Boys Like Girls voltam ao Brasil, confira a entrevista que eles concederam a MTV Brasil!

A banda de pop punk Boys Like Girls estão voltaram ao Brasil para três shows. Os caras que passaram por aqui em 2009 concederam uma entrevis...
A banda de pop punk Boys Like Girls estão voltaram ao Brasil para três shows. Os caras que passaram por aqui em 2009 concederam uma entrevista a MTV Brasil e revelou alguns detalhes sobre o novo álbum.

A banda que já se apresenta nesta sexta-feira (1) em Porto Alegre, tem passagem confirmarda em São Paulo neste sábado e no domingo passam pelo Rio de Janeiro. Confira a entrevista completa que eles concederam a MTV abaixo:
Vocês vieram ao Brasil no ano passado. Como é voltar aqui?
Martin: Fizemos alguns shows promocionais aqui, mas é bom voltar e tocar em shows de verdade desta vez.
A banda brasileira Caps Lock vai abrir os shows de vocês aqui. Vocês conhecem o som deles?
Martin: Não ouvi ainda, não sabia quem iria abrir para a gente até agora. Obrigada por me contar, estou muito empolgado com isso. Eles são brasileiros?
Sim.
Martin: Legal, vou conferir as coisas dele hoje. Eu nem sabia que tínhamos uma banda de abertura, estou me sentindo muito desinformado.
Vocês estão gravando um novo disco, certo? Como está sendo este processo? 
Martin: É bem divertido compor material novo. Desta vez é mais sobre compor canções do jeito que elas devem ser escritas, e não tentar encaixá-las em um formato, e escolher depois qual música vai funcionar.
Vocês já compuseram todas as músicas?
Martin: Não sei se todas, mas tem muitas músicas escritas que ainda precisamos trabalhar. Estamos escolhendo um produtor agora e vamos ver o que vai ser.
Taylor Swift canta em uma das músicas de “Love Drunk”. Você pensa em chamar outras pessoas para colaborarem neste novo álbum?
Martin: É muito cedo para decidir isso. A outra música nós gravamos inteiramente com a minha voz primeiro, mas achamos que estava faltando algo, precisávamos de um toque feminino nela. Taylor Swift foi perfeita, ela é uma grande amiga nossa e topou fazer. Se alguma música pedir uma colaboração, com certeza vamos fazer.
Seu primeiro álbum vendeu três milhões de singles digitais. Vocês esperavam tudo isso de uma estreia? 
Martin: Acho que qualquer pessoa que faz música espera que a pessoa as escute, então acho legal que tanta gente ouviu. Obviamente quando você consegue algo que quer suas expectativas aumentam e você está constantemente se cobrando mais e tentando conseguir coisas maiores e melhores. É difícil simplesmente sentar e celebrar, acho mais fácil continuar trabalhando e progredindo e buscando novos objetivos.
Qual sua opinião sobre a venda digital de música? 
Martin: É o que há para se fazer em 2011. O público sabe que música é gratuita agora. É como as coisas são. Se você está gravando um disco que sabe que vai sair de graça e há outras maneiras de conseguir dinheiro então está tudo bem. Se mais e mais pessoas conhecerem minha música está tudo certo. Eu não comecei a tocar desde os, sei lá, três anos de idade para ficar rico. Eu não pensava em dinheiro naquela época e nem penso agora. Você tem que viver a época, se você ficar preso nos anos 1990 você só vai se dar uma enxaqueca.
Muitas bandas novas tiveram ajuda do Youtube, Twitter, MySpace... vocês também usaram isso no começo da carreira?
Martin: Somos da geração MySpace. Foi meio difícil porque nós não gostamos muito de internet, e é assim que as bandas ficam conhecidas. É um desafio diário entrar na internet e continuar acessível para nosso público. Somos da geração do MySpace, em que as bandas colocavam as músicas lá para todo mundo ouvir, postavam no blog, e coisas do tipo. Foi de grande ajuda para nós, certamente isso fez parte da nossa geração.
Paul DiGiovanni tem uma marca de roupas chamada Black Carbon Custom. Como é a relação da banda com a moda?
Paul: A banda está usando as minhas roupas Black Carbon Custom e estão super fashion. Mas fora isso todo mundo se veste muito mal nesta banda. Não, estou só brincando. Todo mundo tem um estilo diferente. John é sem dúvida o mais ousado, é quase um fashionista.
E sobre o Early Morning Blues [projeto paralelo do baixista Bryan Donahue], podemos esperar novas músicas?
Bryan: Fizemos nossos dois primeiros shows na semana antes de vir para o Brasil. Provavelmente vou lançar um ou dois EPs antes do CD ser lançado. Tenho um ritmo rápido, faço quatro ou cinco músicas de uma vez. Ainda é novidade, então é bem divertido. Só eu e um amigo da minha cidade natal. Vamos ver onde isso vai nos levar.