Rainha brasileira mesmo! Tem música nova do Diplo com a Anitta vindo aí

Anitta está cada vez mais poderosa! A cantora, compositora e social media de si mesma aparecerá neste mês em “Switch”, single novo da australiana Iggy Azalea, e pouco depois já surgirá com outra colaboração, desta vez com o produtor Diplo.

O DJ, que encabeça o trio de música eletrônica Major Lazer, publicou uma imagem no seu Snapchat, na qual se diz “um superprodutor”, e o que chamou a atenção do público foi o nome do arquivo, que começa mencionando a brasileira.



Anitta, que lançou em 2015  o disco “Bang”, tem se tornado uma referência cada vez maior para o pop brasileiro na gringa, já tendo colaborado com Maluma e J. Balvin, além de, em solos tupiniquins, a dupla Simone & Simaria e Nego do Borel.



Mas o que esperar dessa parceria?
Diplo andou fazendo muito tropical house com os últimos materiais do Major Lazer, mas agora que a tendência está esgotada, o ideal é que comece a arriscar outras propostas. Neste ano, o produtor chegou a colaborar com a Pabllo Vittar, produzindo a faixa “Então Vai”, do disco de estreia da brasileira, “Vai Passar Mal”, será que podemos usá-la como um referencial?



Além de Anitta, outro nome que em breve deverá aparecer ao lado do produtor é da cantora Camila Cabello. No catálogo de composições de Diplo, ela é creditada pela inédita “Know No Better”, que também trará a participação do rapper integrante do trio Migos, Quavo.

Os ícones estão sedentos. 

Niall Horan mostra porque sua carreira solo merece atenção em "Slow Hands"

Tá certo que os debuts de ZAYN com "PILLOWTALK" e Harry Styles com "Sign Of The Times" foram aclamadíssimos, mas está mais do que na hora de darmos atenção para outro ex/atual One Direction, o Niall Horan, e se você ainda achava que a carreira solo dele não causaria muito impacto, prepare-se para mudar de ideia com seu novo single "Slow Hands"

Lançada hoje (04), a canção soa bastante sensual e diferente da baladinha "This Town", que foi o debut de Niall. "Slow Hands" parece a mistura de uma música do Arctic Monkeys do "AM" com uma pegada mais funky, nos lembrando até dos últimos trabalhos do OneRepublic, como "Love Runs Out". Soa como algo que Jason Mraz faria - só que melhor.  



Convencidos? Nós estamos! É o tipo de música que se encaixaria no repertório do 1D? Talvez, mas com certeza, se fizesse parte, seria uma daquelas que nos surpreenderiam bastante, assim como ficamos bastante surpresos agora.

O primeiro álbum solo de Niall Horan chega ainda esse ano.

É agora o comeback! Novo single da Miley Cyrus se chama "Malibu" e chega dia 11 de maio

Vai ter comeback SIM! Especulamos ontem mesmo (02) sobre a possibilidade de Miley Cyrus retornar em menos de duas semanas, já que a ex-Disney está com diversos shows marcados em festivais, incluindo um no dia 13 de maio. Agora, o retorno da cantora foi mais do que confirmado, e já temos informações concretas: "Malibu", seu novo single, chega no dia 11 desse mês!

A informação foi confirmada pela própria em entrevista exclusiva à Billboard. Já de acordo com a Variety, ela vai sim performar a canção no festival da rádio KIIS-FM, Wango Tango, no dia 13. A gente bem que disse que não faria sentido vê-la marcar tantas apresentações para nada, né? Divulgação pesadíssima!

A música foi produzida e co-escrita pelo Oren Yoel, que trabalhou com a cantora em "Adore You" e em algumas canções do "Dead Petz". "Malibu" foi descrita como um hino praiano pop rock, o que significa que tem bastante potencial para se tornar um hit do verão norte-americano, e é sobre o relacionamento de Miley e Liam Hemsworth.  

Relativamente afastada da mídia, a eterna Hannah Montana fez uma boa limpeza de imagem durante esse tempo parada e confirmou nessa entrevista à Billboard que vai mesmo voltar mais clean. A ideia é poder tocar em temas políticos sem polemizar já que, de acordo com Cyrus, ela quer conseguir ser escutada e dialogar com todas as pessoas nesses tempos difíceis em que estamos vivendo.

Aceitamos esse comeback como for, só queremos a salvação do pop!

Idris Elba é um pistoleiro foderoso no primeiro trailer de "A Torre Negra"

Nem só de suspenses vive Stephen King, viu? O escritor, conhecido por obras como "Carrie, a Estranha" e "O Iluminado", também é dono de uma série literária de oito volumes intitulada "A Torre Negra". Assim com boa parte de seus livros, a série chegará aos cinemas.

A adaptação chega aos cinemas em 4 de agosto deste ano, contando com Idris fucking Elba e o oscarizado Matthew McConaughey nos papeis principais, e ganhou hoje seu primeiríssimo trailer, e que videozão da porra, hein?



A série de livros "A Torre Negra" acompanha o pistoleiro Roland Deschain (Elba), que busca encontrar a Torre Negra. Para isto, ele se envolve com um misterioso "homem de preto" (McConaughey), que aparenta saber segredos sobre a torre. A adaptação cinematográfica deve beber de vários livros ao mesmo tempo, e a ideia inicial é fazer uma trilogia.

Meu new wave tá vivo! Paramore está mais Blondie do que nunca na inédita "Told You So"

O new wave não morreu! O Paramore voltou do hiato disposto a ressuscitar os anos 80 e, depois da incrível "Hard Times", eles nos apresentaram hoje (03) ao buzz single alá Blondie, "Told You So".

Como o Paramore não está pra brincadeira, tem clipe até pra single promocional SIM! Menos colorido do que o vídeo da primeira música lançada, mas ainda bastante oitentista, a nova produção, que conta com a participação do baterista Zac Farro na direção, é toda misteriosa e mostra os membros da banda vestindo roupas vermelhas super estilosas, andando de carro e tirando fotos, no maior estilo "suspense dos anos 80". 



Que era incrível é essa?! Manda mais que tá pouco!

"After Laughter", o quinto disco do grupo, chega no dia 12 de maio e tem tudo para ser o melhor da banda. Agora, vamos relembrar a maravilha sonora e visual que é "Hard Times"?

Iggy Azalea confirma "Switch", parceria com a rainha do pop brasileiro, Anitta, como single

Era "Switch" que vocês queriam? Então toma! Iggy Azalea está sedenta por um hit e confirmou a parceria com Anitta como seu mais novo single. Preparando o mundo para o impacto da canção e da rainha do pop brasileiro, a australiana anunciou a data de lançamento da colaboração: 19 de maio. Que comece o countdown!

Acompanhando a data, I-G-G-Y revelou a capa do single, que nos deixou um pouco decepcionados. Iggy, miga, cadê a Anitta? Esqueceu no churrasco, foi?


Pra compensar a falta da brasileira na capa da música, Azalea confirmou no Twitter que elas vão performar juntas em um programa de TV americano. Além disso, enquanto dá uma passadinha nos EUA para abençoar as performances de "Switch", Anitta também vai gravar uma participação no clipe da música. Agora o hit vem!


"Switch" sucede "Mo Bounce" e será o segundo single oficial do "Digital Distortion", novo álbum da Iggy Azalea que chega ainda esse ano.

Se você não achar "Guardiões da Galáxia Vol. 2" incrível, você viu errado; veja de novo!

James Gunn inventou o space opera com "Guardiões da Galáxia" em 2014, isto todo mundo sabe, né? O cara trouxe um filmão foderoso de maravilhoso que se passava todo no espaço e conseguiu fazer com que um grupo desconhecido de personagens dos quadrinhos se tornassem top da bala, gatos do rolê. Entretanto, você sabia que o diretor conseguiu se superar na sequência, o "Volume 2", reinventando o gênero?

"Guardiões da Galáxia Vol. 2" chegou aos cinemas na última semana e reúne novamente Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Gamora (Zoë Saldaña), Rocket Raccoon (Bradley Cooper), Groot (Vin Diesel) e Drax (Dave Baudista) em uma nova aventura que celebra a família de uma forma incrível — você quer, "Velozes 8"? 

Não vamos mentir, o roteiro é bem ordinário, mas tenta ao máximo não soar repetitivo para dentro do gênero e seu universo inserido. Mais uma vez James Gunn consegue trazer um filme quase desprendido do Universo Cinematográfico Marvel, algo muito bem-vindo visto que, seremos sinceros, é um saco ter sempre estas ligações entre uma produção e outra. Claro, isto acontece de maneira absurda em uma das 452 cenas pós-créditos, mas não temos aquela necessidade gritante de interligar tudo durante o play. É um longa para curtir e se divertir sem a preocupação de ter visto o filme anterior do UCM.

Gamora e sua turma são talvez um dos maiores atrativos da produção. Já no primeiro filme tínhamos uma química maravilhosa entre os personagens. Agora nesta sequência vamos além. Por já estarmos envolvidos com os personagens por conta do primeiro filme, se torna fácil se envolver ainda mais neste. Além da empatia, a trama de cada um deles (ou entre eles) nos faz com que nos aproximemos mais dos mesmos, tornando também seu desenvolvimento ainda mais profundo. 

Um ponto interessante a ser relevado, é como cada personagem é tão único em meio a tantos, com suas personalidades tão fortes. O destaque fica para a estranhamente simpática Mantis, interpretada por Pom Klementieff, um adicional que hoje não conseguimos ver sem. Parecida até certo ponto com o personagem de Dave Bautista, ela ganha todos com sua inocência e fofurinha — calma, Groot, ainda te amamos.

O humor novamente é certeiro. Como esperado, a produção usa e abusa do nenis Groot. O personagem surge como alívio cômico em momentos inesperados, inclusive na sequência de abertura, que é praticamente toda dedicada ao personagem. Drax também não fica para trás; por falar sem ao menos pensar no que está dizendo ele se torna o motivo de várias gargalhadas. Também não podemos esquecer de Mantis que rouba a cena inúmeras vezes.

Indo pelos aspectos técnicos, "Guardiões 2" ganha muitos pontos. Se em "Doutor Estranho" ficamos encantados com as inúmeras cores jogadas em tela, aqui não é diferente, visto que o filme também é super colorido, mesmo se apoiando boa parte da trama em tons amarelados. Apoiado em efeitos visuais foderosos, a fotografia nos proporciona sequências belíssimas. Por fim, a trilha sonora é outro acerto; deixamos as canções agitadas lá no primeiro filme, e ganhamos músicas que contribuem para o dosado tom dramático da produção. 

Com roteiro bem amarrado, um grupo de personagens com uma química e simpatia excelentes, um humor pontual e aspectos técnicos dignos de serem reconhecidos pela Academia, "Guardiões da Galáxia Vol. 2" se torna a melhor produção da Marvel até o momento, e se você não o achar incrível, você viu errado; veja de novo. Brincadeira, mores.

O comeback de Miley Cyrus pode estar mais próximo do que imaginávamos

Parece que 2017 é mesmo o ano dos comebacks. O próximo grande retorno que podemos esperar para as próximas semanas, de acordo com rumores e apresentações confirmadas, é o de Miley Cyrus. Can we get an amem?

Mesmo sem anunciar nada de concreto sobre um novo single, Miley tem algumas performances em festivais marcadas. Isso mesmo, performances, no plural. E ninguém marca várias apresentações pra cantar música antiga/cover, né? A primeira delas será no Wango Tango, organizado pela rádio americana KIIS-FM, no dia 13 de maio. Ou seja, podemos esperar por um single em duas semanas. DUAS. SEMANAS.



Além de apresentações marcadas, algumas imagens diferentes da cantora e com bastante cara de photoshoot de divulgação começaram a circular pela internet. A imagem abaixo apareceu essa semana e tem cara de fazer parte de uma capa de single. 


Já outra postada por seu pai Billy Ray Cyrus no Instagram mostra a ex-Disney usando um vestido branco. A foto gerou muitos boatos sobre a possibilidade de Miley e seu namorado, Liam Hemsworth, terem se casado em segredo, mas tudo foi desmentido. Se não era pra um casamento, quem sabe não seria essa uma imagem de um novo photoshoot?

Uma publicação compartilhada por Billy Ray Cyrus (@billyraycyrus) em


Sumida da mídia e aparecendo apenas no The Voice USA, Cyrus tem, pouco a pouco, limpado sua imagem e se distanciado de polêmicas, e essas fotos mostram um visual bem diferente, mais clean, que combinaria com essa possível nova era da eterna Hannah Montana.  

Trabalhando com Mike Will Made-It, Moby e Wayne Coyne, tudo indica mesmo que logo, logo teremos música nova da cantora. Com o pop cada vez mais necessitado de salvadoras, talvez seja mesmo desse comeback que a gente precisa. Pode vir, Miley, nosso corpo está pronto!

Harry Styles revelou a inédita "Sweet Creature" e nós, obviamente, amamos

Ansiosos para escutarem o primeiro hinário de Harry Styles? Dentro de dez dias o disco de estreia do cantor estará entre nós e, pra aumentar nossas expectativas (não que realmente precisasse), o ex/atual One Direction liberou hoje (02) a fofa "Sweet Creature" como buzz single.

Diferente do lead single "Sign Of The Times", que bebe na fonte do rock britânico dos anos 70, e da segunda canção apresentada no Saturday Night Live, "Ever Since New York", que pega inspiração nos trabalhos antigos do Coldplay, "Sweet Creature" é acústica e toda folk, e nos remeteu de cara... ao 1D. Isso porque a música tem um estilo bastante parecido com o de faixas da boyband como "Happily" e "Something Great", que contam com Styles na composição, e "Through The Dark".

Só por essa definição já deu pra ver que "Sweet Creature" é um amor, né? Então aperte o play e aqueça seu coração nesse friozinho de outono <3



HINO ATRÁS DE HINO, SIM! "Harry Styles", o álbum, chega no dia 12 de maio.

As divas pop estão passando por uma crise e ela parece longe de acabar

Quando Rihanna começou a promover o disco “ANTI”, foram longas as tentativas de acertar o direcionamento do álbum, que contou com dois “primeiros” singles até que a barbadiana se unisse ao Drake na inevitavelmente bem sucedida “Work”.

A má recepção das canções anteriores, ainda que não fossem tão comerciais, era de se impressionar, principalmente por conta desse trabalho quebrar o jejum da cantora desde o álbum “Unapologetic”, que alcançou o topo das paradas nos Estados Unidos e Reino Unido, rendendo ainda singles como “Diamonds” e “Stay”.


O que acontecia com Rihanna, entretanto, não era novidade entre as divas do pop. Gaga, que em 2013 lançou o disco “ARTPOP”, amargou números bem menores do que o esperado com o single “Applause” e as coisas só pioraram nos seus passos seguintes, graças ao histórico de acusações por estupro e pedofilia do seu parceiro no outro single, “Do What U Want”, e confusa estratégia de divulgação de “G.U.Y”, que encerrou os trabalhos do CD.

Passada uma grande temporada de mudança de imagem, que incluiu o projeto de jazz com o músico Tony Bennett e parcerias com artistas como Diane Warren e Nile Rodgers, a cantora retornou no último ano com o álbum “Joanne” e capengou rumo ao seu primeiro grande hit em anos, mas não se tratava de nenhuma faixa explosivamente pop como foi “Just Dance”, “Poker Face”, “Bad Romance” ou “Born This Way” e, sim, a baladinha country “Million Reasons”.


No topo outra vez, meses após nos lembrar porque é considerada uma das maiores artistas da sua geração no palco do Super Bowl, Gaga se entregou ao pop que seus fãs tanto ansiavam com o videoclipe de “John Wayne”, do mesmo disco, e nos primeiros sinais de que a faixa repetiria a má recepção dos trabalhos anteriores, a gravadora sinalizou: a música não era um single. O bonde seguiria com “Million Reasons”.

Quando finalmente decidiu se desvencilhar da tal canção lenta, Gaga se desvencilhou também de toda a fase “Joanne”, dando espaço para a proposta dançante, comercial e óbvia para as playlists atuais do Spotify: “The Cure”. O que tinha tudo para ser a cura do que seus fãs tanto pediam, entretanto, revelou o que boa parte do público ainda não havia percebido: as divas do pop estão em crise.


Já faz algum tempo que a música pop vem se tornando menos interessante, ao menos quando falamos dela no seu sentido literal, das músicas que estão no topo das paradas. As divas do pop, espalhafatosas, ousadas, dispostas a levantarem bandeiras em prol de minorias e virarem premiações de cabeça para baixo deram espaço para o pop higienizado e heteronormativo de Taylor Swift, para as baladas (lindas, diga-se de passagem) que até as suas tias escutam da Adele e, não podemos esquecer, para esse monte de caras que quase parecem os mesmos de tão pouco que acrescentam ao cenário e semelhança das músicas monotemáticas que cantam (coloca na conta do Ed Sheeran, Shawn Mendes, Charlie Puth, etc).

Falar em “higienização e heteronormatividade”, por sua vez, é um bom ponto de partida pra todo esse entendimento. Isso porque pop é cultura, cultura carrega valores e ideologias, e o que vivemos neste momento é uma fase em que Meghan Trainor e The Chainsmokers ganham Grammys por trabalhos medíocres e esquecíveis, porque grandes gravadoras, empresas e plataformas os abraçam e investem neles enquanto astros inofensivos, que não desafiam o status quo.


Neste sentido, não devemos nos surpreender ao ver que, no ano seguinte ao que Beyoncé foi uma das artistas que mais vendeu com seu novo disco, um material audiovisual que discutiu o empoderamento feminino e negro, as paradas americanas passaram pela primeira semana sem uma mulher entre as dez maiores canções desde os últimos 33 anos – revertendo isso pela aparição de Alessia Cara em “Stay”, que na verdade pertence ao repertório do DJ Zedd.


Outra diva pop que parece estar acertando as contas com a mesma crise é Katy Perry. Seu quarto disco, sem previsão de lançamento, deu para a californiana o seu primeiro single carro-chefe que não alcançou o topo das paradas, “Chained To The Rhythm”, e parece estar prestes a lidar com a mesma dificuldade quanto aos números de sua segunda faixa, a parceria com o trio de hip-hop Migos em “Bon Appétit”.

No novo lançamento, a cantora ainda buscou se enturmar com os rappers, que tem levado a melhor nas paradas atuais, graças ao forte desempenho do gênero nas plataformas de streaming, mas calhou de bater de frente com a estreia de “I’m The One”, outra faixa toda cantada por homens, e, até então, amargar alguns dos seus menores números desde que emplacou seus primeiros sucessos. Com o disco sem previsão de estreia, não será uma surpresa se ela trabalhar em outras mudanças de imagem, posicionamento e sonoridade, sequer aparecendo com essas faixas no material final.


A indústria sempre funcionou de forma cíclica e, na era dos streamings, dos Chainsmokers e Ed Sheeran, o que temos é uma música pop indisposta para as divas. O que mudaria isso seria a chegada de outra artista tão disposta e preparada para “girar a roda” como fez Lady Gaga entre 2008 e 2010, quando resgatou a iconicidade e importância do trabalho visual, de uma forma que só havíamos visto ser tão bem feita nas mãos de Michael Jackson e Madonna. Mas isso se torna cada vez mais distante com a urgência do pop atual e pressa das gravadoras, que até lidam com artistas talentosas (Zara Larsson, Anne-Marie, Dua Lipa e contando), mas se perdem ao tentar torná-las estrelas instantâneas, fadando-as a mesma safra do pop presa aos ritmos comuns.

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