10 músicas para ouvir nos últimos 10 dias do ano (parte 07/10): ‘The Kids Aren’t Alright’, Fall Out Boy

Há um significado especial para a última música que você escutar no ano, porque ela encerra, de fato, todo o período que você viveu antes dessa audição e, meu Deus, pra quem é tão ligado quanto nós em música, a escolha certa faz uma diferença e tanto. Pensando nisso, decidimos refazer o especial “10 músicas para ouvir nos últimos 10 dias do ano”, seguindo os moldes do mesmo formato apresentado no ano passado e aqui estamos nós com algumas indicações.

De acordo com nossos cálculos, os dez últimos dias de 2014 ainda nos rende 240 horas que, obviamente, são o suficiente para ouvir mais que apenas 10 músicas, mas estamos levando em consideração o fato de você talvez não conhecer alguma de nossas indicações e, quem sabe, goste tanto ao ponto de querer ouvi-la de novo e de novo, daí é bom que sobre algum tempo, não é mesmo? Sem delongas, abaixo está a nossa sétima sugestão.

Fall Out Boy, ‘The Kids Aren’t Alright’

O título é o mesmo de uma outra música da banda Offspring, a sonoridade é tão pop que beira o que escutamos nos últimos dois discos do One Direction, mas o que temos aqui é um single recém-lançado do Fall Out Boy. Depois de uma recepção 100% nem aí para um dos melhores projetos audiovisuais de 2013, o CD “Save Rock and Roll” e curta-metragem “The Youngblood Chronicles”, os donos de “This Ain't a Scene, It’s An Arms Race” preparam um novo material para o próximo ano e vem ainda mais dispostos a reconquistar o grande público.

“American Beauty/American Psycho” é o nome do álbum e, entre tantas coisas, o material já contou com os singles, tanto oficiais quanto promocionais, “Immortals”, “Centuries”, sua faixa-título e então “The Kids Aren’t Alright”. Esse último é a canção mais limpa. Uma baladinha aos moldes do que a banda já fez antes, mas com gostinho do que escutamos hoje. A qualquer momento temos a impressão de que Liam Payne ou Harry Styles surgirão cantando e eles nem aparecem. O que, de forma alguma, diminui a grandiosidade da produção, minimalista e certeira. Se a banda não reconquistar o mainstream com esse disco, a culpa é totalmente do público e não deles.

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