John Glass afirma que Travi$ Scott está se aproveitando de Rihanna e se diz contra o título “ANTI”

John Glass está MESMO bastante insatisfeito com o caminho tomado por Rihanna com seu oitavo álbum de inéditas, o tão aguardado “ANTI”.

Usando seu Twitter para falar sobre os bastidores da produção, desde o ocorrido com Azealia Banks, o produtor decidiu revelar a versão demo de “Kiss It Better”, feita por ele em parceria com Jeff Bhasker e a cantora Natalia Kills, e além de revelar que a música deveria ser usada para uma campanha da Rihanna com a marca de cosméticos MAC, não economizou críticas ao rapper Travi$ Scott e a maneira como, ao seu ver, ele tem se aproveitado de Rihanna.


Pra começar, Glass afirma que não gosta do nome “ANTI”. Explicando seu ponto de vista, ele acredita que ver o nome da artista associado ao termo “anti”, que representa algo “contra”, não é inteligente, mas que não encontrou apoio pra fortalecer sua teoria, uma vez que, escutando Travi$, Rihanna aprova o tal nome.

“É o seguinte, eu disse pra ela, ‘você não quer milhões de pessoas vendo um álbum ANTI Rihanna’, isso não é um bom presságio. Mas o nome do álbum não vai mudar... Você só precisa pensar sobre o que pode causar ter o mundo lendo seu nome ao lado da palavra ‘ANTI’ todos os dias”, explicou o produtor.

Em seu Twitter, John afirmou que, quando se encontra com a cantora, continua chamando o álbum por “R8”, porque ele sabe o poder que as palavras possuem e não considera o peso de “ANTI” algo positivo para sua carreira.

“Eu estou disposto a ser radical e ultrapassar o limite das coisas, mas isso deveria ser visto por fora e Travis é um desmiolado. Enfim, o mundo precisa ver que as pessoas são ‘PRO’ (a favor da) Rihanna e seu novo álbum, chamado ‘ANTI’. Em todo lugar que eu vejo isso, vejo ‘ANTI RIHANNA’ como se alguém estivesse tentando programar as pessoas contra ela. (...) Eu sei que o ‘ANTI’ não é sobre isso, mas sempre que as pessoas fazem uma campanha ‘ANTI’ alguma coisa, é contra algo. E eu sou pró-Rihanna.”

Certo, isso soou como alguma teoria conspiratória Illuminati, mas ele tem um ponto.


Mostrando bastante descontentamento quanto às ações de Travi$, o produtor afirmou que um de seus singles, a parceria com Kanye West em “Piss On Your Grave”, foi uma música roubada, inicialmente planejada para o novo disco de Yeezy, e que o rapper estaria atrapalhando os trabalhos de Rihanna propositalmente, enquanto sai na vantagem por ter seu nome em exposição, como tentou fazer com outros artistas.

“E é por isso que eu estou chateado. Porque eu acho que esse idiota (Travis) tem outros planos... Pulando de celebridade em celebridade, tentando tomar conta do mundo. E, bem, pelo o que eu vi, isso não tem dado certo pra ele, porque as pessoas são mais espertas do que isso.”

Falando sobre a sonoridade do novo disco, Glass afirma que Rihanna perdeu seu conceito inicial, uma vez que, numa entrevista, disse que estava em busca de um disco “atemporal e cheio de alma”, mas tem comprado a ideia de lançar um CD de trap music, com o apoio do rapper.

“Estou orando por você agora [Rihanna], porque eu sei o que está acontecendo. Num minuto, Rihanna está dizendo para a revista TIME que ela indo numa direção cheia de alma e atemporal em seu novo disco, daí o Travis chega e fica empurrando trap music para ela.”


Ao receber críticas dos fãs, justamente por esse excesso de informações, o produtor disse que está fazendo isso pelo bem de Rihanna, que merece saber o que seus fãs acham de toda a história, e que ora pela cantora todos os dias, uma vez que ela tem sido vítima das más intenções de Travi$ Scott.

Até aonde será que a versão dele para a história é verdadeira? E Kanye, que é o produtor executivo do disco, se encaixa em qual parte de todo esse rolo?

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Com o vazamento da demo de “Kiss It Better”, ainda não sabemos se a música continuará fazendo parte do novo disco de Rihanna, assim como aconteceu com a colaboração de Azealia Banks, que foi cortada do disco após revelar que fazia parte dele, e, em meio a tantas mudanças em cima da hora, outra incerteza fica quanto ao lançamento do álbum, que tem sido promovido desde janeiro e sequer teve sua tracklist revelada.
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