10 provas irrefutáveis de que Adele e Sam Smith são exatamente a mesma pessoa

Bastou uma semana pra que a cantora britânica Adele reassumisse o posto que tornou seu desde a ascensão com o disco “21”, segundo de sua carreira, de onde extraiu singles como “Rolling In The Deep”, “Set Fire To The Rain” e “Someone Like You”, mas a verdade é que a cantora nunca se foi e, antes mesmo da chegada de “Hello”, primeiro single do CD “25”, já seguia com sua dominação em escala mundial, mas com uma segunda identidade.


Pode parecer o novo “Avril Lavigne morreu e foi substituída”, mas podem confiar, porque se está na internet, é verdade: Adele nos enganou esse tempo todo e, na realidade, também é o Sam Smith.

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via: Buzzfeed/G1
Sim, o cantor britânico apelidado como “a versão masculina da Adele” é, de fato, a cantora como homem. E as provas dessa farsa cheia de sofrência e Grammys em jogo estavam bem na nossa cara.

1. Bastou uma sumir, para o outro aparecer

Pra começar, a gente precisa pensar nas datas em que tudo aconteceu. “Skyfall”, último suspiro musical de Adele, foi lançada em outubro de 2012, integrando a trilha sonora de “007: Skyfall” e, consequentemente, garantindo a cantora nas indicações do Grammy e Oscar dos anos seguintes.



Um passo e tanto em sua carreira, principalmente se pensarmos que na sequência ela visava tirar algumas férias... Ou pelo menos era isso o que diziam que iria acontecer.


Foi no mesmo mês que um novo cantor começou a cair nas graças do público. Ao lado do duo britânico Disclosure, um cara de 23 anos nos conquistava ao emprestar sua voz para “Latch”, do álbum de estreia da dupla de música eletrônica, e meses depois, em fevereiro de 2013, estreava em carreira solo com o primeiro single do seu material de estreia, “Lay Me Down”.


Adele ainda tocava nas rádios com “Skyfall” e seus hits anteriores, mas cada vez víamos e ouvíamos menos sobre a cantora, enquanto Smith seguia com a sua ascensão quase que literalmente meteórica.

2. Por mais que se esforçassem para disfarçar isso, suas composições, influências e empenho para nos entristecer eram praticamente os mesmos

“Money On My Mind”, uma música em que denunciava o capitalismo da indústria contra o seu amor por compor, deu sequência a sua vindoura dominação e, no mesmo ano, ele lançou seu primeiro EP, “Nirvana”, que contava com alguns dos singles já lançados e um dos momentos mais inegavelmente “Adeles” de sua breve carreira: “I’ve Told You Now”.


Ainda que seja uma excelente compositora, Adele tem uma atração e verdadeiro dom por músicas tristes, em sua maioria sobre amores perdidos, e assim como cantou sobre isso no disco “21”, repetiu o feito com sua persona masculina. O problema é que, ainda que se esforçasse pra esconder o disfarce, como com as colaborações eletrônicas (coisa que passa longe em sua identidade real), as composições terminavam entregando algo que não podíamos ignorar.

3. Quando a bomba estava prestes a explodir, Sam Smith tentou desconversar...

“Stay With Me” foi a “Rolling In The Deep” de Sam Smith.



Toda a melancolia, somada ao arranjo que cresce por sua simplicidade e vocais realmente cativantes, pra não falar de sua nacionalidade, foi o bastante pra que pipocassem comparações entre Sam Smith e Adele e, temendo que fosse descoberta/o, o cantor tratou de deixar claro que não gostava desses comentários, dizendo: “me irrita que as pessoas não consigam digerir duas estrelas pop cantando músicas realmente pessoais e que não se pareçam com as estrelas convencionais”.

4. E. A. FARSA. QUASE. VEIO. À. TONA.

O disco de estreia de Sam Smith saiu em maio de 2014, quando seu reinado já estava praticamente instaurado e as pessoas já sabiam “Stay With Me” de cor, mas por um pequeno descuido, foi por pouco que as letras do “In The Lonely Hour” não entregaram a farsa de Adele: a cantora compôs algumas das músicas com letras explicitamente direcionadas à outro homem.



Por sorte, sua equipe de marketing foi mais ágil que a atenção pública e, como saída, Smith declarou publicamente sua homossexualidade, o que justificaria as composições.

5. Amigos de Adele “vazam” especulações, preservando sua identidade

Fugindo de qualquer especulação ou razão que causasse dúvidas, Adele justificou seu sumiço e férias como a necessidade de cuidar de seu primeiro filho, e em contrapartida às especulações, carregava também rumores sobre um novo disco em produção, contando com a ajuda de artistas como Pharrell Williams, Ryan Tedder e Ed Sheeran para espalharem as notícias e dispersarem qualquer impressão sobre o sumiço dela ser a razão da chegada de Sam Smith.


6. Você já se perguntou a razão de nunca ter visto Sam Smith e Adele numa mesma foto?

O reinado de Sam seguiu firme e forte, enquanto Adele continuava cada vez mais sumida, e com isso surgiram alguns questionamentos, como o fato de que os dois, sendo algumas das maiores revelações da música britânica desde Amy Winehouse, nunca foram unidos em algum evento como o Grammy ou Brit Awards. Eles sequer possuem alguma foto juntos.

Uma rápida busca no Google nos mostra que os dois nunca estiveram numa mesma foto juntos
Loucura? Não, e sim nossa maior prova quanto a essa teoria, já que, sendo a mesma pessoa, Adele e Sam Smith não poderiam aparecer juntos num mesmo evento e muito menos nas mesmas fotos.

7. Por razões comerciais, a troca de identidades começa a acontecer outra vez

Seguindo a mesma linha melancólica-triste-vamo-sofrer-de-amor, Smith encerrou a divulgação do disco “In The Lonely Hour”, que ainda rendeu os singles “I’m Not The Only One” e “Like I Can”, sendo esse último lançado em dezembro de 2014, e enquanto ia se esquivando de novos lançamentos, o nome de Adele começava a ficar em evidência novamente.


A história da vez era a próxima trilha sonora de “007”, para o filme “Contra Spectre”. As especulações traziam nomes como Miley Cyrus, Lana Del Rey e até Ellie Goulding, mas a mídia britânica não deixou a gente se enganar: a produção queria mesmo era repetir a colaboração de sucesso com Adele. Paralelamente ao convite, Sam Smith foi chamado pra participar do Rock in Rio, além de um novo disco do Disclosure e, quando notou, a cantora estava encrencada e com importantes parcerias para resolver.


8. Na correria, Adele e, consequentemente, Sam Smith perderam bastante peso

No correria entre reuniões e discussões sobre seus próximos passos e colaborações, Adele e Sam Smith apresentaram uma mudança de peso significativa, o que chegou a se tornar notícia na mídia internacional, e exausta com toda a confusão que se meteu, a cantora decidiu passar a bola de vez para Sam, que lançou “Omen”, com o Disclosure, mais tarde estreou “Writing’s On The Wall”, para o novo “007”, e, de quebra, veio ao Brasil como atração do Rock in Rio. Tudo rapidinho assim mesmo. E sabe qual era a razão da pressa? Adele começou a temer que seu legado de maior estrela britânica dos últimos anos fosse tomado por sua persona masculina. Acontecimento que, uma vez feito, dificilmente poderia ser revertido.


9. E a troca se oficializa outra vez, com a cantora ironicamente nos dizendo “olá”

Eis que o jogo muda. Após seus últimos lançamentos, Sam Smith deve então se dedicar às gravações do seu segundo álbum, sucessor do “In The Lonely Hour”, e enquanto sai dos holofotes, é Adele quem assume novamente.


Ansiosa para reassumir seu posto, a cantora não se aguentou e, numa só semana, anunciou então seu disco de retorno, revelando capa, tracklist e pronunciamento especial, dando entrevistas e, claro, lançando música nova, sendo ela “Hello”, com a boa e velha fórmula de sempre, além de um jogo de palavras que denuncia implicitamente nossa teoria. Veja você mesmo no item a seguir.

10. A verdade jogada na nossa cara outra vez:

“IN THE LONELY HOUR”
“IN THE LONELY HOUR”
IN THE LONELY HOUR
“HE LL O”
“HELLO”
Até então, suas identidades permaneceram preservadas, assim como sua fantasia de Sam Smith deve ficar bem guardada, mas agora nos resta aguardar até que eles troquem de lugar novamente.

Te descobrimos, Adele!
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