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Calma, que agora o pop será salvo!

A hitmaker de “Wait a Minute!”, Willow Smith, usou seu canal pessoal no Youtube para revelar um vídeo curtinho em que anuncia uma “pop emergency”, com essas exatas palavras, e acompanhado de um tweet em que seu irmão, Jaden, revela seu retorno, traz o alerta: “não é uma furada”.



Com apenas um disco lançado, o ma-ra-vi-lho-so “ARDIPITHECUS”, de 2015, Willow começou sua carreira bem novinha, com o hit “Whip My Hair”, seguido das faixas “21st Century Girl” e a parceria com Nicki Minaj em “Fireball”, mas abriu mão do disco de estreia planejado pela gravadora, pra se reencontrar musicalmente.

Fora a música, Willow também se aprofundou em estudos sobre técnicas de meditação, filosofia e psicologia, o que vira e mexe faz com que repórteres tenham nós na cabeça ao conversar com a menina que, aos 16 anos, já possui parcerias com nomes como o rapper Kid Cudi e a cantora SZA.

Neste retorno, entretanto, não nos resta dúvidas: é uma emergência pop. E pelo emoji da abóbora de Halloween, apostamos em alguma novidade ainda este mês.

Nosso corpo, definitivamente, está pronto.

Caso você ainda não saiba, nós, ao contrário da Taylor Swift e do novo disco da Adele, também estamos no Spotify e atualizamos periodicamente uma playlist chamada “Pop! Pop! Bang!”, com algumas músicas pop que estamos ouvindo sem parar.

Atualmente, a playlist já conta com pouco mais de 100 seguidores e, se você está vendo esse post e ainda não a segue, deve entender esse momento como uma mensagem do universo pra que essa situação seja revertida e, se não estiver vendo um bom motivo para isso, te daremos um logo abaixo.

Ok, na verdade, o que faremos é deixar aqui a playlist e estamos certo de que, se você tiver bom gosto, definitivamente será convencido por ela, principalmente se prestar bastante atenção em sequências como a inicial, com Sia, Willow Smith, Zara Larsson, Hilary Duff e Ellie Goulding, ou outras mais para a metade da lista, tipo o encontro entre M.I.A. e Karol Conká.

Na sua nova atualização, a “Pop! Pop! Bang!” traz ainda Justin Bieber, Grimes, Troye Sivan, Selena Gomez, Rihanna, Demi Lovato, Carly Rae Jepsen e muito mais.

Ouça abaixo e, aproveitando o momento, nos siga também pela plataforma:




Talvez mais apegados ao Spotify que boa parte dos outros veículos de cultura pop no Brasil, a gente também separou recentemente nossos 50 MELHORES SINGLES DO ANO numa playlist pela mesma plataforma, que é bem útil quando o seu objetivo é reunir músicas em boa qualidade e de maneira acessível num só lugar, o que garantimos não estarmos sendo pagos para falar. Ouça aqui.

VIDA LONGA AO SPOTIFY!
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Se você ainda pensa em músicas como “Whip My Hair” e “Fireball” ao ouvir falar na Willow Smith, pode rever seus conceitos: a menina mudou completamente sua sonoridade e, há alguns anos, vem mostrando um pouco dessa evolução musical aos seus fãs, que agora já podem conferir mais dessa fase atual em seu álbum de estreia.

Quase cinco anos após sua ascensão, a filha de Will Smith revelou nessa sexta-feira (11) seu primeiro disco e com uma sonoridade bem próxima de músicas como seu último lançamento, “Why Don’t You Cry”, única das faixas lançadas anteriormente que integram esse primeiro registro.



Bem distante do título do descartado e até hoje aguardado disco de estreia inicial da cantora, “Knees &  Elbows”, esse novo trabalho de Willow Smith se chama “ARDIPITHECUS” e não soa nada com a música pop que lançou a moça em “Whip My Hair”, com uma sonoridade bastante eletrônica e experimental que, se fôssemos comparar com algo já lançado nesse ano, diríamos que chega bem perto do que a Miley Cyrus nos apresentou em seu último álbum, “Miley and Her Dead Petz”, só que de uma forma ainda mais consistente.

Mas antes que você pensa que a “ARDIPITHECUS” dela pode significar qualquer coisa, Willow explica o porque desse ser o nome do seu primeiro álbum:

“Ardipithecus Ramidus é o nome científico dado aos primeiros ossos do hominídeos encontrados na Terra", começou. "Eu queria que meu álbum se chamasse assim porque, enquanto eu estava fazendo essas músicas, eu estava em um estado bastante transitório. Cavando fundo no solo do meu coração e encontrando pedaços do meu antigo eu, que contam histórias quais terminaram sendo as letras dessas canções.”

Cantora que lança CD com conceito é outra coisa, né?

Sem qualquer aviso prévio, o disco de estreia de Willow Smith foi lançado, inicialmente, com exclusividade ao Tidal, mas agora já chegou às outras principais plataformas digitais, incluindo o Spotify. Até o momento, as nossas favoritas do registro, que é um dos melhores e mais originais álbuns do ano, são “Organization & Classification”, “Natives of the Windy Forest”, “Marceline”, “Star”, “Waves of Nature” e “Why Don’t You Cry”.

Ouça na íntegra o CD “ARDIPITHECUS”:



Caso o player acima fique indisponível:



O que você achou dessa nova fase da cantora? Ainda resta alguma curiosidade quanto ao que seria seu álbum antes dessa redescoberta artística?
Seleção de sete novidades musicais que não apareceram no blog ao longo da semana mas que valem a sua atenção. Para conferir as edições anteriores do It's New, clique aqui e seja feliz.
Depois de colocar os Smith Kids em diversas edições do It’s New, sentimos que era chegada a hora de compartilhar (e explicar) nossa admiração por esses irmãos em mais de um parágrafo.
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Além daqueles lançamentos que você com certeza já deu uma olhada ("Anything Goes", "Anaconda", "This Is How We Do", "Ultraviolence""Bang Bang"), a semana ainda teve outras novidades. E pra garantir que você não vai perder nada, vem com a gente na segunda edição do It's New! (Caso tenha perdido a primeira, corre aqui.)


"Vocês querem ouvir uma história de amor?", nos convida a dupla logo no início da melancólica melodia saída de um piano. Com apenas doze anos, Willow Smith consegue transmitir suas emoções de forma poética, profunda e obscura, - com versos como "e ele está olhando o corpo dela no rio do eterno amor" - feito que muitas cantoras já consagradas ou, de certa forma, estabilizadas na indústria não conseguem. Alguns podem achar repetitivo, mas superficial? Não. Sem identidade/quero ser Rihanna? Também não. 

Apesar da decepção vista em "Summer Fling" (principalmente pelo cabelo apresentado), Willow continua apostando nas tristezas do amô, mas dessa vez de forma mais intimista, até mais madura e menos I wanna be cool, como foi no já citado single de seu projeto Melodic Chaotic. A faixa em parceria com Mecca Kalani (nem o mr. Google foi capaz de nos revelar quem é) passa longe de qualquer single lançado pela filha do casal Will e Jada Smith (também cantora, mas de new metal), mas atinge um objetivo sólido e claro: contar uma história de amor com um fim nada bom. Ouçam "Drowning", o afogamento do amor:



Apesar da excelente letra, a canção pode se tornar cansativa depois de algumas reproduções, mas trata-se da mais pura experimentação, assim como a chata "Summer Fling", algo totalmente aceitável e recomendável para uma criança de 12 anos, que apesar da pouca idade, tem um latente talento. No entanto, é bom que Willow não espere um hit e esteja apenas a caminho de uma identidade, coisa que provavelmente ela ainda vai demorar uns anos para encontrar.

A cantora e filha do Will Smith, Willow, tá mais perdida que a Christina Aguilera quando o assunto é escolha de singles e após o inevitável flop dos singles que sucederam as fantásticas "Whip My Hair" e "21st Century Girl", do seu até então álbum de estreia "Knees and Elbows", a garota ficou loucona, tomou umas cocas batizadas e saiu por aí fazendo a hipster-sofrida.

Não fazemos ideia do que anda se passando pela cabeça da moça, que tem errado feio há um tempinho, mas o negócio é que ela realmente acredita nesta nova faceta e lançou, inclusive, um clipe novo chamado "Summer Fling", para seu projeto em parceria com o DJ Fabrega (ênfase para o "brega", pfvr), que ganhou o título de Melodic Chaotic (ela é a melódica e ele o caótico, tá?).

No video, a pequena Willow vive seu romance de verão e divide cena com outros nomes conhecidinhos, como seu irmão Jaden e a rapper Brooke Candy (má influência detected -n) e as coisas saem tão fora do lugar que dá até pra brincar de encontrar erros. Vejam com seus próprios olhos:



Tá ou não tudo errado? Em "Whip My Hair", Willow já se mostrava toda garota prodígio, com muita atitude e jogada de cabelo digna daquelas que dariam trabalho para o papai, mas essa realidade está longe do que esperávamos quando apostamos nossas fichas nela lá atrás. Alguém liga pro Will e mande-o colocar essa menina de castigo, por favor! E peça também pra que ela devolva o novo personagem da Miley e a peruca da Yo-landi Vi$$er!
Uma coisa que nos perguntamos desde a ascensão de Willow Smith como cantora (quando ela era feliz e batia o cabelo pra frente e pra trás), era o motivo dela ainda não ter lançado nada com seu irmão, o jovem rapper Jaden Smith, mas a parceria acabou rolando e resultou na deliciosa "Kite".

Divulgada nesta segunda-feira (14), a música nova dos filhos do Will Smith é mais uma daquelas que nos fazem refletir sobre a idade dessa garotada e a forma com que eles se mostram maduros em estúdio. Aproveitando os adjetivos que utilizei quando comentei sobre "Suit & Tie" do Justin Timberlake, "Kite" é um R&B classudo e pode facilmente dividir espaço com nomes como Kendrick Lamar e Frank Ocean em nossos scrobbles no Last.FM. Ouça:

Ainda não foi divulgado se a faixa será utilizada como single, mas ficamos curiosos pra saber como seria uma extensão audiovisual para a mesma. Também amaram?