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É preciso, antes de mais nada, deixar um fato bem claro: eu amo "Jogos Mortais". Uma das maiores franquias de terror da história, desde 2004, quando o primeiro longa foi lançado, sou apaixonado por aquela abordagem que une horror, talvez o meu gênero favorito, com motivações nunca antes vistas no cinema: um assassino super filosófico que, de fato, nunca matou alguém com as próprias mãos.

As engenhocas mecânicas de Jigsaw, codinome de John Kramer (Tobin Bell), tornaram o vilão absolutamente famoso, com cada filme inovando em termos de criatividade física até a megalomania sem sentido - em "Jogos Mortais: O Final" (2010) há uma armadilha em praça pública, à luz do dia, para ser feliz.

Como o título nacional informava, o sétimo exemplar da franquia foi planejado para ser o último depois que a produtora Lionsgate abortou a série após a fraca bilheteria de "Jogos Mortais 6" (2009). Mas sempre ficamos com aquele ar de que esse game over era furado e novos filhotes de Jigsaw apareceriam - principalmente pelo final em aberto do então último longa. Sete anos depois, cá está ele (coitada da distribuidora brasileira que entrou na onda e colocou "O Final" no subtítulo ao contrário do título original, meramente "Saw 3D" - tudo que envolvia a promoção americana sobre ser o último capítulo da saga vinha como slongas, não no próprio nome).


"Jogos Mortais: Jigsaw" é o nome da oitava obra do universo de "Saw". O título, dando destaque ao vilão, é um prelúdio à história, que se passa 10 anos após o terceiro e fatídico filme, onde John Kramer é morto. Apesar de fazer total sentido dentro de "Jogos Mortais 3" (2006), a morte de seu protagonista soou prematura quando vemos que cinco filmes se passaram e sua presença, tão imprescindível, faz real falta. Mas se ele está morto há tanto tempo, como cadáveres claramente saídos de jogos que ele orquestrava há uma década estão aparecendo pela cidade? Alguém estaria se passando por ele? Ou será que ele morreu mesmo?

Esse é o objetivo narrativo de "Jigsaw": colocar a dúvida na cabeça do espectador do que está se passando ali. Claro, nós sabemos que o vilão está morto e enterrado - vimos sua autópsia em "Jogos Mortais 4" (2007) -, entretanto, tudo nesse oitavo filme conspira para que algo esteja errado e nossas certezas não aparentem ser tão certezas assim.

"Jigsaw" é um dos poucos da franquia a não começar com uma armadilha - algo que já era tão memorável (a "Venus Fly" do segundo e a "Scale Trap" do sexto são icônicas). Ao invés disso, começamos com uma perseguição policial para nos lembrar que, além de uma legítima série de horror, "Saw" também é uma franquia policial. Mas claro, a armadilha-espetáculo está ali, logo na segunda cena.


A estrutura de "Jigsaw" não foge à regra dos predecessores: há, de um lado, o jogo mortal central acontecendo enquanto a investigação policial tenta entender o que está se passando. A obra não está preocupada em familiarizar o público sobre o que está acontecendo: não há um contexto muito explicado ou apresentações do passado; somos informados apenas que Kramer está supostamente morto há 10 anos e só.

Isso, além de uma economia narrativa - se você, depois de sete filmes, ainda não está familiarizado com a franquia, não será com o oitavo que isso acontecerá -, é um claro aviso de que o filme é para os fãs da série. São eles que vão sentar e saber o que esperar, desde os caminhos traçados até sua parte técnica, com fotografia, design de produção e maquiagem absolutamente iguais aos dos anteriores, o que não dá um passe livre para a obra. Colocar o longa num piloto automático onde todas as peças são esperadas para preencher uma fórmula jamais fará com que ele seja cinematograficamente relevante.

E como fã dessa bagunça toda, duas coisas são fundamentais para a solidificação do status de "Saw" e, claro, esperadas em todos os filmes: suas armadilhas e reviravoltas. Cada um dos exemplares possui pelo menos uma armadilha memorável, visualmente criativa e/ou assustadoramente divertida, o que não acontece em "Jigsaw".


Esse é o primeiro dos oito longas a ter nenhuma armadilha que valha algum comentário entusiasta - são todas ou muito básicas (como a primeira, com as cinco pessoas devendo se cortar) ou nada interessantes (como a da moto). Além disso, há forçações de barra muito evidentes para fazerem as engenhocas funcionarem, como personagens tentando fugir, quebrando regras e caindo em outras armadilhas ou alguns entrando em lugares fechados onde obviamente serão trancados e, as vítimas, presas.

Ajudando a compor essa fragilidade, há, pela primeira vez, uma armadilha onde a vítima interage ao vivo com o vilão, que conversa com ele durante o teste. Essa escolha quebra totalmente o clima: é muito mais assustador quando a vítima está só com a gravação do que saber que tem alguém ali acompanhando tudo. A ideia de abandono e solidão absoluta sempre fez com que o jogo fosse ainda mais macabro, e quebrar essa lógica é uma novidade nada bem-vinda.

E armadilhas fracas dentro de "Saw" são como efeitos especiais ruins num "Avatar" (2009) da vida: o principal atrativo está morto. O gore está lá, não tinha como não estar, porém é tudo tão sem graça que o interesse é mantido apenas por esperarmos que a próxima seja mais interessante. Há uma única que consegue ter algum destaque (a da arma), todavia, ter o mínimo destaque em meio a tantas armadilhas apagadas não é lá um grande mérito.


As reviravoltas também estão lá. De forma inteligente, o filme brinca com a percepção do espectador, que começa a duvidar da morte de Jigsaw. Há um vai-e-vem engenhoso (o plot twist presente a cena com a armadilha da arma me deixou boquiaberto) que não une todas as peças do quebra-cabeça até o clímax, onde tudo é encaixado e explicado. Mesmo não sendo uma reviravolta tão chocante quanto a do primeiro longa, há dignidade na solução de "Jigsaw".

Se as armadilhas foram decepcionantes, o fato de termos nenhum dos personagens e tramas antigas nesse oitavo filme também faz com que o saldo final dê uma caída. Todos os personagens aqui são inteiramente novos, assim como suas tramas, com "Jigsaw" servindo como um reboot, aquele filme que deseja renovar a franquia e dar novos rumos para tudo. Continuações serão certas, tanto pelo final deste quanto pelas pontas soltas deixadas por "Jogos Mortais: O Final" e ainda sem explicações (onde está o Dr. Gordon?, o que aconteceu com o Hoffman?, etc).

E é bem esperado que, após oito filmes, "Saw" não assuste mais. Fomos a cada ano sendo calejados no horror da franquia, que, mesmo aumentando os litros de sangue falso, vão se tornando menos assustadores por já estarmos preparados para o que acontecerá na tela. "Jigsaw", então, há mais de uma década depois que Dr. Gordon corta o próprio pé com uma serra, tem nada que nos faça tremer na cadeira. O que faz a engrenagem da série funcionar é a diversão, e este novo longa não é lá tão divertido assim - até mesmo "O Final", que possui erros gritantes (e uma maquiagem tenebrosa de ruim), consegue empolgar.

"Jogos Mortais: Jigsaw" felizmente não é o pior filme da série (alô, "Jogos Mortais: O Final"!), mas está, ao mesmo tempo, distante dos melhores. Também não chega a ser rotulado como "desnecessário" pelos novos caminhos a serem percorridos e, evidentemente, a nostalgia de rever a saga na telona, porém aquele ar de não fechamento impera, já que a obra é meramente um pontapé, sem um final tão realizado. Se você for fã do legado de John Kramer, essa é uma pedida sem grandes pretensões, com doses modestas de diversão e um quebra-cabeça interessante, podendo fomentar um desejo para as sequências. Se "Jogos Mortais" nunca foi sua praia, talvez o sétimo exemplar deva ser o "final" definitivo para você - ou seja lá aquele em que você parou.

 Lista particular com o ranking da franquia para os viciados em listas: Jogos Mortais 1 > 3 > 6 > 4 > 2 > 5 > Jigsaw > O Final.
Graças a James Wan, o terror pipocão ganhou um novo gás com "Sobrenatural" e "Invocação do Mal". O primeiro fez barulho suficiente para garantir sequências, enquanto o segundo conquistou com seu terror classudo, fazendo 318 milhões de dólares mundialmente, e abrindo espaço para a criação de um universo estendido — dá vontade, Universal? Claro, de 2013 para cá, não tivemos inúmeras produções do gênero que se destacaram por sua qualidade, o próprio derivado de "Invocação", "Annabelle" não foi lá essas coisas, e uma coisinha ou outra, geralmente produções menores, traziam algum conteúdo relevante.

Quatro anos se passaram, e nosso terror pipocão nunca esteve tão vivo. Na primeira metade do ano conseguimos ser presenteados com o maravilhoso "Corra!", que, para falar a verdade, tem uma pegada diferente do terror pipoca que estávamos acostumados, porém se a ideia era se tornar um produto para o povão, esta produção acertou em cheio. Agora, nesta segunda metade de 2017, temos outros quatro filmes para curtir e levar uns belos sustos.

ANNABELLE 2



Não dá pra negar que James fucking Wan já contribuiu pra caralho para o cinema atual, né? Uma das franquias de terror gore mais famosas da sétima arte começou com produções suas, e anos depois está aplicando a ideia de universo estendido para o terror de forma quase majestosa. O primeiro "Annabelle" é quase a própria caçamba do lixo, porém trouxe o que o povão gosta — sustos —, porém trouxe de um nada relevante para o universo que está sendo construído. Agora, com o diretor de "Quando As Luzes Se Apagam" — o indie do povão mais que competente —, tudo pode melhorar. "Annabelle 2" finalmente irá trazer a origem que tanto clamávamos, e se fossemos nos apoiar em notas de críticas pelo mundo a fora, podemos dizer que vai ser #1 com certeza. A produção chega aos cinemas já nesta quinta-feira.

IT - A COISA



"It - A Coisa" nem ao menos chegou aos cinemas, mas já está hitando sem prometer. 27 anos após o original de 1990, o palhaço mais assustador da sétima arte está voltando e com benção de seu papai Stephen King — agradar ele com suas adaptações é uma das coisas mais raras de acontecer — que inclusive não deu pitaco algum seu na produção. O filme chega aos cinemas no próximo mês, e trará um visual muito mais assustador do palhaço Pennywise.

O CULTO DE CHUCKY



Quem está voltando com um filme para os fãs e não para os charts é o boneco mais icônico do cinema — pode entrar, Chucky. Após os desastrosamente bons "A Noiva do Chucky" e "O Filho de Chucky", a franquia do boneco assassino resolveu se levar um pouco mais a sério, abandonando em partes seu tom trash ganhado nos últimos filmes e apostou suas fichas em "A Maldição do Chucky", ligado diretamente ao primeiro filme. "O Culto de Chucky" dará continuidade a trama e irá trazer de volta os personagens Andy e Tiffany — tem como dar errado, mores? Ah!, e quando falamos que o filme não é para os charts, não estamos brincando. "O Culto de Chucky" chega diretamente em DVD, assim como seu antecessor, em outubro.

JOGOS MORTAIS - JIGSAW



Outro que também quem chega em outubro é "Jigsaw", o oitavo filme da franquia de "Jogos Mortais". Mesmo com a trama do último filme e seu título aqui no Brasil, até então entendemos que não teríamos um novo filme da franquia tão cedo e que a trama de fato tinha se fechado. Parece que curtos sete anos foram o suficiente para trazer a série de longas de volta. Com a morte de Jigsaw há alguns filmes, o novo longa-metragem irá falar sobre o seu legado deixado.

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Quanto filmão da porra em potencial, né? Se forem ruins, a gente finge que este nosso post nunca existiu. Acham que esquecemos de algum? Então deixem aí nos comentários.
A San Diego Comic Con começou e já estamos levando vários tiros desse evento incrível  e podemos dizer que um deles vem da Lionsgate, que lançou na convenção o trailer de "Jogos Mortais: Jigsaw", oitavo filme da franquia. Treze anos após o lançamento do primeiro "Jogos Mortais", o longa mostra que, sem dúvidas, a franquia ainda tem muito gás para conquistar o público com este novo filme. 

Embalado pela lenta – e, neste contexto, agoniante e assustadora – canção "Running Scared", de Roy Orbison, o trailer traz muito suspense é um prato cheio para os fãs da franquia, mas, ao mesmo tempo, nada de inesperado acontece: personagens prestes a sofrer com algum tipo de tortura, gritos, sustos, quartos escuros e, até mesmo, Jigsaw na bicicletinha. 

A trama gira em torno do surgimento de corpos na cidade, todos de pessoas que foram violentamente assassinadas. A polícia se encarrega de investigar os crimes e, surpreendentemente, John Krammer é o maior suspeito deste crime, mesmo morto há mais de dez anos. Seria possível Jigsaw estar vivo ou seria um fiel seguidor do assassino o responsável pelas atrocidades?   



Sob direção de Michael ("Canibais") e Peter Spierig ("O Predestinado"), "Jogos Mortais: Jigsaw" conta com Dan Heffner e Oren Koules na produção, enquanto Stolberg e Peter Goldfinger cuidam do roteiro. O elenco é composto por Mandela Van Peebles, Brittany Allen, Laura Vandervoort, Callum Keith Rennie, entre outros. Curiosamente, o filme tem estreia nacional no dia 2 de novembro de 2017, dia de finados. Deus é mais (e top)!

Ignorando o desgaste e plots twists muitas vezes desnecessários, "Jogos Mortais" foi uma excelente franquia, meus amigos, com ou sem James Wan envolvido diretamente nela — a gente sabe que às vezes seu nome tá ali como produtor só para o longa ganhar peso, Jaiminho.

A franquia chegou ao fim com "Saw 3D", conhecido por aqui como "Jogos Mortais — O Final", e como toda a campanha envolvia um desfecho e amarração de pontas soltas desde o primeiro filme, era esperando que a saga nunca voltasse, e se realizasse um retorno, provavelmente seria através de um reboot, longe dos acontecimentos passados, ou então quem sabe um spin-off. Mas voltar com algo direto, nunca.

Okay, podemos estar sendo um pouco apressados aqui. Vamos lá! Com a maior franquia da Lionsgate indo descansar por um tempinho, foi confirmado hoje que "Jogos Mortais" ganhará seu oitavo filme, subtitulado "O Legado" (com os roteiristas de  "Piranha 3D" e "Pacto Secreto" contratados) e seria cedo para a gente entender que é uma sequência direta? Ainda não foi dito se será um reboot ou não, mas o nome do projeto, até o momento, não engana ninguém.

Com tal titulagem e a possibilidade de ser algo direto, a gente só consegue ver esse filme não acrescentando em absolutamente nada na saga. Oras, o arco fechou-se com nenhuma ponta grande o suficiente para sustentar um novo filme (se tem e não nos lembramos, por favor, deixem nos comentários), e "legado" fica gritando em nossa mente com alguém seguindo os passos de Jigsaw, com o mesmo discurso sobre o valor a vida — mas a gente já não viu isso antes?

Na melhor das hipoteses, o filme pode seguir essa linha de reboots tímidos, em que tudo é recomeçado do 0, mas com zilhões de referências ao passado, fazendo com que o espectador pense que tudo aquilo que aconteceu antes não foi perdido, trazendo até uma sessão de nostalgia. "Mad Max: Estrada da Fúria", "Jurassic World" e "Star Wars 7" fizeram isso muito bem no ano passado.

ENFIM, esperamos estar bem errados quanto ao que pensamos sobre o novo filme da franquia, e que a gente passe a vergonha de vir aqui dizer que estamos animados para o longa quando o primeiro trailer sair e que gostamos pra caralho do filme quando ele chegar aos cinemas e que não vemos a hora de termos uma continuação.
A franquia "Jogos Vorazes Mortais" é marcada por altos e baixos, sem levarmos em conta as reviravoltas de novela mexicana em cada filme. Apesar disso, a franquia se manteve forte por 7 anos. Seu último filme, "Saw 3D" ou "Jogos Mortais - O Final", caso prefira a tradução brasileira, marcou seu fim com "ponta solta" para trazer a franquia de volta futuramente, e não é que isso irá acontecer em breve?

A ideia de trazer "Jogos Mortais" de volta ~assombra~ a internet desde 2010, mas foi só nessa semana que tivemos uma confirmação vinda dos próprios produtores Mark Burg e Oren Koules. Muitos já devem estar fazendo seu login no Twitter para xingar muito, mas temos um lado bom em meio a tudo isso. James Wan e Leigh Whannell, criadores da franquia, voltarão para o novo filme. 
Quando 'Jogos Mortais' chegou, James Wan e Leigh Whannell tinham muito medo de serem conhecidos como ‘os caras de Jogos Mortais’, e eles estavam tentando construir uma marca própria. Agora eles construíram uma marca própria e se sentem à vontade para retornar." - explicou Oren Koules.
Quando o filme chegará até nós não fazemos ideia, mas esperamos para até 2017 já que as primeiras informações do novo longa chegarão para nós através da Comic-Con San Diego 2016.