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Travis Scott, um dos maiores rappers da atualidade, deu um novo salto em sua carreira e nos deixou entrar um pouco mais em sua história. “Voando Alto” (“Look Mom, I Can Fly”), seu novo documentário lançado na Netflix ontem (28), mostra grande parte da sua trajetória, nos deixa acompanhar sua história de amor com a música que só cresce desde que ele era criancinha (e muito fofo, por sinal) tocando bateria na sala de casa. 

O filme mostra como a ascensão rápida do rapper à fama não teve nada de fácil em seu caminho. Logo no começo vemos a casa onde Jacques Webster - sim, esse é o nome do Travis! - cresceu, criado pela sua avó, dividindo quarto com seu irmão autista. 

Também é bem legal acompanhar os primeiros shows de um Travis já bastante seguro de si e de seu som, mas ainda se descobrindo como artista. Todo mundo começa de algum lugar, né? Os conceitos que hoje acompanham sua música levaram anos para amadurecer e hoje percebemos que isso mudou a forma como ele se apresenta para uma indústria em tamanha ascensão como é a do rap americano. Seus shows são de outro mundo - sério, vê o documentário e diz se não é verdade- , e isso fica ainda mais evidente a cada cena em que partes dos shows aparecem. É animal! 

Seus fãs são grande parte de todo esse espetáculo também. Não só dos shows, sendo parte real e que dá vida a cada apresentação, mas também da figura que Travis tem como artista. Depoimentos do documentário só provam o quanto o som único dele falou com quem nunca se sentiu parte de nenhum grupo. Por ser tão fiel a si mesmo, Travis conquistou uma legião fiel de pessoas que vêem ser único como uma qualidade graças a ele. 

A parte do nascimento da primeira filha de Travis com Kylie Jenner, Stormi, é uma daquelas que faz o maior coração de pedra chorar. Num certo momento, Travis conta que a bebê estava chorando e, assim que ele a pegou no colo, ela se acalmou. É visível o impacto que a filha tem no músico, e o amor que ele tem por ela impacta quem vê. Todos os momentos em que ela aparece são de pura doçura e amor transborda. É fofo demais, gente! 

No mais, também é muito claro como o rapper é grato por tudo que conquistou. Ele, como tantos outros na mesma indústria, sabe os sacrifícios que fez para chegar ao lugar de admiração em que está. Se depender dele, nem o céu é o limite. Com certeza veremos muito mais do rastro de inspiração que ele quer deixar no mundo. Vale a pena conferir!


Na última semana, surgiu o rumor de que Beyoncé iria ganhar um documentário na Netflix para chamar de seu. Não demorou muito para que o próprio serviço anunciasse o tal documentário, mas sem dizer sobre o que ou quem era. Daí surge um prato cheio para a criação de teorias pelos fãs que apontasse para a intérprete de "Freedom" - cor e fonte usadas lembravam o #BeyChella, além dançarina da cantora postando o anúncio da Netflix.

Nesta manhã, eis que surge na rede mundial de computadores o trailer do documentário, e não é que é sobre a Beyoncé no Coachella em 2018 mesmo? 



Ainda não há mais informações quanto ao documentário, porém é bom especular que foi a própria Beyoncé que comandou tudo, né? Ninguém bota um "a film by" se não está totalmente envolvido no projeto. De qualquer forma, a gente vai poder ver como foi toda a produção por trás de um dos maiores shows da cantora e com certeza um dos mais históricos para o festival também.

"Homecoming" estreia na plataforma no dia 17 de abril.
A parceria de Calvin Harris e Sam Smith nos rendeu uma das melhores músicas desse ano, mas ainda bem que eles não pararam por ai. 

Em “Promises”, o DJ britânico chamou o hitmaker de “Pray” para continuar a empreitada de trazer de volta às rádios a House-Music dos anos 80, estilo que ele vem explorando bastante desde seu último álbum, o “Funk Wav Bounce Vol.1”, até seu single anterior, a parceria “One Kiss” com a Dua Lipa.

No clipe, somos levados a uma noite glamorosa em um “ballroom”, onde a liberdade de existir dos LGBTQI+ é celebrada. A produção conta com a participação de Kevin Stea, que ficou famoso ao trabalhar com Madonna em sua transgressora “Blond Ambiton Tour”.




A dupla resolveu expandir o trabalho audiovisual do clipe e criou um mini-documentário, em que dançarinos de Vogue, Drag Queens, designers de moda e consagrados artistas da noite LGBTQI+ relatam suas histórias de aceitação e resistência.

Sam Smith também aparece contando seu processo de aceitação.
Quando eu me assumi a única coisa que meu pai me disse foi, ‘você tem certeza? Só quero saber disso, porque não quero dizer isso pra todo mundo. Você é muito novo, talvez você sinta algo que não é. A primeira vez que encontrei com algum gay, eu tinha 19 anos, quando saí da minha área. Mesmo na escola, eu era o único gay.
 Confira o mini-documentário.



A produção, tanto do clipe quanto do documentário, é assinada pelo diretor “Evil Nava”, que também dirigiu vários outros vídeos do Calvin, como “Feels" “This Is What You Came For", e “One Kiss".

O curta-metragem tem grande influência do icônico e atemporal “Paris Is Burning”documentário lançado em 1991 que é uma verdadeira aula de história sociocultural LGBTQ+.





Alguns dos grandes exemplos do legado dessa produção são a “Pose” (HBO)de Ryan Murphy e o clipe de “Vogue”, da Madonna. Em 2016, a obra foi selecionada pelo "National Film Registry" à Biblioteca do Congresso como "cultural, histórica ou esteticamente significante"Catou a importância, né?

"Paris Is Burning" está disponível na Netflix pra você ver e rever. E de nada! ;)
Sandy está toda moderninha e adepta aos lançamentos digitais. Na última semana, ela estreou no seu canal do YouTube o projeto "Nós Voz Eles", uma websérie documental produzida inteiramente no estúdio que ela e o marido, Lucas Lima, construíram em casa. Serão oito novas músicas lançadas em parceria com artistas brasileiros escolhidos a dedo pela Sandy, e cada episódio da série revela os bastidores das gravações com os convidados. O time de participações conta com nomes poderosos como Maria Gadú, Iza, Anavitória, o próprio Lucas e o pai da cantora, Xororó.

Nesta terça (28), Sandy recebeu a imprensa no Youtube Space, em São Paulo, para um pocket show dos novos lançamentos seguido de um papinho sobre a websérie, e é claro que o Itpop esteve lá para saber todos os detalhes da nova fase desse cristal eterno da música brasileira.


Sobre a escolha dos artistas que colaborariam no projeto, Sandy contou pra gente que pensou na afinidade musical e pessoal antes de medir qualquer popularidade: "o meu critério foi principalmente a minha admiração por esses artistas, e a afinidade que eu tinha com eles. Todas as pessoas que estão ali são muito talentosas e admiradas por mim e pelo Brasil todo, mas não necessariamente foi esse o critério para escolher. Não pensei em chamar quem estivesse fazendo sucesso, mas sim pessoas que eu admiro e com talentos incontestáveis", conta.
É uma colaboração e uma troca intensa, quase íntima, por estar muito perto, muito próximo, dividindo os vocais de uma música comigo, de um trabalho que é tão meu. Eu queria pessoas com uma vibe parecida com a minha.
Sobre o formato de websérie, ela afirmou querer apostar em um lançamento diferente, um pacote completo para o público que, além das músicas, dividisse também o seu processo. "Eu sou uma pessoa muito reservada e tenho um pouquinho de dificuldade em lidar com essa coisa de making-of, me sinto um pouco invadida. Mas a gente conseguiu fazer de um jeito bem legal, eu até esquecia que tinha câmera ali dentro do estúdio. Eu me sinto feliz de poder repartir isso e ver que as pessoas estão participando, gostando e curtindo isso junto comigo". Fofa!


As participações de Maria Gadú e Lucas Lima já foram ao ar na semana passada, e os próximos episódios contarão com as vozes de Iza, Mateus AsatoThiaguinho, do duo Anavitória, da banda Melim, e de Xororó. Essa última, talvez a mais emocionante para Sandy, que falou também sobre inverter os papéis na hora de dirigir a participação do pai no projeto: "o meu pai, que foi meu primeiro mestre, minha primeira referência, cantando comigo uma música minha e sendo dirigido por mim, foi muito especial. Eu sou muito fã do meu pai. E ele é meu fã também!".

Os episódios da websérie "Nós Voz Eles" são disponibilizados uma vez por semana no canal da Sandy no Youtube, junto com o clipe oficial de cada faixa, tudo em um clima super intimista que torna as parcerias ainda mais especiais. Recomendamos!




Que a vida de uma estrela do pop não é fácil algumas pessoas já sabem, ne? Pra alguns pode ser difícil de acreditar, mas Ellie Goulding decidiu provar pra todo mundo que nada é tão simples quanto parece. De acordo como Digital Spy, a cantora irá lançar um documentário chamado "No Holds Barred", onde ela explicará tudo sobre como é a sua vida enquanto está fazendo turnê. Em uma entrevista com a Heat Magazine, a cantora disse que a intenção deste documentário é ser o mais sincera possível com os seus fãs e mostrar absolutamente tudo que acontece.

"Eu gosto da ideia das pessoas poderem assistir o que eu realmente faço," ela disse. "Mas eu também quero que as pessoas vejam como é fazer uma turnê e ver que eu tenho problemas pessoais que preciso deixar de lado para performar."

O documentário mostrará um pouco sobre a performance de Ellie Goulding no EMA em 2015 e falará sobre o término do relacionamento da cantora com Dougie Poynter, baixista da banda McFly.

Queremos pra ontem!

Assista abaixo ao cover que Ellie fez da música "Your Song", do cantor Elton John.


Depois de meeeeeeses com informações, expectativas e pequenos vazamentos de baixa qualidade, finalmente o novo trabalho de Lady Gaga, "Till It Happens To You", chegou completo e em alta qualidade à rede mundial de computadores nesta maravilhosa tarde de quarta-feira! Coincidentemente ou não, um pouco antes do vazamento foi revelado que a música ganharia um clipe.

Mesmo depois de sua morte, Amy Winehouse continua mais que viva. A cantora britânica que nunca saiu dos players de quem realmente gosta por suas músicas impecáveis, vai ser tema de mais um documentário. 

Com cenas inéditas (medo), o documentário ainda sem título, será dirigido pelo mesmo diretor do documentário "Senna" (2010), sim, sobre o Ayrton Senna, querido dos amantes das corridas e da Galisteu. A produtora do documentário já informou que o mesmo será oferecido a compradores internacionais no festival de Cannes, que ocorre dos dias 15 a 26 de maio nesse ano. 

Já que Asif Kapadia dirigiu "Senna", um ícone brasileiro, achamos uma questão de justiça chegar primeiro ao Brasil! Já estamos ansiosos esperando para chorar mais uma vez a morte da cantora. Tô tão ansioso que talvez eu chore agora.


  Sdds Amy ♥