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Imagem cedida pela CCXP. Foto por Daniel Deák - Galpão de Imagens.

Acostumado com os painéis grandiosos da Universal e Fox nos dois dias anteriores, não me surpreendo quando homens de preto entram no auditório, provavelmente seguranças, para assegurar a política de não-vazamentos. Junto às novas figuras no espaço, caixas são distribuídas por todo o auditório, e, então, um tapete é estendido na frente. A curiosidade só aumenta.

As luzes se apagam. Logomarca da Sony surge no telão. Érico Borgo entra no palco e, para a surpresa minha, sem muitas delongas, já anuncia que o painel começara com "Jumanji". Antes de chamar Nick Jonas, Érico anuncia um vídeo pra lá de especial com Dwayne “The Rock” Johnson, Jack Black, Kevin Hart e Karen Gillan. The Rock tem uma autoestima da porra e se vangloriava sobre seu personagem. Entre muitas brincadeiras, finalmente é chamado Nick Jonas.

Imagem cedida pela CCXP. Foto por Daniel Deák - Galpão de Imagens.

O ator entra e o público, claro, foi ao delírio. O Jonas mais novo conta um pouco de seu trabalho, sobre a química do elenco e que, se Jumanji fosse real, levaria Jack Black com ele. Além do bate-papo, um vídeo exclusivo da produção é exibido, focando no personagem de Nick, o piloto de helicóptero, em uma eletrizante fuga de rinocerontes albinos.

Após "Jumanji", "Hotel Transilvânia 3". De praxe, trailer no telão, porém sem grandes novidades. Então, próximo filme.

"Homem-Aranha: No Aranhaverso"!!! O estúdio pega todo mundo do Auditório Cinemark desprevenido e exibe, em primeira mão, o teaser da animação que vai trazer Miles Morales para as telonas. O longa tem uma computação gráfica bem marcante, fugindo pouco do ordinário -lembrando, inclusive, HQs. Phil Lord e Chris Miller, de "Uma Aventura LEGO", entram no palco logo em seguida, falam sobre a produção e que teremos um Peter Parker como mentor.

Imagem cedida pela CCXP. Foto por Daniel Deák - Galpão de Imagens.

Luzes se apagam mais uma vez. Hora de um outro filme invadir um painel. Sons assustadores ecoam pelo auditório, fumaça invade o palco e Lin Shaye entra com uma lamparina. É "Sobrenatural: A Última Chave". Ao lado de Jason Blum, da Blumhouse Productions, a atriz relembra cenas memoráveis do primeiro filme e conta sobre como foi empolgante evoluir de um personagem secundário para um principal.

Também é exibido um conteúdo exclusivo, uma cena. A sequência em questão é bem claustrofóbica, acontecendo em túneis de esgoto. Elise, a personagem de Shaye, encontra malas com crânios e fotos. A todo momento a platéia pensou que iria se assustar quando a personagem fecha as malas, deixando o pessoal bem frustrado quando nada acontecia. Porém o susto veio da forma mais inesperada.

Por fim, "Venom". É agora que as inúmeras caixas e o "tapete" iriam fazer sentido. Pelo menos esta era a minha expectativa. Felizmente, foram atendidas.

Diretamente de Atlanta, do set do filme, conversamos com o diretor Ruben Fleischer e Tom Hardy, tudo ao vivo. Ambos iriam ser convidados surpresa do estúdio, mas infelizmente não puderam comparecer por conta de neve, que impediu o voo. Em compensação, fizeram a transmissão para atender os fãs. Procurando suprir o não-comparecimento, foram distribuídas camisetas com um logo provisório do filme - que estavam nas misteriosas caixas -, personalizadas exclusivamente para a CCXP. Como se nada disso tivesse bastado para tornar o painel da Sony incrível, um bandeirão - mas não era tapete? Pois é - foi estendido em cima do público, dando um resultando bem lindão.

Por José Lucas Salvani 

***

A CCXP 2017 já começou e o It Pop tem check-in garantido por lá. Aqui no blog, vai rolar bastante conteúdo especial, já no Twitter e Instagram está rolando cobertura em tempo real dos estandes e painéis da feira. Segue a gente lá. ♥
Nick Jonas anunciou essa semana que estava retornando com o single "Remember I Told You" e que ele seria uma parceria tripla com o Mike Posner e a revelação do pop Anne-Marie. Aí que a música foi lançada hoje (26) e não é AQUELE HINO que poderia ser, mas é boa e cresce a medida em que escutamos. 

A faixa é gostosinha e nos lembra bastante o que o Nick fez em seu último disco, "Last Year Was Complicated", que nós adoramos e aprovamos. A participação da Anne funcionou e o tom rouca da cantora contrastou muito bem com a voz mais suave e limpa do Jonas mais novo. Já a parte do Mike Posner acabou soando bastante morta e desnecessária. Teria sido melhor se fosse um dueto? Teria. 



A gente não entende porque chamar tanta gente pra uma canção se não é pra fazer um musicão da porra. Já que a oportunidade foi perdida, vamos aceitar, dançar e comorar que pelo menos não é tropical house. 

Ainda não sabemos se a faixa é o carro-chefe do quarto álbum de Nick Jonas ou apenas um single avulso. Estamos atentos.
As paradas de singles ao redor do mundo (principalmente a americana) podem estar abarrotadas de artistas masculinos, mas parece que isso não vai ser o suficiente para impedir muitos outros de anunciarem seu comeback. Nick Jonas, que lançou seu terceiro disco no ano passado, já estar pronto para nos entregar música nova e ele não virá sozinho. 

Seu novo single, "Remember I Told You", será lançado nessa sexta (26) e terá a participação do Mike Posner, aquele de "I Took A Pill In Ibiza", e da cantora pop em ascensão Anne-Marie, mais conhecida por "Alarm" e pelo hit "Rockabye", do Clean Bandit. A gente não sabe muito bem o que esperar da participação do Mike, mas nos parece que a combinação Nick e Anne será, no mínimo, interessante.

Seja o que for, nós imploramos: tropical, NÃO. 


Vem aí mais um hit masculino para superlotar o Top 10 da Billboard Hot 100?

O último álbum do cantor, "Last Year Was Complicated", chegou aos nossos ouvidos no ano passado e veio bem pop, sem se levar tão a sério e bem dançante também, o diferenciando bastante da maioria dos artistas masculinos em alta no momento. Esperamos que, com esse novo CD que pode estar por vir, Nick Jonas continue seguindo essa mesma linha com selo It Pop de qualidade. 
Com saudades da Demi Lovato? Ao que tudo indica, a cantora e, inclusive, indicada ao último Grammy, está preparando seu retorno para esse ano, dessa vez lançando seu primeiro disco fora da gravadora que a acompanhou desde o começo da carreira, a Hollywood Records. E nos deixando ainda mais curiosos para ver o que ela vai fazer nessa era, vazaram no ARTL, fórum online conhecido por divulgar notícias sobre faixas e álbuns que ainda não foram lançados, algumas informações sobre seis novas músicas que devem estar no disco.

A primeira canção mencionada se chama "Concentrate" e foi descrita como uma mistura da sensualidade de "Wildfire", da própria Demi, e do instrumental de "Can't Feel My Face", do The Weeknd. Ela contém uma estrutura diferente, começando pelo refrão, e os produtores são o Ali Payami e o Max Martin. A americana já teria postado no Twitter um trecho dela: "When you're done with me, I can't even concentrate... Concentrate..."


"Proof", que já foi registrada por Lovato e, de acordo com rumores, foi produzida pelo Flume, tem uma vibe experimental, e conta com uma batida depois do segundo refrão que soa estranha a princípio, mas que funciona. "Emotion", que até já teve uma prévia revelada na série que o Nick Jonas lançou no ano passado pelo Tidal, também vem nesse estilo e é descrita como "muito experimental e não soa como nada que algum artista já tenha feito".


"Night Fever" é definida como catchy, sobre se divertir à noite e com "I got that night fever to rock with anybody, feeling like I could be everybody" como parte da letra. O autor da postagem também revela que os vocais da cantora estão sendo usados de forma diferente, como ela não costumava usar. 

"Holding Up All We Have", uma das faixas mais promissoras, é um mid-tempo co-composto pela Sia, cuja letra é um pouco genérica, mas a batida R&B com dubsteep é muito boa. O fórum ainda diz que a bridge é um pouco estranha, no último refrão Sia e Demi harmonizam suas vozes e o produtor é o Greg Kurstin, que acabou de ganhar o Grammy de Produtor do Ano. Lovato está sedenta. 

Porém, a música que teve mais informações divulgadas foi "Gone", composta pela Diane Warren e completamente produzida pela ex-Disney. Ela é descrita como a mais emotiva de todas: "Você vai chorar muito, Demi cantou como nunca nessa música, os vocais são nível Whitney Houston. Ela começa com uns vocais acapella e cresce até o nível de realeza de "I Will Always Love You". EITA! Liberaram até o início de "Gone":

"A queen lost her throne today
And God watched all her love fade away
Tears rolling down her cheek
Filled the rivers of her soul so deep
Faith was questioned, life was abandoned
For another chance that left her stranded"


Ao final, o usuário que postou tudo isso fez um resumo de como estão as canções e esse CD como um todo:

No geral, com essas seis músicas, este será seu melhor álbum. É extremamente diferente de tudo que Demi já fez e da música pop em geral. Se ela conseguir alguns hits, eu vou amar. Ela pode mudar o cenário da música se jogar as cartas certas. A aclamação da crítica está chegando.

O autor do post ainda afirma que a americana está tendo o controle criativo do álbum, não quer nenhuma colaboração e que "ela está compondo sozinha também e quer que todas as músicas sejam escritas principalmente por ela com apenas alguns co-compositores".

What's wrong with being conceitual?

O filme "Cinquenta Tons Mais Escuros" estreou ontem nos cinemas brasileiros, mas é a sua trilha sonora que chegou hoje (10) que está dando o que falar, como sempre. Cheia de nomes importantes, ela já contava com as conhecidas "I Don't Wanna Live Forever", do ZAYN com a Taylor Swift, e "Not Afraid Anymore", da Halsey, e agora que ouvimos o álbum completo podemos dizer que ele vale o play, ainda que o filme não esteja valendo tanto assim o ingresso. 

É synthpop que vocês querem? Então toma! Temos Tove Lo pegando carona na vibe "Lady Wood" em "Lies In The Dark" e cumprindo a cota "música para rebolar até o chão". Já Sia vem com uma proposta completamente diferente das canções do disco e nos entrega mais uma de suas tradicionais baladas. Só no piano e voz, "Helium" emociona a gente daquela jeito que só ela consegue. 

E se vocês pensavam que o John Legend viria com uma baladinha também, erraram feio. O cara veio todo sexy - talvez com a faixa mais sensual do disco - em "One Woman Man", que nos lembra muito "Earned It", música do The Weeknd que entrou na trilha do primeiro filme da franquia. 

A parceria do Nick Jonas com a Nicki Minaj em "Bom Bidi Bom", uma das faixas mais esperadas, pode até soar como uma descartada do último disco do cantor, o "Last Year Was Complicated", mas como nós gostamos bastante desse trabalho, não temos do que reclamar. 

E depois disso tudo também temos o ótimo cover da Corinne Bailey Rae para "The Scientist", do Coldplay. Colocar a versão original dessa música na soundtrack não faria muito sentido, mas Corinne conseguiu deixá-la com o ar dramático e sensual que a franquia pede.

Ouça a trilha sonora completa: 

Quando o filme não é bom, o negócio é investir em uma trilha sonora de respeito, e disso a franquia "50 Tons" entende muito bem. Com seu segundo longa marcado para fevereiro, nós já temos muitas novidades sobre as canções tema e quais artistas irão cantá-las. Como primeiro single, tivemos a boa e toda sustentada no falsete, "I Don't Wanna Live Forever", do ZAYN com a Taylor Swift. Agora, para segunda música de trabalho, vamos de Halsey e a sua "Not Afraid Anymore". 

Na nova faixa, MC Halsinha segue uma fórmula bem básica: aquela canção cheia de sintetizadores que começa baixa, até sussurrada, cresce e explode. Nada de novo sob o sol. Ainda assim, achamos a segunda amostra da trilha melhor e com mais potencial do que a primeira. 


Além de ZAYN, Taylor Swift e Halsey, já temos a tracklist completa e, é claro, só temos nomes de peso, como Sia, Tove Lo, John Legend, Nicki Minaj e Nick Jonas. Confira:

1. ZAYN & Taylor Swift - I Don't Wanna Live Forever
2. Halsey - Not Afraid Anymore
3. JRY - Pray (feat. Rooty)  
4. Tove Lo - Lies In the Dark
5. Toulouse - No Running From Me
6. John Legend - One Woman Man
7. The-Dream - Code Blue
8. Nick Jonas & Nicki Minaj - Bom Bidi Bom
9. Sia - Helium
10. Kygo - Cruise (feat. Andrew Jackson)
11. Corinne Bailey Rae - The Scientist
12. José James - They Can't Take That Away From Me
13. JP Cooper - Birthday
14. The Avener - I Need a Good One (feat. Mark Asari)
15. Joseph Angel - Empty Pack of Cigarettes
16. Anderson East - What Would It Take
17. Frances - What Is Love?
18. Danny Elfman - On His Knees
19. Danny Elfman - Making It Real

Para a soundtrack do ano que vem, a gente já deixa aqui nosso pedido: chamem Rihanna, Selena Gomez, Tinashe e Ariana Grande. Nunca te pedimos nada!

O segundo filme da franquia, "50 Tons Mais Escuros", chega dia 9 de fevereiro de 2017. Já a trilha sonora ficará disponível no dia seguinte. 

Mais um ano, mais um VMA, mais torcidas e mais decepções. O Oscar dos Videoclipes não é humanamente capacitado para abraçar todos os lançamentos de um ano e encaixar em suas categorias, todos nós sabemos, mas fica difícil defender a premiação quando alguns destaques simplesmente são esquecidos de TODAS as categorias. Drê, meu, vambora cara, amiga não tenho como te defendê.

E o VMA 2016 não poderia fazer diferente (confira todos os indicados e nossas apostas aqui). Se de um lado temos Beyoncé com 11 indicações pelos seus múltiplos clipes do “Lemonade”, ou Adele e seu clipe bilionário de “Hello” com sete indicações, do outro temos uma leva de clipes (até bem mais merecedores, cof) comendo poeira.

Então eis que nós do It Pop, defensores dos fracos e oprimidos, estamos cá para trazer nosso top esnobados do VMA 2016 e quais categorias eles poderiam ter sido indicados. Nós vamos expor a MTV e divulgar que vamos expor a MTV.

“No”, Meghan Trainor

Dona da formula do hit perfeito (segundo a própria), a hitmaker de “All About That Bass” nunca foi muito querida no VMA, tanto que NENHUM dos seus clipes chegou a receber uma mísera indicação – e olha que a moça não tem uma videografia descartável. O esquecido da vez foi “No”, o clipe que abriu a era “Thank You” e trouxe uma Meghan bem Britney cheia de empoderamento feminino, coreografia e muito carão. Não bastou para o júri viêmeístico.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Pop, Melhor Vídeo Feminino.

“Final Song”, MØ

A nova loira do pop agora é mainstream depois do estouro que foi “Lean On” em 2015, e trouxe no clipe de “Final Song” todo o seu gingado escandinavo para o meio do deserto, numa versão 2.0 do clipe de “XXX 88”, onde MØzão flutua possuída pelo ritmo em takes belíssimos e coreografias para mostrar que nem só de divas americanas vive o pop. Mais uma vez esnobada, mas o que é um VMA ruim ou dois pra 130 milhões de brasileiros que a amam? Então, meu amor, ninguém é mais poderoso que deus e MØzão.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Pop, Melhor Vídeo Feminino, Melhor Direção, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Fotografia.

“Kill V. Main”, Grimes

Outra que decidiu cair de cabeça no pop, Grimes repaginou sua sonoridade com o “Art Angels”, sem deixar de fazer clipes de encher os olhos. O melhor da nova era é “Kill V. Main”, onde Clairinha (pros íntimos) chama sua gangue punk posseira para tocar o terror pela cidade em planos que se alternam entre a câmera lenta e entupidos de Chroma-key, sem esquecer das roupas de grife (como o incrível anjo negro e brusinha da Versace). “Kill V. Main” é uma colorida ode à juventude desenfreada.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Eletrônico, Melhor Vídeo Feminino, Melhor Direção, Melhor Edição, Melhor Fotografia.

“I'm In Control”, AlunaGeorge feat. Popcaan

Se temos Beyoncé no topo das indicações e “Formation” em “Vídeo do Ano”, o duo AlunaGeorge fez seu próprio tratado de representatividade negra com o clipe de “I’m In Control” – tanto que George não aparece, apenas Aluna. Filmado de forma quase documental, o vídeo explora a vida de uma comunidade e evoca suas cores sem perder a vibe sonora do momento, o dancehall, trazendo o jamaicano Popcaan em versos incríveis. Um clipe com sabor humano belíssimo.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Eletrônico, Melhor Edição, Melhor Direção, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia.

“Out Of The Woods”, Taylor Swift

Mesmo com todos os bafafás ao redor do nome de Taylor Swift na atualidade, a gatinha consegue fazer uns clipes incríveis. Se no ano passado ela fez a limpa no VMA, levando quatro moonmen (incluindo “Vídeo do Ano” com Bad Blood), na edição de 2016 ela foi deixada de lado. Se fosse arrematar alguma indicação, o clipe de “Out Of The Woods” seria o candidato ideal. Com muitos efeitos especiais, a loira corre em seu universo assombrado na quarta colaboração seguida com o diretor Joseph Kahn, que sabe muito bem o que faz.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Feminino, Melhor Direção, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhores Efeitos Visuais.

“Worship”, Years & Years

Os caras do Years & Years são mestres em fazer os clipes mais estranhões possíveis, e “Worship” talvez seja o mais estranho deles. Num clipe elétrico, Olly flutua entre o lado humano, onde canta trechos da canção, e o animalesco, em movimentos bizarros dignos do clipe de “Chandelier”. Toda a natureza imposta pelo clipe gera sensações conflitantes no espectador, seja medo ou até sexualidade, orquestrados com brilhantismo pela direção de Matt Lambert. Quando notamos, estamos prendendo a respiração.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Eletrônico, Melhor Vídeo Masculino, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhores Direção.

“Make Me Like You”, Gwen Stefani

Gwen Stefani pode não ter sido atração do Grammy 2016, mas conseguiu roubar a cena no intervalo quando gravou o primeiro clipe da história ao vivo na tevê. Num conceito parecido com a performance de “Applause” no VMA 2013, Gwen passeia por vários cenários onde vai ganhando (e tirando) peças de roupas para se adequar a cena, tudo feito ininterruptamente, ajudada pela esperta edição que fez todo mundo acreditar que o tombo com patins era real. Despretensioso, mas super divertido.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Pop, Melhor Vídeo Feminino, Melhor Direção de Arte.

“Bitch Better Have My Money”, Rihanna

Numa premiação que não deu “Vídeo do Ano” para “Thriller”, ou que esqueceu no churrasco a estatueta de “Melhor Coreografia” de “Vogue”, cá estamos com mais um exemplar imperdoável do VMA, dessa vez tendo a audácia de nem ao menos indicar, ele mesmo, o clipe de “Bitch Better Have My Money”. Proibido para menores pelo conteúdo impróprio (nudez, assassinato, violência e linguagem inadequada), o polêmico clipe de Rihanna para o single que foi esquecido pelo “Anti” foi um verdadeiro tiro quando lançado, mostrando a saga ensandecida da barbadiana para conseguir o seu dinheiro de volta. Mesmo com toda a controvérsia, não conseguimos desgrudar os olhos de um dos clipes definitivos de 2015. MTV discorda.



Renderia indicações de: Vídeo do Ano, Melhor Vídeo Feminino, Melhor Direção, Melhor Edição, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia.

“Confident”, Demi Lovato

A destemida era de Demi Lovato ganhou o mega reforço de Robert Rodrigues na direção do clipe de “Confident”. O diretor, famoso pelos seus tresloucados filmes (franquia “Machete”, “Sin City”, “Um Drink no Inferno”), jogou toda sua veia filme-de-ação-picareta no clipe, onde temos Lovato lutando contra Michelle Rodriguez em cenas de ação coreografadas e sem a menor vergonha na cara. Com um visual carregado, o clipe é um divertido (e confiante) curta que se rende aos filmes de espião da maneira mais Robert Rodrigues de ser.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Pop, Melhor Vídeo Feminino, Melhor Fotografia.

“Til It Happens To You”, Lady Gaga

Se alguém tem uma das melhores videografias da atualidade, esse alguém é Lady Gaga. A dona de 13 VMAs, clipes bombásticos e ditadores de tendência (ela é proprietária do eleito Clipe da Década 2000-2009, “Bad Romance”), Gaga decidiu sair dos holofotes e emprestar sua voz para a dolorida “Til It Happens To You”, tema do documentário “The Hunting Ground”. Todo em preto e branco, o vídeo mostra garotas sendo estupradas e como suas vidas seguem depois disso. Pesado, assustador e socialmente urgente, o clipe simplista carrega força pela crueza e mensagem.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo com Mensagem Social, Melhor Direção.

“Just Like Fire”, P!nk

Fugindo da preguiça que é fazer clipes de trilha sonora só com cenas do próprio filme (amém), P!nk volta à música com “Just Like Fire”, tema de “Alice Através do Espelho”, e, assim como o coloridíssimo filme, o vídeo acompanha a cantora pelo País das Maravilhas, enfrentando seu próprio eu ao seguir sua filhinha Willow, fazendo as vezes de Alice no clipe, que é pura magia. Com cenas mega elaboradas e cheias de efeitos, poderia ser o pontapé para a categoria “Melhor Clipe para Trilha Sonora”, ou algo do tipo.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Pop, Melhor Vídeo Feminino, Melhor Direção de Arte, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Fotografia.

“Close”, Nick Jonas feat. Tove Lo

Nosso Príncipe do Pop, Rei das Nossas Camas, Dono dos Nossos Corpos e tudo mais o que ele quiser, Nick Jonas, parecia aposta certa nesse VMA com o clipe de “Close”, parceria com a amadinha Tove Lo. Bem minimalista, o “Elastic Heart” do povão traz os cantores incapazes de se tocarem, sendo empurrados por uma força invisível. Bastante eficiente, o clipe incorpora o conceito da canção quando ambos se despem e se mostram vulneráveis, conseguindo finalmente estarem próximos. E é essa simplicidade que faz de “Close” ser tão bom. Mas não tão bom pra MTV, infelizmente.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Pop, Melhor Colaboração, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Fotografia.


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E por meio dessa matéria também aqui estamos em nome dos clipes que, mesmo figurando na lista de indicados, foram jogados de lado com pouquíssimas indicações, como "M.I.L.F. $" da Fergie, "Pillowtalk" do Zayn, "Work From Home" das Fifth Harmony e "Cheap Thrills" da Sia. Nossos corações também estão com vocês.
Como a BBC é maravilhosa, gente! Depois de toda a polêmica em torno do clipe “Famous”, do Kanye West, no qual o rapper aparece ao lado de estátuas de cera de artistas como Kim Kardashian, Rihanna, Taylor Swift, entre outros nomes, a emissora decidiu fazer uma versão descontraída para a produção e, assim como no vídeo original, repleto de gente famosa.

Nessa paródia, o clipe é estrelado por Carly Rae Jepsen, Nick Jonas, Justin Bieber, Cheryl, Troye Sivan, Meghan Trainor e 5 Seconds of Summer, e, no lugar da câmera caseira do vídeo de West, o que temos é algo mais próximo de programas como o “Big Brother”, enquanto acompanhamos alguns diálogos bem sem noção deles, como o Bieber falando o quanto ele é mais bonito que a Cheryl Cole, Carly dizendo que realmente gosta muito, muito, muito do Nick Jonas e, a nossa parte favorita, Troye Sivan fazendo perguntas para Meghan Trainor e, como na sua música, ela respondendo “não” para tudo. Genial, hahahah.

Ao contrário do clipe de Kanye West, a versão da BBC é classificada pela própria como “SFW”, que é a sigla “safe for work” e, em tradução livre, quer dizer que você pode assisti-la se estiver no trabalho. E todos estão devidamente vestidos.

É um amor de vídeo, gente, e engraçado demais! Dá só uma olhada:



Será que o Kanye vai curtir? O melhor é que, se viralizar, todos poderão dizer que tornaram essa música famosa.

No sábado (11), rolou, em Londres, o Summertime Ball 2016, tradicional festival de música da Capital FM, uma das mais importantes rádios inglesas. Como de costume, o evento trouxe muitos artistas incríveis, como Ariana Grande, Nick Jonas, Little Mix, Jess Glynne, Years & Years, Zara Larsson, MNEK, Clean Bandit e Louisa Johnson, só pra citar alguns, fazendo a gente ficar com aquela invejinha boa de quem estava curtindo tudo isso ao vivo.

Separamos aqui as melhores apresentações do festival. Se você quiser assistir mais dos artistas citados e de outros artistas (é sério, muita gente foi cantar no Summertime Ball), clique aqui.

Ariana Grande - "Into You"



Nick Jonas - "Close", sem a Tove Lo :(



Little Mix - "Hair"



Jess Glynne - "Hold My Hand"



Years & Years - "King"



Zara Larsson - "Lush Life"



MNEK (feat. Zara Larsson) - "Never Forget You"



Clean Bandit (feat. Louisa Johnson) - "Tears"



Quem também estava programado para cantar no festival era ZAYN. Porém, por conta de uma crise de ansiedade, o cantor não conseguiu aparecer, postando depois um pedido de desculpas no twitter:


No texto, o ex-1D comenta sobre ter tido a pior crise de sua carreira, pede perdão aos fãs da Terra da Rainha e promete recompensá-los. :(

Ficamos por aqui com o Summertime Ball 2016 que, cá entre nós, foi melhor que muita premiação por aí. Aprende, VMA!

Nick Jonas, enfim, começou a divulgação massiva de "Close", maravilhoso lead single de seu novo álbum, "Last Year Was Complicated", programado para 10 de junho. A escolha pelo pontapé inicial, não poderia ser melhor também: no palco do Saturday Night Live.

Convidado musical no último final de semana, NJ levou sua companheira na faixa (e nosso amorzinho) Tove Lo, para juntos, performarem o single pela primeira vez na tv. E o resultado, como esperado, foi maravilhoso. Vocalmente, os dois foram ótimos e, embora a performance tenha sido mais enérgica que sensual, valeu muito a pena. Eles têm química de sobra. Confira:



Nick também cantou a promocional "Champagne Problems". E nem precisamos dizer que foi um arraso também, né? Que música maravilhosa!


Com seu novo álbum, "Last Year Was Complicated", programado para 10 de junho, Nick Jonas já liberou seu ótimo lead single, "Close", em parceria com a Tove Lo. E, pelas próximas semanas, até o lançamento, novas faixas serão liberadas. A primeira, se chama "Champagne Problems" e saiu nessa madrugada.

Co-escrita por NJ, Sean Douglas, Jonathan Tucker, PJ Bianco e Jason Evigan, este último também assina a produção, traz Nick para um poderoso e delicioso uptempo com "quês" de EDM, ótimo para as pistas, que em alguns momentos chegou a se assemelhar com o injustiçado hino "Teacher", do último álbum. Confira essa delícinha?

Imagina a cena: o Jay Z te pergunta como vão as coisas e, pensativo, você responde, “ah, o último ano foi complicado”. Daí o rapper vai lá e, em vez de falar coisas positivas sobre esse ano, afinal, você teve alguns dos maiores hits de sua carreira, te incentiva a usar esse desabafo como o nome do seu novo álbum. Improvável? Não para Nick Jonas.

O cantor emplacou vários hits nos últimos anos, todos extraídos do seu álbum de estreia solo, autointitulado, e enquanto procurava pelo nome do seu novo CD, inicialmente promovido pelo single com a Tove Lo, “Close”, recebeu uma luz de Jay Z, que atualmente é um dos parceiros da gravadora responsável por seus trabalhos.



Durante um evento da sua gravadora na Califórnia, Nick Jonas explicou que o processo de composição do seu novo disco foi bastante intenso e emotivo, já que ele se inspirou em um recente término, e enquanto conversava com o rapper e empresário Jay Z, viveu o diálogo que descrevemos acima. “Você encontrou o seu título”, teria dito Jay. E quem vai discordar do cara, sabendo que ainda pegará muitos aviões na vida?

“Last Year Was Complicated” será lançado no dia 10 de junho e, por enquanto, só conta com a parceira sueca de “Close”, mas, até seu lançamento, deve trazer outros lançamentos promocionais e, quem sabe, algumas aparições especiais. O disco chega após o sucesso de músicas como “Chains”, “Jealous” e “Levels”, do seu último CD.

Como havíamos falado ontem, Nick Jonas programou o lançamento de seu single de retorno, intitulado "Close", para essa sexta-feira, 25. A música, que traz a parceria da sueca Tove Lo, é o lead single de "Last Year Was Complicated", segundo álbum solo do ex-Jonas Brothers e sucessor do aclamado "Nick Jonas" (2014). Quem esperava uma faixa dançante e uptempo, se enganou. E isso, na verdade, é ótimo.

Escrita pelos hitmakers Robin Fredriksson, Mattias Larsson, Julia Michaels, Justin Tranter e Tove Lo, "Close" é uma MARAVILHOSA combinação midtempo, sexy, radiofônica, com vocais grudentos em meio à uma melodia pop que cativa desde a primeira vez que ouvi-la e aborda um momento complicado vivido por Nick no último ano, onde ele admite o quanto ficou desgastado após o término de seu último relacionamento e não conseguia se abrir, nem se mostrar vulnerável estando ao lado de outra pessoa. Em todas as fases da música, seja individualmente ou quando a parceria tem que trabalhar junto, temos só acertos (também com essas duas delícias juntas, era difícil aparecer algo ruim, né?!). Já seu videoclipe, dirigido por Tim Erem e lançado agora há pouco, segue a linha da canção e tem um resultado impecável. Abordando a dupla como um casal em meio a uma DR, num espaço vazio e, aparentemente, repletos de medo, os vemos definhar, a ponto de suas roupas serem lentamente rasgadas conforme a música evolui, culminando numa parte final, que é uma obra de arte, cercada de interpretações viscerais de ambos, muita química, coreografia e um sentimento de que FINALMENTE Nick Jonas acertou num videoclipe. E que clipe! Muito obrigado, Tove Lo! Confira:



NJ também aproveitou para liberar a pré-venda do novo álbum, o que, automaticamente, fez com a tracklist, já liberada, agora ficasse devidamente certinha e com suas parcerias encaixadas. Com isso, além de Tove Lo contribuindo em "Close", teremos Big Sean em "Good Girls" (já tem cara de hino e provável single), Ty Dolla $ign na inusitada "Bacon" (não vemos a hora de saber qualé realmente dessa faixa hahahaha) e Daniella Mason em "When We Get Home". Essa última, pertencente a edição deluxe do material, que contará com mais três faixas. A capa e a tracklist completinhas, podem ser vistas logo abaixo:


Tracklist
1) Voodoo
2) Champagne Problems
3) Close (feat. Tove Lo)
4) Chainsaw
5) Touch
6) Bacon (feat. Ty Dolla $ign)
7) Good Girls (feat. Big Sean)
8) The Difference
9) Don't Make Me Choose
10) Under You 
11) Unhinged
12) Comfortable

Deluxe Edition
13) Testify
14) When We Get Home (feat. Daniella Mason)
15) That's What They All Say

"Last Year Was Complicated" é o título do aguardado segundo álbum (terceiro, contando o trabalho com The Administration) de Nick Jonas. O material, que vem para suceder o aclamado e autointitulado álbum dele de 2014, está programado para lançamento em 10 de junho.

Nas últimas semanas, Nick vinha dando indícios de que sua nova fase estava prestes a começar. Raspou o cabelo, voltou a ser ativo nas redes sociais e soltou alguns trechos de um novo single, que, possivelmente, seria o lead do material. Então, nessa madrugada de quinta-feira, através do Twitter, veio o anúncio oficial e repleto de informações a respeito do novo álbum.

Abrindo os trabalhos dessa fase, teremos amanhã (25), o lançamento oficial de um single chamado "Close", que só de ser do hitmaker de "Jealous" já soava algo bom, porém, conseguiu parecer ainda melhor, assim que NJ confirmou a participação da sueca (e amorzinho desse blog) Tove Lo nele. Isso mesmo, galera, o lead single do novo álbum do Nick Jonas, é um feat. Tove Lo e sai amanhã!!! De acordo com Nick, a música é sobre o fato dele se sentir vulnerável e não conseguir se abrir com alguém, afinal, o moço acaba de sair de um relacionamento de anos com a Miss Universo, Olivia Culpo.


Prévias do clipe, que não mostram muita coisa, além de parte do arranjo, também já foram liberadas e soam bem interessantes.



Aproveitando ainda todo seu entusiasmo com o novo álbum, Nick Jonas liberou toda a tracklist, além de revelar quais colaboradores fazem parte dele, sem contar a parte da produção/composição, que tem Max Martin e seu clã, Jason Evigan e Bebe Rexha envolvidos.

Então, em "Last Year Was Complicated", teremos, além de Tove Lo, parcerias com Big Sean, Ty Dolla $ign e o ex-jogador de basquete e agora rapper, Allen Iverson. Os títulos das 12 canções do material (ainda sem capa), que de acordo com o cantor é seu trabalho mais pessoal e significativo até agora, pode ser conferido abaixo, com destaque para títulos inusitados, como "Bacon" e "Voodoo" hahahaah.

Tracklist

1) Voodoo
2) Champagne Problems
3) Close (feat. Tove Lo)
4) Chainsaw
5) Touch
6) Bacon
7) Good Girls
8) The Difference
9) Don't Make Me Choose
10) Under You 
11) Unhinged
12) Comfortable

Nos dê novos hits, já estamos preparados!


Nick Jonas deu uma reviravolta e tanto na sua carreira ao lançar seu primeiro álbum solo em 2014. Do aclamado material autointitulado, surgiram hinos como "Jealous", "Chains" e "Teacher", além de uma mudança de comportamento artística muito interessante, que fez o doce menino dos tempos de Jonas Brothers ser completamente esquecido, dando origem ao mais perto (e sexy) de um novo Justin Timberlake que tivemos em muito tempo.


Aparentemente, o moço tinha planos de relançar seu álbum no ano passado, mas desistiu para se focar única e exclusivamente na finalização do seu segundo álbum, que, para a alegria do público, ficou pronto na última semana. E quem contou isso foi o próprio NJ, através de suas redes sociais.

Um vídeo publicado por @nickjonas em

Ainda não-intitulado, o novo material de Nick tem previsão de chegada para o final de abril, o que significa que não deve demorar muito até termos o lead single, além de novas músicas circulando por aí. Lembrando que o material já teve, antecipadamente, três faixas já conhecidas, sendo elas, a incrível "Levels", a alt-R&B "Area Code, além de "Under You". Essa última, co-escrita por Bebe Rexha e produzida por Max Martin, que também assina mais coisas no novo álbum de Nick.



Além de Max Martin, também podemos esperar novas colaborações com Jason Evigan ("Jealous", "Chains" e "Teacher"), um novo dueto com Demi Lovato, possivelmente intitulado "Afterglow", além de uma colaboração com o DJ sueco Alesso ("Heroes", com a Tove Lo) e, boatos de algo com Skrillex e Diplo sendo feito pelas próximas semanas também. Vamos aguardar.

O último ano foi marcado por grandes estreias e artistas revelações, além de retornos mais interessantes do que imaginávamos, e se em 2015 conseguimos dar uma segunda chance até para Justin Bieber, nesse ano o que não faltarão são voltas que causarão uma verdadeira reviravolta na indústria.

Enquanto o novo disco da Rihanna, “ANTI”, é nossa inegável prioridade, 2016 ainda nos reserva o retorno de nomes como Lady Gaga, Katy Perry e Britney Spears, sucedendo um ano em que as artistas pop mais interessantes em atividade foram Carly Rae Jepsen, Taylor Swift, Ariana Grande e Meghan Trainor, além da provável chegada de álbuns que estão beirando o título de lendas, como “SWISH”, do Kanye West, e “Boys Don’t Cry”, do Frank Ocean.

O hip-hop, inclusive, continuará em alta, com os novos trabalhos de M.I.A., Kanye, Drake, Iggy Azalea e Macklemore & Ryan Lewis, além de muito R&B com Tinashe e Bruno Mars, pop com Tove Lo e Sia, e por aí vai.

Nós listamos os 30 discos que você realmente precisará escutar em 2016. Confira a lista a seguir:

PARTE 1 / PARTE 2 / FINAL


21. David Bowie, “★”

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Com previsão de lançamento para o dia de aniversário de David Bowie, 8 de janeiro, o 26º álbum de inéditas de um dos maiores ícones vivos da cultura pop se chama “Blackstar” (ou, “★”, de maneira estilizada), e sucede o álbum “The Next Day”, lançado pelo cara em 2013.

Anunciado um pouco antes de chegada do seu primeiro single, a faixa-título “Blackstar”, lançada em novembro do ano passado, o novo disco de Bowie deve soar mais experimental que seu antecessor, resgatando os ideais visionários do cantor que, segundo uma crítica antecipada do jornal The Independent, alcançando o extremo de sua carreira. Composto por sete canções, “Blackstar” também conta com o single “Lazarus”.



22. Ariana Grande, “Moonlight”

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Desde o sucesso ao lado de Iggy Azalea em “Problem”, Ariana Grande lançou uma música atrás da outra e, encerrado o trabalho com o disco “My Everything”, não tem tempo para descanso, uma vez que, neste ano, chega às lojas com seu terceiro CD, “Moonlight”.

Sem tempo para muito desenvolvimento criativo, é difícil esperar que sua sonoridade difira muito dos seus discos anteriores, mas no que depender do seu primeiro e, até então, único single, “Focus”, podemos esperar por esse disco como uma progressão natural, quase como um aperfeiçoamento do seu álbum anterior.



23. Chairlift, “Moth”

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Formado por Caroline Polachek e Patrick Wimberly, o duo Chairlift lançará no dia 22 de janeiro seu terceiro álbum, “Moth”, sucessor do disco “Something”, de 2012, e com os singles “Ch-Ching” e “Romeo”, o álbum é daqueles que não hesitaremos em ouvir o quanto antes e provavelmente continuará nos fazendo companhia pelo resto do ano.

Com um synthpop bastante característico e também acentuado pelos vocais de Caroline, “Moth” tem tudo para ser o disco alternativo queridinho de 2016, liderando o posto, até então, orgulhosamente ocupado pela Grimes e o fantástico “Art Angels” (2015).



24. The Strokes, “TBA”

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“Comedown Machine” (2013) não foi dos discos mais marcantes dos Strokes, mas, em meio aos novos experimentos da banda, até resultou em coisas bastante interessantes. Passado algum tempo desde que a banda deixou de promover o disco, praticamente não divulgado na televisão e mídias virtuais, Julian Casablancas e sua trupe confirmaram então que estavam de volta aos estúdios e lá foi nossa expectativa para os ares novamente.

Do disco anterior, a banda trabalhou apenas dois singles: “One Way Trigger” (maravilhosa!) e “All The Time” (boa o suficiente, para sermos honestos).



25. The 1975, “I Like It When You Sleep, For You Are So Beautiful Yet So Unaware Of It”

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Sucedendo seu disco de estreia autointitulado, a banda britânica The 1975 está louca pra conquistar um público para arenas com seu segundo álbum, exageradamente intitulado “I Like It When You Sleep, For You Are So Beautiful Yet So Unaware Of It”, que tem lançamento previsto para o dia 26 de fevereiro.

Atravessando as fronteiras da música pop, a banda, que conquistou seu primeiro espaço dentro de um nicho mais alternativo, começou a promover o novo disco com o single “Love Me”, num rock radiofônico à la “Famous”, da Charli XCX, e depois disso também revelou a canção “UGH!”, fazendo esse um álbum bem mais comercial e, seguindo as tendências do mercado atual, funky. Seja como for, a proposta deles, segundo os próprios, é fugir do comum que muitos artistas têm investido atualmente.



26. Gwen Stefani, “TBA”

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Estava quase tudo certo pra que Gwen Stefani voltasse ao mundo da música em 2014. Com a exposição oferecida pelo The Voice, a líder do No Doubt descolou algumas parcerias com nomes como Calvin Harris (“Together”, do álbum “Motion”), Maroon 5 (“My Heart Is Open”, composta pela Sia para o álbum “V”), Snoop Dogg (“Run Away”, do álbum “Bush”) e até Eminem (“Kings Never Die”, para a trilha sonora de “Southpaw”), além de ter lançado os singles “Baby Don’t Lie” (Ryan Tedder, Benny Blanco) e “Spark The Fire” (Pharrell Williams), mas nada disso pareceu ter surtido efeito.

Lidando com as dificuldades comerciais e, internamente, também criativas, Gwen decidiu então descartar o novo material, que sucederia o disco “The Sweet Escape” (2006) e reapareceu sem muito alarde no ano passado, com a baladinha “Used To Love You”. A corrida pela estreia de seu terceiro disco recomeçou e aqui estamos nós.



27. Ed Sheeran, “÷” (Título provisório)

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Realmente não nos importaríamos em tirar algumas férias do Ed Sheeran, que teve o auge de sua carreira com o álbum “x”, de singles como “Sing”, “Don’t” e “Thinking Out Loud”, mas o britânico tem tido bastante tempo para compôr e, fora a música escrita para o novo disco do Justin Bieber, “Love Yourself”, começou também a trabalhar no seu terceiro álbum, planejando lançá-lo até o fim desse ano.

Pensando na transição que a sonoridade de Sheeran sofreu entre os álbuns “+” e “x”, com ele soando cada vez mais comercial, pode-se esperar que seu novo disco, provavelmente chamado “÷”, seja o responsável por sua consolidação comercial, fazendo dele algum tipo de Taylor Swift masculina.



28. Macklemore & Ryan Lewis, “TBA”

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O disco “The Heist” fez com que o mundo abraçasse Macklemore & Ryan Lewis, tanto pela divertida “Thrift Shop” quanto pelo hino em prol do amor, “Same Love”, e depois de mostrarem a animação que estavam para emplacar outro hit com “Downtown”, eles devem fazer nesse ano o que não tiveram tempo no anterior: lançar seu novo disco.

Sem muitos detalhes quanto a produção, o segundo disco da dupla deve ganhar um segundo single ainda no começo desse ano, nos ajudando a definir melhor a sonoridade que eles planejam seguir, ainda que tentar limitá-los a algo muito específico não seja das tarefas mais fáceis.



29. Katy Perry, “TBA”

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O brilho do “Prism”, de Katy Perry, não durou tanto quanto do seu disco anterior, mas ela pode se orgulhar pelos números conquistados por singles como “Roar” e “Dark Horse”, que foram os maiores sucessos do registro. Seja como for, está na hora da fila andar.

O quarto álbum da californiana começou a ser produzido pouquíssimo tempo após ela concluir o “Prism” e, mais uma vez ao lado de Dr. Luke, o que não deverão faltar são hits para embalar o resto do ano.

Ainda não há muitas informações divulgadas sobre o material, mas algumas canções registradas pela cantora nos últimos meses soam bastante promissoras, incluindo a produção do Diplo em “Crocodile Tears”, apostada por muitos como uma resposta ao shade que ela recebeu da Taylor Swift em “Bad Blood”.



30. Nick Jonas, “TBA”

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Recém-contratato pelo Jay Z, para um plano de divulgação que inclui uma agenda diretamente relacionada ao serviço de streaming do rapper, Tidal, Nick Jonas relançou há alguns meses seu disco de estreia solo, autointitulado, e não demorará a nos mostrar mais de sua evolução com esse passo seguinte.

Prestes a sair em turnê com Demi Lovato, Nick Jonas está em estúdio, trabalhando em seu segundo álbum, e o quanto antes deveremos ouvir alguma amostra do material que, a julgar pelo intervalo entre os lançamentos, não deve soar muito distante do que ele nos apresentou em canções como “Levels” e “Area Code”.



***


Que ano incrível para estar vivo. Nosso Spotify mal pode esperar para tocar todos esses lançamentos!

Recentemente, Demi Lovato e Nick Jonas anunciaram a “Future Now”, uma turnê conjunta. Desde então, os fãs brasileiros estão bem animados com a possibilidade da vinda da turnê pra cá, afinal, Demi já visitou nosso país oito vezes. A última foi no mês passado, quando ela participou de um evento de uma marca de refrigerantes para promover seu mais recente disco, o “Confident”.


Hoje, os fãs brasileiros acordaram com um bom motivo pra comemorar. Segundo o jornalista José Norberto Flesch, do Jornal Destak e conhecido por antecipar informações verídicas sobre shows em nosso país, a turnê deverá passar pelo Brasil em abril de 2016.

Ainda segundo o jornalista, as datas e os locais estão em negociação, mas devem ser anunciados logo, logo. Demi e Nick já colaboraram outras vezes, durante a turnê anterior da cantora e como sócios na gravadora Safehouse.

Nós já estamos super animados com a novidade e queremos saber quais serão as músicas selecionadas para o repertório da turnê. E Nick, não esquece de tirar a camisa aqui, tá? O Brasil ama quando você faz isso!



O American Music Awards, que já é um dos maiores eventos de música que existe, acaba de crescer ainda mais. Os organizadores relevaram hoje, 29, que Nick Jonas, Demi Lovato e Walk The Moon foram incluídos na lista de performances!

Por meio de anúncios via twitter, descobrimos que Nick irá cantar "Levels", Demi irá cantar "Confident" e "Walk The Moon" irá cantar o hit do ano passado "Shut Up And Dance". É importante lembrar que Nick Jonas e Demi Lovato anunciaram recentemente uma turnê juntos, portanto, é bem provável que em algum momento eles subam juntos no palco.

Além deles, os artistas que já haviam sido confirmados são: One Direction, Selena Gomez, 5 Seconds of Summer, Carrie Underwood e Jennifer Lopez, que é a apresentadora desse ano.

No ano passado, a banda que venceu a categoria de artista do ano foi One Direction e, como já era esperado, Taylor Swift lidera as nomeações desse ano. The Weeknd vem em segundo lugar com cinco nomeações.

O evento acontecerá no dia 22 de novembro em Los Angeles e a transmissão acontecerá pelo canal ABC e por meio de lives. Confira abaixo os tweets dos anúncios:
Atualmente em primeiro lugar nas Guianas Francesas, Emirados Árabes, Afeganistão, Turcomenistão e Tajiquistão com seu novo disco, “Confident”, que também ganhou o título de primeiro álbum de uma cantora com 23 anos a alcançar o segundo lugar da Billboard Hot 100 com a letra “C”, a cantora Demi Lovato aproveitou essa segunda-feira (26) pra anunciar sua mais nova turnê e não vem sozinha.



Prevista para começar durante o verão norte-americano, em junho do ano que vem, e seguir até setembro de 2016, a nova tour de Demi Lovato se chama “Future Now” e, olha só, conta com a parceria do seu amigo de longa data, Nick Jonas.

Pra quem não sabe, os dois são próximos desde os tempos da Disney e, desde a ruptura com a emissora, chegaram a trabalhar outras vezes, como na Neon Lights Tour da Demetria com seu disco anterior, e também com a gravadora Safehouse, da qual são sócios. Agora, os dois afirmaram sentir a necessidade de dar mais essa colaboração como um presente aos fãs.
A hashtag da “Future Now” chegou aos tópicos mais comentados do Twitter, graças ao chat promovido pela dupla na rede social, e explicando o conceito do seu nome, Nick Jonas explicou que eles estão vivendo o agora, mas vivendo o futuro — literalmente, já que tiraram o dia pra promover uma série de shows que só acontecerá na metade do ano que vem, RS.

Todo trabalhado em “Jogos Vorazes”, o pôster acima foi divulgado pelos tributos do Distrito  Disney em suas redes sociais e, inicialmente, a turnê passará apenas pela América do Norte. O que não significa que os fãs brasileiros não devam ficar preparados para qualquer anúncio futuro.



Demi Lovato esteve há pouco no Brasil, divulgando o disco “Confident” com uma marca de refrigerante, e nos EUA segue promovendo o álbum, que já conta com os singles “Cool For The Summer” e “Confident”. Jonas, por sua vez, lançou há algumas semanas o clipe de “Area Code” e não deve demorar a anunciar seu novo álbum, sucessor do CD  autointitulado que nos rendeu músicas como “Numb”, “Chains” e o hit “Jealous”.

Será que essa turnê em parceria desembarca por aqui?