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EMERGÊNCIA POP! Lady Gaga acaba de confirmar em todas as suas redes sociais que "Chromatica", seu sexto álbum de estúdio, chega ao mundo em 10 de abril. A capa ainda tem arte provisória, mas o pre-order já mostra que o disco terá 16 faixas - entre elas, o primeiro single lançado da era, "Stupid Love", que já veio incendiando o mundo da música com o retorno de Gaga às suas origens pop.



Em entrevista à Beats 1 na semana passada, a cantora falou sobre o conceito do álbum e sua mensagem sobre coragem e cura, e que "estaríamos todos dançando nesse próximo trabalho": "eu quero lançar música que seja ouvida por uma grande parte do mundo, e que faça parte do dia a dia dessas pessoas, e que as faça felizes todos os dias", disse a mãe monstro, "eu estava me sentindo tão mal por tantos dias, antes de ir ao estúdio trabalhar, e aí eu entrava e sentava com BloodPop [o produtor] e dizia 'ok, eu vou abrir o portal, vou ouvir, vou falar com as minhas fadas que me ajudam a compor e perguntar a elas o que o mundo precisa ouvir''. Muita gratidão por essas fadinhas! Gaga ainda disse que chorou muito no estúdio por ver como as músicas estavam saindo felizes e animadas, e que o processo de composição teve muito a ver com aceitar os aprendizados do passado, e espera que as mensagens do disco empoderem os seus fãs também.

Entre os parceiros reunidos para criar o LG6, os little monsters já ficaram empolgados com a presença do já citado produtor BloodPop - com quem já havia trabalhado em "Joanne" e é o responsável por "Sorry", do Justin Bieber -, e do compositor Max Martin, figura carimbada nos créditos dos maiores hits pop da história, de "Baby One More Time" à "Roar" e "Shake It Off". Ingredientes não faltam para a farofa acontecer e nós estamos prontos!
Foto: Helena Yoshioka/ Divulgação
Para quem está sentindo falta de novidades das divas Karol Conka, Gloria Groove e Linn da Quebrada, se prepare, porque vem aí “Alavancô”. A música foi gravada no início de julho no estúdio Red Bull Music, no centro de São Paulo, e pensada especialmente para ser apresentada no primeiro dia do Rock in Rio, no dia 27 de setembro.

A ideia de unir as três veio de Zé Ricardo, produtor que já havia trabalhado com Karol e Linn e que é o diretor artístico de um dos palcos do Rock in Rio. Sem dar muitos spoilers sobre a faixa, o produtor definiu o single como um misto entre tango, funk e hip-hop.

Ao G1, Karol disse que a música é sobre auto-estima e estar bem consigo mesmo. “A música fala sobre a gente se sentir à vontade na pele que habita e sobre não se importar com a visão ou opinião de pessoas limitadas”, disse ela ao portal.

E enquanto esse single não vai ao ar, as cantoras já estão gerando expectativa nas redes sociais. O fã clube de Gloria Groove reuniu alguns Stories dos bastidores da gravação da faixa e colocou em um vídeo no Youtube. Dá uma olhada:



Agora só nos resta esperar!
A parceria de Calvin Harris e Sam Smith nos rendeu uma das melhores músicas desse ano, mas ainda bem que eles não pararam por ai. 

Em “Promises”, o DJ britânico chamou o hitmaker de “Pray” para continuar a empreitada de trazer de volta às rádios a House-Music dos anos 80, estilo que ele vem explorando bastante desde seu último álbum, o “Funk Wav Bounce Vol.1”, até seu single anterior, a parceria “One Kiss” com a Dua Lipa.

No clipe, somos levados a uma noite glamorosa em um “ballroom”, onde a liberdade de existir dos LGBTQI+ é celebrada. A produção conta com a participação de Kevin Stea, que ficou famoso ao trabalhar com Madonna em sua transgressora “Blond Ambiton Tour”.




A dupla resolveu expandir o trabalho audiovisual do clipe e criou um mini-documentário, em que dançarinos de Vogue, Drag Queens, designers de moda e consagrados artistas da noite LGBTQI+ relatam suas histórias de aceitação e resistência.

Sam Smith também aparece contando seu processo de aceitação.
Quando eu me assumi a única coisa que meu pai me disse foi, ‘você tem certeza? Só quero saber disso, porque não quero dizer isso pra todo mundo. Você é muito novo, talvez você sinta algo que não é. A primeira vez que encontrei com algum gay, eu tinha 19 anos, quando saí da minha área. Mesmo na escola, eu era o único gay.
 Confira o mini-documentário.



A produção, tanto do clipe quanto do documentário, é assinada pelo diretor “Evil Nava”, que também dirigiu vários outros vídeos do Calvin, como “Feels" “This Is What You Came For", e “One Kiss".

O curta-metragem tem grande influência do icônico e atemporal “Paris Is Burning”documentário lançado em 1991 que é uma verdadeira aula de história sociocultural LGBTQ+.





Alguns dos grandes exemplos do legado dessa produção são a “Pose” (HBO)de Ryan Murphy e o clipe de “Vogue”, da Madonna. Em 2016, a obra foi selecionada pelo "National Film Registry" à Biblioteca do Congresso como "cultural, histórica ou esteticamente significante"Catou a importância, né?

"Paris Is Burning" está disponível na Netflix pra você ver e rever. E de nada! ;)
Billie Eilish não para de se provar um nome para prestar atenção na música pop atual. Na última quarta-feira (18), ela apareceu toda trevosa nas suas redes sociais para anunciar o novo single "You Should See Me In A Crown", que fará parte do seu primeiro álbum autoral, ainda sem título anunciado. A faixa ganhou um clipe especial para o lançamento no Spotify, que traz Billie coberta em aranhas cantando sobre a sua dominação do mundo - o que não parece muito distante da realidade atual da cantora.

"You Should See Me In A Crown" traz um som mais pesado do que os primeiros trabalhos de Billie, indo além dos instrumentos clássicos acompanhando a sua voz e trazendo mais elementos de música eletrônica. O título foi inspirado em uma das falas do personagem Jim Moriarty da série Sherlock,  durante um confronto com o próprio detetive na segunda temporada.

A faixa já alcançou mais de 1 milhão de streams nas primeiras 24h no Spotify e é o segundo lançamento da cantora esse ano, seguindo a sua colaboração com Khalid na linda "Lovely", que entrou para a trilha sonora da segunda temporada da série 13 Reasons Why. Os trabalhos de Billie são compostos em parceria com o seu irmão, Finneas O'Connel, que é também o responsável pela produção das faixas.



Em 2016, ela começou a chamar a atenção do mundo com o single "Ocean Eyes", que viralizou após ser publicado pelo irmão no Soundcloud e já deixava clara a sua potência vocal. Após o sucesso repentino, a cantora lançou o EP "Don't Smile At Me", com mais 8 faixas - entre elas, a poderosa "Bellyache", que tem uma sonoridade mais próxima do novo lançamento e ganhou um clipe que revela todo o star power da adolescente.

Billie Eilish está atualmente em estúdio finalizando o seu disco de estreia, que ainda não tem data confirmada para o lançamento. Enquanto aguardamos (ansiosos) os seus novos trabalhos, você pode conhecer melhor o som da Billie com o EP "Don't Smile At Me" e outros singles lançados pela cantora disponíveis nas plataformas digitais:


Todo show de talentos televisionado tem aquela apresentação icônica que viraliza na rede mundial de computadores, não é mesmo? Não sei se você se lembra, mas no Britain's Got Talent de 2015, o nome de Calum Scott ficou conhecido por conta do cover que o moço fez do hino atemporal "Dancing On My Own", da fada sueca Robyn.



Calum acabou nem ganhando a edição do reality britânico, mas o sucesso da versão lenta do menino causou tanto que só faltava uma versão gravada em estúdio para o sucesso ser garantido. E foi. A versão do moço chegou no número #2 dos charts britânico e australiano e alcançou o topo 10 em mais 6 países.

Menos de dois anos depois, bem no comecinho deste mês de março, o lindinho (ou lindão <3) lançou seu primeiro disco, intitulado "Only Human". O LP bebe de fontes como Sam Smith e até Ed Sheeran, como o próprio Calum conta no bate papo que bateu com a gente.

Podemos falar ou vai parecer clubismo? Calum é talentoso, fofíssimo e o melhor: realmente parece colocar seu "heart and soul", como ele mesmo diz, nas suas músicas. Confere só aí embaixo como foi nossa conversa:

It: Sua versão de Dancing On My Own se tornou maior do que a da Robyn no Youtube. Você esperava tudo isso? 
Calum: Com certeza não! Eu sempre achei a música muito bonita e esse foi um dos motivos pelos quais eu quis fazer o cover dela. Sou MUITO grato mesmo por essa oportunidade de regravar "Dancing On My Own". Me abriu muitas portas.

It: E o que mudou na sua vida desde o Britain’s Got Talent?
Calum: Olha, depois do show eu ainda queria ser um cara normal. Foi muito difícil porque enquanto eu me considerava esse cara, as coisas foram mudando muito. Eu ganhei ganhei muitos fãs no mundo inteiro, sabe? Hoje tenho uma gravadora, lanço músicas. É diferente, mas sempre procuro continuar o mesmo.

It: Você acha importante artistas LGBTs falarem sobre suas sexualidades?
Calum: Eu escrevi um álbum pensando também nos problemas que nós, LGBTs, temos, porque eu queria fazer a diferença. É muito difícil falar sobre nossos problemas. Eu fiz isso porque queria que as pessoas se sentissem felizes com elas mesmas. Eu me puni por muito tempo, me escondi com medo do que fossem pensar de mim. Mas abracei quem eu sou e tenho sido muito feliz comigo mesmo. Então eu escrevi músicas sobre a minha solidão, sobre a minha sexualidade, sobre meu isolamento, mas de um jeito que pudesse ajudar as pessoas a se olharem do jeito que elas são e então se amarem.

It: Se você tivesse que formar uma banda, um grupo pra fazer uma colaboração, quem você escolheria?
Calum: Com o Sam Smith seria uma colaboração lindíssima. Temos uma vibe parecida, vinda de um mesmo lugar, uma mesma inspiração. A gente fala de coração partido, né? Risos. Então seria maravilhoso. Mas também posso falar em nomes como Troye Sivan e Ariana Grande. O que eu acho é que na colaboração você cria mais do que se criasse sozinho. E isso é uma coisa mais especial.

It: Fala um pouco pra gente das suas inspirações musicais…
Calum: Musicalmente falando, Sam Smith e no Ed Sheeran. Mas meu ídolo de longa data é o Michael Jackson. Ele queria mudar o mundo com a música. Eu acho isso muito lindo. Acontece muita coisa ruim no mundo, e é legal ver pessoas como foi Michael Jackson, que tentava mudar a atitude e o comportamento das pessoas tornar o mundo um lugar melhor pra se viver. E eu também tento através da minha música transmitir uma mensagem boa também, principalmente pra comunidade LGBT.



It: Você veio pro Brasil e conheceu a Ivete por aqui né? Você conhece o som de outros artistas brasileiros?
Calum: Eu confesso que nunca tive a oportunidade de parar para ouvir artistas brasileiros. Conheci a Ivete e foi como um sonho que virou realidade, porque ela é maravilhosa, tem uma voz incrível. Quando ela teve os bebês eu até enviei uma mensagem pra ela desejando tudo de melhor. Fofíssima. Mas confesso que nunca tive a oportunidade de parar para ouvir artistas brasileiros. Eu quero muito voltar ao Brasil, conhecer o trabalho de mais artistas e me apresentar para vocês. Pra mim, o Brasil é um lugar muito especial!

It: E agora, o que a gente pode esperar dos seus próximos passos na carreira?
Calum: Meu álbum finalmente foi lançado pro mundo inteiro ouvir e isso é maravilhoso. Eu me sinto muito feliz de compartilhar minha música com todos. Agora eu só quero cantar, quero que as pessoas se conectem e se relacionem com a minha música, que isso possa fazer diferença na vida delas. Quero estar nos palcos cantando pro público. Em geral, estou bem feliz, animado, tem sido tudo muito especial. E espero que entre esses próximos passos esteja também um show no Brasil, seria incrível!

It: A gente te espera muito aqui, Calum! E o que você poderia dizer para convencer pessoas que ainda não conhecem seu trabalho e te ouvirem e finalmente te conhecerem?
Calum: Eu diria que estou no meu primeiro álbum, e eu nem sonhava que conseguiria fazer isso. Minha inspiração foi genuína e sincera, veio de dentro de mim, dei o meu melhor nesse álbum. Coloquei meus medos, meus sentimentos, e acho que isso fica bem óbvio nas músicas e letras. Eu amo cantar músicas românticas, músicas de fossa, mas também adoro cantar músicas confiantes, alegres, dançantes. No álbum, eu fiz esse mix, tentei criar esse balanço no disco, porque afinal a vida é feita altos e baixos,né?. E eu amaria que as pessoas ouvissem isso e se identificassem.

BÔNUS do fofíssimo Calum: Se eu pudesse dar um recadinho pros meus fãs do Brasil, eu queria dizer “Muito Obrigado” (ele falou em português mesmo!). É muito bom ver o apoio de meio mundo ao meu trabalho. Mal posso esperar para voltar ao Brasil! Espero ver vocês muito em breve <3

Ouça o "Only Human", disco debut do Calum, logo abaixo:

Allie X revelou há alguns dias que virá ao Brasil em dezembro para se apresentar em uma conferência privada, na cidade de São Paulo. Como os fãs não terão acesso ao evento, a cantora está pedindo ajuda deles para que possa fazer outros shows pelo Brasil, como Rio de Janeiro e Fortaleza, além de mais um na capital paulista, e os X's — como ela carinhosamente chama os fãs — podem ajudá-la nessa tarefa.


A intérprete de "Old Habits Die Hard", em parceria com o site WeDemand, criou um página para que os fãs peçam shows nas três cidades que ela disponibilizou. O funcionamento da plataforma é simples: quanto mais pessoas demonstrarem interesse pelo evento, maiores as chances de acontecer. A meta que Allie colocou é de 500 pedidos por cidade, e além dos shows a cantora prometeu uma listening party do seu próximo trabalho, o "COLLXTION II", e acesso ao backstage para alguns fãs. Legal, né?! Você pode ajudar clicando aqui. 



Estamos na torcida para que os X's consigam realizar a tarefa e trazer a artista ao Brasil para shows!
Desde que, de repente, a P9 acabou, ficamos órfãos de uma boyband brasileira propriamente pop e, claro, nos questionamos sobre qual seria o destino dos integrantes no mundo da música. A banda apareceu do nada, ainda em 2012, sem aquele processo natural da fama que a gente está acostumado: eles lançaram o primeiro single em março de 2013 e, pouco tempo depois, já tinham seus vocais entoados nas cenas da novela "Salve Jorge", no mesmo ano. Um outro single, uma outra novela. E da mesma forma que surgiram, de repente chegaram ao final. Tudo orquestrado pelos bastidores.

Mas, pensando bem, o fim de uma banda nos trouxe mais quatro artistas para o cenário pop brasileiro. Um deles é Michael Band, que tem tudo para deixar o passado da P9 da mesmo forma que Zayn deixou para trás a One Direction. Não no sentido negativo, já que a banda o lançou ao mercado e ao público, mas agora, sozinho, ele terá mais autonomia na hora de ditar sua sonoridade.


Autenticidade? Parece que não será problema. Mesmo com um primeiro single bem pop, "La La La", Michael segue a linha de que não faz músicas para os charts e diz beber muito da alternativa fonte do folk. Sabemos disso porque batemos um papo com o carioca e ele nos contou sobre várias coisas: P9, carreira solo, sonoridade nova, disco novo e relação que tem com o público LGBT e até falou da famigerada política.

It Pop: Vamos começar com uma pergunta relacionada ao P9. Foi um projeto que nasceu meio que pelos bastidores de uma gravadora bem grande. Com os incentivos que vieram e tudo, vocês conseguiram emplacar um sucesso antes mesmo de ter fãs. Você acredita que isso, de alguma maneira, prejudicou a forma como levaram o resto da carreira da banda ou não?


Michael: De ter emplacado antes de ser conhecido pela galera e tal? Acho que deu uma força, deu um start muito forte. Eu acho que foi um start muito forte, que é muito legal, assim, de ter um apoio muito grande de uma gravadora. A música entrou, é o que você falou, a música entrou na novela antes da galera saber o nosso rosto, né? Então é um apoio muito forte pra um começo e eu acho, assim, super válido. Mas também acho legal começar pequeno. Acho legal das duas formas, tipo agora: eu tô começando, tô fazendo um trabalho independente, começando devagarinho e acho que tem muito o que crescer, muito lugar pra ir, muita coisa pra fazer.

E já que falou agora do seu trabalho solo, você afirma que finalmente pode fazer alguma coisa que te representa? Acha que você não sentia isso no grupo?

M: O grupo me representava também, com certeza! Claro que minhas influências sempre foram mais diferentes em questão de estilo musical, mas eu sempre gostei de umas coisas mais alternativas. Inclusive, o folk, que sempre foi algo me influenciou. Mas eu sempre escutei de tudo, então tipo assim, quando eu era criança, eu realmente escutava... Minha irmã era fã de Backstreet Boys e eu realmente escutava Backstreet Boys. Então foi verdadeiro, sabe? Mas eu realmente tô me descobrindo e em algo que eu estou muito feliz de fazer nesse momento agora. Um momento diferente da minha carreira, e algo que eu tô curtindo muito fazer. E tô, assim, me baseando muito em referências do que eu gosto. Tô fazendo muito exatamente o som que eu queria estar fazendo, colocando os instrumentos que eu quero estar colocando. Então tá muito legal. Os elementos e etc e tal.

IT: Você citou que você sempre ouviu muito de tudo, Backstreet Boys, folk. A gente percebe que o som desse primeiro single de trabalho, que é o “La La La”, foge bastante da proposta da P9, mas continua como algo bastante pop. Você diz que gosta de tudo, ouve de tudo. Mas quais foram suas influências pra esse trabalho especificamente?

M: Se você me perguntar: "Michael, o que tá na sua playlist?" É o que eu escuto e são minhas referências fortíssimas, que é James Bay, por exemplo. É uma das grandes influências que eu escuto direto. George Andria é um cara que eu gosto muito. Dos mais antigos, eu gosto muito de Simon & Garfunkel. Gosto muito de uma banda que acho que ninguém conhece aqui no Brasil e nem nos Estados Unidos, ela é mais da Europa, a Might Oaks, que é folk também. Do próprio Munford (and Sons) eu gosto muito. São coisas que eu escuto diariamente, mas eu gosto de escutar de tudo. Eu gosto de pegar um pouquinho de cada coisa, de escutar o pop brasileiro, o rock brasileiro, o samba. Eu acho que tem espaço pra pegar elementos de cada coisa. As influências são essas que eu escuto, é o caminho que eu tô indo, que eu mais gosto de escutar, então estou colocando os elementos. E nesse primeiro single, inclusive, não foi algo “eu quero fazer nesse estilo” ou “eu quero fazer nesse gênero musical”. Foi algo “vou fazer algo que eu goste, com as coisas que eu quero colocar, com os elementos que eu quero colocar e eu quero ficar super feliz com o trabalho que eu estou fazendo”. Não foi feito pensando em agradar tal pessoa ou acho que tem que ser dessa forma pra fazer tal coisa. É algo muito do que eu queria fazer e acabou saindo um resultado super legal. Inclusive dentro dos elementos folk que tem na música, ela tá com um pézinho no pop bem forte até. Mas são essas as minhas influências principais, algumas das principais, porque podíamos ficar falando horas sobre influências. Eu acho muito importante escutar de tudo, porque tem o que somar cada estilo musical.

IT: Você acha que você já começou se arriscando? Você falou que pegou influências do folk e isso acabou sendo um resultado legal que surpreendeu. Você acha que você já começou se arriscando, fazendo uma coisa “gosto disso, acho isso autêntico e vou fazer isso”? Porque geralmente nos primeiros trabalhos de artistas costumam ser mais comerciais, para você conhecer o artista, tem aquela coisa mais chiclete...

M: Com certeza. Eu acho que sempre que você está caminhando por essa linha de fazer exatamente o que você gosta, você está sempre arriscando. Você não está necessariamente fazendo para agradar o mercado ou para agradar alguém. Eu acho que dentro desse papo, a música saiu inclusive bem chiclete e bem pop para o conceito dela. Ela acabou saindo bem acessível ao pop e em todos os estilos musicais. Mas é sempre um risco, é sempre assim que saem as coisas novas! Se a gente repetir o que está no mercado, se a gente só fazer o que já está rolando, a gente não está colocando nada de novo. É uma fórmula que está ali, mas não necessariamente vá dar certo. Então é mais legal você fazer algo que você super se identifica, que você está afim de fazer e acabar dando certo de repente, do que você tentar entrar em algo que já está rolando que também as chances são as mesmas.

IT: E vem cá, é verdade que você compôs essa música nova em dez minutos?

M: Foi mais ou menos em dez minutos. Surgiu a ideia e eu estava tocando o violão, que eu gosto de tocar toda hora e aí veio a ideia do assovio. Comecei a assoviar e pensei: cara, isso é legal! Aí gravei. Aí comecei a fazer o lá lá lá, meio que cantarolando e falei: isso também é legal! E gravei. Aí comecei a ter ideia da música e a letra saiu em dez minutos e em dez, no máximo quinze minutos, a gente já tinha uma música ali. O corpo, a letra, o assovio, tudo pronto e eu falei: cara, que legal! Eu gostei, aí resolvi gravar.

IT: Você diz que está nessa tendência mais ligada para o folk, mas com elementos de várias coisas. Atualmente, no Brasil, a gente tem visto muitos artistas vindo com essa proposta funk pop; que é a Anitta, o Biel, a Ludmilla. A gente pode esperar que você siga essa tendência também ou você vai ficar mais preso a sua própria proposta?

M: Eu vou ficar mais preso a minha proposta, é o que eu curto fazer. Respeito pra caramba, acho que eles conseguem fazer um som super legal mas o que eu curto é esse estilo. Não me imagino fazendo funk pop, apesar de gostar. Acho muito legal a proposta deles, inclusive a proposta nova da Anitta, acho super foda, muito gringa. Mas eu estou fazendo o que eu curto escutar diariamente e é provavelmente a proposta que eu vou seguir.

IT: A gente já chegou nessa coisa de falar de artistas daqui e eu queria saber se você faria parceria com algum desses nomes do pop atual? Você gostaria de fazer, tentar um projeto ou algo assim com alguém desse novo cenário musical?

M: Faria, com certeza! Eu acho que a música é mais do que um estilo dividido em pop funk, folk ou rock. É mais do que isso! Acho que dá para conversar. Essa galera canta e independente do estilo, tenho certeza que eles apreciam outros estilos de música. Então acho super válido misturar público. E a música conversa em geral, não precisa ficar presa num estilo. Como se “porque eu faço isso, então eu vou fazer uma parceria com tal pessoa”. Não dá para fazer com não sei quem, porque não é do mesmo estilo. Isso é uma besteira!

IT: E com o P9 você conquistou uma quantidade bem grande de fãs dentro da comunidade LGBT. Eu queria saber o que você acha desse posicionamento conservador de políticos como Bolsonaro e o Pastor Feliciano, sobre os direitos gays no Brasil?

M: Eu prefiro nem acompanhar essa galera porque eu não curto muito o que eles pensam e o que eles falam. O público, esse público para mim é importante, o público geral é importante para mim. Eu nem gosto muito de entrar nesse assunto, porque não são pessoas que eu costumo acompanhar justamente porque não gosto dos ideais deles.

IT: A sua música “La La La” já foi lançada com o videoclipe. A gente quer saber, quais serão os seus próximos passos? Vem um disco solo ou talvez um EP?

M: Vem um EP! Estou em fase de escolher as músicas, estou definindo. Eu já tenho as opções, mas ainda estou escolhendo entre as opções quais vão entrar. Vão ser cinco músicas, contando com a “La La La”. Dessas cinco, são quatro em português e uma em inglês. É complicado dar uma data definitiva, mas acredito que lá para julho, de repente, o segundo clipe já com o lançamento do EP. Mas vai ser legal! O som vai ficar bem legal, caminhando por esse estilo e outras influências também. Vai ficar bem diferente!

IT: São composições suas ou tem composições de outras pessoas também?

M: Por enquanto, a maioria são composições minhas. Tem algumas opções, mas como eu ainda não defini, é complicado para te falar exatamente. Mas tem pelo menos composições de um amigo meu que gosta do mesmo estilo e de repente também vão entrar... Estou definindo exatamente.


IT: Para terminar, eu queria saber o que você tem a dizer para os seus fãs do trabalho do P9, que eles provavelmente vão demorar um pouquinho para digerir seu novo trabalho, pelo assédio do grupo, porque você agora está em carreira solo? E como você vai lidar com esse pessoal que às vezes torce o nariz, porque não curtia o grupo e a galera que curtis o grupo mas que está com o pé atrás porque você acabou saindo? Como você vai atingir esse pessoal?

M: Acho que é questão de tempo em conseguir conquistar quem curtia e não aceitou ou algo do tipo. É questão de tempo para eu conseguir conquistar de volta essa galera, deles gostarem do trabalho. A galera que não curtia, de repente, já tem um preconceito. Mas é tentar fazer com que eles se permitam escutar o som novo e, de repente, eles gostem. Mas tudo leva tempo! É tentar conquistar a galera... Eu tenho um negócio que eu gosto de agradar todo mundo. Isso é meio difícil, porque é impossível agradar todo mundo! Mas acho que a gente vai trabalhando devagarinho e vai fazendo ao máximo para a galera curtir o som. É muito legal quando você sente que o pessoal está gostando. E nesse nosso passo, devagarinho, que a gente está indo. Estou vendo que está com bastante plays no Spotify. A gente já bateu mais de vinte mil plays no Spotify em menos de duas semanas. Os comentários do YouTube estão todos muito bons, bastante likes. No Spotify até foi uma surpresa, a música entrou em 11° dos Top 50 virais do Brasil. Foi uma surpresa, fiquei muito feliz! Então devagarinho eu vou conseguindo o meu espaço e tentando conquistar essa galera.

Siga o Michael Band no Twitter, Facebook e Instagram.

Antes deste texto começar, lembrem-se dos nomes Madonna, Cindy Lauper, Cher, Kylie Minogue,
Janet Jackson, Britney Spears, Christina Aguilera, Pink, Katy Perry, Miley Cyrus, Demi Lovato e Lady Gaga (acrescentem mentalmente quem vocês acharem que está faltando).

Como todo muindo já sabe e já mudou a foto do facebook, a Suprema Corte dos Estados Unidos, em um momento de luz, legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo em TODO o país. Foi uma disputa acirrada (cinco votos a favor e quatro contras) e 13 estados do país ainda não reconheciam este direito civil da parte LGBT da população. 

Nós, como um portal explorador da cultura pop, estamos diretamente ligados ao movimento, pois ninguém consegue fazer rebuliço maior do que quem é Pop. Sendo assim, não podemos desassociar essa vitória das nossas divas, as grandes enconrajadoras da liberdade de se expressar e ser quem você é sem se importar com o que outros tenham a dizer. Como falar e fácil e fazer é difícil, devemos valorizá-las ainda mais pois elas FAZEM e MUITO BEM. 

Com suas roupas devassas, suas performances ousadas, letras libertadoras e sonoridade mais colorida que o arco-íris, gerações são influenciadas pelo trabalho dessas artistas que, em momentos de mudança, como o que estão vivendo, possuem sua parcela de crédito. Todos as fanbases deveriam se juntar para uma grande glorificação de quem põe a cara no sol pela igualdade.

A sociedade leva tempo, mas ela sempre evoluiu a lentos passos. Foi a Lei do Ventre Livre que abriu espaço para a Lei Saraiva-Cotegipe que abriu espaço para a Lei Áurea. Ainda hoje vemos o reflexo da opressão contra os negros e, com certeza, ainda veremos reflexos da opressão que todos os gays, lésbicas, travestis, trangêneros, bissexuais, crossdressers e quem mais fizer parte do grupo, sofre no dia-a-dia, infelizmente.

Os Estados Unidos para o bem ou para o mal é a maior potência mundial, é o maior disseminador de estímulos comunicativos que induzem linhas de pensamentos dentro da sociedade e por isso, seu apoio incondicional, em termos de nação, é mais do que uma vitória. Todo o mundo está sentindo o reflexo desta decisão e este foi o primeiro floco de neve que ainda vai gerar grandes avalanches de mudanças para a nossa sociedade.

Com ou sem capas coloridas, o respeito é de todos para todos e é realmente difícil compreender o porquê de algumas pessoas não conseguirem viver com base nessa premissa educacional. Contudo, está é uma semana de vitória e cada vitória deve ser comemorada antes do trabalho recomeçar. Sendo assim, mais dias de fotos e redes sociais coloridas, mais Babilônia, mais O Boticário, mais postagens e tweets de respeito ao próximo e muito, mas MUITO mais música pop para tod@s.

Em 2010, a música pop e o R&B ganharam um novo representante. Um pouco de Usher aqui, um pouco de Chris Brown ali, um toque de Ne-Yo acolá e nasceu Jason Derulo, com seu auto-intitulado álbum. Seu primeiro single, “Watcha Say”, alcançou o famigerado primeiro lugar da Billboard e, logo em seguida, Derulo conseguiu uma enxurrada de hits como “In My Head”, “Ridin’s Solo” e “Don’t Wanna Go Home”.

Seus dois primeiros álbuns tiveram recepções (comercial e crítica) mornas, mas seus indiscutíveis sucessos do terceiro álbum “Tattos/Talk Dirty” - “Talk Dirty” e “Wiggle” - deram a Jason uma visibilidade maior. Assim sendo, o que faltava para ele ser uma grande estrela musical, como os 3 citados mais acima? Identidade! Pode soar clichê, mas os primeiros álbuns de Jason Joel Desrouleaux reuniam várias faixas que gritavam o desespero para se tornarem mais um hit, porém ele finalmente entendeu que poderia entregar mais que isso. E entregou!

Sem mais delongas, vamos passear pelo “Everything is 4”.

“Want To Want Me”: é numa vibe oitentista e com sintetizadores que Jason inicia seu álbum. E aqui entra o toque de Usher, pois mesmo não tendo um timbre de voz tão marcante, Derulo canta muito bem, com transições incríveis entre seu falsete e sua voz de peito. Além disso, ele explora sua sensualidade cantando versos como “You open the door, wearing nothing but a smile. Fell to the floor. And you whisper in my ear: ‘Baby I'm yours’”. Sexy sem ser vulgar e a melhor opção para first single, sem dúvidas.



“Cheyenne”: mostrando que amadureceu bastante sua sonoridade, Jason nos apresenta seu segundo single, “Cheyenne”, uma mid-tempo onde o ouvimos sofrer por uma one night stand que ele acabou se apaixonando. Quem ousou recusar um convite para jantar com o Jason é meio maluca, mas inspirou o moço para compor essa faixa. “Cheyenne, got the table set for two, guess you couldn't make it. Thought I kissed your lips again, I was dreaming”, com certeza um dos pontos mais altos do álbum.



“Get Ugly”: Novamente, mais certo do seu som, temos aqui uma versão melhorada de “Wiggle”. Em “Get Ugly”, Jason consegue nos fazer dançar com uma letra festeira onde vamos perder o controle e ficar mais feios. Liricamente não fala nada de muito interessante, mas sua batida é muito convidativa, e aquele final mais acelerado mostra que a produção sabia o que estava fazendo.  Nesta faixa, um feat. com Nicki Minaj cairia muito bem, mas quem sabe no próximo álbum. "Let’s get ugly, disfunctional".



“Pull Up”: essa é mais uma uptempo muito bem produzida, sem uma letra muito interessante. Jason canta sobre uma garota que ele precisa puxar pra si. “Pull Up” não se destaca demais, pois “Get Ugly” chama um pouco mais de atenção. No entanto, a batida do seu refrão vai fazer qualquer um remexer nas baladas. Os toques de trap e hip hop deram o que a faixa precisava para não passar despercebida. E assim como sua antecessora, a mudança de velocidade na bridge, aqui desacelerada, também engrandece a produção. "Skrrrrrrrr, PULL UP!".

“Love Like That (feat. K. Michelle): acreditamos que essa foi a faixa mais R&B que Jason fez na sua carreira. Desde a letra, sobre ele estar dando uns pega com a mulher de um dos seus amigos, até a melodia minimalista, deixando seus vocais brilharem em conjunto com a incrível K. Michelle. Nos remete a trabalhos memoráveis de Usher, Chris Brown, Ne-Yo, R. Kelly e outros. Mais um highlight do álbum. “We ain’t supposed to f**k like that. We ain’t supposed to touch like that. Damn it’s too much, it might crack”. Complicado, mas não tem emoção de outro jeito, né mesmo?



“Painkiller (feat. Meghan Trainor): essa é uma daquelas faixas alto astral do álbum, para cantar alto, faxinando o quarto. Derulo e Meghan cantam sobre eles serem analgésicos um para o outro. É uma faixa que não chama tanto atenção quanto as primeiras, já que sua letra é mais simples e seu instrumental mais clichê, lembrando até um pouco de Ricky Martin no auge da sua carreira.

“Broke (feat. Stevie Wonder e Keith Urban): aqui temos Jason Derulo, Keith Urban e Stevie Wonder. Algo nos diz que isso não tem como dar errado, certo? Os três cantam sem a esperança de arranjarem uma namorada se não tiverem muita grana té parece. No entanto, o que chama atenção mesmo não é a letra, e sim a ótima fusão de trap com country. Também não se destaca tanto quanto o início do álbum, mas a combinação de gaita, violão e bumbos no refrão fica fantástica.



“Try Me” (feat. Jennifer Lopez e Matoma): clima de verão, teria um clipe com J.Lo de biquíni e Jason sem camisa, em algum clube de Miami, cantando letras sensuais como “Try me in the morning when the sun comes rising up. Try me in the afternoon, bet you just can't get enough. Try me in the evening, satisfaction guaranteed". Clichê? Sim. Esperávamos um pouco mais de um feat. de dois dançarinos incríveis que podem dar conta de vocais grandiosos, mas foi que rolou para hoje. A produção do Matoma foi bem preguiçosa aqui. Antes outro feat. com o Pitbull, J.Lo -n.

“Love Me Down”: novamente numa vibe oitentista, a melodia de “Love Me Down” traz uma sonoridade que víamos em Michael Jackson, e isso é sempre bom. Sua letra não tem nada demais, só Jason falando sobre uma moça muito bonita que nem tsunami. Uma daquelas fillers bem na zona de conforto dele.

“Trade Hearts” (feat. Julia Michaels): inegavelmente uma belíssima música. No entanto, demonstra que Jason deve tomar mais cuidado ao tentar mostrar versatilidade, pois mesmo sendo pouco conhecida, é Julia Michaels quem realmente brilha na música. Eles cantam sobre uma mulher apaixonada que não está tendo a reciprocidade esperada de seu homem. Talvez se tivéssemos uma melodia com menos elementos graves, a faixa soaria mais bela. Bom pra mostrar ao público mainstream o excelente trabalho de Michaels, que já compôs para Demi Lovato, Fifth Harmony, Nicole Scherzinger e muitos outros.

“X2CU”: música gostosinha, onde temos Jason fazendo o que faz de melhor dentro da sua zona de conforto. “Started as a sexy rebound, but you sleeping next to me now. I just want my ex to see you”, coitadas das ex's deles.

ENFIM, em “Everything Is 4” vemos Jason Derulo entregando um trabalho mais consistente, mostrando versatilidade e brincando com melodias completamente fora do que outrora fazia. Finalmente podemos ver um passo que pode dar a ele um respeito e aceitação maior do que o de hitmaker por “Wiggle” e “Talk Dirty”. Por incrível que pareça, Derulo funciona muito melhor sozinho, pois com sete featurings no álbum, só um realmente se destaca. E isso diz muito sobre sua capacidade! Flertando com country, latin pop, indie e explorando sua essência pop e R&B, Jason entrega um disco delicioso de se ouvir.


Booooooa noite, senhoras e senhores! Está começando mais um It Charts via satélite para todo o Mundo -nn. Parece que as coisas mudaram nesta semana. Quem deveria hitar, não hitou. Quem estava hitando, não aguentou certos forninhos e desabou. Sem mais delongas, vamos ao que interessa.

Por anos, Ariana Grande foi apenas uma menininha ruiva que quase não chamava atenção como coadjuvante em "Victorious", série da Nickelodeon. No ano passado, porém, a bela atraiu todos os holofotes com o lançamento do "Yours Truly", seu primeiro e aclamado álbum que lhe rendeu o primeiro lugar nas paradas Billboard.

Falta pouco pro Video Music Awards desse ano, que acontece no dia 24 de agosto em Los Angeles, mas ao longo de 30 anos de história, temos muito a relembrar sobre o VMA. A premiação ainda é uma das mais populares ao redor do mundo e tem um apelo gigantesco entre jovens e adultos, maior ainda do que grandes award shows como o Emmy ou o Grammy. Parte desse sucesso se deve ao fato de que o VMA nos proporcionou alguns dos momentos mais icônicos da cultura pop das últimas três décadas e é isso que vamos recapitular agora!

Não existe dúvida: o mundo é comandado pelas mulheres! Elas estudam, trabalham, pagam suas contas e ainda arranjam tempo para dançar, se divertir e aproveitar a vida com quem mais amam. Mas nem sempre foi assim. Algumas divas do universo pop, além de fazerem música boa e conquistarem uma legião de fãs, também foram responsáveis por fortalecer o poder das mulheres ao redor do mundo e marcar seu lugar na história. Nesse dia dedicado a elas, vamos conferir quem são as garotas que dominam o mundo?



ARETHA FRANKLIN
Lá nos anos 60, Aretha Franklin foi responsável pelo primeiro hino feminista do qual se tem registro, a inesquecível "Respect". Originalmente gravada pelo cantor Otis Redding, a cantora transformou parte da letra que, quando cantada por uma mulher, assumia um significado totalmente novo. A música virou símbolo da luta pelos direitos femininos nos EUA na época e Aretha se tornou ícone de uma geração de mulheres que queriam mais do que só cuidar da casa e dos filhos: queriam R-E-S-P-E-I-T-O!



MADONNA
Impossível falar da importância das mulheres no universo pop sem citar Madonna. A cantora, com suas roupas provocantes e sua atitude irreverente, provocou homens e mulheres ao redor do mundo todo ao expressar sua sexualidade sem nenhum pudor e causar muita polêmica! Até hoje, a artista é engajada em movimentos pela liberdade das mulheres e já arrumou confusão até com o presidente da Rússia por causa disso!



CYNDI LAUPER
Na mesma época que Madonna aparecia, outra cantora também ganhava espaço ao emplacar um hit que falava sobre garotas que só queriam se divertir. Cyndi Lauper queria poder se vestir como quiser, se divertir e correr livre pelo sol sem que nenhum garoto a impedisse, e serviu de inspiração para muitas outras meninas se sentirem bem com elas mesmas!


SPICE GIRLS
O grupo britânico dos nos anos 90, além de contar com 5 garotas bonitas e estilosas, foi responsável por criar o termo "girlpower". As Spice Girls esfregaram na cara de todo mundo que uma menina pode querer sim sair com um cara só por diversão e mostraram quem é que manda no pedaço! Falar abertamente de sexo, amor e qualquer coisa relacionada ao universo feminino em suas canções não era nenhum tabu para elas, que abriram espaço para tantos outros grupos nos anos que seguiram.



SHANIA TWAIN
"Cara, eu me sinto como uma mulher!" Foi essa a declaração definitiva que Shania Twain precisou para assumir o controle da música country nos EUA durante os anos 90 e 2000. O estilo, fortemente dominado por homens, teve que engolir uma mulher bonita, poderosa e que bombou mais que qualquer artista masculino na época com suas músicas de exaltação feminina!



P!NK
A atitude punk e agressiva de P!nk foi responsável por transformá-la numa das artistas de maior impacto e visibilidade da nossa geração. A cantora nunca fez o estilo gostosona ou garota certinha e talvez seja por isso que tenha conseguido se destacar tanto. P!nk sempre defendeu o poder feminino em suas canções e espalhou mensagens que incentivavam outras garotas a se sentirem bem para ser exatamente do jeito que elas querem.



CHRISTINA AGUILERA
Em 2002, ao lançar seu segundo álbum, Christina Aguilera chocou a todos com muita nudez e sexualidade à flor da pele. Muitos a julgaram e olharam feio, mas qual é o problema de uma mulher demonstrar que sente prazer e ser dona do seu próprio corpo? Da era "Stripped" pra cá, Aguilera continua defendendo a liberdade feminina e já marcou seu nome entre os principais ícones do girl power dessa geração.



BEYONCÉ
Tudo começou no Destiny's Child quando ela dizia que era uma mulher independente e que pagava as próprias contas. De lá pra cá, Beyoncé já afirmou que nenhum cara é insubstituível, já foi uma solteira orgulhosa e no seu álbum mais recente, conseguiu explorar todos os detalhes da sua postura feminista em cada uma das faixas. No quesito empoderamento das mulheres, Beyoncé é flawless!



NICKI MINAJ
Muitos podem discordar com a presença dela na lista, mas conquistar espaço no cenário do rap e do hip hop sendo mulher é uma tarefa para poucas e Nicki Minaj já garantiu seu lugar ao sol! Com estilo marcante e abusando de sua feminilidade, a cantora conquistou uma legião de fãs e atualmente, consegue faturar mais e lotar mais shows que alguns importantes rappers homens.



MILEY CYRUS
Miley é muito mais do que twerk e marijuana. Ao se vestir com o mínimo de roupas possíveis e abusar da sua sexualidade, a cantora prova que as garotas podem fazer o que bem entenderem do seu corpo porque tem toda a liberdade para isso! Miley não tenta ser feminista ou pregar nenhuma mensagem, mas suas ações já geraram muita repercussão e no ano passado, muitas das críticas à sua performance no VMA, só provaram como o mundo, infelizmente, ainda é muito machista.



E NO BRASIL?
Valesca Popozuda deseja a todas suas inimigas, vida longa! Quando se trata de liberdade sexual e libertação da mulher, a funkeira é só tiro, porrada e bomba! Falar abertamente de sexo e prazer pode ser tabu para muitas meninas, mas Valesca, com certeza, está ajudando a mudar essa história. Ao contrário do que muitos pensam, o funk tem sim seu lado bom!


O mundo precisa das mulheres e todas elas têm um recado a dar. Parabéns a todas essas cantoras que ajudaram a afirmar a posição das garotas na sociedade e parabéns a todas as meninas que lerem esse post e se sentirem inspiradas por essas divas. VIVA LONGA AO GIRL POWER!

Essa novidade é para você que sente falta do pop teen de Hilary Duff, Ashlee Simpson, Miley Cyrus, Demi, entre outras. Com uma vibe Carly Rae Jepsen, Natasha Duarté, que tem só 17 aninhos, começa dar seus primeiros passos para se tornar uma grande sensação no cenário musical australiano (e quem sabe, tem a sorte da Carly, né?). Com apenas 13 anos, a cantora começou a tocar em cafés, clubes e festas, dedicando-se à carreira musical desde então. Suas canções, trabalhadas minuciosamente em batidas pop, são cativantes e direcionadas ao  público jovem de uma forma que eles possam criar uma identificação instantânea com as as letras e melodias do repertório da moça.

A cantora começou a ter destaque ainda jovem. Em 2007, ela venceu uma competição que lhe garantiu uma apresentação na Acer Arena, uma das maiores da Austrália, e um cachê de 10 mil dólares. Em 2009, ficou entre as semi-finalistas do "UK Songwriting Competition" e, devido às conquistas da jovem, a "ARS Musica Australis", lhe concedeu uma bolsa de estudos.

Natasha  impressionou ainda mais o público quando, em 2001, venceu a categoria teen da "International Song Competition US", um prestigiado concurso para compositores, que tem como jurados nomes como Tom Waits, Kelly Clarkson, Ozzy Osbourne and Tori Amos. Abaixo, você confere "The Worst Part", a canção premiada:


Agora, a nova promessa da música da Austrália acaba de lançar seu primeiro álbum, intitulado "First Time". Logo com a primeira canção, "Say That You Love Me", percebemos onde a moça quer chegar e os ouvidos que devem ser atingidos em uma primeira audição. Um pop chiclete, com letra fofa e uma voz promissora.

O álbum tem seus grandes momentos, e a cantora se encaixa perfeitamente como nova estrela do público que é fã de um pop mais orgânico. É impossível não sorrir naturalmente em algumas faixas que remetem a certa nostalgia de quem viveu grandes aventuras, medos e paixões durante a adolescência. "First Time" não é um álbum que dividirá águas, e nem deixará uma grande marca na indústria fonográfica, mas com certeza, apresenta ao mundo um nome promissor, e se deixarmos de lado alguns preconceitos, podemos curtir com sinceridade o som despretensioso de Natasha.

Destaque para as faixas "Say That You Love Me", "Kissing Lips", "The Worst Part", "He Kissed Me" e "Picking Up the Pieces".

Vem conferir os dois primeiros singles de "First Time":



Gostaram dela? Acham que a moça tem potencial para ir além? Então #compartilhe a moça no Facebook, no seu site Oficial e no Youtube!

Madonna está cada vez mais conectada nas redes sociais. A cantora, que deve ter trocado o seu BlackBerry por um Iphone, entrou no Instagram - famosa rede de compartilhamento de imagens com efeitos vintage - e desde a semana passada posta fotos inusitadas no aplicativo o que vem chamando a atenção de seus fãs que podem ver a popstar em momentos descontraídos.


A Material Girl aparece nas fotos aproveitando o que resta de suas férias tomando bons drinks (provavelmente um Martini), improvisa um bigode falso com uma touca e ainda fez questão de mostrar o seu vício em academias ao postar uma imagem sua toda suada.


Essa não é a primeira vez que a popstar usa as redes sociais para manter contato com o seu público. Durante a divulgação do álbum 'MDNA' a cantora usou o Twitter para responder perguntas de seus fãs, participou de uma entrevista transmitida pelo Facebook e deu mais atenção a sua fan page na rede social de Mark Zuckerberg divulgando fotos dos ensaios da 'MDNA Tour'. Atualmente o perfil de Madonna no Instagram possui 70 mil seguidores e mesmo com apenas sete imagens publicadas o número está aumentando rapidamente.


Bônus: Está circulando no Facebook um suposto teaser do DVD da 'MDNA Tour'. No vídeo são mostrados pequenos trechos da performance de 'Give me all your Love'. Confiram a seguir:


Hoje à noite acontece a entrega do Grammy Awards, o prêmio musical mais importante do cenário fonográfico norte-americano. Nesta edição Nicki Minaj e Rihanna não poderão ser ousadas em seus figurinos e Katy Perry tentará ganhar algo pela primeira vez. Aproveitando que hoje um dos temas mais comentados será o Grammy decidi listar momentos inesquecíveis que aconteceram durante a cerimônia de premiação. 

Nicki Minaj é exorcizada durante performance de 'Roman's Holiday' (2012)


Nicki Minaj chocou o povo de Deus com sua apresentação no ano passado. A cantora se inspirou no clássico filme 'O Exorcista' e colocou no palco os seus dançarinos vestidos de padres enquanto simulava uma sessão de exorcismo com direito a levitação para promover a canção 'Roman's Holiday'. Muitos chegaram a comparar Nicki Minaj com Lady Gaga após essa apresentação alegando que a morena estava copiando o estilo da Mother Monster.




Lady Gaga e sua entrada triunfal (2011)


A Mother Monster mudou completamente o seu estilo quando deu início a sua fase 'Born this Way'. Gaga apostou na temática alien e surgiu de dentro de um ovo extraterrestre no tapete vermelho do Grammy de 2011.  Os fãs da cantora tiveram naquela noite a oportunidade de ver pela primeira vez uma performance ao vivo do primeiro single do novo trabalho de Gaga, a música Express Yourself partII 'Born this Way'.



Madonna canta single inédito ao lado da banda virtual Gorillaz (2006)


Madonna é o tipo de artista que sempre se conecta com as tendências musicais e sempre que possível realiza trabalhos com músicos hypados do mainstream. Em 2006 a Material Girl lançou o disco 'Confessions on a Dance Floor' e partiu para uma proposta retrô em homenagem aos grandes momentos da música disco. A cantora performou ao lado da banda virtual 'Gorillaz' que apresentou uma versão com pegada acústica do hit 'Feel Good Inc.' seguida pela então nova música de trabalho da loira, a contagiante 'Hung up'.



Jennifer Hudson homenageia a cantora Whitney Houstoun (2012)

Um dia antes da edição de 2012 da premiação musical o mundo perderia uma de suas grandes Divas, a inesquecível Whitney Houstoun que foi encontrada morta no hotel em que se preparava para uma performance que seria feita no dia seguinte durante o Grammy. Pegos de surpresa com a notícia os produtores do evento prepararam de última hora um tributo à cantora que foi prestado por Jennifer Hudson. 



É duro acreditar que se passaram sete anos desde quando Justin Timberlake lançou o delicioso álbum 'FutureSex/LoveSounds'. Depois de atuar em dezenas de filmes hollywoodianos o cantor decidiu voltar a fazer o que todos gostamos: sensualizar cantar. O disco 'The 20/20 Experience' produzido por Timbaland será lançado oficialmente durante a primavera norte-americana (19/03) e Justin já começou os trabalhos de divulgação do seu novo material.

10/02/13. Essa será a data em que Justin Timberlake trará toda a sua sensualidade de volta. O cantor anunciou ontem (01/02) que se apresentará no Hollywood Palladium, em Los Angeles às 21 horas.
A venda de ingressos deste que será seu primeiro show desde a turnê 'FutureSex/LoveShow' começou hoje. No Twitter Timberlake disse que essa apresentação marcará o começo da era 'The 20/20 Experience'.

Para o clipe de seu primeiro single, 'Suit & Tie', o cantor contará com a direção do renomado cineasta David Fincher e para animar os fãs ansiosos foi lançado recentemente o lyric vídeo da canção. Confiram a seguir:


A Mother Monster está envolvida em mais uma polêmica. Segundo o jornal The New York Post a cantora foi entrevista por seis horas em um escritório de advocacia de Manhattan sobre a ação judicial envolvendo a sua ex-assistente Jennifer O'Neil. Jennifer acusa GaGa de não ter pago cerca de R$760 mil referentes a 7.168 horas de trabalho extra prestados.


A cantora afirmou furiosa que sua ex funcionária é uma pilantra e a estaria processando por algo que não merece: “Ela é uma pilantra filha da p*** que está me processando por algo que não merece. Ela pensa que é a rainha do universo. E, você sabe, ela não queria ser a escrava de uma, porque no meu trabalho e com o que eu faço, eu sou a rainha do universo todos os dias.”Lady GaGa ainda reclamou que O'Neil dormia até tarde e que ela tinha que fazer tudo sozinha.


Com a repercussão desta notícia na mídia, GaGa publicou em seu perfil no Twitter que os noticiários deveriam atualizar uma informação e disse que Jennifer era sua melhor amiga de Nova York desde os seus 19 anos. 


Lembrando que a cantora já teve problemas com sua equipe de assistentes anteriormente. Em 2011 a diretora criativa Laurieann Gibson encerrou seu contrato com a Mother Monster e assumiu o mesmo cargo na equipe de Nicki Minaj. Na época houve muitas comparações entre o trabalho das duas artistas e o ponto alto foi a performance de Nicki durante o Grammy no ano passado. Relembrem abaixo (o vídeo está em baixa definição):



Beyoncé falou hoje sobre a polêmica envolvendo o uso de playback durante a posse do presidente norte-americano Barack Obama. A cantora afirmou na coletiva de imprensa do Super Bowl que não cantou ao vivo durante o evento por não ter tido tempo de  ensaiar com a orquestra: "Eu não tive tempo para ensaiar com a orquestra" e completou: "Devido ao tempo, devido ao atraso, devido a não passagem de som, eu não me sentia confortável ao assumir esse risco (de cantar ao vivo). Era a posse do presidente."

A morena ainda disse: "Era um evento ao vivo televisionado e foi um show muito importante emocionalmente pra mim. (...) Eu quis deixar meu país orgulhoso, então decidi cantar sobre uma base pré-gravada, o que é muito comum na indústria musical" finalizou.

Beyoncé aproveitou o momento para calar a boca de todos os haters ao cantar o Hino Nacional dos Estados Unidos em rede nacional. Confiram no vídeo abaixo:


O Super Bowl acontece neste domingo (03/01) e, segundo rumores que circulam a internet, a noite contará com  o reencontro das 'Destinys Child' durante o evento. O trio performará, ainda de acordo com os boatos, grandes hits de sua carreira além do single 'Nuclear' lançado recentemente para promover a coletânea do grupo. A final do campeonato de futebol americano e o show do intervalo com a apresentação de Beyoncé serão exibidos no Brasil pelo canal ESPN.

Bônus: Vejam o ensaio da cantora para a apresentação no Super Bowl:


Nicki Minaj foi entrevistada ontem no programa "Jimmy Kimmel Live" e falou sobre seus alter egos, sua participação no "American Idol" e de como é trabalhar junto com Mariah Carey no reality musical.

Sorridente e mandando beijos com as mãos para as Barbz, apelido carinhoso de suas fãs, a cantora respondeu a provocação do apresentador que perguntou se ela não tem o costume de cumprimentar as pessoas beijando-as no rosto: "Bom, eu não as beijo se eu estiver maquiada" disse.

Uma das partes mais sensíveis da entrevista foi a abordagem da briga da cantora com Mariah Carey durante os bastidores de gravação do "American Idol" norte-americano. "Eu não diria que eu não gosto dela" alegou Nicki Minaj de forma pouco convincente."Eu não sei se ela gosta de mim" ao que o apresentador pede para que a cantora se esforce mais para ter uma convivência pacífica com Mariah. 

Nicki promete tentar fazer as pases com a morena pois acompanha a sua carreira a muito tempo e não quer odiá-la.  Nicki disse ainda na entrevista que se diverte gravando o "American Idol", que gosta dos produtores, das pessoas atrás das câmeras e que agora consegue se divertir até mesmo com Mariah.

Jimmy ainda questionou sobre quem venceria uma disputa de braço de ferro entre ela e Mariah. Nicki respondeu que não luta com os punhos e que usa qualquer arma que estiver em suas mãos. A cantora ainda pediu para que o apresentador não contasse isso a ninguém senão haveria outra entrevista com Barbara Walters. Sorrindo Minaj ainda acrescentou: Não, não, não, nada de lutas. Eu não tolero violência, Barbz".

Finalizando o programa, a cantora que atualmente está divulgando o relançamento do seu álbum, o "Pink Friday Roman Reloaded - The Re-UP", apresentou duas faixas do disco: "Va Va Voom" e "Freedom".

Vejam no vídeo abaixo: