Atração do Lollapalooza Brasil, St. Vincent discute com artista plástica e destrói quadros no camarim do festival no Chile

Bendito seja o anjo das guardas desses artistas em ascensão, hein? Depois da Natalia Kills se tornar uma das artistas mais comentadas e odiadas da semana, por conta do polêmico episódio de humilhação com um participante do X-Factor na Nova Zelândia, chegou a vez da St. Vincent, que desembarca no Brasil daqui alguns dias pra se apresentar no Lollapalooza, ser impedida de sair do Chile PELAS AUTORIDADES LOCAIS por conta de uma confusão que arranjou por lá.



Em turnê com seu quarto disco, autointitulado e vencedor do Grammy de Melhor Disco Alternativo, a cantora, que fora dos palcos se chama Annie Clark, causou durante sua passagem pela edição chilena do Lolla, depois que discutiu com a artista plástica Costanza Ragal e, segundo um jornal local, destruiu vários quadros da moça, que decoravam o seu camarim dentro do festival.

Até então, estava tudo bem para St. Vincent e o Lollapalooza. Tanto que a americana foi uma das mais elogiadas do dia em que se apresentou, dividindo o prestígio com o músico Jack White, mas a novidade veio mais tarde, quando a impediram de deixar o país, até que acertasse as contas por seus estragos judicialmente. 



Felizmente e também às pressas, tudo foi resolvido a tempo dela prosseguir com sua agenda, que ainda passa pelo Paraguai e Argentina antes de chegar ao Brasil, ficando acordado que St. Vincent pagaria o valor de US$4,5 mil pelas obras danificadas. Don’t fuck with Costanza.

No Brasil, há rumores quanto a T4F estar removendo os quadros do Romero Britto que haviam distribuído por o que seria o camarim dela, que se apresenta no primeiro dia do Lollapalooza, mesmo em que também assistiremos Marina and The Diamonds, alt-J, Bastille, entre outros. O evento acontece nos dias 28 e 29 de março no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
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