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Se os artistas negros deram uma verdadeira aula sobre como fazer música no ano passado, com uma lista que foi da Beyoncé ao The Weeknd, passando por Chance The Rapper, Bruno Mars, Solange, Blood Orange, entre tantos outros nomes, 2017 chegou com ninguém menos que a volta do TLC.

Um dos grupos mais marcantes do R&B feminino, marcado pelos hits “No Scrubs” e “Waterfalls”, TLC lançará no dia 30 de junho o seu novo e último (!) disco e, nesta terça-feira (06), estrearem o primeiro videoclipe dessa despedida, para a nostálgica e maravilhosa “Way Back”, em parceria com Snoop Dogg.

Do figurino a produção, o novo clipe do grupo, que agora é uma dupla, traz uma dose mais do que generosa dos anos 90, época em que o grupo emplacou seus primeiros sucessos, mas com um claro esforço pra acompanhar o que o R&B produz atualmente – o que não é tão difícil, já que, inevitavelmente, se tratam de produções que bebem muito da fonte delas. Tá rolando uma festa cheia de gente linda e animada no quintal, várias dancinhas na frente de carros com roupas largas e rasgadas e, no final, tem até aquele “fade out” no som, que vai desaparecendo enquanto todo mundo continua dançando, que nem naqueles clipes que a gente relembra nos especiais da MTV.

Não ficando só na sua sonoridade e visual, “Way Back” vem carregada de nostalgia também em sua letra, com menções à outros artistas negros, como Prince, Marvin Gaye, James Brown e Michael Jackson. Sem contar na lembrança da sua terceira integrante, Left Eye, que faleceu em 2002, após um acidente de carro. 

Some things don’t ever chance. Que coisa mais gostosa, gente! Olha só:



Impactadíssimos real oficial.

Além de “Way Back”, elas já haviam lançado outras duas músicas nesse ano, “Haters” e “It’s Sunny”, mas numa proposta um pouco mais pop que o single atual. Já é uma amostra e tanto quanto ao que podemos esperar desse novo disco, não é?
Nessa sexta-feira (12), já estará entre nós o primeiro álbum solo de Harry Styles, e o cantor, que não é bobo nem nada, agendou tudo quanto é tipo de surpresa para divulgar o disco. Começando a semana de lançamento do material, temos o videoclipe do primeiro single, "Sign Of The Times", aquele que gerou vários memes pela internet com Styles voando pendurado por uma corda e que acabou se tornando uma produção simples e bonita. 

Ao longo desses quase 6 minutos de música e clipe, vemos Harry voar ou, como ele mesmo canta, "quebrando a atmosfera". E se na letra da música tudo é mais bonito visto de cima, no vídeo temos paisagens naturais lindas vistas sobre um outro ângulo, deixando a produção realmente emocionante e até um pouco profética. 

Ele voa, sozinho, sobre a natureza, sente o vento em seu rosto e até anda sobre a água. Jesus, é você?



Amém!

Durante a semana, o ex/atual One Direction passará por diversas rádios para divulgar o lançamento do seu disco autointitulado. Um dia após lançá-lo, no sábado (13), o cantor fará um show fechado para diversos fãs do mundo todo em Londres, cantando assim, em primeira mão, todas as músicas do novo CD. 

Já na próxima semana, de segunda à quinta, Harry faz residência no The Late Late Show, programa do James Corden, onde cantará todas as noites, participará dos quadros e, quem sabe, de um Carpool Karaokê. Divulgação pesadíssima. 
Quando a Nicki Minaj decide voltar ela volta MESMO. E isso significa que ela vai lançar diversas parcerias e clipes novos até você perder a conta. O lançamento dessa semana fica por conta do vídeo de "Light My Body Up", sua parceria com o David Guetta e o rapper Lil' Wayne.

Dirigido pelo Benny Boom, a produção, toda em tons quentes de dourado e vermelho (afinal, o nome da música é "Light My Body Up"!), traz Nicki quase como uma deusa da luz, fazendo carão, sensualizando muito e ~iluminando o corpo~ de Guetta ao tocar em sua testa. É o poder, viu?


Como relembrar é viver, vamos lembrar os últimos clipes lançados pela rapper: tudo começou com "Swalla", parceria com o Jason Derulo e o Ty Dolla $ign. Depois, tivemos o videoclipe de "Run Up", do Major Lazer com o PARTYNEXTDOOR, e logo em seguida o de seu próprio single, "No Frauds". Recentemente, Onika liberou "Regret In Your Tears" exclusivamente no Tidal. Agora, "Light My Body Up", e nas próximas semanas veremos "Kissing Strangers", colaboração com o DNCE. UFA!

Depois de tantos avisos de que está realmente, 100%, completamente de volta, podemos esperar o quarto álbum da Nicki Minaj para ainda esse ano. 


A parceria entre ZAYN e Taylor Swift e primeiro single da trilha sonora do novo filme da franquia "50 Tons", "I Don't Wanna Live Forever", já é um hit consolidado nos Estados Unidos, tendo alcançado o #6 na Hot 100. Assim, para dar um gás na canção e promover o longa, que chega no mês que vem, o clipe da faixa foi liberado nessa sexta-feira (27). 

Embora alguns estivessem com expectativa de que o vídeo seria no ~tom de "50 Tons"~, fomos otários. A verdade é que nem poderia ser algo muito sexy e com muita pegação, afinal, a namorada de ZAYN, a modelo Gigi Haddid, faz parte do squad da Taylor. Assim, os dois tiveram que adaptar e a solução foi usar muito jogo de luz, fazer poses sensuais na cama, destruir quartos de hotel e se encontrar no final. Deu pro gasto, vai!
  


Além de ZAYN e Swift, a soundtrack do filme conta com outros grandes nomes, como Halsey e sua "Not Afraid Anymore" que é o próximo single de divulgação da trilha sonora, além de músicas ainda não liberadas de artistas como Tove Lo, Nicki Minaj, Nick Jonas, Sia e John Legend.

O filme "Cinquenta Tones Mais Escuros" chega aos cinemas no dia 9 de fevereiro. 
A internet é uma coisa maravilhosa, né? Quando Lady Gaga lançou o primeiro single do álbum “Joanne”, “Perfect Illusion”, choveram comparações da letra da cantora com o hit “Cilada”, do grupo brasileiro de pagode Molejo, e como eles não são bobos, nem nada, aproveitaram a homenagem da Tia Joana para prepararem o terreno do seu retorno e entraram na brincadeira.

O resultado foi positivamente assustador: as reproduções de “Cilada” cresceram mais que 100% no Spotify e, redes sociais afora, trouxe de volta à exposição o nome do Molejo, que emplacou nos anos 90 sucessos como “Dança da Vassoura” e “Brincadeira de Criança”.

Faltando pouco pra Lady Gaga fazer sua aguardada performance no Super Bowl, eis que os brasileiros voltaram oficialmente, com a inédita “Fofoca É Lixo”, e lançaram nesta terça-feira (24) seu videoclipe, no qual contam com a aparição de Gaga – com a capa de “Joanne” e a postagem em português feita nas suas redes sociais, na época em que os fãs estavam fazendo as comparações – e vários outros artistas, numa crítica às fofocas e especulações que tomam conta da internet.

Uma coisa muito bacana é que, apesar de termos parado pra ouvir esse novo trabalho do grupo por conta do meme, o lançamento é bom de verdade, com o videoclipe todo inspirado numa estética virtual propositalmente “trash”, esbarrando fácil na cultura seapunk e todos seus excessos visuais, antes explorados por Banda Uó, Karol Conka, Azealia Banks, MIA e até Rihanna. Assista abaixo:



E os caras estão mesmo de olho num hit, né? Tanto que até apostaram num “vai, Molejão!”, bastante parecido com o grito de palco do Wesley Safadão.

Agora a ideia é compartilhar o clipe até que chegue na Lady Gaga, quem sabe ela não os chama pra fazer um mashup ao vivo lá no Super Bowl? Ouvimos dizer que ela ainda não definiu seu artista convidado.
A gente já tinha falado aqui que "No Lie", parceria do Sean Paul com a Dua Lipa que é toda trabalhada na mistura do tropical house com o dancehall, tem cara de hit. E agora, pra chegar com força (pelo menos na parada de singles do UK), e quem sabe desbancar o reinado de "Rockabye", música do Clean Bandit em parceria com a Anne-Marie e com o próprio Sean, os dois lançaram hoje (10) o clipe da canção.

Se ouvindo a música a gente já percebe que quem rouba a cena é a Dua, no vídeo isso ficou ainda mais evidente. Mais reflexiva que a Nicki Minaj, a produção veio acompanhada de muitos espelhos enquanto a inglesa, é claro, arrasa nos carões. 



Alguém, por favor, poderia fazer essa música acontecer? Obrigada. 

Sean Paul vem de uma ótima sequência. Além do sucesso "Rockabye", o cara também esteve presente em um dos maiores hits de 2016, a maravilhosa "Cheap Thrills", da Sia. Está mais do que na hora do cara hitar com um single próprio, né?

Já Dua Lipa está em uma fase incrível. Com seu disco de estreia marcado para 10 de fevereiro, a cantora revelou recentemente um single promocional, a acústica e romântica "Thinking 'Bout You". Além disso, a inédita "Bad Together" caiu na internet essa semana e é tão boa que comprovou que o hype em cima da garota é realmente merecido. 
The Weeknd revelou a primeira amostra visual do seu novo disco, “Starboy”, e ao som da música homônima ao álbum, produzida pelo Daft Punk, o cantor introduz também a sua nova persona, que explica sua mudança de visual e, pelas dancinhas e interpretações do videoclipe, também adianta um pouquinho do que esperar da sua versão estrela.

Com direção do Grant Singer, mesmo de “Can’t Feel My Face”, o clipe de “Starboy” começa com uma disputa de The Weeknd com ele mesmo, que termina com o sacrifício do seu antigo eu, para o desfrute do que ele conquistou com seu álbum de estreia, “Beauty Behind The Madness”.

Se tratando do cantor, é claro que o clipe ficou LINDÃO e, dado o conceito do artista morto e substituído pela fama, tá mais que explicada a indicação antecipada ao MTV Europe Music Awards. Tá foda mesmo.

Confira abaixo:


Assim como Marina and The Diamonds e sua Electra Heart, Starboy é também o alter-ego de The Weeknd com seu novo disco, e sua versão estrelão deixa para trás o cantor mal encarado, dando lugar para o rockstar que ostenta seus prêmios e carrões, aproveitando ao máximo o que a fama lhe deu. Isso renderia um álbum visual, né? VAI QUE.

Vale lembrar que o cara foi uma das atrações recém-confirmadas no Lollapalooza Brasil 2017, com show confirmado em solos tupiniquins no mês de março. Eita que essa era começou maravilhosamente bem.

“Starboy”, o disco, está previsto para o dia 25 de novembro.

Inês Brasil soltou hoje no seu canal do YouTube o vídeo do seu atual single, "Undererê". A cantora gravou o clipe no dia 23 de agosto, na boate Bofetada Club, em São Paulo.

A trama começa com Inês interrompendo sua performance com um ataque de ciúmes ao ver seu boy com outra pessoa. Então, ela começa a cantar a música no meio dos fãs, do jeito inusitado que só ela sabe fazer. Outros flashes do vídeo são a cantora indo atrás do seu amado, que sai da boate num carrão e vai para um hotel. Lá, ela o vê jogando "Pokémon Go!" e se fantasia de Pikachu para seduzí-lo. A partir daí, os dois sobem pro quarto do hotel e é só make love. Tá hilário! RS



Inês e seus produtores disseram à imprensa que a intenção do trabalho é trazer os fãs cada vez mais para os vídeos, pois é por causa deles que ela ocupa o lugar que está! Acessível, né? Alguém dá o anjo pra ela.

Mais um ano, mais um VMA, mais torcidas e mais decepções. O Oscar dos Videoclipes não é humanamente capacitado para abraçar todos os lançamentos de um ano e encaixar em suas categorias, todos nós sabemos, mas fica difícil defender a premiação quando alguns destaques simplesmente são esquecidos de TODAS as categorias. Drê, meu, vambora cara, amiga não tenho como te defendê.

E o VMA 2016 não poderia fazer diferente (confira todos os indicados e nossas apostas aqui). Se de um lado temos Beyoncé com 11 indicações pelos seus múltiplos clipes do “Lemonade”, ou Adele e seu clipe bilionário de “Hello” com sete indicações, do outro temos uma leva de clipes (até bem mais merecedores, cof) comendo poeira.

Então eis que nós do It Pop, defensores dos fracos e oprimidos, estamos cá para trazer nosso top esnobados do VMA 2016 e quais categorias eles poderiam ter sido indicados. Nós vamos expor a MTV e divulgar que vamos expor a MTV.

“No”, Meghan Trainor

Dona da formula do hit perfeito (segundo a própria), a hitmaker de “All About That Bass” nunca foi muito querida no VMA, tanto que NENHUM dos seus clipes chegou a receber uma mísera indicação – e olha que a moça não tem uma videografia descartável. O esquecido da vez foi “No”, o clipe que abriu a era “Thank You” e trouxe uma Meghan bem Britney cheia de empoderamento feminino, coreografia e muito carão. Não bastou para o júri viêmeístico.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Pop, Melhor Vídeo Feminino.

“Final Song”, MØ

A nova loira do pop agora é mainstream depois do estouro que foi “Lean On” em 2015, e trouxe no clipe de “Final Song” todo o seu gingado escandinavo para o meio do deserto, numa versão 2.0 do clipe de “XXX 88”, onde MØzão flutua possuída pelo ritmo em takes belíssimos e coreografias para mostrar que nem só de divas americanas vive o pop. Mais uma vez esnobada, mas o que é um VMA ruim ou dois pra 130 milhões de brasileiros que a amam? Então, meu amor, ninguém é mais poderoso que deus e MØzão.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Pop, Melhor Vídeo Feminino, Melhor Direção, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Fotografia.

“Kill V. Main”, Grimes

Outra que decidiu cair de cabeça no pop, Grimes repaginou sua sonoridade com o “Art Angels”, sem deixar de fazer clipes de encher os olhos. O melhor da nova era é “Kill V. Main”, onde Clairinha (pros íntimos) chama sua gangue punk posseira para tocar o terror pela cidade em planos que se alternam entre a câmera lenta e entupidos de Chroma-key, sem esquecer das roupas de grife (como o incrível anjo negro e brusinha da Versace). “Kill V. Main” é uma colorida ode à juventude desenfreada.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Eletrônico, Melhor Vídeo Feminino, Melhor Direção, Melhor Edição, Melhor Fotografia.

“I'm In Control”, AlunaGeorge feat. Popcaan

Se temos Beyoncé no topo das indicações e “Formation” em “Vídeo do Ano”, o duo AlunaGeorge fez seu próprio tratado de representatividade negra com o clipe de “I’m In Control” – tanto que George não aparece, apenas Aluna. Filmado de forma quase documental, o vídeo explora a vida de uma comunidade e evoca suas cores sem perder a vibe sonora do momento, o dancehall, trazendo o jamaicano Popcaan em versos incríveis. Um clipe com sabor humano belíssimo.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Eletrônico, Melhor Edição, Melhor Direção, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia.

“Out Of The Woods”, Taylor Swift

Mesmo com todos os bafafás ao redor do nome de Taylor Swift na atualidade, a gatinha consegue fazer uns clipes incríveis. Se no ano passado ela fez a limpa no VMA, levando quatro moonmen (incluindo “Vídeo do Ano” com Bad Blood), na edição de 2016 ela foi deixada de lado. Se fosse arrematar alguma indicação, o clipe de “Out Of The Woods” seria o candidato ideal. Com muitos efeitos especiais, a loira corre em seu universo assombrado na quarta colaboração seguida com o diretor Joseph Kahn, que sabe muito bem o que faz.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Feminino, Melhor Direção, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhores Efeitos Visuais.

“Worship”, Years & Years

Os caras do Years & Years são mestres em fazer os clipes mais estranhões possíveis, e “Worship” talvez seja o mais estranho deles. Num clipe elétrico, Olly flutua entre o lado humano, onde canta trechos da canção, e o animalesco, em movimentos bizarros dignos do clipe de “Chandelier”. Toda a natureza imposta pelo clipe gera sensações conflitantes no espectador, seja medo ou até sexualidade, orquestrados com brilhantismo pela direção de Matt Lambert. Quando notamos, estamos prendendo a respiração.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Eletrônico, Melhor Vídeo Masculino, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhores Direção.

“Make Me Like You”, Gwen Stefani

Gwen Stefani pode não ter sido atração do Grammy 2016, mas conseguiu roubar a cena no intervalo quando gravou o primeiro clipe da história ao vivo na tevê. Num conceito parecido com a performance de “Applause” no VMA 2013, Gwen passeia por vários cenários onde vai ganhando (e tirando) peças de roupas para se adequar a cena, tudo feito ininterruptamente, ajudada pela esperta edição que fez todo mundo acreditar que o tombo com patins era real. Despretensioso, mas super divertido.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Pop, Melhor Vídeo Feminino, Melhor Direção de Arte.

“Bitch Better Have My Money”, Rihanna

Numa premiação que não deu “Vídeo do Ano” para “Thriller”, ou que esqueceu no churrasco a estatueta de “Melhor Coreografia” de “Vogue”, cá estamos com mais um exemplar imperdoável do VMA, dessa vez tendo a audácia de nem ao menos indicar, ele mesmo, o clipe de “Bitch Better Have My Money”. Proibido para menores pelo conteúdo impróprio (nudez, assassinato, violência e linguagem inadequada), o polêmico clipe de Rihanna para o single que foi esquecido pelo “Anti” foi um verdadeiro tiro quando lançado, mostrando a saga ensandecida da barbadiana para conseguir o seu dinheiro de volta. Mesmo com toda a controvérsia, não conseguimos desgrudar os olhos de um dos clipes definitivos de 2015. MTV discorda.



Renderia indicações de: Vídeo do Ano, Melhor Vídeo Feminino, Melhor Direção, Melhor Edição, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia.

“Confident”, Demi Lovato

A destemida era de Demi Lovato ganhou o mega reforço de Robert Rodrigues na direção do clipe de “Confident”. O diretor, famoso pelos seus tresloucados filmes (franquia “Machete”, “Sin City”, “Um Drink no Inferno”), jogou toda sua veia filme-de-ação-picareta no clipe, onde temos Lovato lutando contra Michelle Rodriguez em cenas de ação coreografadas e sem a menor vergonha na cara. Com um visual carregado, o clipe é um divertido (e confiante) curta que se rende aos filmes de espião da maneira mais Robert Rodrigues de ser.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Pop, Melhor Vídeo Feminino, Melhor Fotografia.

“Til It Happens To You”, Lady Gaga

Se alguém tem uma das melhores videografias da atualidade, esse alguém é Lady Gaga. A dona de 13 VMAs, clipes bombásticos e ditadores de tendência (ela é proprietária do eleito Clipe da Década 2000-2009, “Bad Romance”), Gaga decidiu sair dos holofotes e emprestar sua voz para a dolorida “Til It Happens To You”, tema do documentário “The Hunting Ground”. Todo em preto e branco, o vídeo mostra garotas sendo estupradas e como suas vidas seguem depois disso. Pesado, assustador e socialmente urgente, o clipe simplista carrega força pela crueza e mensagem.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo com Mensagem Social, Melhor Direção.

“Just Like Fire”, P!nk

Fugindo da preguiça que é fazer clipes de trilha sonora só com cenas do próprio filme (amém), P!nk volta à música com “Just Like Fire”, tema de “Alice Através do Espelho”, e, assim como o coloridíssimo filme, o vídeo acompanha a cantora pelo País das Maravilhas, enfrentando seu próprio eu ao seguir sua filhinha Willow, fazendo as vezes de Alice no clipe, que é pura magia. Com cenas mega elaboradas e cheias de efeitos, poderia ser o pontapé para a categoria “Melhor Clipe para Trilha Sonora”, ou algo do tipo.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Pop, Melhor Vídeo Feminino, Melhor Direção de Arte, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Fotografia.

“Close”, Nick Jonas feat. Tove Lo

Nosso Príncipe do Pop, Rei das Nossas Camas, Dono dos Nossos Corpos e tudo mais o que ele quiser, Nick Jonas, parecia aposta certa nesse VMA com o clipe de “Close”, parceria com a amadinha Tove Lo. Bem minimalista, o “Elastic Heart” do povão traz os cantores incapazes de se tocarem, sendo empurrados por uma força invisível. Bastante eficiente, o clipe incorpora o conceito da canção quando ambos se despem e se mostram vulneráveis, conseguindo finalmente estarem próximos. E é essa simplicidade que faz de “Close” ser tão bom. Mas não tão bom pra MTV, infelizmente.



Renderia indicações de: Melhor Vídeo Pop, Melhor Colaboração, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Fotografia.


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E por meio dessa matéria também aqui estamos em nome dos clipes que, mesmo figurando na lista de indicados, foram jogados de lado com pouquíssimas indicações, como "M.I.L.F. $" da Fergie, "Pillowtalk" do Zayn, "Work From Home" das Fifth Harmony e "Cheap Thrills" da Sia. Nossos corações também estão com vocês.
E chegou a hora! Já se tornou tradição elegermos anualmente os melhores do ano na música e, assim como fizemos em julho, selecionamos tudo que de melhor foi lançado no ano de 2015 para criar as listas de discos, álbuns e clipes do ano, sendo esta última a pauta da vez.

It Pop elege: Os 50 melhores singles de 2015
It Pop elege: Os 20 melhores EPs de 2015

Antes de mais nada, é importante explicarmos que as escolhas foram feitas com base nos votos dos membros de nossa própria equipe, levando em conta unicamente a qualidade e não números, e mantendo a postura democrática e opinativa que sempre tivemos por aqui, ressaltamos também que nossa opinião nunca será a última palavra, de forma que você deve se sentir livre para discordar e usar os comentários para revelar os seus favoritos também.

Terminou o ano com aquela sensação de que a música não está em uma das suas melhores fases? Repense essa visão. Confira abaixo os cinquenta melhores clipes de 2015, de acordo com o It Pop:

50) MØ - Kamikaze

Se com “Lean On”, MØ e os caras do Major Lazer foram colocar a Índia pra dançar, em “Kamikaze”, a dinamarquesa resolveu trazer essa temática multicultural para o seu pessoal, num clipe cheio de referências a cultura grega, enquanto ela e seus amigos dançam e bancam os gangsters alternês. Talvez seja esse o mais próximo de “Bad Girls”, da M.I.A., que pudemos assistir nesse ano, o que é um elogio e tanto.

49) Zedd - Beautiful Now (feat. Jon Bellion)

Com direção de Jodeb e alguns ajustes do próprio Zedd, o vídeo de “Beautiful Now” conta cinco diferentes histórias de como podemos aproveitar a possibilidade de nos tornarmos pessoas melhores e mais puras, mesmo após cometer os aparentes erros de nossas vidas. Com fotografia digna de muitos aplausos e uma jogada de câmeras intensa, o vídeo segue todos os toques nervosos e dramáticos que a faixa pede, mostrando porquê nosso pupilo da eletrônica merece estar entre os melhores do ano.

48) Brandon Flowers - Can't Deny My Love

Ótimas músicas nem sempre rendem clipes à altura, certo? Com "Can't Deny My Love", por sorte, isso não aconteceu e o resultado é um fantástico clipe. Dirigido pela dupla Robert Schober/Pat Scola e com fotografia impecável, vem todinho inspirado numa história épica e cercada de mistério, onde Brandon, desconfiado do comportamento de sua mulher (ou seria tomado por sua paranoia?), interpretada por Evan Rachel Wood, sai dos domínios de seu vilarejo rumo a uma montanha onde acontece uma série de rituais estranhos, aos quais acredita que ela faça parte. Mas será que ele está realmente certo? Intrigante e impecável.

47) Pharrell Williams - Freedom

Desde seu lançamento, Pharrell Williams fez de tudo para tornar “Freedom” sua mais nova “Happy”. Ainda que não tenha conseguido todo o sucesso, o recente single do cara aborda um tema super importante e delicado: a opressão contra as minorias e os menos favorecidos. Ao gritos de liberdade, Pharrell explora diversos cenários tão presentes na nossa sociedade (ainda com raízes escravocratas) e contrapõe imagens que nos remetem a ideia independência incondicional, como animais correndo ao campo sem qualquer limitação. Em tempos de luta pela paz mundial, são essas mensagens que precisam movimentar a sociedade e o It Pop aprova tais atitudes.

46) Britney Spears - Pretty Girls (feat. Iggy Azalea)

A música pode ser de qualidade duvidosa, mas o clipe da Britney Spears e Iggy Azalea para “Pretty Girls” é uma das melhores e mais divertidas coisas do ano, para o bem e para o mal. Na parceria, Britney e a rapper australiana revivem o filme “Meu Marido É De Outro Mundo” e, num visual totalmente oitentista, mostram as duas se divertindo com uma amizade de outro mundo, literalmente.

45) Kelly Clarkson - Invincible

Mesmo com seu novo ótimo álbum, "Piece by Piece", completamente ignorado pelo grande público, Kelly Clarkson continuou promovendo o material, l”ançando Invincible", segundo single oficial do projeto. A power ballad co-escrita pelos hitmakers de "Chandelier", Sia e Greg Kurstin, teve seu clipe dirigido por Natalia Mroczka e parte para um tema que Clarkson adora: o foco em autoajuda, através das relações humanas, de forma que consigamos nos reerguer após as adversidades, de forma bem sensível. Tudo isso, feito através de pessoas presas em seus mundos (provavelmente depressivas) - no caso, caixas -, e que encontram a felicidade ao conseguirem se libertar disso.

44) Of Monsters and Men - Crystals

Boa parte do público alternativo não tirou os olhos de Björk e os trabalhos do seu disco novo, “Vulnicura”, mas se teve um artista que realmente prendeu nossa atenção vindo da Islândia, esse foi a banda Of Monsters and Men. Desde o álbum de estreia “My Head Is An  Animal”, o sexteto nos apresenta clipes grandiosos, com temáticas e cenários verdadeiramente épicos, e na busca pela criatura dos olhos de cristal de Nanna e sua trupe em “Crystals”, não poderia ter sido diferente.

43) Little Mix - Black Magic

The best girlband in the world is back! Dirigido pelo X, o clipe do hino "Black Magic" traz as meninas numa trama inspirada no filme "Jovens Bruxas" (The Craft), lançado em 1996, onde um grupo de garotas estudantes e recém-chegadas a um colégio católico, sofre bullying e numa ida à biblioteca, encontram um livro de magia, onde ao lê-lo e realizar uma espécie de ritual, começam a desenvolver alguns poderes mágicos para serem usados contra aqueles que queiram fazê-las mal, mas que acabam causando uma série de confusões, pois as meninas passam a usá-los em todas as situações. É colorido, divertido e Little Mix, então, tem lugar cativo na lista hahaha.

42) Zara Larsson & MNEK - Never Forget You

"Never Forget You", brilhante parceria e com cara de hino deep house, entre a sueca prodígio Zara Larsson e o maravilhoso MNEK teve deu clipe dirigido por Richard Paris Wilson e filmado na Terra de Björk, a Islândia. Nele, temos uma história de cumplicidade que resiste ao tempo, envolvendo uma garotinha (em primeiro plano) com um curioso, mas simpático, monstrinho, em alusão ao de "Onde Vivem Os Monstros". Certamente, a história tem muito sincretismo envolvido ou, quem sabe, até seja uma lenda local também, vai saber?! Mas o que temos certeza, é que toda sua beleza/fotografia, jamais seria esquecida numa lista como a nossa.

41) Adam Lambert - Another Lonely Night

Para promover o seu mais recente álbum, Adam Lambert escolheu a (excelente) faixa “Another Lonely Night” como segundo single e nos presenteou com um clipe belíssimo. Seguindo o conceito do que a letra da música diz, o popstar apresentou no vídeo a história de quatro diferentes personagens, mas que carregam a mesma mensagem: mesmo que a gente esteja rodeado de pessoas o tempo todo, no fundo, estamos todos sozinhos. Com uma linguagem moderna, com o contraste perfeito entre as cores e muito bem dirigido - com cortes que acompanham a batida da música - o vídeo clipe de “ALN” traduziu com perfeição a temática da música e conseguiu fazer com que a gente se identificasse com, pelo menos, uma das histórias. 2015 foi um ano bem legal pro Adam Lambert.

40) Rita Ora - Poison

O vídeo clipe de “Poison” traz Rita Ora no papel de uma personagem que chama a atenção de um fotógrafo e que resolve deixá-la famosa com seus cliques. Porém, no auge de sua fama, ela percebe que está envenenada e que aquilo não é seu verdadeiro eu, tentando correr atrás de suas origens. Com reviravoltas, que você mesmo deve conferir, o clipe cumpre muito bem o seu papel e faz Rita aparecer na nossa lista de melhores do ano. Com uma introdução narrada pela própria cantora, o clipe se desenvolve por meio de uma produção impecável que deixa o vídeo com cara de editorial de moda e a cantora com uma postura de rockeira/fashionista que, até então, não tinha sido explorada em seus vídeos. 

39) Demi Lovato - Cool For The Summer

Nessa Era, Demi Lovato quis mostrar pra gente, pra você e pra todo mundo como ela está confiante, poderosa, feliz com o seu próprio corpo e com o lugar que ocupa no mundo e é exatamente nesse clima que o vídeo de "Cool For The Summer" foi construído. Com a iluminação certa para dar o clima de sensualidade que a música pede, com figurinos que valorizam o corpo da cantora e com uma galera jovem e bonita pra compor com todo esse conceito, o vídeo clipe do primeiro single do "Confident" da o seu recado e cumpre exatamente o que a gente esperava pra canção: festa, curtição, muita gente bonita e a Demi arrasando e sensualizando.

38) Selena Gomez - Same Old Love

Para "Same Old Love", uma canção que fala sobre o término de uma relação, Selena Gomez convidou Michael Haussman (Kanye West, Madonna, Justin Timberlake) para dirigir o vídeo clipe da canção. Com cortes precisos e um jogo de câmera que acompanha as batidas da canção, o vídeo mostra Selena dentro de seu carro observando algumas histórias que nos trazem a sensação de que não somos os únicos que estamos passando por aquele momento difícil. Para a cena final, o diretor usou imagens captadas no evento de lançamento do disco com os fãs da cantora e o trabalho não poderia ser mais interessante. A fotografia é belíssima, a narrativa do clipe se conecta com a canção e Selena nos faz lembrar porque é uma das artistas mais interessantes dessa geração.

37) Adele - Hello

Para realizar o seu retorno super aguardado e com a função de dar vida a um dos singles mais poderosos do ano, Adele resolveu caprichar na produção do vídeo de "Hello" e escalou Xavier Dolan, famoso diretor, para assinar o vídeo da canção. O clipe, que nos faz mergulhar no relacionamento dos protagonistas, tem elementos de uma grande produção cinematográfica. A fotografia é impecável e totalmente ajustada ao clima da canção, o figurino casa perfeitamente com os elementos e o diretor ainda optou por usar um filtro, dando mais harmonia ao vídeo. Se tudo isso já não fosse suficiente pra garantir "Hello" em nossa lista, Adele aparece completamente entregue ao vídeo, dando vida aos sentimentos necessários para a canção.

36) Kendrick Lamar - Alright

Dono de um dos álbuns mais aclamados dos últimos anos, o rapper Kendrick Lamar também provou que sua videografia pode ser tão memorável quanto. E o resultado disso, é visto no clipe de"Alright". Dirigido por Colin Tilley e todo filmado em P&B, o conceito do vídeo foi inspirado a partir da onda de assassinatos de jovens negros por policiais brancos e demais tragédias desse tipo. Cheio de simbolismos, dança, imagens que satirizam (de forma brilhante) algumas abordagens e memoráveis devido ao jeito como são retratadas.

35) Carly Rae Jepsen - Run Away With Me

Carly Rae Jepsen ganhou o mundo com o hit “Call Me Maybe”, mas foi o mundo que teve a ganhar com o disco novo da canadense, “EMOTION”, de onde ela extraiu o single “Run Away With Me”. No vídeo, levando sua letra quase que de forma literal, Jeppo viaja ao redor do mundo e parece encarnar toda a despretensão de seus sintetizadores, enquanto nos leva nessa fuga ao seu lado.

34) FKA Twigs - Pendulum

FKA Twigs, ou Formalmente Conhecida Como Gravetos (que é a tradução literal do nome artístico), sem dúvidas é uma das grandes responsáveis pela constante inovação audiovisual da música internacional nos dias de hoje. Prova disso é o agonizante clipe de “Pendulum”, que mostra em sua inteira duração FKA suspensa e amarrada por seus próprios cabelos, como um... pêndulo mesmo. Entre closes e takes que testam todos os nossos nervos, só podemos dizer que, tão introspectivo quanto sua faixa, o clipe é incrivelmente lindo.

33) Tove Lo - Talking Body

Acontecimento pop de 2014, a sueca Tove Lo trouxe em "Talking Body" um grande clipe, provando que "menos é mais". Com uma história simples, mas muito bem executada por Andreas Weman, vemos a cantora atravessar todo um estúdio escuro em meio às mais variadas situações - motel, "inferninho" e até um carnaval de rua - em busca de um misterioso boy magya em fuga, culminando em seu inesperadamente sádico, mas sedutor, final.

32) J. Cole - G.O.M.D.

Quando Emicida apareceu com o clipe de “Boa Esperança”, muita gente comparou a produção com “G.O.M.D.”, do rapper J. Cole, e com razão. O protegido do Jay Z conquistou um espaço e tanto com seu disco do ano passado, “2014 Forest Hills Drive”, e no clipe de um dos seus singles, retrata justamente os versos também cantados pelo brasileiro que, na sua canção, manda avisar, “eles dizem que nosso pau é grande, espera até ver nosso ódio”. Junto com o disco do Kendrick Lamar, esse foi um dos momentos mais representativos para a luta do movimento negro no hip-hop atual.

31) The Weeknd - Can't Feel My Face

2015 foi o ano em que The Weeknd pegou fogo, literalmente. O cantor, que despontou como um dos maiores destaques do ano com o disco “Beauty Behind The Madness”, acumulou cerca de quatro hits ao longo de 2015 e um dos principais deles foi “Can’t Feel My Face”. No clipe, Abel faz uma performance pra uma plateia que não está lá tão interessada em sua música, até que o cantor, numa medida desesperada, encontra um meio de manter sua merecida atenção.

30) Björk - Black Lake

Quando se trata da Björk, a única certeza que temos é que veremos em mãos um trabalho puramente artístico. Tendo estreia exclusiva em sua mostra no Museu de Arte Moderna de Nova York, o clipe de "Black Lake" é quase um mini-documentário de 10 minutos, dirigido por Andrew Thomas Huang, no qual a cantora cria um vídeo minimalista e tocante em meio à paisagem título, em sua terra-natal, a Islândia, enquanto chora e lamenta sua separação com o ex-marido, que serviu de inspiração para o álbum "Vulnicura".

29) Allie X - Catch

A estreante Allie X, uma das trigêmeas perdidas da Lady Gaga (a outra é a Lykke Li), jogou algumas faixas aleatórias em seu Soundcloud ano passado para preparar o terreno para o lançamento do seu EP de estreia, "CollXtion I", e o carro-chefe do material é a tóxica "Catch", que ganhou um dos clipes mais incríveis que vimos nos últimos tempos. Montado como se fosse um GIF gigante, o vídeo é completamente feito com imagens sobrepostas e animadas que dão um efeito robótico incrível ao vídeo, impulsionado pelas imagens surrealistas da cantora, que pela primeira vez mostrou seu rosto por completo. "Catch" é pop que enche os olhos e assusta na mesma medida, o que é sempre sensacional.

28) Madonna - Ghosttown

O fim do mundo fez bem à Madonna em Ghosttown. E se o segundo single do Rebel Heart foi subestimado, seu clipe foi tão ou até mais. O vídeo da música que foi listada como uma das melhores do ano por nós e pelos leitores da Rolling Stones mostra Madonna vinte anos mais nova num período pós-apocalíptico, onde só vivem ela, uma criança asiática e um caçador que se rende aos encantos da cantora. A cenografia, a fotografia, o roteiro e a bela coreografia que Madonna dança com o homem que estrela o vídeo torna-o um dos mais belos e bem-feitos da longa carreira da rainha do pop.

27) Grimes - Flesh Without Blood/Life In The Vivid Dream

A Grimes voltou pronta para deixar seus fãs sem ar. A cantora, conhecida pelo público mais alternativo, apresentou nesse ano o álbum “Art Angels” e, abrindo os trabalhos com o mesmo, nos trouxe o maravilhoso clipe de “Flesh Without Blood” e “Life In The Vivid Dream”, no qual vive as mais variadas personagens, em meio a muitas cores e cenários que tornam a produção tão, mas tão grandiosa, que seria um verdadeiro desperdício se não estivesse tão acessível para o mainstream.

26) Panic! At The Disco - Emperor's New Clothes

Dando início aos trabalhos do quinto disco de inéditos da banda (de um cara só), o Panic! At the Disco foi responsável pelo lançamento de um dos vídeos mais assustadores e, ao mesmo tempo, encantadores deste ano. Continuando a história contada no clipe de "This is Gospel", Brendon Urie dá vida à fábula conhecida como "O traje do novo imperador", cuja moral da história se desenvolve no paradigma "Nada pode ser considerado verdade só porque todos pensam ser verdade". Misturando devaneios a realidade, o clipe conta com efeitos especiais de primeira linha, maquiagem irretocável e um Brendon aterrorizante na pele da criatura monstruosa que faz o enredo do vídeo. Perfeito!

25) MAX - Gibberish (feat. Hoodie Allen)

Que nós gostamos de MAX, não há dúvidas. O clipe de "Gibberish", é apenas a cereja que faltava nesse bolo. Cheio de efeitos e com uma história nadinha linear, seguimos o cantor pelo estúdio, enquanto segue uma bailarina, que repete seus movimentos, porém, de forma reversa, num dos momentos mais sensacionais e mindfuck do ano em videoclipes.

24) Zella Day - Hypnotic

Você já imaginou como seria Lana Del Rey sem sua vontade de estar morta? Se já, seus problemas acabaram: eis Zella Day. A cantora, uma versão mais pop e feliz da rainha dos lábios de 15kg, lançou seu álbum de estreia esse ano e, mostrando como se faz, lançou a obra-prima que é o clipe do hino "Hypnotic". Inspirado pesadamente pelo filme "A Montanha Sagrada", o vídeo conta a história de um amor narcotizante entre Zella e um mago andarilho sexy e descamisado, que praticamente a possui com seus rituais mágicos, tudo nos moldes do filme, com alguns cenários exatamente iguais. Locações, figurinos, iluminação, efeitos especiais, tudo é milimetricamente costurado para dar o ar alucinógeno do clipe, uma das melhores coisas que vimos de artistas estreantes nos últimos tempos.

23) Karol Conká - Tombei (feat. Tropkillaz)

A nova era do pop nacional ainda está sendo lapidada e, para a nossa felicidade, pelos melhores nomes possíveis. Um deles, ainda que não completamente pop, é da rapper Karol Conká, que nesse ano nos deixou boquiabertos ao se unir com os produtores do duo Tropkillaz e o coletivo de videoclipes Kondzilla em “Tombei”. Na produção, que em nada perde para clipes de rappers gringos, bem como de cantoras como Rihanna e Beyoncé, Conká está decidida a mostrar o poder do seu nome e, claro, da sua própria presença, numa postura que, antes mesmo de acumular incomodados, já tombou todos eles.

22) Years & Years - King

A gente já apostava no talento e no sucesso do Years & Years quando fizemos um ItPop Apresenta só pra eles e ficamos super satisfeitos e animados quando vimos o clipe de "King”. Isso porque o vídeo é daquele tipo não convencional e que apresenta elementos, aparentemente, desconexos entre si. Mas se a gente parar pra prestar atenção na letra, vamos perceber que toda a coreografia, feita por Ryan Heffington tem tudo a ver com um verso da música "I was a king under your control”, o que explica a coreografia comandada pelas pessoas de branco que aparecem no vídeo, traduzindo muito bem o sentimento de estar sendo controlado por alguém e de querer que ela te deixe ir embora, tema central da canção.

21) Naughty Boy - Runnin' (Lose It All) [feat. Beyoncé & Arrow Benjamin]

Gente, que coisa linda! Sério. Talvez esse seja um dos clipes mais bonitos dos últimos anos. Naugthy Boy optou por um vídeo conceitual e de muito bom gosto pra sua parceria com Beyoncé e Arrow Benjamin. Com um casal apaixonado se esforçando pelo seu encontro, o vídeo clipe todo se passa no fundo do mar. Dirigido por Julie Gautier, o vídeo apresenta uma fotografia belíssima, uma coreografia impecável e consegue ainda explorar ângulos super interessantes e a baixa gravidade de quando estamos submersos, resultando num vídeo sensível e delicado, mas ao mesmo tempo, intenso, exatamente como a canção. Lindo! <3

20) Mackelmore & Ryan Lewis - Downtown

Não há adjetivos pra gente se entusiasmar tanto ao falar desse novo clipe de Macklemore & Ryan Lewis. "Downtown" abre os trabalhos do aguardado segundo álbum do multipremiado duo. Seu clipe, dirigido novamente por Ryan Lewis, segue o rumo de sua videografia: megalomaníaco e espetacular, com planos abertos maravilhosos. Nele, vemos Mack e Eric Nally (que está sensacional) como líderes carismáticos de gangues, em meio à uma L.A. setentista, em busca de obterem o domínio do "Downtown", principal região e ponto de encontro da cidade, numa clara homenagem à Broadway. Detalhe pra evolução monstruosa de Macklemore, que já não bastava ser lindo, sensível e talentoso, agora também mostra que sabe dançar e MUITO bem. Já venceu o EMA de Clipe do Ano em 2015, mas podemos afirmar que também será indicado a Video of the Year no VMA 2016, né?!

19) Lady Gaga - Til It Happens To You

Se Lady Gaga lança um videoclipe, nós precisamos assisti-lo. Ainda que não seja de nenhum de seus discos, “Til’ It Happens To You” é um dos momentos mais significativos da carreira de Gaga e justamente pela mensagem que ele representa. No clipe, tão tocante quanto a canção, a cantora usa do choque para nos prender e, se tiver um coração batendo aí no seu peito, o mais provável é que lágrimas corram antes do último segundo dessa incrível produção.

18) Lana Del Rey - High By The Beach

Ninguém interrompe o sono de beleza da Lana Del Rey. Foi com “High By The Beach” que a nova-iorquina abriu os trabalhos do seu terceiro disco, “Honeymoon”, e enquanto flertava com uma sonoridade mais divertida, arriscava também passos mais largos em seu videoclipe, simples, mas muito bem executado, em que, cansada de morrer, é ela quem mata e de uma forma tragicamente inusitada.

17) Troye Sivan - WILD

Escolher um clipe só, entre uma trilogia fantástica lançada por Troye Sivan, foi doloroso. Nossa opção por "Wild" é porque ele marca o começo de tudo, no qual somos introduzidos à história de dois amigos que cresceram juntos e, em algum momento, descobrem que são realmente apaixonados um pelo outro. Sem revelar muito da trama, o pai alcoólatra e abusivo do par de Troye, percebe esse interesse amoroso, que causa problemas no estreito vínculo existente entre eles, que culmina nas duas (impecáveis) sequências, fazendo desse um dos projetos mais ambiciosos do ano, conduzido com maestria pelo diretor Tim Mattia e com ótimas interpretações de Troye, Matthew Erikson e todos os demais membros do elenco, que juntos, conseguiram criar, lindamente, uma grande história dentro de uma quantidade muito curta de tempo.


16) Ariana Grande - Focus

Para a narcisista geração das selfies, “Focus” da Ariana Grande cai como uma luva. Cada vez mais extrovertida em frente as câmeras, a cantora parece atingir o auge do seus trabalhos audiovisuais no clipe do primeiro single de seu novo CD, “Moonlight”, enquanto dança, joga os cabelos e sensualiza como se não houvesse amanhã.

15) Disclosure - Magnets (feat. Lorde)

Quem viu Lorde lá no começo de sua carreira, com a timidez fofa de “Royals” ou olhar penetrante de “Tennis Court”, dificilmente imaginaria vê-la como apareceu em “Magnets”, clipe da sua parceria com o duo Disclosure. Pela primeira vez explorando um pouco de sua sensualidade, no vídeo, a neozelandesa é uma verdadeira femme fatale e, em meio aos synths do duo britânico, não conseguimos tirar os olhos da tela pra não perder nenhum dos seus movimentos.

14) M.I.A. - Borders

M.I.A. é a melhor rapper da atualidade. Por mais que não tenha a mesma atenção que outras mulheres neste gênero, ela sempre esteve disposta a nos falar o que era necessário, ainda que a maioria não quisesse ouvir, e em “Borders”, toca na ferida mundial, enquanto lidera grupos de refugiados tentando atravessar a fronteira, justamente quando toda a mídia parece simpatizar com uma única bandeira. O clipe é um aquecimento para a chegada de seu novo disco, “Matahdatah”, que deve sair em 2016 e com muitos outros tiros e balas perdidas.

13) Hurts - Lights

Segundo single de "Surrender", o videoclipe da faixa "Lights" é um belo sinônimo para destruição. Dirigido por Down Shadforth, ele é OBRIGATÓRIO em qualquer lista de melhores do ano de 2015, simplesmente porque é sensacional em todos os sentidos. Com direção precisa, fotografia magistral e direção de arte ímpar, nos entregam uma performance coreografada, semelhante a uma tourada, envolvendo o vocalista, Theo, e a bela mocinha que protagoniza o clipe, em meio a uma trama que envolve amor, álcool, ostentação e sangue. Absurdamente impecável!

12) Florence + The Machine - Delilah

Florence sempre se destacou pela parte visual impecável e superproduções de seus clipes, e com o de "Delilah" não seria diferente. No sexto capítulo de sua odisseia e sob a direção de Vincent Haycock, temos uma brilhante inversão da famosa história bíblica, agora recontada sob a perspectiva de Dalila, que é uma mulher em busca de liberdade e sua própria felicidade, mesmo que tenha de enfrentar seus demônios por isso. Obra singular, como tudo que pertence à Florence, aqui o que não falta são simbologias, que dão um mistério ainda maior a essa obra de arte contemporânea. Do roteiro à coreografia (assinada por Holly Blakey), é tudo tão bem calculado e executado, que até um crossover com o clipe/história de "What Kind of Man" pode ser percebido, amarrando ainda mais essa bela saga dantesca com contornos bíblicos.

11) Tinashe - All Hands On Deck

Desde o início, a faixa "All Hands On Deck" era uma das preferidas do álbum de estreia da Tinashe. Então, quando ela a anunciou como single, os fãs ficaram em polvorosa. Porém, isso duplicou de tamanho quando ela lançou o clipe pra faixa, que é, apenas, uma das melhores definições do meme "Bicha, a senhora é destruidora mesmo, hein?!" hahaha. Nele, nossa princesinha urban dá um show de passinhos e sensualidade numa performance memorável dentro de um estaleiro repleto de contêiners. Precisamos de um tempinho pra respirar, porque perdemos o fôlego aqui.

10) Stromae - quand c'est ?

O belga Stromae ainda é um nome pouquíssimo conhecido no mercado americano (o que chega a assustar), mesmo sendo gigante na Europa e, sem dúvidas, um dos artistas mais versáteis e espetaculares do pop moderno. Prova maior disso – além, lógico, de sua impecável discografia – são seus clipes, sempre levados ao público como obras de arte modernas (comprovem com "Papaoutai", "tous les mêmes", "ta fête" e "Carmen"), sempre com algum tipo de mensagem interessante. A da vez e que conquistou vaga na nossa lista, se chama "Quand c'est?". No vídeo, todo em P&B, com direção de arte, fotografia e cheio de efeitos especiais impecáveis, vemos o cantor em meio a uma apresentação meio Teatro de Sombras, em que contracena com o câncer à que a música se refere, bem como seus males ao longo da vida e do ciclo em que se vive, num genioso e destruidor espetáculo corporal, como sempre. Sensível, inteligente na mensagem e brilhantemente executado. Tá de parabéns, Stromae!

9) Anitta – Bang

Anitta usou 2015 pra marcar seu nome no cenário brasileiro e "Bang" foi a grande responsável por isso. O single apresenta os elementos que já haviam dado certo com a cantora: letra fácil, harmonia gostosa e refrão chiclete. E ajudar a impulsionar seu single e torná-lo um hit, Anitta trouxe um clipe cheio de conceito.Dirigido por Giovanni Bianco, o vídeo seguiu, de certa forma, a premissa "menos é mais". Com fundo em chroma key, figurino  harmônico e poucos elementos, o charme do vídeo ficou por conta do trabalho do famoso diretor, que abusou das animações e deixou o clipe muito moderno e com cara de produção internacional. Guardadas as devidas proporções, Anitta conquistou a seu próprio clipe à la Single Ladies".

8) Ciara - Dance Like We're Making Love

Rainha que é, Ciara não poderia estar nessa lista com um clipe que não fosse a destruição de outros reinos, chamada "Dancing We're Making Love", né? Dirigido por Dave Meyers e esbanjando sensualidade, bom gosto e fotografia impecável, ela nos entrega um videoclipe MARAVILHOSO, se divertindo com o amado num final de semana qualquer numa mansão, em meio à muita dança, figurinos deslumbrantes e uma espetacular sequência final, que, por si só, já seria memorável o suficiente para garantir o lugarzinho da moça aqui. Por coisas assim é que na outra vida adoraríamos nascer Ciara. E estamos falando bem sério.

7) Madonna - Living For Love

O parto do "Rebel Heart", 13º álbum da Madonna, foi cheio de complicações. Prova disso é o clipe que abriu os trabalhos, "Living For Love", uma luta metafórica entre Madonna e todos os minotauros de sua vida que diariamente a tentam derrubar. Mas bitch, she's Madonna. Num clipe todo em carmim, a Rainha do Pop orquestra um vídeo fabulosamente simples, que usa de um domínio técnico afiado para transformá-lo em um dos melhores do ano, seja nos jogos de câmera, que fazem um balé pelo cenário, até os figurinos e a plataforma circular onde a proprietária da música pop flutua presa a cabos de aço, para no fim mostrar que minotauro bateu de frente é só tiro, porrada e bomba.

6) Drake - Hotline Bling

Antes de Adele nos fazer o telefonema mais aguardado do ano, foi Drake quem pegou nosso número e, pra falar a verdade, por nós, essa ligação não acabaria tão cedo. Numa proposta que cumpre a máxima de que “menos é mais”, o clipe do rapper para “Hotline Bling” não nos mostra muita coisa, mas convence justamente na sua simplicidade, a começar pelas dancinhas do cara que, por mais estranhas que pareçam, são, de certa forma, bastante sedutoras.

5) Hilary Duff - Sparks

A volta de Hilary Duff pode não ter causado o efeito esperado, mas, definitivamente, nos rendeu alguns dos melhores materiais do pop que consumiremos pelos próximos anos. Toda a descontração da cantora em “Sparks” é justamente o sopro de ar fresco pelo qual o pop implora desde que todas as outras grandes artistas desse meio se renderam a propostas mais engessadas, sendo, basicamente, o que esperaríamos da Katy Perry, caso ela ainda estivesse disposta a agradar seu público adulto.

4) Major Lazer & DJ Snake - Lean On (feat. MØ)

Que não dá pra ficar parado ao som de “Lean On”, do Major Lazer com a MØ e DJ Snake, qualquer um que esteja com os exames de audição em dia sabe, mas o que poucos talvez tenham percebido é que o videoclipe da canção foi um fator crucial para o seu sucesso. E, neste momento, você pode pensar que isso se dá pelo fato dos grandiosos cenários, elenco indiano ou Diplo sem camisa, mas não se engane: a grande atração é a cantora dinamarquesa que dá voz a faixa e suas dancinhas descontroladas. Ela realmente precisa de alguém para se apoiar.

3) Sia - Elastic Heart

Se Sia fez com que a gente repensasse o que andávamos consumindo quando voltou com “Chandelier”, em “Elastic Heart” ela nos lembrou o sentido da arte em sua essência. Perturbador, senvível e bastante significativo, o clipe protagonizado pela pequena Maddie Ziegler e o ator Shia LaBeouf retrata nossos confrontos internos e, em seus poucos minutos, nos causa as mais variadas reações. E é sobre isso que a arte trata, nos causar sensações, sejam elas boas ou ruins.

2) Taylor Swift - Bad Blood (feat. Kendrick Lamar)

O que acontece quando uma das maiores artistas da atualidade une um verdadeiro esquadrão de modelos, atrizes e outras cantoras do momento? Na vida real, o mais provável é que acontecesse uma grande selfie, mas no clipe de Taylor Swift, o resultado é bem mais animador. Em “Bad Blood”, a cantora vem acompanhada de um time de peso, exalando vingança e referências geeks do cinema para dar e vender. Se não bastasse o puta elenco, o vídeo ainda traz uma ponta do Kendrick Lamar, que trouxe ainda mais sangue nos olhos pra canção. Esconda seus gatos!

1) Rihanna - Bitch Better Have My Money

Se você deve a Rihanna, ela vai te cobrar. Já fazia um bom tempo que não víamos um videoclipe tão bem feito por uma artista pop e com essa proposta tãaao cinematográfica. “Bitch Better Have My Money” é agressivo, ousado, empoderado, moderadamente bem-humorado, NSFW e, se tratando de Rihanna, extremamente sexy. No vídeo, Riri é uma mulher sanguinária e disposta a buscar o que lhe pertence, mesmo que isso custe algumas vidas. Sério, é melhor você estar com o dinheiro dela.

***

Ei, 2015, what’s good? Nossa temporada de listas está só começando e, pelos próximos dias, vocês ainda conhecerão outros especiais. E sentiu falta de algum lançamento? Se sim, não fica triste não. Katy Perry vai ao Grammy esquentar cadeira há anos e mesmo assim está sempre com um sorriso no rosto. Que venha 2016 e outras ótimas músicas pop que façam nosso ano valer a pena. 
Era dia 24 de maio de 2005 quando foi lançado "Pon De Replay", single de estreia da Rihanna, o que viria a ser o primeiro de muuuuitos singles de sucesso da barbadiana - com peak #2 na Hot 100. Sete álbuns, 58 singles e 33 clipes, cá estamos, 10 anos depois, repetindo, DEZ ANOS DEPOIS. Já podemos nos sentir velhos? Para comemoramos os 10 anos da carreira da Rihanna escolhemos nossos 10 clipes favoritos da vasta videografia da cantora, tarefa super difícil para quem tem tantos clipes, eras incríveis e nada menos que 21 VEVOs Certifieds (e bem próxima de conseguir mais dois). Vamos lá?

Os videoclipes não são uma simples ferramenta de divulgação de algum single no mundo do k-pop. Aqui, muitas vezes, ele carrega todo o conceito de um álbum e sempre marca o retorno de um grupo ou artista. Isso, sem levarmos em conta a arriscada estratégia de divulgar um clipe sem o lançamento prévio da canção, sendo tudo ou nada. MAS, diferente do pop ocidental, que as vezes se arrisca em tal estratégia, dificilmente falha.

A banda mais bacana da atual indústria musical acaba de lançar um novo clipe. Depois do sucesso com os hits "Radioactive", "It's Time" e "Demons" (a última citada ocupa, atualmente, a 8ª posição no Hot 100 da Billboard, além de estar entre as dez faixas mais vendidas no iTunes), a banda resolveu lançar um videoclipe para promover a animada "On Top of the World".

Com uma vibe mais leve, diferente dos singles anteriores, o videoclipe acompanha a primeira viagem do homem à lua com uma boa dose de humor, além de trazer referências aos Beatles, ao movimento hippie e ao ambiente nostálgico da época. Confira:


Será mais um sucesso para o currículo dos caras? Lembrando que "On Top of the World" serviu como tema da animação "Os Croods", do longa "O Incrível Mágico Burt Wonderstone", além de estar presente na trilha sonora dos games da FIFA 2013.

O Imagine Dragons foi confirmado como uma das atrações do Lollapalooza 2014, que acontecerá nos dias 5 e 6 de abril, no autódromo de Interlagos em São Paulo. A terceira edição do festival no país também trará nomes como Arcade Fire, Muse, Nine Inch Nails, Capital Cities, Ellie Goulding , Vampire Weekend, Lorde, entre outros.

Quando o assunto é sensualidade, tem artista que manda muito bem! E foi com esse pensamento que o site do canal americano VH1 divulgou uma lista com os 25 clipes musicais mais sexy de todos os tempos. Será que seu ídolo apareceu nesta listagem? Tem Britney Spears, Lady Gaga, Madonna, Hilary Duff, Rihanna e muito mais! Performers que marcaram algum momento da música com seus trabalhos que abusavam da sensualidade - e todos amamos isso, certo? E conseguem adivinhar qual foi a artista em destaque segundo o canal?


Sim! If you ain't dirrty, you ain't here to party! Christina Aguilera foi eleita a mulher mais escandalosamente sexy com seu o sensacional "Dirrty" de 2002! O clipe foi um trabalho impactante na carreira da cantora, divindo os fãs e a crítica. David LaChapelle, o talentosíssimo diretor do vídeo, o descreveu como “uma orgia pós-apocalíptica” e o VH1 explica sua escolha:
O clipe foi banido da Tailândia por mostrar cartazes, escritos em tailandês, estimulando o turismo sexual no local (o diretor do vídeo disse que não sabia que os cartazes diziam isso). Muitos criticaram Christina por deixar o sexo tomar a frente da música e a imagem dela foi amplamente ridicularizada por críticos. Mesmo assim, o vídeo recebeu grande atenção da MTV, que o consagrou como o clipe mais sexy da história e o colocou no Hall da Fama do TRL. Ainda pelo lado positivo, foi ele quem apresentou ao mundo o passo de dança conhecido como “a abaixadinha” (sério).

A primeira posição da lista ficou com o estranho David Hasselhoff e sua "Hooked On A Feeling". Como já era esperado, ninguém entendeu muito, então o VH1 explicou: "Hey, nós gostamos do que gostamos, ok? Não julgue". Assista ao clipe abaixo e tente não julgar:


 Pronto? O que acharam?


Agora confiram a lista completa e podem opinar:

1. Hooked On A Feeling - David Hasselhoff (1996)
2. Dirrty - Christina Aguilera (2002)
3. Justify My Love - Madonna (1990)
4. Call On Me - Eric Prydz (2004)
5. I Want Your Sex - George Michael (1987)
6. Wicked Game - Chris Isaak (1989)
7. S&M - Rihanna (2010)
8. Girls, Girls, Girls - Motley Crue (1987)
9. Untitled (How Does It Feel) - D’Angelo (2000)
10. Me So Horny  - 2 Live Crew (1989)
11. I’m A Slave 4 U - Britney Spears (2001)
12. Satisfaction - Benny Benassi (2003) 
13. Sad Eyes - Enrique Iglesias (2000) 
14. Miserable - Lit (1999) 
15. Lapdance - N*E*R*D (2001) 
16. Baby Got Back - Sir Mix-A-Lot (1992)
17. Rock DJ - Robbie Williams (2000)
18. I Just Don’t Know What To Do With Myself - The White Stripes (2003)
19. Girls On Film - Duran Duran (1981)
20. Reach Out - Hilary Duff (2007)
21. Relax - Frankie Goes To Hollywood (1983)
22. Cherry Pie - Warrant (1990)
23. Crazy - Aerosmith (1994)
24. Body Language - Queen (1982)
25. Alejandro - Lady Gaga (2010)

Alguém também sentiu falta da Kylie Minogue? Por favor, contem tudo pra gente!