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Gente, mas que confusão! 

Doja Cat quer aproveitar ao máximo o sucesso de “Say So” e, nesta semana, anunciou um remix com a participação de ninguém menos que Nicki Minaj, mas as coisas saíram um pouco do controle quando uma suposta versão foi vazada e começou a ser divulgada como a oficial.

O problema? Os versos de Nicki Minaj no remix eram, na verdade, da sua colaboração com a Katy Perry em “Swish Swish”. O curioso é que, mesmo com as rimas já sendo conhecidas, os fãs comemoraram e elogiaram como se estivessem escutando-nos pela primeira vez.

Ouça abaixo:


Claramente memorável.

Em seu Twitter, Doja Cat esclareceu que o remix oficial será lançado na madrugada desta sexta-feira (01) e que alguém se confundiu com a divulgação daquela edição não-oficial.


“Say So” faz parte do disco “Hot Pink”, lançado pela rapper e cantora em novembro do ano passado. Além do hit, descoberto pelos usuários do TikTok, Doja também é famosa pela faixa “Juice” e, neste ano, ainda lançou como single a canção “Like That”, presente no mesmo álbum.
Não tem um momento do dia que não tenha algum artista ou figura pública fazendo alguma transmissão ao vivo pelo Instagram, mas Anitta foi além e, em breve, transformará as suas “lives” num programa transmitido ao vivo, obviamente, pela internet e Multishow.

“Anitta dentro da casinha” é o mais novo projeto da artista e, anunciado por seu Instagram, promete ser repleto de quadros ainda não explicados, além da participação especial de outros artistas virtualmente.

Em seu anúncio, Anitta, que já vinha usando seu Instagram pra divulgar aulas de diferentes idiomas e séries de exercícios físicos, brincou com a final do Big Brother Brasil 20: “Não tem pra onde ir agora que a casa do BB acabou? Vem pra minha!”.

A atração será semanal na programação da emissora, com estreia marcada para o dia 14 de maio.


Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por Anitta 🎤 (@anitta) em
Não dá pra negar que Manu Gavassi ainda colherá muitos frutos da sua passagem pelo BBB, e após atingir a marca de 14 milhões de seguidores no Instagram, o maior número entre os participantes desta edição, e chegar ao terceiro lugar do reality show, a cantora vem chamando a atenção também para a sua música.

“áudio de desculpas”, que teve seu clipe lançado durante o confinamento na casa, tem crescido diariamente no Spotify e, com cerca de 80 mil execuções diárias, atualmente se encontra na 133ª posição da plataforma, sendo a terceira música mais ouvida de Gavassi entre os usuários do serviço, atrás de “Vício” e o hit atemporal “Planos Impossíveis”.

A canção fez parte do EP “Cute But (Still) Psycho” e deverá contar com um impulsionamento ainda maior na próxima semana, quando a artista fará um número musical durante o programa “Encontro”, também na Globo.

No BBB, a dona de “Aqui estamos nós” protagonizou alguns dos momentos mais comentados do programa, tendo vencido o paredão que deu ao programa o recorde de maior votação de um reality show no mundo, além de, entre outras coisas, aumentado o número de buscas sobre o termo “sororidade”, utilizado na justificativa para um paredão.

Por conta da quarentena, inúmeros artistas têm usado suas plataformas para a transmissão de lives cantando seus maiores sucessos e, além daqueles que tiveram suas atividades interrompidas em decorrência do isolamento, as condições atuais também incentivaram que nomes em hiato ou até mesmo separados topassem reuniões em prol de uma causa maior, como é o caso do grupo brasileiro Br’Oz.

Formado em 2003 durante o programa “Popstars”, do SBT, o grupo famoso por hits como “Prometida” e “Se você não está aqui” usou suas redes sociais pra anunciar que estarão juntos no dia 17 de maio, através do Youtube, relembrando os sucessos que marcaram toda uma era da música e televisão brasileira.



Originalmente composto por Oscar Tintel, Andre Marinho, Jhean Marcell, Filipe Duarte e Matheus Rocha, o grupo retornará sem apenas um dos integrantes, Filipe, que atualmente integra Os Travessos e está contratualmente impedido de realizar atividades com o Br’Oz.

A live do dia 17 de maio está prevista pra começar às 17h, no horário de Brasília, e será beneficente, arrecadando colaborações para as famílias afetadas pelo Coronavírus.

Anos após o fim das suas atividades com o disco “Segundo ato”, Br’Oz chegou a se reunir em 2017, para o lançamento independente do EP “Br’ozhood”, que rendeu os singles “Foi melhor assim” e “Cheio de vontade”.

Beyoncé mal estreou o remix para o hit da Megan Thee Stallion, “Savage”, e ja atraiu uma rede social um tanto quanto diferenciada querendo a sua presença entre os seus usuários.

Se você pensou no Tik Tok, que certamente já está repleto de challenges ao som da canção, pensou errado. O interesse partiu mesmo foi da plataforma adulta OnlyFans, citada pela cantora no verso sobre a série de performances sensuais no Instagram, “Demon Time”.

Hips tik tok when I dance / On that Demon Time, she might start an OnlyFans / Big B and that B stand for bands / If you wanna see some real ass, baby, here's your chance


Minha cintura ‘tik tok’ quando eu danço / Naquela Demon Time, ela deveria começar um OnlyFans / Big B e B estão aqui pelo dinheiro / Se você quer ver algumas bundas de verdade, baby, essa é sua chance


Nada bobos, e cientes de que a menção de Beyoncé impulsionará a sua quantidade de buscas e usuários, o pessoal do site já tratou de convidar a cantora para se unir à eles, afirmando:

“Beyoncé, e qualquer outro artista, estão convidados a se unirem ao OnlyFans a qualquer momento para criarem uma conexão mais profunda com seus fãs.”

Imagina a Bey vendendo fotos e vídeos lá no site? Seguidores, ninguém duvida que ela teria aos milhões.



De Hollywood à Broadway, a atriz, cantora, diretora e produtora Barbra Streisand comemorou 78 anos nesta sexta-feira, 24 de abril. Com mais de 50 anos de carreira, a artista aparece na lista, com poucos nomes, dos vencedores do “EGOT”, que une Emmy, Grammy, Oscar e Tony. Relembre:

Emmy
Na televisão, Barbra foi já premiada pelo Emmy seis vezes. Sua primeira estatueta veio em 1965, um período de ascensão para ela, com o especial de “My Name is Barbra”, que chegou junto ao quinto disco de estúdio da artista.

Na época, ela ganhou por Melhor Realização Individual e Melhor Programa Especial. Depois, em 1995, com o “Barbra Streisand: The Concert” ela também recebeu dois prêmios.

Em 2001, a norte-americana participou como produtora executiva do documentário “Reel Models: The First Women of Film” e lançou seu quinto disco ao vivo, “Timeless: Live in Concert". Ambos saíram vencedores da premiação.

Grammy
A artista recebeu seus primeiros dois Grammys em 1963 por “The Barbra Streisand Album”: Álbum do Ano e Melhor Performance Feminina. Em 1965, ela também venceu a categoria Melhor Performance Feminina pelo disco “My Name is Barbra".

Doze anos depois, “Evergreen”, sua música-tema para “Nasce Uma Estrela (1976)” saiu com dois títulos da premiação: Música do Ano e Melhor Performance Pop Feminina.

Streisand ganhou mais dois gramofones, sendo o último o Grammy Legend Award, uma homenagem à artista.

Oscar
Pelo filme “Funny Girl”, ela recebeu seu primeiro Oscar, interpretando a comediante Fanny Brice. 



Já em 1977, Barbra recebeu o prêmio de Melhor Canção Original pela música “Evergreen”, de “Nasce Uma Estrela”. No ano passado, Lady Gaga garantiu a mesma estatueta por "Shallow", no 3º remake do filme.

Tony 
Dois de seus mais importantes trabalhos no teatro foram “I Can Get It for You Wholesale”, que passou pela Broadway durante dois anos, e “Funny Girl”, que também andou por lá em 1964. Streisand foi indicada pelas duas atrações, mas seu prêmio chegou em 1970, com um título honorário de "Estrela da Década".
Com estética inspirada na pc music de artistas como Hannah Diamond e Charli XCX, histórico de censura pelo Youtube e cerca de cinco músicas já lançadas, a drag queen ludovicense Frimes tem tudo pra entregar um dos melhores dj sets da festa virtual Trophy, que acontece nesta sexta (24) na plataforma ZOOM.

Fugindo do isolamento, festa brasileira de ‘pc music’, Trophy, fará sua primeira edição virtual no ZOOM

Com singles como “Fadinha”, “Pink Money” e o mais recente, “Big Fat D*ck”, a brasileira mescla batidas explosivas e sintetizadas com letras que abordam da sexualidade ao cotidiano LGBTQ+, trabalhando em sequências de rimas e versos chicletes críticas sociais com a maior franqueza possível.



Na festa Trophy, que começa às 20h nesta sexta (24), a drag tocará ao lado de nomes como Cyberkills, Sophie da Rua Augusta, Gui Tintel, Jana Duarte, ST e Zowk. Saiba mais no link do evento pelo Facebook.
Se no mundo real Charli XCX lida com inúmeras burocracias para lançar suas músicas e discos da maneira que os idealiza, no meio de uma pandemia de escala global as coisas são diferentes e, até aqui, tudo tem dado certo até demais para sua era de quarentena, com o disco “How I’m Feeling Now”.

Fugindo do isolamento, festa brasileira de ‘pc music’, Trophy, fará sua primeira edição virtual no ZOOM

Inicialmente divulgado pela canção “Forever”, o novo álbum da britânica ganhou nesta quinta (23) uma música nova e, conforme prometido em suas redes sociais, a escolhida da vez foi a faixa “Claws”, anteriormente chamada “I Like” e “I Like Everything About You”.

Pra quem não tem acompanhado, tudo acontece em tempo real pelo Twitter e Instagram da artista, além de eventuais transmissões ao vivo, que também utilizam a plataforma ZOOM, nas quais ela mostra trecho das músicas que têm produzido e pede a opinião dos fãs sobre o que deve ou não ser divulgado.

“Claws” foi produzida pelo Dylan Brady, do 100 gecs, ao lado do AG Cook, que assinará a produção executiva do álbum “How I’m Feeling Now”, só galera metida com a pc music. Ao contrário de “Forever”, que aproximava Charli da sonoridade de seus primeiros trabalhos, como o disco “True Romance”, a faixa nova é muito mais propícia aos fãs de seus registros mais recentes, como as mixtapes “Number 1 Angel” e “Pop2”.

Uma música de amor para o fim dos tempos, assim como pedem os dias atuais, olha só:



“How I’m Feeling Now” tem estreia prevista para o dia 15 de maio e, ao que tudo indica, a canção que sucederá “Claws” será a produção do Dylan com Danny L Harle em “Generation”. Ela também já tem uma prévia online:



Caralhoooo! Servindo demais na quarentena, Charli, obrigado por tudo!
Tamborzin, tamborzin! Dua Lipa tá chegadíssima no Brasil desde o lançamento do seu novo disco, “Future Nostalgia”, que ganhou até um remix do Alok para o hit “Physical”, e agora ela vai além, fazendo a felicidade dos participantes do BBB20 com um show nesta quarta (22).

Dona da canção “Don’t Start Now”, que sempre rouba a cena das festas com a coreografia de Manu Gavassi, a britânica foi confirmada entre as atrações remotas da festa de hoje, que também contará com Marília Mendonça, Anavitória, Jota Quest, Daniela Mercury e uma dupla sertaneja.

A notícia, antes especulada como uma possibilidade dela cantar na final do programa, foi confirmada pelo portal de entretenimento da Globo, GShow, fazendo a felicidade do top4 de finalistas do reality.

A rapper e cantora M.I.A usou seu Instagram pra responder publicamente uma mensagem da revista Vogue, que desistiu de promovê-la em sua próxima edição, após seus comentários anti-vacina pelo Twitter.

A dona de “YALA”, que já havia se explicado pela mesma rede social, agradeceu a compreensão da revista, de maneira irônica, pedindo pra que não se esquecessem de todos seus outros esforços na área da saúde, majoritariamente focados na segurança e bem estar de imigrantes, orientais e povos africanos.

Em sua mensagem, a revista afirmou que sua edição de agosto será totalmente dedicada nas dificuldades da NHS (National Health Service) em encontrar uma vacina que combata o coronavírus, de forma que “não sentimos que poderemos tê-la [na revista]”.

“Isso simplesmente não seria justo”, explica o editor da revista, Edward Enninful. “Todas as nossas edições, de julho a setembro, estarão apoiando os trabalhadores da saúde que estão na linha de frente, e precisamos sermos respeitosos com eles e tudo o que têm feito até que exista uma vacina.”

No Instagram, M.I.A rebateu: “Querida Vogue, obrigado por serem tão compreensivos e não se esquecerem que eu apoiei a luta do Jeremy Corbyn pela NHS enquanto vocês votavam em Boris.”

O texto, agora apagado, ressalta então seus trabalhos de apoio ao povo do Sri Lanka, que teve seus hospitais bombardeados por questões financeiras, imigrantes responsável por manter o sistema de saúde em locais menos favorecidos, e suas pesquisas em prol das vidas afetadas pelas pesquisas de vacinas forçadas nos povos africanos, muitas vezes usados como cobaias, incluindo mulheres que sofrem de infertilidade como suposto efeito desses testes.

Leia abaixo, em inglês:


A revista britânica não voltou a se pronunciar.
Apesar de ainda não ter sua próxima data de lançamento definida, o disco “Chromatica”, de Lady Gaga, segue como uma das estreias mais aguardadas deste ano e, desta vez, por três novas razões: Elton John, Blackpink e Ariana Grande.

Antes especulados, todos os artistas foram confirmados como participações especiais no álbum, que teve sua tracklist completa revelada pela loja Target, que ainda contará com três canções inéditas em sua versão exclusiva.

Bastante comentada há alguns meses, a colaboração de Gaga com Ariana Grande se chama “Rain On Me”, como diziam os rumores, enquanto Blackpink participa de “Sour Candy” e Elton John de “Sine From Above”.

Outra parceria, aqui na produção, fica para “Plastic Doll”, produzida pela londrina SOPHIE, conhecida por seus trabalhos com artistas como Charli XCX (“Vroom Vroom”) e Madonna (“Bitch I’m Madonna”), além do seu próprio disco de estreia, “Oil Of Every Pearl’s Un-Insides”, que chegou a ser indicado ao Grammy.

“Chromatica”, que dá nome ao disco, aparece três vezes ao longo da tracklist, podendo ser interludes que se completam no decorrer do álbum. Olha só:

  1. “Chromatica I”
  2. “Alice”
  3. “Stupid Love”
  4. “Rain on Me” (com Ariana Grande)
  5. “Free Woman”
  6. “Fun Tonight”
  7. “Chromatica II”
  8. “911”
  9. “Plastic Doll” (prod. SOPHIE)
  10. “Sour Candy” (com BLACKPINK)
  11. “Enigma”
  12. “Replay”
  13. “Chromatica III”
  14. “Sine from Above” (com Elton John)
  15. “1000 Doves”
  16. “Babylon”

Inicialmente, o disco seria lançado no dia 10 de abril, promovido pelo single “Stupid Love”, mas teve sua estreia adiada devido aos avanços do coronavírus e a preocupação de Lady Gaga quanto ao momento certo pra divulgação e celebração do trabalho, dado seu envolvimento com todo o movimento de luta contra a pandemia que segue paralisando o mundo.


Nos últimos meses o Brasil pôde acompanhar uma de suas mais icônicas edições do Big Brother que, em sua vigésima temporada, apostou em um novo e bem-vindo formato, trazendo celebridades, como a cantora e atriz Manu Gavassi, para competir juntamente com anônimos pelo prêmio de R$ 1,5 milhões. 

A essa altura você já sabe que a edição foi e continua sendo um sucesso, tanto na TV quanto na internet, e a própria Manu tem seu mérito por todo esse engajamento ao se tornar uma espécie de midas: tudo em que ela toca vira ouro. Todos querem usar a sandália de Manu, comprar as roupas que a participante usa, seguí-la em suas redes sociais e, mais recentemente, dançar a coreografia criada pela brasileira para o hit de Dua Lipa, “Don’t Start Now”

De semana em semana, de festa em festa, Manu Gavassi nos mostrou porque é a nossa Dua Lipa brasileira (e não só no corte de cabelo) e fez a coreografia ficar na ponta do pé dos outros participantes e na boca do público, que compartilhou tanto os vídeos das performances que eles acabaram chegando até a britânica.


O tweet de Dua fez tanto sucesso que já é sua postagem com mais curtidas na rede social, acumulando, até o momento, mais de 667 mil likes. Já "Don't Start Now" não sai do top 5 das 50 mais do Spotify Brasil que, como bem sabemos, é dominado por músicas brasileiras. Pegando carona na dancinha de Manu e no lançamento do "Future Nostalgia", a canção chegou ao 1º lugar do nosso chart. A última artista feminina internacional a conseguir esse feito foi a própria Dua Lipa com "New Rules". 

O reconhecimento de Dua nos deixou esperançosos e fez com que fãs da cantora e do reality se unissem em um pedido: colocar a artista pra cantar na final. E não é que parece que vai rolar? Na madrugada desta quarta-feira (22), o Boninho, responsável por comandar o programa, avisou em seu Instagram que, sim, a artista vai dar o ar da graça na final desta temporada, que acontece na próxima segunda-feira, 29 de abril.


É claro que, devido ao atual momento do planeta e todas as questões que envolvem nossa luta diária contra o Coronavírus, não só a aparição de Dua Lipa, mas a de todos os outros participantes eliminados será feita de forma virtual. Segurança em primeiro lugar.

De qualquer forma, esse já promete ser um dos momentos mais memoráveis de todas as vinte edições do BBB. Obrigada por isso, Manu Gavassi! E fica aí nosso pedido para a Dua: por favor, performe também "Break My Heart" e ensine a coreografia pra Manuzinha. O segundo hit do "Future Nostalgia" em terras brasileiras tá chegando!

Se existe algum tópico sendo discutido nacionalmente, Anitta certamente tem alguma opinião sobre o assunto e, quando falamos em BBB, não poderia ser diferente.

A cantora anunciou em seu Instagram nesta semana que atenderá aos pedidos dos fãs com uma live só de músicas antigas, mas com uma condição: eles precisam tirar a Manu Gavassi do reality show.

Manu, que compete contra Babu Santana e Mari Gonzállez no paredão que será decidido nesta terça (21), protagonizou um dos maiores paredões da história do programa há algumas semanas, contra Felipe Prior, e volta a movimentar figuras públicas com essa nova votação.

A controvérsia, por sua vez, fica pra própria Anitta, que há pouco tempo negou que faria transmissões musicais com o intuito de ajudar os afetados pelo coronavírus, como muitos artistas têm feito, pois seria criticada se fizesse uma apresentação muito simples ou questionada se fizesse algo grandioso e levantasse suspeitas sobre ter movimentado uma equipe; quando o assunto foi BBB, ela não hesitou em usar a plataforma.

Agora, o público busca entender se houve algum problema entre as artistas antes do programa, relembrando momentos como quando Anitta apresentou um dos grandes hits de Manu, “Planos Impossíveis”, e também quando Gavassi citou a cantora de “Vai Malandra” no que seria a sua girlband dos sonhos, com ela, Pabllo Vittar e Lia Clark.


Se a live vai rolar ou não, só nos resta aguardar até terça (21) pra saber. Esperamos que não. 
“Só diga isso alto, pra ver como se sente. As pessoas dizem, ‘não fale isso, não fale aquilo.’ Só diga em voz alta e veja como se sente”, pede Kanye em “I Thought About Killing You” (Eu Pensei Em Matar Você), faixa que abre o disco “ye” e entrega, já de início, um pouco do que se trata a experiência do disco: uma terapia barra palestra dele consigo mesmo, onde somos mera plateia.



Apesar de similaridades sonoras que o aproxima de momentos de toda a sua carreira, “ye” caminha muito distante das intenções de Kanye em todos seus outros trabalhos; sem a megalomania das produções que o antecederam, nem a pressa em se tornar grandioso, o disco cresce pela sobriedade de um trabalho que nos é entregue quase cru. E traço, aqui, um paralelo necessário sobre seu nome, que inevitavelmente nos remete ao álbum “Yeezus”, mas agora sem a associação com Jesus, sem o rapper que se diz Deus, apenas o homem sobre ele mesmo, despejando seus delírios, reflexões e vulnerabilidades entre versos que misturam tudo isso como se fossem uma coisa só.

Com flow semelhante a “Wolves”, a faixa interminada de “The Life of Pablo”, e montagem que remete ao seu hit com Jay-Z, “Otis”, “Yikes” é uma das poucas canções de “ye” que acenam para alguma intenção comercial. Na letra, Kanye discorre sobre seu vício no mesmo medicamento outrora utilizado por Michael Jackson e Prince, dizendo que eles tentaram te avisar, e, amarrando a canção no contexto da faixa anterior, confessa: “às vezes fico assustado comigo mesmo.”

Se onde tem Kanye, tem polêmica, a dose do “ye” para os tablóides começa em “All Mine”, introduzida numa sonoridade quase gospel até cair em versos sobre infidelidade e traições envolvendo figuras públicas. A putaria só não dura muito tempo porque a música seguinte, “Wouldn’t Leave”, vai justamente de traições para a fidelidade entre ele e Kim Kardashian, figura que se manteve ao seu lado mesmo nos momentos difíceis que passou nos últimos anos, incluindo a internação que interrompeu a turnê do disco “The Life of Pablo”, as confusões com artistas como Taylor Swift e Jay-Z e declarações desconexas, como quando disse que “a escravidão pareceu ser uma escolha”.

Ao piano, a declaração automaticamente nos leva pra música dedicada a sua esposa em “Yeezus”, “Bound 2”, enquanto aqui seus versos soam ainda mais honestos, com ele afirmando que “sabia que você não iria partir.”

Com lugar garantido entre os melhores arranjos do disco, “No Mistakes” foi uma das tantas colaborações entre Kanye e Cudi para as sessões dos discos “ye” e “Kids See Ghost”. Nesta, o rapper desabafa sobre os problemas mentais e financeiros que teve após a internação, intercalando seus versos com um sample de 88 do britânico Slick Rick, que repete sem parar: “acredite se quiser.”

A canção também é uma das que melhores carregam a dualidade do disco, ilustrado pela frase “eu odeio ser bipolar, é demais”, dando espaço pra que o Kanye West orgulhoso e egocêntrico tome seu próprio microfone pra afirmar que, apesar de todos os problemas que passou, continua sendo a pessoa em quem mais confia. “Vou esclarecer isso aqui pra que todos entendam: eu não ouço conselhos de pessoas menos sucedidas do que eu.”



Indubitável ponto alto do disco, “Ghost Town” é uma faixa sobre redenção, na qual Kanye, Kid Cudi, PARTYNEXTDOOR e a cantora 070 Shake discorrem sobre serem amados e livres, quase que sob um efeito anestésico após os altos e baixos — e medicamentos — que marcaram não só esse disco, como toda essa fase da vida do rapper, que garante estar num lugar melhor agora. “Coloco minha mão no fogo, pra ver se ainda sangro, e nada mais me machuca. Sinto como se estivesse livre.”

E é neste ambiente de liberdade que “Violent Crimes” assusta pelo título, mas nos ganha pela intenção, sendo uma homenagem do rapper a sua filha, North West, com direito a uma participação rápida de Nicki Minaj, que aprova um verso do rapper na gravação de uma ligação ao final da faixa, quem sabe evitando um episódio semelhante a história de “Famous” e a fatídica chamada negada por Taylor Swift.

Mea culpa sobre machismo, “Violent Crimes” traz o cantor refletindo sobre a sociedade e a posição de homens e mulheres, agora sob a perspectiva de quem tem uma filha e se preocupa com os homens que ela irá lidar quando estiver maior. “Os caras são selvagens, são monstros, são safados, jogadores, até que esses caras têm filhas, aí eles se tornam cuidadosos.”



***


Ao longo de sete faixas que somam menos de trinta minutos, “ye” é um dos projetos menos ambiciosos de Kanye West e, dentro desta ótica, vence pela máxima de que “menos é mais”, nos entregando uma faceta do rapper que nos permite vê-lo sem amarras ou as muitas vezes tão desejadas papas na língua, enquanto se aproveita do seu próprio espaço, sem manchetes sensacionalistas ou trechos mal recortados, para desabafar sobre a vida, o futuro e um pouco do que se passa nessa mente que, nestes vinte e pouco minutos, parece um pouco menos turbulenta do que o normal.

Longe de estar entre os favoritos da sua discografia para o público médio, se tem algo que assemelha “ye” aos outros que o antecederam, talvez seja a necessidade de ser apreciado com calma, aos poucos, pra que, talvez, seja compreendido. E o mesmo serve para o rapper, afinal, tão odiado e frequentemente condenado quanto aclamado e admirado.

KANYE WEST, “YE” (2018)
★★★

Evanescence está de volta, senhoras e senhores.

“The Bitter Truth” é como se chama o mais novo trabalho da banda, que ainda não tem previsão de lançamento, mas chega quase uma década após seu último álbum de inéditas, autointitulado, de 2011.

O primeiro single do álbum será a canção “Wasted On You” e, dado o atual cenário de isolamento, sua divulgação acontecerá através de uma live com a Amy Lee na plataforma Zoom, disponível para apenas 50 convidados que serão sorteados entre os fãs que pré-salvarem a faixa no Spotify. Só correr aqui.

“Nós te prometemos um novo álbum neste ano e não vamos deixar nada nos parar”, garantiu a banda. “Estamos orgulhosos em começar  a dividir nosso novo álbum, ‘The Bitter Truth’, com vocês, um pedaço de cada vez, começando com nossa primeira canção ‘Wasted On You’, disponível na próxima sexta!”

Pelo Instagram, a banda também revelou a capa do disco, na qual Amy Lee aparece ingerindo um comprimido branco com um rosto desenhado:



Agora é aguentar a ansiedade até sexta que vem.
Caminhando por uma estratégia de divulgação diferente da utilizada por boa parte dos artistas, a cantora Cher Lloyd mantém a tática de lançar apenas um single por ano e, passado seus lançamentos de 2018 e 2019, “None of My Business” e “M.I.A.”, respectivamente, a cantora já prepara o terreno pra sua música de 2020: ironicamente chamada “Lost”.

Terceiro buzz single para seu novo álbum, ainda sem título ou qualquer grande detalhe revelados, a música foi anunciada pela britânica em suas redes sociais, com clipe previsto pra próxima sexta-feira, dia 24. Ouça uma prévia:


Descoberta pelo reality show X-Factor, Cher Lloyd teve alguns bons singles desde que lançou seu primeiro disco, “Sticks and Stones”, lá em 2011. Seu trabalho seguinte, “Sorry I’m Late”, apesar da produção impecável, já não contou com o mesmo desempenho, em partes por conta dos buracos em sua divulgação, que deixou esfriar seu nome onde tinha seu melhor mercado, no Reino Unido.

Esperamos que com esse lançamento de sexta, as coisas comecem a melhorar pra cantora, que tem muito potencial pra se deixar morrer na praia.

Black Eyed Peas se rendeu ao hype latino depois do sucesso de “RITMO”, com J Balvin, e já começou a colher os frutos de seu novo hit, desta vez ao lado do hitmaker latino Ozuna, “Mamacita”.

O sucesso da faixa, entretanto, ainda está restrito ao Youtube, onde o grupo se mantém como um dos clipes mais vistos desde a sua estreia, no dia 10 de abril, apesar de sequer figurar entre as mais ouvidas de outras plataformas, como Spotify.

Na parada mundial do Spotify, por exemplo, “Mamacita” não aparece entre as 200 mais executadas globalmente, enquanto o single anterior, “RITMO”, segue dentro do top 70.

Vale lembrar que, além da música ser realmente interessante, “RITMO” ganhou o fator viral desde que aumentaram as pesquisas pelo grupo Corona, do hit sampleado na faixa, “Rhythm of the Night”, indiretamente associados às buscas sobre o coronavírus.

“Mamacita”, até o momento desta matéria, acumula mais de 39 milhões de exibições no Youtube; fora a participação do Ozuna, a música também conta com os vocais femininos de J. Rey Soul, que arrancou muitos elogios entre os comentários do vídeo, apesar de ainda ser unânime a falta que faz Fergie dentro do grupo.

Britney Spears está longe das rádios e sem futuras intenções de lançar músicas novas, mas tem vivido muito bem, obrigada, e se mantendo no topo da nossa lista de artistas favoritos para seguir no Instagram.

Em seu post mais recente, a eterna princesa do pop decidiu matar com bondade as viúvas do seu casal de duas décadas atrás com Justin Timberlake e citou o cantor que tanto falou dela em todos esses anos, enquanto dançava ao som do seu hit que não foi, “Filthy”.


“Como vocês podem ver, eu não tô dançando de verdade, gente, só um pouco entediada”, explicou Britney. “PS.: Eu sei que tivemos uma das maiores separações do mundo há uns vinte anos… Mas poxa, esse cara é um gênio! Ótima música, JT!”

Timberlake, provavelmente tremendo de animação e sem saber o que fazer após ser notado pelo ídolo que faz questão de falar sobre sempre que está prestes a lançar um disco, foi sucinto e respondeu ao post apenas com alguns emojis: 


GET THAT PROMO.

Não ficaríamos surpresos se ele aproveitasse o movimento pra aparecer com um disco surpresa repleto de canções indiretamente sobre a hitmaker de “Criminal”.

Os tempos não são dos melhores, o isolamento social acabou afastando muitas pessoas por um bem maior.

Inspiradas, o duo ANAVITÓRIA lançou nesta sexta-feira, 17, “Me Conta Da Tua Janela” como uma espécie carta de saudade, a música tem aquela vibe característica das meninas, voz e violão combinados com uma letra profunda.

Ana Caetano, parte da dupla, escreveu metade da letra e mandou para Vitória que incentivou a amiga a finalizá-la. O clipe, que também já foi lançado, foi gravado por elas mesmas dentro de casa, de uma maneira bem despretensiosa mas muito bonita. Pode apreciar:

O emo vive! E a melhor prova disso foi a recente transmissão ao vivo realizada pelo vocalista da banda Fresno, Lucas Silveira, que bateu a marca de 100 mil espectadores no Youtube e também levou seu nome, da banda e a tag #quarentEMO para os assuntos mais comentados em todo o país.

Anunciada há algumas semanas, a live foi uma forma da banda se aproximar do público após os shows cancelados por conta do coronavírus e, também, uma maneira deles contribuírem na luta contra o vírus, arrecadando cestas básicas que serão doadas para famílias afetadas pela pandemia.

Na apresentação, que durou cerca de 4 horas, o repertório foi dos hits antigos e atuais da banda, que lançou no último ano o disco “Sua alegria foi cancelada”, aos covers pedidos pelo público, de My Chemical Romance a Pabllo Vittar.

Respeitando o isolamento, o vocalista Lucas Silveira comandou a live sozinho em sua casa, contando com participações através de vídeos e ligações, incluindo o jornalista do The Intercept, Glenn Greenwald, o ex-integrante da Fresno, Esteban Tavares, seus atuais colegas de banda, Vavo, Thiago Guerra e Mário Camelo, e até sua filhinha, Sky.

Pelas redes sociais, o público segue comentando sobre o show intimista e cantarolando os tantos hits da banda que se consagrou como uma das precursoras do movimento emo no Brasil e segue como um dos maiores e mais influentes nomes da cena.