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Atenção: a crítica contém detalhes da trama.

Olá, querido leitor, depois de um rápido recesso, estou de volta. Como já deve saber, a temporada do Oscar é o momento mais importante do meu ano e me dedico profundamente aos filmes indicados - você pode ler meu Especial 2020 aqui -, e nada mais justo que umas semaninhas de descaço quando a corrida dourada é encerrada. Aproveitei, também, para me atualizar com alguns nomes que deixei passar por terem estreado justamente na briga pela estatueta, como "As Panteras" (Charlie's Angels), reboot da franquia iniciada em 2000.

Se você, assim como eu, viveu a juventude na década de 2000, deve ter um lugar especial para o trio Cameron Diaz, Drew Barrymore e Lucy Liu, que detonaram nos dois primeiros filmes. Não sabia muito o que esperar com o revival, dirigido e roteirizado por Elizabeth Banks - a lendária Effie Trinket da franquia "Jogos Vorazes" (2012-15), que estreou na cadeira de direção com "A Escolha Perfeita" (2015) -, porém, seria interessante ver o molde nas mãos de uma mulher - os dois originais são dirigidos por McG.

E esse é um movimento que começa a ganhar força em Hollywood: mulheres dirigindo filmes com protagonistas femininas. De "Mulher-Maravilha" (2017), dirigido por Patty Jenkins, ao recém estreado "Arlequina em Aves de Rapina" (2020), dirigido por Cathy Yan, blockbusters femininos estão invadindo as salas - para o desespero dos machos de plantão, ávidos pelo fracasso de todos os citados e criando a pior "máxima" do momento: "quem lacra não lucra". É interessante ver a conscientização de que filmes de ação não precisam ser feitos apenas por homens, e que mulheres são, também, capazes de cair na porrada - e sempre bom lembrar que, se deixa machista pistola, então deve ser feito.

As novas Panteras são Sabina (Kristen Stewart) e Jane (Ella Balinska). Ao contrário dos originais, o grupo não abre o filme já formado - nem mesmo Sabina e Jane são uma dupla, apenas coincidem de trabalhar no mesmo caso. A terceira (que oficialmente só se tornará Pantera no final) é Elena (Naomi Scott), uma programadora que cria o Calisto, um dispositivo que pode, devido a um erro, ser usado como arma. Ela tenta impedir que o aparelho seja comercializado com a falha, e vira alvo principal de uma corrida para ter o controle do Calisto.

A primeiríssima cena se passa no Rio de Janeiro, com Anitta na trilha-sonora. Claro que é legal ver seu país na tela, mas tudo vai por água abaixo quando fica evidente que ninguém ali nunca viu um brasileiro na vida. Há um diálogo em português que, juro, só soube que não era em húngaro quando a personagem de Stewart faz referência à língua - tive que voltar a cena algumas vezes pra conseguir entender o que eles estavam falando. Péssimo. Até mesmo em "Amanhecer: Parte 1" (2011), que também possui cena no Brasil, houve um trabalho bem feito.


Elena, posso apontar, é a protagonista do rolê. Todas as três possuem bastante espaço na tela, contudo, o maior desenvolvimento recai sobre ela. O roteiro sabe que detém o poder de incluir vertentes feministas, e, sim, elas estão aqui - literalmente já na primeira fala -, mas são assustadoramente rasteiras. Elena é constantemente silenciada por homens que querem impedi-la de consertar o Calisto, e a diminuem hierarquicamente a todo o momento - é uma exposição de opressões simplórias e pouco imaginativas. Até mesmo no mundo corporativo, que a mulher corre for fora, tudo é posto na tela de forma elementar demais - em uma cena, o chefe de Elena diz que fará o Calisto em cores pastel para as mulheres. Okay.

A personagem é composta sob o estereótipo da nerd desengonçada que entra num turbilhão de aventuras e descobre sua força interior. Tudo bem, o ponto de partida é bem óbvio, mas poderia render uma boa mensagem, principalmente para meninas mais novas, limitadas a carreiras "de mulher". Ser espiã, planejar invasões, correr atrás de vilões tatuados e descer o cacete quando necessário não são elementos suficientes dentro do filme. Para uma mulher ser bem sucedida, ela deve ser linda. Belíssima. E magra. E rica.

Uma sequência, quando Elena chega no quartel-general (ou seja lá o nome do prédio), ela entra em um closet enorme cheio de roupas de gripe, assessórios espalhafatosos e saltos do momento. Uma delas fala "Ah, vocês já entraram no primeiro closet?", e a protagonista, encantada, responde: "E tem outro?". As garotas chegam a discutir se podem ficar com as roupas, porque, ser mulher - aliás, ter uma vida feminina divertida - é viver nessa fantasia de riquezas absolutas e roupas intermináveis.

Não dá para negar que é realmente cool ver mulheres estilosas arrasando na tela - Kristen Stewart e sua bisexual energy, maravilhosa -, todavia, é um pouco contestável que tipo de mensagem o longa quer deixar - até porque, olha só, uma delas vai fazer um dos mais insossos pares românticos do cinema moderno. O molde de "As Panteras" é exatamente esse - dá para ser linda e combater o crime ao mesmo tempo -, e é uma boa dose de diversidade o trio, mas faltam alguns pontos que, para mim, são a chave do sucesso dos primeiros filmes.

O primeiro deles é o cuidado que o texto tem em construir suas sequências. "As Panteras" é um "Três Espiãs Demais" (2001-14), ou seja, lógica não é algo que se faz presente. Há cenas que desafiam a física ou coincidências escancaradas, porém, tudo funciona porque, mesmo com absurdismos, não deixa as regras do universo serem quebradas. Por exemplo: no filme de 2000, as Panteras devem se infiltrar em um prédio extremamente bem guardado; elas copiam as digitais, reproduzem as córneas e copiam as chaves de acesso do pessoal autorizado. Lá dentro, ainda devem passar invisíveis e burlar um sistema para completar a missão. Para tudo isso, elas se disfarçam de homens para não chamar a atenção. Agora em 2020, as protagonistas simplesmente roubam os passes de entrada do prédio de algumas pessoas aleatórias e pronto, tá resolvido, entrando com uma peruca. É de uma preguiça gritante.


O segundo é como a história é tão sem graça; é o básico do básico de todo filme de espião que existe neste universo. O roteiro ainda tenta ser surpreendente, jogando reviravoltas sem o menor impacto e que, na real, nem adentram caminhos coerentes. Um deles é que a chefe das Panteras - interpretada pela própria diretora - some no meio de uma missão, o que as levam a crer que chefe é a real vilã. Ela não é, e quase é morta pela dúvida das Panteras, entretanto, tudo é baseado no fato de que ela some sem dar notícias. Sua justificativa é que ela teve que correr atrás do vilão, mas porque ela não simplesmente avisa? Bastava uma mensagem e toda a confusão seria evitada.

O terceiro, e, a meu ver, o mais importante, é que não existe química entre as novas Panteras. O maior sucesso dos originais é como Diaz, Barrymore e Liu são individualmente perfeitas e ainda melhores juntas. Elas são bem diferentes entre si, mas criam um grupo coeso e violentamente carismático. Stewart, Scott e Balinska até tentam, mas ficam na tentativa. As sacadas são bem escassas e a comédia quase inexistente, deixando espaço para muito clichê e piadas perdidas - meio chato a espiã magérrima repetindo o quanto ama comer. O único diálogo relevante foi o de "Birdman" (2015), e um diálogo em quase duras horas? Preocupante.

Banks, que possui um grande currículo como atriz, claramente não possui a mesma competência na condução de um filme. Sua direção é bem limitada e vários momentos demonstra a falta de domínio da linguagem cinematográfica. Uma delas, bem no final, é quando sua personagem é emboscada por vários homens. Ao cair no chão, há uma clara falta de posicionamento de cena - parece que o roteiro não sabe o que fazer -, e isso poderia ser mascarado com uma montagem e fotografia que foquem no rosto da personagem, porém, ao invés disso, o enquadramento abre a cena e captura o momento de cima, impulsionando ainda mais a falta de condução. É artificial e teatral.

A campanha de "As Panteras" dizia que um novo mundo precisa de novas Panteras. Realmente, o mundo mudou demais entre os 20 anos que separam o primeiro filme e o reboot, mas do que adianta termos novas Panteras se elas estão sob um molde tão formulaico e ultrapassado? O que funcionava em 2000 provavelmente soará cansado nos dias de hoje, e "As Panteras" sofre ainda mais em não construir três protagonistas à altura de Natalie, Dylan e Alex. Sem personalidade, originalidade, iconicidade e impacto cultural - tudo o que já existiu com o selo da franquia - de nada adianta entregar uma Charlie mulher para se autointitular empoderador quando nem o entretenimento é de qualidade. Na música tema, Ariana Grande (que encabeça a triste trilha-sonora) canta: "don't call me Angel", e seu pedido é uma ordem.

P.S.: Terem escalado Noah Centineo como par romântico de uma das protagonistas consegue resumir impecavelmente o nível de "As Panteras".

As Panteras chegarão detonando em novembro com o seu mais novo remake dirigido por ninguém menos que Elizabeth Banks, a Effie da quadrilogia "Jogos Vorazes". Com Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska no elenco, a produção ganhou suas primeiras imagens nesta quinta-feira e elas trazem ninguém menos que Noah Centineo, surpreendendo todo mundo que achava que o cara só estrelava filmes da Netflix.

As fotos divulgadas pelas Entertainment Weekly já mostram tudo o que o remake precisa ter: disfarces, girl power e um cara, o Noah, para ser o equivalente a uma Bond Girl. Só essas imagens já nos fazem querer ir correndo para os cinemas. Elizabeth Banks, conte conosco para TUDO!








A nova versão de "As Panteras" está prevista para 15 de novembro de 2019. David Auburn ("A Casa do Lago") cuida do roteiro do filme, enquanto Elizabeth Bank dirige, produz ao lado do marido Max Handelman e também atua: ela será um personagem equivalente ao Bosley nos anteriores. Naomi Scott interpreta Elena Houghlin, uma cientista do MIT;  Kristen Stewart será Sabina Wilson; e Ella Balinska interpreta Jane Kano, uma ex-agente do MI6.

“As Panteras” foi uma série de TV da década de 70 que durante os anos 2000 ganhou dois filmes protagonizados por Cameron Diaz, Drew Barrymore e Lucy Liu, popularizando ainda mais a franquia e entrando para a lista de pipocões que todo mundo precisa ver.
Era 21 de novembro de 2008 quando chegou aos cinemas o primeiro exemplar de uma das maiores franquias da história: "Crepúsculo". Sucesso absoluto de bilheteria, os cinco filmes arrecadaram mais de $3,3 bilhões de dólares, levando milhões de fãs à loucura, o que, em contrapartida, marcou o nome da saga como uma das mais odiadas que se tem notícia.

Foi assim desde o nascimento: ou você amava ou odiava "Crepúsculo". Eu nunca me enquadrei em algum desses extremos. Conseguia assistir aos filmes sem amar ou odiar, levando-os como entretenimento momentâneo com suas qualidades e defeitos - até porque tem coisa VERDADEIRAMENTE ruim na Sétima Arte, principalmente voltado para o mesmo nicho: adolescentes.

É fato que "Crepúsculo" está longe de um "Harry Potter" ou "Jogos Vorazes" - citando as maiores franquias como o mesmo público alvo que funcionaram -, mas, vamos lá, não precisa olhar torto para os vampirinhos que brilham no sol - obrigado, Stephenie Meyer, pela bagunça na biologia vampira - pois dá pra tirar algo de bom entre eles. É por isso que eu, nesse aniversário de 10 anos do lançamento do primeiro filme, cá estou para listas meu ranking com os cinco longas, do pior para o melhor - ou do pior para o menos pior, dependendo da sua filosofia de vida.


#5 Eclipse

Direção de David Slade.
O terceiro filme da franquia serve, basicamente, para nada - ele começa e termina no mesmo lugar. O longa é inteiramente sobre um aborrecido triângulo amoroso, com Bella enrolando tanto Jacob como Edward - mesmo estando noiva do vampiro. Para não ficar só no lenga-lenga, o plot gira em torno de Victoria, a vampira do primeiro filme, querendo vingança pela morte do amado - bom pontuar que a escalação de Bryce Dallas Howard aqui foi péssima. São duas horas intermináveis com a protagonista passando de mão em mão, clímax com uma batalha morna e, sinceramente, toda a mitologia dos lobisomens é desinteressante. Uma tortura.

#4 Crepúsculo

Direção de Catherine Hardwicke.
É bem provável que a Summit, produtora de "Crepúsculo", não imaginaria a dimensão do sucesso comercial que tinha em mãos lá em 2008, quando ainda era uma independente companhia. Então não é de se espantar que muita coisa na obra seja, digamos, "amadora". É clara a falta de requinte em diversos aspectos do filme, que abusa de um filtro pesado para dar uma atmosfera visual. A história carrega seu charme, com uma Síndrome de Estocolmo absoluta, porém, falta uma equipe melhor para sair do básico - o clímax, a construção dos vilões e, sim, Robert Pattinson, são fracos.

#3 Lua Nova

Direção de Chris Weitz.
Depois dos cofres lotados, o salto da produção entre "Crepúsculo" e "Lua Nova" é gritante. Os efeitos especiais não podiam permanecer no mesmo patamar já que os lobisomens entraram na história - com um CGI aceitável agora. Edward, percebendo o perigo que Bella corre ao estar rodeada de vampiros, coloca a segurança da amada acima do relacionamento e vai embora, deixando-a em profunda depressão - mas com Jacob e todos os seus músculos para consolá-la, claro. "Lua Nova" tem algumas escolhas visuais bastante inspiradas - a sequência da passagem dos meses e o momento em que Bella vê Edward na água são destaque -, que compensam as forçações. E o melhor: tem a introdução dos Volturi.

#2 Amanhecer: Parte 2

Direção de Bill Condon.
Depois da adaptação de "Harry Potter e as Relíquias da Morte", virou moda dividir o último livro em dois longas. O macete não voltou a ser tão bem usado como no mundo bruxo - a divisão do último "Jogos Vozares" piorou o saldo final -, todavia, em "Amanhecer" se mostrou justificável. O último exemplar finalmente transforma Bella em vampira, e promete o embate final dos Cullen contra os Volturi. A verdade é que o filme se transforma num "X-Men", com vários vampiros e seus superpoderes, de manipulação dos quatro elementos até ilusões visuais, e eu não estou reclamando. Contudo, nada se compara com a mudança brilhante no clímax: no livro, nada acontece, enquanto no filme há uma reviravolta que consegue chocar e empolgar. Entre acertos, o cinema vai sempre ser assombrado por aquele bebê de CGI.

#1 Amanhecer: Parte 1

Direção de Bill Condon.
E o melhor filme da franquia é, de longe, "Amanhecer: Parte 1". A película já começa sem rodeios e em 10 minutos Bella já está casando. Da lua de mel no Rio de Janeiro até a noite de núpcias dos pombinhos - quebrando a cama -, "Amanhecer 1" carrega o melhor plot da franquia: Bella fica grávida de Edward, e o bebê - ou seja lá o que for essa cria de uma humana com um vampiro - está matando-a de dentro pra fora. Pela primeira vez o roteiro faz com que tememos o desenrolar da situação, fincando arcos narrativos interessantes e colocando coadjuvantes que serviam de enfeite para o palco principal. Obrigado, Bill Condon, por trazer dignidade e compor um filme sólido.

***

Caso você queira maratonar - como eu tive que fazer para montar esta lista -, boa sorte.
Fazer cinema para o público teen pode ser um grande acerto financeiramente – principalmente quando falamos em franquias – mas é um tiro no pé para os atores, em especial naqueles que estão iniciando a carreira. Na grande maioria dos casos, essas produções não exploram os talentos dos artistas porque contam com roteiros mais simples (até mesmo, clichês) e com prazo de validade.

Os fãs crescem, a febre passa e aquele rostinho bonito que já estampou milhares de pôsteres colados em paredes cai no esquecimento. Porém, temos alguns exemplos de atores e atrizes que, felizmente, tiveram chances de mostrar o potencial que têm. Vamos então relembrar alguns dos artistas que marcaram a nossa adolescência e seguem firmes e fortes, mostrando, em cada película, o talento que antes lhes foi resguardado.

Kristen Stewart


Apesar de ainda ser mais conhecida por ter interpretado Bella Swan na quadrilogia "Crepúsculo", Kristen sempre se preocupou em se explorar como atriz e buscar longas que fugissem do tradicional pipocão. Dessa forma, ela esteve em produções como “American Ultra” e “Personal Shopper” – mas o lado pipoca da atriz segue firme com “As Panteras”. Com “Acima das Nuvens”, longa com Juliette Binoche, Kristen levou o César (Oscar do cinema francês) de Melhor Atriz Coadjuvante. Nada mal, né?

Robert Pattinson


Como não existe mais Robsten, a gente faz o Robsten acontecer. Por isso, o ex de Kristen é o próximo desta lista. Robert Pattinson teve uma amostra do que é estar em uma grande saga em “Harry Potter e o Cálice se Fogo”, mas só foi perceber a loucura que é ser um ídolo para adolescentes com os hormônios à flor da pele quando viveu o literalmente brilhante Edward Cullen. Assim como a ex-colega de elenco, o astro inglês também apostou em filmes alternativos e saiu bem nessa missão. Com “Bom Comportamento”, por exemplo, ele recebeu inúmeras críticas positivas e foi até cotado para ser uns indicados ao Oscar 2018.

Shailene Woodley


Ela começou a ganhar fama como Amy na série “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana”, em que ela interpretava uma jovem que engravidou na adolescência. Seu bilhete dourado veio com o papel em “Os Descendentes”, que em 2012 colocou-a na briga pelo Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Depois de mais um filme adolescente aqui e outro acolá, como "Divergente” e de “A Culpa é das Estrelas”, Shailene voltou para a televisão em grande estilo com “Big Little Lies”, a seriezona da HBO com Reese Witherspoon e Nicole Kidman.

Ansel Elgort


Vamos de casal de novo, mesmo que esse tenha ficado só na ficção mesmo. Como Augustus Waters em “A Culpa é das Estrelas” Ansel ganhou a admiração de fãs, mas foi com “Em Ritmo de Fuga” que o ator de 24 anos fez com que a crítica arregalasse os olhos para a sua atuação. O papel do peculiar motorista Baby lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro 2018 na categoria de Melhor Ator de Comédia ou Musical.

Zac Efron


O nosso Troy Bolton realmente se ligou no jogo e se aventurou mais num gênero que, no fim das contas, lhe caiu bem: a comédia. Depois de uns romances mais água com açúcar, o nosso ex-wildcat preferido participou de algumas comédias e, para a nossa surpresa (ou não), ele se deu bem nesse gênero. Além disso, em “O Rei do Show”, longa que o coloca em suas raízes musicais, Efron dá um show a parte no papel de Phillip Carlyle.

Jennifer Lawrence


Não é segredo para ninguém que a Garota em Chamas da trilogia “Jogos Vorazes” já se consagrou na sétima arte. Depois do Oscar de Melhor Atriz por “O Lado Bom da Vida”, Lawrence pôde estrelar outros grandes filmes como “A Trapaça” e o superblaster icônico, incrível e mindblowing “mãe!”. Mas quem vê ela mandando todo mundo descer da pia e ir embora de sua casa nem se lembra de quando ela era toda amores por Peeta Mellark.

Emma Watson


Ela começou pequenininha nas telonas, já mostrando lá em 2001 que tinha potencial pro negócio quando nos ensinou que não é “Leviosá”, e sim “Leviôsa” em “Harry Potter e a Pedra Filosofal”. Depois de 10 anos no papel de Hermione Granger, Emma deixou a varinha de lado e se jogou em “The Bling Ring: A Gangue de Hollywood”, “Noé” e “As Vantagens de Ser Invisível”. Seu último grande filme foi o live-action do clássico Disney “A Bela e a Fera” e agora substituirá sua xará Emma Stone em “Little Woman”, filme de Greta Gerwig.

Dakota Johnson


Se Kristen Stewart já ficou marcada pelo papel de Bella em "Crepúsculo", imagine como ficaria a atriz que protagonizou o filme inspirado no livro que surgiu de uma fanfic erótica da saga? Sim, Dakota Johnson não conseguiu escapar do julgamento negativo que, convenhamos, não foi tão injusto assim. Depois de umas mornas comédias e do fim da trilogia de “Cinquenta Tons de Cinza”, Dakota surpreendeu muito no recém-lançado trailer de "Suspiria", um thriller sinistraço com Tilda Swinton. Já estamos ansiosos para vê-la num papel mais dark e desafiador!

Há um bom tempo, andaram rolando rumores de que Kristen Stewart estaria dando uns pega com a produtora Alicia Cargile, mas foi só em junho que sua mãe falou pela própria, confirmando o namoro, afirmando apoiar a filha. "Ela é minha filha, eu sou a mãe dela e ela sabe que eu aceitaria todas as suas escolhas", disse a mãe ao jornal Sunday Mirror. E desde então, paparazzis e jornalistas veem pedindo uma palavra final de Stewart para assumir a sua sexualidade, rotulando-a como "bissexual".

Questionada sobre o assunto em entrevista à revista Nylon, a multifacetada disse não conseguir se definir e apoiar quem consegue. No mais, a atriz levantou um ponto interessante ao dizer que com o tempo as pessoas não se importarão com tais rótulos. Hoje, a sexualidade das pessoas já é levada com mais normalidade - o que de fato é -, mas muitos ainda sentem a necessidade de rotular. Como diria Lady Gaga, "Alegre-se e ame-se hoje (...) Não importa se você é gay, hétero ou bi, lésbica ou se é transexual".

"Me procure no Google, eu não estou escondendo (...) Se você sente que realmente quer se definir, e você tem a habilidade de articular todos os parâmetros e aquele que te define, você deve fazer isso. (...) Eu sou uma atriz, cara. Eu vivo na ambiguidade dessa vida e amo isso. Eu não acho que seria verdadeiro para mim isso de 'estou saindo do armário'. (...) Eu acho que em três ou quatro anos, terão muito mais pessoas que não pensam ser necessário descobrir se você é gay ou hétero. Acho que em pouco tempo vão se importar mais com seu trabalho", declarou a atriz de "Crepúsculo".

Hétero, gay ou bissexual, a gente deve mesmo é dar atenção para o novo filme da moça com o Jesse Eisenberg, "American Ultra: Armados e Alucinados". O longa traz a história de Phoebe e Mike, um casal de namorados que acabam se tornando alvos de uma missão secreta do governo norte-americano. "American Ultra" chega aos cinemas em setembro.


Woody Allen, o diretor de clássicos "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" e dos recentes "Magia ao Luar" e "Blue Jasmine", acaba de anunciar o elenco de seu novo projeto. Após anos falando que não voltaria a filmar em Nova York, eis que seu novo filme será filmado em NY e também em Los Angeles.

O diretor é mais do que acostumado a juntar elencos bem ecléticos e atores que você não está acostumado a ver no mesmo filme e, dessa vez, a coisa não é diferente. Além de reunir as duas rainhas adolescentes Kristen Stewart AKA Bella Swan e Blake Lively AKA Serena van der Woodsen, também fazem parte do filme: Bruce Willis (todos os antigos e futuros "Duro de Matar"), Jesse Eisenberg (Mark Zuckerberg e novo Lex Luthor) e Anna Camp (A Escolha Perfeita).
Desde 93, Kristen Stewart tentava alcançar seu estrelato com "O 13º Aniversário", mas foi em 2008, com "Crepúsculo", que a guria ganhou ~algum~ reconhecimento do público. A eterna Bella Swan ficou marcada por sua impressionante atuação na franquia baseada nos livros de Stephenie Meyer. Stewart vem ganhando memes e sendo zoada na internet por sua única expressão suas expressões, mas parece que o jogo virou, não é mesmo?

Marcada por "Crepúsculo", a atriz tentou deslanchar diversos trabalhos completamente opostos, buscando um novo reconhecimento - na verdade, ela já vinha com tais trabalhos, mas isso se intensificou após 2008. Kristen já apostou ser uma roqueirinha em "The Runaways", uma militar no recente "Camp X Ray", filha de Julianne Moore em "Para Sempre Alice" e uma assistente em "Acima das Nuvens". Com o último, a atriz foi indicada ao prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no César, o "Oscar francês", surpreendendo aqueles que duvidavam de sua capacidade e pelo fato de ser a primeira atriz norte-americana a ser indicada. E não é que a guria levou o prêmio para casa?

Novamente: parece que o jogo virou, não é mesmo? Kristen Stewart se junta a Adrien Brody, que levou prêmio de Melhor Ator por "O Pianista", sendo os dois únicos atores norte-americanos a ganhar algum prêmio no César! Caso esteja interessado, confira a lista dos vencedores de 2015 aqui.

Hoje vai ser uma festa. Bolo e guaraná, muito doce pra você. É o seu aniversário. Vamos festejar, os amigos receber. Mil felicidades, amor no coração. Que a sua vida seja sempre doce e emoção. Já dizia a Rainha dos Baixinhos. E como hoje é aniversario da Kristen Stewart, fazemos as palavras de Xuxa, as nossas!

Aclamada pelos fãs e descoberta pelo mundo através da "Saga Crepúsculo", hoje, 9 de Abril de 2014, Kristen Stewart completa 24 aninhos e a gente preparou um post especial cheio de emoção.

Gente como a gente, Kristen fica feliz quando sai o clipe de seu ídolo...

...triste quando alguém fala que ela não tem expressão facial...

...mas alegre por que enquanto isso tem milhões em sua conta...

...contente, já que a páscoa tá chegando...

...com fome, agora que lembrou da páscoa...

...e fica se perguntando quando vai sair o vídeo de DWUW.

Traiu Roberto Pattison, e fez de tudo para tê-lo de volta...

...ela conseguiu e ficou MUITO feliz...

...apesar de achar o Taylor mais atraente.

Ainda não tá acreditando que vai ter Copa no Brasil...

...acha que os estádios não ficarão prontos a tempo..

...e ficou inconformada com a música da Copa...

...mas adorou a parte da Claudia Leitte (oi?).

Quase esquecemos, ela ama seus fãs...

Tá com invejinha da J-Law e Shailene serem as novas queridinhas da América.
.

Só que ela lembrou da páscoa, e ficou com fome novamente...

...lembrou até do bolo que o Roberto fez para ela... AI QUE DELICIA...

...e voltou a ficar feliz novamente.

Kristen está lendo esse post e não tá muito feliz não (bipolar ela não?)...

...ela tá achando ofensivo essa brincadeira que estamos fazendo com ela...

...ela está ficando com raiva...

...muita raiva...

...nunca vimos ela com tanta raiva assim...

Mas ela sabe que tudo não passa de uma brincadeira da galera do It Pop. Então, Parabéns Kristen Stewart!


Amamos essas listas da Forbes que esfregam na nossa cara o quanto somos pobres, certo? E adoramos comemorar a riqueza dozotros, principalmente quando somos fãs dos artistas citados - e isso serve até de argumento para aqueles que usam a conta bancária do ídolo como arma para defendê-lo (clássico, né?). 

Recentemente, a revista publicou uma relação com os atores e atrizes mais bem pagos da indústria do cinema de Hollywood - profissionais que fizeram bonito (ou não rsrs) e garantiram cachês imensos por seus trabalhos nas telonas. E será que eles mercem tudo isso? Vamos conferir agora se os nossos favoritos estão sambando na riqueza.


Começando pelos homens, com um faturamento estimado em US$ 75 milhões, Robert Downey Jr., o milionário Homem de Ferro, é o ator mais bem pago, segundo a Forbes. Para conquistar o posto, Downey atuou nos filmes "Os Vingadores", de 2012, e mais recentemente em "Homem de Ferro 3", ambos com arrecadações superiores à US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo todo. 


O segundo colocado foi Channing Tatum, com US$ 60 milhões, resultado de sua participação no filme "Magic Mike", dirigido por Steven Soderbergh. Na terceira posição temos o ator australiano e nosso incrível Wolverine, Hugh Jackman, de 44 anos , com ganhos de US$ 55 milhões. Quem também aparece na relação é Tom Cruise, que liderou a lista do ano passado, e Mark Wahlberg, que teve rendimento de US$ 52 milhões graças ao seu Ursinho Ted. Confira abaixo o top 10:

1) Robert Downey Jr.
2) Channing Tatum
3) Hugh Jackman
4) Mark Wahlberg
5) Dwayne Johnson
7) Adam Sandler
8) Tom Cruise
9) Denzel Washington
10) Liam Neeson

Agora, quem são as ricas da Forbes? Lindsay Lohan? Thammy Miranda? Não, o primeiro lugar da lista ficou com a super caridosa, diva, linda, talentosa e ladra de maridos, Angelina Jolie! Com US$ 33 milhões arrecadados entre junho de 2012 e o mesmo mês deste ano, a mulher de Brad Pitt é, segundo a revista,  uma das mulheres mais poderosas do meio, exemplificando a afirmação com a polêmica que a atriz causou quando revelou ter feito uma dupla mastectomia preventiva. Atualmente, Jolie está gravando a adaptação de "A Bela Adormecida", longa no qual interpretará a vilã Malévola.

Atrás de Jolie, quem aparece brilhando é uma das donas do universo, a sensacional e sambista Jennifer Lawrence, estrela de "Jogos Vorazes" e vencedora do Oscar de melhor atriz deste ano pela atuação em "O Lado Bom da Vida". Mesmo jovem, a queridinha de Hollywood acumulou a bagatela de US$ 26 milhões, lembrando que Lawrence recebeu menos de um milhão de dólares por sua participação no primeiro filme da saga "The Hunger Games", valor que foi ajustado graças ao sucesso do longa.


A crepúscula Kristen Stewart, que liderou as ricas listadas ano passado, faturou US$ 22 milhões nos últimos 12 meses, ocupando assim a terceira posição. Logo atrás da Bella, temos a deusa Jennifer Aniston, seguida da linda Emma Stone. No top 10 ainda tem Charlize Theron (US$ 15 milhões), Sandra Bullock e Natalie Portman (US$ 14 milhões cada), Mila Kunis (US$ 11 milhões) e Julia Roberts (US$ 11 milhões):

1) Angelina Jolie
2) Jennifer Lawrence
3) Kristen Stewart
4) Jennifer Aniston
5) Emma Stone
6) Charlize Theron
7) Natalie Portman
8) Sandra Bullock
9) Mila Kunis
10) Julia Roberts

Será que a Kristen despenca na listagem do ano que vem? Quem torce para que um dia Lindsay Lohan esteja no topo da riqueza? hahaha