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Não é segredo pra ninguém que a música nordestina é extremamente rica, cheia de grandes nomes que marcaram a história e um pedaço caloroso do Brasil que não cansa de nos presentear talentos. E uma das artistas em maior ascensão de lá, sem dúvidas, é a pernambucana Duda Beat

A “Rainha da Sofrência Pop”, como é carinhosamente apelidada por seus fãs, não cansa e já engatou sua terceira parceria em 2019, agora ao lado do baiano Lucas Santtana no forrozinho apaixonado de “Meu Primeiro Amor”.


Mas não se engane se você acha que música de amor não pode fazer uma crítica social também. Entre um verso e outro a letra fala sabre xenofobia, diferença de classes e, claro, política. É ou não é uma bela mensagem de que o amor vence as barreiras do preconceito?

Em tempo, “Meu Primeiro Amor” é o primeiro single do novo álbum de estúdio de Lucas Santtana, o “O Céu é Velho Há Muito Tempo”, que chega em outubro de 2019. Enquanto não sai o álbum, arrasta os moveis e começa a treinar o dois pra lá dois pra cá.
Ô, bixinho! Já começaram a distribuição de ingressos para o Cultura Inglesa Festival deste ano, que contará com shows das cantoras Lily Allen e Duda Beat, repetindo a tradição de trazer um artista britânico e uma revelação brasileira (no ano passado, pra quem não se lembra, a cantora Iza foi quem abriu o festival para George Ezra).

Mais uma vez, o evento acontecerá no Memorial da América Latina, em São Paulo, e nesta primeira leva, os ingressos, gratuitos, ficam disponíveis apenas para os alunos e funcionários do Cultura Inglesa; o público geral terá acesso às entradas a partir do dia 27 de maio até esgotarem. Eles podem ser retirados no site da Livepass.



Em sua 23ª edição, o Cultura Inglesa Festival promove uma mistura de música e entretenimento por meio de apresentações musicais e exposições e, neste ano, receberá Lily Allen no dia 9 de junho.

O show marca a volta de Lily ao Brasil 10 ano desde sua última vinda e deverá contar com muitas músicas de seu último disco, “No Shame”, além dos hits de suas eras passadas, como “Not Fair”, “Fuck You” e “Hard Out Here”.

Duda Beat, aproveita o palco do evento para selar a sua consagração como uma das maiores revelações musicais do último ano, quando lançou o disco “Sinto Muito”, de hits como “Bixinho” e “Bédi Beat”.


Neste ano, a pernambucana furou de vez a bolha em que vinha sendo consumida até então e, fora seus hits solos, emplacou ainda a parceria com Omulu em “Meu Jeito de Amar”, um bregafunk em 150BPM, e a recente “Chega”, com Jaloo e Mateus Carrilho, prometendo um show pra ninguém botar defeito.



Então anota aí: dia 9 de junho, Lily Allen e Duda Beat de grátis no Cultura Inglesa Festival, no Memorial da América Latina. Ingressos disponíveis no site da Livepass. Nos vemos por lá! ;)
Chega de tanta bobagem, de tanta besteira!

Duda Beat, Mateus Carrilho e Jaloo uniram suas forças numa música inédita e, depois de apresentá-la no palco do Lollapalooza, durante o show da cantora pernambucana, finalmente revelaram a canção nas plataformas de streaming.

“Chega” mistura o melhor da sonoridade dos três artistas, resultando num pop brega pra ninguém botar defeito, com uma letra que fala sobre um amor repentino que chega e te arrebata, dominando todos seus pensamentos.

Ouça:


Mas gente, que delícia de música, né? E esse visual da capa? Lindo demais!

“Chega” dá sequência a uma série de parcerias que marcou o último passo dos três artistas: Duda, após o disco “Sinto Muito”, se uniu ao Omulu em “Meu Jeito de Amar”; Mateus lançou recentemente sua colaboração com a Tainá Costa em “Toma” e Jaloo, desde o último ano, trabalha um disco só de feats, que conta com nomes como Badsista em “Say Goodbye” e MC Tha em “Céu Azul”. Todo mundo se ajudando e somando ao rolê.

O pop brasileiro em sua melhor forma.
Foto: Mila Maluhy

Se para os artistas consolidados no pop brasileiro falar em assuntos políticos é um dos seus piores pesadelos, para aqueles que ainda buscam seu lugar ao sol, tocar nesses assuntos se torna quesito obrigatório. Sendo assim, foi na abertura do Lollapalooza deste sábado (06) que a pernambucana Duda Beat cumpriu com o requisito: fez, pelo telão, provocações ao governo Bolsonaro, relembrou a ditadura de 64 e, de quebra, ainda pediu por liberdade ao DJ Rennan da Penha, acusado de envolvimento com tráfico de drogas em meio a cruzada das autoridades contra o funk e os bailes de rua.


Uma das últimas boas revelações da música nacional, Duda canta um pop sofrência pra dançarmos enquanto lembramos daquele amor que não superamos. Seu disco “Sinto Muito” figurou entre os melhores registros do último ano e, com tamanho hype, garantiu dois hits pra brasileira: “Bixinho”, que encerra seu show, e “Bédi Beat”.


No Lolla, apesar das letras tristes, o clima era de festa: a cantora conta com a participação de uma grande banda e um balé pra lá de diverso que, somando a sua encantadora presença de palco, mal permitem que pisquemos os olhos.

Atração de abertura do palco Adidas, que na sexta (05) já havia recebido artistas como St. Vincent e Troye Sivan, a pernambucana não escondeu a felicidade em ver a quantidade de público que atraiu ao Autódromo de Interlagos e, retribuindo o carinho, economizou até mesmo nas falas. “Temos pouco tempo e quero cantar tudinho pra vocês.”

Além dos hits de seu primeiro CD, o repertório trouxe a parceria com Omulu em “Meu jeito de amar”, um bregafunk romântico em 150BPM, a versão abrasileirada de Lana Del Rey em “Chapadinha na praia” e a inédita “Chega”, que contou com a participação especial dos músicos Jaloo e Mateus Carrilho, com quem divide os vocais da faixa.


No fim, quem ainda não conhecia a cantora, muito provavelmente deixou o festival disposto a garimpar o que os streamings têm a oferecer sobre ela, enquanto quem já conhecia só confirmou que seus hits da internet conseguem soar ainda mais envolventes e virilhantes ao vivo. Um nome que, de certo, já assinou passaporte para muitos outros Lollapaloozas.
Sábado de Lollapalooza, gente!

E se você só decidiu os headliners, mas ainda não sabe o que mais assistir neste segundo dia do festival, a gente veio te ajudar com algumas dicas, afinal, o que não faltam são atrações maravilhosas que merecem ser enaltecidas, né?

Na nossa agenda, o segundo dia do Lolla começa com a brasileira Duda Beat, que tem tudo pra entregar um show lindão, com faixas do seu disco de estreia, “Sinto Muito”, e parcerias como “Meu Jeito de Amar”, do Omulu.


A cantora será atração do palco Adidas, que na última sexta (05) recebeu artistas como Troye Sivan, St. Vincent e Macklemore, e se apresenta bem cedinho, 12h, então fica como alternativa para abrir os trabalhos.

Já no palco Onix, pertinho do Adidas, nossa dica de atração seguinte também é nacional: a banda Liniker e os Caramelows, que se apresenta logo depois da Duda, 13h15. Dá tempo de assistir as duas de boa.

Acabou Liniker? Então cê pode escolher entre o rapper Rashid e a banda de indie-pop americana LANY. O brasileiro toca no palco principal, Budweiser, enquanto os americanos sucedem Duda Beat no Adidas.


Mais tarde, a agenda começa a apertar: no mesmíssimo horário, temos a banda Snow Patrol e a revelação francesa JAIN. Eles trarão hits como “Called Out In The Dark” e “Open Your Eyes” para o Budweiser; ela virá com seu som pop fresco e com influências que vão do ska aos afrobeats no Adidas.


A dica, pra evitar muita caminhada, é pensar nas dobradinhas: por exemplo, depois da JAIN, o palco Adidas recebe a cantora Jorja Smith. Que a gente já enalteceu bastante neste outro post. Já o Bud, vai de Snow Patrol para Lenny Kravitz. O mais provável é que muita gente dê uma corrida pra pegar também a banda Bring Me The Horizon.

Perto das 20h, não tem erro: o autódromo em PESO estará no palco Onix, para conferir de perto o show de Post Malone. Uma das maiores revelações do trap e hip-hop do último ano, o cantor chega com seu disco “beerbongs and bentleys”, que conta com hits como “Rockstar”, “Psycho” e “Better Now”. É daqueles shows que, se você não conhece o artista, ficará surpreso em ver o quanto o público sabe cantar.


Depois do Post Malone, chega a hora de escolher entre os headliners: as opções são Kings of Leon, no Budweiser, Steve Aoki, no eletrônico Perry’s by Doritos, e a dupla de música eletrônica fora da caixinha Odesza, no Adidas. Em outras palavras, “Use Somebody” num coro extremamente memorável, fritar com eletrônico e k-pop (Steve Aoki tá cheio das parcerias com os boygroups coreanos!) ou ouvir um EDM deboinha.


Agora é com você. Só pensa rápido, pra não perder nada, tá bom? A gente se vê pelo Instagram! :)
Ao som do 150, o carnaval deste ano segue em busca do seu hit pelo funk e depois de Lexa, com “Só Depois do Carnaval”, e Gloria Groove, que também apostou no gênero para a sua “Coisa Boa”, chegou a vez da pernambucana Duda Beat emprestar os seus vocais para a inusitada “Meu Jeito de Amar”, música nova do Omulu, produzida em parceria com a dupla Lux & Tróia.

Nascida em Pernambuco e radicada no Rio de Janeiro, Duda é quem assina a composição da faixa, originada de um inesperado convite de Omulu, que já produziu e remixou artistas como Elza Soares e Pabllo Vittar, e na canção, justifica melhor do que ninguém a sua participação, gingada por uma sonoridade que leva o seu sotaque e sentimentalismo por ritmos que vão do bregafunk ao funk carioca.

O resultado não poderia ter sido melhor e você pode concluir isto com o player abaixo:


Que delícia de música! <3

Duda Beat lançou no ano passado seu disco de estreia, “Sinto Muito”, do qual extraiu singles como “Bixinho” e “Bédi Beat”. Atualmente, a artista tenta, com a ajuda da internet, conquistar a autorização da cantora Lana Del Rey para lançar a sua versão de “High By The Beach”, aqui chamada “Chapadinha na Praia”.

Já Omulu, promete para esse ano uma série de parcerias: recentemente o produtor soltou a voz em “Chora Viola”, da banda baiana ÀTTØØXXÁ; na semana que vem lançará um single em espanhol, com os mexicanos Alan Rosales e Barbie Mur, e promete ainda músicas novas com artistas como Jaloo e Luedji Luana.