Sony cobra dívida por direitos autorais do Tidal e ameaça retirar músicas de Beyoncé e outros artistas; Jay Z recorre à empréstimos

E se houveram boatos de que eles estavam na pior, eram reais. Jay Z até tentou disfarçar o fracasso que têm sido seus investimentos na plataforma musical que promete inovar a nossa forma de consumir música digitalmente, o Tidal, e tem utilizado todas suas armas para garantir que o serviço continuará sendo assunto, o que inclui lançamentos exclusivos de artistas como Nicki Minaj e Beyoncé, além de especulações quanto a plataforma também ser planejada como local de estreia para os novos discos de Rihanna e Kanye West, mas até o momento, os lucros do rapper não estão suprindo suas necessidades de gastos e Jay Z estaria negociando empréstimos para acertar as contas com algumas gravadoras que se uniram ao serviço.

Quando você vê que está chegando o final do mês e Jay Z, o homem que faz dinheiro chover, está cogitando fazer EMPRÉSTIMOS, a gente sabe que a coisa realmente não vai nada bem. Desde o relançamento do Tidal, o rapper assinou um contrato em relação aos direitos autorais de artistas que pertencem aos selos Sony e Warner Music, que apoiaram toda a ideia do grande lançamento, a brincadeira dos artistas fingindo estarem sob o controle do projeto e tudo mais, mas agora querem saber do que realmente os interessa: bitch better have my money!

No caso da Warner, Jay está com sorte e, aos poucos, negociando a possibilidade de continuar executando músicas de seus artistas até que seu acordo esteja completamente pago, em tempo que a Sony tem sido irredutível quanto às regras do negócio e, caso não tenha os royalties de seus contratados devidamente acertados, de acordo com a quantidade de vezes que foram executados na plataforma, poderá remover todas suas músicas do serviço, o que inclui materiais da própria Beyoncé, hahahah. Parece que o jogo virou.

A pressão das gravadoras reflete bastante do que as mesmas cobravam do Spotify, que é o retorno financeiro, com a diferença de que eles sempre pagaram corretamente, dividindo cerca de 60% de seus lucros de maneira proporcional às gravadoras parceiras, enquanto o Tidal não tem tido estabilidade o suficiente para fazer o mesmo.
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