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Quem reclama da falta de variedade na música pop nacional, com certeza está ouvindo errado. Da Anitta bombando com o Major Lazer a Iza despontando como uma das grandes apostas desse ano, são muitas as opções do que e como ouvir e, nesta leva fora da linha convencional, encontramos o trip-hop de Phillip Nutt.

Apesar desse nome todo com cara de gringo, Nutt é brasileiríssimo e, até aqui, já lançou três singles: “Curiosidade”, “Ponderar” e sua atual música de trabalho, “Sintonia”.


Pra essa última, escrita e produzida pelo próprio cantor, em parceria com Pedro Serapicos, o paulistano se inspirou no som de novos artistas do R&B e pop, citando nomes como Frank Ocean, SZA e a também brasileira, Mahmundi.

As referências são certeiras e, ao conhecer suas influências, fica ainda mais interessante de explorar a obra como um todo. Música pop de primeira, repleta de camadas que desenham uma atmosfera bastante singular, que contrasta do introspectivo ao convidativo de seus vocais.

Ouça “Sintonia”:


Que delícia de música, gente!

Em seu perfil no Spotify, Phillip mantém uma playlist com algumas das suas músicas favoritas do momento e, entre os nomes, também lembra de Dua Lipa, Miguel, Selena Gomez, The Weeknd, Drake e até Michael Jackson. Ouça aqui.

No que depender do seu bom gosto, muitos outros hinos virão.
Calvin Harris começou o ano com o discurso de que, a partir de então, lançaria apenas singles e não álbuns, prometendo 10 músicas novas nos próximos meses. Aí que o cara voltou atrás e, ainda que vá lançar uma boa quantidade de canções em 2017, elas não serão mais avulsas e vão sim fazer parte de um disco. 

O escocês anunciou hoje o álbum "Funk Wav Bounces Vol. 1" para o dia 30 de junho. O projeto deve seguir a linha "chill out" de seus últimos singles, a parceria com o Frank Ocean e o trio Migos em "Slide", e a mega colaboração com Ariana Grande, Pharrell Williams e Young Thug em "Heatstroke". Por isso, faz todo sentido ser lançado no início do verão norte-americano e europeu. 

Além dos já citados, o CD contará com a participação de muitos outros grandes nomes, como Katy Perry, Nicki Minaj, Future, Big Sean, John Legend, PARTYNEXTDOOR, Kehlani, D.R.A.M e Snoop Dogg, para citarmos alguns. Sedento!


Reparou no "Vol. 1" no título do material? Se tem uma primeira parte, isso significa que tem, pelo menos, uma segunda também. Quem sabe não veremos esse novo disco com mais um monte de parcerias ainda esse ano?

Como pudemos perceber, a canção com Rihanna (e Taylor Swift), "This Is What You Came For", não entrou na tracklist, provavelmente por não ter nenhuma similaridade com o tipo de som que o produtor anda fazendo agora. O mesmo deve acontecer com "My Way", outro single lançado no ano passado e que não se assemelha com a proposta atual do DJ.



Calvin Harris descreveu todas as músicas que lançará esse ano - e que agora, sabemos, estarão em um disco - como "sonoramente projetadas para fazer você se sentir incrível pra caralho". Se for assim, e se continuar mantendo a qualidade de seus últimos lançamentos, pode mandar, Calvin!
Na noite desse domingo (12) acontece mais uma edição do Grammy Awards e, apesar de contar com alguns dos melhores lançamentos do último ano entre seus indicados, a academia não terá a oportunidade de premiar o cantor Frank Ocean por seu maravilhoso “Blonde”.



A decisão partiu do próprio Ocean, que não se vê representado pelo evento, e apesar de muitos apontarem o boicote da academia, visto que, como já fizeram outras vezes, poderiam considerar o disco elegível mesmo assim, o cantor não parece interessado no seu gramofone. E o motivo é simples: o racismo que ainda persiste dentro da premiação.

Faltando pouco para o evento acontecer, entretanto, as discussões reascenderam por conta dos produtores da premiação, David Wild e Ken Ehrlich, que deram uma entrevista para a Rolling Stone, na qual recordam o episódio com Frank e afirmam que sua recusa ao Grammy está relacionada à performance que ele fez em 2013.

Frank tinha uma ideia muito definida sobre o que e como ele queria fazer isso [a performance de ‘Forrest Gump’, em 2013]. Ken disse que ‘isso não é bom para a TV’, e o que ele disse foi ‘Nós não estamos colocando isso num programa de rádio... Você tem que tornar isso grandioso para a TV’”, relembrou David. “Ele sabia desde o início que esse não seria seu caso.

“Ele foi rígido”, continuou Ken. “Nós executamos sua visão sabendo que era defeituosa. Seus sentimentos sobre o Grammy hoje provavelmente estão ligados à isso.”



Em seu Tumblr, o cantor de “Nikes” respondeu aos comentários por meio de uma carta aberta, na qual ressalta que seu desinteresse pelo Grammy vai além de motivos pessoais, criticando o racismo e privilégio branco por trás da premiação do álbum “1989”, da Taylor Swift, na edição em que concorria com “To Pimp A Butterfly”, do rapper Kendrick Lamar.

Leia a carta traduzida na íntegra abaixo:

“Certo, Ken (e David). Por mais que eu odeie torna-los famosos ou mesmo responde-los diretamente, todos vamos morrer um dia e vocês já estão velhos pra caralho, então que se foda. 

Sim, minha performance de 2013 no Grammy foi absolutamente ruim. Dificuldades técnicas, bla bla bla. Obrigado por me lembrarem. Muito obrigado. Mas que se foda essa performance. Vocês acham que é por isso que eu deixei meu trabalho fora do Grammy neste ano? Não acham que eu teria aceitado tocar no evento para me ‘redimir’ se fosse o caso? 

Na verdade, eu queria participar da homenagem ao Prince, mas depois percebi que meu melhor tributo ao legado desse homem seria continuar sendo eu mesmo fora disso e bem sucedido. Vencer um programa de TV não me consagra bem sucedido. E levei algum tempo para aprender isso. Eu comprei todos meus mestres no ano passado, no auge da minha carreira, isso é ser bem sucedido. ‘Blonde’ vendeu um milhão de cópias sem uma gravadora, isso é ser bem sucedido. Eu sou jovem, negro, talentoso e independente... Esse é o meu tributo. 

Eu realmente andei assistindo a CBS durante essa época do ano para ver quem receberia a honra máxima, e sabem o que não é ‘bom para a TV’, caras? [Ver] ‘1989’ ganhando de ‘To Pimp A Butterfly’ na categoria de álbum do ano. Sem comentários para um dos momentos mais ‘defeituosos’ que eu já vi na TV. Acredite nas pessoas. Acredite naqueles que preferem assistir às seletas performances do seu programa pelo Youtube no dia seguinte, porque seu evento dá sono. Use esse velho gramofone para ouvi-los de verdade, caras. 

Eu sou um dos melhores vivos e, se você estiver disposto a discutir sobre os problemas culturais e os danos causados pela premiação que vocês produzem, então estarei aqui para isso. Tenham todos uma boa noite.”

Se for para acrescentar algo, só desenhando, hein?



Com a indicação do álbum “Lemonade”, da Beyoncé, ao lado do “25”, da Adele, na categoria ‘Álbum do Ano’, a edição do Grammy desse ano tem grandes chances de repetir a mesma polêmica da anterior, visto que um dos discos carrega não só o apreço crítico, como também um importante contexto questionador e político, enquanto o outro tem um dos maiores hits de sua intérprete, em tempo que, apesar da aclamação crítica, não reflete a grandiosidade dos seus trabalhos anteriores.

Vai que é tua, Beyoncé!


Frank Ocean comprou uma briga com a sua gravadora, quando lançou o disco “Blonde” sem o conhecimento do selo, no mesmo fim de semana em que a Universal havia feito a estreia do álbum visual “Endless”, e, aparentemente, sua escolha de burlar o contrato lhe custou caro.

De acordo com o site da revista Billboard, o cantor ficará de fora do Grammy 2017, uma vez que a gravadora tem o poder de escolha quanto aos artistas que poderão ou não ser indicados e, embora tenha sido lançado no prazo elegível, não submeteu nenhum dos trabalhos de Ocean, aclamadíssimos pela crítica.


No tempo em que foi lançado, “Blonde” levantou especulações quanto ao clima na Universal estar tenso, levando, inclusive, a um provável rompimento dos contratos de exclusividade com a Apple, que apoiou o lançamento paralelo de Frank.

Sem Frank, a corrida pelo Grammy de ‘Disco do Ano’ fica menos acirrada, mas permanece com outros grandes nomes em potencial, como Beyoncé, Adele, David Bowie e Chance The Rapper. 

Não é a primeira vez que isso acontece

No Grammy desse ano, outro nome que foi deixado para trás por conta da gravadora foi o rapper Drake, também contratado pela Universal. No auge de “Hotline Bling”, antes de estrear o álbum “Views”, o canadense já contava com o apreço da crítica, além dos números da música pelas paradas mundo afora, mas não foi submetido às indicações da academia por um mero descuido, perdendo a chance de concorrer ao famigerado gramofone.


#JUSTICEFORFRANKOCEAN.
Se já não bastassem as voltas de Lady Gaga e M.I.A. nesta sexta-feira (09), quem também decidiu soltar novidades no Spotify foi o cantor Frank Ocean e, como nosso título já adiantou, o que chegou à plataforma foi o seu tão aguardado segundo álbum, “Blonde”.

Anteriormente lançado apenas na Apple Music, “Blonde” causou bastante confusão entre Ocean e a gravadora responsável pela distribuição das suas músicas nos EUA, Universal, por conta de uma estratégia do cantor, que basicamente enganou o selo, lançando por eles o álbum visual e experimental “Endless”, enquanto guardava o seu verdadeiro CD para um lançamento de forma independente.

A treta foi tão feia que a Universal vetou todos seus contratos de exclusividade com a Apple Music, para garantir que a plataforma não manterá outros contatos por fora com seus artistas, sem que isso implique numa possível resposta judicial.

“Blonde” foi inicialmente promovido pelo single “Nikes” e, entre tantos nomes, conta com colaboração de nomes como Beyoncé, Kanye West, Kendrick Lamar, Jamie XX, James Blake e até mesmo David Bowie.

Os nossos destaques no disco são o single “Nikes”, a música em que Beyoncé faz backing vocal (!), “Pink + White”, “Skyline To”, “Self Control” e “Solo”. (Na verdade, se deixar, nós citamos toda a tracklist.)

Ouça o disco na íntegra pelo Spotify:



MASTERPIECE.
E o inevitável, aconteceu: o novo disco de Frank Ocean, “Blond”, se consagrou como um dos maiores lançamentos do ano e, apenas atrás dos discos “Views”, do Drake, e “Lemonade”, da Beyoncé, alcançou 276 mil cópias vendidas, sendo 232 mil vendas tradicionais, na sua semana de estreia, chegando ao topo da Billboard Hot 200.

Até então promovido pelo single “Nikes”, o novo disco de Ocean foi revelado um dia depois do álbum visual “Endless” e, se não fosse por sua exclusividade à Apple Music, teria conquistado números ainda maiores, confirmado o fato desse ser um dos melhores momentos de sua carreira, graças as expectativas geradas durante a espera de seu novo material.


Quem não tem o que comemorar sobre esses números, entretanto, é a sua gravadora. Responsável pela estreia do álbum “Endless”, o selo Universal não estava sabendo que Frank Ocean lançaria um segundo disco, sem a participação da empresa nos lucros, e viu essa estratégia como uma forma dele burlar seu contrato, atrapalhando de maneira intencional as vendas do primeiro lançamento, além de usá-lo como um projeto experimental, bem diferente da sonoridade mais familiar do disco seguinte.

Embora a gravadora tenha garantido que não irá processar Frank por passá-los pra trás, eles já começaram a tomar medidas preventivas e, de acordo com sites como The Guardian e The Fader, romperão novas parcerias de exclusividade com a Apple Music, que já havia trabalhado desta forma com o álbum “Views”, do Drake, além de, até então, estar negociando a estreia do novo CD de Lady Gaga, que pertence ao mesmo catálogo.

O que ainda não ficou claro, é se a regra valerá apenas para o serviço de streaming da Apple ou todas as plataformas, uma vez que, sem perder tempo, o Spotify demonstrou pela primeira vez interesse em lançar álbuns exclusivos para seus usuários premium, o que muda a sua posição na batalha que vinha travando contra as gravadoras e, muito provavelmente, o coloca em evidência após o streaming da maçã apoiar a fuga de Frank.

No fim das contas, o cantor de “Thinking About You” fez bem mais do que quebrar a internet, desestabilizando, literalmente, toda a indústria. Mudanças virão. 
Frank Ocean fez todo o mundo esperar por seu segundo disco nos últimos quatro anos e, em menos de uma semana, entregou duas das produções mais interessantes do ano, sendo elas o álbum visual “Endless” e o disco sucessor do aclamado “channel Orange”, “Blonde”.

Antes esperado em julho do ano passado, depois agosto, outubro, dezembro... e por aí vai, o novo disco de Ocean, até então chamado “Boys Don’t Cry”, repetiu o efeito que acompanhamos com discos como o “Views”, do Drake, no qual o silêncio de seu artista principal e as muitas declarações dos nomes envolvidos alimentaram o seu hype, criando nos fãs uma expectativa inimaginável e, ainda assim, ao alcance do que o artista seria capaz de entregar.

O tempo foi crucial para que Frank Ocean se saísse bem nesta nova fase. Quando lançou seu álbum de estreia, em 2012, o músico havia acabado de conquistar o segundo lugar na lista de apostas da BBC, se tornando um nome para ficar de olho, e, como consequência, teve o álbum “channel Orange” como um dos favoritos desse ano, o que tinha tudo pra gerar uma pressão negativa quanto ao seu próximo trabalho, que se tornou maior que o anterior antes mesmo que fosse lançado.



Na construção de “Blonde”, o músico também soube trabalhar o seu nome como ninguém. Antes de ser cantor, Frank já atuava no meio musical como um “ghostwriter”, para uma lista de artistas que deve ser bem maior do que conhecemos, e aproveitou esses contatos para aumentar sua lista de relacionamentos enquanto não entregava esse disco. Só pra você ter uma ideia, foi nesse intervalo que ele colaborou com a Beyoncé em “Superpower”, do seu primeiro e hypadíssimo álbum visual, e com o Kanye, numa música que leva o seu próprio nome, “Frank’s Track”, presente no “The Life of Pablo”. Para o seu álbum, ele ainda entrou em estúdio com nomes como Kendrick Lamar, Chance The Rapper e Andre 3000. Todos estavam de olho no próximo cara do momento.



É claro que toda essa expectativa poderia ser convertida numa puta decepção, o “ANTI” de Rihanna, que passou por um processo semelhante e com alguns artistas em comum ao redor, não nos deixa mentir, e é aí que entra o álbum visual “Endless”. Uma produção que quebra o jejum musical de Ocean e pega seus fãs despreparados, com um material totalmente inesperado e estranhamente interessante, uma pegada arriscada, experimental, que nos fez pensar que ele poderia passar outros quatro anos sem um novo disco, porque era o tempo que levaríamos para digeri-lo como um todo – sem nem sabermos que o melhor ainda estava por vir.



Frank quebrou a internet, ao melhor estilo Kanye West ou Beyoncé, e agora que o álbum “Blonde” foi lançado, nos resta acompanhar a ascensão do cantor com esse disco, que tem tudo para render bons frutos e torná-lo o próximo grande artista pop (no sentido de popular, comentado) do momento. Drake que se cuide.

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Foram 4 anos de ilusão, mas valeu toda a espera. Na última sexta-feira (19), o cantor Frank Ocean revelou o álbum visual “Endless”, com exclusividade no Apple Music, e, sem tempo a perder, nos trouxe mais tiros neste sábado (20), com a chegada do seu terceiro álbum de inéditas, que não se chama “Boys Don’t Cry”, mas, sim, “Blonde”.


O disco foi revelado horas depois de Ocean lançar o clipe de “Nikes”, que é também o seu primeiro single, e entre as suas 17 novas músicas, contamos ainda com a participação de Beyoncé (“Pink + White”), Kendrick Lamar (“Skyline To”) e Andre 3000 (“Solo [Reprise]”), como se apenas ele já não fosse o suficiente.



Para os que se assustaram com a proposta mais experimental do álbum visual, “Endless”, o novo disco será uma grata surpresa, já que mantém uma sonoridade próxima do seu trabalho anterior, o aclamado “channel Orange”, ainda que demonstre um enorme amadurecimento e hits em potencial, na medida do possível.

Assim como “Endless”, o disco “Blonde” pode ser conferido na íntegra pelo Apple Music, além de estar à venda no iTunes. Que fim de semana lindo.
Frank Ocean não poupou na hora de nos deixar sem ar e, enquanto todos (incluindo a gente) acreditaram presenciar o lançamento do seu tão aguardado “Boys Don’t Cry”, o que veio ao mundo foi o álbum visual (!) “Endless”, revelado na íntegra pela Apple Music, após um livestreaming em seu site oficial.

O disco parece ser a primeira amostra dos novos trabalhos de Ocean e explica um antigo post do cantor, que havia afirmado em suas redes sociais: “Eu tenho duas versões.” Nessa época, os fãs acreditavam que ele estava decidindo qual edição do seu novo álbum seria lançada, mas, na verdade, sua intenção é nos mostrar as duas, começando pelo projeto visual infinito.

“Endless” é composto por faixas que tiveram seus instrumentais revelados desde que seu site foi tomado por um player da Apple, com uma sequência em looping de uma misteriosa sala, e agora, em sua versão com vocais, conta com 18 FODENDO inéditas, disponíveis no vídeo recém lançado.

Até o momento, “Endless” só foi disponibilizado pelo serviço de streaming da Apple, mas outras novidades deverão chegar ao longo dos próximos dias, como representantes da própria plataforma adiantaram. Vamo assistir aos 45 minutos mais aguardados de nossas vidas e esperar pelas próximas surpresas do cantor.

Tá acontecendo.

"Endless" on Apple Music

Frank Ocean começou há transmitir em seu site oficial o streaming do disco “Boys Don’t Cry”, com exclusividade pela Apple Music. 

O novo disco de Ocean é o sucessor do aclamado “channel ORANGE”, sendo também o seu primeiro desde os trabalhos com uma lista de artistas que vai do Kanye West à Beyoncé.



“Boys Don’t Cry” tem tido seu lançamento adiado há 84 anos, sendo a sua previsão mais recente para novembro desse ano. Felizmente, chegou antes.

Ainda não sabemos se o disco será disponibilizado na íntegra ao fim do livestreaming ou se, após o termino da apresentação, alguma data ou algo do gênero será formalmente anunciado.

Garotos choram, sim, e estamos fazendo exatamente isso.

8 anos pra lançar um álbum, isso não existe.


O novo disco do Frank Ocean, “Boys Don’t Cry”, teve seu lançamento especulado para a última sexta-feira (05), com streaming exclusivo pela Apple Music, que até liberou um vídeo misterioso em seu site oficial, entretanto, já estamos no sábado (06) e não tem disco nenhum tocando por aqui.

Mesmo desesperançosos, os fãs do cantor surgiram com uma nova teoria, sugerindo que o disco só será lançado no dia 13 de novembro (!) e, pelo incrível que pareça, Frank até tentou nos avisar.

Em julho, o cantor havia publicado uma imagem que mostrava todas as datas e adiamentos que seu disco já havia sofrido e o que passou despercebido por todos é que ainda havia uma data futura: o tal 13 de novembro.
Por um lado, é bom que seja uma data distante, já que entregamos nas mãos de deus e, se sair antes, ninguém vai reclamar. Por outro, é ruim porque teremos que nos acostumar com a ideia de que ainda faltam 3 FODENDO meses pra que esse álbum, enfim, seja lançado.

Depois de toda essa demora, é bom que “Boys Don’t Cry” seja o melhor álbum do ano. E a concorrência (“The Life of Pablo”, “Coloring Book” e “Lemonade”) é grande.

Nós nunca fomos tão iludidos por um homem quanto pelo Frank Ocean, mas parece que o nosso sofrimento finalmente acabará.


Depois de um vídeo misterioso surgir em seu site oficial, o cantor de “Pyramids” parece estar prestes a lançar seu segundo álbum de inéditas, chamado “Boys Don’t Cry”. O que estão falando pela imprensa gringa é que o CD aparecerá na madrugada desta sexta-feira (05) na Apple Music, que terá exclusividade sob o seu lançamento por duas semanas, em relação aos outros serviços.


O aguardado novo disco de Ocean sucede “channel ORANGE”, de 2012, e chega após suas parcerias com Beyoncé (“Superpower”, do álbum visual), Jay Z (“Oceans”, do CD “Magna Carta”) e Kanye West (“Frank’s Track”, do “The Life of Pablo”), além de inúmeros adiamentos.

Se a profecia se cumprir, o disco “Boys Don’t Cry” chegará acompanhado do clipe para a sua faixa-título, que também deve ter exclusividade à Apple, mais tarde chegando ao seu canal Vevo do Youtube.

Vamos acender algumas velas e torcer pra que agora seja pra valer! 

O último ano foi marcado por grandes estreias e artistas revelações, além de retornos mais interessantes do que imaginávamos, e se em 2015 conseguimos dar uma segunda chance até para Justin Bieber, nesse ano o que não faltarão são voltas que causarão uma verdadeira reviravolta na indústria.

Enquanto o novo disco da Rihanna, “ANTI”, é nossa inegável prioridade, 2016 ainda nos reserva o retorno de nomes como Lady Gaga, Katy Perry e Britney Spears, sucedendo um ano em que as artistas pop mais interessantes em atividade foram Carly Rae Jepsen, Taylor Swift, Ariana Grande e Meghan Trainor, além da provável chegada de álbuns que estão beirando o título de lendas, como “SWISH”, do Kanye West, e “Boys Don’t Cry”, do Frank Ocean.

O hip-hop, inclusive, continuará em alta, com os novos trabalhos de M.I.A., Kanye, Drake, Iggy Azalea e Macklemore & Ryan Lewis, além de muito R&B com Tinashe e Bruno Mars, pop com Tove Lo e Sia, e por aí vai.

Nós listamos os 30 discos que você realmente precisará escutar em 2016. 

Confira a lista a seguir:

PARTE 1 / PARTE 2 / FINAL


1. Rihanna, “ANTI”

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A tradição foi quebrada da pior maneira possível. Por muito tempo, Rihanna foi motivo de piada pelo lançamento anual de discos, quase como se ela temesse que um tempo longe dos holofotes fosse o suficiente pra que ela caísse no esquecimento, mas o mesmo não aconteceu desde “Unapologetic”, último disco da cantora, lançado em novembro de 2012.

Passados mais de três anos desde o CD, seus fãs ficam cada vez mais ansiosos por seu oitavo registro, “ANTI”, que já conta com os singles “FourFiveSeconds” e “Bitch Better Have My Money”, além do promocional “American Oxygen” e uma verdadeira série de especulações em torno da demora para a chegada da produção, que conta com a supervisão do rapper Kanye West.



2. Kanye West, “SWISH”

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E assim como não rolou Rihanna, não tá tendo Kanye também. O produtor executivo do “ANTI” está em estúdio há mais de um ano, lapidando seu sétimo álbum de inéditas, sucessor do controverso “Yeezus”, de 2013.

Anteriormente chamado “So Help Me God”, o novo álbum de Kanye West agora leva o nome de “SWISH” e já conta com o single “All Day”, em parceria com Paul McCartney, além dos promocionais “Only One” e “FACTS”, que seguem aquecendo os que creem no poder do rapper para seu tão aguardado retorno. Algumas das participações esperadas no disco são de Rihanna, Jennifer Lopez, Sia e o rapper apadrinhado por Yeezy, Vic Mensa.



3. Frank Ocean, “Boys Don’t Cry” 

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Se está difícil para os fãs de Rihanna, o que dizer do Frank Ocean? Também levando mais de três anos desde seu último disco, o álbum de estreia “Channel ORANGE”, o cantor havia anunciado que já possuía duas versões do seu novo CD, “Boys Don’t Cry”, mas nenhuma foi revelada ao público até o exato momento em que finalizamos esse post.

Em seu disco de estreia, Ocean conseguiu uma enorme visibilidade, graças a canções como “Thinking About You”, “Pyramids” e “Lost” (que até ganhou uma versão do Major Lazer no ano passado), e apresenta uma sonoridade que deve ganhar ainda mais espaço em 2016, com um R&B alternativo, aos moldes do que as rádios tocaram até se cansar com The Weeknd no ano passado. Alguns dos nomes envolvidos no projeto são Pharrell Williams, Tyler The Creator, Hit-Boy e Darkchild.



4. M.I.A., “Matahdatah”


“O mundo continua na mesma desde que eu lancei meu primeiro CD há 10 anos, não queria cantar sobre isso outra vez, não podem simplesmente escutar o primeiro disco?”, perguntou a rapper M.I.A. em seu Twitter, no auge das discussões sobre os ataques terroristas em Paris e a relação desses com a chegada de novos refugiados em território francês. Só que ela não aguenta e, pouco depois, surgiu com o videoclipe para “Borders”, onde lidera um grupo de refugiados e, como ninguém, nos faz refletir enquanto estamos rodeados por meios de comunicação que só nos deixam se sensibilizar com uma única bandeira.

“Borders” integra o projeto “Matahdatah Scroll 2”, que sucede a introdução de “Matahdatah Scroll 1: Broader Than A Border”, abrindo os trabalhos de M.I.A. com seu mais novo disco, sucessor do incrível “Matangi”, e, outra vez, a colocando a frente de assuntos que nenhuma outra rapper ousaria falar.



5. Drake, “Views From The 6”

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O ano passado foi maravilhoso para o Drake, que se tornou um dos maiores artistas da atualidade, lançou duas mixtapes e, de quebra, fechou 2015 com o hit “Hotline Bling”, mas o processo de dominação mundial está apenas começando para o canadense.

Enquanto seus fãs pareceram bastante satisfeitos com “If You’re Reading This, It’s Too Late”, Drake continuou em estúdio e, nesse ano, deve finalmente lançar seu novo CD, “Views From The 6”, sucessor do “Nothing Was The Same”, de onde ele extraiu singles como “Started From The Bottom”, “Worst Behavior” e um dos seus maiores sucessos, “Hold On, We’re Going Home”.



6. Santigold, “99¢”

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A rapper, cantora, compositora e produtora, Santigold, pode não ser dos nomes mais familiares para você, mas, com dois discos já lançados, tem tudo para conquistar um espaço ainda maior com a chegada do seu novo CD, “99¢”.

Previsto pra ser lançado no dia 22 de janeiro, o terceiro álbum de Santigold sucede o disco “Master Of My Make-Believe” (2012), onde ela colaborou com nomes como Diplo, Greg Kurstin e Karen O (Yeah Yeah Yeahs), e já conta com dois singles: “Can’t Get Enough Of Myself” e “Who Be Lovin’ Me”. Sendo essa última uma parceria com o americano ILoveMakonnen.



7. Major Lazer, “Music Is The Weapon”

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O álbum “Peace Is The Mission” foi responsável por catapultar a carreira do Major Lazer, que emplacou no ano passado o hit “Lean On”, parceria com a dinamarquesa MØ e o DJ Snake, detentora do título de “música mais ouvida de todos os tempos” no Spotify, e nesse ano eles voltam com mais alguns tiros em “Music Is The Weapon”.

Inicialmente planejado para novembro do ano passado, o novo disco do trio, formado por Diplo, Walshy Fire e Jillionaire, deve contar com participações de Tinashe, Iggy Azalea, Gwen Stefani, Usher, Sia e vários outros nomes. O que significa que estamos prestes a presenciar mais alguns longos meses com eles tomando conta das rádios.



8. Tinashe, “Joyride”

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O album de estreia de Tinashe, “Aquarius”, foi o suficiente pra que a cantor se tornasse a mais nova aposta do R&B. Com hits como “Pretend” e “All Hands On Deck”, a moça se mostrou uma nova Ciara em potencial, mas com alguns fatores cruciais para seu acontecimento: a vertente alternativa, levando sua música para algo melhor descrito como “alt-R&B”, e a clara sensação de estarmos ouvindo algo realmente novo.

Seu segundo CD, “Joyride”, já teve alguns lançamentos promocionais, como “Party Favors”, mas entrou mesmo para o jogo com “Player”.



9. Bruno Mars, “TBA”

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A parceria com Mark Ronson em “Uptown Funk” foi um esquenta e tanto para o novo disco do Bruno Mars, sucessor do incrível “Unorthodox Jukebox”, e além de manter o nome do cantor em exposição, reforçou também a volta do funky para as rádios, quase como se fosse a nova “Get Lucky” (Daft Punk).

Sem muitos detalhes revelados, o novo álbum de Mars também traz participações de Mark, com quem ele também havia trabalhado em músicas como “Locked Out Of Heaven”, do seu último CD, e Jeff Bhasker, que também esteve por trás desse disco, incluindo as faixas “Young Girls”, “Gorilla” e “Moonshine”.



10. Missy Elliott, “Block Party”

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Katy Perry emprestou o palco do Super Bowl pra que Missy Elliott mostrasse cultura para esse povo e, ainda que com um timing horrível, a rapper voltou definitivamente com a energética “WTF (Where They From)”.

Assim como esse primeiro single, o disco de retorno de Missy Elliot, sucessor do álbum “The Cookbook” (2005), conta com produções de Pharrell Williams, além de seu parceiro inseparável, Timbaland, e uma provável participação de Diplo e Skrillex, com quem ela também colaborou no remix de “Take Ü There”, do álbum de estreia deles como a dupla Jack Ü.



Leia a segunda parte da lista →

Tá bom do Major Lazer se juntar com a cantora MØ para um disco completo, né? O trio e a dinamarquesa comprovaram a química da sua junção com “Lean On”, lançada como primeiro single do CD “Peace Is The Mission”, e enquanto não começam a divulgação de sua sucessora, que é a parceria com a Ellie Goulding em “Powerful”, decidiram nos dar mais uma amostra dessa colaboração certeira com MØ, agora numa versão de “Lost”, do Frank Ocean.

Aparentemente, a música nova de Diplo, Walshy Fire e Jillionaire é a primeira amostra de seu novo álbum, “Music Is The Weapon”, previsto para novembro desse ano, e na sua versão, os quatro — eles e a MØ, RS — transformam a música de Frank Ocean num reggaezinho que não coincide com a banger que é “Lean On”, mas nos conquista igualmente, mesmo saindo da zona de conforto da dinamarquesa.

Ouça:


Em seu segundo álbum, MØ deve trazer outra colaboração com o Major Lazer, chamada “Kamikaze”, e de acordo com o produtor Diplo, com quem ela também colaborou em “XXX88”, do seu CD de estreia, há pelo menos outras três inéditas feitas pelos quatro. Eita!

“Lost” faz parte do disco de estreia de Frank Ocean, “channel ORANGE”, sendo essa o quarto single do álbum, lançado na metade de 2012. Ver a música fazendo barulho nas mãos do Major Lazer agora deve ter deixado o cara bem satisfeito, né?

“Music Is The Weapon”, além da MØ, deve contar com a participação de nomes como Gwen Stefani, Usher, Iggy Azalea, Tinashe, Sia, entre outros, repetindo o feito do álbum anterior, que também é repleto de aparições especiais.
Seleção de sete novidades musicais que não apareceram no blog ao longo da semana mas que valem a sua atenção. Para conferir as edições anteriores do It's New, clique aqui e seja feliz.
It's New tá de volta, obg deus. Após uma pausa anunciada de duas semanas, retornamos com aquela seleção de sete novidades musicais que não apareceram no blog durante a semana, mas que valem a sua atenção.


Ainda colhendo frutos de seu debut álbum Channel Orange, Frank Ocean já se consolidou como um grande nome do R&B  atual. 

Recentemente falamos do cantor na nossa lista de repúdio a aprovação da "Cura Gay" pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias e ressaltamos como é importante Frank se consolidar numa indústria machista. Também falamos como o sucesso foi imediato após o lançamento do Channel Orange, seu primeiro, e até agora único, álbum de estúdio. Mas apesar do enorme sucesso de suas músicas, Ocean já está trabalhando na pré-produção do álbum sucessor. Segundo o próprio cantor ele já tem umas dez ou onze músicas para sua segunda compilação e ele debutou três inéditas ao vivo. Não podemos afirmar que as três canções farão parte da tracklist, mas temos nossas suspeitas. Ouçam as músicas abaixo:







Como já dissemos no comecinho do texto, a revelação do R&B continua sendo ovacionado pelo Channel Orange e em abril Frank Ocean lançou vídeo para o quarto single do álbum, a faixa "Lost". Com muito filtro do Instagram, ele nos leva para uma volta ao mundo deliciosa! Enquanto nos faltam novidade sobre o segundo álbum do Frank, o primeiro continua no repeat aqui.


Com o hit "Pompeii" dominando a cena indie europeia, e detentores de um dos álbuns mais amados e elogiados do ano até aqui (em breve nossa review), o Bastille resolveu voltar às suas origens e lançou um novo EP como forma de impulsionar ainda mais a procura pelo "Bad Blood", seu álbum de estreia.

Lançado nessa segunda (03) e intitulado "Laura Palmer", o EP é composto por 3 remixes da faixa título, feitos pelos DJs RAC e Kat Krazy, além de um do Imagine Dragons, que já se declarou fã do álbum de estreia do Bastille.  Também constam no EP, a faixa original presente no álbum e um cover inusitado e lindo de morrer de "Thinkin Bout' You", hit do Frank Ocean, que além de ser uma das melhores canções do último ano, consegue soar diferente na versão do Bastille, ganhando contornos epicamente doces.


Tracklist:
1) "Laura Palmer"
2) "Thinkin' Bout You" (feat. O.N.E.)
3) "Laura Palmer" (RAC Mix)
4) "Laura Palmer" (Imagine Dragons Remix)
5) "Laura Palmer" (Kat Krazy Remix)

Confiram abaixo as versões:



 


O cantor Frank Ocean foi uma das grandes revelações do R&B neste ano e após estrear no segundo lugar da Billboard Hot 200, com seu álbum de estreia, Ocean provou que veio pra ficar e só reforçou isso após o Video Music Awards 2012, premiação na qual o cantor se apresentou e viu seu nome chegar a todos os cantos do mundo que ainda não o conheciam, tipo uma boa parte dos brasileiros. Seu álbum de estreia, "channel ORANGE", teve como carro-chefe a faixa "Thinkin' Bout You" e seu segundo single é "Pyramids", que ganhou seu videoclipe neste fim-de-semana.

Com direção do australiano, Nabil Elderkin, que também trabalhou com o Ocean em "Swim Good" e "Novacane", o clipe de "Pyramids" é um dos mais fantásticos que eu já assisti nesses últimos meses e passeia, de uma forma um tanto curiosa, da fórmula clichê dos clipes de R&B ao conceitual na potência máxima - isso sem contar na inevitável presença de diversas pirâmides, elemento que deu nome a canção.

O roteiro de "Pyramids" não é dos mais fáceis de serem compreendidos, mas entre as rápidas cenas temos o cantor bebendo todas em um bar, o cantor atirando para todos os lados no mesmo bar, o cantor um tanto confuso em um clube de strip e em seguida, um momento no mínimo curioso, em que Frank se depara com John Mayer tocando guitarra em um cenário completamente inimaginável. Por fim, Frank Ocean está em um deserto, qual aparece de forma aleatória durante a sequência de cenas do clipe, mas neste momento a loucura do cantor parece ter cessado e dado lugar para um pouco de consciência. Tá tudo impecável, do início ao fim, um oceano de qualidade. Confira "Pyramids" abaixo: