Mostrando postagens com marcador comeback. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comeback. Mostrar todas as postagens
As trombetas foram tocadas. O deserto acabou. Lady Gaga finalmente anunciou seu comeback hoje (25), o pop está salvo. O primeiro single do LG6 é "Stupid Love", faixa vazada mês passado e que já deixou toda homossexual desejando uma coreografia para cair na balada.


"Stupid Love" será lançada na sexta-feira (28), à meia noite, em todas as plataformas digitais. O clipe já está gravado e imagens foram divulgadas no banner oficial do single, com um visual futurístico para qualquer fã da Grimes deitar. E falando em Grimes, a cantora revelou em um bate-papo no Twitter que ouviu o LG6 e que ele é "foda".


O LG6 é o sexto álbum de estúdio de Gaga, que ainda hoje colhe os frutos de "Shallow", a música mais premiada de todos os tempos. Fãs já especulam que "CHROMATICA" seja o nome do novo álbum, visto que a palavra está no banner de anúncio.

Lady Gaga está chegando para destruir a sua vida.
Estão autorizados os gritos escandalosos: os Jonas Brothers estão de volta! Depois de quase 6 anos da separação do grupo, os irmãos Nick, Joe e Kevin começam 2019 trabalhando juntos novamente, com o single "Sucker" como primeiro lançamento.

O anúncio do comeback veio depois de muita especulação da imprensa e dos fãs nas últimas semanas, desde que as contas oficiais do Jonas Brothers no Instagram e no Twitter foram reativadas e tiveram todo o seu conteúdo removido. No dia 18, a US Weekly publicou uma matéria indicando que o trio estaria em Londres em reuniões para discutir o futuro de suas carreiras, o que aqueceu ainda mais os rumores do retorno da banda. Os três mantiveram silêncio até a manhã de quinta-feira (28), quando compartilharam a capa do single de retorno em suas redes sociais oficiais.

"Sucker" é um super presente para quem passou a adolescência ouvindo os hits dos irmãos Jonas: mesmo com uma sonoridade bem parecida com os seus últimos trabalhos, traz vocais e elementos mais modernos que indicam um amadurecimento no trabalho dos irmãos.


O clipe foi filmado na Inglaterra, e tem um cenário bem tradicional da história da região, composto de um castelo rodeado por um enorme jardim. Dentro dele, os três apresentam a música para uma plateia mega especial, composta pelas companheiras de cada um deles: Priyanka Chopra (Nick), Sophie Turner (Joe) e Danielle Jonas (Kevin). A interação de todos eles no vídeo é mega divertida e cheia de looks incríveis, inspirados na realeza.

O lançamento ainda vem acompanhado ações exclusivas para o Late Late Show, de James Corden: eles terão uma semana de aparições no programa, participando de entrevistas e dos quadros Carpool Karaoke e Spill Your Guts or Fill Your Guts.


O último lançamento dos Jonas antes da separação do grupo foi o álbum ao vivo "Live", em 2013. Desde então, Nick teve uma carreira solo bastante bem sucedida, com bons resultados nos charts para os álbuns "Nick Jonas" (2014) e "Last Year Was Complicated" (2016); Joe formou a banda DNCE em 2015, e com eles conquistou o top 10 do Hot 100 com o megahit "Cake By The Ocean". Já Kevin passou esse período afastado da música, e estrelou o reality "Married To Jonas" no E! ao lado de sua esposa Danielle em 2013.

E aí, o que acharam do retorno dos Jonas Brothers? Acham que eles têm chances de superar a nostalgia e consolidar a carreira na fase adulta? Dêem os seus pitacos aqui embaixo!

Sem lançar nenhum material completo desde o "Girl on Fire" em 2012, Alicia Keys planeja seu grande retorno para este ano e já tratou de programar um novo single para a próxima semana. É, você não leu errado. Teremos o começo da nova era de A-Keys na próxima semana!


A talentosa cantora, pianista e multipremiada, planeja lançar o lead single de seu sexto álbum em estúdio, ainda sem título e maiores detalhes, na próxima sexta-feira (29). E, na semana seguinte, mais especificamente, no dia 7 de maio, ela se apresentará no Saturday Night Live, pela primeira vez com o novo single. Essa informação, inclusive, já circulava há algumas semanas, mas foi confirmada, pra valer, através do próprio programa, em suas redes sociais:


A atual vencedora do Oscar de Melhor Atriz, Brie Larson, e Alicia Keys voltando com música inédita num mesmo episódio do SNL. Nosso coração não aguenta de amores, amigos!


Como avisamos no começo da semana, Birdy havia programado seu grande retorno à música para essa sexta-feira, 1 de janeiro, através do single "Keeping Your Head Up", que acaba de chegar.

No comunicado vazado de seu site oficial, ela já tinha dito que o single representava um lado dela ainda não ouvido por nós, o que se confirma em partes.

"Keeping Your Head Up" é um uptempo maravilhoso, que mescla um lado pop minimalista, com letra positiva, radiofônica, vocais maravilhosos e mudanças de tom/ritmo ao longo da produção bem interessantes, somados à base ao piano, que se junta à orquestra e ao coral, criando um refrão de aura épica e delicioso, mas mantendo a essência artística da menina, sem soar genérico ou algo forçado. Em alguns pontos, chegou a nos lembrar um pouco os trabalhos de Florence and the Machine antes do "How Big, How Blue, How Beautiful", o que é um grande elogio.

Sem mais delongas, você pode ouvir a primeira maravilha de 2016 logo abaixo:





Ainda não há muitas notícias a respeito do terceiro álbum da Birdy, sucessor do incrível e subestimado "Fire Within" (2013). Mas enquanto isso, você pode dizer pra gente o que achou de "Keeping Your Head Up". Retorno aprovado?

É quase impossível falar de fenômenos da música atual sem falar de Adele. A britânica saqueou o mundo nessa década desde seu álbum de estreia, "'19". Grammy, Globo de Ouro, Oscar, disco mais vendido da década com o "21", recordes para dar e vender. Adele é sinônimo de sucesso comercial como poucas. Mas ignorando tudo isso, que muito sabemos que nada significa artisticamente falando, o que Adele faz de melhor não é conquistar números, e sim cantar.

A última vez que a moça deu o ar da graça foi lá em 2012 com "Skyfall", tema do filme "007: Skyfall", que levou todos os prêmios possíveis e imagináveis. O lançamento, pouco tempo depois do encerramento do "21", seu segundo álbum, não veio com tanta sede pelo curto espaço de tempo, cenário bem diferente que "Hello" encontrou.

O carro-chefe do "25", novo álbum de Adele, veio com três anos de uma loooonga espera. Enquanto esperávamos, o "21" continuava rendendo altas cifras (até hoje se encontra nos rankings de mais vendidos da semana) e jogando nossas expectativas pelo novo material nas alturas. Foi em 22 de outubro que o martírio acabou. Ela estava de volta.

Olá. Sou eu.

"Hello" é uma canção sobre perda e arrependimento. A faixa é a primeira produção de Adele e Greg Kurstin - é dele hinos como "Chandelier" da Sia, "Money Power Glory" da Lana Del Rey, "Burn" da Ellie Goulding, "Stronger (What Doesn't Kill You)" da Kelly Clarkson, "Fuck You" da Lily Allen e váaaarios outros. A canção surgiu durante um bloqueio criativo da cantora, que, ao conhecer Kurstin, teve uma "queda massiva" de criatividade, conseguindo compor "Hello".

Eu estava me perguntando se depois de todos esses anos você gostaria de me encontrar.

O single nada mais é que uma grande mensagem de Adele para o ex-namorado. É como se ele chegasse em casa, apertasse a secretária eletrônica e ouvisse todo o desabafo, algo bem mais doloroso que a chamada de Lady Gaga em "Telephone", mais preocupada em não perder sua música favorita que acabara de começar na pista. Se não fosse pelos refrões, parte da música que, desde o surgimento da sua linguagem, é repetida, a faixa seria como uma mensagem completa e ininterrupta. 

Logo de cara notamos que há algo de diferente na canção. Anteriormente, em todos os momentos, Adele se colocava na posição de "vítima" - ela era quem levava o pé na bunda. O "21" foi composto a partir de uma desilusão amorosa, como tão bem conhecemos pelos singles "Rolling In The Deep", "Someone Like You" e "Set Fire To The Rain". Era Adele vomitando toda a sua dor, que, como ela ironicamente canta em "Rolling In The Deep", virou ouro. Mas em "Hello" os papéis se invertem. Foi ela a culpada pelo término.

Num paralelo interessante com "Hight By The Beach", o carro-chefe do "Honeymoon", novo álbum da Lana Del Rey, Adele não só assume a culpa como tem um choque de redenção ao ligar pro cara e tentar uma reconciliação - assim como Lana troca de posição ao terminar com o amado depois de falar milhares de vezes que iria amá-lo por um milhão de anos.

Olá, como você vai? É tão típico de mim falar sobre mim mesma. Me desculpe, espero que esteja bem.

A produção do single é bem simples, ficando entre "Someone Like You" e "Rolling In The Deep": é bem lenta, com o piano ditando a melodia, mas o refrão joga mais instrumentos, backingvolcals em coral e notas mais fortes. Não é algo completamente novo na discografia da cantora - com exceção da letra - nem violentamente espetacular, porém é uma balada poderosíssima que possui a marca registrada de Adele, prontinha para os bons ao vivos no banho pelas longas e maravilhosas notas, nada menos do que tanto esperamos dela - e só reforça o óbvio: Adele é uma das maiores vozes da música e nós necessitamos de sua existência.

Olá do outro lado da linha. Pelo menos eu posso dizer que eu tentei te dizer me desculpe por partir seu coração.

Mas talvez a maior mágica da canção reside em: parece que somos nós que pegamos o telefone e ouvimos Adele falar tudo para nós. Depois de três anos distante ela volta com uma música onde a primeira fala é "Olá, sou eu". Volta de mansinho, pedindo desculpas por tudo que fez e perguntando se gostaríamos de sair com ela e conversar. "Eles dizem que o tempo deveria te curar, mas eu não me curei nem um pouco". Algum de nós conseguiu "se curar" da falta de Adele? Alguém não se perguntou "Quando será que ela volta?", "O que deve está fazendo?"? Todos nós fizemos isso pelo menos uma vez.



Sim, Adele, nós gostaríamos de sair. Nós te perdoamos pelos anos longe e você mal sabe o quanto sentimos sua falta e o quanto estamos felizes por você ter voltado do jeitinho que foi embora há três anos. Na verdade você parece ainda melhor que da última vez. Vamos marcar um café? Está tudo bem agora.

Com "Hello", ao contrário do cara que nunca atende, nós corremos até o telefone e falamos "Olá, Adele. É tão bom ouvir sua voz de novo".

Bastou um "hello" para que o mundo todo se voltasse ao novo lançamento de Adele que, ao que parece, está mais próximo que nunca de acontecer. YASSSS! Depois do huuuuge sucesso de "21", muito se especulou, mas pouco se sabia sobre o novo trabalho da britânica até alguns minutos atrás, quando um pouco de todo mistério por trás do projeto foi revelado.

Sem lançar nada desde o ótimo "Awakening" (2012), James Morrison está oficialmente de volta com o single "Demons".


Depois de muito tempo sumida, sofrendo com vários problemas com contratos e embarreiramentos de sua antiga gravadora e ex-empresários, nossa amada JoJo — sim, aquela mesma do smash hit da nossa adolescência, "Too Little Too Late", prometeu, enfim, novidades para a próxima semana.


Quem diria que depois de tudo que aprontou nos últimos dois anos, se tornando uma persona non grata para muitos, Justin Bieber conseguiria reconstruir tão bem sua imagem — seja em parcerias pontuais, como "Where Are Ü Now", com o Jack Ü, ou na própria condução de sua carreira, vivendo um momento bem mais tranquilo, agora tão perto de retornar — perante público e crítica, fazendo com que todos nós esperemos, com ansiedade, por seu retorno triunfal no dia 28 de agosto com o single "What Do You Mean" (saiba detalhes importantes a respeito do single aqui), produzido por Pooh Bear e Skrillex.


Por essa nós não estávamos esperando!


Justin Bieber sempre viveu uma relação de amor e ódio com o público e a imprensa. De adolescente carismático e modelo de franja ideal para 9 entre 10 garotos, o menino se tornou persona non grata logo que completou 18 anos, se tornando, até mesmo pelo "peso" e liberdade que a idade e fama precoce oferecem, um garoto-problema.


Depois de arrasarem nos charts e conseguirem até um Grammy com seu smash hit "Say Something", em parceria com Christina Aguilera, o duo A Great Big World lançou seu single de retorno, que será responsável por abir os trabalhos de seu segundo álbum em estúdio, ainda sem mais detalhes liberados, mas que vem para suceder o aclamado "Is There Anybody Out There?", lançado no começo do ano passado.


Uma das maiores revelações de 2014, a banda de pop punk australiana, 5 Seconds of Summer, está de volta e com um novo single.


Eita que o Super Junior voltou, galera! Como falamos na semana passada, o grupo estaria voltando nesta semana com algo totalmente novo, e um álbum especial para comemorar os 10 anos de carreira dos titios. Tal disco foi lançado hoje e se chama "Devil", contando com 10 faixas e, infelizmente, terá promoções curtíssimas devido a agenda dos hitmakers de "Evanesce", sendo promovido com sua faixa-título.

Prometida como a nova "Sorry, Sorry", a canção veio com a responsabilidade de honrar toda a trajetória dos donos da SM Entertainment, e até que ela não faz tão feio. A faixa não impacta como os últimos lançamentos dos rapazes, mas é boa com essa pegada meio funk, algo que Pharrell Williams aprovaria, e até mesmo colocaria em algum disco seu e tornaria single em um futuro próximo. Não estamos falando que o grupo do Yesung perdeu a identidade, muito pelo contrário, a música grita Super Junior o tempo todo.

O seu clipe, o melhor de tudo isso, brinca com vários gêneros do cinema. Temos ação com Donghae na moto, sendo seguido por uma moça; Siwon Jesus com um romancezinho; Kyuhyun com algo que ainda não conseguimos definir; Kangnim e Siwon com uma pegada de filmes da máfia italiana, e por aí vai. Em grande parte destes "mini-filmes", temos alguma mulher sendo a "devil", e todas elas são ocidentais, já que, para os coreanos, apenas elas podem ser representadas de uma maneira sexisita por acreditarem que suas conterrâneas são puras. Até parece que por lá não existe um grupo chamado AOA. Enfim, assista.


Primeiramente, nem sabemos por onde começar. Sério. Os rumores do retorno do Super Junior para este mês estão circulando na rede mundial de computadores desde junho e nós estávamos bem perdidos quanto a tudo isso. Na verdade, ainda estamos. Cada lugar diz uma coisa. Vários sites defendendo a ideia de que o novo álbum do grupo não seria o oitavo disco, e sim algo comemorativo para os 10 fucking anos de carreira. Já outros o afirmavam como sendo o oitavo álbum do grupo mesmo. Ou tudo isso ao contrário. Como falamos, ainda estamos perdidos.
Um dos duos mais sensacionais que existe, o Hurts, lançou seu single de retorno e não conseguimos entender como ainda não aconteceu. Donos de uma sonoridade impecável, a magia criada por eles já conquistou a Europa, por isso listamos cinco ótimos motivos para você aceitar "Some Kind of Heaven" (e tudo mais o que eles fizeram) na sua vida. Vamos lá?

1. Estamos falando do Hurts
Theo Hutchcraft e Adam Anderson já possuem dois álbuns lançados, os magistrais "Happiness" de 2010 e "Exile" de 2013. Cheio de sintetizadores, vocais inconfundíveis e letras de partir o coração (o nome do duo não é gratuito), desde o começo mostraram ser uma das melhores coisas dessa nova década na música. Além do mais os dois são lindos rs.

2. É um dos retornos que mais aguardamos
Enquanto o "Happiness" mostrou traços de "felicidade" (no jeitinho Hurts de ser, claro), o "Exile" veio pesado e sombrio, rendendo três singles feitos pelos deuses, o que só aumentou nossa fome pelo próximo. Prova disso é o clipe de "Blind", uma obra-prima para ninguém botar defeito.


3. É uma música alegre (!!1!1)
Alegria nunca foi o forte dos caras, mesmo em músicas com batidas mais eletrônicas, como "Wonderful Life", sua mais conhecida. "Some Kind of Heaven" traz sintetizadores, coral e toda uma vibe positiva e motivacional como nunca vimos antes, desde o refrão pegajoso até as brincadeiras de voz com os "Do-do-do-do", sem deixar a marca Hurts de lado, em momentos atmosféricos como os singles anteriores. Seria o início de uma nova empreitada do duo de Manchester?



4. É uma música pró-LGBTT
A capa do single temos Theo sendo abraçado por uma a mão feminina, mas a letra de "Some Kind of Heaven" é bem pró-LGBTT: "Eu não preciso de um deus para me dizer que estou errado. Eu não preciso do inferno para me fazer temer o amor. Você é tipo um paraíso e é só o que eu preciso". Lindo, não? Mesmo não levantando de fato a bandeira da igualdade, a letra sobre esse amor acima de tudo é só o que precisamos.

5. É uma música maravilhosa
Sim, a música é sensacional. É seu instrumental para cima, os vocais sempre perfeitos e a mensagem forte e necessária, todo um conjunto que cria um dos melhores singles de 2015. E isso é só o começo, já que o duo afirma ser "o início de uma corajosa odisseia". Eita, já estamos preparados.

Ainda precisamos dizer mais alguma coisa? Agora é só você ouvir "Some Kind of Heaven" e cair de amores (e na pista) você também. Bem-vindos de volta seus maravilhososssss ♥


Aleatoriamente, na noite do dia 11, o site do grupo do Onew entrava em manutenção, colocando todo mundo em estado de alerta. Era o comeback? Todos esperavam o retorno dos rapazes para o fim deste mês, já que em três dias dele a SHINee World Concert IV aconteceria (que já aconteceu, na verdade) e, supostamente, os rapazes haviam gravado um clipe na Tailândia. Entretanto, foi feito um anúncio oficial, com o site todo repaginado, com direito à imagem teaser de alguma fã sasaeng e seu ~quarto~ cheio de posters, pegando todos de surpresa, pois, naquela mesma semana, a CEO da empresa k-pop, BoA, estaria fazendo seu retorno com seu oitavo álbum coreano - é estranho ver uma empresa/gravadora promover algum artista/grupo simultaneamente.

"VIEW"

No decorrer da semana passada, foram divulgados três teasers. O primeiro deles mostrava uma modelo dançando, e, nos segundos finais, aquele membro que descobrimos ser o Onew através do clipe. O segundo, com o instrumental de uma das músicas do novo disco, trazia todos + algumas gurias pulando na piscina, e o medo de termos uma nova "Boys Meet U", é claro que surgiu. MAS, o terceiro e último já dava maiores esperanças, prometendo um clipe diferente para o grupo e mais!, todos os integrantes seriam, aparentemente, sequestrados. A união das três prévias criava uma sensação estranha, nada parecia se encaixar muito. Jonghyun e seus amigos seriam sequestrados por ~fãs~, mas no fim eles estariam felizes com isso? Assistam ao clipe e tirem suas conclusões.


O que nós entendemos: o sequestro foi planejado. Logo no inicio do clipe, em meio ao Taemin e seus primeiros versos e os rapazes entrando dentro de uma van, vemos uma das gurias conversando com Minho - tudo foi combinado ali -, e segundos depois, já temos o momento em que eles são raptados. Tá, mas por que os integrantes se submeteram a isso? Simples, para ter o gostinho de uma vida normal e fugir das loucuras da vida de um artista coreano. Poder ir à festas, tomar bebidas, aparentemente, alcoólicas cozamigos, invadir a piscina da casa alheia, e até poder rejeitar um beijo (né, Jinki?) - sendo gente como a gente. Essa ideia também é reforçada em outros dois momentos. O primeiro deles é quando Jonghyun impede que o fotografem; já o outro é quando eles fogem de um carro, provavelmente ocupado por alguém que estava atrás deles - caso fossem encontrados, eles seriam obrigados a retornar ao antigo cotidiano.

O ponto que realmente devemos ressaltar quanto ao clipe, nem chega a ser o ótimo contexto por trás dele. Deeeeesde o debut estamos acostumados a ver o grupo apostar em uma linha naaaada madura - com duas exceções -, e, apesar de excelentes clipes, todos eles são "mais do mesmo", recheado de coreografias - algo que nem chega ser a sobremesa deste - e, em alguns deles, com um enredo de apoio. O grupo reinventa-se SIM a cada comeback, mas a sensação de já ter visto aquilo antes sempre prevalecia. Em "View", SHINee foge do óbvio e inova. Não estamos falando que, com o clipe, o k-pop nunca mais será o mesmo. Tal inovação é própria deles. Os conceitos coloridos/fofos/alegres deram lugar a algo realmente maduro.

"ODD - The 4th Album"

Apesar dos lançamentos japoneses e clipes aprovados pela Katy Perry, os dois últimos trabalhos coreanos dos amigos do Key são pra lá de maduros, logo, todos contavam com que tal maturidade seguisse em frente. E não é que seguiu? Composto por 11 faixas, "ODD" está longe ser o hinário que "The Misconceptions of Us" foi, mas consegue manter a mesma qualidade, saindo da zona de conforto, brincado com gêneros nunca usados pelos rapazes e até apostando em algo que pode virar tendência na Coreia do Sul - pelo menos essa era a ideia inicial.

Os destaques ficam para quatro faixas. A primeira, "Odd Eyes" (composta por Jonghyun), adota um violoncelo nos segundos iniciais, em meio aos versos (em inglês!) de Kibum, mas logo o abandona, criando, em seguida, uma atmosfera toda sexy. Já down down down down "View" tenta apostar no deep house e acaba se misturando bastante ao euro dance/pop. Ainda seguindo a pegada sexy da faixa de introdução, temos "Trigger" e seu lado quase trap, se assim podemos classificar, A "Evil" deste álbum, "Alive", que cairia muito bem em "The Misconceptions of Me", traz uma batida pesada e o aclamado sussurro do Minho com o seu "SHINee's back", além do maravilhoso rap do Kibum. Segue stream do álbum abaixo:



***

Por fim, SHINee fez um retorno sólido, atendendo todos os gostos, e a quem já estava cansado dos lançamentos para as pikachus. Quanto a "View", SHINee inovou para si mesmo, não para o mercado, com um conceito nada comum (para eles), podendo tornar-se uma espécie de referência futura aos trabalhos-chave do grupo. Tal inovação não atinge apenas a faixa-título, como também o álbum "Odd", que, apesar disto, em alguns momentos, não soa com algo realmente marcante para a carreira dos meninos. Não estamos dizendo que o álbum é ruim, muito pelo contrário, tudo nele é excelente, mas não vemos todo o trabalho de "Odd" como algo que possa se tornar referência ao grupo daqui cinco anos, por exemplo.

SHINee's back!
Após a divulgação de um teaser durante o MAMA 2014, anunciando o comeback do EXO, muitos fãs logo cogitaram a ideia do grupo fazer seu retorno já em janeiro. Passamos por aquele mês e nada da SM ou quiçá dos próprios meninos fazerem um anúncio sobre. MAAAS, quando todos estávamos com as esperanças lá em baixo, Lay acalmou nós e as exóticas (EXO-L não desce, sinto muito), prometendo o tão aguardado álbum para esse mês.

Compramos a notícia logo de cara, mas com o retorno promissor de Red Velvet, cogitamos a possibilidade do comeback ser novamente adiado (Big Bang feelings). Entretanto, dias após o lançamento de "Ice Cream Cake", do grupo da Yeri, foi divulgado o primeiro de dez teasers para a volta do EXO. Intitulados como "Patchcode", cada prévia era dedicada a um único membro e seu poder, nos remetendo à "MAMA". Estávamos ansiosíssimos.
Carly Rae Jepsen andava por fora dos holofotes do meio musical desde "Call Me Maybe", um dos maiores sucessos de 2012. A guria tentou emplacar algo após o smash hit, mas não conseguiu. Dois anos depois de sua última tentativa, a canadense está de volta com seu single "I Really Like You", que promete ficar na sua cabeça desde a primeira ouvida.

Sua nova música é o que já esperávamos ouvir de algum trabalho dela. A faixa é bem pop com toques dos anos 80 e foi produzida pelo cara por trás de "Baby One More Time" e "Hold It Against Me", ambas da Britney, Max Martin. Ouça a canção logo abaixo:
Baekhyun, Chanyeol, Chen, Luhan, D.O, Suho, Kai, Lay, Sehun, Xiumin, Kris e Tao formam o EXO. Em janeiro de 2012, o grupo ganhava vida com "What is Love" e mais tarde ganhava força com a poderosa "MAMA". Criada pela empresa de Lee Soo Man, a boyband vinha, inicialmente, com a proposta de se promover tanto na Coreia do Sul quanto na China, com a criação de duas sub-units - EXO-K e EXO-M - lançando canções tanto em coreano quanto em mandarim. Tudo parecia ótimo, caso não houvesse uma certa "diferença" entre as sub-divisões e outros probleminhas.

A ideia sempre foi clara, lucrar em um outro país, e, com uma canção com o idioma local, tudo torna-se mais interessante, visto que, por exemplo, diversos grupos e artistas lançam-se ao Japão, com seus conteúdos, às vezes ~exclusivo~ para lá. A proposta nunca foi deixada de lado, o lançamento de duas versões dos mini-álbuns e do álbum completo estão aí para provar. Entretanto, o grupo em si não vive apenas das canções, e devem ser feitas promoções.

Diferente de boybands rookies que se preocupam com o lançamento de diversos materiais, o EXO focou-se no lançamento de dois mini-álbuns e um álbum com um intervalo de (quase) um ano cada, e depois saíram em uma turnê. Apesar do "pouco conteúdo", Tao e seus amigos fizeram uma divulgação intensa, seja com o grupo ou com suas promoções individuais. Quantas vezes "engolimos" os rapazes em canções e apresentações de outros artistas? A SM estava (e ainda está!) com o objetivo de fazer o EXO acontecer. 

Com o M e o K, o EXO deveria fazer uma promoção igual para cada país, indo a programas, premiações e muito mais. Porém, o K sobressai o M em todos os sentidos e os boatos de que os membros de tal sub-divisão eram "privilegiados", com a divisão de lucros, começaram a correr solto na Coreia.

Um mês após o lançamento de "Overdose", Kris, líder da sub-unit chinesa, anunciou que estava processando a gravadora para conseguir anular seu contrato. O cantor alegava que a empresa não o deixava se ausentar das promoções por estar doente - o rapaz estava com uma doença nos rins - e o submetia a várias atividades que estavam fora do contrato.. Meses depois, Luhan pediu também uma anulação, listando os mesmos motivos, mas com um novo item. De acordo com o Sina, um portal chinês, o cantor estava se ausentando do grupo realmente pelo fato dos membros chineses sofrem uma certa descriminação. 

Mesmo com a grande polêmica em volta dos fatos, a SM mostrou-se firme, dando foco a estreia do Red Velvet, projetos solos - tem EXO em um deles rs - e com o anúncio do retorno do grupo para este ano com algo novo durante o MAMA 2014 - uma clara (e desesperada) tentativa mostrar que "tudo corria bem". Todos esperavam o comeback já para janeiro, mas este foi adiado. Lay acalmou as exotics (preferimos esse nome) avisando (indiretamente) que o retorno está previsto para março. Quem revelou a novidade foi YinYueFengYunBang através de sua conta no Weibo.

Até lá, muita coisa pode acontecer (quem sabe Luhan e Kris voltam pro grupo? hahahahaha) e a volta pode ser novamente adiada. As sub-divisões coreana e chinesa devem continuar, mas nós queremos seu fim. Caso um dos problemas seja a divisão de lucros, com o K levando a melhor, um único grupo teria uma divisão mais justa, certo? Talvez, poderia ser um começo. Entretanto, a descriminação que os membros chineses sofrem está óbvia, sendo nosso grande (e real) problema. Caso não chegue ao fim, novos integrantes podem pedir uma anulação de contrato a qualquer momento, e só assim será criado um único EXO. Estão achando que a sub-unit M existirá com três ou dois membros?