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Quem conhece o It Pop, sabe que sempre estivemos dispostos a oferecer um conteúdo além do tradicional, discutindo a cultura pop além da música e propondo debates que vão do último single da Britney Spears aos privilégios usufruídos por artistas masculinos, cada vez mais fortes dentro das paradas mundo afora.

Todo esse conteúdo, por sua vez, exige mais do que criatividade, precisando do nosso amor ao tema e, obviamente, tempo, e é aí em que, enquanto pessoas reais por trás desses computadores, temos encontrado dificuldades para manter o blog tão atualizado o quanto – nós e vocês – gostaríamos.

Pra resolver essa situação da melhor forma possível, entramos em contato com Beyoncé, que nos sugeriu a criação de um cativeiro dos blogueiros, ou, melhor dizendo, uma seleção para novos redatores, na qual, sim, você pode participar.

Antes de mais nada, Queen B nos pediu para frisar que não se trata de nenhuma atividade remunerada, mas sim um hobby e, por isso, é importante que você não só domine o assunto, mas realmente goste do que irá se dispor a falar sobre.


E como isso funcionará, It Pop?

Basicamente, se você tem tempo livre, boa escrita, conhecimento sobre cultura pop (de Beyoncé à Dua Lipa) e muito, mas muito amor por esse universo, nos envie um email para contato@portalitpop.com, com o assunto “Cativeiro dos Blogueiros | Seu Nome”, nos contando um pouco do porquê acredita ser um bom nome para o que procuramos.

Todos os emails começarão a ser respondidos na primeira semana de dezembro. 

Tens o que é preciso para ressuscitar minha equipe? Então arrasa e manda logo a sua cartinha (er, email)!
Estamos vivendo a "era dos streamings" e, com isso, já conseguimos perceber alguns efeitos negativos e positivos dessa dominação, principalmente quando falamos em novos artistas.

Se por um lado é muito comum vermos novatos conseguirem um espaço momentâneo nesse cenário, mas acabarem passando rapidamente, dando lugar a próxima grande novidade, por outro hoje entendemos sucesso não mais como apenas o que é hit nos Estados Unidos. Enxergamos a música de forma cada vez mais globalizada, com artistas surgindo de diferentes partes do mundo, conquistando hits no seu idioma próprio e com sonoridades que remetem à sua cultura. Além disso, a música também tem se tornado mais representativa para as minorias, como negros e LGBTQ+s.

Em meio à tantas novidades, continuamos com o nosso desafio de início de ano: prever quais são os novatos que vão conseguir um espaço nas nossas playlists durante os próximos 12 meses. E foi justamente pensando no melhor que as plataformas de streaming podem nos oferecer que escolhemos os nomes abaixo.

Diferentes entre si, de diversas partes do mundo e com muito a dizer, essas são as nossas 19 apostas para 2019, em ordem alfabética:


OS 19 NOMES QUE DEVEMOS FICAR DE OLHO EM 2019


Ava Max

Ava surgiu tem pouco tempo (ela só tem dois singles próprios, gente!), mas tem passado por uma ascensão muito rápida,. Com sua segunda canção, "Sweet But Psycho", já está conquistando o mundo, tendo chegado ao 1º lugar do Reino Unido.

Ela tem carisma, personalidade, estilo (reparem no cabelo curte de um lado e comprido de outro), voz e muita vontade de chegar longe. Para os saudosos do início dos anos 10s, sua sonoridade esquisitinha, mas fofa, uma mistura de Lady Gaga e Katy Perry no início de carreira, aquece os corações. Para a nova geração, acostumada a ouvir um pop com influências de rap e trap, Ava soa refrescante. Para nós, ela tem tudo pra ser a pessoa certa para o atual momento da música pop.



Bazzi

Em suas voltas pela internet durante 2018, é provável que você tenha se deparado com a música abaixo em alguns vídeos de memes. Isso porque "Mine", do Bazzi, viralizou rapidamente, rendendo ao cara um Top 15 na principal parada de singles dos Estados Unidos.

Mas ele quer ser muito mais do que apenas a voz de um viral. Com ambições de "revitalizar e revolucionar" o pop, o cara lançou no ano passado seu primeiro álbum, "Cosmic", uma boa mistura de versos R&B e refrões chiclete. Ele está só começando, mas, por ora, Bazzi está fazendo um som interessante, e acreditamos que ele tem muito potencial para crescer como artista. 



City Girls

A dupla City Girls, formada pelas amigas Yung Miami e JT,  já tinha a mixtape "PERIOD" no currículo quando apareceu para o grande público em "In My Feelings", do Drake. Logo depois, elas lançaram seu ótimo disco de estreia, "Girl Code", no qual cantam sobre poder e prazer, na mesma medida. O material conta com a participação da Cardi B na faixa "Twerk", que tem tudo pra ser um grande hit.

O rap está dominando as paradas, e por isso acreditamos que cada vez mais mulheres vão surgir para conquistar seu espaço no gênero. Com suas rimas rápidas e seu jeito irreverente, as garotas do City Girls tem tudo e mais um pouco para acontecer de uma vez no cenário.



Ella Mai

Ella Mai é nova, mas já tem um hit pra chamar de seu. No ano passado, a cantora chegou ao quinto lugar da Billboard Hot 100 com "Boo'd Up", e a música ainda lhe rendeu duas indicações ao Grammy nas categorias de "Canção do Ano" e "Melhor Canção R&B".

A britânica é uma grande aposta do DJ Mustard, que a chamou para sua gravadora e produziu a maior parte de seu disco de estreia. Chamado de "Ella Mai", o material foi lançado no ano passado e traz um som R&B delicioso com uma pegada anos 90 que funciona perfeitamente com suas composições dinâmicas, honestas e belas, e que mostra muito bem porque o produtor confia tanto na artista.



Elley Duhé

Se você gosta de um pop mais experimental, como o da Lorde, Halsey e Lana Del Rey, o som da Elley Duhé é pra você. Com uma sonoridade diferentona, pitadas de eletrônica e uma voz grave e inconfundível, a americana cria uma atmosfera totalmente hipnotizante.

A Elley lançou no ano passado seu primeiro EP, "DRAGON MENTALITY", com faixas que misturam o pop ao trap, R&B e até à batidas da música indiana, como é o caso da canção abaixo, "FEVER". Fazendo bons contatos na indústria, ela também tem investindo em colaborações com artistas de estilos diferentes, como é o caso de sua parceria com o Zedd em "Happy Now".



Empress Of

Americana e filha de imigrantes hondurenhos, Empress Of faz um som que fica no meio do caminho entre o pop alternativo e o mainstream, bem ao estilo de Charli XCX e MØ. A diferença? Suas letras, que muitas vezes incorporam sua criação bilíngue e fluem naturalmente entre o inglês e o espanhol.

Seu segundo álbum, "Us", lançado no ano passado, foi composto e produzido por ela, e funciona muito bem tanto nos momentos em que aposta em um tom psicodélico, como em "I Don't Even Smoke Weed", quanto nos que mergulha em letras mais pessoais em duas línguas, caso de "When I'm With Him".



Hayley Kiyoko 

O número de jovens artistas que fazem parte da comunidade LGBTQ+ e que abraçam por completo sua identidade em suas músicas, clipes e performances vem crescendo bastante. Um exemplo disso é a Hayley Kiyoko, artista pra nenhum fã de música pop colocar defeito.

Vencedora do prêmio de Best New Artist no VMA 2018, Hayley lançou seu primeiro disco no ano passado. O "Expectations" nos leva por suas aventuras amorosas como uma jovem mulher lésbica, mas é composto essencialmente de canções de amor com as quais todos podem se identificar. Completíssima, a artista ainda faz ótimos videoclipes, dança, tem muita presença e carisma. 



Jade Bird

O som da Jade Bird, uma mistura de indie, country, rock, folk e pop (sim, isso é possível), combinado com sua voz rouca e diferenciada tem feito todo mundo prestar atenção nela. Com apenas 21 anos e músicas daquelas bem fáceis de se relacionar, ela já se mostra ambiciosa e com o desejo de ser a próxima Alanis Morissette.

Seu primeiro EP, "Something American", foi lançado em 2017, mas foi com "Lottery", faixa liberada no ano passado, que a garota começou a ser notada pelo público e pela crítica. Desde então, a britânica lançou as ótimas "Uh Huh" e "Love Has All Been Done Before", preparando o terreno para seu disco de estreia, marcado para abril.



Justine Skye

Contratada pela Roc Nation (conhecida também como a gravadora do JAY-Z), Justine lançou seu álbum de estreia no ano passado. No "ULTRAVIOLET" a cantora explora uma sonoridade que mistura o melhor do R&B dos anos 2000 com o urban que vemos a Rihanna fazer, nos levando através de suas aventuras sexuais, dos momentos em que domina a relação para aqueles em que percebe que acabou perdendo seu próprio jogo.

Justine também usa sua voz para alertar sobre assuntos importantíssimos, como a violência doméstica. Recentemente, ela lançou a música e o vídeo para "Build", infelizmente inspirados em experiências de abuso físico que ela viveu.



King Princess

Mikaela Straus tem tanta atitude que nem dá pra acreditar que sua carreira começou apenas no ano passado com a romântica "1950". Ela sabe o que quer - tornar-se um ícone LGBTQ+ para a nova geração - e com um visual que flui entre gêneros, músicas pop com um toque retrô, e letras maduras, não é cedo demais pra dizer que ela está no caminho certo.

A força de King Princess é tanta que ela rapidamente chamou a atenção do produtor Mark Ronson, tornando-se a primeira contratada da gravadora do cara, a Zelig Recordings. Por lá, ela lançou seu primeiro EP, "Make My Bed", e já prepara o álbum de estreia. Muita responsabilidade pra uma garota de apenas 19 anos? Pode até ser, mas a gente, assim como o Mark, bota muita fé nela. 



Lali

Muita gente conhece a Lali por sua parceria com a Pabllo Vittar em "Caliente", mas a princesa do pop argentino tem muito mais a nos oferecer.

Com três discos lançados, Lali está aparecendo para o mundo agora com o álbum "Brava", liberado no ano passado. Por lá você encontra o melhor do reggaeton e do urban latino em faixas como "Vuelve a Mi", que tem um pezinho no trap e na música eletrônica, as sensuais "Sin Querer Querendo" e "Salvaje", e a romântica "100 Grados".



Lauv

Com uma voz levemente parecida com a do ZAYN, o Lauv está fazendo tudo o que nós gostaríamos de ter visto o ex-1D fazer: um pop que mistura R&B e batidas eletrônicas, equilibrando vocais suaves com letras românticas e introspectivas.

O cantor lançou no ano passado de forma independente seu ótimo disco de estreia, "I met you when I was 18". Entre as as principais canções, destaque para "The Other" e o seu maior hit até o momento, "I Like Me Better". Pra fechar 2018, ele liberou a faixa "There's No Way", parceria com a Julia Michaels. 



Lizzo

Lizzo é daquelas artistas que exalam carisma. Versátil, ela sempre leva sua atitude, personalidade e letras poderosas sobre se sentir confortável em sua própria pele por todos os ritmos em que passa, e é por isso que ela tem conquistado diferentes admiradores no meio musical, de Charli XCX ao Chris Martin do Coldplay.

A americana começou no hip-hop com os álbuns “Lizzobangers” e “Big GRRRL Small World”, de 2014 e 2015, respectivamente, mas passou a experimentar com as mais diversas facetas do pop no EP “Coconut Oil”, do flerte gospel de “Good As Hell” ao pop-mambo de “Worship”. Em seu último single, a deliciosa “Juice”, ela se joga definitivamente no ritmo, explorando os anos 80 na sonoridade e no clipe da música.



LOONA

O LOONA chegou chamando atenção com sua estratégia inovadora: antes do lançamento oficial do grupo, cada uma de suas 12 integrantes foi apresentada mensalmente através de clipes e singles próprios. Elas também exploraram diversas formações, se dividindo em 3 sub-grupos e lançando músicas e vídeos, como é o caso de “love4eva”, uma parceria entre o sub-grupo yyxy e a cantora Grimes.

A estratégia inusitada se mostrou certeira ao engajar os fãs, fazendo com que o grupo de k-pop rapidamente se tornasse internacional. E o que veio depois da fase de apresentações não decepcionou: as garotas finalmente fizeram seu debut com o ótimo EP “+ +”. Se BTS e BLACKPINK estão tomando o Ocidente, confiamos no LOONA pra não deixar a dominação mundial do k-pop parar.



Madison Beer

Madison começou postando covers no YouTube e acabou chamando a atenção de ninguém menos do que Justin Bieber. De repente, em 2013 e ainda adolescente, ela estava em uma grande gravadora sendo agenciada por Scooter Braun, manager do próprio Justin e da Ariana Grande. A história perfeita, né? Mais ou menos.

O tempo de gravadora foi bom para que Madison entendesse que não era ali que ela seria capaz de se encontrar como artista. Depois do pop com cara de Disney Channel de seus singles da época de gravadora, ela se reinventou como artista independente no EP "As She Pleases", que conta com hinos como a divertida "Fools" e a chiclete "Home With You". Com essa última, a cantora provou que tomou o rumo certo ao se tornar a primeira artista independente a pegar top 20 nas rádios pop dos EUA.



Mahalia

Uma das principais apostas do Reino Unido para os próximos anos, a Mahalia define seu som como "soul insano-acústico". Enquanto o soul e o acústico são características autoexplicativas, a palavra insano é responsável por descrever suas letras provocativas e bem pessoais.

A britânica começou aos 14 anos com o EP "Head Space" e desde então não parou de lançar música. Na longa lista de materiais com o nome da artista, destacamos o disco "Diary Of Me", seu mais recente EP, o "Seasons", e alguns singles avulsos, como a divertida "I Wish I Missed My Ex" e a reflexiva "Sober".



Rosalía

Nascida na Espanha, Rosalía tem apenas 25 anos, mas já encontrou o que muitos cantores passam anos procurando: originalidade. Sua personalidade forte é presença constante em sua música, da sonoridade, que mistura o flamenco, ritmo característico de seu país, com sons mais atuais, como pop e R&B, às letras, cheias de significado.

É o caso do que vemos no disco "EL MAL QUERER", totalmente inspirado no livro "Flamenca", que conta a história de uma cigana. Bem conceitual, o álbum é uma viagem pela cultura da Espanha, e passa também por temas sérios como abuso, independência e empoderamento feminino. Para completar, os clipes de Rosalía são espetáculos visuais, daqueles que precisamos ver várias vezes para pegar todas as referências. Uma artista no maior sentido da palavra. 



SOPHIE

O futuro pertence a PC Music e a SOPHIE é a prova disso. A artista lançou no ano passado o maravilhoso "Oil Of Every Pearl's Un-Inside", no qual explora toda as nuances do gênero. Como resultado, viu o disco lhe render uma indicação ao Grammy na categoria de "Melhor Álbum de Música Eletrônica", se tornando a primeira mulher trans a concorrer a premiação.

Além de seus trabalhos próprios, ela também está ajudando a espalhar a palavra da PC Music com suas produções. Depois de colaborar com nomes como Charli XCX e MØ, rumores dizem que ela está por trás do próximo disco da Lady Gaga, marcado pra 2019. Já sabe, né? Se isso rolar, prepare-se para ver SOPHIE ser extremamente requisitada.



Tierra Whack

A Tierra é uma rapper verdadeiramente conceitual. Seu primeiro disco e projeto audiovisual, "Whack World", traz uma sonoridade experimental e letras profundas em meio a um formato ousado: cada uma de suas 15 faixas tem apenas 1 minuto de duração. Juntas, elas podem ser vistas no incrível videoclipe de mesmo nome do álbum.

Outro bom exemplo da complexidade da arte e das narrativas da Tierra é "MUMBO JUMBO". Na música, ela canta de traz pra frente, fazendo parecer que está murmurrando. A ideia é defender forma os rappers dessa nova geração, altamente criticados por "murmurem", o que leva muitos a dizerem que eles não sabem fazer rap. Já no clipe, indicado ao Grammy de "Melhor Vídeo" de 2018, a artista nos leva para outra direção, ao criticar o racismo de forma poderosa e nada óbvia.



***

Esta é a parte em que colocamos uma playlist do Spotify com todos os artistas citados:



Mahmundi é uma força da natureza. Cantora, produtora e compositora, a carioca despontou como uma das grandes revelações da música pop brasileira, dona de hits como “Eterno Verão”, “Hit” e “Azul”, e dois anos após a estreia do seu primeiro disco, autointitulado, retorna ao som do altamente indicado “Para Dias Ruins”.


Previamente revelado pelo single “Imagem” (co-composto e produzido pela própria artista, ao lado de Lux Ferreira, que assina outras do disco, Leo Justi, do Heavy Baile, e Hugo Braga), o novo trabalho é seu primeiro desde que assinou contrato com a major Universal Music e, passado tanto tempo desde seu álbum anterior, exerce ainda mais maturidade no som já “pé no chão” da artista, que utiliza de sua vivência e sentimentos para refletir sobre nosso momento atual e oferecer uma válvula de escape em meio ao turbilhão de informações, realidades e sentimentos que nos rodeiam.

Entre cordas, teclados e percussões, “Para Dias Ruins” flui como várias viagens: por tempos, por sons, por influências, amores e muitas, mas muitas histórias. E apesar do formato curto, calmo, mas de acordo com as normas vigentes de toda a urgência da indústria atual, cresce por dentro das camadas e mínimos detalhes que reservam cada uma de suas faixas, com destaque para seu atual single, “Qual é a sua?”, o lead “Imagem”, “Outono” e a festiva —e que proavavelmente fará sucesso pelos festivais — “Felicidade”.

Ouça abaixo:


Nada foi a mesma coisa após junho de 2015, quando as gravadoras e plataformas de streaming se uniram para a chamada New Music Friday: um dia global de lançamentos com artistas de todos os gêneros nas principais plataformas pela rede mundial de computadores.

Ao virar do dia entre quinta e sexta-feira, nós religiosamente corremos para o Spotify, pra sabermos quais são as novidades mais interessantes da semana, sejam elas de artistas  novos ou consolidados, e reunimos todas nesta playlist que, sendo assim, é atualizada semanalmente.




Apesar de todas as músicas acima serem 10/10, vale ressaltarmos que as melhores das melhores se encontram no topo da lista.

Caso se interesse em ler mais sobre as faixas escolhidas, aqui vamos nós, e não deixe de nos seguir pelo Spotify!

O QUE TEVE DE BOM


👍   A gente entende que talvez role uma preguiça de escutar o novo disco do Drake, por melhor que ele esteja, porque 25 faixas não é pra qualquer um, né? Por isso, nós escutamos o "Scorpion" para comprovar que sim, tá ótimo, e pra te dizer que a chave é começar por "Don't Matter To Me", parceria com ninguém menos do que Michael Jackson (!). De nada

👍   Em apenas uma semana, finalmente escutaremos o segundo disco do Years & Years, "Palo Santo", mas enquanto esse momento não chega, Olly e companhia liberaram a maravilhosa "All For You", mostrando que sabem muito bem como unir o melhor do seu primeiro álbum com uma sonoridade refrescante e atual.

👍  Quem diria que Sean Paul, com todo o seu tropical, seria a única pessoa capaz de ressuscitar Ellie Goulding (e em ótima forma, por sinal)?



👍   Numa mistura de anos 80 com Daft Punk, o Martin Solveig fez "My Love", uma farofinha bem melancólica pra quem quer fritar com conceito.

👍 Você acha que todas as músicas eletrônicas estão soando óbvias e preguiçosas? Então experimenta dar uma ouvida no novo single do Bearson com a MNDR, "I Only Need One". A gente jura que sai muito bem da mesmice.

NÃO PODE SAIR SEM OUVIR



Ouça e siga a playlist “It’s Nü Music Friday” no blog:

Nada foi a mesma coisa após junho de 2015, quando as gravadoras e plataformas de streaming se uniram para a chamada New Music Friday: um dia global de lançamentos com artistas de todos os gêneros nas principais plataformas pela rede mundial de computadores.

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Apesar de todas as músicas acima serem 10/10, vale ressaltarmos que as melhores das melhores se encontram no topo da lista.

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O QUE TEVE DE BOM


👍   O melhor lançamento da semana é de uma artista sueca, mas tem alguém chocado aí? Recebam Sabina Ddumba e a maravilhosa "Small World".

👍 Não dá mais pra dizer que gosta de música pop se você continua ignorando a Sabrina Carpenter. Ouvir "Almost Love" é uma obrigação.

👍  É tão bom quando um artista anuncia uma música e a gente já sabe, sem nem mesmo escutar, que é ótima. Mas é melhor ainda quando a canção sai e a gente pode comprovar que, sim, é um HINÃO DAQUELES. Um remix de "bitches", com Tove Lo, Charli XCX, Icona Pop, Elliphant e ALMA não tinha como dar errado, né? 



👍  A beleza do streaming é que ele nos possibilita descobrir coisas como "Don't Mind Me", que é >somente< a primeira música da carreira da SVEA (e já é boa nesse nível).

👍  Lellêzinha, vocalista do grupo Dream Team do Passinho, resolveu se arriscar em uma carreira paralela e não poderia ter começado melhor. Após ser desafiada a compor para mulheres negras, ela pegou sua vivência, repleta de dores e, consequentemente, resistência, e transformou tudo isso em um batidão daqueles. Depois de ouvir "Nega Braba", só temos um pedido: Lellêzinha, go solo!

NÃO PODE SAIR SEM OUVIR



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Apesar de todas as músicas acima serem 10/10, vale ressaltarmos que as melhores das melhores se encontram no topo da lista.

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O QUE TEVE DE BOM


👍 "Girls", a superparceria de Rita Ora, Cardi B, Bebe Rexha e Charli XCX, talvez não seja a "Lady Marmalade" do nosso tempo, mas é um pop delicioso e chiclete, e nós estamos aqui para defende-la. 

👍  Numa pegada "ARTPOP", o duo Lemaitre e Betty Who lançam a maravilhosa "Rocket Girl", faixa que talvez não caia imediatamente nas graças de todo mundo, como foi com o próprio disco da Gaga, mas definitivamente representa o que esperamos do pop do futuro.

👍  Coisas incríveis acontecem quando a Meghan Trainor para de fazer coisas típicas de Meghan Trainor e resolve se arriscar.



👍  Apenas a Suécia será capaz de nos salvar da seca de boybands que estamos vivendo. Conheça a QUEST e sua música que simboliza todos os tipos de amor, independente da sexualidade, "Got Me Good".

👍  É mais uma do Kevinho, dessa vez levando o nosso funk pra fora com Major Lazer, Busy Signal e os brasileiríssimos Tropkillaz em "Loko". Cê acredita?

NÃO PODE SAIR SEM OUVIR


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