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Após muitos vazamentos, um iPod destruído e muitas músicas em versões diferentes de um álbum Super-Extra-Deluxe-Edition, parece que finalmente um novo material da Madonna está a caminho!

Os indícios de que um novo álbum estava sendo feito vieram quando, em abril deste ano, a professora de turnês postou uma foto em estúdio com a hastag #mirwais, se referindo ao produtor francês Mirwais Ahmadzaï, que foi responsável por produzir os álbuns “Music”  e “American Life”. Ele também participou como compositor em faixas como “Future Lovers” e “Let It Will Be” que fazem parte de um dos maiores hinários da música pop, vulgo “Confessions On The Dance Floor”.



Aí que, durante sua performance no Met Gala deste ano, a hitmaker de "Turn Up The Radio" cantou um trecho da inédita (e ótima, por sinal), “Beautiful Game” (começa em 6:11).



Para completar, na semana passada Madonna confirmou que está sim dedicando seu tempo ao novo álbum, mas que conta com a paciência de seus fãs. Tamo tentando, miga. 


E o que será que vem por aí na nova era da criadora do pop? Em uma postagem feita pelo seu empresário Guy Oseary, comemorando os 20 anos do álbum “Ray of Light”, o ícone milenar fez uma crítica ao processo de criação de seus últimos álbuns, algo incentivado pelo agente.


Me ajuda, por favor! Eu me lembro de quando fazia álbuns com outros artistas do começo ao fim e fui permitida a ser visionária e não ir para campos de composições de música onde ninguém pode se sentar por mais de 15 minutos.

Pelo visto não foi só Beyoncé que construiu seu cativeiro.

Após algumas horas, o comentário foi apagado, mas os fãs, como sempre, capturaram as verdades jogadas na cara do também empresário da banda U2. E aí? Será que ela tá seguindo um caminho diferente na produção desse material?

Neste ano, a rainha de coração rebelde comemorou seus 60 anos de idade e incríveis 35 anos de carreira e, se depender de "Beautiful Game", com muita coisa boa pra vir por aí. Amém, Madonna.  

Se você é fã da Pabllo Vittar, com certeza já conhece a Urias: sua mana mais fiel, que trabalha também na equipe da Pabllo como assistente pessoal da queen. Essa semana, Urias surpreendeu o público com o lançamento do seu primeiro projeto na música, um cover da banda O Rappa, "Meu Mundo É O Barro".



O cover tem uma pegada reggae e ganhou um clipe dirigido por Pedro Fidelis, em que a cantora aparece bem maravilhosa em um ambiente intimista. O styling do vídeo é uma parceria com a AMAPO, marca que Urias representou na passarela do SPFW desse ano.

O primeiro passo de Urias no mundo da música já mostrou um vocal poderoso e influências super interessantes da cultura pop, comparada à Rihanna e FKA Twigs pelos fãs nas redes sociais. Esperamos ver mais projetos seus em breve <3

Uma das melhores coisas a surgirem nesse ano no cenário indie/alternativo foi a banda Bastille, que liderada por Dan Smith, teve um sucesso estrondoso no Reino Unido com seu álbum de estreia, "Bad Blood" que, inclusive, enchemos de elogios na nossa review. E como o sucesso pouco é bobagem, eles anunciaram uma novidade pra lá de interessante.

Enquanto se preparam para o segundo álbum, no próximo ano, a Bastille relançará o "Bad Blood" sob o nome de "All this Bad Blood" no dia 25 de novembro, com novas canções, covers e outras já conhecidas de EPs da banda. Uma delas, inclusive, já foi anunciada como novo single e ganhou seu videoclipe.

"Of the Night" utiliza samples de dois mega sucessos das discotecas dos anos 90: "The Rhythm of the Night", do Corona (quem nunca cantou isso na vida que atire a primeira pedra hahaha) e "Rhythm is a Dancer", do Snap!, que apesar de ser quase um cover, ficou com a cara de Dan Smith e cia. Já seu videoclipe (que não conta com Dan de protagonista) dirigido por Dave Ma e estrelado por James Russo (Django Livre) encarna o já conhecido ~padrão Bastille de qualidade~, cheio de simbolismos e mensagens subliminares, onde vemos um perito/investigador de polícia saturado com todos os casos complicados nas diversas cenas de crime as quais têm que presenciar todos os dias, então, resolve jogar tudo para o alto, com um final à la Bastille mesmo:



Com lançamento marcado para 25 de novembro, "All this Bad Blood" tem a generosa tracklist abaixo:


"Bad Blood"
01. "Pompeii"
02. "Things We Lost in the Fire"
03. "Bad Blood"
04. "Overjoyed"
05. "These Streets"
06. "Weight of Living, Pt. II"
07. "Icarus"
08. "Oblivion"
09. "Flaws"
10. "Daniel in the Den"
11. "Laura Palmer"
12. "Get Home"

"Part I: All This Bad Blood"
01. "Poet"
02. "The Silence"
03. "Haunt"
04. "Weight Of Living, Pt. I"
05. "Sleepsong"
06. "Durban Skies"
07. "Laughter Lines"

"Part II: Other People's Heartache"
08. "Previously On Other People's Heartache…"
09. "Of The Night"
10. "The Draw"
11. "What Would You Do"
12. "Skulls"
13. "Tuning Out…"

Vez ou outra, a Austrália nos brinda com artistas muito pouco conhecidos até então, mas capazes de fazer um assombroso sucesso mundo afora, casos de Kylie Minogue, Natalie Imbruglia, Savage Garden e mais recentemente, Gotye.

E um novo nome, já muito conhecido por lá, poderá em breve ter um reconhecimento mais mundial. Reece Mastin é um cantor, compositor, guitarrista e produtor musical britânico radicado na Austrália, e para quem não conhece, é o vencedor da temporada de 2011 do X Factor Australia. Aos 18 anos, Reece se destaca justamente por sua proposta ir na contramão do que a maioria dos teens atuais fazem: suas influências são claramente no rock. E apesar da pouquíssima idade, não faz feio. Com uma voz rasgada super potente e um visual bem interessante, o little rocker é uma boa aposta no mercado.

Seu álbum homônimo, lançado após o fim do programa, contou apenas com as versões em estúdio das músicas que ele apresentou por lá, mais o seu single de campeão, a ótima "Good Night", que lembra bastante "Raise Your Glass" da P!nk. Com versões de "I Kissed A Girl", "Always", "Dream On", "Breakeven", "Come Get Some", entre outras, fez um sucesso estrondoso na Austrália, alcançando o primeiro lugar por algumas semanas.


Satisfeitíssimos com os resultados alcançados, os executivos da Sony Music Australia, não demoraram muito a lançar seu álbum de estreia, o "Beautiful Nightmare". Lançado em outubro do ano passado, o disco é um daqueles que TODOS deveriam ouvir, mas que por pertencer a um mercado super restrito e fora do eixo USA-UK, acabou passando despercebido.


Cercado de uma vibe punk e old school, com pitadas de pop, reggae, dubstep e muitos riffs de guitarra, o álbum vai contra quase tudo que toca nas rádios atualmente, mesmo assim, consegue soar moderno e com muito potencial. O álbum foi outro sucesso por lá, gerando até então, dois singles número 1 nas paradas da ARIA ("Shut Up & Kiss Me" e "Shout It Out") e um número 3 ("Rock$tar"), e a sua turnê, a "Summer Nights Tour", lotada por toda a Austrália.

Dando continuidade a esse sucesso todo, Reece acabou de lançar uma das grandes faixas do álbum, a baladinha com doses de midtempo, "Timeless", como quarto single. E inclusive, ganhou seu videoclipe. Nele, vemos aquilo que todo artista em determinado momento da carreira fará: um vídeo com momentos de seus bastidores em turnê. Vemos Reece se preparando pra entrar no palco, em viagens, ensaiando e em ação no palco. Confiram:


E as novidades não param por aí, Reece já disse que prepara um novo material (possivelmente para o final do ano) e Simon Cowell que não é bobo nem nada, mediante a todo sucesso feito pela Austrália, já planeja lançar Reece Mastin no Reino Unido e nos EUA também, a dúvida que fica, é se seria com um novo material ou com um relançamento do "Beautiful Nightmare".

E vocês, gostaram do Reece? Acham que ele tem potencial? Particularmente, acredito que se o Reece não tivesse se mudado para a Austrália, mas se tivesse tentado a sorte no X Factor UK, teria levado nas costas e seria um sucesso estrondoso por lá. Mas concordemos que, num mercado onde os teens vem aparecendo com frequência nas paradas, acho que o Reece seria uma boa e diferente aposta para o mercado americano e europeu. Vamos aguardar!


Antes de tudo, comecemos com a seguinte pergunta: Você compraria uma obra de arte feita de chiclete mastigado? Logo de cara pode parecer algo bem nojento, mas depois que vocês conferirem o resultado final (e incrível) do artista plástico italiano Maurizio Savini, certamente mudarão de ideia.

Trabalhando há mais de uma década nisso, ele cria fantásticas esculturas utilizando como matéria-prima ~apenas~ milhares de pedaços de chicletes mastigados e sempre na cor rosa (que de acordo com ele, realça mais as esculturas).

Seus trabalhos já foram expostos em diversas exposições mundo afora, tais como Roma, Berlim e Londres. Cada peça chega a custar a bagatela de chocantes U$$ 60 mil cada.

Perguntado sobre o motivo de utilizar algo tão repugnante como matéria-prima, Savini disse: "É aí que está toda a diversão do meu trabalho. Poder demonstrar através de algo que de início causa estranheza, um novo lado, uma nova ótica. Funciona como um choque quando me perguntam do que foram feitas. E também, a goma de mascar é um material muito mais versátil para ser trabalhado, podendo facilmente ser utilizada enquanto está morna e podendo ser cortada com qualquer tipo de faca por conta de sua textura". Para conseguir que o chiclete fique fixo na estrutura montada, Maurizio Savini utiliza uma solução química contendo formaldeído.

Confiram um pouco desse inusitado trabalho do italiano:

















E aí, gostaram?!

Confesso que quando vi o trabalho incrível do Hideyuki Nagai fiquei super desconfiado. Porque é de uma tamanha perfeição, que realmente nos dá a impressão de algo ~manipulado~. Mas enfim, fui olhar mais coisas sobre ele e quando tive acesso ao vídeo do passo a passo de um de seus desenhos, me convenci totalmente e resolvi compartilhar com vocês.

Hideyuki Nagai é um jovem japonês de 22 anos que começou a trabalhar com artes ainda na adolescência, porém, viu que os cartoons não eram bem o que lhe davam interesse. Até que aos 20 anos, resolveu migrar para o 3D, onde impulsionado pelo trabalho de Julian Beever (artista mundialmente conhecido por sua técnica chamada anamorfose, que permite ao utilizar giz, e com a contribuição de um ângulo correto, criar ilusões de ótica em 3D), desenvolveu um estilo único de pintura em 3D, utilizando apenas folhas de caderno, lápis e borracha.

Confiram logo abaixo os incríveis desenhos dele, que repito: são de encher os olhos.





















Se você ainda não acredita e acha que tudo foi manipulado, acompanhe este vídeo, mostrando um passo a passo de um de seus trabalhos:


Aos interessados em ver mais sobre o trabalho do Hideyuki Nagai, podem acessar o perfil dele no DeviantART e o canal dele no Youtube.

Ultimamente, lugar nenhum do mundo tem nos apresentando tantas novidades musicais interessantes vindas de reality shows como o Reino Unido. Após revelarem Leona Lewis, One Direction, Little Mix, Olly Murs, entre outros, a nova aposta dos britânicos é em cima de uma banda com uma visão mais conceitual e com uma proposta bem interessante: The Loveable Rogues.

Sonny, Té e Eddie se conheceram ainda no ensino médio e logo viram que tinham várias afinidades musicais, resolvendo assim, montar uma banda. Mais tarde, precisamente em fevereiro de 2012, foram convidados pelos produtores a participarem do reality show Britain's Got Talent, onde terminaram em 4º lugar. Mas devido a grande repercussão causada pelo grupo no programa, Simon Cowell ofereceu um contrato de gestão de carreira e consequentemente para a produção do álbum de estreia, sob o selo da Syco Music (One Direction, Olly Murs, Little Mix).

De contrato assinado e sem perder tempo, eles entraram em estúdio na metade do ano para a gravação de uma interessante e elogiadíssima mixtape com 12 faixas, intitulada "First Things First", que foi lançada em outubro do ano passado, onde o trio, tomado por suas influências no rock, hip hop, pop, folk e rap, traz um som bastante orgânico e conceitual, que particularmente, gostei muito! Ouça a mixtape abaixo:



Tracklist:

1. Intro
2. What A Night (feat. Ed Drewett)
3. It's A Rave, Dave
4. Fish 'N' Chips
5. Talking Monkeys
6. Maybe Baby (feat. Fiona Bevan)
7. Can't Satisfy Her
8. Charmless Man
9. Going Home Song
10. Honest (feat. Ms D)
11. I Wanna Be The Only One
12. Bus M8

E para completar a felicidade, o primeiro single, "What A Night", ganhou seu divertido videoclipe, onde podemos ver a banda em meio a uma festa temática, que se torna uma rave cheia de amigos, pegação, bebidas, com direito a guerra de almofadas, seios de fora e gente pulando na piscina de roupa e tudo.




E para ajudar ainda mais na divulgação do trio, os meninos do The Loveable Rogues, serão os responsáveis pela abertura dos shows da turnê europeia do Olly Murs neste ano.

O single "What A Night" tem previsão de lançamento para o dia 21 de abril no iTunes, enquanto o álbum de estreia, no segundo semestre.

Só de olhar a foto da Miranda já dá aquela saudadezinha de ver Carly e toda a sua turminha aprontando em ICarly, não é mesmo? Depois de ficar um tempinho longe das câmeras Miranda vai finalmente voltar ao mercado, atuando ao lado de Christina Ricci (eterna Vandinha, da Familia Addams).

Miranda estará presente no elenco de uma nova série da NBC, intitulada "Girlfriend in a Coma", que contará a história de Karen (Christina Ricci), que sai de um longo coma e percebe que possui uma filha de 17 anos (de uma gravidez que ela nem estava ciente), Evie (Miranda Cosgrove). O mundo de Evie estará de cabeça para baixo quando sua mãe acordar. 

Dentre os produtores da série pode-se destacar famosos nomes como Wolf, Liz Brixius (escritora do piloto), Gelber Danielle, dentre outros. É interessante ressaltar que essa será a primeira experiência de Wolf a frente de uma série de comédia — para quem não sabe, Wolf esteve engajado em "Law & Order".


Aqui no Brasil nós ainda teremos a chance de ver a Miranda como Carly, pois o ultimo episódio da série ICarly vai ao ar no dia 25 de abril, pela Nickelodeon. O canal também exibirá os melhores episódios da série, a partir do dia 22 de segunda a quarta, sempre as 19 horas. O ultimo episódio já foi ao ar nos EUA e reuniu cerca de 6,430 milhões de telespectadores, entrando no ranking como o 12º episódio mais assistido da serie, wow!

Carly e sua turma já deixou saudades, não é mesmo?

Durante a passagem da turnê Born This Way Ball pelos Estados Unidos, a Mother Monster concedeu uma breve entrevista ao fã-site PropaGaga e revelou detalhes sobre o seu terceiro disco de inéditas, o aguardado "ARTPOP".

Nesta entrevista, a cantora afirmou saber que o álbum  "Born This Way" foi desafiador para os seus fãs e que amou o fato dele ter se tornado tanto um movimento quanto uma terapia para os Little Monsters. 

"Ele foi catártico, tanto para mim quanto para os meus fãs. Estou feliz e pronta para crescer e amadurecer como uma artista", disse a popstar.
Sobre o novo trabalho, Gaga afirmou que seus fãs querem músicas divertidas e sujas e que esse tipo de canção fará parte de "ARTPOP". A cantora também contou que o disco está quase pronto, os vocais e as faixas estão gravadas e ela irá regravar alguns vocais com Don Lawrence, seu treinador vocal. A Mother Monster informou ainda que considera "ARTPOP" o seu primeiro álbum real e que ele traz a simbologia da fênix, que é conhecida por ressurgir das cinzas.

Até o momento, o que temos de concreto sobre o novo disco de Lady Gaga é um trecho da letra de "Sex Dreams", que faz certa referência ao livro "1984" e outros possíveis nomes de canções do álbum: "Burqa", "Ratchet", "G.U.Y.", "I Damn For Him", "Tea" e "Red Flames.

Particularmente estou ansioso pelo lançamento de "ARTPOP" mas não faço coro a esse hype todo criado em cima do álbum. Gosto de me surpreender com a cantora e confesso que me decepcionei com "Born This Way" pois esperava algo completamente diferente em virtude das declarações da cantora no pré-lançamento do disco. Ainda estou esperando pelo álbum da década, pelo hit da geração e pelo novo "I Will Survive".