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Exatos 5 meses depois de deixar o Fifth Harmony, é hora de sabermos a que veio Camila Cabello e o que podemos esperar de sua carreira solo. Rodeada de mistério, conceito e dos melhores produtores e compositores, o primeiro álbum da cantora ganhou hoje (19) o seu lead single, "Crying In The Club", que mostra que a garota fez a lição de casa muito bem. 

Escrita em parceria com Sia, Bibi Bourelly, nome por trás de "Bitch Better Have My Money", da Rihanna, e Benny Blanco, que também é o produtor da canção, "Crying In The Club" pega carona no tropical house que continua em alta, nos remetendo imediatamente à canções da própria Sia, como "Cheap Thrills" e "The Greatest" e, consequentemente, à "Shape Of You", do Ed Sheeran. Ainda nessa mistura de referências, conseguimos perceber também a utilização do icônico "Aaaaah" de "Genie In A Bottle", da Christina Aguilera. Um clássico é um clássico!

Cabello aproveitou o lançamento da canção para liberar o videoclipe. Todo dramático, a produção começa em preto e branco com um pedacinho da música "I Have Questions", que é bem mais sombria do que seu lead single. Então, a batida vem e a encontramos dançando muito na buatchy para afastar as lágrimas, como a faixa fala para se fazer.



Não sabemos vocês, mas nós sentimos cheiro de smash hit.

De primeira pode parecer que Camila esteja soando como a hitmaker de "Chandelier", mas nos parece que a inspiração vocal dela foi, na verdade, a Bibi, já que o tom de voz da compositora é uma mistura perfeita entre o da cubana e o da australiana. E pra quem dizia que a voz da ex-5H poderia não funcionar em um single solo, parece que o jogo virou, não é mesmo?

O primeiro álbum solo de Camila, "The Hurting The Healing The Loving", deve estar entre nós no segundo semestre. 

Imagina só: você tá de boa, zapeando pelos canais da TV, daí de repente se depara com uma menina que parece ter engolido a Rihanna e a Sia, mas tem uma postura toda desleixada, meio rock’n’roll, diríamos, e uma maquiagem versão garbage da Amy Winehouse. É claro que você pára pra assistir.

Bibi Bourelly começou a traçar o caminho para a sua estreia, com o EP “Feel The Real”, que será lançado nessa sexta-feira (06), e depois de carregar nas costas algumas composições do disco “ANTI”, da Rihanna, levou para a tv americana seu single “Ego”, com uma performance tímida, mas bastante impactante, graças ao seu vozeirão.

Dá só uma olhada:


Caralho, Bibi!

“Ego” é o segundo single da moça, sucedendo a não menos maravilhosa “Riot”, que foi descartada pela Rihanna. Em compensação, ela escreveu pra barbadiana músicas como “Bitch Better Have My Money” e “Higher”, que são alguns dos grandes destaques da sua fase atual.


Fora Riri, Bourelly também andou trabalhando com Kanye West, Usher, Nas... Só gente consolidada. E assinou um contrato com a Def Jam que, além de “Ego”, também esteve por trás do seu single mais recente, “Sally”, e do EP que sairá amanhã. Não tem nada que não fique pequeno para essa menina.
Bibi Bourelly foi o grande nome por trás de “Bitch Better Have My Money”, da Rihanna, e após ter sido descoberta por Kanye West, que a apresentou para a barbadiana, conquistou vários outros nomes da indústria, incluindo o rapper Nas e o cantor Usher, com quem colaborou na faixa “Chains”.

Em sua carreira solo, Bourelly já nos provou do que é capaz de fazer com músicas como “Riot” e “Ego”, descartadas do disco “ANTI”, da Rihanna, e foi além com a maravilhosa “Sally”, seu mais recente single, mas eis que chegou a hora da verdade e, ainda que não tenha público o suficiente pra sustentar o lançamento de um álbum, a menina confirmou a chegada do seu EP de estreia.



“Feel The Real: Part #1” é o primeiro material concreto de Bibi Bourelly, que até aqui soltou apenas os três singles citados pelo Soundcloud e Spotify, e conta, além dessas canções, com as inéditas “Guitar” e “What If”.

Além de “Bitch Better Have My Money”, Bibi Bourelly também compôs “Higher”, do ultimo disco da Rihanna, e arriscamos dizer que ela foi, inclusive, inspiração para os vocais mais roucos da Riri na faixa, assim como a própria canta em “Riot” ou “Ego”. Se um dia sua versão demo cair na internet, isso ficará mais claro.

O mini-álbum, que também funcionará quanto a um termômetro para seu disco de estreia, será lançado daqui duas semanas: no dia 6 de maio. Uma boa razão para você não perder esse lançamento está logo abaixo:



RIHANNA’S IMPACT.
Ainda que caminhemos a curtos passos, as discussões sobre racismo estão se tornando bastante frequentes e, principalmente, pelo incômodo e posicionamento cada vez maior de suas próprias vítimas, tanto no Brasil quanto em vários outros países no mundo, e, assim como acontece por aqui, um problema frequente nos EUA é a repressão policial, que condena cada vez mais pessoas apenas por serem negras.

Usher, famoso por suas músicas sobre festas, transas e romances, decidiu então contribuir quanto a toda essa discussão e da melhor forma possível, na música que abre os trabalhos do seu novo disco, “Chains”, contando ainda com a participação da compositora de “Bitch Better Have My Money”, da Rihanna, Bibi Bourelly, e o grande rapper Nas.

Caso não se lembre, “Chains” havia sido lançada em outubro do ano passado, mas com exclusividade pelo Tidal, o que dificultou o acesso a canção, bem como toda sua divulgação, fazendo com que ela não chamasse tanto a atenção pública, mas passados alguns meses desde sua estreia, a música ganhou nessa semana o seu videoclipe e, TAQUEPARIU, HEIN?

Com direção do Ben Louis Nicholas, o clipe novo do cantor coloca Usher na posição de próxima vítima de toda a injustiça desse sistema, enquanto, sem culpa por coisa alguma, o cara é perseguido por policiais e, até o fim da produção, termina como apenas mais uma das estatísticas.

Ainda que estruturado de maneira bastante simples, o videoclipe, todo em P&B, tem suas cenas alternadas entre takes em que elementos como armas e bandeiras dos EUA de gesso são quebradas, assim como outros negros aparecem com mensagens em cartazes, incluindo um que questiona: “Eu sou o próximo?”. Definitivamente, não tem como assistir e não se arrepiar.

Dá só uma olhada:



Foda demais! Só é uma pena saber que isso não acontece apenas nos videoclipes, né?

Na sua letra, a música diz “você age como se fosse a mudança / tentando me jogar atrás das grades / não aja como se estivesse nos salvando / continua a mesma coisa / Cara, não aja como se eu estivesse inventando tudo isso / você culpa a gente / vamos ser honestos / Você até deu um nome pra isso: criolo”. E, nas suas performances, Usher leva a sério todo o conceito cantado, realizando apresentações algemado, como essa que você pode assistir abaixo:


“Chains” é a primeira amostra do novo disco do Usher, sucessor da máquina de hits, “Looking 4 Myself” (2012), e chega num momento mais que oportuno nos EUA, uma vez que sucede o ano em que Kendrick Lamar levou um dos discos mais críticos dos últimos tempos para o Grammy e a Casa Branca e também pega andando a polêmica do Oscar que, em mais uma edição, fez pouco caso dos artistas negros, correndo o risco de sofrer boicote de grandes nomes, como Will Smith e o diretor americano Spike Lee. Será que podemos esperar mais militância vinda dele nesse novo CD?

Vale ressaltar que a música também foi composta pela Bibi que, além de “Bitch Better Have My Money”, esteve por trás de “Higher”, do CD “ANTI”, da Rihanna, e recentemente assinou um contrato para o lançamento do seu disco de estreia pela gravadora Def Jam.

O que você achou do clipe?
RIHANNA’S IMPACT.

Descoberta pelo Kanye West, que pirou quando ouviu a demo de “Bitch Better Have My Money” e, rapidamente, apresentou para Rihanna, a cantora e compositora Bibi Bourelly, com 19 anos, conseguiu um contrato com a gravadora Def Jam.


Atualmente gravando seu disco de estreia que, entre outras coisas, deve contar com os seus primeiros singles, “Riot” e “EGO”, Bourelly tem se destacado pelos bastidores como compositora, repetindo os passos de nomes como Bonnie McKee e Ester Dean, mas enquanto essas passaram um bom tempo por trás das cortinas, não tendo muito êxito ao investir em suas carreiras como artistas principais, Bibi parece animada demais para deixar o tempo passar.


Fora “Bitch Better Have My Money”, a menina também esteve por trás de outra música do novo disco da Rihanna, a inédita “Higher”, além de “Camouflage”, do álbum “Revival”, da Selena Gomez, e músicas como “Chains”, do Usher, e “Talk to Me”, do Nick Brewer, onde, inclusive, empresta seus vocais.



Essa menina tem tudo pra ser grande o quanto antes.
Não é todo dia que, aos vinte anos e sem qualquer feito significativo na indústria, você consegue ter uma música sua se tornando um hit na voz da Rihanna, entretanto, foi exatamente assim que ascendeu a carreira da cantora e compositora Bibi Bourelly.

Nascida em Berlim, na Alemanha, a cantora cresceu ao lado de músicos, seu pai era um, e como contou numa entrevista para o site da Noisey britânica, sua cozinha era rodeada por baixistas africanos tocando e discutindo sobre teorias conspiratórias, então a música foi algo que sempre teve em seus genes.

Ainda mais jovem, aos 16, Bourelly começou a compor suas primeiras canções e, atualmente contratada pela Def Jam, deu a sorte de estar no lugar certo e na hora certa... Várias vezes. Numa dessas foi quando começou a escrever uma música por brincadeira, em que dizia coisas como “vadia, é melhor você ter o meu dinheiro” e, olha só, deu a sorte de dividir o estúdio com o Kanye West, que logo tratou de mostrar a canção para Rihanna.



Em busca de uma música impactante, que pudesse suceder a parceria com o Paul McCartney em “FourFiveSeconds” nas rádios, Rihanna ficou louca pela composição da novata e não deu outra, “Bitch Better Have My Money” ganhou seu espaço em “Anti”, oitavo disco de inéditas da cantora barbadiana, se tornando também o segundo single oficial do CD.

Repetindo uma história que a gente assistiu com a Sia há alguns anos, logo após o lançamento de “Diamonds”, muita gente começou a ficar de olho em Bibi Bourelly, só que pelos bastidores da indústria. Pra Rihanna, ela escreveu cerca de outras cinco canções e, aparentemente, pelo menos uma delas também estará no álbum, a inédita “Higher”, que até teve uma prévia divulgada pelo Instagram:

As outras devem ser promovidas pela própria Bibi, como foi o caso de “RIOT”, revelada em seu Soundcloud e, um pouco mais tarde, também lançada no Spotify:



Mas que voz é essa, gente? Dá até pra dizer que a mulher é uma mistura da Sia com a Rihanna. Ou uma versão melhorada da Rihanna pós-Sia, o que está longe de ser algo ruim.

Cientes de que Bourelly tem tudo pra fazer um barulho e tanto por aí, a gravadora Def Jam já começou a agilizar os passos para a sua estreia e, entre outras coisas, continua a colocando ao lado de grandes nomes da atualidade. O próprio Kanye West já gravou algumas coisas que poderão aparecer em seu novo disco, mesmo em que colabora com a Sia, na faixa “Wolves”; o Lil’ Wayne também botou a mulher pra cantar em “Without You”, do CD “Free Weezy”; o novato Nick Brewer divide os vocais com ela no seu single de estreia, o hit pronto “Talk To Me” e até a Selena Gomez pegou sua fatia do bolo em “Camouflage”, co-composta por Bibi para o CD “Revival”.



Mas como quem vive de compor para os outros é Bonnie McKee, Bibi já mandou avisar que chegou pra brigar como gente grande e sua primeira colaboração realmente importante é “Chains”, single novo do Usher com participação dela e do rapper Nas



Com as discussões sobre racismo em alta nos EUA, principalmente após o caso em Ferguson, no qual o adolescente negro Michael Brown foi morto à tiros e gerou revolta na população, levantando questionamentos sobre a maneira com que as autoridades americanas lidam com esses casos, Usher trata na música nova sobre as injustiças da polícia estadunidense com os negros e, na primeira performance televisionada da faixa, canta ao lado de Bibi Bourelly enquanto está algemado. 



Ainda que muitos artistas negros estejam conquistando seu espaço na música por lá, como é o caso da própria Rihanna, bem como The Weeknd, Nicki Minaj, Bruno Mars, Beyoncé e outros, tocar no racismo é algo que poucos arriscam fazer, por compreender a pressão de todo o cenário ao redor quanto a isso, incluindo um histórico de artistas que terminaram silenciados por incomodar com seus questionamentos. Azealia Banks é um desses casos. Então estrear numa música inserida num contexto tão pesado é algo que não pode e nem deve passar despercebido.

Mas não para por aí. Isso porque, pouco depois da primeira performance de “Chains”, que rolou no evento Tidal X, Bourelly revelou também o seu single de estreia, e esse repete o efeito de “RIOT”, nos deixando impressionados com o quanto essa menina consegue fazer em tão pouco tempo.

“Ego” parece ser a perspectiva de Bibi antes da sua vida começar a virar de cabeça pra baixo e, já mostrando ter uma personalidade forte, também presente em “Bitch Better Have My Money” e “Riot”, ela introduz a faixa com um “eu tenho só dezenove anos, mas um ego enorme”, sob um instrumental carregado de cordas e uma bateria que só não cresce mais do que a sua voz. Nos lembra um pouco de “Same Old Love”, da Selena Gomez, também descartada pela Rihanna.



Ainda que seja uma proposta simples, o lirismo e maneira como ela canta denuncia uma ligação enorme ao hip-hop, que deve ficar ainda mais clara nos lançamentos seguintes, e com essa postura, somada ao seu talento vocal e composições, não duvidamos que o mundo ficará pequeno para quando ela e todo o seu ego explodirem.

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Seleção de sete novidades musicais que não apareceram no blog ao longo da semana mas que valem a sua atenção. Para conferir as edições anteriores do It's New, clique aqui e seja feliz.