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(Foto: Marcelo Brandt/G1)

Já estamos chegando ao fim do Lollapalooza, gente! E apesar do cansaço, a vontade é de que tivesse o festival todo dia e, de preferência, com o Dan Reynolds, do Imagine Dragons, e o Anderson Paak melhorando as nossas tardes.

Daqui, já deu pra saber quais foram os destaques desse sábado (24), né? Mas vamos com calma…

A nossa tarde de festival começou ao som da brasileira Liniker que, chorando, precisou encerrar seu show antes do previsto, por conta de algumas falhas técnicas no seu palco. Já acompanhada pela banda Os Caramelows, com quem se apresenta ao vivo tradicionalmente, Liniker trouxe reforços de sobra para o palco, incluindo as cantoras Linn da Quebrada e Tássia Reis, e quando faltou energia pra amplificar todas essas vozes, foi a plateia quem puxou o coro, emocionando a moça. Apesar dos imprevistos, tudo ficou lindo demais!



Mantendo o nível das apresentações de Chance The Rapper e Rincon Sapiência, que fizeram bonito na sexta-feira (23), quem chegou inspirado para ir além das expectativas foi o músico Anderson Paak, que cantou, dançou, fez rap, tocou vários instrumentos e, vez ou outra, fez todas essas coisas ao mesmo tempo, com um som que mescla hip-hop, blues, rock e mais um pouco. Um dos destaques foi a canção “Til’ It’s Over”, famosa por um comercial estrelado pela FKA Twigs, e sua parceria com Mac Miller, “Dang!”, que fez todo mundo dançar.



Na mesma linha, quem também não economizou na ousadia e experimentações foi Mano Brown que, distante do som que o consagrou à frente d’Os Racionais MCs, entregou para o Lollapalooza um show todo levado pela pegada Mowtown, uma das principais influências do seu disco “Boogie Naipe”. Dançante e piegas, o show é quase uma viagem no tempo para a música negra dos anos 70, e esse é o melhor elogio possível.



De volta aos dias atuais, Kygo fez muita gente dançar, apesar da performance confusa e com hits espaçados, apoiados em alguns truques manjados. Dono de hits como “It Ain’t Me”, com Selena Gomez, e “Firestone”, o norueguês apelou para “Fuego”, do brasileiro Alok, e até versões de “Sweet Dreams”, do Eurythmics, e Marvin Gaye. Para o público presente, funcionou.



Já pela noite, Imagine Dragons entregou um dos shows mais impactantes dessa edição e, de certo, fez valer a espera do público, que se alojou no palco Onix para aproveitar cada um dos seus hits. Passando por toda a sua discografia, a banda balanceou seus maiores sucessos com algumas de suas melhores faixas, mas nem tão conhecidas, e compensou os momentos em que o público não sabia cantar com toda a energia e presença de palco do vocalista, Dan Reynolds, que demonstrou extrema gratidão por estar de volta ao festival em São Paulo. Mesmo com alguns hits do novo disco, os destaques ficam para as antigas e, até então, imbatíveis “It’s Time”, “Demons” e “Radioactive”, de seu primeiro CD. Um puta show.



No palco Budweiser, Pearl Jam cantou tudo e mais um pouco em um show que durou quase 2 horas e meia (!). “Black”, “Even Flow” e “Jeremy”, os maiores sucessos da banda, marcaram presença. Se “Last Kiss” ficou de fora, os caras compensaram com “Yellow Ledbetter”, que não costuma entrar em seus setlists. O vocalista Eddie Vadder fez discursos em português, com cola, sobre desarmamento e a necessidade de se apoiar a luta das mulheres por igualdade. Aproveitou também pra pedir (na nossa língua, é claro) um “parabéns pra você” para o vocalista da banda Jane’s Addiction, Perry Farrell. Esse encontrão gerou também uma apresentação de “Montain Song”, uma música do Jane’s. Mas o maior encontrão mesmo foi o de gerações: na plateia, pessoas de todas as idades entoaram e se emocionaram com sucessos do rock dos anos 90. Clássicos são clássicos.



Neste domingo (25) chega ao fim mais uma edição do Lollapalooza Brasil e, outra vez, a dica é que vocês não tirem os olhos do nosso Instagram, @instadoit, pra acompanhar vários vídeos e novidades em tempo real! ;)
(Foto: Fábio Tito/G1)

No dia 2 de abril de 2013, o vocalista da banda Capital Inicial, Dinho Ouro Preto, foi ao Twitter dividir com a internet o seguinte pensamento:


Curiosamente, naquela época, uma banda já despontava para ser, hoje em dia, aquela que é capaz de juntar todas as tribos: Imagine Dragons. No show desse sábado (24), no Lollapalooza, os caras mostraram seu poder sob um público de todas as idades que estava completamente em êxtase, assim como a própria banda.

Com um setlist focado principalmente no novo disco do grupo, o "Evolve", era de se pensar que a plateia não tivesse tanto conhecimento assim das músicas tocadas no show, né? Mas não foi isso o que aconteceu. Todas as músicas foram cantadas com muita intensidade e emoção pelo público, o que deixou toda a banda bastante impressionada e sorrindo à toa.



Também pudera. Quem não sabia a música conseguia aprender na mesma hora. É que os caras realmente sabem fazer canções perfeitas para serem cantadas em festivais. Refrões fáceis e ágeis, cheios de "oooohs" e que se repetem, tendo, em sua maioria das vezes, apenas uma frase, são a chave para que todas as pessoas consigam participar do show. Um exemplo é a primeira música, "I Don't Know Why", que eu mesma não sabia cantar todinha, embora já tivesse escutado, mas que, de tanto ter seu refrão repetido, continua na minha cabeça até o momento em que finalizo esse post (e duvido que vá sair logo).

Mas nada disso surtiria efeito sem Dan Reynolds. O vocalista da banda é tão carismático e tem uma presença de palco tão intensa que se ele fizesse o show sozinho, sem banda e instrumento nenhum, já teria valido à pena. Na segunda música o cara já estava sem camisa, logo depois foi pra plateia e antes do meio do show já tinha passeado de um lado ao outro do palco (umas mil vezes) com a bandeira LGBTQ+ e do Brasil.

Também não faltaram discursos. No começo, Dan fez referência a marcha a favor do desarmamento, que aconteceu nos Estados Unidos neste sábado, e disse que estava cansado de ver crianças sofrerem com a violência. Pediu para que respeitemos as diferenças e disse amar todos nós, sem distinção. Antes de "Demons", uma das mais cantadas da noite, outro discurso emocionante. Ele contou que a inspiração por trás da canção veio após ser diagnosticado com depressão e ansiedade e lembrou a todos que essas são doenças e devem ser tratadas como tal.

Divido isso com vocês porque tem milhares de pessoas aqui que ou estão lidando com a depressão, mas ainda não sabem, ou estão lutando contra ela. (...) Por favor, por favor,  por favor, sigam em frente. Falem com seus amigos, falem com suas famílias. Se conseguir chegar lá, fale com um terapeuta. Não guarde tudo pra você. Não podemos passar mais nenhum dia estigmatizando isso em nossa cultura.


Além de "Demons", outras músicas levaram todo mundo no embalo (e você já deve até imaginar quais). Quem se enrolou na letra rápida de "Believer" não teve problema em cantar bem alto os "uuuuuh" da faixa. Incrivelmente, o momento mais alto de "Thunder" foi na parte do "Who do you think you are? Dreaming 'bout being a big star", aquela legenda perfeita de foto no Instagram. O show fechou com "Radioactive", com direito a tambor, muita luz vermelha e um coro altíssimo.



Diga o que quiser do Imagine Dragons. Que é manjado. Que é um rock fajuto. Que é música chiclete feita nos mínimos de detalhes pra grudar na sua cabeça. Se isso tudo é verdade ou não, sinceramente, não importa. A banda tem seu próprio som, sabe quem é, consegue falar para um público variado, tem hits, tem músicas com letras que importam, tem carisma e tem fôlego pra muito mais. Eles são completíssimos - e com um show desses como argumento, não há o que questionar.

É melhor alguém avisar ao Dinho Ouro Preto que nós encontramos a banda que ele procurava. 
Agora a nova geração já tem uma “We Are The World” pra chamar de sua! Na madrugada dessa quarta-feira (06) a Interscope revelou, sem qualquer aviso prévio, a canção “Hands”, na qual homenageia as vítimas do atentado homofóbico em Orlando, com a participação de váaarios artistas que marcam de alguma maneira o movimento LGBT dentro da cultura pop.

Logo em seus primeiros versos, quem canta é a Britney Spears (é a voz, viu!) e, daí em diante, ainda temos Mary J Blige, Jason Derulo, Selena Gomez, Imagine Dragons, Jennifer Lopez, Gwen Stefani e Meghan Trainor, além de artistas que, como dissemos integram o movimento, de fato, incluindo Tyler Glenn (da banda Neon Trees), Halsey, Adam Lambert, MNEK, Troye Sivan, Mary Lambert, o Coral Trans de Los Angeles e até o RuPaul!

Chamada “Hands”, a música é mais memorável por suas participações do que pelo material em si, mas também reuniu um bom time pelos bastidores, sendo composta e produzida pelo Bloodpop (aka Blood Diamonds), Justin Tranter e Julia Michaels, que estiveram por trás de músicas como “Sorry”, do Bieber, ao lado do hitmaker Mark Ronson (“Uptown Funk”). QUE. TIME.

O single “Hands” já está disponível no iTunes e, assim como “Change”, da Christina Aguilera, terá sua renda revertida para as organizações em apoio às vítimas do atentado e seus familiares, além do Centro Comunitário LGBT da Flórida e a GLAAD.

Ouça a música abaixo:


Que lindo, gente! E ficamos bem impressionados com a participação da Britney em algo tão bacana (ela tá sempre numa realidade tão paralela, RS). Uma dúvida que surgiu por aqui é: sendo uma música vinda da Interscope e para uma causa LGBT, por que não chamaram a Lady Gaga? Certeza que ela teria adorado e, claro, somado bastante à música também.
Vai ter mais Imagine Dragons sim! Nesta quinta-feira (12) caiu na internet o segundo álbum da banda, que em abril vem ao Brasil pra uma sequência de dois shows, e para a felicidade dos fãs, o dia também contou com o lançamento de “Shots”, clipe para o terceiro single extraído do disco “Smoke + Mirrors” com uma produção visual de tornar o difícil o dia de qualquer hater, mas quem disse que parou por aí?
Mas esses dias estão impossíveis, hein? Parece que todos os artistas resolveram ir às ruas com cartazes escrito “Je suis Madonna” e daí começaram a rolar vazamentos atrás de vazamentos. O mais recente acontecimento foi com “Froot”, o terceiro CD da Marina and The Diamonds, que vem ao Brasil no fim de março como atração do Lollapalooza, e depois dela quem também teve um disco vazado foi outra banda que virá ao Brasil em breve, sendo essa a Imagine Dragons.
Falta pouco para o lançamento de “Smoke + Mirrors”, segundo CD de inéditas da banda Imagine Dragons, e depois de lançar o single “I Bet My Life” (há pouco remixado pela banda Bastille), seguido dos promocionais “Gold” e “Shots”, Dan Reynolds e sua trupe confirmaram sua volta ao Brasil no mês de abril, para se apresentarem em São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, nos dias 16 e 18.
Seleção de sete novidades musicais que não apareceram no blog ao longo da semana mas que valem a sua atenção. Para conferir as edições anteriores do It's New, clique aqui e seja feliz.
Depois dos caras do Imagine Dragons divulgarem um lindo vídeo (sério, qualquer cena daquele clipe poderia ser enquadrada e pendurada em sua sala de estar sem problema algum) para "I Bet My Life", eles liberaram ontem, 16, o áudio de sua nova música, "Gold", que é o próximo single da banda.
Bem-vindo à nova era! A banda Imagine Dragons revelou há algum tempo o primeiro single do seu novo CD, “I Bet My Life”, e neste fim-de-semana, além de lançar o clipe para a canção, produção impecável, diga-se de passagem, a banda aproveitou pra revelar alguns detalhes sobre seu segundo disco, sucessor do aclamado “Night Visions”, de onde nos trouxeram singles como o smash hit “Radioactive”, além de “It’s Time”, “Demons” e “On Top of The World”.
De volta desde o lançamento de “Warriors”, para a trilha-sonora do jogo “League of Legends”, a banda Imagine Dragons anunciou há alguns dias a chegada do primeiro single do seu novo CD, sucessor do aclamado “Night Visions”, de onde extraíram coisas como “Radioactive” e “On The Top Of The World”, e eis que a música nova já está entre nós.

Falem o que quiser da saga inspirada nos livros da Stephenie Meyer, “Crepúsculo”, e todo seu mimimi sobre o vampiro brilhante, Edward Cullen, e seu amor pela humana inexpressiva, Bella Swan, mas enquanto os filmes deram um trabalho danado para a internet, que sustentou uma leva de quotes sobre um amor eterno que durou semanas ou suspiros virtuais para o vampiro galã, eles também deixaram uma herança e tanto para os longas que chegaram aos cinemas mais tarde: suas trilhas sonoras.

Desde o primeiro dos cinco filmes, “Crepúsculo” contou com toda uma preocupação especial para as suas trilhas, o que rendeu diversas participações invejáveis, além de apostas em novos nomes, com canções que faziam muito sentido se colocadas no contexto de sua história. Nesta, Paramore conquistou seu primeiro hit, Muse também não ficou pra trás, Linkin Park, Christina Perri e mais uma série de nomes. Mais tarde, tivemos então outras surras de trilha com “Jogos Vorazes”, “O Grande Gatsby”, “The Hobbit”, “As Vantagens de Ser Invisível”, entre outros, e pensando nisso, decidimos montar um TOP 5 com músicas que dariam belas trilhas sonora com os respectivos filmes que elas combinariam. Vamos conferir?

Como antecipamos ontem no post do Haim, rolou na última semana, na Inglaterra, o Glastonbury. Conhecido por ser o maior festival a céu aberto do mundo, ele acontece todo ano sempre no último fim de semana de junho. Entre as atrações do evento; shows de dança, teatro, circo e, claro, muita droga, digo, música, MUITA MÚSICA!

Sendo assim, nos acompanhe nessa seleção do que teve de melhor nos palcos do Glastonbury 2014.

Começamos com Lana Del Rey que subiu no Pyramid Stage na tarde de sábado e apresentou uma setlist em grande parte composta pelos hits da era Born To Die. Do último trabalho, Del Rey cantou apenas “West Coast” e “Ultraviolence”. O show completo você confere abaixo:



Observação para as reviews positivas que o show tem recebido, destacando a voz da Lana e a qualidade da banda que acompanha a moça no palco. Quem lembra daquele live de "Video Games" no SNL, em 2012, sabe exatamente a evolução que isso representa para a cantora.

Voltando ao Glasto, teve Lily Allen enchendo o palco de mamadeiras e aproveitando para dedicar a música “Fuck You” para Joseph Blatter, presidente da Fifa, segunda ela uma pessoa "irritantemente corrupta". Concordamos. Abaixo o show completo da nossa Sheezus.



Teve também Imagine Dragons tocando uma versão OMO Se Sujar Faz Bem de "Demons".




E Sam Smith, que batendo recordes de vendas com o seu álbum debut jura que só faz isso por amor.



E no final da tarde de domingo, fechando o festival com todo mundo on the floor acting crazy getting loco, Ellie Goulding. Tem show completinho também!



Ah, nos bastidores do evento alguns artistas foram convidados pela BBC para uma acoustic session. A Ellie cantou "I Need Your Love" e ficou uma delícia, vale a pena conferir aqui.

E isso não é tudo, teve várias outras performances maravilhosas, só clicar e assistir: M.I.A., The Black KeysLondon Grammar, The 1975, Lykke Li, Foster The People e Jake Bugg.

Na nossa última mixtape, "Love, Love, Crush", fizemos um trato sobre não sofrer mais pelo amor perdido, tendo a música como melhor remédio e dançando como se não houvesse amanhã, então eis que na mix seguinte, a gente te prepara para o momento pós-superação, onde você está disposto a mostrar que a fila andou e, o melhor, com você no controle da situação.

Pra começar o tiroteio, a nova mixtape se chama nada menos que "Fuck It (Enfia que Cabe)" e, TAQUEPARIU!, desta vez está de tirar o fôlego mesmo. Abrindo a mixtape, a gente incendeia o que vê pela frente com o Imagine Dragons e o hino "Ready, Aim, Fire", presente na trilha-sonora de "Homem de Ferro 3", já pegando um gancho na excitação para "Only Getting Younger", da Elliphant com o Skrillex, que já passou por nossas mixtapes, mas não cansa de se encaixar em nossos conceitos, além de causar um efeito e tanto quando escutada com fones.

Na sequência, quem assume o controle é M.I.A. e The Weeknd, nos rumando ao "Sexodus", e numa inusitada mistura, fazemos uma parada antes do destino final, para saudar as meninas do Little Mix e sua fantástica "Salute". Tá ficando bom, a gente sabe. MAS MELHORA, porque é aí que entra o bloco urban, composto por Rihanna ("Jump"), Big Sean com Nicki Minaj e cia. ("M.I.L.F."), Jason Derulo ("Wiggle") e ela, the one and only Brooke Candy e toda sua "Opulence". O resto você sabe como fazer.



O diretor do novo filme dos "Transformers", Michael Bay, ficou bem animado ao anunciar uma parceria com a banda Imagine Dragons, primeira atração confirmada na trilha-sonora do quarto filme da franquia de carros que viram robôs foderosos, e depois de uma pequena prévia, a música nova da banda, intitulada "Battle Cry", finalmente chegou a internet, com lançamento previsto para essa segunda-feira (02) no iTunes e, SOS, estamos tremendo.

Falando sobre a colaboração, Bay contou que quis trabalhar com a Imagine Dragons depois de escutar canções como "Radioactive" e "Demons", do disco de estreia deles, "Night Visions", ansiando por algo que trouxesse um clima assim para o seu filme, e em "Battle Cry" eles fazem direito a lição de casa, repetindo todo esse ar  épico/apoteótico de canções como "Radioactive" e também nos remetendo a outras mais agressivas de seu repertório, como "Ready Aim Fire", produzida para "Homem de Ferro 3".

Construindo todo um climão pra que sua explosão não passe despercebida, "Battle Cry" começa devagar, com um instrumental tímido e Dan Reynolds quase que recitando seus versos, mas é perto do refrão, a parte preferida da banda para criar ápices com sua percussão, que tudo começa a acontecer. É um tapa na cara dos que não entenderam a indicação deles às categorias de rock do Billboard Music Awards e também daqueles que os trocaram por qualquer outra atração durante sua passagem pelo Lollapalooza. Ouça (imaginando como Lorde dançaria esta canção, hahaha!):


Engravidamos e sofremos um aborto espontâneo só no primeiro play. Não responderemos por nós nas audições seguintes.

Essa não é a primeira vez que a Imagine Dragons colabora em uma trilha-sonora. Além de "Transformers 4: A Era da Extinção", eles também colaboraram para "A Hospedeira", "Jogos Vorazes: Em Chamas", "Homem de Ferro 3", "Frankeenweenie" e "As Vantagens de Ser Invisível", além de séries como "Glee" e "Vampire's Diaries".

Atualmente, a banda trabalha em seu segundo álbum de inéditas, o que exigiu um tempo fora dos palcos, e mal podemos esperar para ver o que eles estão preparando. No Brasil, a banda se apresentou pela primeira vez no comecinho desse ano, mas já estamos prontos para spamear um belo "COME TO BRAZIL AGAIN" por suas redes-sociais. 

"Transformers 4: A Era da Extinção" narra a história anos após o grande confronto entre os Autobots e Decepticons em Chicago, em meio a aparente extinção dos grandes robôs. As aventuras, porém, giram em torno de Cade (Mark Wahlberg) e sua filha (Nicola Peltz) que, sem saber, terminam salvando uma espécie em extinção, o que, obviamente, deixa as autoridades locais em alerta. O filme estreia dia 26 de junho nos EUA, mas chega ao Brasil algumas semanas mais tarde, no dia 17 de julho. Confira abaixo um trailer:


Uma das maiores revelações de 2012, ano em que lançou seu álbum de estreia, "Night Visions", de onde extraiu sucessos como "It's Time" e "Radioactive", a banda vencedora de Grammy, Imagine Dragons (tá permitido voltar no tempo pra revê-los no Lollapalooza?), foi convocada por ninguém menos que o diretor de "Transformers 4: A Era da Extinção" (já conferiu na íntegra o novo trailer do filme?), Michael Bay, para produzir uma música inédita para o novo longa da franquia dos carros tunados que viram robôs extraordinários e parece ter executado muito bem essa tarefa.

Como conta Bay, a ideia de fazer uma parceria com a Imagine Dragons surgiu depois de escutar as canções "Demons" e "Radioactive", do primeiro disco da banda, o que lhe deu a sensação de que ele precisava algo que estabelecesse um clima semelhante dentro do filme.

Descrita pelo diretor como épica e "de outro mundo", a música da banda para a trilha-sonora do longa se chama "Battle Cry" e deverá ser executada durante vários momentos de tensão da trama, além de ser também confirmada na premiere do filme, lá em Hong Kong, no dia 19 de junho.

Uma prévia, com imagens da nova produção, já circula pela internet. Ouça:



Essa não é a primeira vez que a banda é cotada para a trilha-sonora de uma grande produção. Anteriormente, eles também colaboraram em filmes como "A Hospedeira" (com a música "Radioactive"), "Jogos Vorazes: Em Chamas" (com a canção original "Who We Are") e "Homem de Ferro 3" (com o HINO "Ready Aim Fire"). Alguém duvida que "Battle Cry" será outro grande sucesso de Dan e sua trupe?

Falta pouco para a chegada de mais uma edição do Billboard Music Awards, que acontece no dia 18 de maio lá em Las Vegas, no MGM Grand Garden, e para animar o público quanto a premiação, foram confirmadas as performances de Miley Cyrus e Ricky Martin no palco da premiação.

Ainda promovendo o álbum "Bangerz", lançado em 2013, Cyrus se tornou uma presença obrigatória em premiações desde sua surpreendente, para o bem e para o mal, performance no Video Music Awards, da MTV americana, e no palco da Billboard deve apresentar seu novo single, a colaboração com o Nelly e produção do Pharrell Williams em "4X4".


Ricky Martin, por sua vez, trabalha com seu mais recente single, "Vida", lançado em parceria com a Fifa, como a nova música da Copa do Mundo (que é no Brasil!).


Além dos dois, a premiação também contará com performances de Imagine Dragons (!!!), OneRepublic, 5 Seconds of Summer, Carrie Underwood, Miranda Lambert Luke Bryan, John Legend e Florida Georgia Line, trazendo ainda nomes como a cantora Jennifer Lopez, que será homenageada nesta edição recebendo um Icon Award (????), e aparições de Pete Wentz, do Fall Out Boy, a ex-Destiny's Child, Kelly Rowland, a namorada do Jason Derulo, Jordin Sparks, e outros nomes.

Também é esperado que a premiação realize um especial para o cantor Michael Jackson, contribuindo na divulgação do seu segundo álbum póstumo, "Xscape", oficialmente lançado 5 dias antes do evento. O primeiro single do material, "Love Never Felt So Good", já contou com uma performance do cantor Usher no iHeart Radio Music Awards, tendo também uma versão com Justin Timberlake sendo vendida no iTunes.

Pelo jeito, essa edição do BMA tá mesmo imperdível, hein?

Falta pouco para a Billboard botar pra funcionar mais uma edição da sua premiação, a Billboard Music Awards, e enquanto não chega o dia do evento, que acontece em Las Vegas no dia 18 de maio, a revista nos adiantou alguns detalhes desta edição, a começar por suas primeiras atrações, além da lista de indicados em suas principais categorias.



Sem muitas surpresas, a líder de indicações desse ano é a neozelandesa Lorde que, com o sucesso do single "Royals" e seu álbum de estreia, "Pure Heroine", conseguiu nada menos que 12 categorias, mas a cantora não vem sozinha, empatando o número de indicações com a banda responsável por "Radioactive", Imagine Dragons, que por sua vez também lançou em 2013 seu disco de estreia, "Night Visions", de onde também extraíram os singles "It's Time" e "Top of the World".

Deixando os discos de estreia, Justin Timberlake e Katy Perry também se destacam no evento, conseguindo, respectivamente, 11 e 10 indicações.

Outros artistas como Beyoncé, Miley Cyrus, Fall Out Boy, OneRepublic e Lady Gaga também aparecem entre os indicados. Olha só (com nossas apostas, que não são necessariamente nossos favoritos, em vermelho):

Melhor Artista Feminina

Beyoncé
Miley Cyrus
Lorde
Katy Perry
Rihanna

(Nota do editor: é ou não lindo ter a Lorde entre todas essas cantoras? A menina tava até ontem postando seu EP de grátis pelo Soundcloud e agora tá aí, ganhando o mundo. Nossa felicidade em vê-la crescer é tão grande que às vezes até esquecemos que não somos nós quem estamos enriquecendo. Ainda assim, apostamos as fichas na Beyoncé.)

Melhor Artista Masculino

Luke Bryan
Drake
Eminem
Bruno Mars
Justin Timberlake

(Bateu uma dúvida entre Justin e Eminem, mas todo mundo sabe que o melhor artista masculino de 2013/2014 foi o Austin Mahone.) (Certo, o último parênteses foi uma brincadeira.) (O melhor nome masculino desse ano é o Sam Smith.)

Melhor Artista Rap

Drake
Eminem
Jay Z
Macklemore & Ryan Lewis
Pitbull

(Hahahahah para o Pitbull, mas é o efeito "Timber" e estamos falando da Billboard, vamos relevar. Drake e Macklemore super podem levar, mas a gente acha que dá Eminem, a menos que o Jay Z compre a coisa toda.)

Melhor Artista Dance/Electronic

AVICII 
Daft Punk
Calvin Harris
Lady Gaga
Zedd

(O mene da cantora que agora só é indicada em categorias de música eletrônica. Rs. É esquisito ter a Gaga tão longe de Beyoncé, Rihanna, Katy Perry e outras cantoras que, no fim das contas, nem faz algo tão diferente dela, mas "ARTPOP" é bem eletrônico mesmo, então tá no lugar certo. Seja como for, a gente acredita no potencial do Avicii, mas o puxa-saquismo do mundo pelo Daft Punk fala mais alto.)

Melhor Artista Country

Luke Bryan
Florida Georgia Line
Darius Rucker
Blake Shelton
Taylor Swift

(Se nossa aposta estiver errada, vocês podem relevar, pois não entendemos absolutamente nada de country, só sabemos que a Taylor Swift é legal e o Luke Bryan também tem algumas músicas boas, o que não é o caso do Florida Georgia Line, por exemplo.)

Melhor Artista R&B

Beyoncé
Pharrell Williams
Rihanna
Robin Thicke
Justin Timberlake

(O álbum visual da Beyoncé tem que levar tudo, né? A nêga voltou com tudo e soube trabalhar bem. Ainda assim, se não for desta vez, apostamos no Timberlake, mas com aquele medinho da Billboard Daftpunkizar as indicações ao Pharrell.)

Melhor Artista

Miley Cyrus
Imagine Dragons
Bruno Mars
Katy Perry
Justin Timberlake

(Essa categoria é tão vazia e ao mesmo tempo complexa, né? Se fosse Melhor Artista Com A Língua Pra Fora, Melhor Artista Sem Grammy, Melhor Artista De Um Só Hit, Melhor Artista Ex-da-Britney ou Melhor Artista Que Se Parece Com O Reginaldo Rossi, saberíamos na certa em quem apostar.) 

Artista Revelação

Bastille
Capital Cities
Ariana Grande
Lorde
Passenger

("Dan [Bastille], Imma let you finish, but Lorde had one of the best albums of all time", diz o Kanye West aqui do nosso lado.)

Melhor Artista Billboard 200

Beyoncé
Luke Bryan
Eminem
One Direction
Justin Timberlake

(É um álbum visual, gente.)

Melhor Artista Hot 100

Miley Cyrus
Imagine Dragons
Lorde
Katy Perry
Justin Timberlake

(Bateu aquela indecisão, aquela vontade de não dizer nada e só sentir, mas apostamos na Lorde. A menina trouxe pra Hot 100 um hit que, ainda que possua uma fórmula certeira, mesmo que não óbvia, quebrou o gelo entre tantos sucessos confortáveis de Katy Perry e Timberlake, por exemplo. "Wrecking Ball", não fica chateada com a gente, tá?)

Melhor Duo/Grupo

Florida Georgia Line
Imagine Dragons
Macklemore & Ryan Lewis
One Direction
OneRepublic

(Vai que, né?)

Melhor Artista de Canção Digital

Miley Cyrus
Imagine Dragons
Lorde
Macklemore & Ryan Lewis
Katy Perry

(Nossos dedos coçaram pra deixar a Lorde vermelhinha, mas apostamos mesmo é na Miley, até pelo impacto causado pelos primeiros dois singles do "Bangerz", que não só quebraram recordes no VEVO/Youtube, como também se deram bem na Hot 100, que aqui sim é um argumento válido para discussões.)

Melhor Artista de Canção de Rádio 

Imagine Dragons
Lorde
Bruno Mars
Katy Perry
Justin Timberlake

(Apostamos no Justin, mas se Deus quiser essa é sua, Katy.)

Melhor Artista em Turnê

Beyoncé
Bon Jovi
Pink
Rihanna
Bruce Springsteen

(Qualquer turnê que tenha em sua setlist "Bow Down (Flawless)", "Partition" e "Drunk In Love" é digna de prêmios.)

Melhor Álbum Visual R&B

"Beyoncé" - Beyoncé
"Black Panties" - R. Kelly
"Blurred Lines" - Robin Thicke
"The 20/20 Experience" - Justin Timberlake
"The 20/20 Experience (2 of 2)" - Justin Timberlake

(Alguém ouviu mesmo esse CD novo do R. Kelly? Hahahahahahah. Ficamos assustados com Timberlake aparecendo duas vezes, enquanto Jason Derulo perdeu a chance de aparecer uma. De qualquer jeito, isso precisa ser dar Beyoncé. Chora, outra ex-Destiny's Child que lançou cd no mesmo ano.)

Melhor Álbum de Rock

"Born to Die" - Lana Del Rey
"Save Rock and Roll" - Fall Out Boy
"Night Visions" - Imagine Dragons
"Pure Heroine" - Lorde
"Babel" - Mumford & Sons

(É com o coração na mão que apostamos na Imagine Dragons, quando queríamos mesmo era ver Fall Out Boy levando essa. Mas ainda sobra consciência pra perguntar, o que a Lana tá fazendo aí — 1) nesta categoria e 2) com um álbum de 2012 —, 100 or?! Ultraviolento esse boicote.)

Melhor Álbum Dance/Electronic

"True" - AVICII
"Random Access Memories" - Daft Punk
"ARTPOP" - Lady Gaga
"Lindsey Stirling" - Lindsey Stirling
"Clarity" - Zedd

(Releiam o que dissemos na última categoria dance sobre estranhar a Gaga aqui, ainda que concordemos, torcer pelo Avicii, mas ter em mente o puxa-saquismo do mundo com o Daft Boring. "Clarity" do Zedd é um bom disco.)

Melhor Canção Hot 100 

"Wrecking Ball" - Miley Cyrus
"Radioactive" - Imagine Dragons
"Royals" - Lorde
"Roar" - Katy Perry
"Blurred Lines (Feat. Pharrell Williams, T.I.)" - Robin Thicke 

(Já podemos ler as manchetes, "Neozelandesa sensação teen leva todas em premiação da Billboard".)

Melhor Canção Digital

"Counting Stars" - OneRepublic
"Radioactive" - Imagine Dragons
"Royals" - Lorde
"Roar" - Katy Perry
"Blurred Lines (Feat. Pharrell Williams, T.I.)" - Robin Thicke

(Esperamos que esse trecho não esteja confuso.)

Melhor Canção de Rádio

"Royals" - Lorde
"Roar" - Katy Perry
"Blurred Lines (Feat. Pharrell Williams, T.I.)" - Robin Thicke
"Wake Me Up (Feat. Aloe Blacc)" - AVICII
"Mirrors" - Justin Timberlake

("Mirrors" é a "Cry Me A River" desta geração e precisa ter seu valor reconhecido.)

Melhor Canção R&B

"Drunk In Love (Feat. Jay Z)" - Beyoncé
"Hold On, We're Going Home (Feat. Majid Jordan)" - Drake
"Happy" - Pharrell Williams
"Blurred Lines (Feat. Pharrell Williams, T.I.)" - Robin Thicke
"Suit & Tie (Feat. Jay-Z)" - Justin Timberlake

(Nossa torcida nessa vai mesmo para o Drake com "Hold On", mas apostamos na Beyoncé com "Drunk In Love", ainda que a música tenha sido meio afetada por lá depois das polêmicas pós-alguém-notar que Jay Z pede pra Ana Mae ~comer o bolo~. Só vamos ficar bem emputecidos se der "Happy". Sério.)

Melhor Canção de Rap

"The Monster (Feat. Rihanna)" - Eminem
"Holy Grail (Feat. Justin Timberlake)" - Jay Z
"Can't Hold Us (feat. Ray Dalton)" - Macklemore & Ryan Lewis
"Thrift Shop" - Macklemore & Ryan Lewis
"Timber (Feat. Ke$ha)" - Pitbull

(Cadê "Hoje Cedo", do Emicida com a Pitty? Hahahah. Brincadeiras à parte, a gente aposta em "Holy Grail", mas também tá com um pressentimento bom em relação à "The Monster".)

Melhor Canção Dance/Electronic

"Wake Me Up (Feat. Aloe Blacc)" - AVICII
"Get Lucky (Feat. Pharrell Williams)" - Draft Punk
"I Love It" - Icona Pop
"Applause" - Lady Gaga
"Clarity (Feat. Foxes)" - Zedd

(Por um mundo com menos Daft Punk. Obrigado.)

(A gente espera que você tenha chegado até aqui, mas também dissemos que anunciaríamos algumas atrações do evento e os nomes são esses:  OneRepublic, Imagine Dragons, Jason Derulo, John Legend e Luke Bryan.)

(Particularmente, estamos bem ansiosos pras performances do Imagine Dragons e OneRepublic. Será mesmo incrível.)

(Na realidade, a partir daqui não haverão mais informações que realmente devam ser lidas, então você já pode ir ler outra coisa ou começar a comentar coisas sobre apostarmos tanto na Lorde, enquanto mal demos bola pra Katy Perry ou Daft Punk.)

(Se quiser, você também pode contar quais são suas apostas, mas não estamos exatamente perguntando isso.)

(É realmente engraçado quando dizem que somos Little Monsters ao criticarmos algo da Katy Perry, principalmente porque os Little Monsters dizem que somos Katycats quando dizemos algo ruim da Gaga.)

(Nosso corpo ainda está um pouco dolorido por conta do Lollapalooza, mas esperamos nos recuperar totalmente logo.)

(A gente disse que era melhor parar de ler.)

("Por que o blog não pode simplesmente mostrar a lista de indicados e citar o nome das atrações como qualquer outro?")

(O disco "Body Talk", da Robyn, é muito bom.)

Os pés ainda doem, o ouvido continua com aquele zumbido de quem passou de carro por um túnel, a cabeça vira e mexe dá algumas pontadas aqui e ali, enquanto o joelho, de vez em nunca, também parece estar no mesmo lugar, mas dá pra dizer que fez parte e mais, que valeu a pena. Esse é o blogueiro que vos fala após o primeiro e loongo dia do novo Lollapalooza Brasil, que neste ano, sob a produção da Time For Fun, aconteceu no Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo, e foi do carvalho. Hahahah.

Como não é surpresa pra ninguém, o primeiro dia do Lolla, 5 de abril, foi também o mais repleto de atrações imperdíveis, mas dada a distãncia entre os palcos, infelizmente não conseguimos assistir absolutamente tudo o que queríamos (o tempo em que caminhávamos entre alguns palcos era o mesmo em que as atrações se alternavam, sendo que, caminhar até um e se ajeitar seria o tempo de sentar, ouvir um hit e caminhar para outro lugar), por sorte, nós fomos, no plural, então ao menos nos dividimos pra tentar ver um pouquinho de tudo. Sendo assim, abaixo vocês podem conferir as impressões deixadas por todo esse pessoal nessa abertura do festival (a rima não foi proposital).

O Casablancas bem podia ter vindo ao Brasil com os Strokes e o CD "Comedown Machine", mas não, ele quis estrear seu projeto novo, The Voidz, com quem também lança nesse ano um novo álbum. Particularmente, havia ouvido nada além do primeiro single do disco Julian X The Voidz, mas confesso que curti o projeto em palco. Numa primeira impressão, dá pra dizer que ele reuniu um bando de tiozões cabeludos pra fazer uma barulheira no palco e no fim é isso mesmo o que temos, com o acréscimo de alguns sucessos dos Strokes e da sua carreira solo. Nosso momento favorito foi quando um dos seus assistentes foi corrigir uma falha de instrumento e ele brincou de Robin Thicke com Miley Cyrus no VMA 2013. Rs.

Era fim de tarde quando o Imagine Dragons subiu ao palco. Com apenas um álbum no currículo e uma trinca de hits nas paradas mundiais, a banda podia fazer inveja em qualquer veterano da música: arrastou uma das maiores multidões do festival pro palco Skol, num show cheio de energia e entusiasmo.

Ao longo de uma hora de apresentação, os fãs da banda deliraram com sucessos como "Demons" e "Radioactive" que eram cantados em coro, todo o tempo. Dan Reynolds, vocalista, ainda fez questão de lembrar o quanto amava o Brasil e se atirou nos braços da plateia ao som de "On Top of the World". Sem dúvidas, um show inesquecível e um dos melhores do primeiro dia do festival!

Que os cristãos de todo o mundo cumpram suas promessas, Jesus voltou e nasceu na Nova Zelândia, hoje é uma cantora de 17 anos e se chama Lorde. A neozelandesa sensação que já acompanhamos por aqui há um tempinho é, sem dúvidas, uma das artistas pop mais interessantes do mercado atual e em palco simplesmente nos encantou com seu vozeirão e seus trejeitos que demonstram claramente a forma com que ela sente suas músicas ("Suas definições de pacto foram atualizadas com sucesso", leia com a voz do Avast). 

Com a felicidade estampada em seu rosto em boa parte do show, Lordelícia teve como repertório seu primeiro disco e EP, "Pure Heroine" e "The Love Club", cantando também sua parceria com o Son Lux, "Easy", e um cover do Kanye West. Não sabemos vocês, mas ao menos nós lembramos muuuito da Florence + The Machine em palco assistindo-a e isso é uma ótima coisa, visto que a Flô também não sabe economizar quando quer arrasar. Quase choramos quando ela agradeceu por estarem todos ali prestigiando-a (mesmo competindo o horário com Phoenix, que tocava no palco contrário, a platéia estava numa ostentação fora do normal), dançamos ao som da moça como se no mesmo dia nem houvesse Disclosure e fizemos nossa parte, como comunicadores, gritando "devia ser single!" durante a performance de "Buzzcut Season" — durante a apresentação também gritamos coisas como "Rainha do Pop", "renovou [o pacto]" e "Exu Caveirinha", sério, mas não vem ao caso. 

Nossos momentos favoritos ficaram para as performances de "Tennis Court", "Royals" e "Team", em que, obviamente, o público vibrou demaaais junto e tornou todo o momento ainda mais lindo. Ela até disse que São Paulo é sua cidade dos sonhos, o que significa que, sim, somos da realeza.

A gente acha que os caras do Muse não curtiram muito o que falaram sobre a performance pop que eles fizeram no Rock in Rio em 2013, então trouxeram algumas mudanças nessa volta ao Brasil. Por problemas de saúde, a banda cancelou em cima da hora um show extra que faria em São Paulo, na Lollaparty que aconteceria sexta-feira (04) no Grand Metrópole, o que foi muito bem resolvido pelo pessoal da T4F que, numa forma de se redimir com o público, autorizou que as pessoas que tivessem ingressos pra esse show fossem ao Lolla ~na faixa~, mas aí ficamos meio sem entender quando, alegando o mesmo motivo ("problemas de saúde"), a banda proibiu que seu show fosse exibido na televisão — as emissoras Multishow, Globo e Bis cumpriram uma transmissão ao vivo de todo o festival. Foi medo de passar a virose pelas tevês em high definition? Rs.

Deixando de lado esses detalhes, outra coisa que fez com que notássemos uma postura diferente do Rock in Rio foi a setlist do show, além de toda a apresentação em si, onde Matt Bellamy e sua trupe deram ênfase para as faixas mais pesadas, num show carregadérrimo de guitarra e bateria, o que fez com que os velhos fãs da banda, ainda não adeptos ao mais eletrônico "The 2nd Law", bradasse de emoção com cada uma das canções. Não podemos deixar de falar também sobre o quão animados são os lirôus da banda, que já circulavam pelo festival desde o comecinho e, aproximadamente uma hora antes do show, estavam numa excitação sem tamanho (guarda esse pensamento), contagiando boa parte da multidão com diversas brincadeiras (um beijo pra Natasha, seja lá onde ela esteja).

O duo britânico Disclosure, formado pelos irmão Guy e Howard Lawrence, fez um dos melhores shows desse primeiro dia do Lollapaloza. Repleto de luzes, uma pegada inteligente nas batidas, boas canções e muito carisma, com direito a várias palavras em português, eles levantaram a multidão de um evento, em tese de rock 'n' roll, com uma pitada maravilhosa de música eletrônica.

Hits como "F For You" e "When a Fire Starts to Burn" incendiaram o show logo de cara, como uma forma de trazer o público e prender sua atenção para esses dois meninos, que possuem um único álbum lançado, mas que, no que depender do que já ouvimos no "Settle" e principalmente, no Lollapalooza, a estrada pra eles ainda será longa.
Por fim, ainda que as longas caminhadas tenham nos deixado beeeem cansados, o Lollapalooza da Time For Fun começou com o pé direito (e sem pisar em lamas). Daqui algumas horas lá estaremos nós no Autódromo novamente, para o segundo e último dia do evento, e aproveitaremos pra conhecer mais do espaço, conferir as ativações e, claro, comer bastante. Aliás, nesse domingo (06) vai rolar Ellie Goulding, Vampire Weekend, Jake Bugg e Arcade Fire, todos com transmissão ao vivo pela Multishow pra quem não esitver no festival, então nem há desculpa para perder.

[colaborou: Daniel Lopes e Maicon Alex, aqui do blog. :D | Fotos: Reprodução]

Se em seu primeiro dia o festival Lollapalooza Brasil 2014 traz de volta ao nosso país a banda Muse, oficializando-os como novos headliners para festivais que anteriormente só pareciam ter como opção um nome tão funcional para o meio alternativo e mainstream a banda The Killers, eles também aproveitam pra tornar maior alguns nomes que lá fora já fazem barulho mas ainda custam a possuir um público no Brasil.



Em 2013, pra quem perdeu, quem levou esse título e carregou uma multidão sem nenhum grande sucesso foram os islandeses da Of Monsters and Men (nossa apresentação favorita da edição do ano passado, inclusive), mas nesse ano a nossa aposta fica para a banda Imagine Dragons, que depois de emplacar o hit "Radioactive" no ano passado, além de possuir outros sucessos como "Top Of The World" e "It's Time" nos EUA, teve nesse ano seu DVD ao vivo lançado pela Universal no Brasil e vem também nos mostrar como o disco de estreia "Night Visions" funciona na prática, se apresentando dia 5 de abril no festival.



Sendo uma das atrações mais aguardadas por nós no evento, uma das maiores características da Imagine Dragons em palco é o uso de muita bateria e percussão, o que faz com que vibremos em cada uma de suas canções, além de nos sentirmos totalmente convidados ao universo criado pelos versos da banda nos ápices explosivos de suas canções. A fórmula não é lá tão nova e também funciona extremamente bem com outros nomes ao vivo, como a banda 30 Seconds to Mars, nos dando fé de que eles, depois de uma ótima estreia com o "Night Visions" e os sucessos que dele extraíram, têm tudo para se consagrar como uma grande banda daqui mais um tempo.



A banda se apresentará no primeiro dia do festival e, por mais que isso seja visto de uma forma ruim pelos fãs, nosso momento mais aguardado da apresentação fica para o hit "Radioactive", pois é quele momento em que o público reconhece a música, grita, vibra E CANTA JUNTO. Mal podemos esperar.


Com o #NovoLollaBR se aproximando estamos pensando cada vez mais nas apresentações que veremos no festival! Além disso, tá EX-TRE-MA-MEN-TE próximo o dia do resultado daquela nossa promoção destruidora mesmo, na qual levaremos você e mais um amigo pra assistir os shows do dia 6 de abril no Lollapalooza!

http://www.portalitpop.com/2014/03/promocao-o-it-pop-vai-levar-voce-um.html

Se você já participou, fique de olho. Caso ainda não tenha participado, acorda menina! É "de grátis", então corre que ainda dá tempo, é só clicar na imagem acima. O resultado sai no próximo dia 21!

O Lolla nasceu em 1991 e já naquele ano contava com vários diferenciais, sendo um deles as mesas de informação  sobre organizações políticas e ambientais sem fins lucrativos. E é nessa ideia ambiental do festival que nos apenas para listar desperdícios musicais!

1) Disclosure

Tá aí uma dupla que aproveita muito bem o material que tem em mãos! O Settle, debut álbum do duo, ainda não fez aniversário nem de um ano, mas já tivemos sete singles oficiais (contando com o remix de "F for You" com participação da Mary J. Blige). Mas  o recado pra eles é: caso não lancem TO-DAS-AS-CAN-ÇÕES do álbum como single oficial estarão desperdiçando, e muito!

2) Ellie Goulding

Ellie, você é porca. CALMA, PRFVR! Ellie Goulding é a queridinha do Reino Unido e muito melhor que isso, da nossa redação. Mas poxa, sabe deixar pra lá músicas incríveis como ninguém. Tá, "como ninguém" é exagero, já que existe a Leona Lewis, aquela que desperdiça antes mesmo de gravar. Enfim, o caso é que sempre tivemos uma certeza muito absoluta de que "Only You", do Halcyon, seria single. Mas desde o Lights a rainha da Inglaterra vem deixando de lados ótimos trabalhos, como é o caso da deliciosa "Salt Skin" e a destruidora "Animal", enquanto perdia tempo com "The Writer".

3) Lorde

A Lorde perde muito tempo, já deveria ter relançado "Royals" -n. A gente sabe que "Buzzcut Season" foi lançada como single promocional. Também lembramos que "Buzzcut Season" falhou em chamar aquela atenção esperada por grandes gravadoras e que "Buzzcut Season" falhou em se manter nos charts da Austrália. MAS queríamos muito ver "Buzzcut Season" lançada como música de trabalho oficial, ou quem sabe, no mínimo, um remix do Cedric Gervais pra dar aquela impulsionada na canção!

4) Imagine Dragons

Provavelmente é a banda dessa lista a qual mais sabe aproveitar uma excelente tracklist. No entanto, tememos que a hidden track "Rocks" não seja mais desenvolvida e bem aproveitada por motivos óbvios, por ser uma hidden track (música escondida).

5) Capital Cities

Apesar do nosso amor, devemos reconhecer que aqui a coisa foi feia. Com perdão pela piada infame, lembramos que pediram para não os dizermos como viver, mas CADÊ "Tell Me How To Live" COMO SINGLE OFICIAL? O ruim é que as esperanças para mais singles da versão standard já  acabaram, pois foi lançado o lyric vídeo para "One Minute More", canção extraída da versão deluxe do debut In a Tidal Wave of Mystery.



Listamos somente alguns desperdícios de um pequeno grupo de artistas, mas é impossível não continuar listando mentalmente outros descasos da indústria pop, como várias do Blackout da Britney Spears (Nunca superar e nunca aceitar). Que os artistas se sensibilizem e chega de jogar fora coisas que ainda não estão nem próximas da data de validade!