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Sendo usuário do aplicativo TikTok ou não, é bem provável que você já tenha sido afetado pela música “Siren Beat”, que rendeu inúmeros vídeos com dancinhas que ultrapassaram as barreiras do app que têm catapultado tantas canções pela parada americana.

De olho nas tendências, quem correu pra aproveitar o hype da musiquinha toda instrumental foi o cantor Jason Derulo, que não tardou em sampleá-la por completo na sua música nova, “Savage Love”. Dito e feito, a música com vocais ficou muitíssimo mais interessante e coube ao cara levar a faixa pras mais ouvidas dos EUA, atualmente se mantendo no top 20 e com expectativas de crescimento.

Pra promovê-la, Derulo se apresentou nesta semana no tradicional Good Morning America, através de uma performance gravada em sua casa, e não hesitou em levar a dancinha tiktokeira pra manhã das famílias estadunidenses. 

Olha só:



Apesar do sucesso de “Savage Love”, Jason Derulo entra pra lista de artistas que não pararam mesmo em quarentena e, na última sexta, já lançou mais um single, desta vez sem ninguém do TikTok envolvido (até então). A dancinha pra viralizar já está garantida:

Desde que surgiu no cenário musical em 2010, Jason Derulo tem sempre procurado fazer canções que não sejam óbvias e iguais ao que escutamos nas rádios e que, claro, façam a gente rebolar bastante o bumbum, porque estamos aqui pra isso. Por isso, hoje a gente pode dizer com propriedade que o cara não só é uma máquina de fazer hits, como lança aqueles smashs nada convencionais que a gente tem orgulho de dançar bastante na balada.



Já são 7 anos desde que ele se lançou na indústria, quatro discos e uma coletânea de hits, mas ele não para e continua sempre investindo em novas sonoridades e em muita coreografia, criando tendências - quem não se lembra do sucesso dos trompetes de "Talk Dirty" que dominaram a música pop? - ou simplesmente inovando quando tudo parece igual - "Swalla" tá aí pra provar isso. 

Batemos um talk dirty com o cantor sobre como é fazer sucesso no mundo inteiro com sua própria música, o novo álbum que está por vir, parcerias, Brasil e muito mais: 

***

It Pop: Antes de tudo, parabéns por "Swalla"! A música está fazendo bastante sucesso. Eu estava olhando o Top 50 de vários países no Spotify, e a música estava no Top 10, Top 20 de quase todos eles. Como é pra você ver a sua música se tornar um hit global?
Jason: É incrível! É uma dessas coisas que você não se acostuma. É muito bom. Você começa a fazer a música no estúdio, vê ela sendo produzida numa sala junto com várias pessoas, de repente você lança e, quando vê, a canção cresce e vira algo muito maior do que você esperava. Isso é algo muito especial. 

Quando eu escutei "Swalla" pela primeira vez, me lembrou bastante de um ritmo brasileiro chamado tecnobrega. Então, me conte, qual foi a inspiração por trás da sonoridade de "Swalla"?
Jason: Eu tenho origens haitianas. Então, eu queria fazer uma música que lembrasse a kompa, o ritmo tradicional do Haiti. Queria fazer uma música que tivesse esse ritmo, esse som, mostrar isso para o mundo. É muito bom poder levar esse estilo para outros lugares.


Você está acostumado a trabalhar com vários rappers, mas nunca tinha trabalhado com a Nicki Minaj. Como foi?
Jason: Foi legal. Ela é uma artista talentosa, que sabe o que quer e sabe como fazer. Foi incrível e nós fizemos coisas bem legais no estúdio. Temos uma versão acústica de "Swalla" para lançar e, logo, logo ela estará aí. Trabalhar com ela no estúdio foi mesmo um processo bem legal. 

Você também está bastante acostumado a colaborar com diversos artistas em seus discos. Vamos ver algumas parcerias nesse novo álbum?
Jason: Ah, algumas. Vocês vão ver algumas participações sim, mas é surpresa. 

Mas você não pode contar nada pra gente? Nadinha?
Jason: Não, não! Tenho que guardar esses segredos. São projetos legais, pessoas diferentes. Já tenho até algumas canções prontas, mas não posso falar mais nada. 

Eu sei que "Swalla" está se saindo bem, mas você já está pensando em um próximo single?
Jason: Estou pensando, mas mais por alto. "Swalla" está indo muito bem mesmo e isso é bom, então estamos pensando no que vem depois sim, mas primeiro vamos focar nessa música, lançar a versão acústica de "Swalla" e depois, então, lançar outra canção. Mas o novo single sairá logo.


Voltando um pouquinho no tempo, eu lembro quando você lançou "Talk Dirty" e a música fez tanto sucesso que, de repente, todo mundo começou a usar aquele som de trompetes. Ariana Grande usou trompetes em "Problem", Fifth Harmony fez a mesma coisa em "Worth It", até a Taylor Swift usou esse som em "Shake It Off". Como foi pra você criar uma tendência na música pop?
Jason: Eu tento fazer coisas diferentes, coisas que ninguém está fazendo. Tento fazer coisas que me inspiram. Não quero seguir as tendências, quero fazer algo que as pessoas não costumam escutar e quero também me conectar com essas pessoas. Não faço algo pensando se vai ou não criar um tendência, isso é o tipo de coisa que acontece sem planejar. 

E agora "Swalla" está se tornando um hit e é bem diferente do que costumamos escutar por aí. Você acha que essa música também pode criar uma tendência?
Jason: Não sei, não tenho certeza. Eu quero ver o que vai acontecer com essa canção. "Swalla" está indo bem agora e vou ficar de olho no que vai acontecer daqui pra frente. 

Ok, agora vamos falar do Brasil! Você esteve aqui em 2014. Como foi a experiência?
Jason: Foi incrível! Mulheres bonitas, boa comida, público maravilhoso... é muito bom fazer show aí!

Tem planos para voltar?
Jason: Sim, com certeza! Quero voltar logo.  

Suas músicas são sempre bem diferentes, elas tem sons e batidas que não costumamos ouvir em outras músicas, e aqui no Brasil nós também temos ritmos bem diferentes. Você já escutou música brasileira e já pensou em talvez usá-la como inspiração para criar suas próprias canções?
Jason: Olha, é uma boa ideia! Acho que vocês tem coisas bem diferentes por aí. Seria bem legal começar a pesquisar mais sobre a música de vocês, entrar de cabeça nisso aí e, então, quem sabe?!

***

Ih, gente, não é que ele gostou da ideia de fazer uma música inspirada por ritmos brasileiros? Tecnobrega já (quase) foi, que tal um pop inspirado no funk pra gente mostrar cultura pra esse povo? Já pode ligar pra Anitta que o hit tá pronto!

Ter um smash hit pode ser o maior sonho e pesadelo de qualquer artista. Depois do sucesso de “Talk Dirty”, tudo ficou difícil de se encaixar na carreira de Jason Derulo e, apesar de ter ensaiado uma volta para seu pop de antigamente em faixas como “Kiss The Sky” e “If It Ain’t Love”, o cantor parece pronto para ser abraçado pelos EUA outra vez com seu novo single, “Swalla”.

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A música nova de Derulo conta com as participações de Nicki Minaj e Ty Dolla $ign, e, literalmente, vai do dancehall ao tecnobrega, numa mistura que pode soar confusa numa primeira audição, mas entrega uma proposta divertida e, pelo incrível que pareça, nada genérica – ainda que o dancehall já tenha sido incessantemente explorado por outros artistas pop nos últimos meses.

Nicki Minaj, tão mal aproveitada na parceria com Major Lazer, “Run Up”, aqui tem tempo de sobra para mandar suas rimas e, além de entrar na pegada dançante da faixa, ela manda avisar que deu dois anos para suas “concorrentes” fazerem a festa, mas agora o tempo delas acabou. Tá rebolando, mas com sangue nos olhos.

Olha só que mistura maravilhosa:


Já pode pedir mashup com Pabllo Vittar e Rihanna nas baladas.

Essas meninas não param, né?! Sorte a nossa!


Rindo à toa graças ao tamanho sucesso do smash single "Black Magic", que caminha rumo à sua terceira semana seguida no topo da Official Charts, as Little Mix estiveram no famoso BBC Radio 1: Live Lounge, onde performaram o atual hit e fizeram um inusitado, mas incrível mashup de "Want to Want Me", do Jason Derulo, e "I Wanna Dance with Somebody", da Whitney Houston.


O clipe de “Cheyenee” possui mais de cinco minutos, assim como os melhores clipes da Lady Gaga.

Foi dirigido pelo Syndrome, estúdio que dirigiu o lindo “No Enemiez” da Kiesza.

“Cheyenne” é um clipe de terror, assim como o maior clipe da história da música (para os leigos, “Thriller”).

Assim que aparece no clipe, Jason está vestido com um terno parecido com o do Usher no Golden Globe.

Cheyenne não é só uma mulher, ela é uma mulher aos moldes da Samara de “O Chamado”, só que com tranças.

O clipe utiliza os mesmos efeitos de câmera que Rihanna usou em "Disturbia".

A fantasma louca faz um buraco para o Jason cair, que nem aquele do castelo Ninho Águia de Game Of Thrones.

Tem boneca tão assustadora quanto Anabelle no clipe.

Novamente como no maior clipe da história, Jason dança com zumbis uma coreografia sensacional.

Tem muita coisa voando e pegando fogo, no melhor estilo bruxaria e voodoo de American Horror Story: Coven.

Lançado hoje, 30, “Cheyenne” é o segundo single do “Everything is 4”, quarto disco do Jason disponibilizado no início deste mês. Sem dúvidas, também é o clipe mais bem produzido de sua carreira. Se o single hitar do mesmo jeito que “Want To Want Me”, dá até para esperar uma performance assustadoramente sensacional na época do halloween. Se depender da divulgação, há mais chances ainda.

Por fim, confira a produção na íntegra logo abaixo:

Em 2010, a música pop e o R&B ganharam um novo representante. Um pouco de Usher aqui, um pouco de Chris Brown ali, um toque de Ne-Yo acolá e nasceu Jason Derulo, com seu auto-intitulado álbum. Seu primeiro single, “Watcha Say”, alcançou o famigerado primeiro lugar da Billboard e, logo em seguida, Derulo conseguiu uma enxurrada de hits como “In My Head”, “Ridin’s Solo” e “Don’t Wanna Go Home”.

Seus dois primeiros álbuns tiveram recepções (comercial e crítica) mornas, mas seus indiscutíveis sucessos do terceiro álbum “Tattos/Talk Dirty” - “Talk Dirty” e “Wiggle” - deram a Jason uma visibilidade maior. Assim sendo, o que faltava para ele ser uma grande estrela musical, como os 3 citados mais acima? Identidade! Pode soar clichê, mas os primeiros álbuns de Jason Joel Desrouleaux reuniam várias faixas que gritavam o desespero para se tornarem mais um hit, porém ele finalmente entendeu que poderia entregar mais que isso. E entregou!

Sem mais delongas, vamos passear pelo “Everything is 4”.

“Want To Want Me”: é numa vibe oitentista e com sintetizadores que Jason inicia seu álbum. E aqui entra o toque de Usher, pois mesmo não tendo um timbre de voz tão marcante, Derulo canta muito bem, com transições incríveis entre seu falsete e sua voz de peito. Além disso, ele explora sua sensualidade cantando versos como “You open the door, wearing nothing but a smile. Fell to the floor. And you whisper in my ear: ‘Baby I'm yours’”. Sexy sem ser vulgar e a melhor opção para first single, sem dúvidas.



“Cheyenne”: mostrando que amadureceu bastante sua sonoridade, Jason nos apresenta seu segundo single, “Cheyenne”, uma mid-tempo onde o ouvimos sofrer por uma one night stand que ele acabou se apaixonando. Quem ousou recusar um convite para jantar com o Jason é meio maluca, mas inspirou o moço para compor essa faixa. “Cheyenne, got the table set for two, guess you couldn't make it. Thought I kissed your lips again, I was dreaming”, com certeza um dos pontos mais altos do álbum.



“Get Ugly”: Novamente, mais certo do seu som, temos aqui uma versão melhorada de “Wiggle”. Em “Get Ugly”, Jason consegue nos fazer dançar com uma letra festeira onde vamos perder o controle e ficar mais feios. Liricamente não fala nada de muito interessante, mas sua batida é muito convidativa, e aquele final mais acelerado mostra que a produção sabia o que estava fazendo.  Nesta faixa, um feat. com Nicki Minaj cairia muito bem, mas quem sabe no próximo álbum. "Let’s get ugly, disfunctional".



“Pull Up”: essa é mais uma uptempo muito bem produzida, sem uma letra muito interessante. Jason canta sobre uma garota que ele precisa puxar pra si. “Pull Up” não se destaca demais, pois “Get Ugly” chama um pouco mais de atenção. No entanto, a batida do seu refrão vai fazer qualquer um remexer nas baladas. Os toques de trap e hip hop deram o que a faixa precisava para não passar despercebida. E assim como sua antecessora, a mudança de velocidade na bridge, aqui desacelerada, também engrandece a produção. "Skrrrrrrrr, PULL UP!".

“Love Like That (feat. K. Michelle): acreditamos que essa foi a faixa mais R&B que Jason fez na sua carreira. Desde a letra, sobre ele estar dando uns pega com a mulher de um dos seus amigos, até a melodia minimalista, deixando seus vocais brilharem em conjunto com a incrível K. Michelle. Nos remete a trabalhos memoráveis de Usher, Chris Brown, Ne-Yo, R. Kelly e outros. Mais um highlight do álbum. “We ain’t supposed to f**k like that. We ain’t supposed to touch like that. Damn it’s too much, it might crack”. Complicado, mas não tem emoção de outro jeito, né mesmo?



“Painkiller (feat. Meghan Trainor): essa é uma daquelas faixas alto astral do álbum, para cantar alto, faxinando o quarto. Derulo e Meghan cantam sobre eles serem analgésicos um para o outro. É uma faixa que não chama tanto atenção quanto as primeiras, já que sua letra é mais simples e seu instrumental mais clichê, lembrando até um pouco de Ricky Martin no auge da sua carreira.

“Broke (feat. Stevie Wonder e Keith Urban): aqui temos Jason Derulo, Keith Urban e Stevie Wonder. Algo nos diz que isso não tem como dar errado, certo? Os três cantam sem a esperança de arranjarem uma namorada se não tiverem muita grana té parece. No entanto, o que chama atenção mesmo não é a letra, e sim a ótima fusão de trap com country. Também não se destaca tanto quanto o início do álbum, mas a combinação de gaita, violão e bumbos no refrão fica fantástica.



“Try Me” (feat. Jennifer Lopez e Matoma): clima de verão, teria um clipe com J.Lo de biquíni e Jason sem camisa, em algum clube de Miami, cantando letras sensuais como “Try me in the morning when the sun comes rising up. Try me in the afternoon, bet you just can't get enough. Try me in the evening, satisfaction guaranteed". Clichê? Sim. Esperávamos um pouco mais de um feat. de dois dançarinos incríveis que podem dar conta de vocais grandiosos, mas foi que rolou para hoje. A produção do Matoma foi bem preguiçosa aqui. Antes outro feat. com o Pitbull, J.Lo -n.

“Love Me Down”: novamente numa vibe oitentista, a melodia de “Love Me Down” traz uma sonoridade que víamos em Michael Jackson, e isso é sempre bom. Sua letra não tem nada demais, só Jason falando sobre uma moça muito bonita que nem tsunami. Uma daquelas fillers bem na zona de conforto dele.

“Trade Hearts” (feat. Julia Michaels): inegavelmente uma belíssima música. No entanto, demonstra que Jason deve tomar mais cuidado ao tentar mostrar versatilidade, pois mesmo sendo pouco conhecida, é Julia Michaels quem realmente brilha na música. Eles cantam sobre uma mulher apaixonada que não está tendo a reciprocidade esperada de seu homem. Talvez se tivéssemos uma melodia com menos elementos graves, a faixa soaria mais bela. Bom pra mostrar ao público mainstream o excelente trabalho de Michaels, que já compôs para Demi Lovato, Fifth Harmony, Nicole Scherzinger e muitos outros.

“X2CU”: música gostosinha, onde temos Jason fazendo o que faz de melhor dentro da sua zona de conforto. “Started as a sexy rebound, but you sleeping next to me now. I just want my ex to see you”, coitadas das ex's deles.

ENFIM, em “Everything Is 4” vemos Jason Derulo entregando um trabalho mais consistente, mostrando versatilidade e brincando com melodias completamente fora do que outrora fazia. Finalmente podemos ver um passo que pode dar a ele um respeito e aceitação maior do que o de hitmaker por “Wiggle” e “Talk Dirty”. Por incrível que pareça, Derulo funciona muito melhor sozinho, pois com sete featurings no álbum, só um realmente se destaca. E isso diz muito sobre sua capacidade! Flertando com country, latin pop, indie e explorando sua essência pop e R&B, Jason entrega um disco delicioso de se ouvir.

Por alguns instantes, o Jason Derulo foi, de fato, “o cara do momento”, né? Com “Talk Dirty” e “Wiggle”, do CD “Talk Dirty” (edição americana do álbum originalmente lançado no Reino Unido como “Tattoos”), a versão masculina da Ciara conseguiu fazer parte da justiça que sua carreira merecia, visto ser um dos melhores performers masculinos da atualidade, mas como tudo o que sobe, desce, chegou a hora dele sentir na pele quais são os efeitos pós um smash hit. Ou melhor, dois.
Jason Derulo finalmente conheceu o mainstream quando “Talk Dirty”, do disco “Tattoos”, de 2013, conquistou os EUA. E o cara ficou tão vislumbrado com o feito, que lançou uma versão inédita do disco lá para os Yankees e adivinha com qual nome? Sim sim, “Talk Dirty”! Mas não parou aí e, eita, emplacou outro sucesso, a incessantemente chiclete “Wigle”, com o Snoop Dogg, mas daí deu, né? Ele até tentou algo com “Bubblegum”, mas já estava tudo parecidinho demais e era hora da fila andar.
Listas de fim de ano pipocando todos os dias (a melhor de todas, a nossa, está chegando, get ready for the slayage) e o Youtube não poderia ficar de fora. O maior site de vídeos do mundo listou os dez videoclipes mais assistidos de 2014 ao redor do globo terrestre. O que podemos tirar dessa lista que não preza pela qualidade e sim pelos números (óbvio)? Os vídeos aqui listados refletem nos maiores hits do ano, principalmente no mercado americano, o maior que existe.

Jason Derulo começará a promover em breve nos EUA o seu novo single, “Bubblegum”, sucessor da parceria com o Snoop Dogg em “Wiggle”, que foi o primeiro single do seu mais recente disco em solo americano, “Talk Dirty”, mas é provável que, pouco antes da música acontecer na Terra do Obama, o cantor desembarque no Brasil pra uma série de shows.

Na realidade, a probabilidade mesmo só é incerta quanto ao single acontecer, porque a vinda dele tá confirmadíssima. Em sua primeira passagem por aqui, Derulo se apresenta em São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, nos dias 13 e 16 de novembro. Os shows acontecerão no Citibank Hall (São Paulo e Rio de Janeiro), enquanto os valores variam de R$90 à R$400 inteira.

Na nossa última mixtape, "Love, Love, Crush", fizemos um trato sobre não sofrer mais pelo amor perdido, tendo a música como melhor remédio e dançando como se não houvesse amanhã, então eis que na mix seguinte, a gente te prepara para o momento pós-superação, onde você está disposto a mostrar que a fila andou e, o melhor, com você no controle da situação.

Pra começar o tiroteio, a nova mixtape se chama nada menos que "Fuck It (Enfia que Cabe)" e, TAQUEPARIU!, desta vez está de tirar o fôlego mesmo. Abrindo a mixtape, a gente incendeia o que vê pela frente com o Imagine Dragons e o hino "Ready, Aim, Fire", presente na trilha-sonora de "Homem de Ferro 3", já pegando um gancho na excitação para "Only Getting Younger", da Elliphant com o Skrillex, que já passou por nossas mixtapes, mas não cansa de se encaixar em nossos conceitos, além de causar um efeito e tanto quando escutada com fones.

Na sequência, quem assume o controle é M.I.A. e The Weeknd, nos rumando ao "Sexodus", e numa inusitada mistura, fazemos uma parada antes do destino final, para saudar as meninas do Little Mix e sua fantástica "Salute". Tá ficando bom, a gente sabe. MAS MELHORA, porque é aí que entra o bloco urban, composto por Rihanna ("Jump"), Big Sean com Nicki Minaj e cia. ("M.I.L.F."), Jason Derulo ("Wiggle") e ela, the one and only Brooke Candy e toda sua "Opulence". O resto você sabe como fazer.



Não tá fácil pra ninguém. No ano passado, os EUA finalmente deu espaço pra que Robin Thicke compensasse seus 10 anos de carreira com quinze minutos de fama, por meio do smash hit "Blurred Lines", e mais tarde também vimos o R. Kelly, que depois de "Do What U Want" com a Lady Gaga, sentiu o gosto da fama voltar, mas logo foi chutado de volta para o buraco de onde havia saído, devido às acusações de pedofilia que recebeu há alguns anos, e agora a mesma novela (no caso, do Robin) se repete com o britânico Jason Derulo, que extraiu do seu último e ótimo álbum, "Tattoos" (review), um grande sucesso na Terra do Obama, sendo esse o hino trap "Talk Dirty", com participação do rapper 2 Chainz.

Como o público americano gosta de um mimo, tem se tornado cada vez mais corriqueiro ver artistas lançando versões americanas para seus discos e, no caso de Derulo, ele não só preparou uma edição do "Tattoos" para os estadunidenses, como também deu à ela o nome do seu grande sucesso. "Talk Dirty", o disco (stream), foi revelado há alguns dias, contando com a colaboração de nomes como o rapper Snoop Dogg (ele voltou a ser Dogg, gente!), e agora tem sua divulgação iniciada por meio da primeira performance do cantor no palco da Ellen DeGeneres, cantando, veja só, "Talk Dirty".

Quem conhece as performances de Jason Derulo, deve saber que o cara manda super bem, conseguindo conciliar bem suas danças e vocais (já viram ele cantando "In My Head"?), mas dá pra dizer que justamente nesta performance, onde ele deveria ter dado o máximo de si, terminamos apenas com uma grande bagunça em palco. Para dar mais emoção ao show, "Talk Dirty" ganhou um break extra, dando também margem para mais coreografia, mas na dúvida entre dançar bastante ou mostrar que, ainda que fosse um hit urban, ele tinha voz pra cantar coisas mais lentas, Derulo terminou fazendo uma apresentação desesperadoramente bagunçada, perdendo o ritmo de alguns versos, cantando aonde deveria tocar apenas a base, meio ofegante... Enfim, não foi desta vez, Jason. Confira:


Ainda que essa indústria seja bem injusta com nomes masculinos, com exceção do Justin Timberlake, Derulo, assim como o Robin Thicke, possui sim boas coisas pra ficarmos de olho. Só o R. Kelly que pode ser esquecido mesmo. Hahahah.

Com o lançamento do seu novo álbum americano, "Talk Dirty", Jason Derulo confirmou também a colaboração com o Snoop em "Wiggle" como seu próximo single. Ouça a música abaixo:


O cantor Jason Derulo, dono do hit "Watcha Say", lançou ano passado o seu terceiro álbum "Tattoos", mas com o hype inesperado de seu single "Talk Dirty", anunciou o lançamento de um novo disco com o nome também de "Talk Dirty". E eis que hoje, dia de seu lançamento oficial, o CD já está no youtube, disponível para stream oficial.

Contando com 11 músicas em sua tracklist oficial, no qual 7 foram reutilizadas do "Tattoos" e 4 são inéditas, contando com participação dos rappers Snoop Dogg e Tyga, nas faixas "Wiggle" e "Bubblegum", respectivamente. O disco mantém toda a linha de "Talk Dirty", com refrões catchy e urban conceitual. Escute abaixo: 


Mesmo tendo lançado o "Tattoos" no ano passado, aparentemente como seu terceiro álbum, o cantor Jason Derulo resolveu pegar carona no sucesso que seu single "Talk Dirty" fez/faz atualmente (incluindo essa nova versão com celebridades dançando a música), para anunciar o lançamento de um novo álbum.

Intitulado "Talk Dirty", ele reunirá as faixas "Marry Me", "The Other Side", além do smash hit "Talk Dirty, do "Tattoos", mais sete novas, sendo parcerias com os rappers Tyga e Snoop Dogg, além de faixas produzidas por Timbaland, RedOne, The Cataracs, DJ Mustard, entre outros, e com lançamento mundial no dia 15 de abril. Enquanto sua tracklist não foi liberada, a capa (bem sensual) sim, e pode ser conferida abaixo:



A música "Talk Dirty", de Jason Derulo, acabou de ganhar um novo clipe. O hit tomou conta do mundo todo e vários artistas gravaram vídeos dançando e dublando aquele delicioso "when. you. talk dirty to me tan nananam tan nanananam".

Jason Derulo fez um megamix desses astros e lançou uma nova (e melhor) versão do clipe da música. São 23 celebridades mostrando que são gente como a gente e também conhecem e se jogam nesse hino:


No vídeo é possível identificar a banda One Direction, Fifth Harmony, Ariana Grande, Austin Mahone, Larry King, Emblem 3, Will.I.Am, Tyler Posey, Ryan Seacrest, Robin Thicke, Pete Wentz, Enrique Iglesias, Flo Rida, Jordin Sparks, entre outros.

Só é uma pena que tenham cortado a parte do rapper 2 Chainz porque queria saber quem seria escolhido para dublar o maravilhoso verso sobre comprar um animal de estimação para certas partes da moça. Confira também a versão original do clipe e compare:


Agora vamos finalizar com uns GIFs dessa experiência maravilhosa que é ver as pessoas dançando "Talk Dirty":

Fifth Harmony

Ariana Grande

Pete Wentz


Liam Payne, Zay Malik e Harry Styles

Katy Perry pode não ter ganhado um Grammy no dia 26 de janeiro, quando a premiação teve sua 56ª edição, mas de certo tem muito a agradecer aos envolvidos no evento, visto que, graças a sua performance por lá, garantiu sua segunda semana no topo da Billboard Hot 100 com o terceiro single do disco "Prism", a colaboração com o rapper Juicy J em "Dark Horse". 


A canção, inicialmente lançada como single promocional do seu terceiro álbum, é a nona faixa de Katy Perry a encabeçar a Hot 100, sendo a primeira com o rapper Juicy J, e promete passar mais um tempo pela lista, visto que ainda não ganhou nem mesmo seu videoclipe. Além da Kátia, quem também deve estar feliz da vida é a Beyoncé, pois o segundo lugar da parada norte-americana é dela com seu marido, o rapper Jay Z, em "Drunk In Love". 


Para os que não sabem, essa é a primeira vez que a Queen B entra para um top 10 da Hot 100 desde "Telephone", música da Lady Gaga em que faz uma participação especial, e entre seus lançamentos como artista principal, "Drunk In Love" também é a primeira a entrar para as dez mais da parada desde "Sweet Dreams", do disco "I Am... Sasha Fierce" (2008), além de ser sua música melhor posicionada desde "Single Ladies", que esteve em primeiro lugar na mesma parada por quatro semanas.


Fechando o top 5, quem também se garante no topo é o rapper Pitbull ao lado da cantora Ke$ha, com "Timber". A canção, que dá sequência ao disco "Global Warming", caiu apenas uma posição na lista, ainda ficando acima de Jason Derulo, que subiu duas posições com "Talk Dirty", e da banda OneRepublic, que caiu duas, mas permanece intacta nas paradas de rádio locais com o hino "Counting Stars" (!!!). 


Confira abaixo uma lista com as dez mais da semana:

1) "Dark Horse (feat. Juicy J)", Katy Perry

2) "Drunk In Love (feat. Jay Z)", Beyoncé 
3) "Timber (feat. Ke$ha)", Pitbull
4) "Talk Dirty (feat. 2 Chainz)", Jason Derulo
5) "Counting Stars", OneRepublic
6) "Let Her Go", Passenger
7) "Say Something (feat. Christina Aguilera)", A Great Big World
8) "Happy", Pharrell Williams
9) "Royals", Lorde
10) "Team", Lorde

Nós sabemos que vocês acham o Jason Derulo um porre, porque é isso o que pensamos do Usher, mas o cantor lançou um dos discos pop mais legais desse ano, o "Tattoos" (nossa review), e ainda sofre pra provar ao mundo que realmente tem muito a oferecer.

Desse álbum, o cara já tirou os singles "The Other Side", "Talk Dirty" e "Marry Me", mas agora aposta na melhor música de todo o cd como seu novo single. Pra começar, a gente nem estava sabendo que "Trumpets" ia mesmo pras rádios. Na nossa review, a chamamos de hino e, visto que o cd ainda não emplacou nenhum grande sucesso, era esperado que coisas mais comerciais como a parceria com o Pitbull em "Fire" fossem levadas para o público, mas parece que alguém acordou pra vida na equipe do Jason e a gente fica mais que satisfeito.

"Trumpets" não segue lá uma fórmula para o sucesso, mas é chiclete, além de citar Katy Perry, Coldplay e Kanye West, e isso costuma atrair alguns fãs, certo? O ar divertido, com trechos em acapella, trombetas e flerte urban quase que inocente, brinca de contrastar com a letra, sobre o corpo de sua amada, e o clipe consegue resumir bem isso, trazendo um pouco de bom humor para a produção que em momentos pode soar piegas.

Quem dirigiu "Trumpets" foi o Collin Tilley, então talvez por isso a gente tenha lembrado do Chris Brown em alguns momentos, mas isso não foi um problema. Confiram abaixo o clipe novo do cantor (e vejam até o final, pfvr!):


Será que vão tirar mais singles do "Tattos"? Músicas em potencial ele tem váaaarias. A gente aposta na trap "With The Lights On" e "Rest Of Our Life" pra encerrar os trabalhos do cd, e vocês?

Nos dias atuais não é fácil se garantir sendo um cantor de música pop. Na maioria das vezes, as rádios e, consequentemente, o público dá prioridade às divas, então os marmanjos que resolveram seguir os passos do Michael Jackson acabam ralando e muito em busca de ao menos uma canção no topo das paradas ou marcando presença por mais de uma semana nos famosos “TOP 10” mundo afora. Impossível isso não é, Justin Timberlake taí pra provar, mas com exceção dele é difícil pensar em qualquer outro grande nome masculino e vivo no pop atual, o que é ruim, até porque músicas boas vindas desses nomes não faltam.



Nesse ano, porém, as coisas aconteceram de uma forma diferente, com Macklemore & Ryan Lewis, Baauer, Robin Thicke e o já citado Timberlake dominando as rádios e paradas, além de baterem alguns recordes em vendas digitais, então Jason Derulo pensou: por que não agora? Sucedendo seu ótimo segundo disco e o de estreia homônimo, o cantor retornou nesse ano com os singles “The Other Side” e “Talk Dirty”, abrindo os trabalhos do seu terceiro álbum de inéditas, “Tattoos” — com a participação de nomes como os rappers 2 Chainz, The Game e Pitbull, além da sua namorada, Jordin Sparks.



Por mais que seus primeiros cds tenham se saído bem nas críticas, colocando rapidamente o novato entre grandes nomes como Usher e R. Kelly, em “Tattos” Jason Derulo ainda tinha muito o que provar. Ele realmente merece um espaço na indústria? É mais que um cantor pra 2 ou 3 grandes singles? Se comparado ao Usher, R. Kelly e derivados, tem algum diferencial? A resposta só pode ser uma e ela é “SIM”.

Trabalhando pra se mostrar um artista mais versátil que em seus primeiros materiais, no novo álbum Jason vai das baladinhas às club-bangerz, e consegue fazer isso sem que soe desesperado por um hit ou de maneira que oculte a sua personalidade. A primeira música de trabalho é a mesma que abre o disco, “The Other Side”, e o que temos com ela é uma espécie de transição entre a sonoridade dos trabalhos anteriores com o atual. “Talk Dirty”, segunda faixa e single, porém, quebra o gelo logo de início e depois da colaboração com o rapper 2 Chainz ao som do instrumental que, mesmo bem minimalista, nos prende do início ao fim da música, temos a certeza: colocaram uma cereja a mais nesse bolo.



Como é quase tradicional vindo de artistas negros no pop, o flerte com a música urbana acontece durante quase todo o álbum e taí o seu trunfo — ou não, visto que é uma produção 8 ou 80, sendo um grande acerto ou um enorme erro, dependendo de quem escuta. Tem como ficar parado ao som de “With The Lights On” (uma canção que parece ter saído do “Pink Friday: Roman Reloaded” da Nicki Minaj, mas sem as rimas desenfreadas da rapper)? Tem como não cair na farofa com “Fire”, uma parceria com *booom* o Pitbull? E caso queiram hinos, lá também tem, só parar pra escutar “Trumpets” (a melhor do álbum, além de ser também a que melhor evidencia a evolução vocal do Jason) e “Rest of Our Life” (canção que lembra e muito o seu disco de estreia, mas sem soar datada ou genérica).



Em suma, de maneira até irônica, “Tattoos” não é um marco na música pop, é um disco pop ok, com músicas que funcionam nas rádios e outras que não, mesmo também sendo muito boas, mas no geral é isso que também estamos esperando dos novos discos de divas como Britney Spears, Katy Perry e Lady Gaga, então qual a razão de não valorizarmos quando vindo de uma voz masculina? 

Jason Derulo tenta se manter como um dos nomes masculinos em ascensão no mercado pop com o lançamento marcado para amanhã, 24, de seu terceiro álbum em estúdio, "Tattoos", e que já teve os singles "The Other Side" e "Talk Dirty" feat. 2 Chainz revelados.

Recentemente, mostramos aqui o terceiro single do álbum, a baladinha "Marry Me", que Derulo fez em homenagem ao seu relacionamento com a também cantora, Jordin Sparks. O videoclipe da canção, inclusive, foi lançado hoje.

Dirigido por Hannah Lux Davis ("Vacation", das G.R.L.), sintetiza muito bem toda a paixão demonstrada na letra da canção, contando ainda com a participação pra lá de especial de Jordin Sparks no vídeo, para mostrar o quanto de química há entre ela e Derulo, sempre em cenas fofas e românticas, enquanto ele faz uma serenata apaixonada pra amada.