Os 10 melhores filmes de 2019 (até agora)

A melhor época do ano é quando podemos fazer as listas de melhores lançamentos do período - em dezembro, a lista final, e em junho, com os melhores nomes na primeira metade do ano. Quem me conhece, sabe: eu sou viciado em listas - foram cinco diferentes para o cinema ano passado. Como já disse Sheldon Cooper, "se houver uma lista de coisas que me deixam felizes, 'listas' estaria no topo dessa lista". Parece que foi ontem que as fiz, mas felizmente cá estamos no fim do primeiro semestre, então é hora de listar os melhores filmes de 2019 (até agora).


De indicados e vencedores do Oscar a pérolas de todos os cantos do mundo, os critérios de inclusão da lista são os mesmos de todo ano: filmes com estreias em solo brasileiro em 2019 - seja cinema, Netflix e afins - ou que chegaram na internet sem data de lançamento prevista, caso contrário, seria impossível montar uma lista coerente. E, também de praxe, todos os textos são livres de spoilers para não estragar sua experiência - mas caso você já tenha visto todos os 10, meu amor por você é real. Preparado para uma maratona do que há de melhor no cinema mundial até agora?


10. Temporada (idem)

Direção de André Novais Oliveira, Brasil.
Juliana é abandonada pelo marido e largada em uma cidade diferente enquanto se adapta com o novo trabalho. Enquanto acompanhamos essa epopeia do comum, vemos pessoas normais vivendo dramas normais com suas lutas normais, e o filme soa ainda mais impressionante quando consegue extrair o extraordinário de algo que já está tão impresso na nossa realidade. Ao abrirmos nossas portas, vemos várias Julianas passarem pelas ruas, as heroínas do cotidiano que representam a batalha por uma vida melhor em meio a um Brasil em crise econômica, social e cultural. O lançamento de uma obra como essa, na recessão intelectual que o país se afoga, é a lembrança do quão necessária é a cultura para valorizar e questionar um meio. Contudo, o que "Temporada" mais almeja gritar aos quatro ventos é: o que há de melhor no nosso povo é sua garra.

9. Assunto de Família (Manbiki Kazoku/Shoplifters)

Direção de Hirokazu Kore-eda, Japão.
Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2018, "Assunto de Família" é mais um belíssimo lembrete de como Kore-eda é um dos melhores autores do cinema moderno. Em meio à pobreza, uma família sobrevive à base de furtos nos mercados da vizinhança. Quando encontram uma garotinha vítima de abusos domésticos, a família adota a menina, iniciando-a no ritual dos roubos. Pode soar uma problema, como se a criança estivesse sendo corrompida, mas, de maneira muito rica, é o contrário: a menina finalmente tem o que sempre quis, uma família que a ame incondicionalmente. Sem julgar os métodos escolhidos para manter a vida de seus personagens, o longa é de uma delicadeza rara, estudando o quão poderosa é essa instituição que não se liga apenas por laços sanguíneos.

8. Animais (Tiere)

Direção de Greg Zglinski, Suíça/Áustria.
Um casal resolve passar um tempo em um afastado chalé. O marido, em busca de inspiração para seu livro, tenta acabar com as desconfianças da esposa. O plano começa a dar errado quando eles atropelam uma ovelha na estrada, desencadeando uma série de experiências estranhas. "Animais" é um filme que se utiliza do molde clássico: será se os personagens estão ficando loucos? Com uma atmosfera onírica à la David Lynch, que esconde segredos e camadas mais profundas por trás de cada porta, embarcamos no quebra-cabeças narcótico da narrativa, que mistura múltiplos universos, bizarrices, relacionamentos em ruínas e gatos falantes. Sem falar que é visualmente espetacular.

7. Selvagem (Sauvage)

Direção de Camille Vidal-Naquet, França.
"Selvagem" já nasceu como marco dentro do cinema LGBT pelo seu olhar documental de uma condição que preferimos não encarar: a prostituição. Sua sinceridade brutal não é apenas motor de uma sessão de entretenimento (por mais drenadora que ela seja), é ferramenta de comoção social fenomenal da difícil vida de um garoto de programa. Longe de qualquer glamourização, fetichismo e julgamento moral, o filme vira um documento do quão desumanizadora é a marginalização da prostituição - aproximando o homem da selvageria - e manifesto da intragável solidão de seu protagonista, uma mercadoria à baixo preço que está sedenta por qualquer demonstração de afeto. E não estamos todos nós?

6. Cafarnaum (Capharnaüm)

Direção de Nadine Labaki, Líbano.
O vencedor moral do Oscar 2019 de "Melhor Filme Estrangeiro" e "Melhor Direção" ("Roma" não chega nem aos pés), "Cafarnaum" surgiu quando Labaki se perguntou: no nosso sistema tão falho, quem mais sofre com nossos conflitos, guerras e governos? As crianças. E a película é inteiramente transposta a partir da visão dos pequenos, em especial Zain, que está processando os pais por lhe darem a vida. "Cafarnaum" vai até o seio de um Líbano degradado e à beira do colapso, dando voz àqueles que são ignorados por completo. Carregado nas costas pelo brilhante elenco infantil, eis um daqueles filmes que são uma forma de documentação histórica e denúncia de realidades esquecidas. A cena final é uma das maiores destruições já filmadas nesse século.

5. Clímax (Climax)

Direção de Gaspar Noé, França.
"Clímax" não é uma produção recomendável, mas pelos motivos corretos: quando um grupo de dançarinos descobre que a bebida da festa foi batizada com LSD, o lado mais animalesco de cada um vem à superfície. Esse é um filme que não só demanda como suga o emocional do público, tão massacrado quanto os personagens, presos em uma bolha ácida que não escolheram e nem podem escapar. E talvez seja a impotência - tanto nossa como deles - que faz "Clímax" tão bizarro. Gaspar Noé nunca pôs os dois pés no terror, apesar de sempre flertar no gênero, e dessa vez ele não apenas entrou como filmou um show de horrores inacreditável, transformando cinema em uma experiência sensorial. Se já houve uma festa que você pode ficar feliz em não ter sido convidado, é essa aqui. Porém, há quem prefira dançar em meio ao caos.

4. Garota (Girl)

Direção de Lukas Dhont, Bélgica.
Baseado na vida de uma real bailarina trans, "Garota" foi recebido com amores e ódios pela ótica íntima da vida transsexual. A sessão é impactante não só pelo o que a fita mostra, mas pelo o que ela gera como sensações, navegando pelas ansiedades, medos e momentos mais obscuros que um LGBT passa ao se ver em uma sociedade que não está capacitada para entendê-lo. Porém, a maior lição que retiramos de "Garota" é óbvia: o local de fala é importante, mas não garante coisa alguma, principalmente se tratando de expertises artísticas. Sua bagagem não vai, necessariamente, fazer um bom filme. Felizmente, não foi o caso de "Garota", um delicado filme baseado na vivência de uma real mulher trans, não uma fantasia erotizada de uma pessoa cis.

3. A Favorita (The Favourite)

Direção de Yorgos Lanthimos, Reino Unido/EUA.
O filme de época mais espirituoso dos últimos tempos, "A Favorita" é, em primeiro lugar, um filme sobre mulheres difíceis em uma época difícil e em posições difíceis. A obra encanta na riqueza de detalhes narrativos e visuais, e quando suas protagonistas - três monstros na tela - não dão a mínima para a guerra do lado de fora de seu palácio, mais preocupadas com a batalha que acontece ali dentro - o destino da nação pouco importa quando é seu status que está em jogo. Mesmo não tendo o roteiro assinado por Lanthimos, o maior diretor em atividade, o longa é mais uma prova da genialidade do cineasta enquanto contador de histórias. "A Favorita" é uma luta real pelo favoritismo de uma insana rainha que escancara o nada discreto charme da burguesia.

2. Suspíria: A Dança do Medo (Suspiria)

Direção de Luca Guadagnino, EUA/Itália.
Remake do clássico de Dario Argento, lançado em 1977, a empreitada pós "Me Chame Pelo Seu Nome" de Guadagnino abandona o compromisso com a trama do original e cria uma película próxima, seguindo apenas a premissa: uma dançarina americana chega à uma escola de balé em Berlim que é controlada por bruxas. As atuações, os diálogos e todos os aspectos visuais de "Suspíria" são irretocáveis, todavia, o melhor é sua atmosfera. Há imagens de beleza irretocável ao lado de cenas perturbadoras, emolduradas por uma narrativa onírica que, a partir de sua técnica, tem a capacidade de transformar o mundo físico em algo etéreo e narcotizante. Dotado de pretensão para dar e vender, "Suspiria" consegue ser traduzido por um diálogo proferido aos berros: "Isso não é vaidade, é arte".

1. Fronteira (Gräns/Border)

Direção de Ali Abbasi, Suécia.
Uma estranha policial possui o dom de farejar quando pessoas estão cometendo um crime, o que vai desencadear uma corrida policial, a fim de desmantelar uma rede de tráfico sexual e infantil. Indicado ao Oscar de "Melhor Maquiagem", o sueco "Temporada" funde realismo social com bizarra fantasia, e choca como mundos tão distintos funcionam com perfeição na tela. Fábula que discute o entendimento da natureza - seja a fauna e flora que nos rodeia, seja a nossa própria natureza -, há latente misantropia em seu texto, com um discurso fatalista sobre como pendemos para o pior lado da nossa existência. Aquela mulher que sente o cheiro de culpa é porta-voz dessa obra-prima que surpreende em imagens, sons e mensagens - este é um trabalho original, autêntico e ousado do começo ao fim.

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Pode ficar triste, neste ano tem disco novo da Fresno: “Sua Alegria Foi Cancelada”

(Foto: Camila Cornelsen/Divulgação)

“Sua alegria foi cancelada”! Ou pelo menos é isso o que esperam fazer os caras da Fresno, que aproveitaram essa segunda (17) para anunciar a chegada do seu novo álbum de inéditas, com estreia marcada para o dia 5 de julho.

Três anos após o lançamento do álbum “A Sinfonia de Tudo que Há”, o novo e oitavo registro em estúdio da banda começou a ser divulgado pelo Instagram e, com uma narrativa visual, teve um trecho da sua faixa-título revelado. Olha só:


Em seus últimos shows, a banda já vinha apresentando uma canção que os fãs chamavam por “Alegria Cancelada”:



Com uma letra dessas, a bad é certa, né? Gostamos assim!

Fresno lançou seu primeiro disco em 2003 e, em meados dos anos 2000, se consagrou um dos grandes nomes da cena emo brasileira. Alguns de seus maiores hits foram “Uma Música”, “Alguém Que Te Faz Sorrir” e “Desde Quando Você Se Foi”.

Ed Sheeran revela tracklist de seu disco de colaborações e tem Camila Cabello, Cardi B e Bruno Mars

Tem álbum novo do Ed Sheeran chegando aí e vai ser cheio de colaborações. O britânico revelou nessa terça-feira (18) a tracklist do “No. 6 Collaborations Project” e tem muita parceria boa e inusitada. 

A lista completa conta com nomes interessantes, como os previamente anunciados Bruno Mars e Travis Scott, além de boas surpresas, como Camila Cabello e Cardi B em uma mesma canção, Khalid, H.E.R., Ella Mai e Skrillex.

Além dessas novidades, o disco trará também as já lançadas “I Don’t Care”, com o Justin Bieber, e "Cross Me", com o Chance The Rapper e PnB Rock.

Confira a lista de faixas completa:



Deu pra a animar, né? 

O “No 6 Collaborations Project” chega no dia 12 de julho.

Artista de verdade, Luísa Sonza ganha especial sobre seus 13 anos de carreira no Tidal

Uma boa menina faz assim! Dias depois da estreia do seu primeiro álbum, “Pandora”, a cantora brasileira Luísa Sonza ganhou um especial sobre a sua vida e carreira produzido pelo Tidal, dentro da série For The Cultura Brasil.

A gaúcha, apesar do sucesso recente, com hits como “Devagarinho”, “Boa Menina” e “Pior Que Possa Imaginar”, já tem 13 anos de carreira, visto que começou nos palcos aos sete, em pequenos eventos da cidade em que nasceu.

Na série, liberada nesta segunda (17) pela plataforma, a artista também fala das suas influências e referências, além das expectativas quanto aos passos que sucedem seu disco. Dá pra assistir aqui.


“Pandora” foi lançado na última sexta, 14, e emplacou o single “Garupa”, com Pabllo Vittar, no top 5 das principais plataformas de streaming no Brasil. No Tidal, a música chegou ao topo das faixas mais ouvidas na plataforma em todo o país.

Além da drag, o disco conta com a participação de nomes como os cantores Gaab e Vitão, além do hit “Pior Que Possa Imaginar”.

Taylor Swift reúne celebridades LGBTQs e faz as pazes com Katy Perry no clipe de “You Need To Calm Down”

Não seria um videoclipe da Taylor Swift sem um monte de participações especiais, né? Para o vídeo de “You Need To Calm Down”, lançado nessa segunda-feira (17), a cantora chamou um monte de LGBTQs famosos (e até a Katy Perry!) pra militar contra a homofobia e a rivalidade feminina.

No clipe, Taylor segue a letra da música e aparece ignorando todo o ódio desses dias modernos e curtindo bastante a vida ao lado  de um monte de gente incrível: tem RuPaul e as drags do Drag Race, os cinco fabulosos do programa “Queer Eye”, Ellen DeGeneres, Laverne Cox, Hayley Kiyoko, Todrick Hall, Ciara, Ryan Reynalds e muitos outros.

Dá uma olhada: 



E a Katy Perry aparecendo no final para ser o hambúrguer da batata-frita da Taylor? A paz foi selada! 

E é claro que, como em toda produção da Taylor, tem muitos easter eggs e referências pra pegar. Seguem algumas:

Logo no início, um quadro na parede do quarto de Taylor nos chamou atenção. Ele diz “mãe, eu sou um homem rico”. A frase em questão foi dita pelo ícone Cher em uma entrevista lá em 1996:


Reparou na Hayley Kiyoko? Ela estava atirando em um alvo com o número 5. Muita gente tá dizendo por aí que isso é uma dica e que a cantora faria uma participação especial na quinta faixa do novo disco de Taylor, o “Lover”, marcado para dia 23 de agosto. Será? 


Já Bobby, Tan, Antoni, Jonathan e Karamo, os cinco fabulosos do programa “Queer Eye”, aparecem tomando um chá com a artista. Em inglês, chá significa “tea” e é uma gíria para fofoca, novidade, muito usada na internet. 


As drags do “RuPaul’s Drag Race” tem um papel muito importante no vídeo. Elas aparecem vestidas de algumas das principais artistas do momento, para representar a parte da letra de “You Need To Calm Down” em que Taylor fala sobre as rivalidades femininas criadas na internet e como as cantoras não precisam disso, afinal, todas são rainhas.


Por fim, temos Katy e Taylor de hambúrguer e batata-frita. A ideia não foi aleatória: juntas, elas formam um “Happy Meal”, ou McLanche Feliz, como chamamos aqui no Brasil. Mais que amigas, friends! 


Taylor usou seu novo vídeo para divulgar a petição que criou para apoiar o Equality Act, uma lei dos Estados Unidos que, por enquanto, está passando pelo senado e, se aprovada, vai emendar a Lei dos Direitos Civis já existente para proibir discriminação com base em identidade de gênero e orientação sexual.


"Vamos celebrar nosso orgulho demandando que, em nível nacional, nossas leis realmente tratem todos os nossos cidadãos com igualdade". 

Com certeza, se tratando de Taylor Swift, ainda tem muitas referências que não pegamos no clipe. Achou mais alguma coisa? Conta pra gente nos comentários!

Tem muita música boa e hits em potencial na caixa de "Pandora" de Luísa Sonza

A caixa de "Pandora" foi aberta! Nessa sexta-feira (14), Luísa Sonza finalmente lançou seu disco de estreia. Em apenas 8 músicas, a artista transita entre diversas sonoridades que compõe o pop nacional e nos entrega um trabalho redondinho, pra já entrar na lista dos melhores discos brasileiros do ano. 

Reunindo produções dos melhores nomes do pop br, como Ruxell, Pablo Bispo, Gorky, Zebu e o coletivo Hitmaker, o "Pandora" dá espaço para Luísa experimentar com suas mais diversas facetas. Ela vai desde o pop mais acústico de "Eliane", balada feita em homenagem a sua mãe e que segue a sonoridade de seus primeiros covers postados no YouTube, até a poderosa e empoderadora "Apenas Eu", onde explora o máximo de seus vocais. 

No meio do caminho, Luísa se joga também no batidão que a gente gosta. "Garupa", a tão esperada parceria com a Pabllo Vittar, valeu toda a expectativa. Viciante e cheia de energia, a canção tem uma letra bem chiclete e mostra que as artistas fazem uma dupla e tanto. Com o lançamento do clipe, marcado também para essa sexta, a música tem tudo para crescer.

Entre os destaques do "Pandora", temos também as parcerias com os também estreantes Vitão e GAAB. O primeiro participa da romântica "Bomba Relógio", enquanto o segundo chega pra somar à dançante "Fazendo Assim".

Nós te desafiamos a encontrar um defeito nesse álbum. 

Podem ficar calmos, porque o novo single da Taylor Swift, "You Need To Calm Down", é bem melhor do que "ME!"

Taylor Swift tirou a semana para revelar muitas novidades sobre seu novo disco. Depois de confirmar o nome "Lover" e anunciar que o material chega no dia 23 de agosto, a cantora lançou nessa sexta-feira (14) seu mais novo single, "You Need To Calm Down"

Pra quem não curtiu "ME!", temos uma ótima notícia: tirando a produção, que também ficou à cargo de Joel Little, a nova música em nada se assemelha à parceria com Brendon Urie. "You Need To Calm Down" é um synthpop bem dançante em que Taylor manda uma indireta mais do que direta para os chamados "haters". 

De "Mean" a "Shake It Off", a temática do single não é realmente uma novidade entre as canções dela, mas "You Need To Calm Down" funciona pelo refrão chiclete que soa divertido e não infantilizado, o maior problema de "ME!".



Recentemente, Taylor Swift prometeu que algumas de suas novas músicas trariam um certo teor político, e isso é algo que podemos perceber nesse novo single, ainda que de forma tímida. Nessa faixa, ela faz uma crítica à rivalidade feminina entre artistas incitada por fãs nas redes sociais, além de mencionar o GLAAD, uma das mais importantes organizações LGBTQs do mundo.



O clipe de "You Need To Calm Down" está com lançamento marcado para segunda-feira, dia 17, e vai estrear com exclusividade no programa Good Morning America. 

Steady, are you ready? Little Mix lança “Bounce Back”, primeiro single de seu novo álbum

Faz menos de um ano que as meninas do Little Mix lançaram o “LM5”, que rendeu o hit “Woman Like Me”, mas elas já voltaram a ativa. Isso porque toda a divulgação do disco acabou ficando pelo caminho, já que, logo no dia de lançamento, as garotas anunciaram sua separação da Syco, a gravadora do Simon Cowell.

Mas agora elas estão mais do que prontas para uma nova fase, dessa vez, torcemos, com bastante divulgação por parte de sua nova gravadora, a RCA, com muito sucesso e com a atenção que elas merecem, no melhor estilo “Glory Days”. Nessa sexta-feira (14) as garotas dão o pontapé inicial em seu sexto disco com o lançamento de “Bounce Back”, primeiro single do material, e dá pra dizer que elas começaram bem.

Trazendo o sax de volta, Jade, Jesy, Perrie e Leigh-Anne investem em uma pegada mais urban e R&B para essa nova fase do grupo. Com produção do Stargate, "Bounce Back" é uma faixa bem curtinha (2 minutos e 41 segundos, para sermos exatos), perfeita para o replay, para as inúmeras playlists da era dos streamings e para o verão europeu e norte-americano que vem por aí. 

"Steady, are you ready?". Então, dá o play:



Simon Cowell, por que você está chorando?

O clipe de "Bounce Back", que promete ser uma superprodução, chega ainda nessa sexta-feira. Dá uma olhada nesse teaser que o grupo postou:


O vídeo da carreira vem!

Charli XCX anuncia novo disco com participações de Pabllo Vittar, Troye Sivan e Kim Petras

It's "Charli", baby!

Depois de prometer um grande anúncio para esse mês, Charli XCX foi ao Twitter nessa quinta-feira (13) para revelar que seu novo disco, chamado apenas de "Charli", já tem data de lançamento confirmada: 13 de setembro. 

O disco contará com um total de 15 faixas, entre elas as já conhecidas "1999" com Troye Sivan e "Blame It On Your Love" com a Lizzo. São 14 participações especiais no total distribuídas entre 9 músicas, com direito a uma colaboração com Pabllo Vittar, CupcakKe e Brooke Candy em "Shake It", repetindo a parceria de "I Got It", presente na última mixtape de Charli, a "Pop2". 

Tem também música com as irmãs do HAIM, com a Sky Ferrera (é sério, gente!) e com a Kim Petras. Olha só a capa e a tracklist completa:


Aproveitando o dia cheio de anúncios, Charli liberou também o clipe de "Blame It On Your Love":


Em sua página no Facebook, a britânica falou um pouquinho sobre o que podemos esperar desse projeto: "esse é o meu álbum mais pessoal, e é por isso que decidi chamá-lo pelo meu nome. Eu coloquei muito das minhas emoções, pensamentos, sentimentos e experiências nessas 15 músicas e eu estou muito orgulhosa delas".

A produção executiva do disco ficou nas mãos da própria Charli XCX em parceria com o A.G. Cook, produtor de PC Music que esteve por trás de muitas das últimas faixas lançadas pela cantora. Sobre sua parceria com ele, a artista revelou: "acho que esse é o melhor disco que fizemos juntos". 

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