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A rapper e cantora M.I.A usou seu Instagram pra responder publicamente uma mensagem da revista Vogue, que desistiu de promovê-la em sua próxima edição, após seus comentários anti-vacina pelo Twitter.

A dona de “YALA”, que já havia se explicado pela mesma rede social, agradeceu a compreensão da revista, de maneira irônica, pedindo pra que não se esquecessem de todos seus outros esforços na área da saúde, majoritariamente focados na segurança e bem estar de imigrantes, orientais e povos africanos.

Em sua mensagem, a revista afirmou que sua edição de agosto será totalmente dedicada nas dificuldades da NHS (National Health Service) em encontrar uma vacina que combata o coronavírus, de forma que “não sentimos que poderemos tê-la [na revista]”.

“Isso simplesmente não seria justo”, explica o editor da revista, Edward Enninful. “Todas as nossas edições, de julho a setembro, estarão apoiando os trabalhadores da saúde que estão na linha de frente, e precisamos sermos respeitosos com eles e tudo o que têm feito até que exista uma vacina.”

No Instagram, M.I.A rebateu: “Querida Vogue, obrigado por serem tão compreensivos e não se esquecerem que eu apoiei a luta do Jeremy Corbyn pela NHS enquanto vocês votavam em Boris.”

O texto, agora apagado, ressalta então seus trabalhos de apoio ao povo do Sri Lanka, que teve seus hospitais bombardeados por questões financeiras, imigrantes responsável por manter o sistema de saúde em locais menos favorecidos, e suas pesquisas em prol das vidas afetadas pelas pesquisas de vacinas forçadas nos povos africanos, muitas vezes usados como cobaias, incluindo mulheres que sofrem de infertilidade como suposto efeito desses testes.

Leia abaixo, em inglês:


A revista britânica não voltou a se pronunciar.
Apesar de ainda não ter sua próxima data de lançamento definida, o disco “Chromatica”, de Lady Gaga, segue como uma das estreias mais aguardadas deste ano e, desta vez, por três novas razões: Elton John, Blackpink e Ariana Grande.

Antes especulados, todos os artistas foram confirmados como participações especiais no álbum, que teve sua tracklist completa revelada pela loja Target, que ainda contará com três canções inéditas em sua versão exclusiva.

Bastante comentada há alguns meses, a colaboração de Gaga com Ariana Grande se chama “Rain On Me”, como diziam os rumores, enquanto Blackpink participa de “Sour Candy” e Elton John de “Sine From Above”.

Outra parceria, aqui na produção, fica para “Plastic Doll”, produzida pela londrina SOPHIE, conhecida por seus trabalhos com artistas como Charli XCX (“Vroom Vroom”) e Madonna (“Bitch I’m Madonna”), além do seu próprio disco de estreia, “Oil Of Every Pearl’s Un-Insides”, que chegou a ser indicado ao Grammy.

“Chromatica”, que dá nome ao disco, aparece três vezes ao longo da tracklist, podendo ser interludes que se completam no decorrer do álbum. Olha só:

  1. “Chromatica I”
  2. “Alice”
  3. “Stupid Love”
  4. “Rain on Me” (com Ariana Grande)
  5. “Free Woman”
  6. “Fun Tonight”
  7. “Chromatica II”
  8. “911”
  9. “Plastic Doll” (prod. SOPHIE)
  10. “Sour Candy” (com BLACKPINK)
  11. “Enigma”
  12. “Replay”
  13. “Chromatica III”
  14. “Sine from Above” (com Elton John)
  15. “1000 Doves”
  16. “Babylon”

Inicialmente, o disco seria lançado no dia 10 de abril, promovido pelo single “Stupid Love”, mas teve sua estreia adiada devido aos avanços do coronavírus e a preocupação de Lady Gaga quanto ao momento certo pra divulgação e celebração do trabalho, dado seu envolvimento com todo o movimento de luta contra a pandemia que segue paralisando o mundo.


Nos últimos meses o Brasil pôde acompanhar uma de suas mais icônicas edições do Big Brother que, em sua vigésima temporada, apostou em um novo e bem-vindo formato, trazendo celebridades, como a cantora e atriz Manu Gavassi, para competir juntamente com anônimos pelo prêmio de R$ 1,5 milhões. 

A essa altura você já sabe que a edição foi e continua sendo um sucesso, tanto na TV quanto na internet, e a própria Manu tem seu mérito por todo esse engajamento ao se tornar uma espécie de midas: tudo em que ela toca vira ouro. Todos querem usar a sandália de Manu, comprar as roupas que a participante usa, seguí-la em suas redes sociais e, mais recentemente, dançar a coreografia criada pela brasileira para o hit de Dua Lipa, “Don’t Start Now”

De semana em semana, de festa em festa, Manu Gavassi nos mostrou porque é a nossa Dua Lipa brasileira (e não só no corte de cabelo) e fez a coreografia ficar na ponta do pé dos outros participantes e na boca do público, que compartilhou tanto os vídeos das performances que eles acabaram chegando até a britânica.


O tweet de Dua fez tanto sucesso que já é sua postagem com mais curtidas na rede social, acumulando, até o momento, mais de 667 mil likes. Já "Don't Start Now" não sai do top 5 das 50 mais do Spotify Brasil que, como bem sabemos, é dominado por músicas brasileiras. Pegando carona na dancinha de Manu e no lançamento do "Future Nostalgia", a canção chegou ao 1º lugar do nosso chart. A última artista feminina internacional a conseguir esse feito foi a própria Dua Lipa com "New Rules". 

O reconhecimento de Dua nos deixou esperançosos e fez com que fãs da cantora e do reality se unissem em um pedido: colocar a artista pra cantar na final. E não é que parece que vai rolar? Na madrugada desta quarta-feira (22), o Boninho, responsável por comandar o programa, avisou em seu Instagram que, sim, a artista vai dar o ar da graça na final desta temporada, que acontece na próxima segunda-feira, 29 de abril.


É claro que, devido ao atual momento do planeta e todas as questões que envolvem nossa luta diária contra o Coronavírus, não só a aparição de Dua Lipa, mas a de todos os outros participantes eliminados será feita de forma virtual. Segurança em primeiro lugar.

De qualquer forma, esse já promete ser um dos momentos mais memoráveis de todas as vinte edições do BBB. Obrigada por isso, Manu Gavassi! E fica aí nosso pedido para a Dua: por favor, performe também "Break My Heart" e ensine a coreografia pra Manuzinha. O segundo hit do "Future Nostalgia" em terras brasileiras tá chegando!

Se existe algum tópico sendo discutido nacionalmente, Anitta certamente tem alguma opinião sobre o assunto e, quando falamos em BBB, não poderia ser diferente.

A cantora anunciou em seu Instagram nesta semana que atenderá aos pedidos dos fãs com uma live só de músicas antigas, mas com uma condição: eles precisam tirar a Manu Gavassi do reality show.

Manu, que compete contra Babu Santana e Mari Gonzállez no paredão que será decidido nesta terça (21), protagonizou um dos maiores paredões da história do programa há algumas semanas, contra Felipe Prior, e volta a movimentar figuras públicas com essa nova votação.

A controvérsia, por sua vez, fica pra própria Anitta, que há pouco tempo negou que faria transmissões musicais com o intuito de ajudar os afetados pelo coronavírus, como muitos artistas têm feito, pois seria criticada se fizesse uma apresentação muito simples ou questionada se fizesse algo grandioso e levantasse suspeitas sobre ter movimentado uma equipe; quando o assunto foi BBB, ela não hesitou em usar a plataforma.

Agora, o público busca entender se houve algum problema entre as artistas antes do programa, relembrando momentos como quando Anitta apresentou um dos grandes hits de Manu, “Planos Impossíveis”, e também quando Gavassi citou a cantora de “Vai Malandra” no que seria a sua girlband dos sonhos, com ela, Pabllo Vittar e Lia Clark.


Se a live vai rolar ou não, só nos resta aguardar até terça (21) pra saber. Esperamos que não. 
“Só diga isso alto, pra ver como se sente. As pessoas dizem, ‘não fale isso, não fale aquilo.’ Só diga em voz alta e veja como se sente”, pede Kanye em “I Thought About Killing You” (Eu Pensei Em Matar Você), faixa que abre o disco “ye” e entrega, já de início, um pouco do que se trata a experiência do disco: uma terapia barra palestra dele consigo mesmo, onde somos mera plateia.



Apesar de similaridades sonoras que o aproxima de momentos de toda a sua carreira, “ye” caminha muito distante das intenções de Kanye em todos seus outros trabalhos; sem a megalomania das produções que o antecederam, nem a pressa em se tornar grandioso, o disco cresce pela sobriedade de um trabalho que nos é entregue quase cru. E traço, aqui, um paralelo necessário sobre seu nome, que inevitavelmente nos remete ao álbum “Yeezus”, mas agora sem a associação com Jesus, sem o rapper que se diz Deus, apenas o homem sobre ele mesmo, despejando seus delírios, reflexões e vulnerabilidades entre versos que misturam tudo isso como se fossem uma coisa só.

Com flow semelhante a “Wolves”, a faixa interminada de “The Life of Pablo”, e montagem que remete ao seu hit com Jay-Z, “Otis”, “Yikes” é uma das poucas canções de “ye” que acenam para alguma intenção comercial. Na letra, Kanye discorre sobre seu vício no mesmo medicamento outrora utilizado por Michael Jackson e Prince, dizendo que eles tentaram te avisar, e, amarrando a canção no contexto da faixa anterior, confessa: “às vezes fico assustado comigo mesmo.”

Se onde tem Kanye, tem polêmica, a dose do “ye” para os tablóides começa em “All Mine”, introduzida numa sonoridade quase gospel até cair em versos sobre infidelidade e traições envolvendo figuras públicas. A putaria só não dura muito tempo porque a música seguinte, “Wouldn’t Leave”, vai justamente de traições para a fidelidade entre ele e Kim Kardashian, figura que se manteve ao seu lado mesmo nos momentos difíceis que passou nos últimos anos, incluindo a internação que interrompeu a turnê do disco “The Life of Pablo”, as confusões com artistas como Taylor Swift e Jay-Z e declarações desconexas, como quando disse que “a escravidão pareceu ser uma escolha”.

Ao piano, a declaração automaticamente nos leva pra música dedicada a sua esposa em “Yeezus”, “Bound 2”, enquanto aqui seus versos soam ainda mais honestos, com ele afirmando que “sabia que você não iria partir.”

Com lugar garantido entre os melhores arranjos do disco, “No Mistakes” foi uma das tantas colaborações entre Kanye e Cudi para as sessões dos discos “ye” e “Kids See Ghost”. Nesta, o rapper desabafa sobre os problemas mentais e financeiros que teve após a internação, intercalando seus versos com um sample de 88 do britânico Slick Rick, que repete sem parar: “acredite se quiser.”

A canção também é uma das que melhores carregam a dualidade do disco, ilustrado pela frase “eu odeio ser bipolar, é demais”, dando espaço pra que o Kanye West orgulhoso e egocêntrico tome seu próprio microfone pra afirmar que, apesar de todos os problemas que passou, continua sendo a pessoa em quem mais confia. “Vou esclarecer isso aqui pra que todos entendam: eu não ouço conselhos de pessoas menos sucedidas do que eu.”



Indubitável ponto alto do disco, “Ghost Town” é uma faixa sobre redenção, na qual Kanye, Kid Cudi, PARTYNEXTDOOR e a cantora 070 Shake discorrem sobre serem amados e livres, quase que sob um efeito anestésico após os altos e baixos — e medicamentos — que marcaram não só esse disco, como toda essa fase da vida do rapper, que garante estar num lugar melhor agora. “Coloco minha mão no fogo, pra ver se ainda sangro, e nada mais me machuca. Sinto como se estivesse livre.”

E é neste ambiente de liberdade que “Violent Crimes” assusta pelo título, mas nos ganha pela intenção, sendo uma homenagem do rapper a sua filha, North West, com direito a uma participação rápida de Nicki Minaj, que aprova um verso do rapper na gravação de uma ligação ao final da faixa, quem sabe evitando um episódio semelhante a história de “Famous” e a fatídica chamada negada por Taylor Swift.

Mea culpa sobre machismo, “Violent Crimes” traz o cantor refletindo sobre a sociedade e a posição de homens e mulheres, agora sob a perspectiva de quem tem uma filha e se preocupa com os homens que ela irá lidar quando estiver maior. “Os caras são selvagens, são monstros, são safados, jogadores, até que esses caras têm filhas, aí eles se tornam cuidadosos.”



***


Ao longo de sete faixas que somam menos de trinta minutos, “ye” é um dos projetos menos ambiciosos de Kanye West e, dentro desta ótica, vence pela máxima de que “menos é mais”, nos entregando uma faceta do rapper que nos permite vê-lo sem amarras ou as muitas vezes tão desejadas papas na língua, enquanto se aproveita do seu próprio espaço, sem manchetes sensacionalistas ou trechos mal recortados, para desabafar sobre a vida, o futuro e um pouco do que se passa nessa mente que, nestes vinte e pouco minutos, parece um pouco menos turbulenta do que o normal.

Longe de estar entre os favoritos da sua discografia para o público médio, se tem algo que assemelha “ye” aos outros que o antecederam, talvez seja a necessidade de ser apreciado com calma, aos poucos, pra que, talvez, seja compreendido. E o mesmo serve para o rapper, afinal, tão odiado e frequentemente condenado quanto aclamado e admirado.

KANYE WEST, “YE” (2018)
★★★

Evanescence está de volta, senhoras e senhores.

“The Bitter Truth” é como se chama o mais novo trabalho da banda, que ainda não tem previsão de lançamento, mas chega quase uma década após seu último álbum de inéditas, autointitulado, de 2011.

O primeiro single do álbum será a canção “Wasted On You” e, dado o atual cenário de isolamento, sua divulgação acontecerá através de uma live com a Amy Lee na plataforma Zoom, disponível para apenas 50 convidados que serão sorteados entre os fãs que pré-salvarem a faixa no Spotify. Só correr aqui.

“Nós te prometemos um novo álbum neste ano e não vamos deixar nada nos parar”, garantiu a banda. “Estamos orgulhosos em começar  a dividir nosso novo álbum, ‘The Bitter Truth’, com vocês, um pedaço de cada vez, começando com nossa primeira canção ‘Wasted On You’, disponível na próxima sexta!”

Pelo Instagram, a banda também revelou a capa do disco, na qual Amy Lee aparece ingerindo um comprimido branco com um rosto desenhado:



Agora é aguentar a ansiedade até sexta que vem.
Caminhando por uma estratégia de divulgação diferente da utilizada por boa parte dos artistas, a cantora Cher Lloyd mantém a tática de lançar apenas um single por ano e, passado seus lançamentos de 2018 e 2019, “None of My Business” e “M.I.A.”, respectivamente, a cantora já prepara o terreno pra sua música de 2020: ironicamente chamada “Lost”.

Terceiro buzz single para seu novo álbum, ainda sem título ou qualquer grande detalhe revelados, a música foi anunciada pela britânica em suas redes sociais, com clipe previsto pra próxima sexta-feira, dia 24. Ouça uma prévia:


Descoberta pelo reality show X-Factor, Cher Lloyd teve alguns bons singles desde que lançou seu primeiro disco, “Sticks and Stones”, lá em 2011. Seu trabalho seguinte, “Sorry I’m Late”, apesar da produção impecável, já não contou com o mesmo desempenho, em partes por conta dos buracos em sua divulgação, que deixou esfriar seu nome onde tinha seu melhor mercado, no Reino Unido.

Esperamos que com esse lançamento de sexta, as coisas comecem a melhorar pra cantora, que tem muito potencial pra se deixar morrer na praia.

Black Eyed Peas se rendeu ao hype latino depois do sucesso de “RITMO”, com J Balvin, e já começou a colher os frutos de seu novo hit, desta vez ao lado do hitmaker latino Ozuna, “Mamacita”.

O sucesso da faixa, entretanto, ainda está restrito ao Youtube, onde o grupo se mantém como um dos clipes mais vistos desde a sua estreia, no dia 10 de abril, apesar de sequer figurar entre as mais ouvidas de outras plataformas, como Spotify.

Na parada mundial do Spotify, por exemplo, “Mamacita” não aparece entre as 200 mais executadas globalmente, enquanto o single anterior, “RITMO”, segue dentro do top 70.

Vale lembrar que, além da música ser realmente interessante, “RITMO” ganhou o fator viral desde que aumentaram as pesquisas pelo grupo Corona, do hit sampleado na faixa, “Rhythm of the Night”, indiretamente associados às buscas sobre o coronavírus.

“Mamacita”, até o momento desta matéria, acumula mais de 39 milhões de exibições no Youtube; fora a participação do Ozuna, a música também conta com os vocais femininos de J. Rey Soul, que arrancou muitos elogios entre os comentários do vídeo, apesar de ainda ser unânime a falta que faz Fergie dentro do grupo.

Britney Spears está longe das rádios e sem futuras intenções de lançar músicas novas, mas tem vivido muito bem, obrigada, e se mantendo no topo da nossa lista de artistas favoritos para seguir no Instagram.

Em seu post mais recente, a eterna princesa do pop decidiu matar com bondade as viúvas do seu casal de duas décadas atrás com Justin Timberlake e citou o cantor que tanto falou dela em todos esses anos, enquanto dançava ao som do seu hit que não foi, “Filthy”.


“Como vocês podem ver, eu não tô dançando de verdade, gente, só um pouco entediada”, explicou Britney. “PS.: Eu sei que tivemos uma das maiores separações do mundo há uns vinte anos… Mas poxa, esse cara é um gênio! Ótima música, JT!”

Timberlake, provavelmente tremendo de animação e sem saber o que fazer após ser notado pelo ídolo que faz questão de falar sobre sempre que está prestes a lançar um disco, foi sucinto e respondeu ao post apenas com alguns emojis: 


GET THAT PROMO.

Não ficaríamos surpresos se ele aproveitasse o movimento pra aparecer com um disco surpresa repleto de canções indiretamente sobre a hitmaker de “Criminal”.

Os tempos não são dos melhores, o isolamento social acabou afastando muitas pessoas por um bem maior.

Inspiradas, o duo ANAVITÓRIA lançou nesta sexta-feira, 17, “Me Conta Da Tua Janela” como uma espécie carta de saudade, a música tem aquela vibe característica das meninas, voz e violão combinados com uma letra profunda.

Ana Caetano, parte da dupla, escreveu metade da letra e mandou para Vitória que incentivou a amiga a finalizá-la. O clipe, que também já foi lançado, foi gravado por elas mesmas dentro de casa, de uma maneira bem despretensiosa mas muito bonita. Pode apreciar:

O emo vive! E a melhor prova disso foi a recente transmissão ao vivo realizada pelo vocalista da banda Fresno, Lucas Silveira, que bateu a marca de 100 mil espectadores no Youtube e também levou seu nome, da banda e a tag #quarentEMO para os assuntos mais comentados em todo o país.

Anunciada há algumas semanas, a live foi uma forma da banda se aproximar do público após os shows cancelados por conta do coronavírus e, também, uma maneira deles contribuírem na luta contra o vírus, arrecadando cestas básicas que serão doadas para famílias afetadas pela pandemia.

Na apresentação, que durou cerca de 4 horas, o repertório foi dos hits antigos e atuais da banda, que lançou no último ano o disco “Sua alegria foi cancelada”, aos covers pedidos pelo público, de My Chemical Romance a Pabllo Vittar.

Respeitando o isolamento, o vocalista Lucas Silveira comandou a live sozinho em sua casa, contando com participações através de vídeos e ligações, incluindo o jornalista do The Intercept, Glenn Greenwald, o ex-integrante da Fresno, Esteban Tavares, seus atuais colegas de banda, Vavo, Thiago Guerra e Mário Camelo, e até sua filhinha, Sky.

Pelas redes sociais, o público segue comentando sobre o show intimista e cantarolando os tantos hits da banda que se consagrou como uma das precursoras do movimento emo no Brasil e segue como um dos maiores e mais influentes nomes da cena.

A gente ama ver novos artistas deixando sua marca já no início de sua carreira. E neste dia 17 de abril, podemos dizer que a novata Rina Sawayama fez sua parte, mostrando a que veio e provando ser um nome para se ficar de olho já no seu disco de estreia, o incrível "SAWAYAMA"

A cantora, nascida no Japão, criada no Reino Unido e contratada pela Dirty Bit, gravadora do The 1975, traz na bagagem muitas influências musicais que representam sua ascendência e sua história de vida. O que vemos em seu álbum de estreia é um mix de todas essas referências de uma forma inovadora e refrescante. 

Em "Dinasty", "STFU!" e "Who's Gonna Save U Now?", três de nossas músicas favoritas do "SAWAYAMA", Rina aposta em um som voltado para o rock e o metal (!), puxando um pouquinho de Korn e Evanescence. Nessa última a gente consegue até se sentir em um estádio, assistindo ao show da artista e cantando com toda a platéia, mesmo estando em casa no meio de uma quarentena. 



De uma ponta a outra, Rina aposta também em um pop retrô com uma carinha de final de anos 90 e início de anos 2000. A gente sente um pouquinho de Britney Spears em "XS" e até TLC na deliciosa "Love Me 4 Me". E tem também, é claro, o disco-pop de "Comme Des Garçons", que recentemente ganhou um remix com a Pabllo Vittar. Versatilidade é tudo.

Sendo a Rina uma mulher japonesa, a influência de J-pop é muito perceptível no "SAWAYAMA". "Paradisin'" faz a gente se sentir em um brinquedo de dança que encontramos em parques de diversão e casas de festa infantis, como o Dance Dance Arcade, enquanto "Tokio Love Hotel" aproveita um pouquinho desse estilo de forma mais nostálgica e sensível. 

O álbum termina com uma de nossas favoritas, "Snakeskin", faixa que cria uma atmosfera apoteótica e faz com que o disco feche de uma forma que nos faça correr de volta para o início. 



Quanto mais a gente escuta o "SAWAYAMA", mais a gente gosta de todas as referências musicais, das barreiras de gênero sendo quebradas no intuito de criar um som tão particular e que aponta para o futuro e das letras que na superfície parecem simples e apenas grudentas, mas são complexas e cheias de emoção. Um disco pop complexo, divertido e daqueles que a gente ainda vai se lembrar por muito, muito tempo. 
Se já não bastassem os vídeos que deixou preparados para suas redes sociais ao longo do confinamento no Big Brother Brasil 20, Manu Gavassi também guardou algumas canções na manga para a sua saída do programa e uma delas teve, nesta quinta (16), seus primeiros detalhes revelados.

Durante uma live do Di Ferrero, cantor e vocalista do NX Zero, o produtor e também integrante da banda, Gee Rocha, confirmou que tem uma música pronta pra sair com a cantora, ao lado do músico Zeeba, famoso pelos vocais no hit “Hear Me Now”, do Alok.

Nós precisamos ter uma conversa séria sobre a Manu Gavassi

Após Gee falar sobre a canção, Di brincou dizendo a música seá um “estouro” caso Manu deixe o programa como vencedora, e os dois concluíram falando sobre como o lançamento será importante independente do resultado no reality show.

Manu tem como seus trabalhos mais recentes os EPs “Cute But Psycho” e a sequência “Cute But (Still) Psycho”, que retrabalharam seu visual e sonoridade após o álbum “Manu”, reaproximando-a da proposta do EP que antecedeu esse disco com a Universal Music, o produzido pelo Junior Lima, “Vício”, de faixas como “Farsa” e “Camiseta”.


No programa, a atriz e cantora chegou a mostrar uma canção inédita acapella, composta em homenagem ao seu namorado aqui fora.

Sendo uma das participantes mais influentes desta edição do BBB, Manu conquistou, desde as primeiras semanas, seu passe para a final do reality, que acontecerá no dia 27 de abril.

Um disco surpresa não cairia nada mal, né?

Nem só de sertanejo viverão as lives e, nesta sexta (17), quem chega na sua casa pra fazer muita música boa são os caras da Fresno, que realizarão um show caseiro enquanto seguem as recomendações da chamada “quarentEMO”.

Com início marcado pras 20h, no horário de Brasília, diretamente do seu canal no Youtube, a live da banda deverá contar com repertório que vai desde seu último disco, “Sua alegria foi cancelada”, aos hits de registros anteriores, como “Desde quando você se foi” e “Alguém que te faz sorrir”; a setlist será definida com a ajuda dos fãs através das redes oficiais da banda.

Atualmente formada por Lucas Silveira, Vavo, Mário Camelo e Thiago Guerra, a Fresno foi uma das grandes precursoras do movimento emo no Brasil e segue como um dos únicos nomes sobreviventes desta época na cena atual, tendo contado com um importante movimento de renovação de estética e som ao longo de seus últimos trabalhos.



Com o disco “Sua alegria foi cancelada”, de 2019, eles se reposicionaram no meio digital, apresentando o álbum dentro de uma estratégia que incluiu lyric videos, videoclipe e até mesmo um podcast. Além do álbum fodão do início ao fim, com participações como o trio de pop triste Tuyo e a cantora Jade Baraldo.

A live da banda, só pra frisar, acontece nesta sexta, dia 17, às 20h no seu canal oficial. Não vai perder, hein? ;)

Com curadoria de Lady Gaga, em parceria com a Global Citizen, que juntas já arrecadaram mais de 30 mil dólares destinados aos esforços contra o coronavírus, o festival One World: Together At Home também será exibido no Brasil.

Nomes como Anitta, Lizzo e Billie Eilish dão conta do enorme line-up de artistas que se apresentarão de suas casas, com transmissão ao vivo e televisionada por todo o mundo.


Aqui no Brasil, a transmissão ficará a cargo da MTV Brasil, que exibirá o evento parcialmente a partir das 19h, no horário de Brasília. A apresentação completa só poderá ser assistida pelo Youtube.

One World: Together At Home acontecerá da noite deste sábado (18) até domingo (19) e, como explica a própria Lady Gaga, se trata de uma celebração aos avanços conquistados nas últimas semanas, quais a cantora se dedicou a ligar e incentivar pessoalmente que empresas bilionárias contribuíssem na luta contra os avanços do vírus COVID-19.

“Quando estivermos no ar, afastem suas carteiras e seus cartões de créditos e curtam o show”, pediu a cantora de “Stupid Love”, que acelerou o processo de arrecadação antes do evento, pra que o show fosse apenas sobre união, entretenimento e conscientização, não sobre dinheiro.

Estamos certos de que esse momento de isolamento movimentou e muito o meio musical, dada a oportunidade de tantos artistas se dedicarem aos estúdios caseiros e, por que não, eventuais bate-papo com os fãs através das redes sociais. Mas o que também não tem faltado são lançamentos de materiais novos, assim como “Na Frente do Paredão”, que chegará na próxima sexta-feira, dia 17.

A intérprete da canção, por sua vez, é um mistério até então não solucionado. Sendo nossa única pista a capa de single abaixo, onde temos uma mulher refletindo em frente a um paredão aos moldes da “Furacão 2000”.

Olha só:

Realmente, muito difícil de sabermos de quem se trata.

Pensando nisso, decidimos listar alguns possíveis artistas que poderiam estar por trás da caixa, nos baseando nas evidências espalhadas pela tal capa, e aqui estão nossas conclusões:

» É a Luísa Sonza, com certeza! Essa combinação de calça e tênis é algo que a cantora de “Apenas Eu” não hesitaria em vestir. Não poderia fazer mais sentido.

» Ariana Grande, quem sabe? O rabo de cavalo sempre foi sua marca registrada. Difícil de confundir.

» Ok, ok, certamente é uma música nova da banda Fresno. O visual até empresta o tom verde do seu último disco, “Sua alegria foi cancelada”, que, coincidência ou não, teve como capa um design bem parecido, com a digital influencer Maju de olhos tampados:


Recentemente, a banda até lançou um remix de “Sua alegria foi cancelada” numa versão funk, o que só aumenta nossas suspeitas.

» Nicki Minaj, nós te pegamos. Essa pose reflexiva não poderia ser de mais ninguém.


» Arriscamos que seja um single da dupla Seakret. Os produtores Pedro Dash e Dan Valbusa são chegados nas referências gringas, vide o “Made in Brasil” ali embaixo, e já se arriscaram no funk em faixas como “Kika” e “Perdendo a mão”.

» Beleza, falando sério, música nova da Anitta. Disco chamado “Made in Brasil”? Parece improvável, mas teria tudo pra ser incrível.
Mais uma atração confirmada na Trophy virtual, que acontecerá dia 24 na plataforma ZOOM, a Cyberkills está decidida a deixar a sua marca no pop nacional.

Fugindo do isolamento, festa brasileira de ‘pc music’, Trophy, fará sua primeira edição virtual no ZOOM

Formada pelo paulistano Rodrigo Oliveira e o paraibano Gabriel Diniz, a dupla conquistou seus primeiros fãs com remixes pc music pra artistas como Pabllo Vittar e Luísa Sonza e, após emplacar um trabalho oficial com a dona de “Buzina”, deu início aos seus lançamentos autorais.



“Não Vou”, com vocais da drag queen brasileira Mia Badgyal, foi o primeiro passo dessa empreitada. A faixa, pop e cheia de sintetizadores, entrega um pouco do que o duo se propõe a fazer na música nacional, com referências que vão da pc music e bubblegum bass aos clássicos do pop ‘00.



Na sequência, os dois não hesitaram em aflorar brasilidade com “Hit do Carnaval”, desta vez ao lado de Potyguara Bardo e Kaya Conky. Levada pelo bregafunk, a canção brinca de não se levar a sério, enquanto lista inúmeros hits do carnaval que serviram como influência pra sua produção.



E se eles juntos já causam, eles juntinhos, ao vivo com na Trophy dia 24 será um inevitável hit.

Além da Cyberkills, a primeira edição virtual da Trophy contará com DJ sets de Frimes, Sophie da Rua Augusta, Gui Tintel, Jana Duarte e ST. Saiba mais no evento pelo Facebook.
Charli XCX tá empolgadíssima com o processo de produção do seu álbum de quarentena, “How I’m Feeling Now”, e, como prometido, tem envolvido os fãs em todos os detalhes do disco que tem lançamento previsto para o dia 15 de maio e, dada a atual situação de isolamento, será feito de maneira completamente caseira.

Após algumas prévias de seu arranjo e letra, a primeira amostra deste registro foi a canção “Forever”, que já está disponível em todas as plataformas:


Lançada quase que colaborativamente com seus fãs, até a capa do single contou com a decisão do público, que reage às enquetes da britânica através do Twitter e Instagram.

Agora, a hitmaker de “Silver Cross” já prepara a chegada de outra canção que, de novo, teve seus passos decididos através das redes sociais, sendo esta “Claws” —  que antes chegou a se chamar “I Like”, “I like everything about you” e, como sugestão do Troye Sivan, “Clementine”, como contou Charli em seu Twitter — que já tem essa prévia disponível:


Claramente um hino.

“How I’m Feeling Now” é o primeiro disco de Charli XCX desde o disco autointitulado do ano passado, que contou com colaborações de Pabllo Vittar, Kim Petras e Yaeji, entre outros nomes. Produzido em casa, o álbum contará com produção executiva do AG Cook, com quem a cantora trabalha em parceria desde o EP “Vroom Vroom”.
Bem longe de Londres, onde nasceu e começou suas primeiras produções, distante dos sons já produzidos pra nomes como Charli XCX, Madonna, Rihanna, entre tantos outros nomes, SOPHIE, a cantora e produtora indicada ao Grammy por seu disco de estreia, ‘Oil of Every Pearls Un-insides’, tem uma versão abrasileirada pra lá de inusitada.

Fugindo do isolamento, festa brasileira de ‘pc music’, Trophy, fará sua primeira edição virtual no ZOOM

Descoberta no Soundcloud, a chamada Sophie da Rua Augusta é um projeto tão ousado quanto a pc music para a música pop, aqui mesclando os beats da artista de “Immaterial” e “Ponyboy” com letras e produções do funk brasileiro.

No ar há mais de dois anos, o perfil possui faixas como “Soca na Minha MSMSMSM” e “A.M.O.R. de Piranha”, referências as faixas “MSMSMSM” e “L.O.V.E”, presentes no EP “Product”, de 2015.



Atração da primeira edição virtual da festa Trophy, que será realizada no dia 24 na plataforma ZOOM, o verdadeiro rosto por trás do perfil é mantido em segredo, enquanto suas batidas seguem chamando a atenção tanto dos fãs do funk, quanto da ainda nova pc music.

PC MUSIC X FUNK

Música eletrônica genuinamente brasileira, o funk é o som nacional que melhor se aproxima da pc music quando falamos em inovação e, principalmente, pensamos nesses tipos de música enquanto ferramentas capazes de girar a roda e reinventar velhos gêneros.

No Brasil, atualmente já se fala na chamada “pc funk”, que mistura elementos de produção da pc music com os beats e estruturas do funk. Um dos exemplos mais recentes é a parceria do Omulu com o MC Flavinho, “Foi Bom Te Encontrar”:



No nosso Spotify, temos também a playlist “Futura Funk 3000”, na qual apresentamos uma seleção de funks que acenam para o que poderá se tornar o futuro desse estilo musical:



Além da Sophie da Rua Augusta, a Trophy virtual também contará com DJ sets de Cyberkills, Frimes, Gui Tintel, Jana Duarte e ST. Saiba mais em seu evento do Facebook.
Com saudade de uma festa, né minha filha?

Como não é novidade pra quem acompanha minimamente os noticiários, o mundo está no meio de uma pandemia em que, para nos mantermos saudáveis e diminuirmos ao máximo o número de transmissões, a ordem é ficar em casa.

Pensando nisso, não tardou até que artistas e DJs apostassem nas “lives” pelo Instagram, Facebook e Youtube para continuarem trabalhando e, também, entretendo seu público, que agora dará um passo ainda maior nessa nova forma de usufruir das festas e shows em tempos de isolamento.

Realizada em São Paulo desde o ano passado, já tendo passado pelos clubes Orfeu, Alberta #3 e ZIG duplex, onde acontece atualmente, a festa de pc music Trophy, produzida por Guilherme Tintel e Janaína Duarte, foi além e no próximo dia 24 fará a sua primeira edição totalmente virtual pela plataforma ZOOM.

+ SAIBA MAIS NO EVENTO DO FACEBOOK

O site e aplicativo, até então utilizado para reuniões corporativas, se tornou uma das principais alternativas para esses tipos de eventos a distância, tendo um grande diferencial em relação aos outros serviços de transmissão ao vivo: com ele, todos podem compartilhar suas telas em tempo real, não apenas assistindo a transmissão, mas, sim, participando, assim como faria na vida real.



Referência para a festa brasileira, alguns dos maiores exemplos de eventos bem sucedidos na plataforma são do Club Quarentine, uma casa noturna virtual, que nasceu dentro do site e, com foco no público queer, têm realizado festas toda semana, já tendo contado com a apresentação de artistas como Charli XCX e Pabllo Vittar.

No Brasil, outro destaque recente foi a Boate aZoom, idealizada pelo DJ e produtor Omulu, que apostou na plataforma para uma edição virtual da sua festa itinerante, Arrastão, na qual tocou com o também produtor Sydney Sousa.



Com foco na chamada ‘pc music’ e tendências e novidades da música pop, a “cyber” Trophy conta com um evento no Facebook, onde concentram todas as informações sobre a festa, incluindo uma senha que será anunciada somente no dia do evento, dando acesso a sala onde todos poderão se encontrar e curtir juntos, apesar do isolamento.

No Spotify, a playlist “Não uso drogas, ouço PC Music”, dá uma prévia do que os DJs costumam tocar por lá: