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De contrato assinado com a Warner Music internacional e o anúncio de um disco que visa projetá-la globalmente, sob a produção executiva de Ryan Tedder (vocalista do OneRepublic e produtor de artistas como Adele, Beyoncé, entre tantas outras), a cantora Anitta têm protagonizado inúmeros rumores sobre os próximos passos de sua carreira.

O último, e também audacioso, diz sobre o lançamento de um álbum chamado “Girl from Rio”, que contaria com a colaboração de artistas como Rosalía, Miley Cyrus, Nicki Minaj e Cardi B, além de uma aparição póstuma de Mr. Catra, que a própria Anitta já havia falado sobre há alguns meses.

Mas tudo isso, até então, não passam de especulações.

Sem nenhum indício de que seja um lançamento real, “Girl from Rio” surgiu de rumores envolvendo um suposto anúncio no site da Amazon, que nunca aconteceu. Além da tracklist, apareceu ainda uma possível capa do projeto que, na verdade, é uma edição do seu ensaio para Marie Claire em fevereiro de 2018. Logo, fake.


Desde o anúncio do contrato com a major norte-americana, algumas publicações internacionais sobre a cantora confundiram seus fãs ao falarem em parcerias com Katy Perry e Miley Cyrus: a brasileira realmente chegou a colaborar com as duas artistas, mas através de aparições em lives pelo Instagram e no seu novo programa da Multishow, “Anitta dentro da casinha”, não em músicas novas.

Conhecendo Anitta e o rumo de seus últimos projetos, como o disco colaborativo “Kisses”, não deve ser descartada a ideia dela surgir acompanhada de muitos outros artistas, mas, por enquanto, todos os nomes que possam vir a cantar em seu novo trabalho ainda estão em segredo.

Abaixo, você pode ouvir “Desce pro play”, última música lançada com a cantora, ao lado do funkeiro MC Zaac e o rapper americano Tyga:

Beyoncé está de volta com nada mais, nada menos do que um filme escrito, dirigido e produzido por ela mesma. “Black Is King”, seu novo projeto anunciado neste sábado (28), chega no dia 31 de julho ao Disney+.

De acordo com a Variety, o “Black Is King” vai funcionar como um registro visual do disco “The Gift”, álbum criado por Beyoncé para o remake de “O Rei Leão”, lançado no ano passado.

Em comunicado enviado à imprensa, a Disney e a Parkwood Entertainment, empresa de Beyoncé, contam que o álbum visual surgiu como uma forma de “reimaginar as lições de ‘O Rei Leão’”. Assim, o filme de Bey vai contar a história de um jovem rei africano que conta com a ajuda de seus ancestrais, os ensinamentos de seu pai e os conselhos de seu amor de infância para encontrar seu destino e assumir o trono. Simba ficaria orgulhoso! 

Sempre muito sucinta nas redes sociais, Beyoncé mostrou que o projeto é muito importante para ela ao fazer um texto no Instagram explicando um pouquinho mais sobre o conceito e processo de criação do filme. 





I typically keep comments short and sweet, but I just watched the trailer with my family and I’m excited. 🎶please don’t get me hype🎶🤪 “Black Is King” is a labor of love. It is my passion project that I have been filming, researching and editing day and night for the past year. I’ve given it my all and now it’s yours. It was originally filmed as a companion piece to “The Lion King: The Gift” soundtrack and meant to celebrate the breadth and beauty of Black ancestry. I could never have imagined that a year later, all the hard work that went into this production would serve a greater purpose. The events of 2020 have made the film’s vision and message even more relevant, as people across the world embark on a historic journey. We are all in search of safety and light. Many of us want change. I believe that when Black people tell our own stories, we can shift the axis of the world and tell our REAL history of generational wealth and richness of soul that are not told in our history books. With this visual album, I wanted to present elements of Black history and African tradition, with a modern twist and a universal message, and what it truly means to find your self-identity and build a legacy. I spent a lot of time exploring and absorbing the lessons of past generations and the rich history of different African customs. While working on this film, there were moments where I’ve felt overwhelmed, like many others on my creative team, but it was important to create a film that instills pride and knowledge. I only hope that from watching, you leave feeling inspired to continue building a legacy that impacts the world in an immeasurable way. I pray that everyone sees the beauty and resilience of our people. This is a story of how the people left MOST BROKEN have EXTRAORDINARY gifts.❤️✊🏾 Thank you to Blitz, Emmanuel, Ibra, Jenn, Pierre, Dikayl, Kwasi and all the brilliant creatives. Thank you to all at Disney for giving this Black woman the opportunity to tell this story. This experience has been an affirmation of a grander purpose. My only goal is that you watch it with your family and that it gives you pride. Love y’all, B
Uma publicação compartilhada por Beyoncé (@beyonce) em



Confira a tradução: 

“Eu normalmente mantenho meus comentários curtos e doces, mas acabei de assistir ao trailer com a minha família e estou animada. “Please don't get me hype”. “Black Is King” é um trabalho feito de amor. É o meu projeto do coração que eu tenho filmado, pesquisado e editado dia e noite pelo último ano. Eu dei a ele tudo de mim e agora é de vocês. Foi originalmente filmado como uma peça de acompanhamento para o disco de trilha sonora “The Lion King: The Gift” para celebrar a amplitude e a beleza da ascendência preta. Eu nunca poderia imaginar que, um ano depois, todo o trabalho duro colocado nesta produção serviria a um propósito maior. 

Os acontecimentos de 2020 fizeram a visão e mensagem deste filme ainda mais relevante, enquanto pessoas ao redor do mundo embarcam em uma jornada histórica. Estamos todos buscando segurança e luz. Muitos de nós querem mudanças. Eu acredito que quando pessoas pretas contam nossas próprias histórias, podemos mudar o eixo do mundo e contar a nossa história REAL de riqueza geracional e riqueza de alma que não é contada nos nossos livros de história. 

Com esse álbum visual, eu quis apresentar elementos da história preta e tradição africana, com um toque moderno e uma mensagem universal, e o que realmente significa encontrar sua própria identidade e construir um legado. 

Eu passei muito tempo explorando e absorvendo lições de gerações passadas e da rica história das diferentes vestimentas africanas. Enquanto trabalhava neste filme, houve momentos em que me senti sobrecarregada, como muitos em meu time criativo, mas foi importante criar um filme que incutisse orgulho e conhecimento. 

Eu apenas espero que, ao assisti-lo, vocês fiquem inspirados a continuar construindo um legado que impacte o mundo de uma forma imensurável. Eu rezo para que todos vejam a beleza e a resiliência do nosso povo. 

Essa é uma história sobre como as pessoas MAIS QUEBRADAS têm dons EXTRAORDINÁRIOS”. 

Por enquanto, ainda não sabemos como nós brasileiros poderemos assistir ao “Black Is King”, já que a plataforma de streaming Disney+ ainda não chegou ao nosso país e deve estrear somente no final do ano. Por aqui, o Prime Video tem sido responsável por transmitir alguns conteúdos da Disney. Quem sabe eles não trazem esse presentinho pro Brasil? Poxa, Amazon, nunca te pedimos nada!

Já que ainda não temos o filme, vamos aquecendo ouvindo o “The Gift” enquanto torcemos para que o  “Black Is King” faça com que o disco seja mais apreciado, afinal, “Brown Skin Girl”, “Water”“Mood 4 Eva” merecem muito serem hits.

Dua Lipa não vai deixar que pandemia nenhuma atrapalhe os planos de divulgação do “Future Nostalgia”. Depois de realizar algumas ótimas performances e entrevistas diretamente de casa, a artista agora pode ter preparado o videoclipe de seu novo single em sua humilde residência.

Segundo rumores, o quarto single do disco, responsável por suceder os hits “Don’t Start Now”, “Physical” e “Break My Heart”, será “Levitating”, uma das faixas favoritas dos fãs (e nossa também).



Parece que Dua não só já gravou o clipe em sua casa como contou com uma pontinha de seu namorado, Anwar Hadid, como par romântico na produção, já que o casal está passando a quarentena juntinho.

E tem mais: segundo insider, “Levitating” ganhará uma versão remix com um artista que representa uma espécie de legado. Ok, nós até gostamos de enigmas, mas ficamos confusos aqui... quem poderia ser?

Se estivermos falando de legado da música pop e disco, claro que os primeiros nomes que vem a cabeça são Madonna e Kylie Minogue. Porém, vale lembrar que Dua Lipa é muito fã e amiga de Katy Perry, que também é uma possibilidade, já que muitos veem o “Future Nostalgia” como o “Teenage Dream” de Dua.

Indo mais longe, teve gente pensando em P!nk, Gwen Stefani, Nelly Furtado e Nile Rodgers, todos artistas que Dua já revelou admirar muito e que poderiam funcionar bem na canção.

Seja como for (ou com quem for), nós já estamos prontos pra levitar muito com esse novo single de um dos melhores álbuns do ano.
De surpresa, como sempre, Beyoncé apareceu no finalzinho desta sexta-feira (19) nos Estados Unidos (já sábado, 20 de junho por aqui) com sua nova música, "Black Parade".

Apesar de ter nos surpreendido com esse lançamento, ele não é aleatório: no dia 19 de junho, os norte-americanos comemoram o Juneteenth, um dia em memória à emancipação dos escravos em todos os estados confederados dos Estados Unidos. Uma data que merecia uma música à altura, e ganhou. 

Na canção, que por enquanto se encontra disponível no Tidal, YouTube e Spotify, Beyoncé continua a explorar um lado mais hip-hop de sua música, juntamente com elementos de afrobeat, em meio à uma letra que celebra não só essa data tão importante, mas toda a negritude da artista, enquanto ela canta sobre ter orgulho de sua herança e sobre se reconectar com suas raízes, já que o Texas, estado natal de Bey, foi o último a proclamar a emancipação da escravidão.

Ah, um detalhezinho importante e maravilhoso: Beyoncé cita Oxum na música. É isso mesmo! <3



SHE IS (AND WILL ALWAYS BE) THE MOMENT. 

"Black Parade" ganhou também uma versão estendida, com muitos instrumentos de sopro ao fundo, ao maior estilo "Homecoming", mas que, por enquanto, só está disponível no Tidal. 
Após ser anunciado no final de maio, a versão de Zack Snyder para "Liga da Justiça" ganhou nesta quinta-feira (18) o seu primeiro teaser, focado na Mulher-Maravilha (Gal Gadot). A produção está prevista pela 2021 no HBO Max, o serviço de streaming da Warner.


Conforme o teaser aponta, Mulher-Maravilha deve ser peça fundamental para esta versão, visto que ela está investigando sobre o Darkseid, que inclusive aparece no final. Rumores antigos apontavam para uma maior importância da heroína na versão que nunca foi lançada. Snyder, aliás, revelou no ano passado que era ela quem matava o Lobo da Estepe, vilão do filme.

A versão vendo sendo pedida desde o lançamento de "Liga da Justiça", em 2017. Snyder, é claro, contribuiu para que os fãs ficassem com mais vontade de assistir sua versão ao publicar nas redes ideias que foram descartas da produção. Membros do elenco também haviam confirmado a existência do "Snyder Cut".

A produção de "Liga da Justiça" foi totalmente conturbada. Em meio as gravações, Joss Whedon foi chamado para reescrever algumas cenas pois o estúdio as achava sombria demais. Tudo piorou quando Snyder se afastou após a morte de sua filha, o que resultou com que Whedon assumisse a direção. O resultado foi um filme com dois tons totalmente diferentes e uma sensação de que muita coisa estava faltando.
Nunca duvide do poder de Lady Gaga. Com a estreia de seu sexto disco, o “Chromatica”, nessa sexta-feira (29), a artista provou que também pode dominar os streamings, tendo um grande debute no Spotify.

A atualização da plataforma, divulgada no início deste sábado (30), mostra a cantora ocupando os dois primeiros lugares do Top 50 mundial com “Rain On Me”, parceria com a Ariana Grande, e “Sour Candy”, com o grupo de k-pop BLACKPINK.

Confira as posições completas:

#1 Rain On Me (with Ariana Grande)
#2 Sour Candy (with BLACKPINK)
#12 Alice
#13 Stupid Love
#17 911
#18 Free Woman
#23 Fun Tonight
#24 Chromatica I
#26 Enigma
#27 Plastic Doll
#29 Sine From Above (with Elton John)
#30 Chromatica II
#34 Replay
#40 Babylon
#49 1000 Doves
(A interlude “Chromatica III” não aparece no chart por ter menos de 30 segundos)

Assim como no Spotify WW, Lady Gaga também colocou todas as faixas do “Chromatica” no Top 50 do Spotify USA. O destaque vai para “Alice” que, gritando para ser single, garantiu também um Top 10:

#2 Rain On Me (with Ariana Grande)
#3 Sour Candy (with BLACKPINK)
#10 Alice
#12 Free Woman
#15 911
#16 Stupid Love
#19 Fun Tonight
#21 Chromatica I
#23 Plastic Doll
#25 Enigma
#28 Chromatica II
#33 Replay
#34 Sine From Above (with BLACKPINK)
#41 Babylon
#46 1000 Doves
(A interlude “Chromatica III” não aparece no chart por ter menos de 30 segundos)

Também precisamos falar do nosso país, é claro! Por aqui quebramos um recorde importantíssimo e fizemos do “Chromatica” o álbum com a maior estreia na história Spotify BR. Brazil, I’m devastated? Hoje não!

No total, o “Chromatica” conquistou mais de 48,3 milhões de streams em suas primeiras 24 horas no Spotify, sendo o quarto maior debute de um álbum esse ano na plataforma e a terceira maior estreia de um disco feminino no geral, atrás apenas da Ariana Grande com o “Thank U, Next” (70,2 milhões de streams) e da Taylor Swift com o “Lover” (54,9 milhões de streams).

E disseram que a Lady Gaga estava morta, hein?

Para aumentar um pouco mais nossa ansiedade quando a "Love, Victor" - que será lançada no próximo mês, a hulu divulgou o seu primeiro trailer nesta terça-feira (25). A gente tá vomitando arco-íris.


É tanta coisa nesse trailer que a gente não sabe nem por onde começa. Victor terá realmente um conflito maior quanto sua orientação sexual - e a série deve abordar uns esteriótipos; vamos ter mais de um casal gay na série - ou seria um triangulo amoroso? E, é claro, não podemos deixar de mencionar o Blue (Keiynan Lonsdale), de "Love, Simon", fazendo uma pontinha, além da drag Katya. TU-DO.

"Love, Victor" originalmente seria disponibilizada no Disney+, mas parece que a série está gay demais para o serviço. Entretanto, o derivado vai para o hulu que, no fim, é um serviço da Disney. Talvez a Casa do Mickey não queria associar diretamente  sua imagem com um produto inteiramente sobre gays, apesar de ter alguns personagens LGBTQ+ em algumas séries e até filmes.

O derivado acompanha Victor, interpretado pelo fofinho do Michael Cimino, que chega a Creekwood High School. A primeira temporada deve explorar os conflitos quanto a orientação sexual de Victor e terá 10 episódios de meia hora - o estúdio já cogita uma segunda temporada, aliás. "Love, Victor" estreia no dia 19 de junho.
Foram quatro anos de espera desde o último disco de Foxes, “All I Need”, até que ela voltasse a dar sinais de que um novo álbum estaria a caminho. E agora isso finalmente acontece, ao som da maravilhosa “Love Not Loving You”.

Primeira amostra do que a britânica veio preparando em estúdio durante esse tempo longe dos nossos ouvidos, a música parece partir exatamente de onde ela parou em seu trabalho anterior, com uma sonoridade funky que, ao mesmo tempo que conversa bem com seu som de anos atrás, chega a tempo do hype desse som em hits como “Say So”, da Doja Cat, e “Juice”, da Lizzo.

“Love Not Loving You” já chega com videoclipe e, sob a direção de  Rauri Cantelo, mistura a cantora com famosas obras de arte.


Bem vinda de volta, raposinha! <3
Se o isolamento não nos permite frequentar shows e baladas, impulsionou e popularizou os formatos virtuais que, nas mais variadas redes sociais, têm tentado adaptar eventos que aconteceriam ao longo desse ano para transmissões e videoconferências.

Foi o caso da festa Trophy, que contamos por aqui há algumas semanas e terá mais uma edição no dia 6 de junho, e é agora do Hyperpop Festival, evento completamente online, que contará com atrações nacionais e internacionais e acontecerá durante os dias 22, 23 e 24 de maio pela plataforma Twitch.

Com curadoria do duo Cyberkills, famosos por produções e remixes para artistas como Pabllo Vittar, Mia Badgyal e Jup do Bairro, o festival contará com dois formatos, sendo eles de performance e DJ Set; no primeiro, os artistas se apresentarão, cantando ou dançando suas músicas, já o segundo, é focado na apresentação de “sets” por cada um dos DJs convidados.


A iniciativa, além do objetivo de explorar e popularizar a cena do hyperpop e pc music no Brasil e mundo, pretende também levantar fundos para o coletivo Mães de Favela, programa criado pela CUFA para auxiliar mães e chefes de família que vivam em comunidades por todo o país.

O line-up é um prato cheio para os órfãos de festivais neste ano, incluindo headliners como a cantora canadense Allie X, a rapper americana Kilo Kish e o brasileiro Davi Sabbag, já entre os DJs, se destacam nomes como Aquaria, de ‘RuPaul’s Drag Race’, Nina Las Vegas e a produtora brasileira Badsista, que assina o mais recente lançamento de Jup do Bairro, “All You Need Is Love”, também presente nas atrações.


Com transmissão pelo Twitch, o Hyperpop Festival deverá divulgar os horários de todas as atrações pelo Instagram do Cyberkills, que já anunciou os detalhes desta sexta-feira (22), data em que abrirão seus trabalhos:

“All you need is love, tenho tanto pra te dar”, versa Jup do Bairro e seus parceiros de música, Linn da Quebrada e Rico Dalasam, nesta canção que abre oficialmente os trabalhos do seu álbum de estreia, o projeto audiovisual “Corpo sem juízo”.

Sob a produção de Badsista,  que neste ano também trabalhou com Linn no álbum de remixes do “Pajubá” e produziu a volta de Deize Tigrona em “Vagabundo”, “All You Need Is Love” leva esses três corpos para a antiguidade, enquanto mescla sintetizadores com a batida pulsante do funk, criando a mesma atmosfera dúbia de sua letra, ora romântica, sobre amor, ora putaria, afinal, os dois temas não só podem, como devem estar de mãos dadas.

No clipe, com direção do Rodrigo de Carvalho, a dificuldade de se produzir parcerias em meio ao isolamento é driblada com muita criatividade e tecnologia, apresentando-os através de hologramas no rosto de estátuas que mais parecem divindades no meio do deserto, ali sedentas por amor e para amar.

Da junção de três artistas tão plurais, “All You Need Is Love” consegue compartilhar o melhor de cada um deles e delas, e seu resultado não poderia ter sido mais caótico e grandioso.

Com o perdão do jargão de eras passadas, Pabllo Vittar “não para não” e, no que depender dos movimentos que têm feito pelos bastidores, ainda tem muitas surpresas pra mostrar ao público depois do disco trilíngue “111”, que já rendeu singles como “Flash Pose”“Amor de que” e seu hit atual, “Salvaje”.


Em seu Twitter, o produtor da cantora, Rodrigo Gorky, comentou sobre a cobrança dos fãs para a drag atender aos pedidos de artistas que falam sobre ela em entrevistas, sugerindo parcerias, e jogou algumas informações valiosas considerando uma lista enviada pela rede social. 

A primeira delas é que Pabllo já gravou a sua parte em três canções que poderão ser lançadas com artistas internacionais (como a brasileira já fez sua parte, falta que os artistas em questão gravem seus versos e aprovem o lançamento); a segunda é que cinco dos nomes citados estão numa fase de “namoro”, naquela sondagem pra ver se rola de dividirem estúdio ou não, e aí, o que talvez seja a informação mais polêmica, de todos os artistas citados, dois chegaram a gravar uma parceria com Pabllo, mas as músicas terminaram descartadas.

Na lista, estavam nomes como: Little Mix, Kehlani, Olly Alexander (Years and Years), Grimes, Kim Petras, Cardi B, Danna Paola, Tinashe, Dua Lipa, Lauren Jauregui, Fergie, Nicole Scherzinger, Rosalía, J Balvin, entre outros. Quem é o artista envolvido em cada uma das situações? Só a própria Pabllo e a sua equipe sabem.


“Salvaje” é a atual música de trabalho de Vittar com o disco “111” e, enquanto não pode gravar seu videoclipe, a cantora tem promovido a faixa através de transmissões ao vivo pelas redes sociais, além de um challenge lançado, obviamente, no Tik Tok.
Assim como o resto da humanidade, foi nos últimos meses que a cantora e produtora Ysa Yaneza, de 24 anos, descobriu que o mundo entraria numa pausa após ser afetado por uma verdadeira pandemia e que, até que as coisas caminhassem para alguma normalidade, ela teria que fazer algo neste tempo que não parasse todos os seus planos e, obviamente, carreira.

Natural de Filipinas, tendo crescido em Singapura, ela teve seu primeiro single, “TEA”, lançado em 2016, e apesar da influência do pop noventista e 2000, tem uma grande inspiração em artistas como Charli XCX e Grimes. “Por que não há artistas como elas em Singapura? Já que eu não podia encontrar, quis fazer isso”, contou numa entrevista ao Medium.

Dito e feito, seu atual single, “Softly”, é claramente inspirado no bubblegum bass que, vez ou outra, empresta quês de suas fórmulas e estruturas para o pc music de XCX.



Neste sábado, 16, a cantora se apresenta para o público brasileiro na festa virtual Trophy, mostrando um DJ set com o melhor do que tem ouvido e dançado em tempos de isolamento, além de, obviamente, sua música nova.



A Trophy virtual começa a partir das 21h, no horário de Brasília, através da plataforma de videoconferência ZOOM, contando ainda com sets de Bikunha (RS), Dre Guimarães (AM), Kali Uchiha, Zowk, ST e os DJs residentes Gui Tintel, Jana Duarte (Lésbica Futurista) e ST. Saiba mais em seu evento no Facebook.
Os cinco homens mais maravilhosos estão voltando com uma nova temporada de "Queer Eye". Kamaro, Antoni, Bobby, Jonathan e Tan tem um encontro marcado com a gente no dia 5 de junho com a quinta temporada do reality show.

A informação foi divulgada pela Variety e posteriormente confirmada nesta quinta-feira (14) pelas redes sociais da série com um poster lindão animado que você pode conferir abaixo. A nova temporada deixa Atlanta e embarca para a Filadélfia com 10 episódios. Esse será o maior ano da série até agora.


O reality show é um revival da famosa "Queer Eye for the Straight Guy", de 2003. Os cinco fabulosos entram na vida de pessoas que precisam de um makeover, indo além da estética e dando um grande up em suas personalidades, resolvendo problemas e promovendo resultados incríveis, de encher os olhos.
Não há quarentena capaz de parar Katy Perry. Prestes a dar a luz à sua primeira filha, a artista também está pronta para colocar no mundo o seu quinto disco, e deu o pontapé inicial na divulgação do KP5 com o single "Daisies", liberado nessa sexta-feira (15). 

Em seus primeiros singles, Katy costuma apostar em uma vibe mais animada e lançar bops prontos, como "California Gurls" ou "Chained To The Rhythm". Em "Daisies", entretanto, a cantora mostra um lado diferente. A canção, produzida pelo trio The Monsters & Strangerz, não é uma balada, mas mistura elementos dançantes e acústicos para criar uma atmosfera suave e inspiradora.

Em termos de composição, podemos dizer que "Daisies" vem na linha de "Roar", mas ainda mais reflexiva, trazendo frases como "não vou deixar eles me mudarem, até me cubram de margaridas". Depois da era "Witness", que não obteve o mesmo sucesso comercial de seus antigos trabalhos e foi duramente criticada pela imprensa, dá pra entender o porquê de Katy apostar em uma letra que fala de superação e acreditar em si mesma. 



Já o clipe da faixa, lançado junto com a música, veio bem diferente do que nos acostumamos a receber de Katy. Em meio a pandemia, ficou difícil fazer uma grande produção, como a artista está acostumada. Por isso, ela investiu em um vídeo intimista, gravado em seu jardim, e que combinou bastante com a proposta do single. 




Marcado para 14 de agosto, o novo álbum de Katy Perry, ainda seu nome e capa, vai apostar em canções tão inspiradoras quanto "Daisies", segundo a própria artista. Pode vir que estamos prontos!
Já estamos quase na metade de 2020 e, entre tantos acontecimentos, talvez você tenha passado despercebido por um importante fato: Rihanna ainda não lançou seu novo disco.

Até então chamado pelos fãs por “R9”, o novo trabalho da barbadiana, sucessor do “ANTI”, vem sendo prometido e alvo de especulações há alguns anos e, ainda que seja questionada sobre ele em onze a cada dez entrevistas, a cantora de “Bitch Better Have My Money” parece ser a menos preocupada em tê-lo finalmente lançado.



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Prova disso são as respostas que a cantora costuma dar quando indagada sobre o disco e, em sua declaração mais recente, Rihanna foi ainda mais debochada.

Em seu Instagram, uma fã questionou: “Cadê o álbum?”, e Rihanna respondeu: “Eu perdi.”



Na sequência, os fãs se dividiram entre rir e garantir que a piada não tem mais graça. Nós estamos no meio de uma quarentena e, definitivamente, um novo disco da Rihanna é o que precisamos.
Reese Witherspoon por muitos anos foi conhecida como a atriz de "Legalmente Loira", mas nos últimos se arriscou em produções diferentes como "Big Little Lies" e "The Morning Show". Agora, entretanto, ela deve retomar as origens com duas comédias românticas na Netflix. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (13) no Deadline.

Ela basicamente vai entregar tudo que a gente precisava e não sabia, né? Além de protagonizar, ela também vai produzir os dois longa-metragens que, aliás, já possuem títulos: "Your Place or Mine" e "The Cactus".

"The Cactus" é baseado em um livro Sarah Haywood e conta a história de uma mulher que passa a repensar sua vida quando engravida aos 45 anos. Já "You Place or Mine", que contará com a direção de Aline Brosh McKenna ("O Diabo Veste Prada"), acompanha dois amigos que têm suas vidas mudadas quando a personagem de Reese resolve realizar um sonho.

Ainda não há previsão de quando estes filmes chegaram ao serviço de streaming, mas as gravações devem ser iniciadas ao fim da pandemia do novo coronavírus.
Após diversos adiamentos, pandemia e pré-venda digital na Amazon, "Novos Mutantes" finalmente ganhou uma data para chegar aos cinemas: 28 de agosto. A data é referente ao lançamento em solo norte-americano, mas em breve deve ser divulgado o dia de estreia aqui no Brasil. Será que agora vai?

Dessa vez parece que sim, mas tudo depende de como estará o cenário de pandemia do COVID-19 nos Estados Unidos e mundo. A nova data foi divulgada de forma oficial no Instagram do filme.



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A nova data de lançamento surpreende porque até semana passada os indícios de que o filme seria lançado de forma digital foram enormes. A própria Amazon listou a produção de Josh Boone por US$ 25, mas nada passou de um bug porque o site ainda levava em consideração sua antiga data de lançamento.

"Novos Mutantes" está atrasado em dois anos. O filme estava previsto para abril de 2018, mas foi adiado três vezes. O primeiro adiamento empurrou a produção para fevereiro de 2019 com a desculpa de que a Fox não queria chocar o lançamento com "Deadpool 2" em alguns mercados. A decisão era correta, mas não sabíamos o que estava por vir daí em diante.

O segundo adiamento não teve muita justificativa. Na época, o ComicBook afirmou que o longa-metragem seria refilmado em quase 50% para a adição de uma nova personagem - que mais tarde descobrimos que poderia ser X-23. Já o próximo adiamento levou o filme para sua última data: abril de 2020, dois anos depois da data original.

Depois do aguardado comeback com o single “React”, o primeiro após dez anos de separação, o The Pussycat Dolls anunciou uma turnê que passaria pelo Brasil em junho deste ano para promover seu retorno. Mas, sem surpresas, devido a pandemia da Covid-19, as apresentações foram adiadas.

Agora, de acordo com o jornalista José Norberto Flesch, a ideia é que o grupo venha ao país no primeiro semestre de 2021, entre os meses de maio e junho.

Além delas, Taylor Swift, Harry Styles, Niall Horan e a banda Kiss são outros nomes importantes que viriam ao país em 2020, mas adiaram suas passagens por aqui.

Vale lembrar que o Brasil é um dos países mais prejudicados pelo novo coronavírus. São Paulo, o maior e mais afetado estado brasileiro com quase 50 mil infectados, por exemplo, ainda não aplicou medidas de lockdown.

Se pareceu uma boa ideia de início, não tardou até que a série “13 Reasons Why” se tornasse um dos grandes erros da Netflix, transbordando discussões sobre a maneira irresponsável como trataram de tópicos que foram de saúde mental a abusos sexuais.

Inspirada no livro de mesmo nome, a série começou seu enredo em torno da adolescente Hannah Baker e se desenrolou explorando personagens envolvidos no arco da primeira temporada, mas falhou ao relativizar e, por mais de uma vez, glamorizar diversos dos temas por ela explorados, de forma a prestar um desserviço dado o público jovem que a produção alcançou.

Anos mais tarde, parte da conta foi paga, com a plataforma excluindo, por exemplo, a polêmica cena de suicídio da sua protagonista, mas ainda havia muito o que se discutir e, felizmente, agora a série está perto de chegar ao fim.

Em suas redes sociais, a Netflix anunciou que junho trará mais uma temporada da história. Com estreia marcada para o dia 5 do próximo mês, essa será a última novidade da série no catálogo da plataforma e, segundo seus produtores, vem apenas como um rito de passagem, acompanhando a formatura de seus personagens no Liberty High School.


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Pelo Instagram, a produção confirmou ainda que a quarta e última temporada foi totalmente gravada até dezembro de 2019, antes que o mundo parasse para lidar e discutir sobre o coronavírus que, entre outras coisas, interrompeu também inúmeras produções da tv, cinema e internet.

“13 Reasons Why” estreou na Netflix em março de 2017 e, ao longo das suas três temporadas disponíveis, contou com cerca de 39 episódios. Sua fase final acrescentará outros 10 capítulos a trama, contando com 60 minutos de duração cada.