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Foto: Fábio Tito/G1

Veteranos de Lollapalooza, os caras do The 1975 fizeram nessa sexta-feira (05) sua segunda apresentação no festival. Dessa vez, eles trouxeram ao Lolla a fase mais pop da sua carreira, ainda que também seja a mais crítica, dando vida ao disco base de sua atual turnê, o "A Brief Inquiry Into Online Relationships", lançado no ano passado.

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Caótico, o material ditou o tom dessa nova fase da banda. Embora sempre tenha sido uma característica do grupo fazer críticas sociais enquanto nos coloca pra dançar, agora tudo adquiriu um tom ainda mais frenético. É o caso, por exemplo, da performance de "Love It If We Made": enquanto todos dançam ao som do synthpop, imagens de desastres e desgraças mundiais inundam o telão junto com a frase "a modernidade falhou com a gente", presente na letra da música.


Tudo muito grande, muito intenso, muito exagerado. Bem millennial, né?

Aliás, muito dessa grandeza no palco se deve ao vocalista, Matty Healy. O cara é a alma da banda e passou os 60 minutos de show cantando, atuando e interagindo com toda intensidade possível. Ele entrou em personagens, travou uma guerra com a câmera robô e até deixou de fumar um cigarro quando a galera na plateia gritou e aplaudiu como se o ato não representasse um vício. É a intensidade e a sinceridade de Matty que faz com que as Críticas Sociais Fodas™ do The 1975 não soem forçadas. Tanto no disco, quanto no ao vivo. 



Essa atmosfera caótica também se refletiu no palco: um retângulo, símbolo bem utilizado pela banda em capas de disco, ganhou vida com projeções e muitas cores, servindo de moldura para a performance de Matty e duas dançarinas-vocalistas de apoio, que ajudaram a dinamizar ainda mais o show. 

Com tantas mudanças assim, ainda há espaço para o antigo som da banda? Sim! Além das novas canções, com destaque para "TOOTIMETOOTIMETOOTIME" e "It's Not Living (If It's Not With You)", o setlist trouxe também algumas faixas queridinhas dos fãs, como "Sex", "Chocolate" e "The Sound", essa a representação perfeita entre a transição sonora do que era e do que é o The 1975 atualmente. 

Depois de duas vindas ao Lolla (e dois ótimos shows), a gente fica aqui torcendo para continuar a ver a banda britânica ,arcar presença no festival.
O Lollapalooza é conhecido por trazer um line-up sempre bem diversificado, com artistas dos mais variados estilos musicais, tudo junto e misturado nos mesmos dias e palcos. E, todo ano, entre bandas de rock, artistas alternativos e nomes importantes do rap, temos também os representantes da música pop, geralmente não tão conhecidos do público, mas que merecem atenção. 

Se você é daqueles que vai pro festival atrás das atrações de pop, preparamos aqui um guia pra você já ir sabendo quem vai tocar, em qual dia e o que esperar do show: 

Sam Smith

Tudi bem que a maioria dos hits do Samzinho são músicas sofridas, como "Stay With Me" e "I'm Not The Only One", mas não se engane: ele tem investido bastante em um som mais dançante, como é o caso de "Dancing With a Stranger" e a parceria com Calvin Harris em "Promises". Acreditamos que seu show vai refletir um pouco dos dois lado desse artista que está claramente em fase de transição.



The 1975

A banda britânica é daquelas que sempre entrega ótimos trabalhos, mas por alguma razão ainda é pouco valorizada. Tá na hora de mudar isso e o Lollapalooza é a oportunidade perfeita. Espere dos caras um show bem pra cima e recheado das melhores faixas de seus três discos, como "Girls", "The Sound", "Somebody Else" e os hinos de seu mais recente álbum, "A Brief Inquiry Into Online Relationships". Liderados pelo Matty Healy, o The 1975 se apresenta na sexta-feira, 5 de abril.



Troye Sivan

Poc music? Queremos! Troye Sivan chega ao Brasil pela primeira vez com a turnê de seu aclamadíssimo segundo álbum, o "Bloom", que aborda em meio a muito synthpop as dores e delícias de ser um jovem gay descobrindo o amor. Todo ano o Lolla traz uma revelação da música pop que promete, e estamos ansiosos para ver o Troye mostrar, no dia 5 de abril, sexta-feira, porque ele merece ser a aposta dessa edição.




Years & Years

Foram anos e anos (ahá!) de rumores sobre uma possível vinda do Years & Years para shows próprios e em festivais, mas depois de tantos tombos finalmente podemos comemorar. É com a turnê do segundo álbum do grupo, "Palo Santo", que veremos o trio liderado pelo carismático Olly Alexander em ação no domingo, 7 de abril. Ao que tudo indica, teremos um repertório equilibrado, com hits como "King", do álbum "Communion", e as recentes "All For You" e "Play".



IZA

Mais recente adição do festival, IZA é o principal expoente da música pop brasileira no Lollapalooza 2019. Depois de uma participação incrível no show do Rincon Sapiência na edição passada, a cantora volta ao evento no dia 7 de abril, domingo, dessa vez com um show próprio recheado de canções do "Dona de Mim", pra mostrar porque ela é, sim, um dos grandes nomes do cenário nacional atual. 



***

Deu pra animar, né? O Lollapalooza acontece nos dias 5, 6 e 7 de abril no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Pra garantir seu ingresso, corre lá no site do festival. E pra já ir aquecendo, dá o play na nossa playlist especial do Lolla, com o melhor do pop, rap, rock e tudo mais que a gente vai encontrar por lá. 

Fazendo um balanço geral, 2018 foi um ano bom pra música, né? Tivemos alguns retornos muito esperados, como o da Christina Aguilera, vimos a menina Ariana Grande fazer valer sua narrativa, observamos o comeback triunfal e nada convencional de Lady Gaga como estrela de cinema, com direito a trilha cheia de sucessos, e vimos também novas estrelas surgirem, como Camila Cabello e Cardi B. 

Mas se 2018 foi bom, 2019 promete ser ainda melhor. Com a quantidade e qualidade dos lançamentos prometidos para esse ano, e também daqueles que ainda são rumores, só podemos esperar um ano incrível pra fecharmos mais essa década musical.

É tanta coisa boa que tivemos que escolher apenas os 20 discos que estamos mais ansiosos para escutar. Então, em ordem alfabética, aí vão os álbuns mais esperados de 2019:

Ariana Grande

No dia 8 de fevereiro teremos o quinto disco de Ariana, sucessor do "Sweetener", lançado em 2018. Quem tem acompanhado a carreira da artista sabe: depois de muitos problemas em sua vida pessoal, ela resolveu fazer da música sua terapia e decidiu que vai lançar faixas e álbuns quando bem entender, como os rappers fazem. O novo disco levará o mesmo nome de seu atual hit, "thank u, next", e trará também as já lançadas "imagine" e "7 rings".



Beyoncé

Como sempre quando se trata de Beyoncé, não temos ideia alguma sobre seu novo projeto. Pode sair esse ano ou não, ou pode ser algo diferente, como no ano passado, quando ela lançou um disco, mas foi em conjunto com o JAY-Z. Pode vir com clipes, um filme ou algo que a gente nem imagina. Dizem por aí que ela tentou alugar o Coliseu por um dia também. Vai saber? A única coisa que sabemos é que vai ser foda.



Cardi B

Uma das maiores revelações da década, Cardi B chegou quebrando tudo, sendo aclamada por público e crítica e conquistando várias indicações ao Grammy, incluindo Álbum do Ano, com seu disco de estreia, "Invasion Of Privacy" (2018). Mas ela não quer parar por aí e já garantiu que em 2019 tem material novo. Será que Cardi vai contar um pouco sobre sua experiência com a maternidade do seu ponto de vista divertidíssimo e nada comum? Queremos.



Carly Rae Jepsen

Nome que apareceu na nossa lista de álbuns mais esperados de 2018, Carly resolveu fazer tudo com calma e não liberou seu tão aguardado novo disco no ano passado. Mas de 2019 não deve passar, até porque ela já lançou a ótima "Party For One", o primeiro single dessa nova era. Por favor, Carly, não demore porque precisamos de mais pop de qualidade sobre independência, amores perdidos e, sim, masturbação.



Chance The Rapper

Um dos melhores rappers da atualidade, Chance foi aclamadíssimo com a mixtape "Coloring Book", liberada em 2016, e confirmou que já está em estúdio para trazer seu sucessor. O cara tem trabalhado com Kanye no projeto, e o novo material deve seguir a linha dos últimos álbuns em que Ye esteve envolvido: conciso, com apenas 7 faixas. Poucas músicas? Sim, mas temos certeza de que o rapper vai conseguir fazer valer a pena.



Charli XCX

Tivemos a certeza de que 2019 prometia quando, logo nos primeiros dias, Charli compartilhou com a gente suas resoluções para esse ano: "fazer e lançar um disco". É difícil saber o que vem por aí, já que o último álbum da britânica foi o "Sucker", lá de 2014. Desde então, ela tem explorado bastante a PC Music, com direito a duas mixtapes e um EP. Seja como for, o trabalho vai ser bom, afinal, it's Charli, baby!



Dua Lipa

Depois de conquistar o sucesso mundial com seu disco de estreia, Dua tem em mãos o desafio de fazer um disco que supere seu primeiro, para o público e para a crítica, e que mostre evolução. Felizmente, a cantora aproveitou sua ascensão para fazer ótimos amigos ao emprestar sua voz para músicas de produtores como Diplo e Mark Ronson, que podem até aparecer no material. Vai saber? Ela também está compondo bastante com a Tove Lo, o que já é uma garantia máxima de hino.



Hannah Diamond

A artista tem prometido seu disco de estreia desde 2017, mas aqui estamos nós em 2019 sem ainda termos escutado essa bíblia da PC Music. Nos últimos anos tivemos trabalhos bem interessantes no gênero, como a mixtape "Pop2", da Charli XCX, e o mais recente "Oil of Every Pearl's Un-Insides", da SOPHIE. A estreia definitiva de Hannah funcionaria para dar ainda mais força à dominação musical do ritmo. Vem fortalecer o movimento, Hannah!



Kendrick Lamar

No início do ano, a Polydor Records fez uma postagem, já deletada, em que revelava alguns lançamentos de 2019. Entre os nomes, um dos que mais se destacou, sem dúvidas, foi o de Kendrick. Adepto aos lançamentos surpresa e bem sigiloso com relação às suas músicas, é difícil até imaginar o que vem por aí, mas, tal como Beyoncé, não precisamos de muitas informações pra saber que um dos melhores álbuns do ano está a caminho.



Lady Gaga

Gaga fez seu retorno às paradas de sucesso de forma inesperada: através da trilha de um filme da qual ela é protagonista - e pelo qual ela está indicada ao Oscar. Se "A Star Is Born" serviu para a cantora lembrar a todos que ela nunca está fora do jogo, seu próximo álbum, que deve trazer produções de Boys Noize e SOPHIE (sim, uma produtora de PC Music!), pode ser o disco que vai trazer a Gaga pop que tanto amamos de volta. É esperar pra ver.



Lana Del Rey

Com o apoio de Jack Antonoff, nome por trás do "Melodrama" da Lorde, Lana Del Rey tem criado algumas de suas melhores músicas, como "Venice Bitch" e "Mariners Apartment Complex". Se elas forem uma prévia do que encontraremos em seu próximo disco, "Norman Fucking Rockwell", que deve estar entre nós ainda no primeiro semestre do ano, é certeza de que uma das melhores coisas de 2019 vem aí.



Marina

Marina (ex-And The Diamonds) se afastou da música para se dedicar aos estudos de psicologia, mas depois de um tempo de muitas reflexões sobre a vida, ela está de volta e com um novo nome (ou quase). A artista promete que seu novo material que, ao que tudo indica, já está finalizado, valerá a espera. E parece que o primeiro single dessa nova fase chega já na sexta-feira (8 de fevereiro).



Miley Cyrus

Miley revelou recentemente que seu novo álbum terá de tudo: pop-rock com produções do Mark Ronson, pop alternativo com o Wyatt, hip-hop com o Mike Will Made It e até músicas de pop beeem chiclete. Muitas personalidades pra agradar todo mundo! Para completar, rumores dizem que Miley quer celebrar sua carreira nessa nova era, com direito à turnê mundial e apresentação de hinos marcantes, como "The Climb". Sim, nós já estamos alimentando expectativas.



Normani

Enquanto não lança seu primeiro álbum pós-Fifth Harmony, Normani tem colaborado com ótimos artistas, como Calvin Harris, Khalid e Sam Smith, expandindo sua fanbase e conquistando terreno para seu primeiro lançamento solo. Seu disco de estreia deve ter colaborações de Missy Elliott e Ryan Tedder, além da participação de muitos produtores com os quais a artista sempre quis trabalhar. "Sonoramente e criativamente, eu posso fazer absolutamente o que eu quiser agora", contou Normani à Billboard. Soa promissor, né?



Rihanna

Rihanna está nos enrolando por anos após assumir o papel de revendedora oficial da sua linha de maquiagem, a Fenty Beauty, ao ponto de que vivemos um caso de abstinência coletiva de Riri em nossas vidas. A hitmaker já confirmou que o novo disco chega mesmo esse ano, mas não sabemos muito além disso. Rumores diziam que seu nono álbum exploraria o reggae, mas faz tanto tempo que essas informações saíram que não temos como ter certeza de nada. O que não importa muito, já que qualquer coisa que a Rihanna fizer em qualquer ritmo vai ser incrível.



Selena Gomez

Selena ensaiou seu retorno definitivo diversas vezes, com singles avulsos aqui e ali, mas sempre parando no meio por conta do Lupus e de suas complicações. Recém-saída de uma clínica de reabilitação, na qual entrou para lidar com estresse e ansiedade, a cantora parece estar bem agora. Segundo a gravadora Polydor, esse ano o sucessor do "Revival" (2015) sai. Fica a torcida pra que 2019 seja cheio de saúde e disposição para a cantora, e que ela consiga se reerguer e transformar toda a sua dor em música boa, como a gente sabe que ela pode fazer.



Sigrid

Uma das maiores revelações do pop em 2018, Sigrid não nos decepcionou com nenhuma música que lançou até hoje, e não há razão para acreditar que com seu disco de estreia, chamado "Sucker Punch", vai ser diferente. O material incluirá a canção de mesmo nome, além de "Don't Kill My Vibe",  "Strangers" e "Don't Feel Like Crying" (R.I.P. "High Five"), e está previsto para dia 1º de março.



Tame Impala

Calling all the indies! Tava muito difícil ser conceitual sem um novo lançamento do Tame Impala, mas essa saudade vai ficar pra trás em 2019. A banda foi confirmada como headliner do Coachella desse ano e já deu a entender que um novo álbum vem aí, possivelmente no dia em que se apresentam no festival, 13 de abril. O material será o sucessor do aclamado "Currents", de 2015, que é uma das melhores coisas que o meio alternativo nos proporcionou nessa década.



The Weeknd

No início ano passado, The Weeknd lançou o EP "My Dear Melancholy,", ótimo, mas que não necessariamente saciou nossa vontade por um novo disco do cara. Felizmente, durante um show em Toronto no fim de 2018, o canadense avisou que seu seu sexto álbum chegaria em breve, e a gente decidiu que esse em breve não pode passar desse novo ano. À julgar pelo "Starboy", de 2016, e pelo EP, podemos ficar tranquilos porque, quando chegar, vai ser bom demais, como sempre.



The 1975

Donos de um dos melhores discos de 2018, os caras do The 1975 já lançaram o "A Brief Inquire Into Online Relationships" com a certeza de que nesse ano viria mais um álbum. O "Notes On A Conditional Form" é, segundo o vocalista Matty Healy, um disco de UK Garage (dance, música eletrônica) sobre "ansiedade social" e nele você poderá encontrar uma das melhores letras que ele já escreveu. Os caras sabem muito bem como criar expectativa na gente (e como atendê-las também).



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Pra qual disco você tá mais ansioso? Esquecemos de incluir algum álbum muito importante e muito esperado na lista? Conta pra gente nos comentários!
Lollapalooza é aquele festival em que você ama certas atrações, mas também chega disposto a conhecer e se apaixonar por inúmeras outras, né? É por isso que o evento, principalmente em suas últimas edições, tem se dividido entre nomes foderosamente conhecidos e outros nem tanto – o que é uma das suas coisas mais legais, convenhamos – e, se você for daqueles que ainda não teve tempo para se aprofundar sobre os artistas que virão, esse post é perfeito pra você.

Para que você não fique perdido no Lolla e consiga até arriscar uns versos de algumas músicas, preparamos uma lista com os 10 discos que você PRECISA escutar antes do festival. Tem pra todos os gostos: rock, pop, R&B, alternativo... Você vai chegar no Autódromo de Interlagos sabendo um pouquinho de quase tudo e, quem sabe, sairá de lá sabendo cantar todas as canções de trás pra frente. Vai que, né?

Confira nossa lista (que não está em ordem de importância, pois amamos todos esses artistas <3) abaixo:

1. "Starboy", The Weeknd

Muitos bons artistas vão passar por essa edição do Lollapalooza, mas o que estamos mais animados para assistir é o The Weeknd. O canadense lançou no ano passado seu terceiro disco, "Starboy", que veio com a missão de ser tão bom quanto seu antecessor, "Beauty Behind The Madness", e ele não só conseguiu como se superou. No novo álbum, Abel mistura seu clássico R&B alternativo com batidas eletrônicas e sintetizadores no maior estilo anos 80, nos entregando um trabalho maduro, consistente e que não deixa ninguém ficar parado.


2. "I See You", The xx

O terceiro álbum do The xx, lançado no começo de 2017, é o mais diverso entre os do grupo e o mais pop também. Entre tantas influências buscadas para esse novo material, a maior foi no "In Colour", disco solo do Jamie xx, produtor da banda. Por isso, o "I See You" diversas vezes incorpora esse projeto e mescla de tudo um pouco, como indie rock, eletrônico e vários sintetizadores, com o característico indie pop da banda e os vocais limpos e dramáticos de seus vocalistas, fazendo com que o The xx não perca sua identidade, apenas nos de a chance de amá-los em outras formas e ritmos.


3. "Lady Wood", Tove Lo

O poder feminino da edição fica por conta de Tove Lo, que vai fazer um show com foco maior nas músicas do seu novo CD. O "Lady Wood" usa de batidas alternativas e eletrônicas para falar sobre sexualidade feminina e libertação e traz a cantora sem medo de falar o que pensa, expor suas inseguranças e abrir seu coração. Pop sueco da melhor qualidade.


4. "I Like It When You Sleep, For You Are So Beautiful Yet So Unaware Of It", The 1975

Antes conhecidos por ser uma banda mais alternativa e de certa forma sombria, o The 1975 está cada vez mais pop e sem medo de ser feliz. O segundo álbum da banda inglesa, "I Like It When You Sleep" (não, não vamos falar o nome todo de novo!), é a mistura perfeita de synthpop com riffles de guitarra e a teatralidade e dramaticidade que só eles sabem imprimir em suas letras e clipes. Que eles fiquem no pop por um bom tempo!



5. "Cry Baby", Melanie Martinez

Se você gosta de música pop com conceito por trás, então a Melanie Martinez é pra você. Saída do The Voice americano, a rainha do conceitinho infantil usa do mundo de casas de bonecas e carrosséis como metáfora para falar de relacionamentos amorosos, amigos, família, padrões de beleza e muito mais, em meio a um indie pop viciante, no seu primeiro disco, "Cry Baby". No final, de infantil, Melanie e suas letras não têm nada.



6. "Gameshow", Two Door Cinema Club

A capa do álbum, com suas luzes neon, já entrega: vai ser dançante, sim! "Gameshow", terceiro álbum do Two Door Cinema Club que foi lançado no ano passado, continua no estilo rock alternativo que os irlandeses já estão acostumados, mas flerta bastante com o pop eletrônico, o funk e até o disco, soando eletrizante desde a primeira ouvida. E se o CD já é divertido assim, imagina o show?


7. "No Mythologies To Follow", MØ

A dinamarquesa MØ pode ser mais conhecida do grande público por suas mais recentes parcerias de sucesso, como "Lean On" e "Cold Water", ambas do Major Lazer, mas a gente te garante que ela é MUITO mais do que isso. Com seu álbum de estreia, o "No Mythologies To Follow", MØ se apresenta pra gente de forma original, misturando R&B contemporâneo com trip-hop e indie pop e nos entregando aquele som que a gente não sabia que precisava até escutar pela primeira vez.


8. "Duas Cidades", BaianaSystem

Rock, reggae, axé, música eletrônica... O segundo disco do BaianaSystem, "Duas Cidades", traz um pouco disso tudo com uma pitada de política para discutirmos o momento atual do Brasil. Representantes do nosso país nesse Lollapalooza, os caras do Baiana fazem um som diferente, misturando a "guitarra baiana" com o "system sound" (e daí o nome) e adicionando conceitos audiovisuais ao seu trabalho, retratando problemas cotidianos tanto em suas letras quanto em seus vídeos. Música boa com crítica social foda? Tá tendo e é do Brasil!


9. "Love You To Death", Tegan And Sara

Inteiramente produzido pelo Greg Kurstin, vencedor do Grammy de Produtor do Ano de 2016 e responsável por hits como "Stronger", da Kelly Clarkson, e "Chandelier", da Sia, o oitavo álbum da dupla Tegan and Sara, "Love You To Death" é, assim como o envolvimento de Greg sugere, cheio de músicas pop muito viciantes. As irmãs, que começaram com um som mais alternativo e indie rock, se jogaram de cabeça em um synthpop com cara de anos 80 nesse novo disco e nós não poderíamos ser mais gratos por isso. Meninas, por favor, nunca abandonem os sintetizadores!


10. "Skin", Flume

Vencedor do Grammy de Melhor Álbum Dance de 2016, Flume vem ao Lollapalooza como headliner de um dos palcos do festival e, depois de ouvir o disco "Skin", você vai entender o porquê. Passando pelo R&B contemporâneo com muitas batidas eletrônicas e uma house music diferenciada, o Flume é tudo que o The Chainsmokers quer ser, mas nunca será, fazendo um trabalho alternativo mas, ao mesmo tempo, muito pop, que tem como missão fazer todo mundo sair do chão e que, depois de duas ou três músicas, consegue esse feito com muita facilidade.



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Pode vir, Lolla, que o nosso corpo está mais do que pronto! Se você ainda não comprou seu ingresso para escutar esses hinários ao vivo, corre que a ainda dá tempo! É só clicar aqui e depois escutar de novo e de novo todos esses álbuns para aprender as letras direitinho.
Sabe aquela banda que você conhece apenas o nome e algumas poucas faixas porque viu na internet um dia desses ou porque seu amigo gosta bastante? Esse é o caso do The 1975. O grupo britânico de sonoridade marcante e letras profundas sofre dos sintomas de falta de reconhecimento, mas nós estamos aqui para ajudar a curar essa doença e te mostrar porque eles merecem (muito) a sua atenção.

Formada em Manchester pelos ingleses Matty Healy (vocalista e guitarrista), Adam Hann (guitarrista), George Daniel (baterista) e Ross McDondald (baixista), o The 1975 lançou 4 EPs antes de chegar ao álbum de estreia. Entre as faixas lançadas nesses EPs, a de maior sucesso é "Sex".


Porém, foi com seu debut autointitulado liberado em 2013 que o grupo apareceu de verdade na cena do rock alternativo, usando e abusando dos riffles de guitarra e de muito synthpop.

O primeiro disco veio mais sombrio e mais fechado, mas com letras muito bonitas e que acertam em cheio na gente. Servindo como um álbum de apresentação ao público, o "The 1975" não conseguiu trazer algo de novo, mas consolidou o estilo do quarteto, o que, mais pra frente, se mostrou essencial para as mudanças que a sua sonoridade do grupo sofreu.

As faixas de maior destaque do CD são "Girls", "Robbers", "Chocolate" e "Settle Down", mas aqui no It Pop nós destacamos "Heart Out", a nossa favorita pela composição, sonoridade e pelo clipe, que é simples, mas muito fofo.



Ao flertar com o pop, o The 1975 percebeu que eles se encaixam muito bem nesse ritmo. Para se ter uma noção, a faixa "Change Your Ticket", do One Direction, contou com a colaboração de membros da banda, que transformaram a canção em algo muito maduro e diferente em um álbum tão pop como "Four", que marca o crescimento da boyband. Assim, aproveitando que eles tem muito a oferecer nessa área que, a gente bem sabe, gosta muito de uma reinvenção, o The 1975 migrou de vez e migrou bonito.

No primeiro álbum propriamente pop da banda, o "I Like It When You Sleep, For You Are So Beautiful Yet So Unaware Of It" (sim, é esse o nome), lançado no ano passado, eles conseguiram amadurecer seu som e trazer algo de novo ao brincar com essa proposta oitentista, sem deixar de lado a aura sombria, mas sim equilibrando-a ao apostar em uma sonoridade mais animada e em alguns clipes com cores mais fortes.

Uma das marcas do The 1975 é a teatralidade de suas músicas e vídeos, algo bem visível no próprio vocalista, o Matty, que é o tipo de cantor que faz toda uma performance da música. Essa teatralidade ficou ainda mais aparente no primeiro clipe dessa era, o "Love Me", e nos últimos dois, o "A Change Of Heart" e o "Somebody Else", que se completam ao contar a mesma história.


Entre as faixas já faladas, destacamos a nossa favorita, a mais radiofônica do material e toda pautada no synthpop, "The Sound", que poderia muito bem ser o single de retorno do 1D.



Como resultado, o The 1975 viu seu segundo disco figurar na lista de melhores do ano de grandes revistas especializadas, como Rolling Stones, sendo apontado até como o melhor álbum pop de 2016. Aqui no It nós colocamos o disco entre os 50 melhores do ano passado porque ele é muito bom e merece ser enaltecido, sim! <3



Fazendo o tipo de música que é feita pra gente sentir o instrumental, compreender a letra e entrar na vibe, o The 1975 ainda tem muito a crescer. Se com apenas um álbum assumidamente pop eles já tiveram esse reconhecimento, mal podemos esperar para vê-los lançar o melhor CD de um ano - porque eles tem potencial para isso.

O grupo britânico será uma das atrações do primeiro dia do Lollapalooza, festival que acontece nos dias 25 e 26 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Ainda há ingressos a venda e você pode garantir o seu aqui.   
O Lollapalooza Brasil 2017 acontece nos dias 25 e 26 de março em São Paulo, no Autódromo de Interlagos, e enquanto segue vendendo os ingressos para a sua próxima edição, o festival revelou nesta terça-feira (17) a programação de suas Lolla Parties, que são os shows que acontecem antes e depois de todo o evento.

Como já esperávamos, o show do The 1975 no Áudio Club, marcado para o dia 27 de março, é uma das extensões do festival, que também contará com apresentações extras de Tove Lo, também no Áudio Club, no dia 24 de março, e dobradinha com Glass Animals e MØ no Cine Jóia, no mesmo dia que The 1975.



Os ingressos para as Lolla Parties começarão a ser vendidos na tarde de hoje (17) e os valores variam entre R$90 e R$140 na meia-entrada.

O festival, por sua vez, traz nomes como The Weeknd, The XX, The Chainsmokers, The Strokes, Flume e Martin Garrix como algumas das suas principais atrações, com ingressos a venda pelo site da Tickets For Fun.
Por motivos de força maior (o Autódromo de Interlagos é bem grande), a banda The 1975 anunciou nesta terça-feira (16) que o seu show em São Paulo, marcado para o mês de setembro, precisou ser adiado para o dia 27 MARÇO de 2017.

O que deveria ser um motivo para lamentações, entretanto, é um bom indício de que seus fãs têm muito a comemorar. Não sabe a razão? Calma que a gente te explica.

The 1975 era uma das bandas especuladas no Lollapalooza Brasil e, de certo, o trabalho dos caras em seu último disco, “I Like It When You Sleep, etc, etc”, renderia um show E TANTO no festival. E, olha só, o Lolla acontece em São Paulo, nos dias 25 e 26 de março.


Como todos sabem, o festival, realizado pela mesma produtora que trará a banda de Matthew Healy, Time For Fun, conta com shows paralelos à sua programação principal, antes e depois do grande evento, de forma que, muito provavelmente, a banda integrará a line-up do Lolla e, consequentemente, ficará com uma das suas Lolla Parties, para o dia seguinte ao encerramento do festival, que é quando o show foi anunciado, 27.

Ainda não é nada oficial, visto que a T4F e a banda não mencionaram o Lollapalooza entre as alterações na agenda dos caras, mas as chances de aproveitarem a passagem dos caras para o festival são grandes – e muito bem vindas.
Segura essa divulgação tour! Depois de anunciar sua primeira vinda ao Brasil, para uma apresentação única no mês de setembro, em São Paulo, a banda The 1975 confirmou o lançamento do disco “I Like It When You Sleep, etc.” em sua versão física nos solos tupiniquins.

Por mais que já tenham feito bastante sucesso por aqui com músicas como “The Sound” e “UGH!”, desse novo CD, o quarteto ainda não havia liberado seu disco em versão física e, com a boa recepção da notícia de que eles estão chegando para essa primeira apresentação, a ideia começou a soar melhor do que antes.

Neste novo álbum, que chegou ao primeiro lugar das paradas americana e britânica, The 1975 explora uma sonoridade ainda mais pop que seu disco de estreia, autointitulado, mesclando uma sonoridade que passeia entre o rock alternativo e a música propriamente pop. As nossas favoritas do álbum são “Love Me” (essa lembra bastante “Famous”, da Charli XCX), “Loving Someone” e, claro, o hit “The Sound”.

Recentemente, os caras lançaram um clipe para o seu próximo single, “A Change of Heart”, assista abaixo:


Aproveitando a oportunidade, nós recebemos uma notícia muito legal e que deverá agradar os fãs da banda: ao contrário do que foi inicialmente anunciado, o show da banda no Brasil, no Áudio Club, em São Paulo, está liberado para o público a partir dos 15 anos, que podem ir acompanhado pelos pais ou responsáveis legais. A apresentação está marcada para o dia 23 de setembro e os ingressos podem ser adquiridos no site da Time for Fun.
O nome do disco é difícil de decorar, mas não se pode dizer o mesmo sobre os refrãos. Os fãs já podem ir preparando o coração e o bolso: a banda The 1975 confirmou seu PRIMEIRÍSSIMO show no Brasil para o dia 23 de setembro, com realização da T4F.

Com uma sonoridade que passeia entre o rock alternativo e o indie pop, os ingleses virão ao Brasil com o disco “I Like It When You Sleep, For You Are So Beautiful Yet So Unaware Of It”, que foi lançado em fevereiro desse ano direto no topo da Hot 200 e rendeu singles como “Love Me”, “UGH!”, “The Sound”, “Somebody Else” e “A Change of Heart”, contando tanto os oficiais como promocionais.



O show da banda foi confirmado na manhã desta terça-feira (19) no Áudio Club, próximo a estação Barra Funda, de São Paulo, e já teve o primeiro lote dos seus ingressos disponibilizados pela internet e bilheteria oficial da Time for Fun, com preços que variam entre R$90 e R$280. Não será permitida a entrada de menores de 18 anos.

A turnê da The 1975 com o disco “I Like It When You Sleep...” começou em novembro do ano passado, em Liverpool, e segue a todo vapor até que eles finalmente desembarquem no Brasil, para essa apresentação única. A banda, ainda que com uma sonoridade bem pop, esteve entre as muitas lembradas pelo público para o festival Lollapalooza.

Essa apresentação tem tudo pra ser um PUTA show. Não perderemos por nada.

O último ano foi marcado por grandes estreias e artistas revelações, além de retornos mais interessantes do que imaginávamos, e se em 2015 conseguimos dar uma segunda chance até para Justin Bieber, nesse ano o que não faltarão são voltas que causarão uma verdadeira reviravolta na indústria.

Enquanto o novo disco da Rihanna, “ANTI”, é nossa inegável prioridade, 2016 ainda nos reserva o retorno de nomes como Lady Gaga, Katy Perry e Britney Spears, sucedendo um ano em que as artistas pop mais interessantes em atividade foram Carly Rae Jepsen, Taylor Swift, Ariana Grande e Meghan Trainor, além da provável chegada de álbuns que estão beirando o título de lendas, como “SWISH”, do Kanye West, e “Boys Don’t Cry”, do Frank Ocean.

O hip-hop, inclusive, continuará em alta, com os novos trabalhos de M.I.A., Kanye, Drake, Iggy Azalea e Macklemore & Ryan Lewis, além de muito R&B com Tinashe e Bruno Mars, pop com Tove Lo e Sia, e por aí vai.

Nós listamos os 30 discos que você realmente precisará escutar em 2016. Confira a lista a seguir:

PARTE 1 / PARTE 2 / FINAL


21. David Bowie, “★”

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Com previsão de lançamento para o dia de aniversário de David Bowie, 8 de janeiro, o 26º álbum de inéditas de um dos maiores ícones vivos da cultura pop se chama “Blackstar” (ou, “★”, de maneira estilizada), e sucede o álbum “The Next Day”, lançado pelo cara em 2013.

Anunciado um pouco antes de chegada do seu primeiro single, a faixa-título “Blackstar”, lançada em novembro do ano passado, o novo disco de Bowie deve soar mais experimental que seu antecessor, resgatando os ideais visionários do cantor que, segundo uma crítica antecipada do jornal The Independent, alcançando o extremo de sua carreira. Composto por sete canções, “Blackstar” também conta com o single “Lazarus”.



22. Ariana Grande, “Moonlight”

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Desde o sucesso ao lado de Iggy Azalea em “Problem”, Ariana Grande lançou uma música atrás da outra e, encerrado o trabalho com o disco “My Everything”, não tem tempo para descanso, uma vez que, neste ano, chega às lojas com seu terceiro CD, “Moonlight”.

Sem tempo para muito desenvolvimento criativo, é difícil esperar que sua sonoridade difira muito dos seus discos anteriores, mas no que depender do seu primeiro e, até então, único single, “Focus”, podemos esperar por esse disco como uma progressão natural, quase como um aperfeiçoamento do seu álbum anterior.



23. Chairlift, “Moth”

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Formado por Caroline Polachek e Patrick Wimberly, o duo Chairlift lançará no dia 22 de janeiro seu terceiro álbum, “Moth”, sucessor do disco “Something”, de 2012, e com os singles “Ch-Ching” e “Romeo”, o álbum é daqueles que não hesitaremos em ouvir o quanto antes e provavelmente continuará nos fazendo companhia pelo resto do ano.

Com um synthpop bastante característico e também acentuado pelos vocais de Caroline, “Moth” tem tudo para ser o disco alternativo queridinho de 2016, liderando o posto, até então, orgulhosamente ocupado pela Grimes e o fantástico “Art Angels” (2015).



24. The Strokes, “TBA”

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“Comedown Machine” (2013) não foi dos discos mais marcantes dos Strokes, mas, em meio aos novos experimentos da banda, até resultou em coisas bastante interessantes. Passado algum tempo desde que a banda deixou de promover o disco, praticamente não divulgado na televisão e mídias virtuais, Julian Casablancas e sua trupe confirmaram então que estavam de volta aos estúdios e lá foi nossa expectativa para os ares novamente.

Do disco anterior, a banda trabalhou apenas dois singles: “One Way Trigger” (maravilhosa!) e “All The Time” (boa o suficiente, para sermos honestos).



25. The 1975, “I Like It When You Sleep, For You Are So Beautiful Yet So Unaware Of It”

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Sucedendo seu disco de estreia autointitulado, a banda britânica The 1975 está louca pra conquistar um público para arenas com seu segundo álbum, exageradamente intitulado “I Like It When You Sleep, For You Are So Beautiful Yet So Unaware Of It”, que tem lançamento previsto para o dia 26 de fevereiro.

Atravessando as fronteiras da música pop, a banda, que conquistou seu primeiro espaço dentro de um nicho mais alternativo, começou a promover o novo disco com o single “Love Me”, num rock radiofônico à la “Famous”, da Charli XCX, e depois disso também revelou a canção “UGH!”, fazendo esse um álbum bem mais comercial e, seguindo as tendências do mercado atual, funky. Seja como for, a proposta deles, segundo os próprios, é fugir do comum que muitos artistas têm investido atualmente.



26. Gwen Stefani, “TBA”

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Estava quase tudo certo pra que Gwen Stefani voltasse ao mundo da música em 2014. Com a exposição oferecida pelo The Voice, a líder do No Doubt descolou algumas parcerias com nomes como Calvin Harris (“Together”, do álbum “Motion”), Maroon 5 (“My Heart Is Open”, composta pela Sia para o álbum “V”), Snoop Dogg (“Run Away”, do álbum “Bush”) e até Eminem (“Kings Never Die”, para a trilha sonora de “Southpaw”), além de ter lançado os singles “Baby Don’t Lie” (Ryan Tedder, Benny Blanco) e “Spark The Fire” (Pharrell Williams), mas nada disso pareceu ter surtido efeito.

Lidando com as dificuldades comerciais e, internamente, também criativas, Gwen decidiu então descartar o novo material, que sucederia o disco “The Sweet Escape” (2006) e reapareceu sem muito alarde no ano passado, com a baladinha “Used To Love You”. A corrida pela estreia de seu terceiro disco recomeçou e aqui estamos nós.



27. Ed Sheeran, “÷” (Título provisório)

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Realmente não nos importaríamos em tirar algumas férias do Ed Sheeran, que teve o auge de sua carreira com o álbum “x”, de singles como “Sing”, “Don’t” e “Thinking Out Loud”, mas o britânico tem tido bastante tempo para compôr e, fora a música escrita para o novo disco do Justin Bieber, “Love Yourself”, começou também a trabalhar no seu terceiro álbum, planejando lançá-lo até o fim desse ano.

Pensando na transição que a sonoridade de Sheeran sofreu entre os álbuns “+” e “x”, com ele soando cada vez mais comercial, pode-se esperar que seu novo disco, provavelmente chamado “÷”, seja o responsável por sua consolidação comercial, fazendo dele algum tipo de Taylor Swift masculina.



28. Macklemore & Ryan Lewis, “TBA”

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O disco “The Heist” fez com que o mundo abraçasse Macklemore & Ryan Lewis, tanto pela divertida “Thrift Shop” quanto pelo hino em prol do amor, “Same Love”, e depois de mostrarem a animação que estavam para emplacar outro hit com “Downtown”, eles devem fazer nesse ano o que não tiveram tempo no anterior: lançar seu novo disco.

Sem muitos detalhes quanto a produção, o segundo disco da dupla deve ganhar um segundo single ainda no começo desse ano, nos ajudando a definir melhor a sonoridade que eles planejam seguir, ainda que tentar limitá-los a algo muito específico não seja das tarefas mais fáceis.



29. Katy Perry, “TBA”

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O brilho do “Prism”, de Katy Perry, não durou tanto quanto do seu disco anterior, mas ela pode se orgulhar pelos números conquistados por singles como “Roar” e “Dark Horse”, que foram os maiores sucessos do registro. Seja como for, está na hora da fila andar.

O quarto álbum da californiana começou a ser produzido pouquíssimo tempo após ela concluir o “Prism” e, mais uma vez ao lado de Dr. Luke, o que não deverão faltar são hits para embalar o resto do ano.

Ainda não há muitas informações divulgadas sobre o material, mas algumas canções registradas pela cantora nos últimos meses soam bastante promissoras, incluindo a produção do Diplo em “Crocodile Tears”, apostada por muitos como uma resposta ao shade que ela recebeu da Taylor Swift em “Bad Blood”.



30. Nick Jonas, “TBA”

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Recém-contratato pelo Jay Z, para um plano de divulgação que inclui uma agenda diretamente relacionada ao serviço de streaming do rapper, Tidal, Nick Jonas relançou há alguns meses seu disco de estreia solo, autointitulado, e não demorará a nos mostrar mais de sua evolução com esse passo seguinte.

Prestes a sair em turnê com Demi Lovato, Nick Jonas está em estúdio, trabalhando em seu segundo álbum, e o quanto antes deveremos ouvir alguma amostra do material que, a julgar pelo intervalo entre os lançamentos, não deve soar muito distante do que ele nos apresentou em canções como “Levels” e “Area Code”.



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Que ano incrível para estar vivo. Nosso Spotify mal pode esperar para tocar todos esses lançamentos!
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