Com reggae roqueiro “de humanas”, BRAZA lança seu CD de estreia em tom crítico e despretensioso

Seja rock com influência do reggae ou vice-versa, a banda Forfun foi uma das mais importantes do cenário nacional nos últimos quinze anos e, desde que anunciou seu fim, partiu com a certeza de que deixaria órfãos da sua música, mas não por muito tempo.

Em caixa alta, BRAZA nasce de um projeto com três integrantes da banda anterior: Danilo, Vitor e Nicolas. Nesse novo trabalho, entretanto, os caras vão AINDA mais além, incluindo na sua sonoridade não só o usual reggae com rock, mas também muito do ragga, rap e dub.

Com direção do Thiago Calviño, o clipe do seu primeiro single, “Embrasa”, brinca bastante com as referências jamaicanas predominantes nessa fase da banda, misturando também muitas cores e coreografia:


Seu disco autointitulado é um TCC pra qualquer curso de humanas uma introdução e tanto. Com participações de nomes como o cantor jamaicano Michael Rose, do brasileiro Alexandre Carlo (Natiruts), entre outros, o CD chega em tom de protesto (“We Are Terceiro Mundo”) e também trabalhando uma literal autorreflexão  (“Segue o baile”), alcançando influências tão amplas que conseguem ir de algo completamente despretensioso para assuntos mais sérios, fazendo seu público dançar, cantar e, claro, pensar.

BRAZA é a mistura do que deu certo no Forfun com o que passou a faltar no que era apresentado pela banda, incluindo uma clara necessidade de evolução, não apenas sonora.

O disco de estreia dos caras foi lançado gratuitamente pelo Youtube e chegará ao Spotify na próxima sexta-feira (25). Ouça abaixo:

Tecnologia do Blogger.