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Um dos próximos live-actions da Disney, "Hércules", que ainda não foi confirmado pelo estúdio, começa a tomar forma por meio de rumores. O boato da vez aponta Tom Hiddleston ou Benedict Cumberbatch com Hades. Perfeitos? 100% sim!

Segundo o We Got This Discovered, os dois atores estariam na lista de possíveis atores que a Disney gostaria que dessem vida aos personagens. Entretanto, nenhuma negociação deve ter começado ainda. De qualquer forma, é bom ficar de olho nessa possibilidade porque a fonte do site é mesma que soltou que Robert Pattinson interpretaria do Homem-Morcego.

O site ainda aponta que o estúdio estaria com vontade de escalar atores mais velhos e britânicos. Aprovam a ideia?
A dona Disney prepara-se para lançar o seu primeiro serviço de streaming e possivelmente o único que pode quebrar a Netflix de vez graças ao grandioso leque de filmes e séries de TV que possui. Para garantir ainda mais provável a soberania, segundo a Variety, Loki (Tom Hiddleston), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e outros heróis ganharão séries próprias.

Caralho!

Ainda segundo o site, é previsto que sejam os próprios Hiddleston e Olsen quem devem protagonizar suas respectivas séries; nada de prequels ou qualquer coisa semelhante que justifique a troca de atores. São cogitados entre 6 e 8 episódios para cada uma das séries, contando também com produção da Marvel Studios e supervisão de Kevin Feige.

A ideia deste projeto é dar um grande espaço aos personagens que ainda não tiveram sua chance de brilhar ou ganhar uma produção própria nos cinemas. Inclusive, de acordo com as fontes do site, deve ser dado um dinheirão para as produções, visando competir com as séries já estabelecidas no serviço de streming. 

Roteiristas, diretores e datas de produção ainda não foram definidos, logo não há uma previsão de quando estes projetos começarão a sair do papel, porém nos próximos meses novidades acerca das séries devem ser divulgadas.

Apesar de ousada, a proposta destas séries cai bem com os atuais investimentos da Disney para o seu serviço de streming. A franquia "Star Wars" e "High School Musical" serão alguns dos carros-chefe do serviço em questão de séries; então analisando mais cautelosamente era até previsível que algo deste porte poderia acontecer em algum momento.
"The Late Late Show with James Corden" nos proporcionou o melhor quadro de 2017, o Carpool Karaoke, viralizando na rede mundial de computadores ao trazer grandes nomes como Lady Gaga, Adele, Katy Perry e Bruno Mars cantando suas canções enquanto estão a caminho de algum lugar. O talk-show trouxe nesta semana uma esquete que com certeza se tornará viral também.

Imagine você estar no cinema, prestes a ver o filme do momento quando, de repente, tem sua sessão interrompida por James Corden, prometendo trazer o filme 4D para ela. Logo em seguida, Chris Hemsworth, Cate Blanchett, Tom Hiddleston, Jeff Goldblum, Mark Ruffalo e Tessa Thompson entram e começa a reencenar as principais cenas de "Thor: Ragnarok" da maneira mais engraçada possível.

O hilário vídeo soa como um micro-documentário, trazendo depoimentos dos atores ao longo das cenas reencenadas. James Corden é colocado como a grande mente por trás deste novo 4D, se vangloriando nos momentos em que não está narrando a história. Blanchett rouba a cena com poucas aparições, principalmente com seus comentários sinceros dizendo querer sair dali. O melhor de tudo é que o elenco parece realmente estar se divertido com aquilo, tornando o vídeo ainda mais legal.



Dirigido por Taika Waititi, "Thor: Ragnarok" chegou aos cinemas no último dia 26, trazendo muito caos e destruição. E aí, você que já viu o filme no cinema, a versão ao vivo é bem melhor, né? Hahaha!
De todas as entidades fantásticas que o ser humano já criou, o vampiro talvez seja a mais poderosa. Quando falamos de arte, focando no Cinema, o número de filmes que possua o tema vampiresco de forma geral ou coadjuvante é extenso, e todos devem a um vampiro em específico: Conde Drácula. A figura do vampiro existe em diversas culturas sob diversos nomes há séculos, mas foi Bram Stoker e seu livro “Drácula” (1897) que transformaram a entidade num ícone cultural.

Para termos uma ideia, apenas com o Conde Drácula já foram feitos mais de 200 filmes. O impacto é tão grande que, ao ouvirmos sobre a Transilvânia, terra natal do dentuço, é impossível não associarmos imediatamente a vampiros. O primeiro grande filme sobre ele é, curiosamente, um plágio. “Nosferatu: Uma Sinfonia do Horror”, de F.W. Murnau, foi lançado em 1922 e usava todos os elementos de “Drácula”, apenas mudando alguns detalhes, como a língua (“Nosferatu” se passa na Alemanha), e o Conde Drácula virou Conde Orlok.

Stoker então recorreu à justiça e ganhou a causa, com todas as cópias de “Nosferatu” condenadas à destruição, mas felizmente cópias piratas sobreviveram, resgatando o filme para a presente era – e com domínio público. O filme é um marco do cinema de horror e criou uma entidade que viria a ser presença confirmada na Sétima Arte.

Imagem: Divulgação/Internet
Depois disso tivemos, em 1931, “Drácula”, o mais famoso filme sobre o vampiro, com Bela Lugosi criando a mais clássica interpretação do personagem. De lá pra cá então tivemos “Drácula de Bram Stroke” em 1992, “Entrevista Com o Vampiro” em 1994, “Blade” em 1998 – e os exemplos não acabam. Mas foi em 2008 que o cinema vampiresco ressurgiu com toda força.

Fugindo da áurea soturna e sensual do vampiro clássico, a saga “Crepúsculo” foi a romantização da criatura, agora misturados na sociedade como adolescentes. E mais: eles brilham sob a luz do sol. Baseados nos livros de Stephenie Meyer, os cinco filmes foram – e continuam sendo – um fenômeno mundial: $ 3.3 bilhões em bilheteria, uma das maiores séries cinematográficas da história. Era a fixação definitiva do vampiro no cinema desse novo século. 

Porém estava longe de cifras bilionárias o melhor filme sobre vampiros do século XXI (até presente data, claro). O posto, conseguido com grande batalha, é de “Amantes Eternos” (“Only Lovers Left Alive” no original, “apenas amantes permanecem vivos”), lançado em 2013. O filme, dirigido por Jim Jarmusch, conta a história de Adão e Eva, dois vampiros vivendo no mundo moderno.

Imagem: Divulgação/Internet
Adão, interpretado pelo espetacular Tom Hiddleston, mora em Detroid, Estados Unidos, enquanto Eva, interpretada pela musa Tilda Swinton, vive em Tânger, Marrocos. Numa ligação, ela nota a voz abatida do amado e decide voltar para a América. É aí que a paz do casal se encontra em perigo com a vinda de Ava (Mia Wasikowska), instável irmã de Eva.

Uma das maiores belezas do filme é a composição visual dos vampiros. Já na segunda década deste novo século, a imagem clássica do vampiro com capas e caixões é ultrapassada. Adão e Eva nem sempre usam roupas modernas, é verdade, mas nada tão óbvio. Enquanto ele usa preto dos pés à cabeça – como seus negros cabelos, ela usa branco – como suas platinadas madeixas. Ele é melancólico, pessimista e obscuro, enquanto ela é vívida, luminosa e otimista. Ele ama música, ela, literatura. Ele cansou de tentar, ela procura sempre algo novo – é dela a brilhante ideia do picolé de sangue. E dois seres tão diferentes se unem de forma espetacular na tela.

Imagem: Divulgação/Internet
O casal é um yin-yang perfeito, que só funciona com suas partes unidas – e essa é só uma das várias simbologias de “Amantes Eternos”. O filme começa com um plano circular, que gira em torno dos protagonistas, como se entrássemos naqueles cosmos a partir de agora e pudéssemos compartilhar de um pedaço da vida daqueles seres eternos.

E é aqui que mora um dos fascínios dos vampiros: a imortalidade. Quem nunca desejou por algum momento ter tamanho dom? O quão incrível seria não se preocupar com o ponteiro do relógio que segundo a segundo vai esvaindo nossas vidas? Em quase todo filme sobre seres superiores ao tempo isso é incrível, mágico e sensacional, mas em “Amantes Eternos” o peso do tempo é mais crível e palpável.

Enquanto Eva procura aproveitar sua existência com todos os percalços, Adão é negativo quanto ao mundo e os seres que neles habitam, principalmente em relação aos “zumbis”, forma pejorativa que ele chama os humanos. Ele lamenta a forma que nós destruímos nosso mundo e a nós mesmos, cada vez mais desejando por um fim na sua existência.

Imagem: Divulgação/Internet
Pensemos: você vive por séculos, já experimentou das mais diversas culturas, já presenciou os mais diferentes fatos históricos, já viu milhões de pessoas morrendo e já fez praticamente tudo o que poderia ser feito. E agora? A vida vampira é regada por muita cultura e muito tédio. Eva é vista envolta de montanha de livros, enquanto Adão é soterrado por vinis e instrumentos musicais. O nível intelectual dos dois é tão absurdo que nada mais os satisfaz – além do desejo de um pelo outro. E é aí que mora a chave dessa sustentação milenar: o amor dos dois – que reflete o título original do filme.

Outro aspecto importante da vida das criaturas é a alimentação. Como bem lembra Eva, não estamos mais na Idade Média, onde eles tinham a liberdade de consumir o sangue que quisessem sem serem perturbados – o nível de mortalidade era altíssimo. Mas estamos na era do big brother, onde há uma câmera em cada esquina. Caçar humanos é impensável.

Enquanto Eva era fornecida pelo amigo Christopher Marlowe (interpretado pelo incrível e eterno John Hurt) – sim, o poeta; aqui ele é um vampiro que fingiu sua morte em 1593 (!) –, Adão se veste de médico, sai na calada da noite até um banco de sangue e suborna um médico para conseguir seu sangue O Negativo. A cena é mortalmente cômica, desde a forma fria que ele tenta fingir ser um médico de verdade – usando utensílios ultrapassados – até a maneira que o médico do local morre de medo dele, mas aceita a barganha pelo dinheiro.

Imagem: Divulgação/Internet
Há ainda um ponto que, de tão óbvio, pode passar batido na resolução do longa: a forma que Jarmusch trabalha com a noite. Como todos sabemos, vampiros são seres noturnos, então todas as cenas do filme se passam à noite. Diferente da abordagem tradicional em filmes vampirescos, as noites aqui são sensuais, misteriosas e insinuantes, como se compartilhassem da natureza das criaturas. Não há temor, há atração. A cena final, com os dois vampiros observando um casal que delicadamente se beija, é a concepção máxima dessa noite emotiva do diretor.

O próprio nome dos vampiros também revela muito: eles conheceram tempos remotos e estão juntos até hoje, como se fossem os primeiros, e mais duradouros, amantes do planeta. Sem toda a ideia bíblica de pecado original, já que os dois são tratados quase como divindades, seres dotados de moral única e comportamentos dignos dos longos séculos nas costas, Adão e Eva são as peças definitivas que se encaixam como nenhum par. A víbora desse Jardim do Éden é Ava, a irmã que assombra os dois.

Imagem: Divulgação/Internet
“Amantes Eternos” é um longa primoroso pela versão atual e fiel do que viria a ser um mundo habitado por vampiros, uma das abordagens contemporâneas que conseguem casar com nossa realidade – a série "True Blood" é outro bom exemplo disso. Trazer figuras milenares que residem em nosso imaginário em cenários arcaicos como castelos para a era da internet é, no mínimo, curioso, e Jarmusch disseca essa premissa de forma genial, o que nos desafia e coloca em cheque nossas próprias concepções de realidade e modernidade, além de nos fincar ao chão sobre nossa tão sonhada imortalidade – ela pode não ser tão agradável assim.

Depois de ver incontáveis gerações, o que há mais para fazer? Como lidar com a futilidade da vida eletrônica e como preservar o tempo que eles vieram? Essas são algumas das várias questões levantadas no desenvolvimento de "Amantes Eternos". Tudo isso cria uma áurea magnética e narcotizante que nos faz adentrar naquela realidade vampira de forma ímpar, harmônica e sempre bela. Não importa que criatura você seja, o quanto tempo você exista e nem de onde você veio. No fim das contas o que nos une – e deve nos unir – é o amor, seja ele pelo o que for. Sejamos sinceros, não dá para não amar um filme sobre vampiros hipsters. Eles amam Jack White.


O “rei” está de volta, mas, desta vez, sem a titulação que lhe confere a soberania no nome. Kong, que desta vez é citado como um “deus” para o povo local de uma ilha, chega ao seu quarto filme, “Kong: A Ilha da Caveira”, sob a direção de Jordan Vogt-Roberts. A história é ambientada em 1971, logo no fim da retirada das tropas estadunidenses do Vietnã e no período da Guerra Fria, e tudo começa quando William Randa (John Goodman), junto à Monarch, uma organização secreta, decide enviar uma equipe de pesquisadores numa desconhecida ilha a fim de explorar o local.

Para a segurança do grupo, Randa conta com o reforço do exército, que está sob o comando do determinado Tenente Coronel Preston Packard (Samuel L. Jackson), e de James Conrad (Tom Hiddleston), um ex-capitão da guerra do Vietnã contratado como apoio por conta de suas habilidades na floresta asiática. Isso sem contar com a equipe de cientistas e biólogos e a fotógrafa Mason Weaver (Brie Larson), contratada para capturar cada novidade vista ali. Quando chegaram à ilha, os soldados dispararam bombas sob o pretexto de testar o solo, só que Kong não gostou nem um pouco disso. E aí, o resto é spoiler.

Temos uma criatura desconhecida e ameaçadora, uma ilha cheia de mistérios, um galã com bom senso e pragmático, uma jovem inexperiente, porém destemida e inteligente, um vilão cego pela vingança e honra, e um time de coadjuvantes que dão o tom leve ao filme. Em questão de roteiro, o filme é, sem dúvidas, mais do mesmo para o gênero. E como já era de se esperar, “Kong: A Ilha da Caveira” traz a essência das versões anteriores em alguns momentos, como na relação de carinho e respeito entre Mason (Larson) e Kong, por exemplo.

As atuações são as mais caricatas possíveis, principalmente as dos “mocinhos” James e Mason (Hiddleston e Larson) e do vilão Packard (Jackson). Porém, não se sabe se por acaso ou propositalmente, o time de coadjuvantes, em especial os soldados e Hank Marlow (John C. Reilly) – tenente da 2° Guerra Mundial que vive há 28 anos na ilha) – ganhou bastante espaço na trama. O que é bom, já que são personagens bastante espirituosos e carismáticos que contribuem, e muito, para o desenvolvimento da narrativa.

As questões técnicas não deixam a desejar: fotografia, efeitos especiais e mixagem de som estão excelentes no longa. Nesta última versão, entretanto, Kong perde um pouco do aspecto de gorila. O corpo deste é mais musculoso, e já não usa mais as mãos para andar (quase como um chimpanzé). Além disso, seus traços estão bem mais reais, mas isso fica mais por conta da evolução da tecnologia mesmo, já que o último filme foi lançado em 2005, há mais de 10 anos.

“Kong: A Ilha da Caveira”, de fato, não traz nada de novo. É inevitável ter aquela sensação de “já vi isso antes” ao assistir. Mas, sem deméritos: o longa em nenhum momento é pretensioso, mas sim veste a camisa de “pipocão” e cumpre seu papel, que é entreter o público de forma superficial. O cinema nem sempre é para fazer pensar ou conscientizar sobre algo (mesmo que toda história tenha a sua moral), mas é, também, entretenimento, diversão e frio na barriga. E não há nada de mal nisso! 


Como falamos na semana passada, Daniel Craig abandonou de vez o papel do icônico personagem da franquia tão icônica quanto e que não demoraria muito para que uma corrida para a escolha do novo ator encarregado de tal papel começasse, e ela começou, aparentemente, nessa semana. Aquele moço de "Thor" está disparadamente em primeiro lugar e nós não podemos reclamar, só agradecer.

Tom Hiddleston, o Loki de "Thor", de acordo com fontes do BMD, está interessadíssimo em dar vida ao James Bond na clássica franquia "007". Ainda segundo o site, o cara já estaria com negociações avançadas para poder tomar o papel para si. Eita!

Mas, porém, todavia, entretanto, o ator não é o único cotado para tal papel, viu? Segundo o tabloide britânico The Sun, Jamie Bell, de "Quarteto Fantástico", também estaria de olho no personagem. Bell teria conversado com os produtores da franquia e impressionado os mesmos com sua atuação. Segura essa marimba aí, Tom.

De qualquer maneira, temos dois possíveis (e fortes) nomes ao papel, certo? A gente é #TeamTom porque nós conseguimos ver melhor o ator como o famoso espião e por estarmos acostumados por tal ideia há muito tempo. E vocês?

Guillermo Del Toro vem guardando seu novo projeto a sete chaves há um bom, revelando uma coisa minima aqui e ali, em resumo, quase nada. Conhecido inicialmente como "Crimson Peak", o filme chamava atenção pelo tom emo e gótico e sombrio presente, e tudo indicava que ele salvaria o terror, não criando algo para sustos comerciais como temos visto nos últimos anos. O terror aqui serve, aparentemente, como pano de fundo para algo maior.

O brilhante elenco também não passava despercebido. Temos Tom Hiddleston, que teve seu hype aumentado por "Thor" e "Vingadores", e Mia Wasikowska, conhecida por "Alice no País das Maravilhas" e "Mapa Para As Estrelas", como os grandes protagonistas, além do elenco de apoio que conta com nomes como Jessica Chastain ("O Ano Mais Violento") e  Charlie Hunnam ("Sons of Anarchy").

Após um grande Festival de Promessas, o trailer, aleatoriamente, foi divulgado nesta semana. Sim, perdemos completamente o timing, mas o blogueiro responsável por esta área do blog não conseguia gerar um bom texto sobre. Enfim, chega dessa explicação desnecessária, e assista ao primeiro trailer (completo e legendado!) de "A Colina Escarlate", nome que o filme recebeu nas terras tupiniquins.


Na curiosa trama, Mia Wasikowska é uma escritora especializada em fantasmas, que a perseguem desde quando era uma criança. Ao casar-se com Thomas (Tom Hiddleston), a escritora muda-se para uma mansão em Cumbria, condado no Noroeste da Inglaterra. Lá, ela descobre que "Uma casa tão antiga assim, ganha vida com o tempo. Começa a criar memória. Algumas boas. Outras, más. Algumas que nunca devem ser mencionadas". ESSE FILME PROMETE!

"A Colina Escarlate" tem estreia prevista para 22 de outubro de 2015!

Misture um pouco de vampirismo, nada de vampiros brilhando, e um romance. Calma, não fiquem receosos. Algo bom esta por vir! Estou falando de "Only Lovers Left Alive", um filme que promete tirar aquela imagem que, por ser a mesma temática, a Saga Crepúsculo (aceitem fãs) deixou.

O filme conta com nada mais, nada menos que Tilda Swinton (precisa dizer que ela é uma ótima atriz?) e Tom Hiddleston, nosso eterno Loki, que interpretarão um casal vampiresco que são eternos amantes, séculos, e em um momento da vida se separam e mais tarde se reencontram, a partir dai digamos que o filme começa. O clímax do filme se dará com a chegada da irmã de Tilda, Mia Wasikowska. Já vimos algo do tipo não? Mas desta vez parece que vai ser algo BEM melhor.

O longa, que está sendo exibido em vários festivais no mundo, já tem trailers e posters. Confira!


Tudo parece tão bom não? Ainda não temos uma data de estreia oficial nem para o cinema americano, nem para nós, brasileiros. Esperamos que seja o mais perto possível!