Mudança de planos: Natalia Damini volta para as pistas com "Bad Girl", seu novo e arriscado single!

A gente não entendeu muito bem o que os grandões da Universal Music decidiram fazer com a Natalia Damini, mas o que sabemos é que no fim...

A gente não entendeu muito bem o que os grandões da Universal Music decidiram fazer com a Natalia Damini, mas o que sabemos é que no fim da história desistiram de lançar a baladinha "Never Say Goodbye" como single e apostaram na bruscamente diferente "Bad Girl" como primeira amostra do seu álbum de estreia pela grande gravadora.

Linearidade entre os dois singles não existem, chega a parecer até mesmo uma cantora diferente, mas não é que a nova proposta também rende? Iniciada por algumas palminhas e versos mais falados que cantados, o começo de "Bad Girl" nos remete a coisas como "Shut Up and Drive" e "Don't Stop The Music" da Rihanna, mas ao decorrer da canção notamos então seu crescimento, seguido do refrão melódico e cantado, onde as referências mudam para coisas como "Just Dance" ou "I Like It Rough" da Lady Gaga. Além disso, ainda temos uns momentos onde Natalia arrisca meio que um rap e, pra nossa surpresa, eles também funcionam (Gwen Stefani aprova, hahah).

Em suma, é um single que lembra muitas outras canções, mas toda a coisa dançante e até um tanto oitentista funciona e continua sendo muito melhor do que as genéricas que ela lançava anteriormente. Soa promissor para nós, mesmo não fazendo muito sentido após a rápida aceitação do público quanto a "Never Say Goodbye", rs.

Ouçam:



Bacanuda, né? Só esperamos que possam desenvolver melhor essa faceta da Natalia, se não ela acaba como uma artista sem identidade e isso é algo que poderá atrapalhá-la muito futuramente. Precisam dela como hoje é a Rihanna, que consegue cantar farofas tipo "We Found Love", sofridas à la "Stay" e urban matadoras como "Pour It Up" e "Cockiness" ainda fazendo com que saibamos que é ela a pessoa por trás da canção. Ou seja, terão muito trabalho pela frente, mas continuamos ansiosos pelo fato da canção, assim como sua antecessora, ser muito boa.