Mostrando postagens com marcador stream. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador stream. Mostrar todas as postagens
Sua semana não estará completa até que você ouça o mais novo disco do cantor e rapper Shamir. A revelação de Las Vegas chamou a atenção de meio mundo com seu disco de estreia, “Ratchet”, que vai do R&B ao pop-disco, e após dar indícios de que daria um fim a sua carreira, retornou em grande estilo com o maravilhoso “Hope”.

Ao contrário de seus últimos trabalhos, o novo disco de Shamir soa como um material paralelo a sua carreira como um todo, tendo sido lançado para audição e download gratuitos no Soundcloud, acompanhado de uma sonoridade menos eletrônica e, de certa forma, mais alternativa que faixas dançantes como “On The Regular” e “Call It Off”.

“É um disco difícil de se escutar, mas pra mim é ainda mais difícil compartilhá-lo”, disse o artista. “É de graça, aproveita! Tem mais coisas para vir.”

Então vamos lá:


E caso você ainda não tenha ouvido, dedique uma parcela do seu dia para o maravilhoso “Ratchet”, lançado em 2015:

Os dias de Ed Sheeran estão acabados? Nós realmente esperamos que sim. Isso porque o rapper canadense Drake lançou neste sábado seu novo projeto, a playlist “More Life”e, se não fosse pelo nome “playlist” em sua capa, nós poderíamos facilmente chamá-la de “álbum”, mas qual a diferença entre playlists, álbuns e mixtapes dentro da era dos streamings? Esse é um bom ponto.

Drake veio preparando o terreno para seu novo projeto desde o ano passado, quando lançou singles como “Fake Love”, “Sneakin’” e “Two Birds, One Stone”, e agora finalmente o revelou na íntegra, contando com 22 faixas (!) e as participações de Kanye West (!!), Jorja Smith, PARTYNEXTDOOR, 2 Chainz e Young Thug – além de uma menção à Jennifer Lopez na faixa “Free Smoke”.

O novo material de Drake tem tudo pra ser um dos seus projetos mais ousados. A playlist chega num momento em que ainda discutimos as mudanças da indústria com a ascensão das plataformas de streaming, um ano após Kanye West lançar o disco “The Life of Pablo” – um trabalho inacabado, passível à alterações mesmo após o seu lançamento – e na cola de Chance The Rapper e sua “Coloring Book”, mixtape que se tornou o primeiro álbum apenas disponível pela internet a levar um prêmio Grammy.



Apesar da inovação quanto ao formato – sério, na prática é apenas um álbum, nos streamings, isso deixará de fazer diferença – “More Life” traz uma sonoridade semelhante ao que rapper apresentou em “Views”, contando com o cara cantando em várias faixas, fora os arranjos que seguem além do esperado por um artista de hip-hop, com ainda mais influência da música pop e dancehall.

Numa primeira audição, as faixas que mais chamaram nossa atenção foram “Free Smoke”, “Passionfruit”, a parceria com Jorja Smith e Black Coffee em “Get It Together”, “Ice Melts” e a colaboração de Kanye West na maravilhosa “Glow”.

“More Life” pode ser encontrada no Spotify, Apple Music e Tidal:

O Youtube ficou pequeno nesta quarta-feira (11) com a estreia surpresa de “Vai Passar Mal”, o álbum de estreia da drag queen brasileira Pabllo Vittar, produzido pelo Rodrigo Gorky, do Bonde do Rolê, com participações como Rico Dalasam, Lia Clark, Mateus Carrilho, da Banda Uó, e Diplo.



Sucedendo o EP “Open Bar”, o primeiro álbum de Pabllo começou a ser promovido com o single “Nêga”, mas chega com uma proposta bem mais ampla no material completo, com misturas que vão do forró ao trap, incluindo o synthpop de “Irregular”, a mistura de pop com eletrobrega de “K.O.” e, com Rico Dalasam soltando a voz, o funk com quês de marchinha em “Todo Dia”.

Ouça o álbum completo pelo Youtube:



Que delícia de disco, gente! E essa baladinha com “Indestrutível” no final? Sia tá em todas!

Uma das coisas que mais chamaram nossa atenção, foi a forma como souberam amarrar no disco inúmeras influências da música brasileira, em meio as inspirações do que tem sido sucesso lá fora, resultando em combinações inusitadamente bem sucedidas.

No dia 20 de janeiro, Pabllo Vittar e Rico Dalasam se preparam para quebrar a internet mais uma vez, com a estreia do videoclipe “Todo Dia”, escolhida como próximo single do CD, e na mesma data é esperado que “Vai Passar Mal” seja disponibilizado na íntegra no Spotify e outras plataformas de streaming.

Na semana passada foi lançado, com exclusividade no Spotify, o primeiro disco póstumo do rapper Sabotage, segundo da carreira do brasileiro, e com a participação de nomes como Tropkillaz, Negra Li, Dexter e Ganjaman, o álbum, autointitulado, teve um retorno bem melhor do que o esperado na plataforma de streaming.

Segundo o time brasileiro do Spotify, as reproduções de Sabotage aumentaram 2.000% desde o lançamento do disco, no último dia 17, e, no total, o rapper já acumula mais de 2 milhões de execuções SÓ com o novo disco.

Além disso, a plataforma confirmou que a música mais ouvida do disco foi a parceria com o Tropkillaz, “Mosquito”, que já ultrapassa 320 mil audições, enquanto “País da Fome: Homens Animais” impressiona ainda mais, superando artistas como Maroon 5, Bruno Mars, The Weeknd, Niall Horan e Lady Gaga, atualmente na quarta posição da lista Global Viral 50.


O álbum “Sabotage” é o primeiro lançamento inédito do Spotify e contou com o apoio dos amigos e familiares do rapper paulistano, que estiveram por trás da produção ao longo dos últimos 10 anos, reunindo registros inéditos do músico e retrabalhando todas as canções da forma mais foda e fiel possível.

Ouça o disco na íntegra abaixo:

Se tem uma coisa que a OneRepublic soube fazer ao longo do tempo, além dos hits, foi se reinventar. A banda, liderada por Ryan Tedder, lançou nesta sexta-feira (07) o seu novo disco, “Oh My My”, e cada uma das faixas demonstra um pouco de suas redescobertas, que vão dos seus infecciosos refrãos às misturas de guitarras e sintetizadores.

Até aqui, o quarto álbum da banda já conta com dois singles, sendo eles “Wherever I Go” e “Kids”, mas o melhor te espera no restante do disco, incluindo parcerias com Santigold e Peter Gabriel, além do duo Cassius, com quem Tedder também colaborou na faixa “The Missing”, para o EP single deles, “Ibifornia”.


Após produzir para artistas como Beyoncé e Taylor Swift nos últimos anos, Tedder parece ter trago bastante do seu lado pop para a banda e, desde o seu título à cada um dos seus arranjos, “Oh My My” se mostra uma verdadeira mina de hits, devendo repetir o efeito de seu antecessor, “Native” (2013), de onde extraíram singles como “Counting Stars” e “Something I Need”, enquanto ainda prova que é possível amadurecer sua sonoridade, sem perder o apelo comercial.

Ouça o disco completo pelo Spotify:

Frank Ocean não poupou na hora de nos deixar sem ar e, enquanto todos (incluindo a gente) acreditaram presenciar o lançamento do seu tão aguardado “Boys Don’t Cry”, o que veio ao mundo foi o álbum visual (!) “Endless”, revelado na íntegra pela Apple Music, após um livestreaming em seu site oficial.

O disco parece ser a primeira amostra dos novos trabalhos de Ocean e explica um antigo post do cantor, que havia afirmado em suas redes sociais: “Eu tenho duas versões.” Nessa época, os fãs acreditavam que ele estava decidindo qual edição do seu novo álbum seria lançada, mas, na verdade, sua intenção é nos mostrar as duas, começando pelo projeto visual infinito.

“Endless” é composto por faixas que tiveram seus instrumentais revelados desde que seu site foi tomado por um player da Apple, com uma sequência em looping de uma misteriosa sala, e agora, em sua versão com vocais, conta com 18 FODENDO inéditas, disponíveis no vídeo recém lançado.

Até o momento, “Endless” só foi disponibilizado pelo serviço de streaming da Apple, mas outras novidades deverão chegar ao longo dos próximos dias, como representantes da própria plataforma adiantaram. Vamo assistir aos 45 minutos mais aguardados de nossas vidas e esperar pelas próximas surpresas do cantor.

Tá acontecendo.

"Endless" on Apple Music
Tá pensando que só a Beyoncé pode surpreender os seus fãs? O músico Dev Hynes decidiu antecipar nessa terça-feira (28) o lançamento do seu mais novo álbum, “Freetown Sound”, que pertence aos seus trabalhos com o projeto Blood Orange.

O disco, inicialmente planejado para a próxima sexta (01), foi revelado ao público sem qualquer aviso prévio, acompanhado do videoclipe de seu primeiro single, que é a maravilhosa “Augustine”.



Nos últimos anos, Dev Hynes trabalhou com muitos nomes mais conhecidos que ele, como Florence + the Machine e Carly Rae Jepsen, conquistando uma visibilidade que, até então, não tinha para o seu trabalho dentro do mainstream, mas, agora que todos estão com os olhos e ouvidos virados para o cara, seu disco “Freetown Sound” tem tudo para ser o queridinho alternê do ano, incluindo a qualidade para tal.

Em seu Twitter, Hynes revelou a lista de colaboradores do álbum, que participam cantando, fazendo backing vocal e, em alguns casos, discursos durante as canções. Sua lista inclui Nelly Furtado, FKA Twigs, Angel Haze, Debbie Harry e nossa querida Carly Rae Jepsen. A canadense, que colaborou com Dev pela primeira vez em “All That”, do seu último álbum, participa da faixa “Better Than Me”, ainda que não seja oficialmente creditada em sua tracklist.



Com 17 faixas inéditas, o sucessor de “Cupid Deluxe” marca um importante amadurecimento no som de Blood Orange, que já era foda, e como o próprio explica, soa como o encontro do que ele já foi e agora é, mesclando suas influências com a forma como pode hoje trabalhar os seus vocais, enquanto canta sobre assuntos que vão da religião ao sexo, falando ainda sobre raças, política, entre outras coisas.

Pode ser cedo para formar opiniões, mas bastam algumas audições para ter certeza de que esse é um dos trabalhos mais consistentes e autênticos do ano.


Finalmente conseguiremos ouvir o novo disco da Adele de maneira legal, gente. Meses após a estreia do disco que já contou com os singles “Hello”, “When We Were Young” e “Send My Love”, a britânica decidiu olhar para os números dos streamings nas paradas e, enfim, lançar o CD “25” no Spotify.

A gente falou sobre os números dos streamings e não estamos brincando. Discos como o “ANTI”, da Rihanna, “The Life of Pablo”, do Kanye West, e “Views”, do Drake, estão muito bem, obrigado, graças aos streamings e, nas paradas, batendo de frente com a Adele e Beyoncé, que tiveram impactos bem menores nessas plataformas, uma por torcer o nariz para a tecnologia e a outra pela exclusividade ao Tidal, do marido Jay Z.

Agora que está no Spotify (e Apple Music), o novo álbum da Adele deve ter uma ascensão notável nas paradas, visto que, de acordo com as novas regras da Billboard, streamings são contabilizados e convertidos em “cópias vendidas”. E aí, querido leitor, o que teremos é mais uma longa era de Adele em tudo quanto é topo.

A dúvida é: será que a chegada dela no Spotify desbancará o Drake e seu disco “Views”? Realmente não sabemos.


O rapper canadense se mostrou um verdadeiro MONSTRO dos streamings e um fenômeno que já vinha chamando a nossa atenção com as suas mixtapes, se concretizou com seu novo disco. Drake emplacou várias canções pelas playlists Spotify afora e, como resultado, o disco “Views” tem morado no topo das paradas, desbancando semanalmente inúmeras estreias. Seus números têm sido grandes demais até mesmo pra Adele, a batalha será interessante.

Seja como for, essa é a hora de divulgarmos e enaltecermos a britânica. Baixe e ouça o disco “25” no Spotify:

Três anos separam o novo disco do Tegan and Sara, “Love You To Death”, do seu antecessor, “Heartthrob”, mas ainda que, de lá pra cá, muita coisa tenha mudado na música mundial, a dupla canadense pouco se afetou pelas tendências do momento, mantendo a mesma autenticidade e singularidade da sua sonoridade de outrora no trabalho atual.

O oitavo álbum da dupla foi lançado nessa sexta-feira (03) e, além do single “Boyfriend”, contou com as promocionais “U-Turn”, “100x” e “Stop Desire”, fora uma série de videoclipes que, definitivamente, mostram a disposição delas em fazer o disco não passar despercebido – o que, infelizmente, terminará acontecendo.

Com um synthpop digno do título de “Emotion de 2016” e, coincidência ou não, lançado cinco anos após a chegada de músicas como “Dancing On My Own” e “Call Your Girlfriend”, da Robyn, o novo álbum do Tegan and Sara pode ser conferido na íntegra pelo Spotify. As nossas favoritas já são “Dying To Know”, “BWU” e “Hang On To The Night”.

Amém, “Love You To Death”:

A gente não sabe até quando vai durar essa estratégia de artistas lançarem seus discos, singles ou clipes numa plataforma X, deixando a Y de lado, no geral, por questões comerciais, mas ficamos na torcida pra que isso acabe logo, já que não diríamos que vale a pena assinar todos os serviços de streaming da atualidade, apenas para não perder nenhum desses lançamentos exclusivos e, dessa forma, ficamos reféns desses diferentes intervalos entre as plataformas. O que é realmente chato pra caralho.

Feito o desabafo, nós orgulhosamente anunciamos a chegada da terceira mixtape do rapper Chance The Rapper, “Coloring Book”, no Spotify. Anteriormente lançada apenas na plataforma da maçã, “Coloring Book” é o primeiro trabalho solo do cara desde o “Acid Rap” (2013) e sucede uma série de colaborações que ele fez desde então, incluindo o disco “Surf” (2015) e parcerias que vão do Justin Bieber (“Confident”) à Madonna (“Iconic”), passando ainda pelo disco do Kanye West, “The Life Of Pablo”, qual ele produziu faixas como “Ultralight Beam” e foi uma das principais influências do Yeezus.

Toda essa network feita pelo cara foi de grande valia, principalmente pela oportunidade dele levar vários desses nomes para o seu próprio material, como é o caso de Kanye, Lil’ Wayne, 2 Chainz, Jeremih, Justin Bieber, Future, T-Pain e Ty Dolla $ign, que aparecem neste álbum.

Em “Coloring Book”, Chance’ não só colhe do fruto de seu trabalho dos últimos anos para colocar seu nome em evidência, como também prova ser um nome que não iremos deixar de ouvir tão cedo, com um amadurecimento sonoro notável da primeira à ultima faixa, além de um gás e apetite por novidades que raramente encontramos entre os grandes rappers da atualidade.

Ouça a mixtape “Coloring Book” e, desde já, dizemos “de nada, não precisa agradecer”:

Saiu! Com lançamento marcado para essa sexta-feira (20), o novo disco da Ariana Grande, “Dangerous Woman”, já está entre nós e, ao contrário do que especulavam, foi disponibilizado em todas as principais plataformas de streaming – ou, em outras palavras, está no Spotify.

O terceiro CD da cantora sucede o “My Everything”, dos hits “Problem” e “Love Me Harder”, e já conta com dois singles: sua faixa-título e a perfeição pop de “Into You”. Além de uma centena de faixas promocionais.



Experimentando sonoridades ainda mais comerciais que seu disco anterior, em “Dangerous Woman”, a hitmaker de “Touch It” trabalhou com produtores como Max Martin, Ilya Salmanzadeh, Johan Carlsson, Tommy Brown e Ryan Tedder, contando também com a participação especial de nomes como Macy Gray (!), Nicki Minaj, Future e Lil’ Wayne.

Numa primeira audição, nossas favoritas entre as não-singles são “Everyday”, “Side to Side”, “Bad Decisions” e o smash hit “Touch It”. Ouça todas as faixas do disco “Dangerous Woman”, em sua edição deluxe, abaixo:

E mais uma vez, a música pop foi salva.

*Post atualizado com o player do Spotify.
Gwen Stefani lançou na semana passada seu novo disco, “This Is What The Truth Feels Like”, e, como uma forma de protesto a indústria atual, se recusou a colocar o álbum, que estreou no topo da Billboard Hot 200, em plataformas como o Spotify, assim como a Taylor Swift, Adele, Björk e, até então, Kanye West, mas o serviço de streaming conseguiu fazer a cantora voltar atrás.

Há alguns dias, o Spotify confirmou que o disco novo da Gwen Stefani seria disponibilizado em seu catálogo nessa sexta-feira (01) e, como esperado, a profecia cibernética se cumpriu.

Assim como a banda Coldplay e seu último disco, “A Head Full of Dreams”, o lançamento do “This Is What The Truth Feels Like” só aconteceu no Spotify após uma intensa negociação, qual a plataforma segue fazendo com as outras artistas citadas neste post.

“This Is What The Truth Feels Like” é o terceiro disco solo da Gwen Stefani e o primeiro de sua carreira a alcançar o topo da parada americana. O álbum já conta com os singles “Used To Love You”, “Make Me Like You” e o promocional “Misery”.

Pra fechar o post, nós poderíamos deixar abaixo o novo CD da cantora, mas faremos melhor e, NO LUGAR DELE, mostraremos nossa playlist THIS Is What The Truth ACTUALLY Feels Like”, com uma edição melhorada e exclusiva do novo disco. Faça bom proveito:


A verdade é bela e bem dançante.
Olha só que surpresa, o Kanye West mudou de ideia sobre mais uma coisa do seu disco “The Life of Pablo”! Calma, que dessa vez não estamos falando de um novo título ou tracklist, mas sim em relação ao lançamento do disco que, inicialmente, o rapper pretendia manter apenas no Tidal. Leia nossa crítica para o novo disco do rapper.

Nesta sexta-feira (01) Kanye West não só colocou o álbum, que é o sétimo da sua carreira, para venda, como também o disponibilizou em plataformas de streaming como o Spotify e Apple Music. O que será que fez ele mudar de ideia?

A chegada de “The Life of Pablo” nas principais plataformas da atualidade acontece logo depois do rapper lançar seu novo single, a parceria com a Rihanna em “Famous”, além de ter provado que sua relevância continua lá em cima, visto que foi responsável por praticamente dobrar o número de usuários do serviço de streaming do Jay Z.

No Spotify, “The Life of Pablo” conta com as últimas mudanças feitas por Kanye, quando o disco ainda estava no Tidal, como uma sutil remixagem dos samples de “Famous” e a volta de Sia e Vic Mensa em “Wolves”, que ainda derivou a canção “Frank’s Track”, com a participação que o Frank Ocean fazia na versão anterior da faixa.

Fora eles, o disco ainda traz aparições de The Weeknd, Future, Desiigner, Chance The Rapper e outros nomes. Leia nossa crítica e, abaixo, ouça o álbum completo:


Quem crê, diga amém.

Programado para essa sexta-feira, 25, "Mind of Mine", aguardado álbum de estreia do ex-membro do One Direction, ZAYN, já está disponível pelas principais plataformas de streaming.

Precedido do smash hit "PiLlOwT4lK", das promocionais "iT's YoU" e "BeFoUr", e do confirmado segundo single "LIKE I WOULD", numa primeira análise, quem esperava um álbum pop vindo do britânico, vai se surpreender bastante. Produzido em boa parte por Malay Ho (um dos grandes nomes do R&B atual e responsável por produzir, entre outros, a bíblia sagrada "channel ORANGE", do Frank Ocean), ZAYN nos entrega um material bem consistente e, predominantemente R&B (com influências do pop e até de música árabe!!!), com altas doses sensuais, sejam em seus vocais (aqui, explorados muito mais que na época de "Midnight Memories") ou nas letras (todas levando a assinatura do menino), o que representa uma mudança de postura, que o distancia e MUITO da imagem teen dos tempos de boyband. Nós não poderíamos estar mais animados, afinal, sempre vimos talento no nosso bad boy favorito de Bradford.

Sem mais delongas, ouça, na íntegra e diretamente do Spotify,"Mind of Mine" logo abaixo:


Sabe aquele tipo de álbum pra ir bem nas paradas e ainda assim cair no gosto crítico? Bem, "Mind of Mine" tem tudo pra ser um desses e não seria surpresa alguma, depois de ZAYN ter conseguido um #1 na Billboard que sequer 1D conseguiu, que ele consiga também uma indicação ao GRAMMY de "Revelação" em 2017 (isso se não conseguir outras, porque tem um grande material pra isso), que desde já, é um candidato bem forte. No mais, temos em "MoM" um álbum, aparentemente, impecável, apresentando bem a personalidade solo de um artista que vivia limitado criativamente e ainda mostrando a evolução no desprendimento da antiga imagem do mesmo.

Grande trabalho, ZAYN!

As drags já podem tomar conta do pop! A gente está cada vez mais apaixonados pela Adore Delano que, passado seu disco de estreia maravilhoso, “Till Death Do Us Party”, está de volta com um novo CD, “After Party”, e nessa sexta (11) lançou também o clipe para o segundo single do material, “Take Me There”, só reforçando o quanto ela é chegada numa festa.

Toda garota, em seu novo clipe, Adore aposta em algo bastante despretensioso, enquanto curte com as amigas, seja numa social, na cama e até mesmo na banheira, nos dando uma única certeza: esteja aonde for, nós amaríamos lhe fazer companhia.

Com várias trocas de perucas, algumas das cenas nos fizeram lembrar da Katy Perry, Bonnie McKee e Hayley Williams. Mas arriscamos dizer que, de forma proposital mesmo, o vídeo traz uma referência à Miley Cyrus ou, sendo mais específicos, às cenas do clipe de “Dooo It!”, com seu glitter gosmento.

Assista ao clipe de “Take Me There”:


Já passou da hora dela conquistar de vez as rádios e paradas, né gente? É uma diva COMPLETA mesmo!

O primeiro single do “After Party” foi a canção “Dynamite”, que tocou bastante na nossa playlist pelo Spotify, “Pop! Pop! Bang!”. Dá uma olhada no seu videoclipe:


Por fim, ouça o disco “After Party” e nos ajude a enaltecer o trabalho dessa drag do pop. Por enquanto, nossas músicas favoritas são “Take Me There”, “Better Than The Movies”, “I Can’t Love You” e “Save Your Breath”:

Tudo começou com o smash hit que não foi, “Downtown”, daí veio o desabafo incompreendido de “White Privilege II”, seguido dos singles promocionais “Kevin” e “Buckshot”, mas agora não há mais o que esperar: o novo disco do Macklemore & Ryan Lewis está entre nós.



“This Unruly Mess I’ve Made” é o segundo disco da dupla, sucedendo o aclamado “The Heist”, dos hits “Same Love” e “Thrift Shop”, e como a sua segunda canção já demonstrava, eles parecem bastante dispostos a distribuírem bastante críticas e questionamentos sobre o que os rodeiam.

Em “White Privilege II”, por exemplo, Macklemore questiona qual deve ser seu posicionamento dentro de uma indústria em que ele é privilegiado por ser um artista branco, enquanto, em “Light Tunnels”, ele tece críticas ao Video Music Awards, da MTV, falando sobre todo o teatro armado pela emissora em prol da audiência, disfarçado como algo pela música, com menções à Britney Spears, Madonna, Kanye West, Taylor Swift e a família Kardashian.



Menos radiofônico que o álbum anterior, numa primeira audição, “This Unruly Mess I’ve Made” é um disco que devemos dar mais atenção para as letras, repleta de referências e momentos bastante críticos, mas isso não significa que não haja hits em potencial, como é o caso de músicas MARAVILHOSAS como “Brad Pitt’s Cousin” (parece produção do Diplo com o Major Lazer) e “Dance Off”.

Toda a sonoridade do álbum traz uma proposta que busca por algo grandioso, épico, e segue neste clima, crescente à todo momento, enquanto Macklemore parece mais reflexivo do que nunca, trocando os refrãos fáceis por versos que mais conversam com seus ouvintes do que os entretém em si. A proposta soa tão mais séria que até dá pra questionar o que “Downtown” está fazendo ali.

O disco conta com diversas participações, incluindo o Ed Sheeran em “Growing Up” e Chance The Rapper em “Need to Know”.

Ouça o álbum “This Unruly Mess I’ve Made” na íntegra pelo Spotify:
Acabou a espera! Kanye West prometeu e cumpriu: seu novo disco, “The Life of Pablo”, foi apresentado na íntegra nesta quinta-feira (11) durante uma performance no Madison Square Garden, com transmissão ao vivo por 25 cinemas ao redor do mundo e também pela internet, claro, pelo Tidal.


“The Life of Pablo” é o primeiro disco de Kanye West desde o controverso “Yeezus” e pegou seus fãs de surpresa por suas colaborações, como a participação de Rihanna em “Famous”, que lembra a sonoridade do disco “My Beautiful Dark Twisted Fantasy” e faz uma perigosa menção à Taylor Swift, e The Weeknd em “FML”.

A parceria com Kendrick Lamar em “No More Parties In LA” e Paul McCartney em “All Day” ficaram de fora, enquanto “Wolves”, inicialmente lançada com a Sia e Vic Mensa, aparece numa versão  com Frank Ocean (bom saber que ele está vivo!). The Dream, Post Malone, Ty Dolla Sign e Future também fazem participações.


O novo álbum do rapper conta com 10 músicas e teve sua capa desenhada pelo artista belgo Peter De Potter.

Ouça as parcerias com Rihanna e The Weeknd:

“Famous (feat. Rihanna)”



“FML (feat. The Weeknd)”


Player alternativo com essas e outras canções:



[Atualizaremos com todas as canções, assim que forem disponibilizadas para streaming.]


Ao final da apresentação, Kanye West intercalou alguns discursos de agradecimentos e execuções de outras músicas, incluindo “FACTS”, anteriormente lançada por ele pelo Soundcloud, e trabalhos de seus amigos, como o rapper Young Thug e Vic Mensa. Pelo Twitter, o público questionava se a aparente bagunça era proposital, enquanto a plateia presente aproveitava o momento do rapper fazer seus luxos para pedir por outras músicas, como “All Day”, que não foi tocada.

Faixas de seus discos anteriores, como “Bad News” e “Love Lockdown”, do álbum “808’s and Heartbreak”, foram executadas enquanto o rapper deixava o estádio.


Em determinado momento, Kanye contou que planeja lançar um game, chamado “Only One”, mas que não teve apoio para isso. Mesmo assim, ele apresenta um trailer do material, com uma animação em que sua mãe é um anjo voando para o paraíso.

Durante a transmissão online, o Tidal apresentou diversos momentos de instabilidades que, de acordo com a gravadora Def Jam, se deu por conta de uma audiência maior que a esperada, com mais de 20 milhões de pessoas assistindo ao redor do mundo.

Numa primeira audição, são poucas as mudanças na sonoridade do rapper desde o álbum “Yeezus”, ainda que haja algumas surpresas bem positivas, como a quase dançante “Fade” e “Good News”, que nos lembra de seus primeiros materiais.

YEEZUS ESTÁ OUTRA VEZ ENTRE NÓS!
Hoje é sexta-feira e isso significa que, mundialmente, é também mais um dia de New Music Friday, em que artistas lançam músicas novas por todo o globo, utilizando plataformas como o iTunes, Spotify, Apple Music, Deezer, entre outros.

Nós, geralmente, conferimos esse lançamento direto pelo Spotify — que, inclusive, nos notifica caso algum artista que seguimos lance algum novo material.

E eis que um disco chamado “ANTI”, de uma cantora chamada Rihanna, surgiu na plataforma.


Com um total de 13 músicas, o disco inclui as participações de nomes como o rapper Drake e a também cantora SZA, além de um cover do Tame Impala, na canção “Same Ol’ Mistakes”, e pelo menos cinco músicas “must listen”, como “Desperado”, “Never Ending”, “Love On The Brain” e “Higher”.

Ouça o tal disco completo abaixo:

Quando um artista é bastante aclamado em seu disco de estreia, tende a sofrer quanto ao álbum seguinte, tanto pelas grandes expectativas do público quanto pela necessidade de decidir entre manter uma linha semelhante ao primeiro CD ou buscar se reinventar e, no geral, a cantora Foxes parece ter feito a lição de casa.

Foi com o disco “Glorious” que a menina se consagrou como um dos grandes nomes para ficarmos de olho, contando com singles como “Holding Onto Heaven” e “Let Go For Tonight”, e em seu álbum seguinte, “All I Need”, conseguiu traçar uma evolução bastante natural, mantendo características que nos fizeram olhar para ela há alguns anos e elementos que, definitivamente, atrairão muitos outros fãs para o seu trabalho.



Numa estratégia de lançamento não muito inteligente, a hitmaker de “Night Owls Early Birds” já havia revelado quase todo seu “All I Need” antes mesmo de seu lançamento e, sendo assim, já conhecíamos várias de suas canções, como “Better Love”, “Body Talk”, “Amazing” e “Devil Side”, mas se você pensava que o melhor do disco já havia sido revelado, se engana.



Pensando nos últimos lançamentos transitórios entre o pop underground e mainstream, a gente pode dizer que “All I Need” é o “E•MO•TION” desse ano, ainda que torçamos pra que ele seja melhor sucedido comercialmente, enquanto também dá pra afirmar que ele talvez seja o equilíbrio que a Ellie Goulding tentou encontrar no seu “Delirium”, soando radiofônico, sem cair para uma proposta genérica.

Ao contrário do “ANTI”, da Rihanna, o novo disco da Foxes já pode ser ouvido na íntegra pelo Spotify e, se pudéssemos recomendá-lo mencionando apenas uma canção, a gente votaria em “Cruel”.

Esse é o melhor álbum do ano até aqui:

Faz apenas algumas horas desde que a profecia se cumpriu e, depois de tanta espera e especulações, o oitavo disco de inéditas da Rihanna, o famigerado “ANTI”, foi lançado no Tidal e finalmente está entre nós.

Chega a ser difícil acreditar, sabemos, mas o álbum é real e, para nossa surpresa, veio ao mundo sem nenhuma das canções que o manteve vivo durante toda essa fase de tanta enrolação, incluindo os singles “FourFiveSeconds” e “Bitch Better Have My Money”.



“ANTI”, assim como o primeiro single, lançado na manhã desta quarta-feira (26) e com participação do Drake, “Work”, é, definitivamente, diferente de qualquer coisa que pudéssemos ter esperado para essa volta de Rihanna. E isso pode ser algo muito bom ou muito ruim, dependendo de suas expectativas.

Algo que ela cumpriu, entretanto, foi com a promessa de fazer algo diferente de todos seus últimos discos, uma vez que, em alguns momentos, o “ANTI” até flerta com a trap music, mas mais soa como um disco da FKA Twigs do que um álbum que realmente imaginássemos com seu nome em algum momento.

Willow’s impact.

Se você tiver com algum fone de ouvido avaliado em R$37 mil por aí, esse é o momento de colocá-lo e apertar o play logo abaixo. As nossas favoritas são “Consideration”, “Desperado”, “Never Ending”, “Love On The Brain” e “Higher”.

Ouça o “ANTI”, para se certificar de que ele realmente é real e não estamos tendo nenhuma alucinação:



“Never Ending” 



“Love On The Brain” 



“Higher” 



“Close To You”


Não foi dessa vez que o pop foi salvo pela Rihanna. Lady Gaga e Britney, nós contamos com vocês!