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Ela conseguiu! Após o lançamento surpresa do disco “folklore” na semana passada, Taylor Swift conseguiu estrear a canção “cardigan” no topo da Billboard Hot 100, a principal parada americana de singles.



Segundo atualizações divulgadas nessa segunda-feira (03), a loirinha não só colocou “cardigan” em #1 como também estreou “the 1” já no top 5, em #4, e “exile”, sua parceria com Bon Iver, em #6.

E vamos de recorde: com a estreia de “cardigan” no lugar mais alto da parada, Taylor Swift se torna a primeira artista da história a estrear simultaneamente um single e um álbum em #1 nos dois principais charts da Billboard.

No total, Taylor Swift tem agora seis canções número 1 na Hot 100: “We Are Never Ever Getting Back Together”, “Shake It Off”, “Blank Space”, “Bad Blood”, “Look What You Made Me Do” e, claro, “cardigan”.

Será que o “folklore” ainda vai ter um novo single em #1? Porque nós vemos potencial em várias faixas.

Na última quinta-feira (30), o cantor de k-pop Jo Kwon revelou em entrevista ao Newsis (via koreaboo) que se identifica sem gênero (agênero). Para Jo, entender-se como sem gênero agora se tornou uma arma de autoaceitação. Entretanto, aceitar-se foi um processo. No começo, não aceitava quando as pessoas diziam que ele parecia uma garota, mas agora vê isso com tranquilidade.

"Ser sem gênero é minha arma".


“Ser sem gênero é minha arma. No passado, eu tinha medo de passar uma imagem neutra. Se pessoas falassem que eu pareço uma garota, eu pensava que aquilo não é verdade. Mas agora eu estou bem com isso. Se as pessoas dizerem que pareço Choi Ji Woo [atriz] ou Taeyeon [Girls' Generation], eu estou bem com isso”.

Na entrevista, ele acrescenta que Bang Si Hyuk, CEO da Big Hit, foi quem comprou o seu primeiro par de saltos após uma conversa quando o cantor ainda respondia pelo selo da empresa do BTS. O CEO incentivou o cantor para “fazer o que quisesse” e Jo disse, na época, que queria fazer o que quisesse assim como Lady Gaga.

Jo Kwon, que estrela uma versão sul-coreana do musical “Everybody’s Talking About Jamie”, lançou “Animal” em 2012, uma época em que a Coreia do Sul ainda estava muito longe de cogitar conversas sobre drag queens e kings, como também sobre as vivências de pessoas LGBTQIA+. Se passaram oito anos desde o lançamento da canção e Jo ainda é um dos poucos artistas que falam abertamente de sua identidade de gênero, ainda mais sendo membro desta comunidade.


“Há tantas pessoas diferentes no mundo, entre homens e mulheres a minorias LGBTQIA+, pessoas com deficiência ou pessoas de outras culturas. A aparência de todos e como elas andam são diferentes. Não há lei que institui que mulher deve ter cabelo longo ou homem não pode usar maquiagem. Mulheres não precisam usar apenas saltos altos e homens não precisam usar apenas chuteiras”, disse o cantor ao Newsis. 

Homossexual, Holland fala abertamente sobre sua orientação sexual. O cantor iniciou sua carreia já dizendo para todos os ouvidos qual era sua orientação sexual e trouxe já no videoclipe de estreia um beijo gay. Infelizmente, “I’m Not Afraid” acabou sendo censurado na Coreia do Sul. No YouTube sul-coreano, o vídeo está disponível apenas para maiores de idade.


Em entrevista a Vogue, Holland explica sobre seus posicionamentos enquanto artista: “quando eu era mais jovem, não havia um cantor ídolo coreano que tivesse divulgado ou revelado abertamente seu status de LGBTQ +. Então, durante meus anos de escola, quando eu estava passando por um momento difícil, fui muito influenciado por artistas pop ocidentais LGBTQ +. Eu sabia que precisávamos de uma figura semelhante na Coréia”.

Além de Holland e Jo Kwon, outros artistas levantaram na Coreia do Sul as pautas LGBTIQA+ por revelarem suas orientações sexuais ou identidade de gênero. Hansol, do Topp Dogg, revelou ser assexual durante um chat com os fãs nas redes sociais. Somhein é abertamente bissexual. Já Harisu é uma cantora, modelo e atriz transsexual. Harisu, aliás, trouxe a pauta da identidade de gênero na país lá no começo dos anos 2000.

O cenário hoje é completamente diferente. Nos últimos anos, as pautas LGBTQA+ passaram a surgir cada vez mais em meio aos artistas de k-pop. Em sua maioria, demonstram apoio as causas de maneiras diversas e o fandom internacional contribui para que a discussão aconteça de alguma forma na Coreia. O grupo SEVENTEEN, por exemplo, falou pela primeira vez sobre seu público LGBTQIA+ graças a uma pergunta de uma fã durante uma entrevista para a Build Series.


Apesar das discussões acerca destas pautas, a possibilidade de um artista de k-pop se revelar como LGBTQIA+ é sempre minúscula. Isso é triste. A indústria do k-pop se apoia muito no fanservice com artistas do mesmo gênero se insinuando de forma romântica para aumentar sua legião de fãs, mas aceitar novos artistas que realmente são LGBTQIA+ é ultrapassar os limites para a Coreia do Sul.

Discutir pautas LGBTQIA+ é necessário. Ter pessoas como o Jo Kwon, Holland, Harisu e Hansol faz com que o assunto se torne ainda maior, trazendo uma grande visibilidade para os temas. Não somente isso, mas é importante ter representatividade no k-pop. É importante conseguir realmente se ver em um artista que te serve de modelo.

A gente espera que partir dessas pessoas mais artistas passem a se sentir confortáveis para dizerem sem medo quem são. Porém, fica difícil ter uma esperança como essa quando um simples namoro entre artistas heterossexuais viram uma grande polêmica no país e resulta na quebra de contratos para que consigam ser felizes.

Quando Beyoncé lança um novo projeto, o mundo para. Não tem como passar despercebido por uma nova empreitada da maior artista viva. E assim, paramos no início dessa sexta-feira (31) pra assistir ao seu novo filme, “Black Is King”.

Criado, roteirizado, dirigido, produzido e atuado por Beyoncé, o longa funciona como um álbum visual para seu último lançamento oficial, o “The Lion King: The Gift”, trilha sonora feita pela artista para o remake de “O Rei Leão”, no qual dublou a personagem Nala. Assim, tal como no clássico da Disney, “Black Is King” reconta a história de um jovem rei que precisa se perder para, então, encontrar seu lugar no ciclo da vida.

Com visuais fantásticos, que vão de mansões à desertos, florestas à cidades, muita coreografia e figurinos que representam toda a tradição da história preta, Beyoncé explora a ancestralidade de seu povo, se conecta com suas origens e mostra toda a importância de entender, valorizar e amar suas raízes.

Em meio à essa imersão na cultura africana, destacamos alguns de nossos momentos favoritos do “Black Is King”: “Mood 4 Eva”, com Beyoncé e Jay-Z curtindo o melhor da vida em um casarão; “Water”, com a presença de Pharrell Williams cantando na frente de uma muralha de galões de água, em meio à um deserto; “Brown Skin Girl”, um dos momentos mais emocionantes do filme, com a presença de Naomi Campbell, Lupita Nyong’o e Kelly Rowland, além de Blue Ivy, filha de Beyoncé que canta na faixa; e, por fim, “My Power”, no qual Queen B mostra todo o seu poder ao apostar em uma das coreografias mais difíceis de sua carreira. 

Vida longa à Rainha (ou a patroa, como preferirem)!

Pode pegar o bloquinho de notas e começar as anotações, porque Luísa Sonza e MC Zaac estão prontos pra te ensinar o único exercício possível aos que estão quarentenados com o arroba e sem muitas opções do que fazer em sua música nova.

Sucedendo os hits “Braba” e “Flores”, essa última com participação do cantor Vitão, a cantora brasileira Luísa Sonza dá sequência na divulgação do seu segundo álbum com a faixa “Toma”, produzida pelo coletivo Brabo Music Team, com quem trabalhou anteriormente em outra que amamos: o feat com a Pabllo em “Garupa”.

Mais uma vez acompanhada, Sonza conta aqui com a participação do MC Zaac, que também colaborou com o Brabo Music Team em “Desce pro play”, e chega batendo nos 150bpm nessa mistura de pop com batidão de funk que só quer saber de uma coisa: agachar e tomar.

Não sem antes, é claro, prender o cabelo e flexionar o joelho. Acho que decoramos. Ouça abaixo:


“Toma” já teve seu clipe gravado, a produção chegará ao público na manhã desta sexta-feira.
Passou rápido, não é mesmo? Há três anos, Pabllo Vittar, Anitta e Major Lazer lançavam o icônico videoclipe de "Sua Cara". O vídeo rendeu uma briga entre as cantoras que demoram para fazer as pazes - o selo de paz aconteceu há alguns meses, memes dos mais diversos e quase meio bilhão de visualizações no YouTube.

Com verso chiclete e batida viciante, a canção e videoclipe se tornaram um verdadeiro marco na música pop brasileira. "Sua Cara" fez um sucesso estrondoso na época. O videoclipe, que foi gravado em Marrocos (!!!), chegou a bater mais rápido o recorde de um milhão de likes no YouTube e somou 20 milhões de visualizações em 24 horas. Um verdadeiro smash hit. Bora relembrar?


Pouco tempo depois da estreia de “Sua Cara”, Anitta e Pabllo Vittar se desentenderam após especulações sobre os gastos para a execução do videoclipe. Em abril deste ano, entretanto, durante sua live, Pabllo dedicou a canção para Anitta: "se estiver assistindo, um beijo, rapariga!”. Parece que a paz foi finalmente selada.

Indicada na categoria "Melhor Fusão/Interpretação Urbana" do Grammy Latino, a canção faz parte do EP "Know No Better", do trio Major Lazer, lançado em junho de 2017, e posteriormente integrou o disco "Major Lazer Essentials", em 2018. Além da parceria com as cantoras brasileiras, "Know No Better" também traz nomes como Camila Cabello, J. Balvin e Travis Scott.

"Sua Cara" foi a segunda parceria musical entre Pabllo Vittar e Diplo. A dupla se juntou pela primeira vez para a faixa "Então Vai", presente no disco de estreia da drag queen, "Vai Passar Mal". Diplo já conhecia a cantora graças a "Open Bar", o primeiro sucesso de Pabllo e versão jeitinho-brasileiro de “Lean On”. DJ, toca o som!

Madonna poderia estar divulgando o remix “Levitating”, de Dua Lipa, mas resolveu publicar no Instagram, nesta terça-feira (28), um vídeo da médica Stella Immanuel defendendo o uso da hidroxicloroquina, medicamento que já comprovou ineficácia contra o COVID-19. Donald Trump também já compartilhou um vídeo da mesma médica.


Na legenda do vídeo, a cantora usa argumentos que parecem ter surgido de uma corrente do WhatsApp. Madonna alega que "a verdade nos libertará, mas algumas pessoas não querem ouvir, especialmente as pessoas no poder que ganham dinheiro nessa corrida por uma vacina. (...) Preferem deixar as pessoas ricas mais ricas e as pessoas pobres mais pobres".

Até o momento da publicação desta matéria, o vídeo divulgado por Madonna segue no ar. Esta é a segunda tentativa da cantora de publicar o vídeo, já que na primeira o vídeo acabou sendo deletado. Por se tratar de uma informação falsa, o Instagram ocultou a publicação, mas ainda é possível assistir ao vídeo. Não iremos trazer o link para não propagar mais desinformação.

Logo nos primeiros meses de pandemia, Madonna, inclusive, revelou que testou positivo para anticorpos contra o COVID-19. Ela explicou ao fim da turnê de "Madame X" em Paris, por volta de março, sentiu que estava com uma gripe forte, mas aparentemente já se tratava do novo coronavírus devido a testagem positiva.

Importante ressaltar que um estudo brasileiro, publicado no "The New England Journal of Medicine", chegou a conclusão de que a hidroxicloroquina não tem eficácia em casos leves e moderados do COVID-19. O estudo, liderado pelo grupo "Coalizão COVID-19", analisou 600 participantes que foram atendidos em 55 hospitais do país.

Ainda no início de julho, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que não encontrou qualquer "benefício claro" aos pacientes diagnosticados com COVID-19. O diretor de emergências da OMS, Michael Ryan, explicou que "nos nossos estudos observacionais, não vimos nenhuma mudança positiva entre aqueles que tomaram o medicamento".

Dados desta terça-feira aponta que no Brasil, mais de 88 mil pessoas perderam suas vidas devido ao novo coronavírus e o país beira e 2,5 milhões de casos. Entre os estados, São Paulo lidera no número de casos (487.654) e óbitos confirmados (21.676).
A quarentena pode até ter obrigado a maioria dos artistas a diminuírem o ritmo de seus projetos, com a pausa na agenda de shows e impossibilidade de idas a estúdios de gravações para trabalharem em novas músicas e videoclipes, mas para aqueles que já estavam familiarizados com as produções caseiras e através de redes sociais, a conversa foi outra e o período só fez se tornar mais produtivo, como é o caso do paulista MC Niack.

Dono da música mais ouvida do Brasil atualmente pelo Spotify, o funkeiro por trás do hit “Na raba toma tapão” desbancou o supertime de Anitta, MC Zaac e Tyga, juntos em “Desce pro play”, e nesta segunda (27) emplacou seu segundo sucesso na parada nacional da plataforma, “Oh Juliana”.


Com produção do DJ Léo da 17 e Two Maloka, ambos parte da Ritmo dos Fluxos, a música, feita à distância, segue a estética do funk rave, tendência pré-quarentena nos bailes de São Paulo, e, com composição do próprio Niack, canta sobre Juliana, a “ruivinha do rabetão” que não deixa claro quais são as suas intenções com a persona do cantor na música.

O que Juliana quer com Niack, não sabemos, mas temos certeza que as intenções dos ouvintes brasileiros com o funkeiro são as melhores possíveis. Isso porque, além da música nº1, o artista mantém ainda o hit “Na raba toma tapão” na terceira posição da mesma lista e, de quebra, tornou ambas as canções trilhas dos famosos challenges pelo TikTok. Maior exposição, impossível.

BLACKPINK irá lançar o seu primeiro álbum completo em outubro e começou a preparar o terreno com lançamentos mensais já neste mês com "How You Like That". Em agosto, uma nova canção será revelada e contará com a participação de ninguém menos que Selena Gomez. As informações são do portal sul-coreano MyDaily.

As cantoras de "Kill This Love" anunciaram uma misteriosa parceria na última quarta-feira (22) e fãs especularam diversos nomes, entre eles Ariana Grande e até mesmo Pabllo Vittar. No fim, acabou sendo uma parceria ainda mais inusitada, não é mesmo? A confirmação da parceria deve acontecer em breve pela YG Entertainment, gravadora responsável pelas meninas.

Previsto para o dia 2 de outubro, "The Album" será o primeiro disco do BLACKPINK após quatro anos de singles e mini-álbum. Antes do lançamento do disco, o grupo deve lançar mais alguns singles promocionais. Ansiosos?

Vai ter Lollapalooza 2020, sim. Mas pelo Youtube.

O festival que teve todas suas datas adiadas e, com exceção do Brasil, posteriormente canceladas, voltou atrás e anunciou que a sua edição de 2020 acontecerá virtualmente e com novo line-up, reprisando algumas das principais apresentações realizadas nos últimos anos.

Programado entre os dias 30 de julho e 2 de agosto, a edição virtual contará com shows de artistas como Alabama Shakes, Paul McCartney, Chance The Rapper, Kali Uchis, Tyler The Creator, Ellie Goulding, Lorde, Imagine Dragons e outros nomes. A transmissão será gratuita.



Aos brasileiros, permanece a incógnita sobre o festival, que manteve suas datas entre 4 e 6 de dezembro deste ano, apesar dos números do COVID-19 ainda serem alarmantes e não termos sequer um Ministro da Saúde em atividade.

No último mês, a Time for Fun, responsável pelo Lollapalooza por aqui, abriu a possibilidade do público reverter seus ingressos em “créditos” que poderão ser usados em outros eventos da empresa quando a pandemia chegar ao fim. A repercussão da medida foi negativa, visto não oferecer um reembolso completo do valor comprometido, que poderia ser utilizado em outras prioridades que não sejam shows ou festivais.

Promovida homeopaticamente desde maio do ano passado, quando lançou o single “Never Really Over”, parece que a era “Smile”, de Katy Perry, ainda não atingiu as expectativas do seu selo e após quatro singles, incluindo sua faixa-título, o álbum teve seu lançamento adiado pra que pudessem finalizar algumas canções.

Em seu Instagram, a cantora de “Harleys In Hawaii” se desculpou pelo banho de água fria e explicou que alguns atrasos inevitáveis na produção demandou a mudança da data, com o disco agora sendo esperado para o dia 28 de agosto.

Até lá, prometeu a cantora, os fãs poderão esperar por transmissões ao vivo em suas redes sociais, incluindo a possibilidade dela tocar trechos de algumas músicas inéditas. As lives acontecerão aos domingos, terão cerca de 30 minutos e durarão até o disco ficar pronto ou a cantora, que está grávida, entrar em trabalho de parto.


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Welp. I hate to throw this bad news at you like a pie in the face...but if there’s anything 2020 taught me, it’s to not get too attached to plans and be malleable. Due to unavoidable production delays, my album #SMILE will now be released ✌🏻weeks later on August 28 ☹️ To make this up to you, starting this Sunday (Aug 2) and until the album drops (or until #Babycat 🤰🏼...whichever comes first 🙃😬) join me for #SmileSundays! Every Sunday, time TBA soon, I’m going to go on LIVE for 30 minutes or more and talk all things 🙂SMILE🙂 you’ll see new merch... I’ll play some snippets... maybe we’ll go live together... we’ll def have a good chat! Clowns-n-Cats - Thanks for being so flexible in this time... it’s a wild one, for sure, but I hope the patience will be worth the wait! ♥️🤡 Love, Katy
Uma publicação compartilhada por KATY PERRY (@katyperry) em

“Smile”, último single do disco de mesmo nome, é a quarta música de trabalho extraída do vindouro álbum, que também conta com “Never Really Over”, “Harleys In Hawaii” e “Daisies”, a faixa estreou fora das 100 mais ouvidas dos EUA e teve como melhor posição mundial um décimo lugar na Nova Zelândia.

Diagnosticada com escoliose por carregar o pop nas costas, a cantora Dua Lipa finalmente cedeu um pouco do trabalho para outras artistas e, no próximo mês, dividirá uma das músicas mais elogiadas do disco “Future Nostalgia”, “Levitating”, com outras lendas que também lidaram com as mesmas dores em décadas passadas: Missy Elliott e Madonna.

Inicialmente especulado como um feat com Katy Perry, o remix de “Levitating” já era esperado pelos fãs e, através do Instagram, teve sua confirmação e o anúncio dos nomes envolvidos. Além da rapper de “Work It” e a hitmaker de “Give Me All Your Luvin’”, a nova versão da faixa será assinada pela DJ de música eletrônica The Blessed Madonna.


“Future Nostalgia” tem rendido muitos frutos a cantora que a maioria esperava que não sobrevivesse ao hype de “New Rules”. Com hits como “Physical”, “Don’t Start Now” e “Break My Heart”, Dua Lipa já traçou toda uma nova sonoridade e visual no imaginário do público, sendo uma das primeiras deste ano a apostar na tendência disco, que resgata elementos dos anos 70 e 80 para os clipes e músicas atuais.

A nova versão de “Levitating”, com Missy Elliott, Madonna e The Blessed Madonna, chega no dia 14 de agosto.
Se você pensou que, depois de Camila Cabello, nenhuma outra ‘Fifth Harmony’ teria vez em carreira solo, se enganou, e quem pode nos provar isso é a talentosíssima Ally Brooke, que na última semana conquistou o seu primeiro prêmio Emmy.

Pegando de surpresa tanto a cantora quanto a sua gravadora, o prêmio veio pela categoria Outstanding Main Title for an Animated Program, que podemos traduzir como “Música-tema excelente pra um programa em animação”, e só rolou graças a canção que ela lançou em 2019, para o programa da Nickelodeon, “Os Casagrandes”.

Ouça o tema abaixo:


Memorável.

Com seu primeiro Emmy, Ally Brooke se prepara para avançar rumo a concorridíssima lista de artistas ‘EGOT’, faltando apenas ser premiada também com um Grammy, Oscar e Tony. E a gente sabe que ela é capaz.

Inclusive, queremos aproveitar a oportunidade pra pedir justiça por “Higher”, que foi, de longe, uma das melhores músicas lançadas por uma integrante do Fifth Harmony. #JUSTICE4ALLYBROOKE #RUMOAOEGOT.

Sendo usuário do aplicativo TikTok ou não, é bem provável que você já tenha sido afetado pela música “Siren Beat”, que rendeu inúmeros vídeos com dancinhas que ultrapassaram as barreiras do app que têm catapultado tantas canções pela parada americana.

De olho nas tendências, quem correu pra aproveitar o hype da musiquinha toda instrumental foi o cantor Jason Derulo, que não tardou em sampleá-la por completo na sua música nova, “Savage Love”. Dito e feito, a música com vocais ficou muitíssimo mais interessante e coube ao cara levar a faixa pras mais ouvidas dos EUA, atualmente se mantendo no top 20 e com expectativas de crescimento.

Pra promovê-la, Derulo se apresentou nesta semana no tradicional Good Morning America, através de uma performance gravada em sua casa, e não hesitou em levar a dancinha tiktokeira pra manhã das famílias estadunidenses. 

Olha só:



Apesar do sucesso de “Savage Love”, Jason Derulo entra pra lista de artistas que não pararam mesmo em quarentena e, na última sexta, já lançou mais um single, desta vez sem ninguém do TikTok envolvido (até então). A dancinha pra viralizar já está garantida:

Talvez venha aí, galera. Rihanna tá focadíssima no empreendedorismo com as marcas Fenty Beauty e Savage x Fenty, mas seus fãs continuam sedentos por novos trabalhos musicais e, seguindo o ritmo de seus últimos anos, pode ser que mais uma colaboração esteja a caminho.

O nome da vez já é conhecido: Eminem, com quem ela também trabalhou no hit “Love The Way You Lie” e em “Numb”, do disco “Unapologetic”.

Ainda não há qualquer indício concreto de que o feat acontecerá, mas os rumores vêm de fontes confiáveis, afinal, tudo começou por conta de um post bem aberto às interpretações pelo Burn It Down Group, empresa responsável pela comunicação comercial do rapper.

A última vez que ouvimos a voz de Rihanna numa música nova foi em março deste ano, quando a cantora serviu vocais na música “Believe It”, do PARTYNEXTDOOR:

Tão sentido esse trovão? É o “Rajadão” da Pabllo Vittar, o novo single da artista que ganhou um clipe nessa quarta-feira (22). 

Respeitando as medidas de distanciamento social, Pabllo gravou algumas cenas em isolamento e misturou tudo com um pouquinho de animação. 

Na produção, ela aparece se libertando de correntes e assumindo a forma de um anjo superpoderoso, fechando o tempo e chamando a chuva da vitória.



“Rajadão” é o novo single do último disco da Pabllo, o “111”, que também teve como músicas trabalhadas as faixas “Amor de Que”, “Parabéns” e “Tímida”.
Luísa Sonza está “a mil por hora”, como canta em seu hit com Pabllo Vittar, “Garupa”, e segue sem parar com os trabalhos do disco sucessor do seu primeiro álbum, “Pandora”, lançado no ano passado.

Só nos últimos meses, a brasileira já emplacou dois hits, sendo esses a sua estreia no topo do Spotify, “Braba”, e o feat que rendeu inúmeras especulações com o cantor Vitão, “Flores”, e agora seu próximo passo deverá ser outra colaboração: desta vez ao lado do MC Zaac.

Outro que tem aparecido em todas, o cantor colaborou no ano passado com a sueca Tove Lo em “Are U Gonna Tell Her?” e, em seu lançamento mais recente, se uniu com Anitta pela terceira vez na chiclete “Desce pro play”.



Com Sonza, Zaac esteve em estúdio ainda no ano passado e, desde então, os dois começaram a falar sobre a futura parceria e, inclusive, passaram a dividir o palco de inúmeros eventos, incluindo o bloco de carnaval da dona de “Fazendo Assim”.

A parceria ainda não tem previsão de lançamento, mas no que depender dos últimos passos dos dois artistas, tem tudo pra ser mais uma figurinha garantida nas paradas afora.

Skrillex retornou há algumas semanas como participação especial da canção “Ego Death”, do Ty Dolla $ign com Kanye West e FKA Twigs, mas, se não fosse o descarte de uma canção, poderia ter aparecido ainda antes neste ano ao lado de Tove Lo com a inédita “On Ice”.

Com trechos circulando pela internet desde o ano passado, a parceria foi inicialmente especulada como um feat da sueca com o trio encabeçado por Diplo, Major Lazer, mas caiu na internet em sua íntegra nesta terça-feira (21), revelando o resultado completo da inesperada colaboração.

Ouça abaixo:


Tove Lo lançou no ano passado o disco “Sunshine Kitty”, promovido por singles como “Glad He’s Gone” e a parceria com o brasileiro MC Zaac, “Are U Gonna Tell Her?”; neste ano, o material foi relançado numa edição especial, incluindo as parcerias da cantora com o produtor e irmão de Billie Eilish, FINNEAS, em “sadder badder cooler” e “Bikini Porn”.

Os servidores dos players de streamings que se cuidem, porque Dua Lipa se uniu ao Bad Bunny, J Balvin e ao produtor Tainy na bilíngue “Un Día/One Day”, que já havia protagonizado rumores há algumas semanas e, finalmente, ganhou uma data de lançamento.

Primeira música da cantora desde o disco “Future Nostalgia”, que rendeu hits como “Break My Heart” e “Don’t Start Now”, “Un Día/One Day” será lançada nesta quinta-feira (24) e, como aqui a lição de casa é sempre entregue, já chegará com seu videoclipe, protagonizado pela atriz espanhola Ursula Corberó, a Tóquio de “La Casa de Papel”.

Cata só a prévia aí embaixo:



Dois dos principais nomes latinos na era digital, Bad Bunny e Balvin não pararam de trabalhar desde a volta da música latina às paradas, marcada pelo sucesso de hits como “Mi Gente” e “Despacito”, do Luis Fonsi. Após o álbum colaborativo “Oasis”, de 2019, Bunny chegou a lançar dois discos só neste ano: “YHLQMDLG” e “Las que no iban a salir”; já Balvin, apresentou o projeto “Colores”.

Tainy, por sua vez, deve ser lembrado pelo público brasileiro por conta do seu feat com Sean Paul, DJ Snake e Anitta em “Fuego”:

Vamos ajudar a colocar comida na mesa da lenda sueca Zara Larsson? A cantora lançou nessa sexta-feira (10) a ótima “Love Me Land” e tá pedindo muito o seu play.

A faixa, que deve ser o primeiro single do segundo disco da cantora, é uma das melhores canções pop do ano. Minimalista e com carinha de Tove Lo, “Love Me Land” começa com uma grandiosa introdução e continua soando estranha, sensual e poderosa durante toda a sua curta duração.



Pois é, talvez o único defeito da canção seja mesmo seu tempo de duração: 2 minutos de 40 segundos. Mas, segundo Zara, é intencional. Questionada por um fã o motivo da música ser tão curta, a artista respondeu: “isso vai fazer com que você dê stream duas vezes e aí eu vou poder comer”.

Então bora garantir a janta da Zarinha, galera! 

Atenção, senhoras e senhores, meninos e meninas, já temos a capa do novo álbum da Katy Perry. Liberada nessa terça-feira (08), a arte de “Smile”, quarto disco da californiana, aposta em uma vibe toda circense. 

Inspirada na ideia de “sad clown” - quando uma pessoa tem em si mesma a associação contraditória entre comédia e distúrbios psicológicos - a capa do álbum traz Katy vestida de palhacinha, porém triste. E isso tem tudo a ver com o que ela tem dito sobre o “Smile” por aí:

Esse álbum é sobre reencontrar o meu ‘sorriso’ e sair do momento mais triste da minha vida. Eu estava deprimida, medicada, não queria sair da cama... naquela época eu colocava um sorriso falso no rosto e interpretava esse papel

Confira a capa completa:


Segundo rumores, o próximo single do material, sucedendo “Daisies”, deve ser “Smile (I’m Grateful)”, faixa que chegou a vazar algumas semanas atrás e que deve sair nessa sexta-feira, junto com a pré-venda do disco.