Os 50 melhores singles internacionais de 2018

Passamos a maior parte do ano sem entender o que estava acontecendo, mas valeu à pena

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Estamos chegando ao fim da década de ‘10 e dá pra dizer que, em 2018, muito do que acompanhamos serão mudanças e acontecimentos que irão marcá-la de maneira significativa. Foi neste ano, por exemplo, que assistimos o rap retornar às paradas, num contraste gigante com o que acompanhamos entre 2010 e 2014, e comemoramos a tendência da globalização musical, que nos permitiu ouvir e dançar do inglês ao espanhol ao coreano. Sempre cabe mais um.

Retornos não aconteceram como esperávamos, as músicas e videoclipes ganharam cada vez mais significado e, em meio a tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo, ficou cada vez mais difícil de se destacar ao longo dos últimos doze meses. Como disse Ciara, seria preciso subir de nível. E, com tanta oferta e urgência por conteúdo, ainda teve quem conseguisse fazer história.

Esses são os melhores singles do ano:

50. BTS, “FAKE LOVE”




Se você passou por 2018 sem escutar ao menos um hit do boygroup sul-coreano, você esteve no ano errado. - GT

49. Backstreet Boys, “Don't Go Breaking My Heart”




Nada diz mais sobre o que foi 2018 do que a volta completamente inesperada e aleatória do Backstreet Boys com uma música atual e boa pra caramba, que até rendeu ao grupo uma indicação ao Grammy. Que ano, meus amigos. Que ano! - NA


48. Post Malone, “Better Now”




Apesar de ser famoso como um dos expoentes brancos do rap americano, Post Malone nos convence mesmo é quando resolve cantar. E foi assim que ele manteve o hype pós-“rockstar” com o hit “Better Now”, que acerta tanto em seu arranjo trap-minimalista quanto na letra, que poderia facilmente ser alguma composição perdida da fase emo de rádio entre 2006 e 2008. - GT


47. Zedd, Maren Morris & Grey, “The Middle”




Todo mundo sabe a novela que foi a escolha da vocalista de "The Middle": passou na mão de várias ex-integrantes do Fifth Harmony e das maiores revelações do pop nesses últimos dois anos, mas acabou sendo na voz da cantora country (!) Maren Morris que a música tomou vida de verdade e se tornou esse hit. E a verdade é: bastam apenas alguns segundos para entendermos porque ela foi a escolhida. - NA

46. Zara Larsson, “Ruin My Life”




Pra que fingir e se iludir com alguém quando a gente pode simplesmente assumir que quer que a pessoa destrua nossa vida toda mesmo e é isso? Honestidade é tudo. - NA

45. Hayley Kiyoko, “Curious”




Hayley Kiyoko começou 2018 apelidando o ano de "20GAYTEEN". Ao ser perguntada sobre qual seria o apelido de 2019, ela respondeu que "20gayteen nunca acaba. É um estado de espírito". Se pararmos pra pensar que o hino dançante "Curious" representa apenas o início da carreira da garota, pode ter certeza: 20gayteen será eterno - NA

44. Camila Cabello, “Never Be The Same”




Viciou mais do que nicotina, heroína e morfina. De repente, estávamos dependentes e tudo o que precisávamos era de mais Camila Cabello! - NA

43. Shawn Mendes & Zedd, “Lost In Japan (Remix)”




Talvez um dos nomes masculinos mais simpáticos do pop desde Bieber, Shawn Mendes se esforça também para manter o posto no quesito qualidade e, neste ano, teve “Lost in Japan” como um desses acertos. Lançada numa versão remixada por Zedd, a faixa é precisa em seu papel de boa música pop e, carregada de synths, até nos lembra do clássico “Into You”, da Ariana Grande, o que sempre contará muitos pontos para todo artista. - GT

42. Calvin Harris & Dua Lipa, “One Kiss”




Pare pra pensar: quem, além da Dua Lipa, poderia ter feito dessa música algo tão memorável? Na nossa cabeça, só conseguimos pensar na Rihanna. Isso diz MUITO sobre o star quality da novata. - NA

41. Kim Petras, “Heart To Break”




Lembra quando a Paris Hilton tentou atacar de cantora? "Heart To Break" é tipo o que a gente esperaria dela se ela realmente tivesse talento pra isso. - NA

40. Charlie Puth, “Done For Me (feat. Kehlani)”




Tá certo que o primeiro disco do Charlie Puth não foi lá essas coisas, mas o garoto parece ter crescido a partir dessa experiência e está disposto a nos compensar com muita música pop redondinha. "Done For Me" é um ótimo começo. - NA

39. Marshmello & Anne-Marie, “FRIENDS”




Marshmello e Anne-Marie atenderam aos desejos dos saudosos pelas farofas do início dos anos 2010 quando ninguém ao menos tentou. - NA


38. Florence + The Machine, “Hunger”




Grandiosa por seus detalhes, “Hunger” abriu majestosamente bem os trabalhos de Florence + The Machine com o disco “High As Hope”, num arranjo simples e preciso, que se apoia na letra humana e confessional cantada pela artista que, de forma até mesmo irônica, hoje é uma figura praticamente canonizada por seus fãs. - GT

37. Tove Styrke, “Changed My Mind”




Em "Changed My Mind" você vai encontrar letra com duplo sentido, synths perfeitos que só a galera da Escandinávia sabe nos entregar, um refrão que não vai sair da sua cabeça tão cedo e até o uso perfeito de voz computadorizada na ponte da canção. O que você não vai encontrar é defeito. - NA

36. Diplo, “Worry No More (feat. Lil Yachty & Santigold)”



Pra quem sente falta do Major Lazer pré-“Lean On”, o som solo do Diplo com o EP “California” é uma boa pedida. Prova disso é a faixa “Worry No More”, parceria do produtor com a Santigold (que colaborou com o Major Lazer na essencial “Hold The Line”) e o rapper Lil Yachty, que soa como um necessário respiro em meio às suas tantas tentativas de hits desde que ascendeu ao mainstream. - GT

35. Superorganism, “Everybody Wants To Be Famous”




Um superorganismo composto por integrantes de diferentes partes do mundo acerta numa sonoridade que não soa exatamente como nada. “Everybody Wants to Be Famous” é um pop com pé no rock, ou rock com pé no pop, que parece uma mistura de Lorde (pensar em “Royals” e “The Love Club”) e MIA (“Paper Planes”) com os brasileiros da saudosa CSS (jogar no Google “Hits Me Like a Rock”), o que é surpreendentemente bom. - GT

34. Panic! At The Disco, “High Hopes”




É quase como se Brendon Urie pensasse nos adolescentes que choraram com Panic! At The Disco em 2006 e sentisse que tudo o que precisávamos era de uma mensagem otimista ao som de uma fanfarra com o próprio repetindo que devemos continuar pensando alto. Funcionou. - GT

33. Sigrid, “Sucker Punch”




Neste momento das nossas vidas nós estamos bem certos de que a Sigrid nunca não vai nos decepcionar. O que é bem reconfortante considerando que já tem muita decepção acontecendo por aí - na música e na vida mesmo. - NA

32. Ava Max, “Sweet But Psycho”




É cedo demais para depositarmos nossas esperanças de salvação do pop na Ava Max? Porque é exatamente isso que estamos fazendo depois de "Sweet But Psycho". - NA

31. benny blanco, Halsey & Khalid, “Eastside”




 Ela fica muito melhor se a gente ignorar que foi composta pelo Ed Sheeran. - GT

30. LSD (Labrinth, Sia & Diplo), “Genius”




Três artistas pop incríveis se unem para um som diferente de tudo o que já fizeram, mas que ainda entrega a mesma qualidade pop que seus nomes são reconhecidos por. Tudo isso enquanto vão na contramão das rádios e fazem a música pop como conhecíamos com todas as suas pontes e refrãos. Mas de uma forma nada óbvia. E, ainda assim, chiclete. Genial. - GT

29. Becky G & Natti Natasha, “Sin Pijama”




"Sin Pijama" é um reflexo direto das melhores transformações que a música sofreu nos anos 2010: a globalização dos streamings, que fez com que bons artistas que não encontravam espaço nos EUA pudessem fazer tanto sucesso quanto em outros mercados, como é o caso de Becky e Natti, abraçadas pela comunidade latina, e a união de grandes mulheres, que cada vez mais tem deixado de lado a competição, muitas vezes criada pela mídia, pra se juntar em músicas de sucesso. - NA

28. Lily Allen, “Trigger Bang (feat. Giggs)”




 Algumas pessoas olharão pra essa posição da lista pensando “eu nem sabia que a Lily Allen lançou algo neste ano”. Outras provavelmente estarão desapontadas por conta do primeiro grupo. Seja como for, “Trigger Bang” traz a cantora em sua melhor forma e ainda faz uma referência ao hit “22”. - GT

27. Empress Of, “I Don't Even Smoke Weed”




Não queremos viver em um mundo onde as pessoas ainda não conhecem e enaltecem um hino desses, com uma batida extremamente viciante, e essa cantora, responsável por co-compor e co-produzir todo esse álbum. 2019, faça sua parte! - NA

26. Bruno Mars, “Finesse (Remix) [feat. Cardi B]”




Bons remix são aqueles em que os artistas convidados estão lá não (apenas) para ajudar a música hitar, mas sim para imprimir sua identidade na canção, dando a ela uma nova vida. É exatamente isso que Cardi B faz em "Finesse". - NA

25. Christina Aguilera & Demi Lovato, “Fall In Line”




O meme "tiro, dedo no c* e gritaria" nunca foi tão real. - NA

24. Silk City & Dua Lipa, “Electricity”




Os últimos quinze segundos desta música provavelmente foram os últimos quinze segundos mais interessantes de uma música em 2018. Obrigado pelos mimos, Mark Ronson. - GT

23. Khalid & Normani, “Love Lies”




Tem algo de muito mágico em ouvir a Normani fora do Fifth Harmony pela primeira vez, mas não sozinha, e sim acompanhada de uma das maiores revelações dos últimos anos, o Khalid. É quase como se, por trás de camadas de batidas que vão do R&B ao trap, os artistas mandassem o recado de que a nova geração tá pronta pra fazer coisas inesperadamente incríveis. Pode confiar. Ps: a apresentação dos dois no Billboard Music Awards continua sendo uma das melhores performances de 2018. - NA

22. Years & Years, “Sanctify”




É sempre maravilhoso refletir sobre como essa música (e a grande maioria das faixas da discografia da banda) fala sobre homens "héteros" se relacionando com homens gays, tudo de uma forma sagrada e pura e em meio à uma batida completamente pop e viciante. Coisas que apenas o Years & Years é capaz de fazer. - NA


21. Troye Sivan, “My My My!”




Em 2018 muito foi dito sobre os artistas tomarem pra si suas narrativas e contaram suas próprias histórias com verdade. Isso fica visível quando observamos a quantidade de ícones LGBTs surgindo e fazendo o pop dançante que fez muitos gays baterem cabelo por anos, mas que sempre existiu na voz de cantoras heterossexuais. "My My My!" é um synthpop delicioso no qual Troye afirma seu lugar como um ícone para a nova geração, que agora pode se ver representada, com todo o seu amor, excesso e efervescência, em seus artistas favoritos. - NA

20. MØ & Diplo, “Sun In Our Eyes”




Deixando de lado a proposta repetitiva que vinha se metendo nas tentativas de emplacar outro hit com Diplo, MØ chega mais despretensiosa na ensolarada “Sun In Our Eyes”, que, apesar de mal ter chamado atenção numericamente falando, arriscamos dizer ser um dos maiores acertos do cabeça do Major Lazer desde “Sua Cara”. - GT

19. Charli XCX & Troye Sivan, “1999”




Com exceção do fato de que, em 1999, Charli XCX e Troye Sivan tinham, respectivamente, sete e quatro anos, e essa dificilmente foram as fases mais interessantes de suas vidas, toda a vibe nostálgica de “1999” é contagiante o suficiente pra que dancemos esquecendo nossos problemas e torcendo por uma realidade em que Britney é devidamente reconhecida por sua contribuição à cultura pop e o fascismo ainda socialmente visto como algo realmente inaceitável. - GT

18. Carly Rae Jepsen, “Party For One”




Depois de três marcos na cultura pop millenial: o hit “Call Me Maybe” e os criticamente aclamados “Emotion” e “Emotion: Side B”, Carly Rae Jepsen passou rápido pela música deste ano, mas sem fazer feio com “Party For One”, uma poética, dançante e necessária canção sobre independência, amor próprio e, sim, masturbação. - GT

17. Ariana Grande, “thank u, next”




Lançamento surpresa, como os rappers fazem, para não se conformar com a "agenda de uma pop star"? Icônico. Tomar de volta uma narrativa que é sua, mas estava sendo contada por aí das piores formas possíveis pela mídia, tal como Birtney e Taylor fizeram, mas com o twist de se mostrar grata pra c*ralho por tudo? Icônico. O refrão "thank u, next. I'm so fucking grateful for my ex"? I-CÔ-NI-CO. - NA

16. Azealia Banks, “Anna Wintour”




Entre seus muitos desabafos pelas redes sociais, Azealia Banks já contou que sempre gostou mais de cantar do que fazer rap, e que só se manteve no hip-hop porque foi onde conquistou algum espaço com maior facilidade. Pra infelicidade dos que não gostam do seu trabalho, entretanto, ambas são coisas que ela faz muito bem. E é isto o que torna “Anna Wintour” tão grande e interessante. Num mundo justo – e sem redes sociais, talvez – essa música seria tão famosa quanto qualquer outra coisa que Calvin Harris tenha levado às paradas desde 2012. - GT

15. Ciara, “Level Up”




No passo dos funkeiros cariocas e os acelerados 150BPM, Ciara chegou frenética demais para um ano em que a música ainda não sabia para onde ir. “Level Up”, numa tradução livre do seu nome, está muitos níveis acima do que as rádios –ou streamings, pra sermos mais atuais – andaram tocando e, mais uma vez, fez com que deixássemos passar outro passo de uma das maiores artistas da nossa geração. Um dia a justiça será feita, Ciara. Ah, será. - GT

14. BLACKPINK, “DDU-DU DDU-DU”




Foi-se o tempo que falar em k-pop fora da Coréia do Sul se resumia ao sucesso viral de PSY e a sua “Gangnam Style”. No ano em que um dos artistas pop mais rentáveis do mundo foi o boygroup BTS, as moças do BLACKPINK chegaram pelas beiradas com um dos hits mais empolgantes do pop por todo o globo. Quem ainda espera que o próximo grande ato da música pop venha dos EUA, provavelmente não ouviu que elas fizeram em canções como “DDU-DU DDU-DU”. - GT

13. Kali Uchis, “After The Storm (feat. Tyler, The Creator & Bootsy Collins)”




Em seu primeiro disco, Kali propõe uma reflexão dela com ela mesma, mas que muitas vezes parece uma reflexão entre a artista e a gente. "After The Storm" é o exemplo perfeito de seu poder de conversação: é impossível terminar o R&B suave com toque latino sobre os momentos de luta da cantora pelo seu lugar ao sol sem se sentir abraçado, motivado e compreendido por ela. Se você precisa de um herói, olhe nos espelho! - NA

12. Rosalía, “MALAMENTE”




 Quando falamos em revelações com potencial para transformar a cultura pop, dificilmente pensamos em artistas que não sejam americanos ou, no mínimo, cantem em inglês. A espanhola Rosalía, por sua vez, vai contra qualquer uma dessas previsões, emplacando, inclusive, um hit latino que vai na contramão do manjado reggaeton. Novo em todos os sentidos, muito bem produzido e nos instiga a seguir ouvindo-a pra saber o que mais tem a mostrar. - GT

11. Kendrick Lamar & SZA, “All The Stars”




Kendrick Lama e SZA juntos numa música que literalmente se chama "All The Stars" para a trilha-sonora de "Pantera Negra" é o tipo de coisa que não tem como dar errado. - NA

10. Kanye West, “Ghost Town”




O ano de Kanye West foi caótico, mas não podemos falar o mesmo sobre sua música. Em seu disco “ye”, West discorre sobre seus sentimentos, estado de espírito e saúde mental. E é na faixa “Ghost Town”, com participações de PARTYNEXTDOOR e da novata 070 Shake, que ele melhor canaliza toda a confusão que carrega na sua cabeça –e eventuais tweets –, resultando numa canção solitária e triste, ao mesmo tempo em que também se mostra aliviada e esperançosa quanto ao futuro. - GT

09. Lady Gaga & Bradley Cooper, “Shallow”




Lady Gaga precisou fazer um filme, ser indicada às principais premiações da música e do cinema,  ser aclamada por crítica e público, fazer o Bradley Cooper cantar junto com ela e co-compor e co-produzir uma trilha-sonora inteira para que as pessoas aprendessem a nunca, jamais subestimá-la. Ficou entendido? Porque o recado tá dado. - NA

08. Cardi B, Bad Bunny & J Balvin, “I Like It”




É incrível perceber que a Cardi fala sobre "gostar de provar que as pessoas estavam erradas" "de fazer aquilo que dizem que ela não é capaz" em uma faixa em que ela faz EXATAMENTE ISSO. Quem diria que uma stripper do Bronx tomaria a indústria como um furacão e, com muito orgulho de sua bagagem e raízes latinas, conquistaria um dos maiores sucessos de crítica e público em 2018? Ela disse e ela fez. - NA 

07. The Carters, “APESHIT”




A união de Beyoncé e Jay-Z em pleno 2018 e pós-"Lemonade" e "4:44" é ainda melhor do que tudo que imaginávamos. Bônus: OLHA. ESSE. FLOW. DA. BEYONCÉ! - NA

06. Childish Gambino, “This Is America”




A música mais importante do ano e uma das mais importantes da década, "This Is America" é mais do que uma faixa: é um acontecimento. Junto de seu clipe, a canção é daquelas que vai ressoar em nossas mentes por muito tempo, e que nós vamos lembrar, em 10, 20, 30 anos, como um dos maiores momentos que presenciamos na cultura pop.  - NA

05. Drake, “Nice For What”




Se algum artista poderia trazer Lauryn Hill de volta às paradas em pleno 2018, seu nome é Drake. “Nice For What”, apesar da antipatia pelos fãs de música pop que tanto viram cantoras ficarem para trás pelo sucesso do rapper, é uma sequência de acertos, do flow do rapper, que aqui está melhor do que nunca, à introdução a chamada “bounce music”, mais tarde revisitada pelo mesmo artista na também impecável “In My Feelings”. - GT

04. Jannele Monáe, “Make Me Feel”




Janelle Monáe cantando uma co-composição de Julia Michaels com uma batida feita pelo maravilhoso Prince. Se a gente te dissesse que uma música dessas seria lançada, você provavelmente não acreditaria. Se acreditasse, ficaria um pouco duvidoso, além de curioso. Mas não é que rolou e que é uma das melhores coisas do ano, sem sombra de dúvidas? - NA

03. Mark Ronson, “Nothing Breaks Like a Heart (feat. Miley Cyrus)”




Artista de verdade, Miley Cyrus pode ter tido alguns anos confusos desde que saiu se redescobrindo com discos como “Dead Petz” e “Younger Now”, mas nesta parceria com Mark Ronson, ela retorna sóbria e, aparentemente, muito ciente quanto ao solo que está pisando. Ronson, que tem um invejável histórico de parcerias com cantoras que vão da Amy Winehouse a Lady Gaga, não fica atrás e faz de “Nothing Breaks Like a Heart” um dos maiores e mais interessantes acontecimentos da música neste ano. - GT

02. Robyn, “Honey”




Quando Robyn retornou após quase dez anos desde o seu último disco– que segue também como um dos melhores discos pop dos últimos dez anos – cantando “querido, eu tenho o que você precisa. Venha pegar o seu mel”, 2018 até pareceu começar a fazer algum sentido. - GT

01. Ariana Grande, "No Tears Left To Cry"




O maior acontecimento pop do ano. - NA

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E, sim, temos uma playlist:


Textos por Gui Tintel e Nathalia Accioly.

Os 50 melhores singles internacionais de 2018 Os 50 melhores singles internacionais de 2018 Reviewed by Nathalia Accioly on 12/27/2018 04:01:00 PM Rating: 5