo que você leu. O It Pop vai falar do show do Zedd no Lolla 2016! ~pausa para o momento de tensão~ Vamos lá! A blogueira doida que acabou de chegar, vulgo euzinha que vos fala, se pegou pensando: “será que alguém já falou sobre o show do Zedd?”. Como novata que se preze, fui questionar o aval do Sr. Tintel. A reação dele? RISOS. Afinal, quem ia querer falar do cara que disputa o mesmo horário com a deusa divina Florence? Então eu vim aqui, fofa que sou, cheia de amor no coração, trazer vários motivos para você conferir o show dele! E, para dizer que quem já pretendia fazê-lo e é fã: vocês não estão sozinhos e não esquecemos dessa fofura que é o Zedd ❤ Seria esse o motivo número 1? Rs

Consagrado na cena de música eletrônica internacional, o DJ começou sua carreira em 2009, investindo em um som que transita entre house e EDM. Ganhou notoriedade com seu remix de “Scary Monsters and Nice Sprites” do Skrillex – um dos integrantes da dupla Jack Ü, que também se apresentará nessa edição do Lolla – entre outros de diversos artistas, como a diva Lady Gaga. “Clarity”, uma das músicas do seu primeiro disco de mesmo nome, é um super hit. Sem falar no single “Spectrum”, que fez o Zedd levar para casa o Grammy de Melhor Gravação Dance.




E as colaborações babadeiras? Zedd tem na lista “Break Free”, com a Ariana Grande; “Stay the Night”, com a fofa da Hayley Williams; e “I Want You to Know”, com a Selena Gomez. Falando nela, quem não soube do romance dos dois no ano passado? Os dois juntos era um amorzinho, mas dizem os rumores que Selena não conseguiu esquecer o Justin... O casal que o mundo todo shippou, #Jelena!


Tá vendo? A gente sabe que a competição é quase perdida em disputar o último show do último dia do festival com Florence + The Machine. Mas tem vários motivos para você amar o Zedd (também)! 

O Lollapalooza está acontecendo NESTE EXATO MOMENTO e você pode conferir um pouco do festival com a gente em tempo-real, pelo Instagram (instadoit) e Snapchat (portalitpop)! :D

Seleção de sete novidades musicais que não apareceram no blog ao longo da semana, mas que valem sua atenção. Para conferir as edições anteriores do It's New, clique aqui!


Falta pouco para começarmos com a divulgação das nossas listas de metade do ano, revelando nossos discos, singles e clipes favoritos até essa parte de 2015, mas antes disso, a gente aproveita pra garantir que vocês estão de olho nos lançamentos e, com esse post, reunimos alguns lançamentos que, de fato, merecem o seu play.

É claro que essa lista não chega nem perto da nossa parada definitiva, tanto que os discos aqui mencionados podem nem estarem entre nossos Melhores do Ano (até aqui), mas a ideia é fazer com quem não passem despercebidos por nenhum lançamento significativamente interessante e, com isso, nos referimos aos discos a seguir.

Florence + The Machine, “How Big, How Blue, How Beautiful”
Inicialmente promovido pelos singles “What Kind of Man” e “Ship To Wreck”, o terceiro CD de Florence nos faz dançar com sua tristeza em meio a arranjos mais crus e que flertam com o rock, perdendo os exageros apoteóticos do “Ceremonials” e trazendo de volta a tamanha simplicidade do seu material de estreia, ainda que, vira e mexe, nos surpreenda com uma reviravolta sonora aqui ou ali. Para alguns fãs, “How Big” parece um disco inacabado, feito às pressas, mas enquanto ouvimos faixas como “Delilah”, “Ship To Wreck” e “Queen of Peace”, não poderíamos discordar mais. Jesus voltou e em forma de disco.


Major Lazer, “Peace Is The Mission”
Passado tanto tempo com David Guetta e Calvin Harris dominando o meio eletrônico para o público mainstream, a pegada diferentona do Major Lazer cai como uma luva e reinventa, inclusive, o famigerado trap music, mesclando-o com reggae, moombahton e dancehall, coisa bem característica dos trabalhos anteriores do trio formado por Di-di-diplo, Walshy Fire e Jillionaire. Os caras anunciaram dois discos para esse ano e o primeiro deles, “Peace Is The Mission”, foi oficialmente lançado nesta semana, trazendo colaborações com MØ (no carro-chefe “Lean On”), Ellie Goulding (no single seguinte, “Powerful”) e ótimas parcerias com nomes que mal conhecemos e já consideramos pacas, como “Be Together”, com vocais de Wild Belle, e “Light It Up”, com a Nyla. A sueca Elliphant também aparece em “Too Original”, uma das mais frenéticas do variado registro.


Twenty One Pilots, “Blurryface”
“Blurryface” sucede o disco de estreia do Twenty One Pilots, “Vessel”, e, com singles como “Fairly Local”, “Tear In My Heart” e “Stressed Out”, além dos promocionais “Lane Boy” e “Ride”, prova uma clara evolução na sonoridade da dupla que, se comparado ao seu primeiro disco, parece bem mais segura de suas misturas e até de seus devaneios, enquanto alimenta teorias quanto a um alter-ego do vocalista Tyler Joseph. A sonoridade vai do hip-hop ao rock alternativo, flertando ainda com o reggae e um pouco de música eletrônica. Uia!


ZEDD, “True Colors”
Esse é o novo disco do DJ alemão Zedd, conhecido por hits como “Clarity”, com a Foxes, e “Stay The Night”, com a Hayley Williams. Entretanto, nada disso importa, muito menos seu novo disco, “True Colors”, que contou até com um single em parceria com a Selena Gomez, sendo nossa atenção totalmente direcionada para uma faixa:

“PAPERCUT (FEAT. TROYE SIVAN)”.

Ouçam como se não houvesse toda uma tracklist para ser desbravada (até porque nada nela se compara com essa canção).


A$AP Rocky, “At.Long.Last.A$ap”
Vocês acharam que eu não ia rebolar minha bunda hoje, né? O rapper A$AP Rocky tem sido uma das maiores referências entre os novos rappers gringos que merecem a nossa atenção e, em seu segundo álbum, tem tudo para garantir mais uma recepção super aclamada da crítica especializada, assim como fez com seu primeiro CD, “Long.Live.A$AP”.

Sem as prometidas parcerias com FKA Twigs e Lykke Li, o segundo disco de A$AP Rocky conta com participações de nomes como Schoolboy Q, Kanye West, Juicy J, Miguel e Mark Ronson, além da M.I.A., que participa de “Fire Whine”, ao lado de Future. É uma boa pedida para os fãs de urban conceitual.


MAS QUANTAS ESTREIAS, hein? Boa parte desses discos ainda estão a caminho das lojas no Brasil, mas disponíveis para streaming em plataformas como Spotify, Deezer e Rdio, ainda assim, pra se garantir, a gente aconselha que vocês também fiquem de olho no site Códigos de Desconto, que te dá cupons, garantindo descontos nas mais variadas lojas do segmento. Pra ter mais detalhes, basta acessar o site oficial da marca.

Escutou algum lançamento super bacana e quer mostrar pra gente? Deixa o nome aí nos comentários, a gente promete escutar tudo e, sendo bom, quem sabe não aparece por aqui mais tarde!? Até a próxima! :D

No mês passado, comentamos aqui a respeito de "I Want You to Know", primeira parceria entre o mais novo casal do mundo pop: o DJ alemão Zedd, e a atriz e cantora, Selena Gomez. Na época, dissemos que a faixa caminhava para o "lugar comum" daquilo que conhecíamos dos trabalhos de Zedd, mas, mesmo assim, ainda soava como um grande hit, tanto para as rádios, quanto para as pistas de dança, em virtude dos vocais de Selena terem caído como uma luva na produção. Pois bem, o videoclipe para a faixa já está entre nós.

O produtor alemão Zedd catapultou para o mainstream depois de colaborar com Lady Gaga em “Stache”, o que ainda lhe rendeu um espaço enorme no último álbum da cantora, “ARTPOP”, e dividiu o buzz com seu single de maior sucesso até então, a parceria com o Matthew Koma em “Spectrum”, e daí em diante conseguiu uma série de boas parcerias, tipo Foxes em “Clarity”, Hayley Williams em “Stay The Night” e a sueca Miriam Bryant em “Push and Play” e “Find You”, mas é claro que ele não pararia por aí.
Tá todo mundo pronto para a nova era da cantora Selena Gomez e, encabeçando esse retorno, a atriz e cantora, atual contratada da Interscope Records, se uniu ao hitmaker de “Break Free”, Zedd, emprestando seus vocais para o possível primeiro single de seu novo CD, sucessor do seu disco de estreia, “Clarity”.

A parceria entre o produtor alemão e a cantora de “Like A Champion” começou a ser especulada desde que a música tocou durante uma festa em Los Angeles, sem que ninguém se desse ao trabalho de registrar o momento, e mais tarde tanto Zedd quanto Selena Gomez citaram indiretamente “I Want You To Know” em seus perfis no Instagram, o que talvez eles queiram que saibamos que seja o título da colaboração. 

Podemos até imaginar um refrão como os versos abaixo:
“I want you to know what I want you to know-ow-ow-whoa-oh-ow-ow, I want you to know what I want you to know-ow-ow-whoa-oh-ow-ow”
É esperado que um anúncio oficial seja feito em fevereiro, mesmo mês que a próxima “Clarity” (“Stay The Night”, “Break Free”, “G.U.Y”, o que você preferir) deverá estar, de fato, entre nós. 

Encerrando seu contrato com a gravadora Hollywood Records, Selena Gomez lançou no fim do ano passado a coletânea “For You”, de onde extraiu o single “The Heart Wants What It Wants”, fechando com chave de ouro o contrato que perpetuou desde sua estreia musical na Disney.

Começou a nova era?

Faltando duas semanas para o lançamento do aguardado "My Everything", seu segundo álbum, Ariana Grande lançou ontem a deliciosa faixa "Best Mistake", em parceria com Big Sean apenas para nos mostrar que continua sendo uma ótima artista e com raízes fincadas no R&B, embora tenha se perdido na sequência do seu smash hit "Problem", lançando a chatinha e farofenta "Break Free" como segundo single. Este single, por sinal, acabou de ganhar, de surpresa, seu videoclipe.


A espera acabou!

Ainda colhendo os frutos de "Problem", seu smash hit e um dos singles mais estáveis nas paradas do mundo todo, Ariana Grande prova que realmente não está pra brincadeira e que fará de 2014 um ano ainda maior do que foi o de sua estreia, no ano passado. Para realmente comprovar isso, o próximo passo começa a ser dado hoje.

"Break Free" é a faixa responsável por dar continuidade ao grandioso trabalho de "Problem". Composta pela dupla de hitmakers Max Martin ("Problem") e Savan Kotecha (várias produções do One Direction, entre outros artistas) e produzida pelo DJ alemão e vencedor do Grammy, Zedd, teve sua estreia há pouco na MTV americana. A música em si, traz Ariana para um lado mais EDM, mas sem perder seu estilo e seus divinos vocais. Por outro lado, achamos que a faixa e sua produção se prenderam a um "lugar comum" demais. É uma farofinha pronta, que não chega a ser totalmente ruim (e temos certeza que será outro sucesso), mas esperávamos bem mais. Ouçam e tirem suas conclusões:



A cantora aproveitou a aparição na MTV, para também revelar, em primeira mão, que se apresentará no VMA 2014, que acontece em 24 de agosto, onde performará o single ao vivo.

Seu segundo álbum, "My Everything", tem lançamento agendado para o dia 25 de agosto e já teve sua capa revelada, e agora é a vez de sua tracklist oficial. Contendo 12 faixas em sua versão padrão, mais três na deluxe e ainda mais duas (além de "Baby I") na versão especial para o Japão, traz um batalhão de colaboradores. Entre eles, os principais destaques são as parcerias com os rappers Iggy Azalea, Big Sean, Cashmere Cat, Childish Gambino e A$AP Ferg, além de um aguardado dueto com o cantor R&B, The Weeknd, e aquela faixa que já promete horrores sem ser ouvida: "Bang Bang", com Jessie J e Nicki Minaj. Entre os demais colaboradores, ainda temos uma faixa chamada "One Last Time", composta e produzida por David Guetta e "A Little Bit of Your Heart", composta por Harry Styles, do One Direction. Confiram a tracklist completa de "My Everything" abaixo:



Tracklist
1) "Intro"
2) "Problem" (feat. Iggy Azalea)
3) "One Last Time"
4) "Why Try"
5) "Break Free" (feat. Zedd)
6) "Best Mistake" (feat. Big Sean)
7) "Be My Baby" (feat. Cashmere Cat)
8) "Break Your Heart Right Back" (feat. Childish Gambino)
9) "Love Me Harder" (feat. The Weeknd)
10) "A Little Bit of Your Heart"
11) "Hands On Me" (feat. A$AP Ferg)
12) "My Everything"

Deluxe Edition
13) "Bang Bang" (feat. Jessie J & Nicki Minaj)
14) "Only 1"
15) "You Don't Know Me"

Japanese Version
17) "Cadillac Song"
18) "Too Close"
19) "Baby I"