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Tem música nova da Kylie Minogue, gente!

Depois do flerte com o country no disco “Golden”, a cantora australiana retorna às pistas ao som da inédita “New York City”, que abre os trabalhos da sua nova coletânea de hits, “Step Back in Time”, que comemora seus 30 anos (!) de perfeição no pop.

Dançante e cheia de sintetizadores, a música nova soa, inclusive, como algo perdido de sua discografia, o que cai muito bem para a proposta de volta no tempo e deve agradar não só aos fãs saudosistas, como também aos que amam enaltecer uma volta aos anos 80 e 90 com artistas como Carly Rae Jepsen.

Ouça:


“Step Back in Time”, a coletânea, estreia no dia 28 de junho em todas as plataformas.
Kylie Minogue dispensa apresentações. A australiana começou sua carreira quando tinha apenas 11 anos, como atriz, em pequenos papéis de novelas e só foi ingressar na indústria musical 9 anos depois, quando lançou seu álbum de estreia, “Kylie”, em 1988.

A partir daí, a cantora começou a colecionar vários sucessos ao redor do mundo como “Can’t Get You Out Of My Head”, “In My Arms”, “All The Lovers” e “Get Outta My Way”.



Hoje (06), com 49 anos, a cantora lançou seu décimo quarto álbum de estúdio, “Golden”, que tem uma pegada mais country, diferente de seus discos anteriores. A mudança de sonoridade já era esperada desde o lançamento de seus singles, “Dancing” e “Stop Me From Falling”, que mostravam que Kylie poderia seguir nessa direção.



Em entrevista pra Entertainment Weekly, a cantora comentou sobre o novo projeto:
Eu sinto como se estivesse em um lugar diferente! Foi realmente uma reviravolta. Eu não sei se é a minha idade, talvez seja. As pessoas dizem que as coisas começam a fazer sentido nessa época da vida. Claro que nem tudo faz sentido, mas eu me sinto diferente. No último álbum, eu estava um pouco perdida e me prendendo a muitas influências diferentes. Mas tudo bem! Eu tive que passar por isso, e eu sabia que não queria passar novamente com esse disco. Eu queria ter clareza, queria simplificar, e esses são uns dos motivos que me fez assinar com a BMG, graças a Jamie Nelson. Eu trabalhei com ele por 10 anos na Parlophone, então nós temos um bom histórico juntos e nós nos damos bem, nos entendemos, e eu sabia que podia confiar nele, e isso fez toda diferença.

O disco você já pode (e deve) ouvir inteirinho no Spotify que tá lindo!

Kylie Minogue é um dos nomes mais importantes da música pop e é claro que, mesmo já sendo consagrada, ela não para de fazer música. Esse ano, a dona da Austrália lançará seu novo disco, o country pop "Golden", e o primeiro single, "Dancing", liberado nesta sexta-feira (19), cumpre com a promessa de seu título. 

Muito menos country e muito mais pop do que esperávamos, "Dancing" chega entre violão e palminhas, para explodir em um refrão bem... dance. É como se Kylie saísse da calmaria de sua casa para se jogar na pista, enquanto grita "quando eu saio, eu quero sair pra dançar"

Apesar de bem divertida e gostosinha, a música não apresenta nada de novo ou inovador com relação a discografia da australiana, mas serve ao propósito dessa era, que parece ser bem mais intimista e deve focar na separação de Kylie. Ela revelou recentemente que trabalhar no novo álbum foi "um grande escape" e que, nesse processo, entendeu que "se tem um amor que vai estar lá sempre pra nós, é a música"



É claro que podemos dizer que Lady Gaga realmente trouxe o country de volta, além de ter misturado o gênero com o pop, criando uma tendência para esses últimos anos, mas, no caso de Kylie, é seguro dizer que ela sempre teve um pezinho no ritmo.


"Golden", o décimo quarto disco de Kylie Minogue, chega no dia 6 de abril.

Seleção de sete novidades musicais que não apareceram no blog ao longo da semana, mas que valem sua atenção. Para conferir as edições anteriores do It's New, clique aqui!


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Vocês lembram que no mês passado, Giorgio Moroder havia divulgado o segundo single de seu novo álbum, "74 Is The New 24"? Então, a música, que é uma parceria com a Kylie Minogue, teve seu vídeo lançado ontem, e ficou bem bacanudo!

O videoclipe é basicamente o que já havíamos visto em seu teaser: Minogue e Moroder em meio a diversos efeitos de caleidoscópio, espelho e muitos, mas muitos triângulos. Sem falar que a música é uma delícia, nos deixando cada vez mais ansiosos pelo comeback do ano. Deem um play e vejam por si mesmos o vídeo de "Right Here, Right Now"!
Em novembro o Rei do Disco Giorgio Moroder anunciou seu décimo oitavo álbum, "74 Is The New 24", já relevando algumas parcerias do material, e teremos somente Britney Spears, Sia, Charli XCX, Foxes e mais, tá bom pra você? Enquanto o lead single foi a faixa-título, o segundo single é "Right Here, Right Now", parceria com  a Rainha do Pop Australiano, Kylie Minogue. Já pode surtar?
Você não deve conhecer pelo nome, mas o Rei do Disco Giorgio Moroder é responsável por produzir os maiores nomes do pop nos últimos 40 anos, como Donna Summers, Blondie, David Bowie, Cher, Janet Jackson e vários outros. Depois de colaborar - e ganhar um Grammy - com o "Random Access Memories", último álbum do Daft Punk, Moroder está de volta depois de 30 anos com um álbum próprio, "74 Is The New 24".

Kylie Minogue lançou neste ano seu novo disco, "Kiss Me Once", e terminou que ficamos sem a prometida colaboração da cantora australiana com a nova aposta da compositora Sia, a rapper Brooke Candy, mas depois de nos conformarmos com o fato da música ter sido, aparentemente, cancelada, Brooke voltou para avisar que vai ter parceria sim! E se reclamar, rolam duas. (A última parte é mentira.)

Numa entrevista a revista francesa Brain, Candy contou como foi quando se encontrou pela primeira vez com Minogue, por intermédio da hitmaker de "Chandelier", e afirmou então que a música com as duas não só existe, como também será lançada, tendo chances de compôr seu disco de estreia, ainda sem previsão de lançamento, mas com a colaboração confirmada do produtor e atual Midas da indústria, Diplo.
“A Sia produziu o meu álbum e o da Kylie, antes mesmo de eu começar a ficar popular e por isso ela queria que trabalhássemos juntas. É engraçado, porque nessa época eu morava no meu carro, era terrível, e Kylie fechou um restaurante apenas para o nosso encontro. Eu apareci usando um macacão, tênis e tranças, e ela muito bem vestida, cheia de maquiagem. Eu pensei ‘merda’, mas ela foi um doce de pessoa.”
Sem revelar quando pretende nos mostrar a música nova, Brooke afirmou que ela não é tão rap quanto seus lançamentos solos e que se chama "Kylie Would". Já podemos esperar por um hino que estabeleça algum "it's Britney, bitch!" para a Minogue? Sim, podemos. A gente sabe que sim. 

Enquanto a música de verdade não sai, entramos pra fila de fãs que estão se satisfazendo com um mashup de "Sexercize", da Kylie Minogue, com "I Wanna Fuck Right Now", da Brooke. Pode ir enfiando, tá que nem coração de mãe, sempre cabe mais um. Ouça:


A eterna princesinha do pop, Paris Hilton, continua nos preparando para o lançamento do seu aguardado segundo álbum de inéditas e depois de colaborar com seu chefe e rapper, Lil Wayne, no primeiro single do novo material, que é a música que passamos a gostar de tão ruim, a sensacionalmente vergonhosa "Good Time", ela revelou o próximo passo do novo disco e agora parece que tá tendo comeback de verdade.


O novo single de Paris se chama "Come Alive" e, ao contrário de "Good Time", passa longe de ser um guilty pleasure absurdinho, com uma produção boa de verdade (!!!), além de um uso mais responsável do auto-tune, deixando de lado a sonoridade propositalmente robótica da primeira canção para assumir algo mais perto do que ouvimos com Kylie Minogue e Britney Spears. ALIÁS, "Come Alive" é um perfeito meio termo entre essas duas cantoras, o que é uma coisa e tanto se nos lembrarmos da socialite e protagonista de sextapes que está lançando a música nova. 

Pra ajudar na absorção da música sem julgamentos pré-formados, tente esquecer tudo o que já viu e ouviu da Paris Hilton até agora, incluindo a horrivelmente brilhante capa do single, e ouça "Come Alive" tendo em mente que este é o momento em que você, de fato, dá uma chance para a moça. Valendo:


EITA. O novo smash hit da princesinha do pop teve seu clipe gravado no fim de junho e contou com a direção de Hannah Lux Davis, mesmo nome responsável por "Good Time". Recentemente, ela também foi vista filmando outro vídeo, para a inédita "High Off My Love", será que temos outro álbum visual a caminho?

Depois de nos reunirmos e listarmos os 10 melhores singles do ano (até agora), a equipe do It Pop foi convocada no nosso Quartel General para elegermos os 10 melhores CDs do ano (until now). Mas antes de irmos à lista temos algumas considerações a fazer.

A) A lista não tem o "BEYONCÉ" porque essa é uma lista com álbuns de 2014 e o último álbum da Honey B foi lançado em dezembro do ano passado;
B) A lista não tem o "Ultraviolence" nem o "A.K.A." porque eles acabaram de sair (vazar, na verdade), e precisamos de um tempo para absorver um álbum e deixar o hype passar;
C) A lista, como qualquer outra, não conta realmente com os dez MELHORES álbuns do ano pelo simples motivos que 1) é você que tem que escolher os seus álbuns favoritos e 2) aqui é apenas a reunião dos álbuns mais citados pelos nossos blogueiros, numa seleção mais abrangente possível, então não se chateie com a ordem e/ou os selecionados, porque nem nós mesmos concordamos integralmente com a lista.

Entendido? Beleza então, agora podemos ir à lista completa com os 10 seletos álbuns que brilharam no ano com comentários seduzentes de Gustavo Hackaq, Guilherme Tintel, Faruk Segundo e Guilherme Calais. And the Grammy goes to...

10º  "Helios", The Fray


Se para muitos ainda é uma surpresa a banda The Fray existir, imagina saber que eles são donos de um dos melhores álbuns do ano. Bebendo da água de Ryan Tedder, que produziu o carro-chefe do seu novo disco, "Love Don't Die", a banda voltou com o "Helios" sem fazer muito barulha, mas disposta a mudar esse cenário, se adaptando às rádios atuais, sem perder características marcantes dos seus trabalhos anteriores. O resultado, como pode ver vendo o disco nesta lista, não é menos que surpreendente. E bem radiofônico.


9º "G I R L", Pharrell Williams


Depois de produzir para meio mundo nos últimos anos e inclusive ganhar seu segundo Grammy de "Produtor do Ano" em 2014, Pharrell Williams colocou em suas costas um peso muito grande ao anunciar o lançamento de seu segundo discos de inéditas. O cantor, que está por trás de grandes sucessos do cenário musical (como os smashes "Blurred Lines" do Robin Thicke e "Get Lucky" do Daft Punk), corria o risco de soar igual ao restante de suas obras. Mas a verdade é que o produtor estava apenas preparando o terreno das rádios para “G I R L”, um CD totalmente recheado de hinos feitos para homenagear, do seu jeito, todas as mulheres que fazem parte de sua vida.


8º "Ghost Stories", Coldplay


Poderia um pop rock ter elementos eletrônicos incluídos sem perder a essência? Não só poderia, como foi exatamente essa a proposta do "Ghost Stories", disco recém lançado do Coldplay. Fica evidente, pelas próprias produções, que Chris Martin e sua turma decidiram dar um toque contemporâneo ao som da banda, sem exageros. Prova disso é a fantástica "A Sky Full Of Stars", faixa escolhida como segundo single do trabalho e que foi produzida por Avicii (um DJ no disco do Coldplay, gente!11). Os caras ousaram e acabaram conseguindo executar a tarefa de inovar na medida certa, o que faz do álbum um orgasmo sonoro do início ao fim.


7º "Little Red", Katy B


Entre hinos e canções normais, a britânica Katy B trouxe para o segundo álbum da sua carreira, o melhor que já havia mostrado no seu debut, e novos elementos que trazem o nome da ruivinha como uma das grandes apostas pro ano. Uma Katy menos famosa do mundo da música escancarou pra todos que de pequeno, seu novo álbum "Little Red" só tem o nome. E é nesse pequeno grande álbum que temos "Crying For No Reason", uma obra-prima de arrependimento que derruba até mesmo aqueles que já rolaram no fundo com Adele.


 6º "A Perfect Contradiction", Paloma Faith


Paloma Faith há tempos já provou ser um dos grandes nomes na música inglesa com seu jazz/pop dos deuses. Depois de dois álbuns magníficos, "Do You Want The Truth or Something Beautiful?" e "Fall To Grace", a britânica, ao que tudo indicava, não conseguiria se renovar e até mesmo cairia na mesmice, mas ela conseguiu fazer um álbum perfeito e inspiradíssimo (olhem essa capa). "A Perfect Contradiction" mescla tudo que a cantora já fez com novos tons, que vão desde Pharrell - que produziu o lead single "Can't Rely On You" - até Amy Winehouse, com melodias, acordes e até mesmo vocais parecidos com Amy. Pra ser obra-prima mesmo, só faltou o álbum vir com uma garrada de uísque na versão Deluxe.


5º "Sheezus", Lily Allen


Lily Allen está muito longe de se tornar uma divindade, mas com a ajuda dos seus fãs, um trocadilho com o Kanye West e muito bom-humor, faz isso se tornar realidade em "Sheezus", o seu mais novo álbum. Recheado de hype, o retorno da cantora aconteceu com a canção "Hard Out Here", onde alfineta em seu clipe a própria indústria, além do dono do smash hit de outrora, Robin Thicke, e é assim que ela segue no novo material, também falando sobre as competições do mercado e, claro, o amor. Ah, o amor. É um disco completão, indo do trap ao dubstep, sem perder a vertente melódica que a consagrou.


4º "Kiss Me Once", Kylie Minogue


Nem tão inovador, mas de forma alguma, ruim. Kylie Minogue aposta na velha fórmula de dances pop e baladas românticas em seu "Kiss Me Once", um dos álbuns mais redondos da australiana na sua longa carreira. Aliás, talvez seja esse o motivo pro disco aparecer na maioria das listas individuais dos nossos editores, até porque, Kylie é Kylie, né?! Com alguns hinos subestimados, como "Into The Blue" e "I Was Gonna Cancel", além dos hinos amados pelos povos, como "Les Sex" e a lap-dance theme "Sexercize", o novo álbum de Kylie é puro pop açúcar despretensioso e delicioso.


 3º "Glorious", Foxes


Novas apostas para o cenário pop surgem a todo momento e com a velocidade da informação na internet, o que mais temos são essas cantoras sendo atropeladas umas pelas outras, enquanto mal temos tempo de realmente consumir tudo de forma saudável, mas vira e mexe uma delas consegue encontrar uma via livre, saindo na frente, e então ganha a nossa atenção por completo. Foxes é uma delas. Dona dos vocais de "Clarity", do Zedd, a cantora despontou como uma aposta desde o single "Youth", extraído do EP de mesmo nome, e daí em diante só precisava garantir que não tiraríamos os olhos dela. Não tiramos. Seu disco de estreia, "Glorious", só comprova o quão certeiros fomos, pegando bastante do que já escutávamos com Florence + The Machine e Lykke Li, trazendo aqui ou ali alguns acréscimos que, mais pra frente, farão a diferença no decorrer de sua carreira.


 2º "The New Classic", Iggy Azalea


A rapper australiana pode até não ter um clássico moderno em mãos, mas seu disco de estreia, "The New Classic", promete não nos deixar tão cedo. Composto por singles como "Change Your Life", com o T.I., "Work" e "Bounce", além do smash hit "Fancy", o material de estreia de Iggy Azalea a deixa em extrema notoriedade, provando para os que duvidaram que ela é sim um nome em potencial para manter esse "hip-pop" mainstream-nizado pela Nicki Minaj e ainda deve deixar muita gente para trás.


1º "No Mythologies To Follow", MØ


Veio da Dinamarca nossa principal revelação de 2014 - pelo menos até agora. MØ já entrou no mundo da música com força: seu debut EP, "Bikini Daze", com participação de Diplo, a catapultou para a mira dos holofotes mundiais e aumentou a expectativa pelo seu debut album, o magistral "No Mythologies To Follow". Cheio de pensamentos, memórias adolescentes conturbadas, sintetizadores e vocais cavernosos, o álbum é o frescor que não achávamos precisar, porém, depois de ouvido e re(re-re-re-re)ouvido, é um exemplar que já marcou 2014 e que veio no momento certo. Com hinos para dar e vender ("XXX 88", "Don't Wanna Dance", "Slow Love", "Waste of Time", "Red In The Grey" e tantos outros), MØ(zão) veio para ficar.

...

Destruidores mesmo, viu? Esperamos que você tenha amado/sido a seleção. Os comentários estão abertos para discussão sobre aqueles que faltaram (ficaram de fora vários álbuns lindos porque né Brasil, só 10 posições é bem limitado), mas vambora fazeno porque deus disse faça por onde que eu te ajudarei. Caso você não conheça ainda algum dos álbuns listados é só clicar no link constado em cada título para ir ao stream completinho do mesmo, ou seja, não tem desculpa. Beijos prismáticos!

Nos EUA, já é tradição que os momentos decisivos do reality show The Voice contem com performances conjuntas de todos seus treinadores e na versão da Austrália, onde o programa conta com a participação da rainha do pop australiano, Kylie Minogue, além de will.i.am, Ricky Martin e Joel Madden, não poderia ser diferente.

Nesta semana, o quarteto subiu então ao palco para a sua apresentação e escolheram nada menos que "Warrior", um dos smash hits de uma das DJs mais legais de lá, a Havana Brown, e SOS, O QUE FOI ESSA PERFORMANCE? Está certo que a canção em si já é algo grandioso e ouvi-la já nos recorda daquela sensação que foi ter Havana, the elusive hitmaker, apresentando a tal faixa no reality da concorrência, o X-Factor, mas mesmo assim, eles mandaram ver e a performance ficou impecável.

Confira:


É um pouco estranho pensar que Joel Madden, da banda Good Charlotte, e will.i.am foram os pontos altos da apresentação, mas a reação da plateia com o primeiro solo da Minogue também não tem preço. Aliás, o que também não tem preço é a performance de "Warrior" com a própria Brown, enquanto a música tem preço sim, tá custando US$ 4,99 com seus remixes no iTunes. Olha só:


Se você nunca fechou os olhos e imaginou sua performance no VMA ou pegou o controle remoto/escova de cabelos para ser seu microfone durante uma apresentação épica no seu quarto, bem, você talvez não esteja tão feliz consigo mesmo. Porque momentos assim são lindos e mágicos, e Kylie Minogue resolveu criá-los no vídeo de "Crystallize", seu novo single beneficente, que além de ser delicinha, ajuda a campanha "One Note Against Cancer".

A faixa foi composta pela própria cantora com a colaboração de Dev Hynes (Florence and the Machine, Diana Vickers e The Chemical Brothers) e Babydaddy (do Scissor Sisters) e o resultado é uma produção graciosa, que encaixa-se muito bem na zona de conforto de Kylie. Temos então um pop gostoso com a vibe deliciosa da disco music dos anos 80 e 90.

O clipe de"Crystallize" também marca pontos positivos e mostra um pouco daquilo que fazemos quando pensamos que ninguém está olhando. Afinal, quem nunca foi pego no flagra enquanto ensaiava um discurso para agradecer o Best New Artist no Grammy? Tá legal demais, confira:


Ficaram inspirados e já prepararam a performance de hoje?

Em 2011 ocorreu um dos mais emblemáticos casos de decepção envolvendo um videoclipe pop. Videoclipes são artimanhas de divulgação em massa de um single, a atual música de trabalho de um artista, todavia, mais que uma simples arma de venda, o videoclipe é uma obra artística, e por isso é sempre envolto de muita expectativa que nem sempre é suprida. Voltando ao caso de 2011, não deve ser muito difícil imaginar que estamos falando do clipe de "The Edge of Glory", terceiro single de Lady Gaga com o álbum "Born This Way".

A música, um dos grandes hits da novaiorquina, é talvez o clipe mais simples da sua carreira. Não acontece exatamente nada de mais durante toda a sua projeção, tendo um conceito quase nulo. Mas será que a falta de conceito não seria um conceito? E mais, para Gaga o clipe é mega conceitual por retratar seu amor pela cidade natal, como a música, seu hino da libertação, sendo o tema perfeito para aquele amor. Isso para a cantora. Para nós é só mais um clipe chato. 

Vindo para 2014 temos Kylie Minogue com o clipe de "I Was Gonna Cancel", segundo single do "Kiss Me Once", seu novo álbum. O clipe sofre do mesmo mal de "The Edge of Glory" (mas de forma acentuada): não acontece nada durante sua duração. Nada. N-a-d-a. Durando quase quatro minutos vemos Kylie no meio de vários pedestres que vêm e vão de forma monótona e quase robótica. E é isso. Assistindo ao clipe só conseguimos pensar "Sim, e daí?", só que para a cantora o clipe tem sim um conceito, como ela afirma na própria descrição do vídeo:
Este vídeo é um olhar abstrato para a vida de pedestres e como todos nós estamos apenas tentando passar e superar os desafios do cotidiano. Embora a canção fale sobre um acontecimento da vida real que aconteceu no dia em que gravei a música com Pharrell [a cantora realmente iria cancelar a canção], o vídeo tem uma abordagem mais conceitual e eu adoro a forma como ele parece surreal. Eu me encontrei quase orientando o trânsito e isso me fez pensar em como todos nós estamos apenas tentando negociar o nosso caminho através dia-a-dia.
Pois é, assim como Lady Gaga e sua tediosa declaração de amor no clipe de "The Edge of Glory", o clipe de "I Was Gonna Cancel" tem um conceito que funciona só na cabeça de Kylie. Isso é ruim? Sim e não. Sim porque o clipe realmente é MUITO chato (aguentar quase quatro minutos vendo pessoas caminhando não é nada divertido), o que terminou sendo um absurdo desperdício para a canção, que é maravilhosa, e desperdício de dinheiro também, de certa forma. E não porque um artista que se sacrifica em prol dos seus conceitos e das suas verdades, sem esperar retornos po$itivo$ da ma$$a, é, como diz Lily Allen em "Sheezus", um mártir.

Essa dualidade, o não funcionamento do clipe com o conceito íntimo da cantora, é algo que vai dividir opiniões. Cada um ao assistir vai achar bom ou ruim; aqueles que acharam ruim poderão absorver o tal conceito e ver se funciona ou não, pra depois decidir se o clipe é de fato bom ou ruim, porque basear sua opinião no superficial não é bom nem para você, nem para a obra, nem para o artista, nem para o mundo.



Porém nós devemos formar uma opinião, afinal isso é uma resenha. Okay, o conceito de Kylie, apesar de fraco, é válido sim, e até se encaixa com a música ("Apenas pule da cama, vá em frente, enfrente o dia. Abandone toda a dúvida, levante e siga em frente. O que há do outro lado? Você nunca saberá se não sair") mas não justifica o marasmo do clipe. Se fosse para manter a ideia como está, era só ter colocado uma cenografia beeeeem colorida (esses tons pastéis, apesar de retrô e vintage, soaram enjoativos e sem graça, o que pioram a impressão) e, por que não?, uma coreografia com os pedestres em movimento. O clipe ganharia ritmo e um atrativo, coisas que não tem. Por fim, não é um trabalho medonho como a nota pode sugerir, é apenas um grande "nada" que não influi nem contribui, ou seja, é inofensivo. Vamos re-assistir ao maravilhoso, épico, antológico e sexy clipe de "Sexercize" que tudo fica bem.

Dona de um dos álbuns mais delicinha do ano já lançados (review), a cantora Kylie Minogue lançou o clipe para o segundo single do "Kiss Me Once", a noventista "I Was Gonna Cancel". Composta e produzida pelo muso Pharrell Williams, a canção é bem alegre e contagiosa contando com um pós-refrão que não sai da cabeça.

A letra, segundo Kylie, surgiu depois de ter quase cancelado uma reunião com o Pharrell por ter tido um péssimo dia, mas que forçou a si mesma a cumprir o compromisso e ao chegar, desabafou tudo com o compositor, que se inspirou para fazer a música. 

No clipe, vemos a australiana fazendo a "Senhora do Destino" no meio de uma multidão de pedestres que ficam passando por ela desordenadamente. A diva revelou também que o conceito do vídeo "é um olhar abstrato da vida dos pedestres e como nós estamos tentando apenas superar os desafios do cotidiano". Confira logo abaixo:


Ainda que muitos fãs de cultura pop costumem dividir a década de 2000 como Antes e Depois de Britney Spears em 2007, tanto pelo lançamento do Novo Testamento, "Blackout", quanto por sua icônica, de forma negativa, passagem pelo VMA em 2007, devemos reconhecer que essa década foi marcante para o gênero nos mais diversos tópicos, revolucionando desde os videoclipes à forma como esse tipo de música seria consumido dali em diante e por isso somos gratos à todos os artistas que, durante esse período, lançaram novos materiais, mesmo que eles não fossem tão bons.

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Traçando uma linha do tempo, podemos começar a falar sobre a década de 2000 citando o oitavo álbum de estúdio da rainha do pop australiana, Kylie Minogue, "Fever". Repleto de influência do pop europeu e com quês do dance dos anos 70, o disco arrancou mais e mais elogios dos críticos no tempo em que foi lançado, e conseguiu até mesmo uma boa colocação nas paradas dos EUA, rendendo a Minogue sucessos como "Can't Get You Out Of My Head".



No mesmo ano, quem também lançou disco novo foi a P!nk, que retornou impressionando o público e críticos com seu "M!ssundaztood". Apresentando mudanças se comparado ao seu disco de estreia, o segundo álbum da cantora foi o responsável por algumas características que ela carrega em seu trabalho até hoje, trazendo uma sonoridade mais pop-rock, sem abandonar o R&B que ditou seu disco de estreia mais urbano, "Can't Take Me Home". Com ele, a cantora garantiu hits como "Get The Party Started" e "Don't Let Me Get Me", além da ~polêmica~ "Just Like A Pill".



Avançando no tempo, esbarramos então com uma Christina Aguilera bem diferente da que conhecemos hoje. Com a barriga de fora (e alguns piercings, no plural, pela área do umbigo) e um jeans rasgado, foi em 2002 que Xtina lançou um dos álbuns mais expressivos de toda sua carreira, sendo ele o divisor "Stripped". Naquele desafio de amadurecer para a mídia, Aguilera passou durante esse período pela mesma fase que hoje acompanhamos com nomes como Miley Cyrus, Selena Gomez e Ariana Grande, mas pareceu tirar isso de letra, ainda que contasse com um obstáculoney no caminho, extraindo do disco sucessos como "Beautiful", "Fighter", "Dirrty" e o hino feminista "Can't Hold Us Down".



Em 2003, foi a vez da Beyoncé brilhar e ela fez isso com maestria ao som do seu álbum de estreia em carreira solo, "Dangerously In Love". Ainda que a pressão fosse grande, sendo esse seu primeiro CD desde o hiato das Destiny's Child, foi com esse registro que Beyoncé ditou boa parte do que a ouvimos fazer até os dias de hoje, num disco cheio de influências do soul e R&B, só que retrabalhados para soarem radiofônicos ao estilo Bey. "Crazy In Love", "Baby Boy" e "Naughty Girl" foram alguns dos singles extraídos deste disco.



Com o mesmo corpo em que recentemente apareceu na capa do seu novo álbum, "Me. I Am Mariah... The Elusive Chateuse", um dos maiores destaques na indústria musical estadunidense em 2005 também foi do R&B, sendo esse o décimo álbum da cantora Mariah Carey, "The Emancipation of Mimi". Dona dos melhores títulos para álbuns de todos os tempos, foi com esse disco que Carey teve seu grande retorno, depois do fiasco de seus discos anteriores, "Glitter" e "Charmbracelet", e aproveitou bem o momento, extraindo do disco nada menos que S-E-T-E singles, incluindo os sucessos "We Belong Together" e "Don't Forget About Us". No mesmo ano, quem também esteve nos holofotes foi a Rainha do Pop, Madonna, e também com um álbum que fez a diferença, não só no mercado dos EUA como em todo o mundo.



Ganhador do Grammy de Melhor Álbum Dance/Eletrônico, "Confessions On A Dance Floor" foi o décimo álbum de Madonna e, apos alguns problemas para definir qual rumo nele seria seguido, terminou com uma sonoridade que pega bastante coisas emprestadas do ABBA, Depeche Mode, Pet Shop Boys e Donna Summer, com um dance ora setentista, ora oitentista, e trazendo no fim uma única certeza: não importa em qual década estamos, nós vamos dançar. "Hung Up", "Sorry", "Get Together" e "Jump" foram os dos singles extraídos do Primeiro Testamento.



Dois anos depois, eis que o Testamento é reescrito e por Britney Spears. Em um momento conturbado de sua carreira, marcado pelo assédio da midia, problemas na vida pessoal e até alguns distúrbios, a Princesa do Pop resolveu transformar seus transtornos em música e tirou disso uma das suas melhores produções. No excesso de obscuridade, introduziu na história uma sequência de LEDs, provavelmente da festa mais próxima, e com isso rendeu músicas como "Gimme More", "Piece Of Me" e "Break The Ice" (sdds continuação). De acordo com o Wikipédia, um dos produtores do álbum é Jesus.



Enquanto Britney Spears refazia o pop, o R&B também tinha suas definições atualizadas, mas por uma outra cantora. Procurando seu lugar ao sol há alguns anos, foi em 2007 que Rihanna nos presenteou com seu terceiro disco, "Good Girl Gone Bad", iniciando dentro da ceita do Jay Z e abrindo seus rituais com o smash hit "Umbrella". Não sabemos se vocês lembram disso, mas neste tempo, A INTERNET FOI DE RIHANNA e todos, desde bandas de rock gospel à sua avó que tem Whatsapp, estavam no Youtube fazendo covers do seu sucesso. Aliás, não tem palavra melhor pra definir esse disco e era da cantora barbadiana: sucesso. "Good Girl Gone Bad" também contou com singles como "Shut Up and Drive", "Hate That I Love You" e "Don't Stop The Music", além da parceria com o Justin Timberlake em "Rehab".



Faltando 3 anos para o fim da década, já temos certa dificuldade para respirar e assimilar tantas mudanças. Teve a cantora australiana roubando a cena nos EUA, a outra americana nos avisando que cresceu, a Rainha do Pop escrevendo o Primeiro Testamento e depois passando essa responsabilidade para a Princesa do seu reino e, se não fosse o suficiente, ainda nos mostramos prontos para aceitar Beyoncé e Rihanna, mas não acabou, pois na reta final, também fomos apresentados a duas novas cantoras, sendo elas a californiana Katy Perry e a nova-iorquina Lady Gaga.



Foi em 2008 que as rádios foram impactadas com "I Kissed A Girl" e "Just Dance", uma fazendo um pop-rock pra lá de ousado, enquanto cantava sobre seu primeiro beijo com uma garota, e a outra com uma proposta mais eletrônica, cheia de sintetizadores, nos induzindo a apenas dançar. Com seu disco de estreia, "One Of The Boys", Katy Perry oficializou o fato de ser um nome para ficar de olho e dele ainda extraiu sucessos como "Hot N' Cold" e "Waking Up In Vegas", enquanto Lady Gaga e seu "The Fame" também preparou o mundo para uma nova era dos videoclipes, com investimentos em produções absurdinhas e que causam efeitos na indústria até hoje, como "Paparazzi". O disco também contou com os singles "Poker Face" e "Love Game". Daí em diante, a história todos vocês conhecem.



De certo, olhando assim, dá até aquela vontade de voltar no tempo só pra sentir cada um desses lançamentos acontecendo novamente, não é mesmo? Até porque no começo disso, láaa com a Kylie Minogue e seu "Fever", o público ainda lidava com uma forma totalmente diferente de consumir essa cultura, sem toda essa exploração do nome dos artistas, além de conteúdos não tão facilmente acessíveis como atualmente, em que um single chega até o público antes mesmo de ser oficialmente lançado, mas é assim que o ciclo segue e sabemos que cada um desses lançamentos contribuiu, nem que de uma forma bem pequena, para a cultura pop que amamos hoje. E só pra não cometer injustiças, também devemos lembrar que essa década incluiu outras coisas como a estreia da banda La Roux com seu disco autointitulado, lançado em 2009, além dos discos "We Are Born" e "Body Talk", respectivamente da australiana Sia e sueca Robyn, sendo esse último responsável por boa parte do que influenciou o electropop nos anos seguintes.



MAS CALMA QUE NÃO ACABOU. Se você não é tão íntimo dos discos aqui citados, recomendamos que dê uma conferida em todos, até porque é provável que encontre um pouco das divas que ama hoje por lá, mas se seu caso for outro, fica tranquilo, pois depois de lembrá-lo de quanto tempo passou desde então, vamos animá-lo alertando que todos os 10 discos citados entre a linha traçada de 2001 à 2008 poderão ser seus e de uma forma muito simples.



Em colaboração com os blogs amigos Contém Pop e QDNG, nós estamos sorteando os dez discos + dois DVDs e para participar é só curtir as páginas dos blogs envolvidos (botões acima), além de clicar em "Quero Participar" neste aplicativo do Facebook.

O sorteio será realizado no dia 16 de junho e apenas um vencedor levará os D-E-Z discos para casa. É tanta cultura pop que é capaz de no dia seguinte acordar e esbarrar com sua mãe vestida de Marilyn Monroe, o pai fazendo o "moonwalk" e a irmã mais nova arriscando um twerk à la Miley Cyrus. Hahahah.

É um tanto assustador quando percebemos que Kylie Minogue, a rainha do pop australiano, acaba de lançar seu décimo segundo álbum. DÉCIMO SEGUNDO - seu primeiro álbum, "Kylie", foi lançado em 1988. A partir daí são quase 30 anos de uma carreira dedicada ao pop, nos presenteando alguns verdadeiros hinos imortais, de "I Should Be So Lucky", "Slow", passando por "In My Arms", "Can't Get You Out of My Head", "Come Into My World" (que rendeu à diva um Grammy de "Melhor Gravação Dance"), até os mais recente, "All The Lovers", "Get Outta My Way" e "Timebomb".

Dona de dez singles #1 na Austrália, a cantora é queridinha na Europa e conseguiu despontar no cruel mercado americano. Agora nas mãos de ninguém menos que Jay-Z com sua Roc Nation, Kylie, depois de looongos quatro anos (seu último álbum, o amadinho "Aphrodite", foi lançado em 2010), tenta seu lugar ao sol no meio de tantos novatos dominando a música. Como ela é soberana a maravilhosa, assim como nós do It Pop, decidimos fazer uma review diferente dessa vez.

À três mãos, a resenha do "Kiss Me Once" foi feita pela Santíssima Trindade da blogosfera brasileira: Guilherme Tintel, Guilherme Calais e Gustavo Hackaq. Cada um deu sua opinião sobre as 11 faixas do álbum e no fim fez seu resumo do todo. A nota do álbum também foi a média de todos os quesitos dos três editores, então tá lindo, tá revolucionário, tá artístico sem ser pretensioso, tá cremoso, tá It Pop. Venham!


1. Into The Blue

GZ9nt4y.png (200×213)TINTEL: Carro-chefe do disco e muito bem escolhido, diga-se de passagem. Uma das coisas mais legais da canção é o fato dela cumprir com essa coisa de ser "bem Kylie", como a própria cantora citou, além de soar como algo atual. É um ótimo ponto de encontro cronológico.

KX0TPll.png (170×213)CALAIS: Seguindo a linha Kylie Minogue de ser, o lead single do álbum é uma baladinha romântica das mais gostosas já lançadas pela australiana. “Into the Blue” mescla um bom refrão com uma letra profunda. A orquestra no fim é a cereja do bolo!

oaQmjlK.png (191×213)HACKAQ: Foi uma música que me ganhou com o tempo. A ponte é ótima e animada, dá uma quebra nos versos e nos joga bem para o refrão (sem essa ponte o refrão não funcionaria), e vai carregando a melodia até desbocar nos falsetes do refrão que, mesmo simplíssimo, consegue prender pela transição de tons do "bluuueeee".



2. Million Miles

GZ9nt4y.png (200×213)"I feel so invisible, why can't you see me?". Todo o disco faz um ótimo uso dos sintetizadores e uma boa prova disso é "Million Miles". Gosto dos acordes que ganham vez sempre que as batidas dão uma acalmada e os vocais dela estão divinos.

KX0TPll.png (170×213)O começo de “Million Miles” pode te remeter a todos os cantores possíveis, menos à Kylie. Talvez esse elemento tenha proporcionado a faixa uma maior explosão quando os vocais começam. Dá vontade de largar o que tá fazendo e dançar sem ter porquê parar.

oaQmjlK.png (191×213)Animadíssima, divertidíssima, é uma música pop de primeira e com tudo que o gênero pede: sintetizadores, batidas, letra açucarada e um refrão chiclete que gruda com facilidade, apesar da melodia dos versos serem esquecíveis.












3. I Was Gonna Cancel

GZ9nt4y.png (200×213)Não soa como um smash, mas essa pegada dance lembra um pouco do que o Pharrell Williams trouxe pras rádios com o Robin Thicke e Daft Punk em 2013. Os vocais de Minogue, porém, fazem o diferencial da canção, que também é ótima.

KX0TPll.png (170×213)Na minha humilde opinião, uma das “menos melhores” do álbum. Não que seja ruim, mas se tivesse num álbum de 2002, faria muito mais sucesso. Sabe aquele papo de “estar à frente da sua época”? Pois então, “I Was Gonna Cancel” é isso, só que ao contrário.





oaQmjlK.png (191×213)É Kylie, mas parece Madonna no “Hard Candy”, e isso é muito bom, certo? A faixa já começa dizendo a que veio sem esperar que o refrão te prenda: a repetição do título e a mudança de tons dos versos são incríveis e as batidas futuristas do pós-refrão uma pérola.




4. Sexy Love

GZ9nt4y.png (200×213)Só eu levei aquela "Starships" aqui em casa com a introdução? Até pensei que viria o primeiro farofão do álbum. Mas não. Mais uma vez, que bom uso dos sintetizadores, hein dona Minogue? E pra fechar, ainda conta com uma ótima ponte que, consequentemente, nos leva até um perfeito refrão.

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Fórmula da delícia traduzida em música. “Sexy Love” tem um toque oitentista que coube perfeitamente com os tons modernos que Kylie trouxe pra faixa. Tudo feito com muito amor, gente.




oaQmjlK.png (191×213)“Sexy Love” é tudo que Kylie aprendeu fazendo pop durante os anos, tá tudo no lugar: melodia, letra, versos, pontes, refrão, vocais e ainda começa com pinta de “Die Young” (o violão!), o que é absurdinho e divertido. “Você me parece tão sexy na minha cabeça”, ui.




5. Sexercize

GZ9nt4y.png (200×213)De início, "Sexercize" soa meio qualquer coisa e poderia facilmente ser uma descartada da Rihanna, por exemplo, mas funcionou com a Kylie, nos induzindo de forma agressivamente sedutora a realizar esses sexercícios. (Aos interessados, também é possível ouvir a Sia na canção!)


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Manda um recado pras inimigas que a mulher resolveu lacrar tudo em “Sexercize”. Terrivelmente fatal, sex appeal puro, muito cheiro de prazer no ar. Definitivamente uma das melhores do álbum, não é a toa que foi escolhida como buzz single do trabalho. Incrivelmente sedutora.


oaQmjlK.png (191×213)Avassaladoramente sexy, envolvente e, chego a dizer, excitante, o buzz single do álbum é um deleite sensual para os ouvidos (e outras partes do corpo). O trocadilho do título (“exercício sexual”) é bem explorado no refrão manhoso e safado. Música pronta para lap dance, dica.



6. Feel So Good

GZ9nt4y.png (200×213)A introdução é a minha favorita do disco. Ela começa quase pura, com os vocais e os synths beem ao fundo, então temos um instrumental que cresce gradualmente, até nos dominar de vez. Eis que depois tudo se repete outra vez e conseguimos sentir tudo, menos vontade de pará-la. Com o perdão do trocadilho, soa tão bem! 


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Chegando à “Feels So Good”, sexta faixa do “Kiss Me Once”, podemos logo resgatar uma Kylie do começo dos anos 2000. Apesar de ser bonitinha, ter uma letra bacana, serve mais como composição de material do que propriamente um hit em potencial.



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Outra vez remetendo à Rainha do Pop, Kylie vem contida em “Feel So Good”, com uma intro suave e sininhos tocando timidamente no refrão apaixonado. Só perde a força por não trazer nada de tão espetacular e por vir depois de “Sexercize”.




7. If Only

GZ9nt4y.png (200×213)TAQUEPARIU. Mantendo a linha eletrônica do álbum, "If Only" traz sintetizadores do seu início ao fim, mas aqui acompanhados por uma orquestra, o que torna a experiência de ouvi-la época. A forma com que ela entoa "too hard for my love to be left lonely" também implora pra que essa entre para o hall de clássicos de Minogue no pop.


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“If Only” começa como se você tivesse mudado de canal. Com um instrumental delicioso e os vocais sempre sensuais e impecáveis de Kylie, a faixa é daquelas que são perfeitas pra encerrar uma era. Fica a diquíssima aqui!

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Recheadinha de vários sintetizadores e ecos eletrônicos, a faixa pode não parecer grande coisa, mas já imagino um live destruidor na nova turnê da cantora, que deve fazer cair de amores quem não se convenceu apenas com a versão de estúdio.





8. Les Sex
GZ9nt4y.png (200×213)HINO.
KX0TPll.png (170×213)PISA.
oaQmjlK.png (191×213)SAMBA.

9. Kiss Me Once

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Não foi à toa que elegeram "Kiss Me Once" como faixa-título do álbum. Ao lado de "If Only", essa é uma das canções mais Kyliesca do álbum e, caso se perguntem, isso é muito bom. Os sintetizadores, a percussão, os sinos, tudo casa tão perfeitamente bem que chega a ser cruel pedir pra que a beijemos apenas uma vez.

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A faixa que auto-intitula o álbum segue a linha de “Into the Blue”. De um jeito perdidamente romântico, a música tem seu ápice no refrão “chicletinho” e “meloso”. Se a fórmula já deu certo no lead-single, não teria porquê falhar na segunda vez, certo?! Mais um ponto pra Minogue.







oaQmjlK.png (191×213)Estranho quando temos uma “Into The Blue 2.0” dentro do próprio álbum que a “original” aparece, mas isso nem é algo ruim. “Kiss Me Once” é doce, meiga, fofa, mostrando um cardápio completo para todos os gostos (ainda que eu prefira o lado bitch da cantora, vem de novo “Les Sex”).



10. Beautiful (feat. Enrique Iglesias)

GZ9nt4y.png (200×213)Na primeira ouvida, os efeitos nos vocais conjuntos me incomodaram um pouco, foi como ouvir um dueto do Wall-E com a Eva e não creio que tenha sido essa a intenção, mas bastou mais alguns plays pra me render a ideia. É bem piegas, mas terminou funcionando bem e, se não fosse esse fator mais eletrônico, talvez destoasse muito do restante do disco.


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Só eu achei um saquinho completo essa música com o Enrique Iglesias? Ok, tinha tudo pra ser um dueto perfeito, mas resolveram jogar os dois numa faixa totalmente cansativa. Se Lana que dá sono, imagina isso... Porrãm! Chatíssima.

oaQmjlK.png (191×213) ZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZ

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11. Fine

GZ9nt4y.png (200×213)Não dá pra dizer que o fechou o disco de forma gloriosa, mas ao menos rendeu outro smash em potencial. A fórmula lembra um pouco de "Into The Blue", com mais desse choque cronológico onde o que é funcional hoje vai de encontro com algo bem fiel aos singles anteriores dela. Uma ótima canção.


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Com um pé no eletrônico e outro no pop, Kylie transformou a faixa que encerra a versão standard do “Kiss Me Once” numa das melhores coisas ouvidas nos últimos trabalhos da australiana. A faixa é tão gostosa que quando acaba você demora a cair na real que “mas já?”. Pois é, já.

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Bem noventista, “Fine” tem cara de hit dance pela animação do instrumental e euforia dos vocais cheios de (mais ainda) falsetes da Kylie. O refrão é delicinha demais e gruda de forma absurda, fazendo com que você coloque o álbum inteiro de novo no repeat.

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RESUMINDO

GZ9nt4y.png (200×213)Por fim, "Kiss Me Once" não é nenhum CD cheio de hinos que vão marcar a carreira de Kylie, mas segue cumprindo o seu legado, trazendo diversos bons refrões que, ainda que soem fiéis aos seus materiais antigos, tem o apelo necessário para atrair um novo público, o que é justamente o objetivo dessas cantoras veteranas quando apresentam algo para as rádios atuais. Além do mais, nada que tenha "If Only" e "Les Sex" na tracklist pode ser menos que bom.

KX0TPll.png (170×213)Depois do faixa-a-faixa, fica comprovado que Kylie Minogue sabe mais do que ninguém fazer um álbum de pop delicioso com um toque totalmente pessoal que torna o material único. Ainda que possamos tirar do "Kiss Me Once" alguns frutos podres, como "I Was Gonna Cancel" e "Beautiful", como um todo, o trabalho é redondo e confirma pro mundo que 30 anos de carreira fazendo sucesso não é pra qualquer uma.


oaQmjlK.png (191×213)Com o "Kiss Me Once", Kylie faz o que Madonna fez com o "MDNA" e a Cher com o "Closer To The Truth": mostrar que ainda ama o que faz. Não é um álbum incrível, não é memorável e nem faz cócegas ao olharmos para trás e vemos o que já foi feito, mas é um exercício criativo interessante que, mesmo falhando em criar um todo coeso, trás músicas MUITO boas que comprovam a soberania de tantos anos de carreira. Não deve colher muitos frutos na nova geração, porém para os já fãs é uma sobremesa doce e bem vinda, afinal, foram eles que fizeram ela ser quem ela é hoje.