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Pense na mistura perfeita entre algo mais folk, como o que a Taylor Swift fez em "Safe & Sound", com synthpop e um pouquinho de Lorde. Esse é o som da Maggie Rogers. A americana de apenas 22 anos já é dona de uma sonoridade própria que pode até parecer confusa, mas a primeira ouvida conquista e justifica por si só o porquê de ela ser um dos principais nomes para ficarmos de olho em 2017.

Maggie entrou na música aos nove anos e, extremamente influenciada pelo folk, aprendeu a tocar harpa e banjo, e adicionou mais pra frente o piano e o vilão na sua lista de instrumentos. Mas o que mudou sua vida mesmo foi uma viagem à Europa onde, na França, teve uma experiência com a música dance que para ela foi "espiritual". À partir daí, a cantora soube que precisava unir esses dois estilos em suas canções e que isso poderia funcionar muito bem. 

Ela então voltou aos Estados Unidos e passou a estudar música na NYU, faculdade de Nova York, tendo aulas de composição e produção. Foi em um dia comum, enquanto ainda estava na universidade, que o cantor Pharrell Williams resolveu dar uma passadinha por lá, ouvir as canções dos alunos e dar algumas dicas para eles. Ao escutar "Alaska", da Maggie, ele não só não teve nenhum conselho para dar como também chorou com a beleza da faixa. Tá bom ou quer mais? 


Depois disso não teve como: Rogers fechou contrato com uma gravadora e já lançou "Alaska" oficialmente, com direito a clipe e tudo. A canção não é necessariamente emotiva, mas muito bonita e bem construída e, por isso, a gente não julga nem um pouquinho o Pharrell por ter chorado.  


Depois de "Alaska", a Maggie liberou "Dog Years", que é a nossa favorita. Fofa e delicada, essa música é a que melhor mostra o estilo da americana como compositora e, em termos de sonoridade, é daquele tipo que vai crescendo aos poucos com o bom uso de sintetizadores e da voz dela, que alterna entre tons mais altos e alguns sussurros. No final, o resultado é uma faixa que aquece instantaneamente o nosso coração.


Já a mais nova música de trabalho da nossa aposta é "On + Off". Se "Alaska" e "Dog Years" funcionam muito bem pelo equilíbrio entre o dance e o folk, nessa nova música, Maggie se joga de vez no synthpop e arrisca um pouco, sem medo de ser feliz. "On + Off" poderia facilmente ser uma nova música da Lorde caso ela quisesse apostar em algo mais dançante e descompromissado.



O primeiro EP da garota, chamado de "Now That The Light Is Fading", saiu em fevereiro e contou com essas três canções já conhecidas, além das inéditas "Color Song" e "Better". A primeira mostra bastante da visão de Maggie sobre o mundo e como ela percebe tudo a sua volta. Já a segunda, responsável por fechar o EP, é talvez a mais experimental do trabalho. Mais lenta e cheia de sintetizadores, "Better" parece uma música que o Years & Years faria se quisesse apostar em algo mais intimista.

Depois desse EP maravilhoso, estamos no aguardo de seu álbum de estreia que, quem sabe, sairá ainda esse ano, e não vemos a hora de ver a menina ganhando espaço pelo menos na cena alternativa porque, como vimos, não há ninguém que faça o que ela faz. E a gente agradece muito por ter alguém por aí fazendo esse som especial <3


A Hey Violet é uma daquelas bandas que, mesmo estando no comecinho, já merece sua atenção. Com uma sonoridade que passeia entre o pop e o rock alternativo e que, atualmente, nos lembra bastante o No Doubt em sua melhor fase, o grupo passou por um longo processo de adaptação e procura de identidade, ganhando e perdendo membros, mudando de gravadora e de direcionamento, até se tornar o que conhecemos hoje e uma das nossas maiores apostas para 2017. 

A Cherri Bomb, antigo nome da Hey Violet, foi criada lá em 2008 quando as integrantes ainda estavam no colégio. Naquela época, a banda era composta apenas por garotas, sendo elas Julia Pierce, Rena Lovelis, Nia Lovelis e Miranda Miller, primeira cantora e guitarrista, cantora e baixista, baterista e tecladista, respectivamente. O nome do grupo era uma clara referência ao sucesso "Cherry Bomb", da também formada apenas por mulheres, The Runaways.

Ainda com esse nome e em sua formação original, a Hey Violet lançou o EP "Stark" em 2011 e logo depois o "This Is The End Of Control", em 2012, todos pela Hollywood Records. Nesses materiais, as meninas faziam algo bem mais voltado para o rock e, de certa forma, bem mais adolescente, parecido com o que víamos o Paramore fazer no início da sua carreira, e que em nada lembra a sonoridade do grupo hoje em dia.  



Por diferenças criativas, a guitarrista e cantora do grupo, Julia Pierce, deixou a Cherri Bomb, levando a entrada do primeiro homem na banda, o guitarrista Casey Moreta, e a transformação de Rena Lovelis em cantora principal. A nova formação acarretou em mais mudanças: em março de 2015, a Cherri Bomb passou a se chamar Hey Violet e deixou a Hollywood Records para assinar com a Hi or Hey Records, divisão da Capitol Records em parceria com o grupo 5 Seconds Of Summer. E foi justamente através do 5SOS que a Hey Violet começou a se encontrar e achar seu público, ao fazer a abertura da turnê dos garotos e lançar o "I Can Feel It", primeiro EP com o novo nome da banda, que já trouxe uma sonoridade em transição, com o grupo começando a misturar pop com rock.


Mas foi só em agosto de 2016 que a banda lançou o EP "Brand New Moves", trabalho que finalmente trouxe a Hey Violet como conhecemos e amamos hoje. Com uma sonoridade que agora mistura bastante os elementos de pop com rock alternativo, a Hey Violet conquistou nossos corações ao mesmo tempo em que parece ter se encontrado como banda, tanto de forma visual quanto sonora, nos trazendo coisas ótimas e divertidas como o single/clipe de "Brand New Moves", mesmo nome do EP.



Recentemente, o grupo adicionou mais um membro, o baixista Iain Shipp, deixando Rena apenas como cantora principal. E, já nessa nova formação (ufa, quantas formações!), a banda lançou a divertida "Guys My Age", que é a definitivamente a melhor coisa que eles já fizeram e que pode ser o lead-single de seu segundo álbum, ou, como preferimos pensar, primeiro disco, afinal, a Hey Violet mudou e amadureceu muito ao longo dos anos e, ainda bem, já não é a mesma banda de antes, né? 

"Guys My Age" ganhou um clipe bem legal, que trabalha com a palheta de cores rosadas que é a moda da vez nos vídeos atuais e que mostra mais uma vez o ótimo direcionamento visual e musical do grupo.


Apesar de hoje em dia a Hey Violet contar com dois caras entre seus membros, ela não perdeu seu girl power, trazendo letras que tratam de assuntos cotidianos, como relacionamentos e, principalmente, sexo, sob a ótica das mulheres do grupo, o que acaba soando empoderador e sendo algo bastante importante quando pensamos que a maioria das músicas de bandas, principalmente nesse nicho de rock alternativo, são feitas na visão de homens.

Se você gostou das canções mais recentes do Hey Violet, vale a pena escutar o último EP deles, o "Brand New Moves". O registro é bem pequeno - contando com a faixa-título, tem apenas três músicas! - mas muito legal e animador. Considerando que depois desse EP eles lançaram "Guys My Age", que é melhor ainda, a gente sabe que só pode esperar coisas cada vez mais interessantes e, claro, divertidas vindas da banda.

Uma fusão bem definida de electro, R&B, hip hop e pop: assim se autocaracteriza a britânica Anne-Marie, uma das nossas apostas de agora pra vida toda. Pra você que nunca ouviu falar dela, em um breve momento wikipedia, apura-se que a moça é londrina, tem lá seus 24 anos, é possuidora de belos olhos azuis e tem um rosto tão angelical que nos faz chamá-la de "Katy Perry loira". Mas num é que parece mesmo, gente?!

A cantora deu seus primeiros passos logo aos 12, quando participou do musical "Whistle Down the Wind", ao lado de ninguém menos que Jessie J. Depois disso, continuou a breve carreira fazendo pequenas apresentações pela Inglaterra afora, quando, enfim, foi descoberta pelo grupo eletrônico Rudimental, oportunidade que mudaria radicalmente a vida de Anne.

Junto com o Rudimental, a moça se tornou uma das vozes mais conhecidas do grupo ao ser a lead vocal da banda em shows pelo mundo e, em troca disso, recebeu todo o reconhecimento dos caras que, no último álbum, reservaram quatro maravilhosas músicas para que Anne desse todo seu talento a elas. Uma das que mais chamam a atenção é "Romour Mill", em parceria com Will Heard:


Mas Anne-Marie pretendia muito mais que ser a musa das batidas eletrônicas. Incorporando o ritmo ao pop e ao hip-hop, a garota começou a dar os primeiros passos de sua emancipação musical há pouco mais de um ano atrás, quando fechou contrato com a Major Toms, pequena gravadora pertencente ao grupo Warner Music.

O primeiro grande projeto a sair do forno foi o EP "Karate", composto por três músicas e um remix. O título da gravação e do primeiro single fazem alusão a um tema bem pessoal de Anne-Marie: antes de se tornar uma das grandes apostas da música, ela foi campeã internacional de karatê. Tá pouco ou quer mais?


No começo deste ano, Anne-Marie emplacou aquele que seria seu primeiro "sucessinho" nas pistas das melhores baladas: a gostosíssima "Do It Right". Em meio a sintetizadores, estalos de dedos e sussurros, a voz da artista se sobressai, mostrando o porquê acreditamos tanto no estrondoso impacto que a moça tá pra fazer nos próximos tempos. E não entendemos que seja nosso exagero:


Recentemente, ou pra ser mais preciso, ontem, Anne mostrou ao mundo o seu mais novo hino postulante a hit: "Alarm". A música é mais um pedacinho do que podemos aguardar do álbum debut da cantora, previsto pra sair ainda no segundo semestre de 2016. Em "Alarm", Marie reafirma sua facilidade em misturar vários elementos de ritmos distintos, sem que isso se torne uma confusão musical. Inclusive, estamos amando e esperamos que esse make love contagie também vocês.


Você já ouviu falar deste nome, não? É claro! A Kiiara fazia parte da nossa lista dos 16 novos artistas para ficarmos de olho em 2016. E não é que, chegando ao fim do mês de março, a gata fez mesmo acontecer?

O hit “Gold”, além de um beat que faz com que você se mexa ao som da música sem sequer perceber, agora tem um clipe cheio de marra e gente bonita em uma daquelas festas de porão que qualquer pessoa ia querer ser convidada!



A cantora de 20 anos talvez tenha que deixar seu trabalho de atendente de uma loja de ferragens em sua terra natal, Illinois, para cuidar da sua carreira. O clipe de Gold teve sua première lançada pela Fader – isso é que é começar com o pé direito, hein? Em tempo, o seu tão esperado EP “Low-kii Savage” será lançado hoje! Continuaremos de olho, sim ou claro?


E se jogássemos indie-rock, blues, folk e um pouquinho de pop num liquidificador, o que teríamos? Bom, a resposta é ZZ Ward, ou Zsuzsanna Eva Ward, como preferir. ZZ é uma cantora norte-americana que está no cenário musical, oficialmente, desde 2012, mas só agora começou a fazer barulho, mesmo que pouco. Mas é para isso que o "It Pop apresenta" existe, trazer justiça aos injustiçados; então senta que lá vem história.

Em 2012, ZZ Ward lançou seu álbum de estreia, “Til The Casket Drops”, com assinatura da Hollywood Records. O álbum tinha uma cantora com um sotaque bem carregado (sabe-se lá da onde, já que ela é americana) e uma sonoridade que não tínhamos visto antes. Ward consegue fazer sua música ser única de todas formas imagináveis. O carro-chefe do disco, “Put The Gun Down”, chamou atenção de poucas pessoas (com 3 anos de existência, só tem 5 milhões de visualizações no YouTube), mas já mostrava que a cantora não veio para brincar.



Mesmo assim, ela não desistiu e continuou a promover seu álbum, lançando a faixa “Criminal”, que conta com participação do rapper Freddie Gibbs, como segundo single. Em seguida, tivemos “365 Days” e, para fechar com chave de ouro essa era, tivemos “Last Love Song” como último single do disco. Essa última mostra um lado mais introspectivo da cantora, que continuou sem desapontar. Vale comentar que foi uma pena (talvez até um erro) o projeto ter tido só quatro singles, já que contava com ótimas produções, mas não somos nós quem fazemos as regras. Confira “Last Love Song” e o álbum completo abaixo:



"Til The Casket Drops"
Destaques: “If I Could Be Her”, “Til The Casket Drops”, “Lil Darlin” e “Cryin Wolf”.


Já no ano passado, nós tivemos alguns anúncios empolgantes vindos da cantora. O primeiro foi de que teríamos um novo álbum em março de 2016, chamado “This Means War”, e o segundo foi de que um EP seria lançado para dar uma amostra do que estava por vir. E aí que o EP chegou, e a melhor forma de descrevermos ele é usando um quote de um grande filósofo moderno: “A fase ‘1989’ chega para todas”. Sim, nele a gente tinha um lado um pouco diferente da cantora, onde ela tenta aproximar o estilo criado com seu álbum de estreia a um pop mais radiofônico. A mistura, que deu muito certo, diga-se de passagem, mostra que Ward se dá bem em vários estilos diferentes.

O EP, chamado “Love and War”, tinha quatro faixas, “LOVE 3X”, escolhida como primeiro single, “Lonely”, “Rescue”, e “Marry Well”. Vamos tentar explicar um pouco o que acontece em cada música: em “LOVE 3X”, temos uma ZZ Ward com uma produção mais chiclete e letra mais “básica”, mas sem perder a qualidade, acreditem. E aí nós temos um contraste criado por “Lonely” e “Rescue”, que tem uma vertente mais puxada para o indie-pop, onde ela experimenta bastante. Já “Marry Well”, apesar de ainda soar radiofônica, nos remete aos trabalhos de seu primeiro álbum.




O segundo disco da cantora, “This Means War”, vai ser lançado no dia 4 de março desse ano e nós estamos bem ansiosos e, com todas nossas forças, acreditamos que esse vai ser um bom ano para ela.

Mas, se mesmo depois de ler tudo isso, você ainda duvidar do potencial dessa rainha, você pode conferir aí embaixo uma performance ao vivo de “If I Could Be Her”, presente em seu primeiro disco. Ah, e nessa apresentação, você já vai conhecer uma das marcas registradas de ZZ Ward quando ela está cantando ao vivo: sua gaita.



E, para fechar o primeiro “It Pop apresenta” de 2016, convidamos uma especialista no ramo da música, que inclusive já fez alguns shows na Alemanha, para dar sua opinião sobre a artista apresentada.


Obrigado, Inês.

A gente já falou do Uniq lá atrás, quando o grupo ainda não sabia ao certo em qual mercado apostar (chinês ou coreano) com a baladinha "Falling In Love". Na época, foi uma grande confusão tentar entender de qual empresa os meninos vieram, então bora ignorar aquele post e vamos fazer de conta que é a primeira vez que falamos sobre o Uniq por aqui, tá? Tá.

O Uniq é um grupo formado pela YueHua Entertainment, composto por 5 integrantes, sendo 3 chineses e 2 coreanos. São eles: Wenhan, Yixuan, Yibo — os chineses —, Sungjoo e o queridíssimo no Brasil, Luizinho (Seungyoun) — os coreanos. A proposta do grupo é similar a do EXO antes do Kris sair e levar mais 2 chineses com ele, só que, diferente dos intérpretes de "Sing For U", ela deu certo.

O grupo é popular na China, e por lá, a divulgação rola solta. Quase todo mês tem algum membro em algum programa de variedades por lá, mas a ideia nem foi essa no começo, para falar a verdade. Antes, aparentemente, o foco era a Coreia do Sul, e a China acabaria se tornando um bônus — bem jeito EXO de ser —, mas como a resposta do mercado chinês foi melhor, a terra das mulans acabou tornando-se o principal, mas calma lá. Vamos por partes.

Após os teasers individuais e o teaser do clipe, Uniq finalmente colocou a cara no sol sul-coreano no dia 19 de outubro de 2014 com o hit que não foi, "Falling In Love", apostando no uso ousado do dubsetp em meio a uma baladinha. Vale ressaltar que a canção foi lançada em três idiomas: mandarim, coreano e inglês.


Depois de "Falling In Love", o grupo lança sua primeira trilha sonora. Cantada toda em inglês, "Born To Fight" foi destinada a "Tartarugas Ninja", sendo o único produto bom que tivemos vindo daquela bomba, né? E meses depois, o grupo traz sua segunda trilha, a despretensiosa "Celebrate" (também totalmente em inglês) para "Os Pinguins de Madagascar". Uma de nossas preferidas do grupo.


Single. Single. Single. Em algum momento os meninos deveriam lançar o seu primeiro EP, e ele chegou com a dançante e pra lá de sensual, "EOEO", faixa-titulo e carro-chefe do trabalho. Com 5 faixas, sendo 3 inéditas, o EP ainda rendeu o melhor single da carreira dos meninos, "Luv Again".



Ainda na segunda metade de 2015, os meninos lançaram sua terceira trilha, desta fez para "Bob Esponja: Um Herói Fora D'Àgua" (sim). Pra falar que os meninos não vivem de trilhas, eles ainda lançaram a ótima "Best Friend", em comemoração a um ano de debut e como um presente para os fãs, além do clipe de "Happy New Year", que contou com as gurias do Cosmic Girls — futuro grupo da mesma empresa do Sistar em parceria com a YueHua Entertainment. 

Se alguém não se interessou pelo grupo, muito desculpa, mas pra quem já tá com "Celebrate" no replay, fique sabendo que o grupo vem ao Brasil em junho, para tudo que vocês possam imaginar: fansign, showcase e até sessão de fotos, viu?

Tudo isso acontecerá lá no Tropical Butantã, em São Paulo, no dia 25 de junho. Se você é menor de idade, fica tranquilo porque será permitida a entrada de menores a partir de 14 anos (até 13 anos apenas com os pais). Para saber mais, é só clicar aqui ou aqui. Já vai decorando a coreografia de "EOEO" pra gente ficar se esfregando no chão durante a apresentação.


Aconteceu no último domingo (22) mais uma edição do American Music Awards, também conhecido pela sigla AMA, e entre suas atrações, a premiação contou com vários artistas da atualidade, da sem graça Meghan Trainor aos interessantes como Ariana Grande, Selena Gomez e Justin Bieber, mas um dos nomes que nos chamou a atenção desde o anúncio de sua apresentação foi de Alanis Morissette.

Já que não lança um álbum de inéditas desde 2012, quando estreou “Havoc and Bright Lights”, a presença da cantora nos fez questionar o que ela apresentaria no palco do evento e as coisas só ficaram ainda mais estranhas quando revelaram que a performance seria para o hit dos anos 90 “You Oughta Know” AND em parceria com a Demi Lovato, mas aos poucos tudo começou a fazer sentido.

Acontece que, há algumas semanas, Alanis Morissette vem se apresentando na TV e com versões bastante inusitadas para seus sucessos. “Ironic”, presente no seu álbum de estreia mundial, “Jagged Little Pill”, por exemplo, já foi apresentada numa versão reformulada para as ironias da vida moderna e, um pouco depois, ganhou também uma performance com ela, Meghan Trainor e Jimmy Fallon vestido de pintinhos e, literalmente, piando a canção. Os resultados são hilários:



Essas parcerias e aparições, entretanto, tem uma razão bastante especial: o álbum “Jagged Little Pill” que, além de “Ironic”, também foi o responsável por “You Oughta Know”, “Hand In My Pocket”, “You Learn”, “Hand Over Feet” e “All I Really Want”, completou em julho desse ano vinte anos desde seu lançamento e, aproveitando o aniversário, Morissette irá relançá-lo, de forma que, antes de levá-lo às lojas novamente, é ideal que ela volte a promovê-lo.

Só que o caminho a percorrer para fazer desse relançamento algo realmente interessante é árduo. Afinal, não basta se vestir de pintinho com a cantora sem sal do momento ou cantar ao lado de um dos nomes mais promissores do pop atual, uma vez, querendo ou não, todas essas não passam de tentativas dela se apresentar para um público que não faz ideia da sua relevância e importância de outrora. Um público que muito provavelmente dirá preferir Demi Lovato à ela, assim como preferirá esperar por uma versão da ex-Disney para “You Oughta Know” do que escutar a versão original da música, há muito tempo presente na internet, mas nós não os culpamos. Não totalmente.



O grande problema é que Alanis, sim, foi uma grande artista e realmente relevante para a indústria, mas isso não é algo que as pessoas busquem procurar atualmente. 

Só pra você ter uma ideia. Se lembra de quando a Lorde explodiu com “Royals” e ganhou a atenção do Grammy, levando nada menos que dois dos quatro prêmios pelos quais foi indicada, incluindo o tão almejado gramofone de “Música do Ano”? Pois bem, a história foi bem semelhante com Alanis.



No Grammy Awards de 1996, a canadense foi indicada seis fodendo vezes ao Grammy, incluindo as categorias Artista Revelação, Álbum do Ano (“Jagged Little Pill”) e Música do Ano (“You Oughta Know”), e dessas indicações, levou pra casa invejáveis quatro gramofones na sua primeira aparição dentro do evento: Álbum do Ano, Melhor Álbum de Rock (“Jagged Little Pill”), Melhor Performance Vocal de Rock AND Melhor Música de Rock (“You Oughta Know”). 

Antes de Taylor Swift ganhar o Grammy de Álbum do Ano pelo álbum “Fearless”, inclusive, Alanis possuía o título de Cantora Mais Jovem com um Grammy nesta categoria, visto que o venceu quando tinha apenas 21 anos.



No Grammy do ano seguinte, Morissette ainda foi lembrada por seu maior hit até então, “Ironic”, e nomeada nas categorias Música do Ano e Melhor Videoclipe Curto, dessa vez fazendo a Katy Perry e não levando nenhum.

Falando na Katy, a californiana contou em seu filme autobiográfico, “Part of Me”, que Alanis Morissette foi uma das suas maiores influências no início da carreira. O que pode ser perceptível em seu disco de estreia, que é também o melhor de sua carreira e mais levado para o rock do que o pop que a consagrou como uma das maiores cantoras da atualidade, “One of The Boys”.



E fora ter sido uma das principais influências para a cantora de “I Kissed A Girl”, Alanis também pode incluir na sua lista de Feitos Para a Música Moderna um empurrãozinho na nova fase do Justin Bieber, com o álbum “Purpose”, uma vez que a canadense ajudou seu conterrâneo na divulgação do single “What Do You Mean”, com uma imagem promovendo a canção pelo Instagram. Mesmo sabendo que as Beliebers não devem saber nem quantas vezes usamos as letras “s” e “t” em seu sobrenome.

Um vídeo publicado por Justin Bieber (@justinbieber) em
Mas se, até aqui, você já escutou música por música das deixadas no post e não se lembrou de nada, não precisa se desesperar, todo mundo conhece pelo menos uma canção da Alanis, mesmo sem saber que ela já cantou em algum momento de sua existência na Terra. 

Um ótimo exemplo disso é o cover dela para “Crazy”, do cantor Seal, que foi o carro-chefe e único hit da coletânea “Alanis Morissette: The Collection” (2005):



Outras possíveis músicas que você conhece, mas não sabe, são “Offer” e “Empathy” que, respectivamente, fizeram parte da trilha sonora das novelas “Celebridades” e “Amor à Vida”, apresentadas no horário nobre da Rede Globo, assim como “Guardian”, do disco mais recente, “Havoc and Bright Lights”, presente na trilha de “Sangue Bom”, da mesma emissora.



Aliás, a Globo adora a Alanis. Tanto que tocou “Ironic” em várias temporadas de “Malhação”. A última vez que a música foi utilizada pela novela foi em 2014, como tema dos personagens Fatinha e Bruno.

Mas não foi só na TV que Alanis tocou bastante. Em 1998, a cantora lançou a canção “Uninvited”, para a trilha sonora do filme “Cidade dos Anjos”, e ainda que não tenha sido lançada como single, a música foi enviada às rádios americanas e conquistou uma audiência significativa. Dando também outros dois Grammys para a moça: Melhor Música de Rock e Melhor Performance Vocal Feminina de Rock. A faixa ainda havia sido indicada para Melhor Canção Original Para Mídias Visuais, perdendo para “My Heart Will Go On”, da Celine Dion, para “Titanic”.



Em 2005, Morissette voltou a cantar pra as telonas em “As Crônicas de Nárnia”, com a canção “Wunderkind”, e cinco anos depois, em 2010, foi a vez de apresentar “I Remain”, escrita para “O Príncipe de Pérsia”.



Coisa pra caramba, hein?

Mas você chegou até aqui e ainda não se lembrou de nada? Então calma, porque a gente espera que você pelo menos tenha gostado de algo, né? Não? Certo, talvez o problema seja um pouco mais sério.

Você mudaria de ideia se a gente contasse que Madonna foi uma das principais responsáveis pela estreia de Alanis, visto que a gravadora responsável pelo lançamento do álbum “Jagged Little Pill” era da Rainha do Pop? Numa entrevista desse ano para o programa do Howard Stern, a cantora relembrou de quando a até então novata esteve em seu escritório, cantando e tocando violão para ela e o produtor Guy Oseary: “Ela é incrivelmente talentosa. Eu fiquei muito orgulhosa”, disse a rainha.

E se a gente contasse que Alanis Morissette também foi uma importante influência para a Avril Lavigne que, antes de ascender em 2002, viu algo de genuíno na forma de cantar e compor da cantora de “Ironic”? Num daqueles episódios maravilhosos em que o fã e ídolo se encontram, as duas até chegaram a dividir o mesmo palco algumas vezes:



Nós também podemos te mostrar a Kelly Clarkson fazendo um cover para “Perfect”, do álbum “Jagged Little Pill”, que, segundo ela, é uma das suas “músicas favoritas de todos os tempos”:



Até a Beyoncé se rendeu ao “Pill”, mesclando “You Oughta Know” com o hit “If I Were A Boy”, do álbum “I Am... Sasha Fierce”:



E ninguém menos do que Britney Spears também já apresentou a faixa ~ao vivo~ váaaarias vezes:



Sim, esse é o Jagged Little Pill’s impact, gente!

E para o caso de nada disso ter te convencido, a gente tem uma jogada final e, acredite, desta vez vamos jogar bem sujo.

Acontece que, talvez planejando essa volta com o relançamento do “Jagged Little Pill”, bem como essa apresentação de seus trabalhos para um público que não dá uma foda para o que ela já foi no passado (o que dói só de escrever), Alanis Morissette também deu a honra de Taylor Swift recebê-la em um dos shows da 1989 World Tour e, olha só, com uma apresentação de “You Oughta Know”:



E há alguns anos, em 2011, a mesma Taylor também havia feito um cover de “You Learn”, DO. MESMO. ÁLBUM.

Agora deu pra notar o quão importante é a cantora, não?

Ainda que seus outros discos tenham sido engolidos pelo hype de “Jagged Little Pill”, essa estreia deu a Alanis Morissette uma visibilidade e legado que não é para qualquer artista, transformando-a em uma das maiores influências para muitas cantoras que a sucederem nas rádios, e com isso, ter um relançamento do disco, que sobrevive na memória e coração de seus fãs há duas FUCKING décadas, é algo que não deve ser passado despercebido, principalmente quando vivenciamos uma indústria que não garante uma longevidade de nem um ano para seus novos nomes.



Ter o disco e todos seus hits relembrados, entretanto, não significa que Alanis não tenha outras coisas interessantes dentro de sua discografia, de forma que, com a ajuda dos fãs da cantora, nos demos ao trabalho de reunir no player abaixo algumas das músicas essenciais para conhecer o seu trabalho. Como se trata de uma playlist no Spotify, segui-la e salvá-la para ouvir quando e onde você quiser também é uma opção.

You oughta know:




E agora ficamos com aquela sensação de dever cumprido. Obrigado aos envolvidos.

A primeira vez que falamos pra valer dele aqui, foi no It's New, logo assim que saiu o clipe maravilhoso de "Gibberish". Porém, foi apenas um breve texto e estávamos esperando um pouco mais para, enfim, falarmos tudo que queríamos sobre um dos novos artistas mais talentosos que conhecemos em um bom tempo.


Faz tanto tempo que não falamos sobre o k-pop aqui no It Pop que ele já até aconteceu em blogs amigos, né? Hoje, resolvemos trazer um grupo que não é famoso até mesmo na Coreia, mas que está salvando sua gravadora quase em falência e, através de nós, você poderá dizer de boca cheia que conheceu o sucessor do Super Junior primeiro em nosso blog, quando ele ainda lutava para conquistar seu lugar ao sol. Estamos falando do SEVENTEEN (sim, tudo em caixa alta), que busca não depender de algo pronto, fazendo algo para realmente chamar de seu.

Sabe aqueles artistas multitalentosos, que não se contentam em ser bons numa única área e, necessariamente, se jogam em outra, com o mesmo sucesso? Bem, Hailee Steinfeld, aparentemente, será um desses casos.



Sabe aquela gama de artistas que nós temos a sorte (ou azar) de conhecer bem no início da carreira e acabamos por acompanhar pouco a pouco seu desenvolvimento e, claro, esperar e sofrer mais do que ninguém por um novo lançamento deles? Nós sabemos bem como foi passar meses a fio esperando materiais novos do Years & Years, MØ, Indiana (que já lançaram seus respectivos discos de estreia, amém) e taaantos outros que nos dão um ataque cardíaco ao postar alguma coisa nova. É aquele típico cantor/duo/grupo que você bota muita fé e tem esperança de que serão algo grande um dia.

No Frills Twins é o nosso resultado após uma madrugada muito tediosa de buscas pelo YouTube, Spotify, Last.fm e qualquer outro serviço que exista. O duo, formado pelas gêmeas Vanessa e Arna, é dono de uma sonoridade, como elas mesmas definem, dark, alternativa e pop bem interessante que não nos remete a qualquer outro trabalho que tenhamos ouvido anteriormente.

As garotas começaram a se lançar na indústria musical da mesma forma que The Weeknd, Austin Mahone e Justin Bieber fizeram, ou seja, por meio de vídeos de cover publicados no YouTube. Elas já cantaram Miley Cyrus, Capital Cities, Iggy Azalea, Azealia Banks e vários outros nomes. No primeiro momento nós não achávamos que essas músicas combinariam com elas, mas não é que tivemos uma ótima surpresa? Dá uma olhada aí num mashup de "Milkshake" da Kelis, com "212"da Zezé:

Você já ouviu falar de Indiana? Não, não o Jones. Também não a que veio da Índia. Muito menos a que vive numa oca. Estamos falando da artista britânica que anda conquistando nossos corações um pouco mais a cada dia com seu álbum de estreia, "No Romeo".


Nas últimas semanas é impossível que não tenham ouvido o sentimental smash single "See You Again", parceria do rapper Wiz Khalifa com o, até então, desconhecido, Charlie Puth, para a trilha sonora de "Velozes & Furiosos 7".

O Rock in Rio desse ano tem anunciado uma atração mais interessante que a outra e, depois de confirmar Rihanna, Katy Perry e Sam Smith, o maior festival de música no país confirmou ninguém menos que a cantora sueca Robyn, seguido de um fato que, infelizmente, já era bem esperado por nós: muitos fãs da música pop atual não sabem quem é a cantora ou a quantidade de coisas incríveis que ela já fez.
Se você é filhote de Tumblr que caça divas pop alternês e indies com alguma certeza deve conhecer Allie X. A canadense já está há algum tempo buscando seu lugar ao sol pelos Soundclouds da vida, e, depois de muita espera, finalmente lançou seu EP de estreia, "CollXtion I". 
Saiu há pouco o terceiro álbum de inéditas do cantor brasileiro Cícero, "A Praia", mas talvez você não saiba de quem estamos falando. É por isso que vamos apresentá-lo para que você comece a amar ele tanto quanto nós. 

Cícero ("Ciço", para os íntimos) é um cantor carioca de 29 anos com 3 álbuns para chamar de seus: "Canções de Apartamento", "Sábado" e o recente "A Praia". Podemos classificar o som do cara como algo próprio da nova MPB, tanto que acharíamos ótimo uma parceria dele com Silva, Clarice Falcão ou Mallu Magalhães. 

Lá no "Canções de Apartamento", tivemos um dos singles de maior sucesso do carioca, "Tempo de Pipa", juntamente com "Açúcar ou Adoçante" (essa é pra ouvir enquanto chora e toma um pote de sorvete) e "Ponto Cego".
Quando pensamos no eletronicismo empregado nas músicas, logo fazemos uma remissão mental do tipo "nossa, como aquilo parece David Guetta". Isso, por si só, é capaz de demonstrar a evolução da música eletrônica, que cada vez mais vem tomando espaço dos outros estilos sem pedir licença. Há algum tempo, podíamos ouvir as batidas pesadas somente em programas de rádio pré-balada, cenário que, atualmente, mudou e muito! A qualquer hora do dia podemos ouvir facilmente "Summer" do Calvin Harris ou a famigerada "Prayer in C", remixada por Robyn Schulz.
Sempre que um artista brasileiro lança um clipe ruim e falamos sobre isso no blog, surgem fãs falando sobre o quanto somos injustos e exigentes com nomes nacionais, como se só estivéssemos dispostos a criticá-los e colocá-los para baixo, mas quem nos acompanha, sabe que a história nunca foi essa. Desde o começo do blog, sempre estivemos em busca de novos artistas brasileiros e justamente para mostrar que o melhor de nossa música e clipes ainda não estão em destaque.
Estamos prometendo a nós mesmos um It Pop Apresenta para este cantor há um bom tempo e, com sua participação no disco solo de Amber e seu comeback (!), nos sentimos mais empolgados e resolvemos tirar a ideia da gaveta o quanto antes. Eric Nam, assim como John Park e outros artistas coreanos, não nasceu na Coreia do Sul e é norte-americano. Entretanto, diferente do hitmaker de "U", Eric não participou de algum programa de talentos nos EUA para depois partir para a terra do "Gangnam Style". Nam, antes de descoberto por sua atual gravadora, já tinha um relativo sucesso com seus covers de Taeyang à Adele, divulgados no YouTube.
Nós sabemos que St. Vincent não é uma artista nova no meio musical e que muita gente já a conhece. Contudo, nós gostamos tanto do relançamento de seu último álbum que decidimos apresentar ela para vocês. Então, se você não a conhece, chega mais e vem descobrir tudo sobre ela! Ah, caso já a conheça, pode ler o post também, tá? Escrever tudo isso deu trabalho, hahaha.

Annie Erin Clark, mais conhecida por seu nome artístico, St. Vincent, nasceu em 1982 numa cidade chamada Tulsa, em Oklahoma, EUA. A garota é compositora, multi-instrumentista e dona de uma sonoridade que abrange o rock, pop e o indie rock, além de ser linda nas horas vagas.