Mostrando postagens com marcador Kendrick Lamar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Kendrick Lamar. Mostrar todas as postagens
Familiarizado com o consumo pela internet, pela cultura das mixtapes e, na era pré-Spotify, a utilização massiva de videoclipes e compilados do Youtube para a divulgação de suas obras, o rap coube como uma luva na era dos streamings, que só fez centralizar o que eles já exploravam como ninguém por plataformas como Soundcloud.

De olho nesse nicho, as plataformas não tardaram em abraçar os gêneros e seus principais representantes, do Tidal com Kanye West a Apple Music com Drake, e aí não deu outra: o gênero cresceu esmagadoramente pelas paradas, ocupando posições antes tomadas por artistas pop, e disseminou ainda mais os seus hits e mensagens.



No lado offline da história, não poderia ser diferente. Os festivais viram nessa virada uma possibilidade de agarrar mais um público no seu target e, pra ontem, pegaram os rappers, antes presentes timidamente pelas menores, para o posto de headliners.

Em 2016, por exemplo, Lollapalooza trouxe dois nomes de peso: Eminem e Snoop Dogg. Dois anos mais tarde, em 2018, vieram de Mano Brown, Chance The Rapper e Wiz Khalifa. E já neste ano, meteram o pé na porta com o gigante Kendrick Lamar, acompanhado de Post Malone e os brasileiros BK’ e Rashid.



Seguindo pelo mesmo caminho, outro grande festival brasileiro, Rock in Rio, também foi ambicioso e tentou chegar na dobradinha de Beyoncé e Jay-Z, The Carters, mas, pelo menos desta vez, não rolou. Em compensação, fechou com outros dois gigantes da era digital: o canadense Drake e a americana Cardi B.

E a história se repete pelos eventos com menor porte, como o maravilhoso Coala Festival que, no último ano, apoiou e produziu a obra visual “Bluesman”, do rapper baiano Baco Exu do Blues, que encabeça toda uma nova geração do gênero entre os nomes brasileiros.



Para o próximo ano, as apostas são ainda mais altas: Kanye West, que se apresenta no Coachella daqui alguns dias, estará com novo material nas ruas; Nicki Minaj, todo ano especulada num desses festivais, pisou no Brasil para um evento fechado em 2018 e prometeu voltar; Childish Gambino, também no Coachella e no Lollapalooza Chicago 2019, chegou a vir ao Lolla brasileiro em 2015, mas agora está envolto de todo o hype pós-“This is America” e com um disco visual saindo de forno e, claro, brasileiros como Djonga, Baco, Coruja BC1, Drik Barbosa, entre outros, acenam para uma nova era do rap nacional, que precisa marcar presença também nos palcos.


No último domingo (07) de encerramento do Lollapalooza, como atração principal e mais aguardada do maior palco do festival, Kendrick Lamar fez mais do que um puta show, ele selou a consolidação do rap como gênero obrigatório nesses festivais.
Foto: Fábio Tito/G1

Kendrick Lamar certamente é um dos nomes mais relevantes da cultura atual. Aclamado pela crítica e comercialmente, com dois dos discos mais importantes da história negra contemporânea na música e, de quebra, um prêmio Pulitzer pelo disco “DAMN.”, o músico é daqueles que você sabe que vale a pena ouvir antes mesmo de saber do que se trata e, com essa moral, encerrou a edição deste ano do Lollapalooza à todo vapor.

Maior atração deste domingo (07), o rapper apresentou um show curto e objetivo, composto pelas músicas mais marcantes de sua carreira, de “m.a.a.d. city” aos hits “Alright”, “Bitch Don’t Kill My Vibe” e “HUMBLE.”. E ainda encerrou com “All The Stars”, parceria com a revelação SZA, presente na trilha sonora de “Pantera Negra”.



Ao contrário do que rolou com Post Malone na noite anterior, Kendrick foi de poucas palavras: agradeceu o carinho dos fãs e pediu pra que cantassem ao longo do show, que não foi transmitido na TV. A interação mais marcante, sem dúvidas, fica para o final, quando o rapper brinca sobre não querer sair do palco e, ainda sob o arranjo de “All The Stars”, garante: eu vou voltar.

Com letras que discutem sobre o racismo e violência racial dos EUA, ficou difícil esconder o incômodo em meio ao público majoritariamente branco presente no festival. Muitos eram fãs, usavam camisetas e gritavam com cada uma de suas rimas, mas também houve quem estivesse apenas pelo hype ou vacilasse em repetir expressões racialmente problemáticas, como a palavra “n*gga”, equivalente a “criolo” em inglês, e se apropriasse de trejeitos estereotipados que provavelmente não utilizariam se estivessem no palco vizinho, ao som de Years & Years. Se já conheciam o som do rapper, faltou se aprofundar na interpretação das letras.



Valendo a máxima seria-trágico-se-não-fosse-cômico, uma mulher branca que assistia ao show não hesitou em alertar a amiga, também branca, ao ver uma bandeira dos EUA exposta no telão: tinha certeza de que a próxima música seria “This is America”. O que ela provavelmente não sabia é que, na verdade, esse é o hit de outro músico, o também talentosíssimo Childish Gambino.
Tá finalmente chegando, pessoal! Falta menos de um mês para o Lollapalooza Brasil 2019 e, depois de revelarem suas atrações, chegou a hora do festival nos mostrar também como será a programação completa do evento, com os horários e palcos em que cada artista se apresentará.

Antes de mostrar a programação, a gente deixa um recado urgente: encerram hoje as vendas do ingresso social para o evento, que oferece desconto de até 45% no valor do ingresso para quem fizer uma doação ao Criança Esperança. Saiba mais no site da T4F.

Agora vamos aos horários? Olha só:

Até que desta vez houveram poucos conflitos de horário, né? Por aqui, já temos certeza de iremos correr pelo Autódromo de Interlagos, onde acontece o festival, pra garantir as tríades Troye Sivan, The 1975 e St Vincent na sexta-feira, Jorja Smith, Post Malone e Kings of Leon no sábado e The Struts, Twenty One Pilots e Kendrick no domingo.


As atrações nacionais, como de praxe, garantem seu espaço em horários mais cedo do evento, dando tempo de todo mundo aproveitar com calma artistas como as cantoras Iza, Duda Beat e Luiza Lian, e o rapper BK.


O Lollapalooza acontece nos dias 5, 6 e 7 de abril em São Paulo, no Autódromo de Interlagos. Abaixo, você pode começar o aquecimento com a nossa playlist oficial para o evento:

Fazendo um balanço geral, 2018 foi um ano bom pra música, né? Tivemos alguns retornos muito esperados, como o da Christina Aguilera, vimos a menina Ariana Grande fazer valer sua narrativa, observamos o comeback triunfal e nada convencional de Lady Gaga como estrela de cinema, com direito a trilha cheia de sucessos, e vimos também novas estrelas surgirem, como Camila Cabello e Cardi B. 

Mas se 2018 foi bom, 2019 promete ser ainda melhor. Com a quantidade e qualidade dos lançamentos prometidos para esse ano, e também daqueles que ainda são rumores, só podemos esperar um ano incrível pra fecharmos mais essa década musical.

É tanta coisa boa que tivemos que escolher apenas os 20 discos que estamos mais ansiosos para escutar. Então, em ordem alfabética, aí vão os álbuns mais esperados de 2019:

Ariana Grande

No dia 8 de fevereiro teremos o quinto disco de Ariana, sucessor do "Sweetener", lançado em 2018. Quem tem acompanhado a carreira da artista sabe: depois de muitos problemas em sua vida pessoal, ela resolveu fazer da música sua terapia e decidiu que vai lançar faixas e álbuns quando bem entender, como os rappers fazem. O novo disco levará o mesmo nome de seu atual hit, "thank u, next", e trará também as já lançadas "imagine" e "7 rings".



Beyoncé

Como sempre quando se trata de Beyoncé, não temos ideia alguma sobre seu novo projeto. Pode sair esse ano ou não, ou pode ser algo diferente, como no ano passado, quando ela lançou um disco, mas foi em conjunto com o JAY-Z. Pode vir com clipes, um filme ou algo que a gente nem imagina. Dizem por aí que ela tentou alugar o Coliseu por um dia também. Vai saber? A única coisa que sabemos é que vai ser foda.



Cardi B

Uma das maiores revelações da década, Cardi B chegou quebrando tudo, sendo aclamada por público e crítica e conquistando várias indicações ao Grammy, incluindo Álbum do Ano, com seu disco de estreia, "Invasion Of Privacy" (2018). Mas ela não quer parar por aí e já garantiu que em 2019 tem material novo. Será que Cardi vai contar um pouco sobre sua experiência com a maternidade do seu ponto de vista divertidíssimo e nada comum? Queremos.



Carly Rae Jepsen

Nome que apareceu na nossa lista de álbuns mais esperados de 2018, Carly resolveu fazer tudo com calma e não liberou seu tão aguardado novo disco no ano passado. Mas de 2019 não deve passar, até porque ela já lançou a ótima "Party For One", o primeiro single dessa nova era. Por favor, Carly, não demore porque precisamos de mais pop de qualidade sobre independência, amores perdidos e, sim, masturbação.



Chance The Rapper

Um dos melhores rappers da atualidade, Chance foi aclamadíssimo com a mixtape "Coloring Book", liberada em 2016, e confirmou que já está em estúdio para trazer seu sucessor. O cara tem trabalhado com Kanye no projeto, e o novo material deve seguir a linha dos últimos álbuns em que Ye esteve envolvido: conciso, com apenas 7 faixas. Poucas músicas? Sim, mas temos certeza de que o rapper vai conseguir fazer valer a pena.



Charli XCX

Tivemos a certeza de que 2019 prometia quando, logo nos primeiros dias, Charli compartilhou com a gente suas resoluções para esse ano: "fazer e lançar um disco". É difícil saber o que vem por aí, já que o último álbum da britânica foi o "Sucker", lá de 2014. Desde então, ela tem explorado bastante a PC Music, com direito a duas mixtapes e um EP. Seja como for, o trabalho vai ser bom, afinal, it's Charli, baby!



Dua Lipa

Depois de conquistar o sucesso mundial com seu disco de estreia, Dua tem em mãos o desafio de fazer um disco que supere seu primeiro, para o público e para a crítica, e que mostre evolução. Felizmente, a cantora aproveitou sua ascensão para fazer ótimos amigos ao emprestar sua voz para músicas de produtores como Diplo e Mark Ronson, que podem até aparecer no material. Vai saber? Ela também está compondo bastante com a Tove Lo, o que já é uma garantia máxima de hino.



Hannah Diamond

A artista tem prometido seu disco de estreia desde 2017, mas aqui estamos nós em 2019 sem ainda termos escutado essa bíblia da PC Music. Nos últimos anos tivemos trabalhos bem interessantes no gênero, como a mixtape "Pop2", da Charli XCX, e o mais recente "Oil of Every Pearl's Un-Insides", da SOPHIE. A estreia definitiva de Hannah funcionaria para dar ainda mais força à dominação musical do ritmo. Vem fortalecer o movimento, Hannah!



Kendrick Lamar

No início do ano, a Polydor Records fez uma postagem, já deletada, em que revelava alguns lançamentos de 2019. Entre os nomes, um dos que mais se destacou, sem dúvidas, foi o de Kendrick. Adepto aos lançamentos surpresa e bem sigiloso com relação às suas músicas, é difícil até imaginar o que vem por aí, mas, tal como Beyoncé, não precisamos de muitas informações pra saber que um dos melhores álbuns do ano está a caminho.



Lady Gaga

Gaga fez seu retorno às paradas de sucesso de forma inesperada: através da trilha de um filme da qual ela é protagonista - e pelo qual ela está indicada ao Oscar. Se "A Star Is Born" serviu para a cantora lembrar a todos que ela nunca está fora do jogo, seu próximo álbum, que deve trazer produções de Boys Noize e SOPHIE (sim, uma produtora de PC Music!), pode ser o disco que vai trazer a Gaga pop que tanto amamos de volta. É esperar pra ver.



Lana Del Rey

Com o apoio de Jack Antonoff, nome por trás do "Melodrama" da Lorde, Lana Del Rey tem criado algumas de suas melhores músicas, como "Venice Bitch" e "Mariners Apartment Complex". Se elas forem uma prévia do que encontraremos em seu próximo disco, "Norman Fucking Rockwell", que deve estar entre nós ainda no primeiro semestre do ano, é certeza de que uma das melhores coisas de 2019 vem aí.



Marina

Marina (ex-And The Diamonds) se afastou da música para se dedicar aos estudos de psicologia, mas depois de um tempo de muitas reflexões sobre a vida, ela está de volta e com um novo nome (ou quase). A artista promete que seu novo material que, ao que tudo indica, já está finalizado, valerá a espera. E parece que o primeiro single dessa nova fase chega já na sexta-feira (8 de fevereiro).



Miley Cyrus

Miley revelou recentemente que seu novo álbum terá de tudo: pop-rock com produções do Mark Ronson, pop alternativo com o Wyatt, hip-hop com o Mike Will Made It e até músicas de pop beeem chiclete. Muitas personalidades pra agradar todo mundo! Para completar, rumores dizem que Miley quer celebrar sua carreira nessa nova era, com direito à turnê mundial e apresentação de hinos marcantes, como "The Climb". Sim, nós já estamos alimentando expectativas.



Normani

Enquanto não lança seu primeiro álbum pós-Fifth Harmony, Normani tem colaborado com ótimos artistas, como Calvin Harris, Khalid e Sam Smith, expandindo sua fanbase e conquistando terreno para seu primeiro lançamento solo. Seu disco de estreia deve ter colaborações de Missy Elliott e Ryan Tedder, além da participação de muitos produtores com os quais a artista sempre quis trabalhar. "Sonoramente e criativamente, eu posso fazer absolutamente o que eu quiser agora", contou Normani à Billboard. Soa promissor, né?



Rihanna

Rihanna está nos enrolando por anos após assumir o papel de revendedora oficial da sua linha de maquiagem, a Fenty Beauty, ao ponto de que vivemos um caso de abstinência coletiva de Riri em nossas vidas. A hitmaker já confirmou que o novo disco chega mesmo esse ano, mas não sabemos muito além disso. Rumores diziam que seu nono álbum exploraria o reggae, mas faz tanto tempo que essas informações saíram que não temos como ter certeza de nada. O que não importa muito, já que qualquer coisa que a Rihanna fizer em qualquer ritmo vai ser incrível.



Selena Gomez

Selena ensaiou seu retorno definitivo diversas vezes, com singles avulsos aqui e ali, mas sempre parando no meio por conta do Lupus e de suas complicações. Recém-saída de uma clínica de reabilitação, na qual entrou para lidar com estresse e ansiedade, a cantora parece estar bem agora. Segundo a gravadora Polydor, esse ano o sucessor do "Revival" (2015) sai. Fica a torcida pra que 2019 seja cheio de saúde e disposição para a cantora, e que ela consiga se reerguer e transformar toda a sua dor em música boa, como a gente sabe que ela pode fazer.



Sigrid

Uma das maiores revelações do pop em 2018, Sigrid não nos decepcionou com nenhuma música que lançou até hoje, e não há razão para acreditar que com seu disco de estreia, chamado "Sucker Punch", vai ser diferente. O material incluirá a canção de mesmo nome, além de "Don't Kill My Vibe",  "Strangers" e "Don't Feel Like Crying" (R.I.P. "High Five"), e está previsto para dia 1º de março.



Tame Impala

Calling all the indies! Tava muito difícil ser conceitual sem um novo lançamento do Tame Impala, mas essa saudade vai ficar pra trás em 2019. A banda foi confirmada como headliner do Coachella desse ano e já deu a entender que um novo álbum vem aí, possivelmente no dia em que se apresentam no festival, 13 de abril. O material será o sucessor do aclamado "Currents", de 2015, que é uma das melhores coisas que o meio alternativo nos proporcionou nessa década.



The Weeknd

No início ano passado, The Weeknd lançou o EP "My Dear Melancholy,", ótimo, mas que não necessariamente saciou nossa vontade por um novo disco do cara. Felizmente, durante um show em Toronto no fim de 2018, o canadense avisou que seu seu sexto álbum chegaria em breve, e a gente decidiu que esse em breve não pode passar desse novo ano. À julgar pelo "Starboy", de 2016, e pelo EP, podemos ficar tranquilos porque, quando chegar, vai ser bom demais, como sempre.



The 1975

Donos de um dos melhores discos de 2018, os caras do The 1975 já lançaram o "A Brief Inquire Into Online Relationships" com a certeza de que nesse ano viria mais um álbum. O "Notes On A Conditional Form" é, segundo o vocalista Matty Healy, um disco de UK Garage (dance, música eletrônica) sobre "ansiedade social" e nele você poderá encontrar uma das melhores letras que ele já escreveu. Os caras sabem muito bem como criar expectativa na gente (e como atendê-las também).



***

Pra qual disco você tá mais ansioso? Esquecemos de incluir algum álbum muito importante e muito esperado na lista? Conta pra gente nos comentários!
Estão entre nós as indicações ao principal prêmio da indústria musical (quer a gente queira ou não), o Grammy Awards. A lista completa foi liberada nessa sexta-feira (07) e, além de confirmar algumas apostas, trouxe muitas surpresas - de indicados a esnobados inesperados. 

No ano passado, a premiação foi bastante criticada pela falta de figuras femininas nas principais categorias. Entre os concorres à Álbum do Ano da última edição, por exemplo, tínhamos apenas Lorde com seu "Melodrama". Esse ano, a situação mudou. A maior categoria do Grammy foi dominada por mulheres, brancas, negras e uma latina. O aumento no número de indicados de 5 para 8 nas principais categorias ajudou, assim como o que a academia chamou de "uma força tarefa para inclusão de diversidade em sua bancada". Nas outras categorias, muitas mulheres marcaram presença também, mostrando que, sim, tem muita artista boa por aí, é só querer prestar atenção nelas. 

Entre os destaques, temos Kendrick Lamar liderando com 8 indicações graças a maravilhosa trilha do filme "Pantera Negra", que aparece também em Álbum do Ano, uma conquista não muito comum, mas muito bem-vinda, para esse tipo de disco. Drake vem em seguida com 7 nomeações, Brandi Carlile, uma das surpresas dessa edição, com 6, mesmo número de Maren Morris, cuja as maiores indicações vieram para o hit "The Middle", parceria com Zedd e Grey.




Cardi B e Lady Gaga vem em seguida com 5 indicações. A rapper se apoia em seu disco de estreia, o ótimo "Invasion Of Privacy", enquanto Gaga chega com a força de "Shallow", para a trilha de "Nasce Uma Estrela", embora tenha conseguido uma indicação com "Joanne (Where Do You Think You're Goin'?) [Piano Version]" (sim, é isso mesmo!).

Entre as gratas surpresas, descobrimos que Janelle Monáe finalmente está ganhando o reconhecimento que merece, H.E.R. já não é apenas uma promessa da música, Christina Aguilera (e Demi Lovato!) não foram ignoradas pelo Grammy, SOPHIE se tornou a primeira mulher trans nomeada ao prêmio e artistas novatas conseguiram se sobressair entre a enorme lista de indicados. 

Vamos lá?

Álbum do Ano

"Invasion of Privacy", Cardi B
"By the Way, I Forgive You", Brandi Carlile
"Scorpion", Drake
"H.E.R.", H.E.R.
"Beerbongs & Bentleys", Post Malone
"Dirty Computer", Janelle Monae
"Golden Hour", Kacey Musgraves
"Black Panther: The Album", Featuring Kendrick Lamar

Gravação do Ano

"I Like It", Cardi B, Bad Bunny & J Balvin
"The Joke", Brandi Carlile
"This is America", Childish Gambino
"God's Plan", Drake
"Shallow", Lady Gaga & Bradley Cooper
"All The Stars", Kendrick Lamar & SZA
"Rockstar," Post Malone feat. 21 Savage
"The Middle," Zedd, Maren Morris and Grey

Canção do Ano

"All The Stars" Kendrick Lamar & SZA
"Boo'd Up", Ella Mai
"God's Plan", Drake
"In My Blood", Shawn Mendes
"The Joke", Brandi Carlile
"The Middle," Zedd, Maren Morris and Grey
"Shallow", Lady Gaga & Bradley Cooper
"This is America", Childish Gambino

Artista Revelação

Chloe X Halle
Luke Combs
Greta Van Fleet
H.E.R.
Dua Lipa
Margo Price
Bebe Rexha
Jorja Smith

Melhor Álbum Pop

"Camila", Camila Cabello
"Meaning Of Life", Kelly Clarkson
"sweetener", Ariana Grande
"Shawn Mendes", Shawn Mendes
"Beautiful Trauma", P!nk
"reputation", Taylor Swift

Melhor Performance Solo de Pop

"Colors", Beck
"Havana (Live)", Camila Cabello
"God is a woman", Ariana Grande
"Joanne (Where Do You Think You're Goin'?) [Piano Version]", Lady Gaga
"Better Now", Post Malone

Melhor Performance de Pop em Dupla/Grupo

"Fall In Line", Christina Aguilera feat. Demi Lovato
"Don't Go Breaking My Heart", Backstreet Boys
"'S Wonderfull", Tony Bennett & Diana Krall
"Shallow", Lady Gaga & Bradley Cooper
"Girls Like You", Maroon 5 feat. Cardi B
"Say Something", Justin Timberlake feat. Chris Stapleton
"The Middle", Zedd, Maren Morris & Grey

Melhor Gravação Dance

"Northern Soul",Above & Beyond Featuring Richard Bedford
"Ultimatum", Disclosure feat. Fatoumata Diawara
"Losing It", Fisher Paul 
"Electricity", Silk City & Dua Lipa
"Ghost Voices", Virtual Self

Melhor Álbum de Música Eletrônica

"Singularity", Jon Hopkins
"Woman Worldwide", Justice
"Treehouse" Sofi Tukker
"Oil Of Every Pearl's Un-Insides", SOPHIE
"Lune Rouge", TOKiMONSTA

Melhor Performance de R&B

"Long As I Live", Toni Braxton
"Summer", The Carters
"Y O Y", Lalah Hathaway
"Best Part", H.E.R. feat. Daniel Caesar
"First Began", PJ Morton

Melhor Canção de R&B

"Boo'd Up", Ella Mai
"Come Through And Chill", Miguel feat. J. Cole & Salaam Remi
"Feels Like Summer", Childish Gambino
"Focus", H.E.R.
"Long As I Live", Toni Braxton

Melhor Álbum de Urban Contemporâneo

"EVERYTHING IS LOVE", The Carters
"The Kids Are Alright", Chloe X Halle
"Chris Dave And The Drumhedz", Chris Dave And The Drumhedz
"War & Leisure", Miguel
"Ventriloquism", Meshell Ndegeocello

Melhor Performance de Rap

"Be Careful", Cardi B
"Nice For What", Drake
"King's Dead", Kendrick Lamar, Jay Rock, Future & James Blake
"Bubblin", Anderson .Paak
"SICKO MODE", Travis Scott, Drake, Big Hawk & Swae Lee

Melhor Performance de Rap/Sung

"Like I Do", Christina Aguilera feat. Goldlink
"Pretty Little Fears", 6LACK feat. J. Cole
"This Is America", Childish Gambino
"All The Stars", Kendrick Lamar & SZA
"rockstar", Post Malone feat. 21 Savage

Melhor Álbum de Rap

"Invasion Of Privacy", Cardi B
"Swimming", Mac Miller
"Victory Lap", Nipsey Hussle
"Daytona", Pusha T
"ASTROWORLD", Travis Scott

Quer conferir todos os indicados? Corre lá no site do Grammy clicando aqui
Essa semana, Kendrick Lamar fez história ao tornar-se o primeiro rapper a receber o prêmio Pulitzer. O Pulitzer é uma premiação americana coordenada pela Universidade de Columbia e dedicada a homenagear autores por trabalhos de excelência em jornalismo, literatura e composição musical. A categoria musical foi inclusa em 1943 e até esse ano só havia premiado artistas de música clássica e jazz.

A escolha do álbum de Lamar, "DAMN.", para suceder composições eruditas no seleto grupo de premiados do Pulitzer tem um enorme significado sobre a forma como o rap se insere no contexto social atual dos Estados Unidos.

O prêmio é normalmente lembrado por dar destaque a momentos importantes do jornalismo, em que histórias são contadas com excelência na reunião de fatos e geram impacto social após a sua publicação. "DAMN." carrega qualidades muito similares: o rapper "expõe" no álbum uma intimidade intensa sobre o que é ser negro no país, trazendo referências à religião, política e sexualidade.


O comitê responsável pelo prêmio definiu o álbum como "uma coleção virtuosística de canções, unificadas por sua autenticidade vernacular e dinamismo rítmico que captam a complexidade da vida afro-americana moderna". 
A grandiosidade do trabalho de Lamar vai além de alcançar o topo do chart de álbuns vendidos para tornar-se um símbolo político para o rap e a população negra nos Estados Unidos. Em um paralelo, Pulitzer de categoria jornalística foi concedido às matérias do New York Times e do New Yorker que denunciavam os abusos sexuais do produtor hollywoodiano Harvey Weistein. Tratando-se de um prêmio acadêmico e, até então, extremamente restrito, já é possível comemorar a abertura de novos espaços para discussões sobre questões de raça e gênero.
Quando Kendrick Lamar lançou “All The Stars” com a SZA para a trilha de “Pantera Negra”, ele já deixou claro que iria reunir “todas as estrelas” no disco completo. E o que acontece quando juntamos tantos artistas incríveis em um mesmo trabalho? Uma soundtrack tão incrível quanto.



Lançada nesta sexta-feira (09), “Black Panther The Album” ajuda a contar a história do primeiro herói negro protagonista da Marvel e de seu país natal, a fictícia Wakanda, nação extremamente desenvolvida tecnologicamente localizada na África.

Por isso, além de ter a participação de The Weeknd, Khalid, Travis Scott, Future, Jorja Smith, Vince Staples e muitos outros, a trilha também traz artistas africanos, como é o caso dos sul-africanos Sjava e Babes Wodumo.

Para além de se inspirar no filme, “Black Panther The Album” realmente parece um: as músicas transitam perfeitamente, não porque sejam iguais, mas porque se conectam. Elas contam a história do filme, citam personagens, mas também existem à parte, funcionando como uma nova narrativa muito bem amarrada.

Não que a gente esteja chocado com a qualidade da trilha de "Pantera Negra". Como esperar menos de um disco feito com a curadoria de Kendrick Lamar?



"Pantera Negra", o filme, estreia na semana que vem, no dia 15 de fevereiro. 
No dia 15 de fevereiro, chega aos cinemas brasileiros o primeiro filme com um super-herói negro como protagonista. “Pantera Negra” vem carregado de expectativas, seja pela história, que parece ser das melhores, ou pela representatividade que carrega, e agora podemos acrescentar mais uma coisa para nos deixar animados: a trilha sonora.

“Black Panther: The Album” será lançado no dia 9 de fevereiro e vai contar com a produção executiva de Kendrick Lamar. É ele mesmo quem empresta sua voz na primeira música liberada, a envolvente e apoiada por sintetizadores, “All The Stars”, em parceria com SZA.



Em trailers, o diretor do filme, Ryan Coogler, também responsável pelos longas “Creed: Nascido Para Lutar” e “Fruitvale Station: A Última Parada” já havia incluído faixas de hip-hop, como “Legend Has It”, do Run the Jewels, e “BagBak”, do Vince Staples, mostrando o desejo de contar a história de um herói negro usando diversas adjacentes da cultura negra para construir esse personagem.


Em “Pantera Negra”, T’Challa (Chadwick Boseman) tem que lidar com os eventos que aconteceram em “Capitão América: Guerra Civil”. Ele volta para sua casa, a nação africana reclusa e tecnologicamente avançada de Wakanda, para servir como novo líder. No entanto, logo descobre que seu trono é desafiado por facções dentro de seu país. Completando o elencão da porra, temos Michael B. Jordan, Danai Gurira, Lupita Nyong’o, Daniel Kaluuya, Angela Basset e Forest Whitaker

Chegou a hora da verdade!

Na manhã  desta terça-feira (28) foram revelados os indicados ao 60º Grammy Awards e, pelo incrível que pareça, o que não faltam são surpresas com a lista completa, liderada pelos rappers JAY-Z e Kendrick Lamar que, respectivamente, foram lembrados em oito e sete categorias.



Entre os principais indicados, a música de Luis Fonsi com Daddy Yankee e Justin Bieber, “Despacito”, foi mais do que reconhecida, assim como Childish Gambino, SZA, Khalid e o produtor No I.D., que garantiram nada menos do que cinco indicações cada.



Grande nome desta edição, JAY-Z é o único artista que concorre nas três principais categorias: álbum, gravação e música do ano. Batendo de frente com outros dois nomes fortes, Kendrick Lamar e Bruno Mars, que concorrem pelos trabalhos com os discos “DAMN.” e “24K Magic”.



O aclamado retorno de Lorde, “Melodrama”, só conta com uma indicação, por álbum do ano, podendo ser o responsável por tirar o prêmio de um artista negro mais uma vez - como aconteceu com Adele e Beyoncé no ano passado ou com Taylor Swift e Kendrick Lamar em 2016.



Ed Sheeran, que lançou no último ano o disco “Divide” e fez bastante sucesso ao som de “Shape of You”, só foi lembrado nas categorias pop, disputando os gramofones que gostaríamos de ver nas mãos de Kesha, Lady Gaga ou Lana Del Rey, todas indicadas fora dos prêmios principais.



Na ala dos nomes que sentimos falta, estão mulheres como Rihanna (“Wild Thoughts”, do DJ Khaled), Demi Lovato (“Tell Me You Love Me”) e Camila Cabello (“Havana”), além do cantor Harry Styles, que neste ano lançou seu disco de estreia, autointitulado, e também merecia o seu lugar ao sol.



Veja os indicados das principais categorias abaixo:

Gravação do Ano
“Redbone” — Childish Gambino
“Despacito” — Luis Fonsi & Daddy Yankee Featuring Justin Bieber
“The Story Of O.J.” — Jay-Z
“HUMBLE.” — Kendrick Lamar
“24K Magic” — Bruno Mars

Álbum do Ano
“Awaken, My Love!” — Childish Gambino
4:44 — Jay-Z
DAMN. — Kendrick Lamar
Melodrama — Lorde
24K Magic — Bruno Mars

Música do Ano
“Despacito” — Ramón Ayala, Justin Bieber, Jason “Poo Bear” Boyd, Erika Ender, Luis Fonsi & Marty James Garton, songwriters (Luis Fonsi & Daddy Yankee Featuring Justin Bieber)
“4:44” — Shawn Carter & Dion Wilson, songwriters (Jay-Z)
“Issues” — Benny Blanco, Mikkel Storleer Eriksen, Tor Erik Hermansen, Julia Michaels & Justin Drew Tranter, songwriters (Julia Michaels)
“1-800-273-8255” — Alessia Caracciolo, Sir Robert Bryson Hall II, Arjun Ivatury & Khalid Robinson, songwriters (Logic Featuring Alessia Cara & Khalid)
“That’s What I Like” — Christopher Brody Brown, James Fauntleroy, Philip Lawrence, Bruno Mars, Ray Charles McCullough II, Jeremy Reeves, Ray Romulus & Jonathan Yip, songwriters (Bruno Mars)


Artista Revelação
Alessia Cara
Khalid
Lil Uzi Vert
Julia Michaels
SZA

Melhor Performance Pop Solo
“Love So Soft” — Kelly Clarkson
“Praying” — Kesha
“Million Reasons” — Lady Gaga
“What About Us” — P!nk
“Shape Of You” — Ed Sheeran

Melhor Performance Pop em Duo/Grupo
“Something Just Like This” — The Chainsmokers & Coldplay
“Despacito” — Luis Fonsi & Daddy Yankee Featuring Justin Bieber
“Thunder” — Imagine Dragons
“Feel It Still” — Portugal. The Man
“Stay” — Zedd & Alessia Cara

Melhor Álbum Pop Vocal
Kaleidoscope EP — Coldplay
Lust For Life — Lana Del Rey
Evolve — Imagine Dragons
Rainbow — Kesha
Joanne — Lady Gaga
÷ (Divide) — Ed Sheeran


Melhor Álbum de Música Alternativa
Everything Now — Arcade Fire
Humanz — Gorillaz
American Dream — LCD Soundsystem
Pure Comedy — Father John Misty
Sleep Well Beast — The National

Melhor Performance R&B 
“Get You” — Daniel Caesar Featuring Kali Uchis
“Distraction” — Kehlani
“High” — Ledisi
“That’s What I Like” — Bruno Mars
“The Weekend” — SZA

Melhor Música R&B
“First Began” — PJ Morton, songwriter (PJ Morton)
“Location” — Alfredo Gonzalez, Olatunji Ige, Samuel David Jiminez, Christopher McClenney, Khalid Robinson & Joshua Scruggs, songwriters (Khalid)
“Redbone” — Donald Glover & Ludwig Goransson, songwriters (Childish Gambino)
“Supermodel” — Tyran Donaldson, Terrence Henderson, Greg Landfair Jr., Solana Rowe & Pharrell Williams, songwriters (SZA)
“That’s What I Like” — Christopher Brody Brown, James Fauntleroy, Philip Lawrence, Bruno Mars, Ray Charles McCullough II, Jeremy Reeves, Ray Romulus & Jonathan Yip, songwriters (Bruno Mars)

Melhor Álbum Urban Contemporâneo
Free 6LACK — 6LACK
“Awaken, My Love!” — Childish Gambino
American Teen — Khalid
Ctrl — SZA
Starboy — The Weeknd


Melhor Álbum R&B
Freudian — Daniel Caesar
Let Love Rule — Ledisi
24K Magic — Bruno Mars
Gumbo — PJ Morton
Feel The Real –Musiq Soulchild

Melhor Performance Rap
“Bounce Back” — Big Sean
“Bodak Yellow” — Cardi B
“4:44” — Jay-Z
“HUMBLE.” — Kendrick Lamar
“Bad And Boujee” — Migos Featuring Lil Uzi Vert

Melhor Performance Rap/Cantado
“PRBLMS” — 6LACK
“Crew” — Goldlink Featuring Brent Faiyaz & Shy Glizzy
“Family Feud” — Jay-Z Featuring Beyoncé
“LOYALTY.” — Kendrick Lamar Featuring Rihanna
“Love Galore” — SZA Featuring Travis Scott

Melhor Música de Rap
“Bodak Yellow” — Dieuson Octave, Klenord Raphael, Shaftizm, Jordan Thorpe, Washpoppin & J White, songwriters (Cardi B)
“Chase Me” — Judah Bauer, Brian Burton, Hector Delgado, Jaime Meline, Antwan Patton, Michael Render, Russell Simins & Jon Spencer,
songwriters (Danger Mouse Featuring Run The Jewels & Big Boi)
“HUMBLE.” — Duckworth, Asheton Hogan & M. Williams II, songwriters (Kendrick Lamar)
“Sassy” — Gabouer & M. Evans, songwriters (Rapsody)
“The Story Of O.J.” — Shawn Carter & Dion Wilson, songwriters (Jay-Z)

Melhor Álbum de Rap
4:44 — Jay-Z
DAMN. — Kendrick Lamar
Culture — Migos
Laila’s Wisdom — Rapsody
Flower Boy — Tyler, The Creator

Produtor do Ano (Não-Clássico)
Calvin Harris
Greg Kurstin
Blake Mills
No I.D.
The Stereotypes

Melhor Videoclipe
“Up All Night” — Beck
“Makeba” — Jain
“The Story Of O.J.” — Jay-Z
“Humble.” — Kendrick Lamar
“1-800-273-8255” — Logic Featuring Alessia Cara & Khalid

Ainda que Ed Sheeran tenha sido eleito o ‘Artista do Ano’ no VMA 2017, que aconteceu no último domingo (27), a própria premiação tratou de provar o contrário, com o rapper Kendrick Lamar levando nada menos do que seis troféus, incluindo o prêmio mais importante da noite, que elegeu “Humble” como o ‘Vídeo do Ano’.



Outra vez sem as divas que marcaram a história da premiação, como Britney, Madonna, Gaga ou Beyoncé, essa edição do VMA ficou nas mãos de muitos novos artistas e Katy Perry, que assumiu o posto de anfitriã da premiação, e apesar de alguns momentos um tanto quanto cansativos, tudo ocorreu bem, na medida do possível.

P!nk, homenageada na categoria ‘Prêmio Michael Jackson de Artista Vanguarda’, entregou uma das performances mais fracas da noite. Com tantos hits em sua carreira, seu medley não favoreceu os ápices de sua carreira e, com uma apresentação focada no seu novo single, “What About Us”, todo o resto foi confuso e sem graça.



A cantora teve a oportunidade de se redimir com o discurso de agradecimento, no qual falou sobre diversidade, estereótipos de gênero e críticas que recebeu ao longo da carreira por ser considerada “muito masculina”. Isso sim, foi emocionante.



Sem muitos esforços, quem roubou a atenção foi Lorde. A neozelandesa apresentou sua próxima música de trabalho, “Homemade Dynamite”, mas com uma diferença: toda a performance teve apenas dança, com a música sendo tocada ao fundo. O motivo foi uma gripe que a impediu de cantar ao vivo e o resultado, felizmente, foi um dos momentos mais despretensiosos e expressivos da noite.



Em mais uma aparição da sua fase sem remorsos, Demi Lovato cantou “Sorry Not Sorry” de fora da premiação e também deixou a desejar. Seus vocais estavam impecáveis, como sempre, mas todo o resto parecia ensaiado demais para uma pool party. A impressão que dava era de que, se algum dançarino surgisse fora do lugar combinado, todo o resto iria por água abaixo.



Dona de alguns dos momentos mais marcantes da noite, a revelação Alessia Cara brilhou duas vezes. Na primeira, quando cantou “Scars To Your Beautiful”, numa performance em que se despia de grandes figurinos e maquiagens, para valorizar a sua beleza natural, e na segunda, ao lado de Logic e Khalid, ao som da faixa 1-800-273-8255”, que incentiva a busca por apoio às pessoas que sofrem de depressão.


A gente não sabe o que 30 Seconds to Mars tentou fazer, mas deu errado.



E suspeitamos que essa performance do Rod Stewart com o DNCE tenha dado certo.



KYLE subiu ao palco pra cantar o hit “iSpy” e, mesmo com poucas pessoas familiarizadas com o seu rosto, arrasou. A dancinha dele foi um dos momentos mais animados do evento.



E olha que o Jack Antonoff interessadíssimo nesta banana não nos deixa mentir…


Julia Michaels foi interrompida no meio da sua apresentação, pra que a emissora pudesse chamar o intervalo a tempo de mostrar o clipe novo da Taylor Swift, mas também foi maravilhosa com “Issues”.



E Miley Cyrus, que estava preocupada em decepcionar seu pai, fez uma das performances mais completas da noite para seu novo single, “Younger Now”. Sua voz e versatilidade nos encantam sempre que ela sobe ao palco.



Outras que estão cada vez melhores são as moças do Fifth Harmony. A apresentação delas contou com um medley de “Angel” e “Down”, do seu novo disco, e rolou até um shade pra Camila Cabello, que simbolicamente participou do início da performance, pulando do palco no seu momento de glória.



Ganhador da categoria ‘Artista Revelação’, o cantor Khalid foi quem se apresentou no pré-show do VMA, com uma performance que bem merecia um espaço no evento oficial. Do repertório do seu disco de estreia, o músico fez um mashup dos hinos “Location” e “Young, Dumb & Broke”. Foi maravilhoso!



Com o título de melhor performance da noite, Kendrick Lamar foi quem abriu o evento, trazendo a pancada que foi esse mashup de “DNA” e “Humble”, ambas do disco “Damn”. Ele é tipo a Beyoncé do hip-hop: não pega o microfone se não for pra dar o seu melhor, faz algo além das expectativas e, independente do momento em que se apresenta, já nos deixa com a sensação de que ninguém será capaz de superá-lo.


Confira a lista completa dos vencedores:

Clipe do ano
Kendrick Lamar – "HUMBLE."
Artista do ano
Ed Sheeran
Artista Revelação
Khalid
Melhor colaboração
Zayn & Taylor Swift – "I Don't Wanna Live Forever
Melhor clipe pop
Fifth Harmony ft. Gucci Mane – "Down"
Melhor clipe de Hip Hop
Kendrick Lamar – "HUMBLE."
Melhor clipe de Eletrônica
Zedd and Alessia Cara – "Stay"
Melhor luta contra o sistema
Logic ft. Damian Lemar Hudson – "Black SpiderMan"
The Hamilton Mixtape – "Immigrants (We Get the Job Done)" (Imigração)
Big Sean – "Light" (Raça)Alessia Cara – "Scars To Your Beautiful" (Imagem corporal)
Taboo ft. Shailene Woodley – "Stand Up / Stand N Rock #NoDAPL" (Meio Ambiente)
John Legend – "Surefire" (Imigração & Odio anti-muçulmano)
Melhor fotografia
Kendrick Lamar – "HUMBLE."
Melhor direção
Kendrick Lamar – "HUMBLE."
Melhor direção de arte
Kendrick Lamar – "HUMBLE."
Melhor efeito visual
Kendrick Lamar – "HUMBLE."
Melhor coreografia
Kanye West – "Fade"
Melhor edição
Young Thug – "Wyclef Jean"
Música do verão
XO Tour Llif3 – Lil Uzi Vert
Tá acontecendo! Depois de esquecer o clipe de "Love On The Brain" no churrasco, Rihanna parece ter mesmo deixado o "ANTI" para trás e estar mais do que pronta para divulgar (sim!) outra música, sua novíssima parceria com o DJ Khaled e o Bryson Tiller, "Wild Thoughts", que chega amanhã (15).

A cantora fez questão de anunciar para toda a rede mundial de computador que a colaboração sairá na manhã dessa sexta-feira. Fazendo nossos cálculos aqui, 6 EST lá significa 7 da matina aqui, no horário de Brasília. Preparados?


A faixa já teve seu clipe gravado, no bairro do Little Haiti, da cidade de Miami, lá na Flórida, e ao que tudo indica deverá sair amanhã mesmo, juntinho com a canção. 

Além de "Wild Thoughts", Riri também vai aparecer em outro single. Sua parceria com o Kendrick Lamar em "LOYALTY." foi escolhida como a nova música de trabalho do álbum "DAMN." e um vídeo também já foi filmado. A participação da barbadiana, entretanto, ainda é um mistério.

O importante é que nós estamos mais do que prontos para ver Rihanna quebrar, com uma colaboração ou outra, o jejum de mulheres no topo da Hot 100. Pode voltar, hitmaker, a gente te implora!

Já DJ Khaled liberou essa semana a tracklist de seu novo álbum, "Grateful". Com parcerias de JAY Z e Beyoncé em "Shining", Drake em "To The Max", Justin Bieber, Chance, The Rapper, Quavo e Lil' Wayne no mega hit "I'm The One" e mais outros grandes nomes, como Nicki Minaj, Alicia Keys, Big Sean, Future e Calvin Harris, o disco chega na próxima semana, no dia 23 de junho.