Mostrando postagens com marcador instagram. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador instagram. Mostrar todas as postagens

 

Um dos campos mais férteis de estudo na arte atual é uma das revoluções do tempo moderno: as redes sociais. Elas estão presentes nas nossas vidas há relativamente pouco tempo, mas já mudaram nossa forma de viver de maneira drástica. Já temos vários artefatos do audiovisual que discorrem sobre esse impacto - da série "Black Mirror" aos filmes "Ingrid Vai Para o Oeste" (2017) e "Rede de Ódio" (2019), por exemplo -, e temos mais uma obra para agregar na discussão: o sueco "Suor" (2020), do diretor Magnus von Horn, um dos escolhidos na Mostra de Cinema de São Paulo 2020.


O filme segue Sylvia (Magdalena Kolesnik), uma influencer fitness com mais de 600 mil seguidores. A sequência de abertura é o resumo ideal de como ela construiu sua imagem perante o público: em um aulão no meio de um shopping com várias pessoas. A câmera inquieta passeia pela cachoeira de endorfina impulsionada pela blogueira, que é idolatrada pelos seguidores. Após uma aula, uma das alunas diz que Sylvia mudou sua vida ao dar um novo sentido a ela.


Sylvia vai para os bastidores e, ainda afogada em adrenalina, mostra os corredores de sua vida, cheia de frases motivacionais sobre como o corpo almejado só depende de você! Porém, quando a câmera é desligada, a vida da guru fit não é tão colorida assim.



A fama acaba isolando a protagonista, sempre ao redor de pessoas que a amam pela imagem mostrada nas lives do Instagram, ou seja, ninguém a conhece de verdade. Esse mote, a velha desglamourização de atividades atreladas a prestígio, é um dos estudos que mais gosto no Cinema - temos "Cisne Negro" (2010) com o balé, "Demônio de Neon" (2016) com a moda e "Bingo: O Rei das Manhãs" (2017) com a televisão, por exemplo -, então "Suor" era um dos meus mais desejados da seleção da Mostra.


Sylvia faz uma live deixando um pouco de lado sua versão positive vibes e chora ao desabafar o quanto se sente sozinha. O resultado é um puxão de orelha de seu empresário, pois os patrocinadores não ficaram felizes com o vídeo e não acham uma boa ideia atrelar o produto àquilo.


Aqui, já caí em um buraco negro. Eu, formado em Comunicação, claramente já estudei muito sobre redes sociais, mas nunca tinha parado para pensar no absurdismo que é o fenômeno dos influencers. Vamos destrinchá-los. Um influencer é uma pessoa cujo trabalho é ser uma vitrine - como sabiamente já disse Nicole Bahls, "eu sou uma embalagem". Eles não exatamente trabalham com algum talento ou vocação, e sim com suas imagens (no aspecto geral, claro). Quando uma empresa vai escolher um blogueiro para atrelar seu produto, dois são os fatores que mais pesam: como aquela pessoa tem ligação com o produto e quantos seguidores ele possui.


A partir de então, um influencer deve se tornar em uma máquina perfeita. Não há espaço para erros, para fraquezas, para problematizações, caso contrário, o que lhe dá dinheiro – seus patrocinadores – cairão fora. É claro que nem vou entrar nos méritos de pessoas (reais) claramente erradas – e até criminosas – que não perdem dinheiro mesmo com a exposição do caso: o número de jogadores de futebol acusados dos mais diversos e delitos e continuam com o contrato em mãos está aí para provar. Mas voltando, Sylvia carrega o peso dos seus 600 mil seguidores com a responsabilidade de ser intocável em sua conduta.



É bem óbvio que ser uma pessoa de caráter é (ou deveria) ser requisito básico para viver em sociedade, contudo, somos humanos, logo, iremos errar. A cobrança em cima de quem tem milhares de olhos acompanhando cada passo é multiplicada caso comparada com a mesma cobrança de alguém anônimo – e o vídeo de Sylvia está longe de ser um erro, todavia, é motivo o suficiente para o puxão de orelha. Ela segue com sua vida perfeita entre lives com Q&A e recebimentos de mimos para serem divulgados a seus seguidores.


Há uma cena bastante intrigante na metade da sessão: Sylvia está em um shopping e é parada por uma fã altamente entusiasmada. Ela claramente não reconhece a mulher, porém, pelo interesse da fã em simplesmente estar na sua presença, aceitar sentar para tomar um suco. Na mesa, a mulher desata a contar sobre sua vida, no entanto, no momento em que Sylvia também se abre, a fã ignora e pede por uma selfie. É a comprovação de que as pessoas estão interessadas apenas na blogueira, não na pessoa. Elas querem apenas poder dizer que estão com aquela que tem 600 mil seguidores no currículo.


Enquanto sua vida profissional decola, conseguindo marcar uma entrevista no maior programa matinal do momento, Sylvia acompanha quase impotente sua vida pessoal estagnar. A coisa piora quando ela vê que sua mãe está de namorado novo. Não fica explícito, mas lá uma áurea ao redor da protagonista, como ela se indagasse como a mãe consegue um par, mas ela, jovem, bonita e poderosa, segue na solidão.


A partir de então, o texto muda totalmente de foco. Todo o viés da existência digital de Sylvia é deixado de lado para focar na guerra fria entre ela e a mãe apaixonada. Concomitantemente, um stalker aparece na vida dela, estacionando o carro na porta do seu prédio e mandando vídeos através das redes.


Fica inegável a maneira como a sessão sofre uma perda de interesse quando o foco principal é mudado; as personas das pessoas ao redor de Sylvia não são ricas o suficiente para que o espectador se sinta compensado pelo desvio na roda. A subtrama do stalker é bastante promissora, principalmente por ser uma protagonista mulher (cultura do estupro está aí na ativa), mas nem isso recebe um tratamento à altura. A maneira como o tema é encerrado mostra que Von Horn deixou escapar uma película que refletisse a grandiosidade do primeiro ato.


Carregado por uma atuação competente de Magdalena Kolesnik, a blogueira fit que trocaria os 600 mil seguidores por um amor de verdade, “Suor” acompanha discussões pertinentes e composições cinematográficas que mostram como a produção sabia por onde começar – perceba como quase todo figurino de Sylvia perante as câmeras é cor de rosa, uma tentativa visual de impor uma alegria não tão presente ali –, entretanto, acaba deixando inúmeras discussões sobre o fenômeno dos influencers de lado, fomentando debates que não estão necessariamente na tela.



Siga @cinematofagia no Instagram para não perder nenhum post - além de conteúdos exclusivos.

O futuro é agora e Jaden Smith está mais do que preparado. Na última segunda-feira (9), o rapper disponibilizou um álbum inteiro através do Instagram - mais millenial, impossível.

Sem YouTube, Spotify, Tidal ou qualquer outra plataforma de streaming, foi o Instagram a ferramenta escolhida para o lançamento de "SYRE: The Electric Album", uma versão repaginada e "elétrica" do seu álbum de estreia, "SYRE".

Uma publicação compartilhada por Jaden Smith (@c.syresmith) em


As tracks escolhidas para ganharem novas versões foram “B,” “Icon,” “Fallen,” “Ninety,” e “Lost Boy.” Cada uma delas foi disponibilizada em forma de vídeo no perfil de Jaden no Instagram, e podem ser ouvidas em conjunto através da nova ferramenta IGTV.

As imagens e animações que compuseram o projeto seguem a mesma identidade que Jaden iniciou em "SYRE", com uma estética que lembra o vaporwave e outros elementos típicos de uma produção artística que nasceu na internet. Uma verdadeira celebração de toda uma geração - inclusive pela escolha da plataforma para o lançamento. A estreia do álbum serviu ainda para comemorar o aniversário do rapper, que completou 20 anos no último dia 8.

Antes da empreitada millenial, Jaden Smith havia lançado o single "GHOST", parceria com o duo eletrônico Christian Rich, projeto composto por um dj e um produtor musical que já trabalharam ao lado de nomes como Pharrell Williams, Drake e Childish Gambino. A faixa ganhou um clipe gravado em Tóquio, no Japão, e traz Jaden se divertindo com amigos e ostentando looks da Supreme nas ruas da cidade.



Na quinta-feira (12), o "Electric Album" entrou também para os perfis de Jaden no Spotify e na Apple Music. As novas versões estão aprovadas?

Mark Zuckerberg tá pronto pra abocanhar mais uma fatia da internet e, nesta semana, estreou o aplicativo “IGTV”, que renderá uma nova funcionalidade para o Instagram, permitindo a publicação de vídeos que vão de 15 segundos a 1 hora.

Com nome autoexplicativo, a novidade fará com que todo usuário da plataforma tenha a sua própria emissora e tevê, entrando agora no caminho de outros apps de vídeo, incluindo o Youtube que, até aqui, ainda não estava alinhado com a tendência dos vídeos verticais.

Nos EUA, uma das primeiras a testarem a nova função foi a Instagrammer Selena Gomez, que lançou um curta dirigido pela Petra Collins, mesma diretora do clipe de “Fetish”; já no Brasil, a descoberta ficou a cargo de artistas, criadores de conteúdo e influenciadores previamente escalados pela plataforma.

Entre as estreias, estão os programas semanais (!) “Luísa Quer Saber”, em que Luísa Sonza tira dúvidas sobre tópicos inusitados, “Cartas pra Pepita”, com a funkeira Mulher Pepita dando conselhos sobre relacionamentos, “Pabllo foi longe demais”, acompanhando a viagem internacional da drag queen Pabllo Vittar, e vários outros.

A cantora Luísa Sonza também foi a atração musical do evento de lançamento dessa nova vertente do Instagram em São Paulo, na última quarta-feira (20), com um repertório formado por seu primeiro hit, “Rebolar”, e covers de artistas como Pabllo Vittar, Anitta e Aldair Playboy. O show ainda contou com aparições especiais de Gabi Luthai e Mulher Pepita.

Para dar uma olhada na IGTV, é só atualizar o aplicativo do Instagram no seu dispositivo ou baixar o app nativo do novo serviço. Os vídeos estarão disponíveis no perfil de cada um dos artistas citados.
Se você está lendo a esse texto, as chances de você ter chegado até aqui através de uma rede social foram gigantescas - se você for daqueles que acompanha a coluna direto no site, um beijo para você. Sem nos darmos conta, os facebooks e twitters da vida são nossos novos deuses, ditando o que e como consumimos: quantas coisas você gosta porque conheceu através de um deles? O impacto dessa era é enorme e, ao mesmo tempo, quase imperceptível para nós que estamos tão imersos nela.

Se o consumo de cultura e produtos está quase simbiótico com as redes sociais, a ascensão de web-celebridades encontra o mesmo caminho. Blogueiros, influenciadores digitais, youtubers, enfim, as nomenclaturas contemporâneas das novas "profissões" são esses ícones da world wide web, os que antes eram os galãs e mocinhas da novela das oito. Para você ser alguém nesse mundo, você deve estar em pelo menos uma das diversas redes sociais disponíveis do bufê da internet, caso contrário, você não existe. E não existir no império do Mark Zuckerberg é quase inimaginável.


Ingrid (Aubrey Plaza) é uma garota viciada em Instagram - e quando digo "viciada", estou falando no mais puro sentido do termo. Mentalmente instável, ela sai de um hospício quando sua mãe morre, deixando uma poupuda herança. É aí que ela descobre Taylor Sloane (Elizabeth Olsen), uma dessas blogueiras e influencers que vivem de divulgações no Instagram e de postar sua vida glamourosa e ensolarada em Los Angeles - todos conhecemos inúmeros exemplos parecidos, só abrir o explorar da plataforma (isso se você não já seguir vários deles). Ingrid então vai para a costa oeste tentar encontrar uma saída de virar bff de Taylor, já que o contato pelo aplicativo foi apenas o começo.

A protagonista é uma stalker - indivíduo que obsessivamente persegue uma pessoa e invade a esfera de privacidade da vítima, empregando táticas de perseguição e meios diversos. O motivo que a levou para o hospício foi um ataque de ciúmes que ela teve com uma web-celebridade depois de a mesma não convidá-la para seu casamento - e o único contato que as duas tiveram foi uma troca de comentários pelo aplicativo. 


Ingrid então estuda milimetricamente a vida de Taylor, copiando seus cabelos, lendo os mesmos livros, frequentando os mesmos lugares e comendo as mesmas comidas, por mais horríveis que elas sejam. Ela quer, de uma forma bem torcida, ser aquela celebridade, e copiar seus passos a fazem se aproximar mais do alvo desejado antes de possuir um contato físico, que vem com um plano maluco: ela segue Taylor até sua casa e sequestra o cachorro da moça, para no dia seguinte voltar como heroína que resgatou o bichinho. É a oportunidade perfeita para entrar na casa - e na vida - de sua ídola #sucesso.

Enquanto vai rapidamente ganhando a simpatia de Taylor, Ingrid percebe que deve manter o mesmo padrão de vida da nova amiga para poder circular pelo mesmo ciclo social e comprar as banalidades caríssimas que a garota excessivamente chama de "the best". Ingrid cai de cabeça num turbilhão de mentiras, desde sua descolada vida imaginária ao namoro postiço com o dono do quarto alugado por ela, o maior fã do Batman que existe, Dan Pinto (O'Shea Jackson Jr). E com isso, Ingrid vai parar no seu Olimpo: o Instagram de Taylor. O print da publicação termina em um porta-retrato. Pé no chão, cabeça no céu *emoji de irmãs gêmeas*


Essa estrutura é bem batida: a protagonista que finge ter outra vida para se aproximar de alguém e verá tudo ruir eventualmente - no recente "Lady Bird: A Hora de Voar" há a mesma trama -, todavia, como comento no texto de "Lady Bird", o cinema não é apenas um meio de inventar diferentes rodas, e sim de renovar as já criadas. "Ingrid Vai Para o Oeste" deve entregar algo que consiga compensar a obviedade de sua premissa, e isso é feito, em primeiríssimo lugar, pelo seu corpo de atores.

Elizabeth Olsen - irmã das gêmeas Olsen - é a apoteose de todos os traços das blogueirinhas brancas e cools que infestam a blogosfera, e está impecável na pele de Taylor. Há constantemente uma áurea de encantamento ao redor da personagem, como se ela exalasse o perfil das princesas clássicas, só que a versão muóderna - seu príncipe encantado é um pintor hipster e seu reino está na tela do seu iPhone, a um clique de distância. No entanto, é Aubrey Plaza, claro, que não só rouba como realiza um assalto à mão armada na película.


Acostumada a interpretar papéis excêntricos e estranhos, sua Ingrid não foge do molde e é uma bizarrice histriônica que gera gargalhadas e pena concomitantemente. É evidente todas as suas deficiências sociais e mentais, e ela encontrou no Instagram uma válvula de escape que acaba preenchendo todos os seus vazios com pixels e curtidas. E é fácil nos espelharmos na personagem, ao nos pegarmos presos nesse universo de curtidas e corações no meio das fotos. E, mesmo nos fazendo rolar de rir - há momento genuinamente hilários -, o longa vai nos pondo para pensar, numa suave montanha-russa que sai do cômico para entrar em túneis mais complicados e sombrios.

Quanto tempo e esforços não cedemos para as redes sociais, a fim de destacarmos um lado do complexo prisma de nossas vidas? Como só existimos se habitarmos a internet, é lá que os espelhos de nossas vidas são moldados, portanto, a forma como alimentamos esses espelhos são a forma como as pessoas vão moldar quem somos. São selfies, filtros, marcações, screeshoots das nossas músicas favoritas e publicações sobre a série do momento, tudo em nome da construção dos nossos eus.


Mas isso não é algo prejudicial - quando realizado com moderação. O que Ingrid e muita gente acaba esquecendo é que esses espelhos são só um reflexo invertido, e é a realidade que conta. Sabemos disso, porém negligenciamos esse fato óbvio para mantermos diariamente a vida perfeita nos quadradinhos do aplicativo. Nossas vidas valem mais em .jpg numa tela de poucas polegadas do que no formato .carneosso. E piora quando usamos o celular para consertar tudo o que achamos de ruim em nós mesmos, ao invés de lidarmos no plano físico. No Instagram, Ingrid é saudável, bonita, cheia de amigos badaladeiros e com uma vida de fazer inveja, tudo o que é irreal. Mas quem vai querer viver no real quando os algorítimos nos fazem tão populares e amados?

"Ingrid Vai Para o Oeste" fala nada de novo, todavia é um alerta espirituoso e modelado de maneira lúdica sobre os perigos da fixação pelo virtual e o quanto nossas novas e forjadas celebridades são cada vez mais fundadas sobre o número de seguidores do que de fato suas qualidades e talentos. A obra, uma pérola da nossa geração com um final irônico e gritante, supera os modismos passageiros para se tornar um trabalho sólido, incisivo e divertido que até nos faz questionar se não seria melhor desativar o Instagram por alguns dias. #pensativo 🤔💔🚫👋


Na última segunda-feira (3), Bruno Mars anunciou que voltará ao mundo da música amanhã (7). "Você pode chamar de primeiro single ou chamar de convite para uma festa", disse o cantor ao publicar no Instagram a capa do single, intitulada "24k Magic". O lançamento reforça os rumores sobre seu terceiro álbum sair ainda antes do final do ano.



No mesmo dia, através de sua conta no Twitter, Bruno Mars afirmou que o novo álbum já está finalizado, apesar de não ter confirmado uma data de lançamento.


Entretanto, o baixista-intérprete de "Treasure", Jamareo Artis, recentemente deu uma entrevista e prometeu que o novo disco do cantor sai ainda este ano e que uma turnê está sendo planejada para divulgar o trabalho.

Estivemos trabalhando nele (o disco) por mais ou menos um ano, testando ideias diferentes e experimentando. Eu não sei o que estará presente na versão final, mas terá uma nova sonoridade. Será lançado ainda este ano e, então, pegamos estrada de novo.

Para comprovar essa nova sonoridade, foi confirmada a participação do produtor Skrillex no novo trabalho, e ele também foi perguntado sobre:

Estou trabalhando com Bruno Mars agora. Eu não vou dar detalhes, mas o que estamos fazendo é muito diferente, incrível e soa como algo nunca feito antes. 

Com uma proposta de trazer uma sonoridade diferente, diversos hits na bagagem e uma voz maravilhosa, as expectativas nunca estiveram tão altas, não é mesmo? Pode entrar, #BM3, e pode trazer consigo diversos hits também!


Madonna está cada vez mais conectada nas redes sociais. A cantora, que deve ter trocado o seu BlackBerry por um Iphone, entrou no Instagram - famosa rede de compartilhamento de imagens com efeitos vintage - e desde a semana passada posta fotos inusitadas no aplicativo o que vem chamando a atenção de seus fãs que podem ver a popstar em momentos descontraídos.


A Material Girl aparece nas fotos aproveitando o que resta de suas férias tomando bons drinks (provavelmente um Martini), improvisa um bigode falso com uma touca e ainda fez questão de mostrar o seu vício em academias ao postar uma imagem sua toda suada.


Essa não é a primeira vez que a popstar usa as redes sociais para manter contato com o seu público. Durante a divulgação do álbum 'MDNA' a cantora usou o Twitter para responder perguntas de seus fãs, participou de uma entrevista transmitida pelo Facebook e deu mais atenção a sua fan page na rede social de Mark Zuckerberg divulgando fotos dos ensaios da 'MDNA Tour'. Atualmente o perfil de Madonna no Instagram possui 70 mil seguidores e mesmo com apenas sete imagens publicadas o número está aumentando rapidamente.


Bônus: Está circulando no Facebook um suposto teaser do DVD da 'MDNA Tour'. No vídeo são mostrados pequenos trechos da performance de 'Give me all your Love'. Confiram a seguir: