A dona mãe da Taylor Swift que nos perdoe, mas sua filha e a turnê com o CD ‘1989’ vão vir ao Brasil SIM.

Taylor Swift é uma das maiores artistas da atualidade e desde que se assumiu uma cantora propriamente pop, conquistou ainda mais o público das rádios do gênero, o que fez com seu último disco, “1989”, tivesse um ótimo desempenho comercial, ainda que após um rompimento super discutível com a plataforma de streaming Spotify, qual a cantora não apoia devido à “desvalorização” do artista e, sendo assim, não autoriza que possua no catálogo suas músicas. 



Mas nos últimos dias, a cantora foi assunto no Brasil e nem estamos falando do seu último clipe para seu próximo hit certeiro, “Style”, mas sim por conta de uma matéria d'O Globo, aonde afirmam que a ela não virá ao Brasil com shows de sua nova turnê porque sua mãe não deixa. RS. É isso mesmo. Sabe quando você queria ir NAQUELA FESTA e sua mãe disse que você não iria, aí você disse que todos seus amigos iriam e ela retrucou com um “você não é todo mundo”? É mais ou menos isso que estão dizendo que rolou com Taylor. A justificativa é que a dona mãe da Swift não aprova que ela faça shows em países de terceiro mundo — e olha que ela já passou por outros como as Filipinas.



Logo de início, todo o caso soou como uma grande piada e até rendeu tiradas bem engraçadas, mas no fundo a gente sabe que as coisas não funcionam desta forma. Desde o disco “Red”, quando começou a crescer de maneira significativa por aqui com as canções “We Are Never Ever Getting Back Together” e “I Knew You Were A Trouble”, Swift tem se saído uma bela máquina de fazer dinheiro e o Brasil é sempre uma ótima opção para isso. É claro que toda aquela história de sermos um público louco, caloroso e muito carinhoso é real, mas por trás disso ainda tem o fato de estarmos quase sempre dispostos a desembolsar o que for para vermos nosso ídolo e, sendo assim, seria burrice que ninguém tentasse trazê-la ao país e mais burrice ainda acreditar que ela não viria aqui só porque sua mãe disse não.

Uma passagem com a turnê do disco “1989” seria a primeira vinda oficial da cantora, que esteve por aqui com o seu álbum anterior, mas apenas para um pocket show, e de certo, renderia muito para todos os lados. Para a produtora que, com uma boa divulgação, conseguiria uma audiência e tanto; para a cantora, que conheceria então toda essa loucura e carinho do público brasileiro e, claro, para os fãs, que teriam o seu show. É algo pra todos saírem felizes, menos a mãe tachada de conservadora.



Ainda assim, toda essa coisa da suposta declaração da mãe de Taylor Swift, que teria recusado duas propostas de shows no Brasil, é bem suspeita. A cantora é uma das principais atrações pop do Rock in Rio nos EUA, que acontece no mês de maio, o que tornaria viável trazê-la ao país com o mesmo festival, se já não tivessem fechado algo com a Katy Perry. Desta forma, trazê-la num período semelhante seria de enorme concorrência e lá vamos nós para mais um fator de extrema burrice: correr riscos. É claro que Medina e toda a equipe do RIR não quer isso. E é justamente por isso que tem se tornado cada vez mais comum ouvir falar sobre artistas que negociam vindas para cá e precisam cancelar repentinamente. Se você é um grande artista e não está entre as atrações do Rock in Rio, você não é bem vindo ao país no segundo semestre do ano.

Seja como for, toda ação tem uma reação. Por conta do Rock in Rio ou não, essa ideia de não ter Taylor Swift no Brasil só potencializa uma mania que tem contagiado um número cada vez maior de fãs, aquela de entupir os perfis dos ídolos em redes sociais como Facebook e Twitter, IMPLORANDO pra que eles venham ao seu país. No caso de Taylor, a Can’t Come To Brazil Tour já tem rendido bastante e a tendência é aumentar. A produtora que abocanhar esse show só tem a agradecer.

No fim das contas, nem é preciso de fonte alguma para garantir: Taylor Swift vem ao Brasil SIM. Pode não ser nesse semestre, provável que nem nesse ano. Mas ela vai vir. Você pode anotar.

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