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Funk internacional? Temos! Ludmilla e MC Lan se jogaram em uma parceria inusitada com Skrillex, TroyBoi e Ty Dolla $ign e lançaram nessa sexta-feira (09) o hino "Malokera".

Entre versos em português e em inglês, a faixa explora o melhor do nosso funk (dá até pra sentir uma vibe anos 2000) com música eletrônica e hip-hop. Tem até Lud investindo em umas rimas bem rápidas, pra mostrar quem é que manda.



O primeiro trabalho de Skrillex com artistas do Brasil também ganhará clipe. O vídeo de "Malokera" já foi filmado e terá a direção de Guilherme Valente, do Kondzilla.

Por falar em Ludmilla, a cantora lançou também nessa sexta a versão de estúdio de seu DVD "Hello Mundo", com participações de Anitta, Jão e muitos mais, além das maravilhosas "Flash" e "Espelho". Taca stream na lenda!

O interesse dos produtores internacionais pelo funk brasileiro só aumenta e, daqui algumas semanas, poderemos ouvir mais um resultado disso em “Malokera”, música nova do Skrillex e Troyboi com vocais de ninguém menos que Ludmilla e MC Lan.

Lud, que neste ano lançou seu primeiro DVD ao vivo, vem de uma das melhores fases da sua carreira no que diz respeito a reaproximação do funk, tendo emplacado hits como “Din din din”, “Não encosta” e a recente parceria com Anitta, “Favela Chegou”. 

Já MC Lan, é familiarizado com o público pop pela parceria com Lexa em “Sapequinha”, mas possui muitos outros hits entre os fãs do funk putaria, incluindo faixas como “Sua amiga eu vou pegar”, “Rabetão”, “Grave faz bum” e “Arebunda”.

Aos passos de faixas como “Onda Diferente”, de Anitta, Ludmilla e Snoop Dogg, e “Vroom Vrau”, da dupla MACE & Ckrono com MC Bin Laden, lançada pelo selo do Diplo, Mad Decent, “Malokera” se inspira no funk brasileiro em sua essência, fugindo das misturas do gênero com o eletrônico gringo, e ainda traz uma letra majoritariamente em português.

A estreia da faixa é aguardada para o começo de agosto e, enquanto ela não sai, dá pra gente ouvir um pouquinho dessa collab pelas prévias que os artistas envolvidos já deram em suas redes sociais. Olha só:


Vem que vem! 🔥🔥🔥
Foi longa a lista de colaboradores de M.I.A. no disco “AIM” e, com isso, também foram muitas as versões das músicas gravadas para esse material, até que chegassem no que conhecemos no álbum disponibilizado pelo Spotify.

Uma dessas músicas que passaram por muitas e muitas mixagens foi “A.M.P. (All My People)”, oficialmente lançada pelas mãos de Skrillex e do brasileiro Leo Justi.



Na época de seu lançamento, o brasileiro, também conhecido pelos trabalhos com o Heavy Baile e, mais recentemente, produção do disco “Bandida”, da MC Carol, chegou a comentar sobre as muitas versões de “All My People”, incluindo uma menos eletrônica, fortemente inspirada pelas percussões africanas, e eis que uma dessas edições chegou ao público.

Chamada por “drum version”, a demo de “All My People” conta com a colaaboração dos produtores Switch e Riton e, nesta edição, já não apresenta o batidão eletrônico de Skrillex com Justi, se aproximando bastante dos trabalhos de M.I.A. em seus primeiros discos.

Ouça abaixo:



Nossa vida mudou após os dois minutos e trinta segundos desta versão. Deus é top.

Na última segunda-feira (3), Bruno Mars anunciou que voltará ao mundo da música amanhã (7). "Você pode chamar de primeiro single ou chamar de convite para uma festa", disse o cantor ao publicar no Instagram a capa do single, intitulada "24k Magic". O lançamento reforça os rumores sobre seu terceiro álbum sair ainda antes do final do ano.



No mesmo dia, através de sua conta no Twitter, Bruno Mars afirmou que o novo álbum já está finalizado, apesar de não ter confirmado uma data de lançamento.


Entretanto, o baixista-intérprete de "Treasure", Jamareo Artis, recentemente deu uma entrevista e prometeu que o novo disco do cantor sai ainda este ano e que uma turnê está sendo planejada para divulgar o trabalho.

Estivemos trabalhando nele (o disco) por mais ou menos um ano, testando ideias diferentes e experimentando. Eu não sei o que estará presente na versão final, mas terá uma nova sonoridade. Será lançado ainda este ano e, então, pegamos estrada de novo.

Para comprovar essa nova sonoridade, foi confirmada a participação do produtor Skrillex no novo trabalho, e ele também foi perguntado sobre:

Estou trabalhando com Bruno Mars agora. Eu não vou dar detalhes, mas o que estamos fazendo é muito diferente, incrível e soa como algo nunca feito antes. 

Com uma proposta de trazer uma sonoridade diferente, diversos hits na bagagem e uma voz maravilhosa, as expectativas nunca estiveram tão altas, não é mesmo? Pode entrar, #BM3, e pode trazer consigo diversos hits também!

A gente simplesmente não consegue parar de falar sobre “Esquadrão Suicida”.


O filme estreou na última quinta-feira (04) e, após a chegada da sua trilha sonora no Spotify, com músicas que vão da Grimes ao Panic! At The Disco, chegou a hora de assistirmos ao clipe de “Purple Lamborghini”, que é a parceria do Skrillex com o Rick Ross no álbum, e, TAQUEPARIU, que clipe lindo, gente!


Com direção do Colin Tilley, “Purple Lamborghini” segue o exemplo dos clipes anteriores, ao reproduzir fielmente a estética de “Esquadrão”, mas com um porém: no lugar de cenas extraídas do filme, o vídeo conta com momentos inéditos do Jared Leto na pele do vilão Coringa, ao lado do Skrillex e Ross, que integram a sua gangue na produção.

A música combina bastante com essa pegada gangster do Coringa de Leto e, como vimos em um comentário no vídeo pelo Youtube, arriscamos dizer que tem mais aparições dele neste clipe do que no próprio filme.

Ficou foda MESMO! Olha só:  

Nessa sexta (08) os tiros começaram cedo e, em meio a tantos lançamentos, surgiu na internet uma música inédita da M.I.A. e, para a nossa surpresa, se trata de uma das amostras mais aguardadas do disco “Matahdatah”, que sucede o “Matangi” (2013) e repete as mesmas complicações quanto ao seu lançamento.

Chamada “Go Off!”, a música nova de Maya foi produzida pelo Skrillex e, por enquanto, não sabemos se está em sua versão finalizada, mas podemos garantir que vale a audição.

Ao melhor estilo M.I.A., a inédita mantém o estilo que Skrillex tem investido desde as parcerias com o Diplo, com uma mistura de elementos ocidentais e orientais, além de uma fórmula inusitadamente dançante.

Ouça:

[ÁUDIO REMOVIDO POR QUESTÕES LEGAIS]

O novo álbum de M.I.A. está passando por problemas semelhantes ao “Matangi” para o seu lançamento. Até então, o disco está previsto para ser lançado no próximo mês, com o clipe de um novo single a caminho, mas nada está garantido. 
É tarde demais para se desculpar? A cantora indie White Hinterland tornou público, por meio de uma publicação no Facebook, que moveu uma ação contra o cantor Justin Bieber e os produtores do smash hit “Sorry”, por um suposto plágio de um trecho da sua canção, chamada “Ring The Bell” (2014).


Antes que White Hinterland tocasse no assunto, as comparações já haviam sido discutidas entre fãs do cantor e dizem respeito ao marcante “oooh-ooooh” que abre a canção e integra também o seu refrão. A sequência, de aproximadamente cinco notas, é bastante semelhante a um trecho de “Ring The Bell”, também utilizado de maneira repetida ao longo da canção.


A cantora, que na verdade se chama Casey Deniel, afirma ainda que não pretendia tornar isso uma polêmica e, desde dezembro, um mês após o lançamento do álbum “Purpose”, tentou vários contatos com Bieber, que ignorou todas essas tentativas.
“Fazer músicas únicas e originais é a paixão da minha vida, mas isso é desafiador e consome muito tempo. Eu gastei meu sangue, suor e lágrimas escrevendo e produzindo ‘Ring The Bell,’ e me orgulho do produto final, qual a Rolling Stone listou como uma das suas ‘músicas, álbuns e vídeos favoritos.’ Ao longo da minha carreira, eu vim trabalhando duro para preservar a minha independência e controle criativo, então pra mim foi um choque ouvir meu trabalho sendo usado e explorado sem permissão. (...) Bieber deveria ter licenciado minha música para o uso em ‘Sorry’, mas ele preferiu não me contatar. (...) Ele é um dos maiores artistas do mundo e eu estou certa de que ele e sua equipe vão lançar um grande ataque contra mim, mas, no fim, eu fiquei sem outra opção. Eu acredito que tenho a obrigação de me levantar por minha arte e música”, disse a cantora.
Em entrevistas anteriores, os produtores de “Sorry”, Skrillex e Bloodpop (Blood Diamonds) já haviam falado sobre o processo de composição da música, afirmando que o trecho em questão se tratava de uma variação de outro verso cantado por Bieber na mesma faixa. Eis que, em meio a toda polêmica, Skrillex decidiu provar a teoria na prática, com um vídeo publicado pelo Twitter:


Ainda que, de fato, eles estejam certos sobre não terem utilizado a voz de White Hinterland, a prática do “sample” pode ser considerada pela tamanha semelhança entre os trechos, assim como a música “Famous”, do Kanye West, que sampleia um clássico da Nina Simone, só que na voz da Rihanna. Entretanto, se tratando de uma fração tão pequena de segundos, não há qualquer garantia de que a cantora ficará por cima nessa disputa judicial, podendo o caso ser tratado como uma mera coincidência. Sorry not sorry.

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Se com o Lollapalooza, o Jack Ü provou ter vindo pra ficar, pode se preparar que neste ano o que não vão faltar são hits da dupla, formada pelos hitmakers Skrillex e Diplo.

Sucedendo o disco de estreia “Skrillex and Diplo present Jack Ü”, que rendeu os hits “Where Are Ü Now”, “Take Ü There” e “To Ü”, os caras estão prontos para nos mostrar o que andaram preparando em estúdio e, pra acabar de uma vez com nossas estribeiras, a primeira amostra nesse novo trabalho foi uma prévia de “Constellation”, com participação de ninguém menos do que ela, que é uma deusa, uma louca, uma feiticeira: Florence Welch.

A vocalista do Florence + The Machine já havia emplacado um hit eletrônico com o Calvin Harris, em “Sweet Nothing”, além de também conquistar as paradas com o remix dele para “Spectrum”, do seu próprio repertório, e está pronta para acabar com a gente de novo, desta vez ao lado desses dois.

As prévias de “Constellation” foram reveladas pelo Snapchat, com direito a uma aparição do Ninja, do Die Antwoord. Será que ele também está envolvido nos novos trabalhos da dupla? Ouça:



Quem também deve dar o ar de sua graça no novo álbum do Jack Ü é a MØ, que não desgruda do Diplo desde o sucesso de “Lean On”, deles com o Major Lazer. Aparentemente, a parceria dela com o Jack Ü se chama “Ü Know” e já tem prévias pela internet também:



Vale lembrar que MØ e Diplo também trabalharam juntos em “XXX 88”, do disco de estreia da dinamarquesa, além do single “Kamikaze”, do seu novo álbum, e uma versão para “Lost”, do Frank Ocean. Esses são parceiros mesmo.


Fora o Jack Ü, Diplo também deve lançar nesse ano um novo álbum com o Major Lazer, que prometeu dois discos no ano passado, mas segurou o projeto justamente por conta do sucesso de “Lean On”, que já respira com a ajuda de aparelhos nesse ano. O disco novo do trio, formado por Diplo, Walshy Fire e Jillionaire, se chama “Music Is The Weapon” e deve contar com participações de The Weeknd, Usher, Tinashe, Iggy Azalea, Gwen Stefani, entre outros nomes. 
Em sua vinda ao Lollapalooza 2016 com o Jack Ü, seu projeto com o Skrillex, Diplo arrasou no set que foi desde hits do duo à Bin Laden e MC João. Nós já sabemos que a crush do Diplo com o Brasil não é de hoje... Mas parece que dessa vez, o DJ se apaixonou de vez e pirou! Tudo começou quando, um dia após o show, ele trocou seu nome no Twitter para Wesley Safadão:

Uma das músicas do Safadão, inclusive, fez parte do set no Lolla 
Depois disso, foi só zueira sem limites! Ele twittou o nome da MC Carol – que participou do show da Karol Conká algumas horas antes dos DJs – e numa mention para ela, citou a frase famosa de sua música, “Meu Namorado é Maior Otário” e a MC respondeu com aquele jeitinho dela que tanto amamos!


Em seu Snapchat, o mozão Diplo está mostrando seus rolês por São Paulo e postando fotos com artistas como a DJ Jack Novak, os caras do Bonde do Rolê, o Jaloo e a Halsey, que também se apresentou no festival, na noite anterior. Será nosso sonho ver todas essas parcerias acontecendo e muito mais?


Segundo nossas fontes, o produtor e Skrillex devem ficar no Brasil até quinta-feira (17), gravando materiais que podem fazer parte do novo CD do Jack Ü, que já possui parcerias com nomes como Kiesza e Justin Bieber.

Vale lembrar que, no ano passado, quando veio ao país com seu outro projeto, Major Lazer, Di-di-di-diplo chegou a gravar músicas novas com a Karol Conká, MC Bin Laden e Tropkillaz, que ainda nem viram a luz do dia.
Falta pouco para o Lollapalooza Brasil 2016 e, aqui no It Pop, que é um dos Embaixadores Oficiais do festival, você já descobriu porque precisa aguardar E MUITO pelos shows da Halsey e Marina & The Diamonds, bem como conheceu 10 discos que você precisa escutar antes de ir ao evento, quem são alguns dos artistas nacionais que marcam presença neste ano e bandas que você deveria aproveitar o grande show para conferir, mas não paramos por aqui.


Desta vez, a gente veio pra falar de um dos headliners do Lolla 2016 e é claro que, pra começar, fomos atrás dos caras por trás de um dos maiores hits do ano passado: Jack Ü!


Pra quem não sabe, Jack Ü é um projeto colaborativo com dois dos maiores produtores do pop atual: Diplo e Skrillex. A afinidade dos dois é de longa data, sendo sua primeira parceria uma aparição do Skrillex numa música do Major Lazer, em 2011, e daí em diante tudo o que eles fizeram foi se aproximar.

Os caras se apresentaram como uma dupla pela primeira vez em 2013, durante um grande evento da gravadora do Diplo, Mad Decent, e passadas parcerias PESADAS com uma das revelações daquele ano, Kiesza, do hit “Hideaway”, e Justin Bieber, que marcou seu retorno ao som do smash “Where Are Ü Now”, era oficial: Jack Ü chegou pra quebrar bem mais que a internet.


Só pra você ter uma ideia, nos últimos cinco anos, Diplo esteve por trás de músicas para Britney Spears, Madonna, Marina & The Diamonds, Beyoncé, Usher, CL, MØ, Jessie J e até os brasileiros da Banda Uó, enquanto Skrillex, na cola do loiro, foi o responsável por hits como “Sorry”, do Justin Bieber, além de recentes parcerias com alguns grandões do k-pop, como G-Dragon, CL e as meninas do 4Minute.


No Lollapalooza, Skrillex e Diplo chegam com um repertório vasto, que vai do seu disco de estreia, com participações de Bieber, Missy Elliot, AlunaGeorge e 2 Chainz, aos seus projetos paralelos ao duo, como o disco mais recente do cabeludo, “Recess”, e os álbuns lançados pelo Diplo com o Major Lazer (“Peace Is The Mission”, dos hits “Lean On” e “Powerful”) e em carreira solo (“Random White Dude Be Everywhere”). Vai ter dubstep, trap, dancehall E MAIS UM POUCO!


Hits não vão faltar, né? E é bem provável que role uma surpresa para deixar o Lolla bem tranquilo e favorável para os brasileiros, já que o Diplo andou gravando alguns vocais com o MC Bin Laden que, se não participar ao vivo, aparecerá em forma de remix ou sample. Levando em consideração a bagunça que foi quando um outro DJ tocou “Baile de Favela” por aí, não vamos ficar surpresos se Diplo e Skrillex também apostarem no MC João por aqui. E PODE ROLAR ATÉ KAROL CONKÁ, que gravou com o Diplo para seu novo disco e se apresentará no mesmo festival algumas horas antes.


Vale ressaltar que, ao contrário dos outros DJs, Jack Ü se apresentará num palco aberto, assim como o Skrillex deu conta do recado no Lolla 2015, e isso dá ainda mais espaço pra que esses dois façam desse show um dos momentos mais marcantes do festival neste ano.


Jack Ü é uma das principais atrações do último dia do Lolla, que acontecerá em 12 e 13 de março, no Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site do evento.

A gente se vê por lá! :D
Os últimos anos foram agitados para Justin Bieber. O canadense, que há algum tempo foi a maior tendência da indústria pop, viu sua carreira ser engolida por polêmicas e relacionamentos e, de uma forma que talvez nem ele esperasse, precisou lidar com essa fase conturbada impactando diretamente nas vendas de seu último disco, “Journals”, deixando claro que estava na hora dele repensar para onde estava indo.

Daí em diante, a história você deve conhecer e partiu para um lado bastante previsível, com ele deixando para trás o Bieber “bad boy” que urinava na rua e pichava muros, para se transformar no garoto que teve seu coração partido e vinha aprendendo com seus erros. Nesse processo de limpeza da sua imagem, o canadense concedeu diversas entrevistas, chorando em muitas delas, e, num dos passos mais marcantes desse período, protagonizou um especial humorístico da MTV, em que diversos artistas se uniram para, literalmente, acabar com ele em frente às câmeras.

Boa parte disso pareceu funcionar e, logo após o especial da MTV, muitos já falavam sobre a postura amadurecida do cantor, que pareceu segurar bem as críticas, mas, até então, estávamos falando apenas de uma reinvenção midiática, deixando em segundo plano a parte mais importante: sua música.

E foi aí que Justin foi praticamente catapultado para a aceitação de sua nova fase. “Where Are Ü Now”, parceria dele com Skrillex e Diplo, presente no álbum de estreia dos últimos dois com o projeto Jack Ü, surgiu como uma das parcerias mais inusitadas do ano e cumpriu com o seu propósito, soando como algo inédito na carreira do canadense e se tornando também o maior sucesso dos produtores envolvidos, fazendo o que o último disco de Bieber não foi capaz, provando sua facilidade em se encaixar em novas propostas musicais e colocando-o de volta em exposição nas rádios e paradas.

De volta ao jogo, não demoraria até que Bieber pudesse seguir seus próprios passos sozinho outra vez e ele o fez no single seguinte, “What Do You Mean”, que anunciou o disco “Purpose” ao mundo e, refletindo o impacto de “Where” na sua carreira, se tornou sua primeira canção a alcançar o topo das paradas nos EUA, superando sucessos como “Baby” e “Boyfriend”, dos seus discos anteriores. 

O grande trunfo de Bieber, mais uma vez, foi a capacidade de reinvenção, boa parte por conta dos novos produtores com quem ele esteve em estúdio, como Skrillex, que assina seis músicas do novo disco, e os novatos Blood Diamonds e Poo Bear. “What Do You Mean” seguia, inclusive, uma tendência que continua crescendo nas paradas, do tropical house, que também corresponde a faixas como “Cheerleader”, do jamaicano OMI, e depois disso, ficou praticamente impossível não prestar atenção nos próximos passos do cantor.

Antes de seu lançamento oficial, “Purpose” rendeu outro hit, também produzido por Skrillex, “Sorry”, além de um remix pouco comentado para “What Do You Mean”, com participação da Ariana Grande, e quando revelado por completo, ainda rendeu a série audiovisual “Purpose: The Movement”, que contava com vídeos pra todas suas canções e depoimentos do cantor que descreviam melhor essa fase dançante de redenção. Mas, enfim, teria ele alcançado o seu propósito?

Confira abaixo nossa resenha faixa-à-faixa para o álbum “Purpose”:

“Mark My Words”

Começando devagar, a primeira canção do disco soa como uma introdução, em que Justin Bieber pede: “guarde minhas palavras, isso é tudo o que eu tenho”. Com pouco mais de dois minutos, a música nos faz esperar por alguma ascensão, nem que seja algum break, como em “Where Are Ü Now”, mas se resume ao curto discurso sob um sample em looping. Em entrevista a Ellen DeGeneres, o cantor confessou que a música é uma das que ele compôs sobre Selena Gomez, ao lado do hit com Jack Ü e “What Do You Mean”.

“I’ll Show You”

Tanto lírica quanto sonoramente, essa música soa como uma progressão à canção anterior, mantendo, inclusive, o tom de desabafo. Com produção do Skrillex, “I’ll Show You” é marcada por um trap contido e muito bem combinado com algo mais levado para o synthpop, enquanto os vocais de Bieber, quase inanimados, tentam nos convencer de que ele se tornou uma pessoa diferente: “porque a vida não é fácil e eu não sou feito de ferro. Não se esqueça que eu sou humano, não se esqueça que eu sou real. Age como se me conhecesse, mas você nunca irá. Aí está uma coisa que eu tenho certeza e vou te provar”.

“What Do You Mean”

Ao começar o “tique-taque”, não fica difícil saber o que vem a seguir. O primeiro hit do disco, “What Do You Mean”, diminui significativamente o peso das letras do disco, enquanto Bieber só quer entender o que a garota que ele está interessado realmente quer. Caindo para o tropical house mencionado na introdução da resenha, a música soa como um sucesso pronto para o verão, o que faz com que sua rápida aceitação não tenha sido algo tão inesperado.

“Sorry”

De volta ao lado de Skrillex, “Sorry” é o super-hit de “Purpose”. Enquanto “What Do You Mean” apresenta uma sonoridade mais contida, essa parece vir pronta para não deixar ninguém parado e, repetindo alguns elementos que deram certo em “Where”, se torna um dos maiores destaques do álbum. Ainda pendendo para uma sonoridade tropical, “Sorry” é, como seu título sugere, um pedido de desculpas de Justin, que pergunta inocentemente em seu refrão, “é tarde demais para se desculpar?”, e então repete, em meio a um break à la “Lean On”, do Major Lazer, “me desculpe”.

“Love Yourself”

Pela primeira vez, o cantor deixa a posição de réu para ser quem aponta o dedo. Com composição do Ed Sheeran, a música chega a soar como uma paródia do britânico de tão característica aos seus trabalhos, mas caiu bem nas mãos de Bieber, quebrando um pouco da hegemonia eletrônica do álbum e, toda no violão, dizendo umas verdades para a menina, passando longe do clichê “o problema não é você, sou eu”, para assumir algo mais próximo do “o problema não sou eu, é você”. Está aí uma homenagem que Selena Gomez provavelmente não gostaria de receber.

“Company”

Como se aproveitasse a fase de solteiro pós-término de “Love Yourself”, em “Company”, Justin parece estar bastante despreocupado quanto a assumir outro compromisso, estando mais interessado em apenas ter a companhia da garota, sem pressões ou obrigações de um relacionamento. Compartilhando do mesmo produtor de “What Do You Mean”, a música leva o disco de volta para a proposta eletrônica, mesclando o já usual tropical house com um dance semelhante aos trabalhos de artistas como MNEK e Disclosure.

“No Pressure (feat. Big Sean)”

E mantendo a mesma necessidade de liberdade, em “No Pressure” ele está disposto a esperar o quanto for preciso pra que sua amada decida sobre continuar ou não ao seu lado. Agora mais próximo do R&B, a música se assemelha ao que ele nos apresentou no disco “Journals”, trazendo até mesmo uma das suas colaborações do outro CD, o rapper Big Sean, com o refrão sendo um emotivo, “você não precisa mudar tomar uma decisão agora. Não se apresse, sem pressão. Eu estarei esperando por você”.

“No Sense (feat. Travis $cott)”

A linha urban ganha sequência em “No Sense”, que é também a segunda parceria do disco. Desta vez ao lado do rapper Travis $cott, com quem colaborou pela primeira vez na canção “Maria I’m Drunk”, do disco de estreia dele, “Rodeo”, Justin parece mandar um recado para a pessoa que ainda não está ao seu lado, falando sobre o quanto as coisas não fazem sentido sem ela. Nos seus versos, $cott parece sintetizar bem essa visão do cantor: “Mais de uma vez, eu quebrei uma promessa. Sem você, garota,  eu não posso ser o cara. Nunca conseguirei ser o máximo de mim. Sem seu apoio, fico incompleto”.

“The Feeling (feat. Halsey)”

As parcerias não acabam por aqui. Halsey é uma das maiores revelações do ano, mesmo em que lançou seu disco de estreia, “BADLANDS”, e ainda que apresente em seus trabalhos uma sonoridade mais alternativa, herda muito de suas influências da música pop, o que explica bem sua aparição do lado do Justin nesta canção. Funcionando como um dueto, “The Feeling” não é dançante como as outras faixas do disco, mas mantém o apelo radiofônico em seu refrão, com os dois se questionando, “eu estou apaixonado por você ou por esse sentimento?”. Também assinada pelo Skrillex, essa talvez seja uma das produções mais genéricas de todo o disco.

“Life Is Worth Living”

Passada uma fase mais descontraída, “Life Is Worth Living” é uma balada ao piano que retoma o clima de desabafo das canções iniciais, enquanto o cantor volta a pedir por uma segunda chance, enquanto afirma que tentaram o crucificar e, de fato, ele não é perfeito, mas “as pessoas cometem erros e você não deve desistir delas por isso (...) A vida vale a pena, então viva um dia após o outro”.

“Where Are Ü Now (feat. Jack Ü)”

O começo de tudo. Nesta altura do disco, “Where” soa familiar ao que nos foi apresentado até então, mas continua mantendo uma singularidade musical incrível, que nos faz pensar se em algum momento iremos nos cansar dessa faixa. Começando de maneira lenta, a faixa nos entrega os vocais de Bieber de maneira dramática, pessoal, e ascende aos poucos, sob os synths de Skrillex e Diplo, até se deixar levar por completo pela fórmula infalível, que ainda ditará muito do que escutaremos com outros artistas pelos próximos meses. Impressionantemente impecável.

“Children”

Desde os trabalhos com seu primeiro disco, antes de toda a fase conturbada que por pouco não acabou com seu nome, Bieber esteve envolvido em causas sociais, ajudando diversas instituições e, claro, mostrando muitas dessas ações publicamente, e em “Children”, o cantor aproveita para compartilhar um pouco dessa visão, dizendo que somos nós os visionários que devem olhar para o futuro e pensar em fazer alguma diferença. Outra vez ao lado de Skrillex, a música começa soando como uma faixa dançante qualquer, facilmente executável por outros como David Guetta e Calvin Harris, mas fica inconfundivelmente próxima dos trabalhos de Sonny ao chegar em seu break, que repete a bagunça de elementos de outras como “Where” e “Sorry”.

“Purpose”

Bastante religioso, Bieber já demonstrou sua fé em músicas de seus discos anteriores, como o single “Pray”, e na faixa-título de “Purpose”, que encerra o álbum, é nas mãos de Deus que ele parece entregar o seu propósito, afirmando que foi ele quem deu tudo o que ele conquistou, então é em quem se apega para seguir em frente. Toda ao piano, a música encerra o disco de maneira um pouco deslocada, mas possui um peso mais lírico do que sonoro. Como diria Inês Brasil, “graças a Deus”.

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Goste você ou não, Justin Bieber entrega em “Purpose” o melhor álbum de sua carreira, além de ser também um dos materiais pop mais interessantes do ano, e ainda que pouco evolua em suas letras, em sua maioria sobre o relacionamento com Selena Gomez, prova sua facilidade em se adaptar às novas propostas sonoras, assumindo o risco de investir numa fórmula musical que, até então, ainda vinha ganhando forma no mercado, bem como fez quando reabriu as portas para os artistas teen em sua estreia, com o disco “My World”.

Ainda que soe um pouco cansativa essa ideia de ficar se desculpando e batendo na tecla do “eu também sou humano”, Bieber conseguiu fazer disso músicas dançantes o suficiente para que não nos preocupássemos em, quase sem percebermos, lhe dar outra chance, e nossa torcida agora é para que o cantor aproveite esse espaço que reconquistou e, de fato, cumpra com seus versos, reconhecendo suas vulnerabilidades, mas também suas responsabilidades, até porque ele deixou de ser o adolescente inconsequente de outrora e, como viu em seu disco anterior, poderá ter suas ações impactando diretamente na maneira como o público recebe suas canções. 

Considere seu propósito alcançado, Justin. Você conseguiu.

O k-pop já pode respirar em paz. Isso porque a dona da coisa toda e também conhecida por ser parte do grupo 2NE1, CL, resolveu dar uma descansada para as suas concorrentes, enquanto tenta ganhar a vida lá nos Estados Unidos.

Encorajada e apadrinhada pelo Diplo e Skrillex, a rapper e cantora coreana ensaiou sua chegada na Terra do Obama com “The Baddest Female”, que foi também seu single de estreia solo na sua terra natal, e não tardou a conquistar seus primeiros fãs no lado de cá do oceano, só que a carreira dela ainda está sendo arquitetada, de forma que é incerto o futuro que nos aguarda após o lançamento do EP “Lifted”, ainda sem previsão de lançamento.

Essa parceria da CL com Diplo e Skrillex ainda vai longe. Segundo as pessoas que já ouviram seu material de estreia, toda a sonoridade é bem mais americana do que associada ao pop sul-coreano e uma boa prova disso são os últimos materiais que levaram o nome da moça nos EUA, o que inclui “Dirty Vibe” e “Doctor Pepper”. Com seu single novo não é diferente.

Se lembra que a Rihanna recusou a participação do Diplo em seu novo álbum? Caso ele tivesse conseguido um espaço por lá, imaginamos que o resultado seria bem próximo de “Hello Bitches”, sendo a faixa um trap bastante radiofônico e, assim como o sucesso do Major Lazer em “Lean On”, com referências étnicas. Tão especulando que a primeira demo da música contava com a participação da M.I.A., que anda mesmo bem chegada no Skrillex e Diplo outra vez, mas por alguma razão não foi essa versão a lançada. Ainda assim, conseguimos parar de ouvir.

Dá só uma olhada:



Acabamos de levar um tiro aqui em casa.

Toda a coreografia e direção de “Hello Bitches” foi da Paris Goebel, que recentemente também esteve por trás de “Sorry”, do Justin Bieber, e, neste ponto, percebemos que CL e Bieber estão bem próximos, quando o assunto são colaborações, já que fora Diplo, Skrillex e agora Paris, os dois também compartilham o mesmo empresário, Scooter Braun, nome que fez artistas como Bieber, Ariana Grande e até The Wanted acontecerem nos EUA.


Seja como for, “Hello Bitches” não deve ser o carro-chefe de CL e seu EP de estreia nos solos americanos, uma vez que, para a agonia de Taylor Swift, a música foi disponibilizada para download gratuito pelo Soundcloud.

Hello, bitches!
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Justin Bieber tem em suas mãos, talvez, um dos grandes álbuns pop do ano. E apenas duas faixas – "What Do You Mean?" e "Sorry" – foram suficientes para essa afirmação. Ciente disso, o canadense segue mexendo com a cabeça do público de todas as formas possíveis, seja com a liberação da tracklist, que trará nomes poderosos como Nas, Halsey, Travi$ Scott, Big Sean e Ariana Grande, por exemplo.

Ou então com a liberação de trechos das músicas novas, ou com a liberação delas, em si. Como acabou de fazer com a promocional "I'll Show You", mostrando que ele realmente está disposto a recuperar o tempo perdido e um espaço que sempre foi seu na indústria.

Até mesmo por conta de ter sido produzida por Skrillex mais uma vez, "I'll Show You" segue a linearidade das anteriores, o que passa bem longe de ser ruim e/ou repetitivo. Não tem pretensão de ser um hit (o que é ótimo), mas é, com certeza, uma boa dose de equilíbrio, pensando no contexto do material. Com apenas três faixas liberadas, já é possível criar o ambiente sonoro que deve permear o "Purpose" e, que, soa muito consistente, maduro e honesto à essa nova fase do Bieber. Estamos ainda mais animados.

Um clipe, dirigido por Rory Kramer e filmado inteiramente durante as férias de Biebz na Islândia, lindo e repleto de cenas aleatórias de diversão do canadense, em meio à imensidão sombria e pouco explorada do país nórdico, foi liberado mais cedo. E vocês podem conferir abaixo:


"Purpose" tem lançamento mundial marcado para 13 de novembro.
Falta pouco tempo até que a Adele quebre a internet com seu single de retorno, primeiro com o álbum que sucede o disco “21” e sucessos como “Rolling In The Deep” e “Skyfall”, mas antes da britânica fazer isso, tem alguém que quer a nossa atenção por mais alguns minutinhos.

Justin Bieber lançará no dia 13 de novembro seu novo disco, “Purpose”, e desde o sucesso ao lado do Jack Ü em “Where Are Ü Now”, parece decidido a reinventar a sua sonoridade. Um desafio e tanto para o músico que, até então, já não tinha o mesmo hype de outrora, fora a pressão sobre superar seus hits anteriores, só que o canadense tá tirando isso de letra.

Com produção do Skrillex e Poo Bear, a primeira amostra do “Purpose” de Justin Bieber foi “What Do You Mean?”, numa proposta que exemplifica muito bem aquela ideia de que “menos é mais”, e mais uma vez ao lado do cabeludo que parece ter feito a lição de casa com Diplo, Bieber nos dá mais uma dose do disco com seu novo single promocional, a recém-lançada “Sorry”.



Como o próprio veio anunciando por suas redes sociais, “Sorry” sucede “What Do You Mean?” na divulgação do seu novo álbum e, nesta quinta-feira (22), estreou com exclusividade na Capital FM, dando início a uma agenda de divulgação que inclui até uma performance no EMA 2015, e foi revelada também no Youtube, contando com um vídeo promocional com foco na sua coreografia.

A faixa, por sua vez, é uma surpresa pra lá de positiva para o caso de assim como a gente você estar curtindo esse momento do cara, e por mais que não tenha os dedos do Diplo, remete bastante aos trabalhos do cara com o Major Lazer. Skrillex parece não ter faltado às aulas, né? Aliás, a produção é assinada pelo cara ao lado do Blood Diamonds, mesmo de “Go” da Grimes e “Devil Pray” da Madonna.

Ouça “Sorry”:



Pelas próximas semanas, é esperado que Bieber lance um remix de “What Do You Mean?”, com participação da Ariana Grande, e um pouco mais tarde poderemos finalmente conferir seu novo disco, que conta até com uma participação do Ed Sheeran.

O que você achou da música nova do cantor?
Tudo tá previsto pra acontecer em novembro, né? E fora os prováveis lançamentos de Rihanna e Adele, além dos discos novos da Ellie Goulding e Little Mix, a gente também está ansioso por “Purpose”, novo álbum do cantor canadense Justin Bieber.

Sucedendo o quase ignorado “Journals”, Bieber teve um retorno e tanto ao se juntar com o Skrillex e Diplo em “Where Are Ü Now” e seguiu numa boa fase, comercial e musicalmente falando, na primeira dose do seu novo álbum, “What Do You Mean?”, mas pra não deixar o hype cair, o cara já está cheio de novidades a caminho e uma delas é o lançamento de mais uma música nova.


Com previsão de lançamento para o dia 23 de outubro, “Sorry” deve ser apresentada como uma faixa promocional e, assim como “What Do You Mean?” e “Where Are Ü Now”, conta com Skrillex entre seus produtores, seguindo, de acordo com a sua prévia, uma fórmula bem semelhante ao que Diplo grudou nas rádios, seja nos seus trabalhos com Jack Ü ou Major Lazer.

Pelo trecho revelado no Instagram, parece que a música chegará acompanhada de um videoclipe também. Olha só:

Un vídeo publicado por Justin Bieber (@justinbieber) el
Até agora, essa fase do cantor não teve erro, né? E só melhora. Isso porque Bieber também lançará uma versão remix de “What Do You Mean?” e, adivinha!, com participação da cantora Ariana Grande, com quem o canadense já colaborou algumas vezes e divide o empresário, Scooter Braun. 

A nova versão do hit ainda não tem previsão de lançamento, mas deverá estar entre nós a qualquer momento antes do novo CD da Rihanna. 
Calma, Diplo, a indústria não vai sair correndo se você parar pra descansar não, amigo. O produtor tá com tudo desde o hype pós-“Run The World”, da Beyoncé, que conta com um sample de “Pon De Floor”, do Major Lazer, e enquanto trabalha nos novos álbuns do Jack Ü e Major Lazer, além de produzir canções pra Deus e o mundo, ele parece estar envolvido em mais um projeto paralelo.



Numa entrevista ao programa do Charlie Rose, da PBS, Diplo contou que esteve no Canadá com sua dupla no Jack Ü, Skrillex, e aproveitaram a viagem para dividir estúdio com alguns amigos, o que terminou numa sessão de gravação com a banda Arcade Fire. A parte mais legal é que, segundo o produtor, isso rendeu tanta coisa, que eles tem praticamente um disco completo para finalizar com os caras. Eita!

"Nós estivemos em turnê juntos pelo Canadá. Fomos até Montreal e tivemos um dia [em estúdio] com Arcade Fire. Um amigo meu estava lá e disse, 'hey, vamos nos encontrar, gente!'", contou Diplo. "A gente se juntou na garagem dele e literalmente tocamos por vinte minutos, cada um tocou um instrumento. Eu peguei esses arquivos e editei todos em pequenos pedaços."

E então Skrillex completou: "a gente só se divertiu com alguns instrumentos ao vivo por 45 minutos e provavelmente fizemos um material valioso para um álbum".

Diplo concluiu dizendo, "É provável que eu volte para Montreal pra me encontrar com o vocalista da banda, Win, e talvez Sonny [Skrillex] para colocar alguns vocais nisso".

O álbum de estreia do Jack Ü, “Skrillex and Diplo presente Jack Ü”, foi lançado no começo desse ano e rendeu singles como as parcerias com Kiesza em “Take Ü There” e Justin Bieber no smash hit “Where Are Ü Now”. 

A banda Arcade Fire, por sua vez, segue colhendo os frutos do seu último álbum, “Reflektor”, que, entre tantas coisas, já contou com músicas de trabalho como “Afterlife” e “We Exist”. 



O que imaginar de uma mistura do trabalho deles com Jack Ü?
Diplo conseguiu levar o Skrillex de vez para o lado trap da força, né? Os dois colaboraram no álbum do duo Jack Ü, repleto de trap music e parcerias que flertam com o hip-hop, Skrillex trouxe mais dessa proposta no seu último disco, “Reccess”, e há pouco recebemos a notícia de que o produtor também esteve em estúdio com o rapper Vic Mensa, para a gravação da faixa “No Chill” e, adivinha só, lá vem mais trap!

A música foi apresentada pela primeira vez durante a performance de Vic Mensa em Los Angeles, para a marca Converse, e antes de começar a canção, o cara pediu pra que todos ligassem suas câmeras, uma vez que isso se tratava de uma estreia mundial. Obviamente, o público obedeceu e, pra nossa felicidade, a qualidade dos registros foram boas o suficiente pra que conferíssemos perfeitamente o que está por vir com o lançamento oficial da faixa. Olha só:


Hallelujah!

Vic Mensa é um rapper americano de apenas 22 anos e com uma carreira promissora pela frente. Conquistando a atenção pública desde suas mixtapes, o cara fez um barulho e tanto com seu single de estreia, “Down On My Luck”, e na sequência apareceu com “U Mad”, com participação de ninguém menos que Kanye West. 


Os dois também colaboraram em “Wolves”, que também traz a parceria de Sia e estará no próximo disco do Yeezus, e entre outros nomes, Mensa ainda tem ao seu lado J. Cole, Danny Brown e Chance The Rapper, além do rapper Jay Z, que já tratou de colocá-lo abaixo das asas da Roc Nation. Seu disco de estreia, “Traffic”, tem previsão de lançamento para o fim desse ano.
O que acontece quando dois dos DJs mais legais da atualidade se juntam num projeto mais que inusitado? O resultado só poderia ser oito ou oitenta e, pelo menos com a gente, a mistura de Diplo e Skrillex no Jack Ü surtiu um efeito mais que positivo.
A Beyoncé se rendeu ao impacto de Miley Cyrus quando caiu no twerk em “7/11”, primeiro single do relançamento do seu álbum visual autointitulado, inicialmente lançado de surpresa em dezembro do ano passado, mas se você achou que tinha pouco trap na música nova da Mrs. Carter, pode ir se alongando, porque tem remix do Jack Ü vindo aí.
A música coreana quer ganhar seu espaço no mercado norte-americano desde Wonder Girls e BoA e suas tentativas, infelizmente, frustadas. Em 2012 tal gênero finalmente entrou neste mercado com "Gangnam Style" do PSY. Mesmo sendo um viral e mostrando uma visão completamente ~diferente~ do k-pop, a música serviu como um primeiro passo para as portas que dão acesso ao mundo.

PSY já passou por elas e hoje é reconhecido internacionalmente. A YG Entertainment, agência do cantor, quer levar seus artistas para todo o mundo e CL, integrante do 2NE1, é a próxima da fila. Sua estreia em solo americano vem sendo aguardada há bom tempo e acontecerá no próximo ano.

Servindo ou não como uma espécie de preparação para este mercado, a guria, junto de G-Dragon, está na faixa "Dirty Vibe", presente no último disco do Skrillex. Tal canção ganhou hoje seu clipe e temos a leve impressão que G-Dragon gravou este vídeo assim que saiu do set de "Good Boy". Assista: